Capítulo 20 - Eu me arrependo, versus, Eu te amo!..
Havia passado duas semanas desde o ocorrido. Sasuke já estava melhor dos ferimentos físicos mas os traumas psicológicos continuavam lá.
Karin ainda permanecia em coma. Não havia nada de errado fisicamente com ela, muito pelo contrário. Seu corpo estava recuperado e não havia explicação para que continuasse naquele estado prostático.
Ino ia aplicar jutsos médicos em Sasuke para sua melhora mais rápida, mesmo ele a ignorando por completo. Ela não precisava fazer isto, mas sentia-se bem o fazendo.
Sasuke recebia visitas constantes da doutora Hana Akemi e como ele já estava conseguindo caminhar foi direcionado para HNDP, Hospital para Ninjas com Distúrbios Psicológicos.
O hospital era ligeiramente afastado da Vila da Folha e era cercado por um lindo e calmante jardim Zen. Um lago com carpas coloridas azuis, laranjas e vermelhas criavam um ar quase místico e relaxante. O som tranquilizando da pequena fonte que corria produzia um fluxo de paz a quem ouvisse.
Sasuke foi por vontade própria para tal hospital, mesmo sentindo-se humilhado. Ficaria internado ali por no mínimo duas semanas. Sem o direito para sair para nada.
Foi-lhe oferecido um quarto e ele levou algumas roupas com o símbolo de seu clã.
Logo bem cedo, depois do seu desjejum foi à sala indicada e bateu à porta.
Entrou assim que ouviu a voz doce de sua médica pedir que entrasse.
- Uchiha-sama, por favor, entre. – disse tranquila e ele a acatou. – Sente-se confortável no divã e prepare-se, será uma experiência forte.
E assim seguiu o tratamento do Uchiha. Akemi tratava de relaxa-lo e leva-lo para o âmbito do subconsciente. Doses diárias de uma espécie de hipnose levava o moreno a encarar seus traumas, erros e acertos.
Akeme interrompia a seção quando via que Sasuke estava quase falecendo em desespero.
O Uchiha era um paciente extremamente complexo. Akeme viu traumas tão profundos e enraizados nele que talvez nem uma vida inteira fosse o suficiente para resolve-los.
O fato de sentir-se menosprezado pelo pai, idolatrar o irmão a um nível quase passional, isto já era por si, um problema a ser tratado. Logo depois ter visto todo o clã ser morto pelo irmão que tanto amava, ser dominado pelo ódio e pelo sentimento de vingança o cegou e obscureceu completamente suas decisões. Ele não aceitava a ajuda que era-lhe oferecida incansavelmente por Sakura, Naruto e Kakashi.
Reconhecer isto foi uma dor incomensurável...
Mais dolorido foi ter relembrado da maldição de Orichimaru e ter revivido todo o drama de ter matado o próprio irmão. Depois ter descoberto por outro Uchiha que a verdade era diferente do que acreditava e o que levou Itachi a matar o próprio clã foi uma missão para evitar um golpe político.
Depois seguiu, vendo a luta com Naruto... a perda do braço... a viagem de exílio... o implante... Sakura o ajudando em tempo integral. A dedicação com que ela doava-se a ele. Por que não apercebeu-se disto antes? Por que era tão lerdo para captar o que realmente importava na vida?
Reconhecer tudo que errou de uma forma tão presente e vivida, realmente podia levar a morte!
Ele revivia cada momento de sua vida, e era obrigado a reconhecer suas falhas como se estivesse no derradeiro momento de sua morte no dia do julgamento final.
Reviveu o casamento com Sakura e a traição com Ino por acreditar que ela não podia lhe dar filhos...
Reconheceu que esta atitude, ia para além de culpar Sakura por não lhe dar filhos, sentia culpa, que nem sabia carregar, por ter assassinado o irmão e por ser o último de seu clã vivo. Sentia um peso e uma enorme responsabilidade. Mas grande parte disto foi reflexo de sua vingança. Kakashi estava certo quando disse que a vingança não levava a lugar nenhum, se não a própria ruína.
