Capítulo 12 - Vila dos Cereais... Vila da Folha...
No dia seguinte, muito antes das cinco hora da manhã, Sakura sentiu seu pequeno e curvilíneo corpo acolhido e abraçado entre braços vigorosos e musculosos. Encontrava-se numa deliciosa conchinha entre eles e podia sentir o peso da mão grande de Kakashi em cima de seu seio direito. A respiração quente em sua nuca dava-lhe arrepios na espinha, deixando-a molhada. Ela remexeu-se, entre aqueles magníficos braços, gemendo.
- Bom dia, meu amor. - Ele murmurou com o ar na voz arranhada, causando-lhe outro intenso tremor no corpo. "Por Deus, este homem é uma tentação o tempo todo?" Ela pensou. "Nem quando ele acorda deixa de ser sexy?" Sorriu com o pensamento e virou-se para encarar o mar negro de seus olhos.
- Kakashi sensei, - aprofundou-se neles intensamente e com um sorrisinho minimamente malicioso disse: – Você é muito sexy. – Resolveu externar o que estava pensando segundos antes, fazendo-o sorrir satisfeito. Era delicioso saber que ela o desejava. – E... eu te amo.
Completou e acariciou seu rosto com os dedos finos e depois aproximou-se de seus lábios, tocando-os com a pontinha da língua, percorrendo todo o contorno da boca com ela.
- Não mais do que eu te amo. – ele respondeu com a voz embargada pela emoção.
O ar doce da kunuichi foi quase tomado pelos lábios dele que a beijou ardentemente. O toque e a carícia entre suas línguas provocavam mil sensações entre seus corpos que a cada segundo estavam mais entregues e entrosados, um dentro do outro. O beijo delicado foi evoluindo para uma troca de energias mais selvagens e Kakashi devorava os lábios da mulher enlaçada a ele.
A poderosa energia e as chamas produzidas pela intensa paixão poderia ser sentida à quilômetros de distância e todo a ar de dentro do quarto era quente e sensual. Os primeiros raios do alvorecer foram as únicas testemunhas daquele delicioso, quase sublime ato de amor, e intensificavam o fogo criado pelo friccionar dos corpos roçando em combustão.
As peles se combinavam e entrosavam-se entre si, como se fossem feitas uma para a outra e o sentir era intensificado ao extremo quando Kakashi sentou-se e virou a Kunoichi acomodando-a em seu colo, de costas para ele, roçando suas nádegas cheias e volumosas em seu membro duro e bem dotado em tamanho e espessura.
Acariciou sutilmente a pele feminina arrepiada e apalpou seus seios medianos, apertando-os delicadamente, sentindo suas mãos sendo preenchidas pelo peso deles. Beliscou e puxou levemente seus mamilos endurecendo-os ainda mais, fazendo-a entreabrir os lábios ofegante.
Um murmúrio...
Um gemido de prazer baixo foi pronunciado pelos lábios rosados e isto retirou um suave sorriso torto e maroto dos lábios masculinos que aproveitou para lamber o pescoço fino e delgado, expondo-o a intensidade de sua boca quente.
Ela rebolou, perante aqueles toques daquele mestre da sedução e instintivamente entreabriu ambas as pernas, no mesmo instante em que levava suas mãos delicadas ao cabelo prateado, enterrando os dedos finos entre os fios grossos e pesados de seu revoltado cabelo.
A mão direita do homem charmoso percorreu o corpo da mulher lânguida a sua frente, deliciosamente encaixada em seu colo e alcançou sua feminilidade latejando em desejo acumulado. Ela gemia a cada carícia e murmurou um pouco mais alto quando ele a abriu com carinho e acariciou seu broto inflamado.
- Que encharcada! – murmurou grave e sexy em seu ouvido e apertou novamente seu seio esquerdo enquanto introduzia um de seus dedos em sua feminilidade. – Deliciosa.
Mordiscou e arranhou sua pele, sugando e massageando com a boca enquanto ocupava ambas as mãos em proporcionar-lhe prazer.
- Kaka...shi sensei... que delícia...
Ela rebolava, deliciosa, sentindo-o duro em suas nádegas e ele gemia em sua orelha mostrando o nível de seu excitamento.
Ela não se aguentando mais leva uma de suas mãos 'Nele' e escorrega-'o' para dentro de si de uma forma habilidosa. O gemido masculino foi inevitavelmente um pouco mais alto.
Ela começa a cavalgar de costas para ele, ao mesmo tempo que ele intensificava o ato ainda acariciando seu ponto mais sensível com seus dedos da mão direita.
O roçar de suas deliciosas nádegas em sua virilha e o balanço de subir e descer ia aumentando a medida que ele acelerava seus hábeis dedos friccionando o ponto mais erógeno dela.
Seus lábios inchados, por morde-los na tentativa de não gemer alto, tremeram quando sentiu um calor e uma energia forte subir por sua espinha atingindo níveis de deleite indescritíveis oferecido a seu cérebro. O membro masculino que a possuia por completo cresceu ainda mais e invadiu completamente preenchendo-a de amor e prazer.
Ele a abraçou pelas costas, sem retirar-se de dentro dela e murmurou:
- Te amo, minha doce flor de cerejeiras. – uma incontrolável lágrima de emoção rolou de suas safiras verdes e ela contorceu-se para beija-lo apaixonadamente.
- Não mais do que eu te amo, meu lobo branco... – imitou a frase que desencadeou aquele magnífico momento de amor entre os dois, retribuindo o puro e sublime sentimento.
A delicadeza daquele momento foi interrompida pela obrigação de se levantar, afinal, tinham uma missão para terminar.
- Temos que levantar, infelizmente. – suspirou - Quero ir embora o mais rápido possível. – disse Sakura entre os beijos e depois levantou, sentando-se à cama.
- Bom... acho melhor voltar pro meu quarto, não é muito bom me verem sair daqui. – concluiu ele.
- Tem razão. – ela o beija antes dele vestir a malha negra, a máscara e pular janela afora.
- Ai, ai, que homem! – suspira apaixonada, abanando-se.
Ela toma um divino banho e segue para fora do quarto.
Mais que natural encontrou o platinado nos corredores.
- Kakashi sensei, quanto tempo! – sorriu, brincando já que não fazia nem uma hora que ele pulou da janela. Ele a acompanhou no sorriso, passando uma mão na cabeleira prateada de uma forma sensual.
"Tenho certeza que ele faz isso de propósito, só pra me deixar maluca". Pensou internamente com um sorrisinho nos lábios. "Ele vai se ver comigo...Me aguarde, Kakashi-sensei-delicioso" pensou, sorrindo de uma forma levemente maliciosa.
Tomaram o café imediatamente, sozinhos já que acordaram antes de todos, e seguiram as indicações para o sala médica onde seria aplicado os venenos e os antídotos no nobre filho galanteador do daymio. Sakura precisava preparar algumas coisas antes e ambientar-se com o local. Ambos entraram no cômodo e rapidamente foram recepcionados por um senhor de cabelos brancos e compridos, o medico pessoal da corte, que os reverenciou com leve inclinar do tronco. Apresentaram-se devidamente e por fim o ancião disse:
- Obrigado por nos amparar, senhorita Haruno. – ele disse.
- Imagina, senhor. Estou fazendo meu trabalho.
Foram interrompidos por Akira que veio seguido dos irmãos gêmeos, Yue e Ashura.
Akira era um homem alto e muito belo, seus cabelos escuros, lisos e compridos eram amarrados num meio rabo de cavalo. Usava uma bata azul celeste e seus olhos castanhos esboçavam um temperamento forte e dominador.
- Muito bem, senhor! Sente-se e fique calmo. – dirigiu-se a Akira de forma completamente profissional.
- Tem certeza que sabe o que irá fazer? – Ele inqueriu fazendo-a revirar os olhos.