Percebeu o quanto Naruto e Sakura eram importantes para ele. Precisou reconhecer o quanto os amava, de formas diferentes, mas amava a ambos.
Sim, ele a amava de verdade, ela era a única mulher que verdadeiramente amou... e acabou a perdendo, por sua estupidez.
Ele estava aprendendo estas lições da maneira mais dolorosa possível. Sentia cada momento daquela terapia na pele e revivia intensamente cada segundo. Chegava a cuspir sangue e criar roxos pelo corpo de tão intenso que era o tratamento psicológico.
Depois viu o erro em ter procurado Karin... o erro em ter enlouquecido por ciúmes de Sakura, ele não tinha direito algum, ele foi mesquinho.
Agora era casado com Karin. Mesmo não a amando em nenhum nível, mesmo amando unicamente a Sakura, tinha responsabilidades com a ruiva agora. Ela perdeu duas crianças e estava num estado de coma psicológico anestesiada pelo sofrimento e pela dor da perda.
Tudo isto foi dividido em sessões que somaram um mês...
...
Enquanto Sasuke vivia sua difícil e dura realidade, Kakashi beijava Sakura intensamente como se não houvesse o amanhã. A impetuosidade com que ele devorava seus lábios cheios inebriavam suas sanidades conduzindo seus corpos a uma convulsão de tesão.
A aproximação de seus corpos, as pernas da kunoichi enroscadas, apertando sua cintura, roçando a calcinha em seu ventre ainda coberto pelo tecido estava afetando seus cérebros.
O cheiro doce e sedutor misturado ao aroma do desejo eram enlouquecedores.
Sakura sentia todas as terminações nervosas de seu corpo incendiarem somente com aquele beijo arrebatador.
Ele sugava seu lábio inferior por vezes mordiscando sensualmente. Kakashi estava descontrolando Sakura só com aquele beijo... Passional...
Ela perdeu completamente a calma e puxou-o ainda mais para si, enterrando os dedos entre os cabelos platinados, puxando-os levemente, entregue a um desejo feroz.
O sangue fervendo, o coração batendo acelerado, bombeava para o restante do corpo um intenso desejo em possuí-la.
Seus corpos se reconheciam...
A química absoluta criada entre eles era algo misterioso e a única explicação para isto era o intenso amor e paixão que sentiam um pelo outro.
O desejo mais profundo de Kakashi era rasgar suas roupas e lambe-la inteira, fundir-se a ela para nunca mais se separarem.
Precisava sentir sua pele nua e agora o toque era uma questão de sobrevivência.
Tudo isto foi causado unicamente por um avassalador, quase destruidor, beijo...
Kakashi a deitou na cama, deixou a luz acesa, queria memorizar pela milésima vez cada pedacinho de seu corpo magnífico, suas curvas deliciosas. O sharingan estava acionado, mesmo querendo muito não conseguira não tê-lo naquele momento; ele estava completamente descontrolado de desejo.
O cheiro doce e sensual que ela exalava era algo crítico para seus hormônios masculinos que estavam deixando-o fora de si.
Ela tinha o poder de deixa-lo louco de tesão.
Sorriu malicioso, com um plano diabolicamente provocante em mente.
Voltou a beija-la, desta vez mais lentamente. A língua úmida contornou a volumosa e sensual boca feminina que encontra-se deliciosamente entreaberta.
Seus peitos subiam e desciam numa respiração ofegante e calorosa. Sakura mantinha os olhos fechados e isto elevava sua sensações a um hiper estado sensível. Cada segundo o toque luxuriosos da língua masculina experiente, explorando cada milímetro de sua boca, provocavam em ambos mil sensações.
Cuidadosamente o homem retirou o colete jounin da iryo-nin, puxando o ziper enquanto desviava a atenção dela para o toque da boca quente por seu rosto.
Ocupou-se em lamber e sugar demoradamente a zona mais sensível da noiva, o pescoço. A quentura fervendo de seu hábito mesclado a temperatura interna de seu pequeno corpo faziam-na serpentear sensual, incontrolavelmente.