- Isso tudo e medo? – respondeu com uma pitada de deboche no timbre da voz - Sua sorte é que eu não sou minha shishou, certamente ela iria arrebentar esse seu belo rosto. – Kakashi ficou tenso com a resposta de Sakura, ele, melhor do que ninguém, sabia que aquela era a verdadeira vontade de Sakura: soca-lo. Mas o homem achou graça e riu desinibido.
- Vamos, então! – disse.
- Quando sentir picadas pela pele, deve me avisar. Compreendeu?
- Certamente! – ele disse.
E ela passou a aplicar cautelosamente o primeiro veneno. Eram ao todo cinco e seriam aplicados de acordo com a estrutura física do rapaz. Isto demoraria em média mais um, desgraçado, mês na companhia daquele homem.
- Diga-me, senhorita Haruno. O que faz uma moça tão delicada ser uma ninja? – ele tenta iniciar um diálogo, ainda sem sentir os efeitos do veneno.
- Nasci assim, oras. – ela responde dando de ombros. – Meus pais eram ninjas da Folha e nunca houve outra opção em minha vida. – ele riu o que fez Sakura procurar onde estaria o motivo de tanta graça. Ela não disse nada para o fazer rir tanto! Pensava aborrecida.
- Hum... mas é realmente muito linda!
- Obrigada, mas deve permanecer em silêncio ou morrerá com o veneno contraindo seu coração. – mentiu. Ela queria amedronta-lo, já que tinha pouca paciência.
Ele obedeceu e manteve-se calado.
Não passou dez minutos, o homem remexeu-se incomodado, sentindo picadas por todo o corpo.
- Sinto picadas – ele disse com a boca seca.
Imediatamente, Sakura, introduziu o antídoto, em sua veia com uma injeção e em menos de cinco segundos, os efeitos do veneno havia passado.
- Como se sente?
- Melhor agora! – responde ele, molhando os lábios.
- Deve beber água o dia todo e alimentar-se de acordo com a dieta que indicarei.
- Certo, senhora doutora. – disse brincando com ela de um modo galante.
"Eu Mereço!" Ela pensa e discretamente olha para Kakashi assustando-se com a periculosidade do seu olhar. Fuzilava o rapaz só faltando saírem faíscas vermelhas de seus olhos.
Nesta hora uma movimentação anormal se deu no castelo e um homem entrou ancorado em dois outros.
- O que aconteceu? – o ancião médico da corte perguntou nervoso.
- Uma emboscada, fui envenenado! – o soldado falava com dificuldade.
O daymio, em pessoa, entrou no cômodo para averiguar o que ocorria, sendo acompanhado de sua filha mais nova.
Todos ali presentes, estavam apreensivos e em choque.
- Estas coisas estão acontecendo com uma frequência ligeiramente assustadora. - Ouviu um dos presentes falar.
- Deitem-no na maca. – Sakura praticamente ordenou. Foi incisiva e imediatamente tomou a iniciativa sem pensar duas vezes. A experiência dela nesta área era realmente muito vasta. Fez uma rápida análise aproximando-se do homem, tocou sua testa e cheirou seu suor. Todos observavam-na curiosos, Kakashi afastou-se um pouco para dar-lhe espaço.
- Rápido, tragam-me um balde com água, outro vazio e um recipiente para o veneno. Kakashi sensei, me dá uma ajudinha confirmando onde fluxo do chakra está bloqueado?
- Hai! – imediatamente ativa o sharingan e todos ali ficam impressionados com seus olhos. – Perto dos órgãos vitais. – disse ele.
- Como suspeitava. Você precisa aguentar. – ela disse ao homem.
- Onde está a água? – pergunta nervosa e prende suas enormes madeixas num coque frouxo deixando fios caírem pelo rosto.
- Aqui, senhorita. – o homem entrou correndo, trazendo um balde cheio. – Encha-o assim que eu o esvaziar, pelo tempo que precisar, compreendeu? – pergunta decidida.
- Sim.
- Todos que puderem, segurem-no, tentem fazer com que ele não se mova. – recomendou a médica e foi imediatamente acatada.
Todos ali estavam tensos, observando a garota e sua total segurando no que fazia. Era espantoso uma moça tão jovem ter tanto conhecimento.