Aquilo fora o suficiente para tirá-lo ainda mais do sério...
Retirou o próprio colete verde e depois a blusa preta, apressado.
Passou a retirar a camisa dela com os dentes, aproveitando para banha-la com a boca, deixando uma prazerosa e fervente trilha de saliva em sua pele.
Seus mamilos rosados, durinhos e pontudo provavam o quão excitada ela se encontrava.
Ela estava completamente entregue... totalmente presa e inerte num transe extremamente sedutor.
Kakashi, esboçou um sorrisinho charmoso, completamente malicioso, e retirou um tecido em seda vermelho de dentro da calça. Ele realmente estava preparado, queria que sua amada noiva explodisse de tanto lhe dar prazer.
Contornou seus seios com a pontinha da língua distraindo-a de sua real intenção.
Ela gemeu perante o toque de sua boca deliciosa...
Aproveitando-se de sua entrega ele elevou ambos os seus braços dela e os amarrou cuidadosamente com nós numa técnica impossível de ser solta, por alguém normal, ao estrado da cama de casal.
Aquele albergue possuía camas baixas e não o usual futon...
Claro... se Sakura realmente quisesse arrebentaria o tecido facilmente, mas decidiu apostar em seu poder de sedução.
Passou a massagear seus seios perfeitamente encaixados em ambas as mãos.
Ela gemia incontrolavelmente...
Tentou mexer os braços para agarrar seus cabelos. Foi só então que notou estar amarrada.
- Kakashi...sensei... – sorriu minimamente – seu safado, o que pretende com isso? - disse manhosa e rebolou com desejo.
- Te dar muito prazer... – dizia enquanto aproximava-se ainda mais e a lambia inteira, ela abriu os olhos para admira-lo e só então ela notou que seu sharingan estava ativo, memorizando cada segundo daquele momento sublime.
Ambas as mãos grandes e quentes estavam ocupadas massageando os seios femininos retirando dela deliciosos e prazerosos gemidos sensuais.
Kakashi a olhava como um lobo faminto prestes a devorar sua presa encurralada. Levantou-se para retirar suas calças. Sem findar o avassalador contato visual, vagarosamente desabotoa a calça negra e começa a escorrega-la perna abaixo.
Estava sem cueca...
A protuberante ereção gritava e iluminava um holofote para si roubando a cena.
Sakura mal piscava... os olhos verdes arregalados foram escurecidos pelo tremendo desejo. Sentiu-se encharcada ao ter a visão violentamente erótica do homem com os cabelos prateados e rebeldes, rosto perfeito como se fosse desenhado para ser um deus e olhos avermelhados. Kakashi exalava intensa sensualidade, era incrivelmente sexy. A massa muscular esculpida de seu atlético corpo a fez lamber os lábios. Vê-lo retirar as calças lentamente e mostrar o mastro erguido somente pronto para ela era enlouquecedor. Queria gritar e lambe-lo inteiro.
Ela esfregou uma perna na outra e ondulou todo o corpo revirando os olhos, quase morrendo de tanto tesão, tentando acalmar seu desejo em ser possuída por ele.
Aquilo foi a gota d'agua. Ele rosnou um grunhido perigoso e começou a rastejar por cima dela esfregando seus músculos rígidos no corpo macio e curvilíneo da mulher.
- Kakashi sensei, me possua, por favor. – ela reclamou manhosa implorando, e arfou quando sentiu seu membro rijo cutucar-lhe o ventre. (1) - Ahhhh, que tesão de homem, deuses... – murmurou, revirando os olhos numa excitação absoluta.
Estremeceu ao nota-lo cobrir seu corpo completamente para acariciar sua orelha direita com a língua, lambeu-a e ela rebolou em baixo dele esfregando-se em seu membro, abraçando-o com as pernas redondas.
- Ainda estamos no começo, minha princesa rosada. - Kakashi aproveitou sua respiração ofegante e descompassada para produzi-lhe arrepios na espinha.
E continuando seu plano friccionou suas peles arrastando-se ligeiramente para baixo e abocanhou seu seio esquerdo enquanto tratava de acariciar e massagear o outro, apertou e torceu de leve o bico do outro seio fazendo-a arquear as costas e contorcer-se. Roçava incansável e provocante sua masculinidade rija cutucado sua feminilidade encharcada com a cabecinha rosada.
Sakura gemia alto, quase delirando de tanto prazer.
Aquele homem, definitivamente era o deus do sexo!
- Oh, sensei... isto é a tortura mais deliciosa do universo... me torture mais... – implorou quase aos gritos.
- Deixa eu te ensinar, minha deliciosa cerejinha.
Como tinha as mãos amarradas acima da cabeça rebolava e ondulava mais desesperada do que nunca. Abriu os olhos para ver o que ele estaria tramando e viu-o afastar-se, exalando masculinidade.
- Me solta, vai. Kakashi sensei malvado! Deixa eu te lamber. – Sakura murmurou sensual, num ímpeto alucinado de apertar seu bumbum arrebitado e musculado. Aqueles dois morrinhos eram a coisa mais apetitosa de se olhar.
Lambeu os beiços...
- Nossa, que delicioso que você é meu sensei. Volta aqui, onde você está indo?
- Calminha, minha aluna. Já volto para nossa lição de hoje.
E ele volta com a mochila e tira de lá várias coisas: cerejas em calda, morangos, penas, um pano de seda preto, pinceis de pintura de certas macias e um vidrinho com óleo essencial com aroma de cerejas.
- Você já tinha planejado tudo isso antes, seu safado.
- Claro, afinal, eu sou seu sensei! – seu sorriso erótico mostrava o quanto ele havia sonhado com aquela divina tortura sensual, aproximou-se e murmurou próximo a seu ouvido e depois o lambeu arrepiando todos os fios de cabelo dela. – Isso é porque eu te amo...
- O que... ahhhh... pretende fazer... ahhh... sensei! – disse entre gemidos manhosos.
- Inúmeras coisas: – selecionou o tecido e o esticou mostrando-o a ela - primeira delas, devorar você... inteira...
- Oh, deuses... – ela estremeceu para valer quando o viu segurar o tecido de seda e aproximar de seus olhos, vendando-os.
- Segunda delas, pretendo fazer amor com você a noite inteira – murmurou grave e sexy em seu ouvido soprando o ar... - Terceira delas, transformar essa, na melhor noite da sua vida... – ela sentiu algo levemente gelado escorrer entre seus seios... - Quarta delas, fazer você gritar meu nome aos quatro cantos do universo...
Arrepiou-se inteira, seus pelos estavam todos ouriçados e a sensação de estar com as mãos amarradas e os olhos vendados estavam a enlouquecendo; elevava seus sentidos assustadoramente e faziam com que ela sentisse tudo mil vezes mais.
E sentia tudo multiplicado por mil...
Sentiu o toque delicado e ao mesmo tempo firme, esfregar deliciosamente aquele óleo sobre seu corpo. Sentiu novamente o óleo escorregar por sua pele e depois várias as mãos grandes e hábeis deslizarem sobre seus seios, explorarem suas pernas, massagearem seus pés, esfregar o óleo por todos milímetros de sua pele extremamente sensível.
Sakura estava a ponto de gozar, somente com aquela massagem erógena e com toque das inúmeras mãos que ela só as sentia, não as via...
- Sensei... você é uma delicia... está me enlouquecendo... - gemia descontrolada.
- Essa é a intenção, cerejinha.
- Vou acabar arrebentando esse tecido e atacando você.
- Aí, se fizer isso terei de castiga-la. - apertou o bico de seu seio com um pouco mais de força o que a fez soltar um gemido sonoro.
Escorregou-se sobre ela, besuntando seu próprio corpo no óleo, e murmurava enquanto esfregava-se inteiro em sua pele besuntada de óleo:
- A noite é uma criança...