Ela introduziu a mão na água, trazendo-a para perto do corpo do rapaz envenenado introduzindo seu próprio chakra nele. Aquele era um procedimento normal para esse tipo de envenenamento, teria que retirar a maior parte do veneno para tira-lo de perigo imediato e com o veneno retirado, criar o antídoto.
Ele mexeu-se e gritou, sentindo dor.
- Precisa aguentar e tente não se mexer. – ela começou a pingar.
Sentiu o fluxo do chakra do seu paciente e puxou com a mão firme.
- Doutor, separe o liquido negro com um conta gotas. Despeje o máximo num vidro hermeticamente fechado, por favor. Não o toque de maneira nenhuma. – concluiu.
- Isto é o veneno? – ele perguntou.
- Sim, tenho que descobrir que veneno é e preparar o antidoto.
- Só de retira-lo do corpo não é o suficiente?
- Não, precisará do antídoto.
- Certo.
Ela continuou o tratamento repetindo o procedimento por todos os órgãos. Estava exausta e pingava. Akira puxou seu pai para um canto enquanto observava o tratamento ao longe.
- Nossa! Estou impressionado. – confidenciou Akira a seu pai.
- Ela é uma médica muito respeitada, meu filho. A melhor depois de sua mestra. – cochichou de volta seu pai.
- É uma pena que seja uma ninja e more tão longe, mas posso resolver isto casando-me com ela.
- Melhor manter a descrição, meu filho. Ela pode não estar disponível.
- Por que diz isso?
- Porque vi Kakashi-san segurando-se para não mata-lo em todas as vezes em que você foi galanteador. Melhor ter atenção, não quero confusão com Konoha, muito menos com Hatake-san, ele é muito forte e poderoso.
- E eu teimoso. – o rapaz mostrou um mínimo sorrisinho. Adorava desafios e planejava cortejar a moça, sim. Era um homem insistente.
- Cuidado, Akira. Não seja imprudente.
- Eu sei me cuidar, chichiue! A propósito, por que ela o chama de sensei?
- Por que ele foi seu professor quando mais nova.
- O senhor está insinuando que ela tem um relacionamento com um homem mais velho que ela e que foi seu professor?
- Não se engane, Kakashi-san é mais novo que você, Akira. Tem vinte e seis anos.
- Mas ela é muitos anos mais nova, não pode ter mais do que dezessete anos.
- Vinte pelo que soube.
- Hum.
As atenções voltaram para a medica:
- Pronto. Deixe-o no soro... onde é o laboratório?
- Siga-me, senhorita.
Antes de sair, Sakura agarra nas roupas de Kakashi e sai correndo, arrastando-o junto.
- Você vem comigo, Kakashi. – ela disse e pensou "Não vou deixar meu homem sozinho com aquela garota oferecida nem me pagando rios de ouro maciço"
Entraram no laboratório conciso do castelo e fizeram os testes. Kakashi ficou esperando de braços cruzados. Aproveitou para colocar em dia sua leitura magnífica, Icha icha paradise, táticas de amassos. Já tinha dias que não atualizava seu passatempo preferido e aquela devia ser a milésima vez que lia o texto de conteúdo adulto do mestre Jiraya. A leitura dava-lhe ideias muito criativas para a noite e ele podia rir tranquilamente por baixo da máscara negra sem ser notado.
A tarde toda... Ela passou a enorme tarde, sem parar nem para comer.
- Pronto! – suspirou assim que confirmou a eficácia do antídoto.
- Pode deixar a fórmula conosco senhorita? Este veneno é desconhecido para nós.
- Certamente. Não se preocupe farei isto com calma. Agora preciso correr.
Agarrou novamente Kakashi e saiu correndo pelos corredores sem perder tempo.
Deu o antídoto para o rapaz beber e suspirou aliviada.
- Agora é descansar - sentou-se ao lado do prateado, recostando a cabeça num de seus ombros e permitiu-se fechar os olhos. Estava ligeiramente abatida. Ele aproveita e a abraça numa atitude protetora.