Ela entrelaçou as pernas ao redor de sua cintura, prendendo-o, e o prateado aproveitou-se disto: enterrou-se fundo e inteiro nela de uma única e exclusiva vez, fazendo-a gemar enlouquecida.
- Oh, que delícia, Kakashi...sensei.
Sakura sentiu-o afastar-se e não houve tempo para reclamar, sentiu algo redondinho e pequeno entrar em sua feminilidade. Logo a seguir, sentiu-o brincar de introduzir a bolinha e retirar logo a seguir, tudo isto executando malabarismos com a língua...
Perdeu o controle sobre a sanidade completamente. Arfou e começou a gemer altíssimo, quando sentiu, adicionado aos malabarismos com a cereja, pincéis e penas levíssimas acariciarem seu corpo.
O pincel delicado esfregava os biquinhos de ambos seus seios, criando desenhos circulares neles, enquanto sentia penas passavam leves por seu corpo, arrepiando sua pele.
Estava fadada a sentir tudo intensificado a milésima potência..
Várias línguas a acariciavam por todos os cantos, por toda pele, somado ao arrepiar as penas e pincéis.
Desistiu de tentar entender como ele conseguia beijar seus lábios ao mesmo tempo que abocanhava sua intimidade, ao mesmo tempo que penas e a acariciavam de leve e bocas quentes a lambiam como se devorassem um doce.
- Hum... que delicia esta cerejinha... – ele disse quando terminou por mastigar o brinquedo. – Agora é a vez do morango.
Um sorrisinho extremamente malicioso iluminou sua face magnífica.
Kakashi despejou a calda da cereja, lambuzando toda sua flor rosada, deixando-a inteira melada de doce. Continuou a lamber todo aquela calda de cereja e desenhava círculos em seu clitóris, enquanto brincava de colocar e tirar o morango com os dedos.
Sakura estava delirando! Num transe erótico, dentro de um harém de prazeres nunca sentido antes.
O aroma de cereja, a língua que lhe lambia a intimidade, o morango que entrava e saia intercalado a loca que a devorava, os pincéis que friccionava seus seios e sua peles, as penas que asseavam por seu corpo e bocas que a lambiam e arranhavam: a estavam levando a um nível de tesão e excitação assustador.
- Oh céus... ahhhhhh...
Ela despejou seu sabor em sua boca não resistindo a tanta excitação.
E gemeu alto, quase estremecendo as paredes com a intensidade de seu gozo...
Seus sentidos estavam apuradíssimos, tanto que ela o ouviu mastigar o morango e engolir logo a seguir.
- Melhor morango que já saboreei na vida. – disse grave e sedutor.
Seu peito subia e descia ofegante, mas ele a excitou tanto que ainda não se sentia satisfeita, queria mais Kakashi. Queria senti-lo dentro dela, queria que ele a possuísse completamente, invadisse sua intimidade e a preenchesse completamente por seu sabor.
- Por favor, Kakashi sensei... não seja malvado... me possua!
- Seu pedido é uma ordem... – ele murmurou e soltou seus braços tirando a venda de seus olhos.
Esfregou-se nela e enterrou seu membro que estava pulsando de tanto desejo.
A carne macia de sua intimidade apertava de uma forma que o incendiava.
Gemeram em harmonia e ele movimenta-se, num outro movimento firme retirando um gemido sedutor.
Kakashi entrava fundo e saia quase completamente...
Movimentava-se lento e sensual em cima dela. O friccionar de seus sexos, de seus corpos somado ao deslizar do óleo de cereja era delicioso.
Sakura gemia seu nome sem parar num mantra continuo como se rezasse aos deuses.
- Kashi sensei... kashi sensei... sensei... kakashi...
- Deliciosa... ahhhhh... – murmurava arranhado em seu ouvido.
Ela arranhava suas costas e certamente iria deixar marcas de suas unhas. Rebolava embaixo dele e não tardou Kakashi sentiu que seu segundo prazer já estava chegando. Enterrou-se completamente dentro dela e acelerou em mini estocadas, alcançando seu ponto intimo mais sensível e erógeno. Sakura gemeu deliciosa em sua boca que a beijou apaixonadamente. A expressão de satisfação de seu rosto foi magnifica quando sentiu o gozo chegar; contraindo o interior de seu ventre, apertando o membro do prateado e engolindo-o completamente.
Mas ele queria mais, ele ainda não estava satisfeito...
Agarrou-a pela cintura, e fez com que ela virasse de costas para ele.
A bela visão de suas nádegas redondas e abençoadas, aquele bumbum empinado para ele, sua vulva besuntada do gozo recente o vez enterra-se nela luxurioso e agarrar forte sua bunda macia com ambas as mão espalmadas.
Estocou-a e seu urro grave, magnífico, masculino ecoou pelo quarto balançando as paredes do hotel.
Ele estocava-a por trás e inclinou-se em sua direção para alcança-la e para acariciar seu clitóris com uma mão enquanto tratava de agarrar sua bunda redonda apertando-a com a outra.
Cinco dedos espalmados certamente ficariam cravados ali... mas era exatamente isto que Kakashi queria, deixar sua marca nela, para que todos soubessem que aquela era sua mulher.
Seus seios roçavam na cama e Sakura mantinha os olhos revirados já não conseguindo concatenar um pensamento coerente. Sua sensibilidade estava altíssima e a única coisa que ela conseguia fazer era gemer de uma forma tão sensual que quem passasse pelo corredor poderia ficar excitado só em ouvi-la.
Ela levou uma de suas mãos até alcançar a parte de baixo do sexo masculino, tocando-o e massageando-o de leve, ele gemeu arranhado... já estava demasiado excitado.
Entrava e saia batendo fundo, tocando profundamente em um de seus pontos mais erógenos. Ela o apertava, e contraia as paredes internas para lhe aumentar o prazer.
Kakashi gemia rouco, enterrando-se nela cada vez mais rápido e mais fundo. Ela massageava a parte de baixo de seu sexo e por vezes tocava na base de seu membro apertando delicadamente.
Ele gemia... alucinado...
- Sakura... você é deliciosa...
Apertou-lhe as nádegas com força e não aguentou mais segurar-se...
- Ahhhhhh – gemeu, contorcendo o rosto, revirando os olhos de tanto prazer.
Acelerou loucamente a intensidade e a ferocidade das estocadas e o jato de sémen, demorado e forte, alcançou fundo seu íntimo, preenchendo cada canto de seus ovários. Ele estava presente dentro dela, tomou-a completamente. Só havia ele e somente ele estava dentro dela. Invadiu cada milímetro de seu interior com... Kakashi.
Aquela noite seria um marco de suas vidas. Aquela noite era especial...
Ela a encharcava com seu sémen enquanto gemiam juntos atingindo o auge do amor e dentro dela só havia espaço para...Kakashi.
Ofegantes, ele despencou ao lado dela e a protegeu com o calor de seu corpo.
- Te amo, minha kunoichi rosada.
- Te amo, meu sensei prateado.
Ficaram uns segundos em silêncio até que Sakura murmurou um sorrisinho abafado.
- Sabe, Kashi-sensei... aquela kunoichi estava coberta de razão, ninjas fortes são os magníficos na cama. Só que eu tenho a satisfação de ter exclusividade do deus deles.
Ele soltou uma gargalhada deliciosa e a apertou mais ainda entre os braços.
- Ah, Sakura, como eu te amo!
- Não mais do que eu, meu kashi-sensei – ela o remedou, abraçou-o com as pernas e o beijou longamente.
Continuaram aos beijos até adormecerem, esgotados.
Dormiram agarrados enroscados um ao outro, como se fossem um só.
No meio da noite Sakura sonhou com duas crianças lindas, brincando de pega-pega uma com a outra em meio a uma relva verde e fresca. A imagem das crianças era ligeiramente embaçada, mas conseguia ver o tom prateado de seus cabelos balançando enquanto corriam. E ela dormiu o restante da noite com um singelo sorriso nos lábios ao presenciar a imagem das crianças brincando... (2)
continua...