- Sakura-chan, precisa comer algo. Você gastou muito chakra.
- Sim, eu sei.
Neste exato momento o daymio entra na sala acompanhado de seu filho Akira que olha a cena da garota exausta com a cabeça descansando no ombro do jounin.
- Senhores! – Kakashi os cumprimentou mas não afastou-se da rosada. Manteve seu braço ao redor de sua cintura, a abraçando. – Ela precisa comer alguma coisa. Desgastou-se muito e só tomou o café.
- Claro, claro... mandarei servir o jantar um pouco mais cedo. – Venham!
Kakashi levanta-se e propositalmente a abraça pela cintura, novamente, ajudando-a com o percurso.
...
Enquanto isso, na vila da Folha, Karin encontrava-se sozinha dentro da mansão Uchiha.
Dois meses e três semanas desde o divorcio entre Sakura e Sasuke.
Era manhã na Vila da Folha. Karin observava o céu que estava extremamente azul, de dentro da casa onde passou a morar. Qualquer pessoa acreditaria que aquele belíssimo azul era indício de calor, no entanto, diferente disto, fazia frio.
Acariciava sua pequena barriga pontuda de dois meses e três semanas. Desde que passou a morar com o moreno, em Kohona, começou a trabalhar no hospital, sob os olhos e supervisão da Hokake. Um Anbu a vigiava dia e noite mas ela não se incomodou.
A moça de madeixas vermelhas e olhos da mesma cor, exibia um corte exótico de cabelo. Suspirou e voltou sua atenção para o interior do cômodo. Hoje seria o tão sonhado dia de seu casamento civil com Sasuke Uchiha e seria oficialmente uma Uchiha.
Não haveria ninguém já que não tinha amigos ali. O único que estaria presente era Naruto que mesmo depois de tudo que aconteceu perdoou o amigo moreno.
Estava marcado para onze horas da manhã e assim ela começou a se preparar para o momento mais sonhado de sua vida.
Aprontou-se calmamente e seguiu para sala dentro da mansão do distrito Uchiha a espera do noivo que havia saído por alguns instantes.
Ouviu a porta abrir e Sasuke entrou olhando a mulher a sua espera sentada no sofá da sala.
- Vamos. – chamou-a seco como era o seu tom usual.
Ela sorriu e acariciou a barriga. Apoiou-se nas mãos para levantar-se. Seguiu Sasuke caminhando ligeiramente atrás dele como boa mulher submissa, pelo menos naquela hora... no entanto, esta atitude não ia ser uma constante por muito tempo. Com o passar dos dias e a convivência, Karin, aos poucos ia começar a mostrar do que era feita...
E assim aconteceu...
Entraram no prédio e dirigiram-se para uma das inúmeras salas internas da edificação. Tsunade usava sua bata de Hokage e com um pequeno e conciso discurso declarou-os marido e mulher.
Karin não cabia em si tamanha felicidade e Sasuke estava meio aéreo e perdido. Aquilo tudo aconteceu muito repentinamente. De repente, a rosada desapareceu e havia no lugar dela uma mulher ruiva, grudenta e muito ciumenta, em sua vida.
Sasuke e Karin estavam casados e ela agora era oficialmente uma Uchiha.
Mesmo passando por cima de várias situações, ambos tiveram uma segunda chance... ele de reconstruir seu clã... ela de ser menos intransigente.
No entanto, o convívio muitas vezes pode ser uma terrível provação e uma lamuria infinita quando não se ama, ou quando não se tolera a companhia ou quando se está com o outro por obrigação. E este era o caso de Uchiha Sasuke.
O convívio sob estas circunstâncias tendia a ser insuportável...
Continua...
Notas Finais
Enquanto Kakashi e Sakura tão no maior love, vivendo várias situações e aventuras, Sasuke e Karin vão começar seu pequeno inferno particular.
Vão vendo!
Ps: Quem não concorda comigo quando digo que Kakashi-sensei é um menino danado e muito delicioso... rsrsrs
Bejinhos
inté
