[set POV, Eddie Peugeot]

[set place, Maués]

[set date, 27, month september, year 2014]

[Mansão do Eddie Peugeot, Santa Luzia, Maués, Amazonas – 05:00]

[Escritório do Eddie, segundo andar]

"Eu não posso me recuar! É a minha promessa que eu fiz para a minha mãe!"

Freddy Peugeot é o meu irmão caçula. Ele pode ser um pouco brincalhão, mas ele entende que preciso muito de protegê-lo. Depois que fizeram com o meu primo em 2010, comecei a temer que o meu irmão estaria em perigo quando me afastei da cidade há uns poucos meses atrás.

Óbvio que esse governo corrupto que está governando o país possui quadrilhas perigosas por todo o país, especialmente tudo para garantir a vitória deles na eleição em outubro. São os movimentos sociais completamente ligados ao Partido Vermelho, além de sindicalistas e grupos de militantes partidários. Todos estão recebendo verbas públicas para se enriquecer e empobrecer a população brasileira. Lógico que os ingressos dos jogos da Copa ficaram caros por conta da porcaria de inflação que estava contida, agora subiu pra valer!

E o que esses Social Justice Warriors, ou Guerreiros da Justiça Social, na verdade são ORGANIZADAS CRIMINOSAS, assim como aqueles mascarados baderneiros nas manifestações de 2013. E pelas fontes de notícias que estou vendo por aqui, estão ganhando armas para se autoproteger... é igual os criminosos mais perigosos das favelas, ou as organizadas criminosas formadas nos presídios! Além de, é claro, menores infratores que trabalham nessas organizadas.

Pior que esse governo baniu num referendo o uso de armas de fogo para a própria proteção e ainda essas simples armas ainda caem nas mãos de bandidos de favela, de comando criminal, movimentos sociais... ainda tem esses sitezinhas do inferno que é normal... VÃO TOMAR NO CU!

Se as agências de inteligência, detetives, ou os hackers podem tentar invadir as nossas privacidades, por que não eu invadir os dados dessas organizadas e desses sites? É o que estou fazendo, coletando qualquer indício de ligação política, algo que as agências de inteligência não fazem. Pareço o Aiden Pearce hackeando o celular de outro, mas estou invadindo os dados importantes.

E se insistem de usar a religião para torcer que não haja algo muito pior que terrorismo... foda-se. A imagem de Deus já está manchada por corruptos e pedófilos da Igreja.

E nem confio no meu time de coração... toda aquela diretoria é legado daquele presidente filho da puta envolvido num escândalo com um empresário iraniano e que resultou no rebaixamento para a segunda divisão. Venderam os principais craques que ganharam tudo pela América e pelo mundo.

"Just a reflection

Just a glimpse

Just a little reminder

Of all the would've beens

And all the might have

Could have beens"

"Another day

Some other way

But not another reason to continue

And now you're one of us...

The wretched... the wretched..."


[Esquina Rua Rui Barbosa/Rua Adolfo Cavalcante, Centro, 15:50]

- É aqui, mano? – disse o irmão.

- É.

[flashback mode on]

- Alô?

- (Chefe!)

- Shelly.

- (Eu sei o que você deve estar zangado comigo. Me desculpe por aquilo ontem.) – Eddie bufa.

- Na próxima vez, não me abandone de novo, senão vai ter castigo.

- (Eu sei, chefe.)

- E agora, o que será de novo dessa vez, Shelly?

- (O meu novo amigo quer conversar com o senhor.)

- O seu novo amigo? Aquele que estava no porta-malas e que você não quis me revelar?

- (É.)

- E aonde você está? E ele?

- (Venha aqui no Palace Hotel! Ele está hospedado aqui e te esperando!)

- Eu já vou indo aí.

- (Traga o seu irmão aqui, ele deve não só te conhecer, mas também o seu irmão!)

[flashback mode off]

- E você sabe do nome dele, mano?

- Eu conheço sequer o nome. A Shelly nem revelou como ele se chama, apenas referiu-o como amigo, contato...

- Nem eu pretenderia conhecer esse cara, mano. Olha lá!

- E aí, vamos?

- Vamos, mano.

Os irmãos deixam o carro e se direcionam para a entrada do hotel.


- O Eddie é um homem forte, corajoso, e inteligente. Você vai conhecer como ele é...

(Dum-dum-dum-dum!)

- Pode entrar! – diz Shelly.

A porta abre e revela a chegada dos irmãos.

- Eddie! – recepciona a morena ao homem de preto, apesar que ele está com o rosto fechado (ainda se sentido raiva dela por tê-lo abandonado) – eu sei, eu sei que você ainda está bravo comigo – Eddie sequer abre uma boca – mas vamos deixar isso de lado e quero te apresentar o meu novo amigo aqui: Renan Hawking – apresenta, um homem com um cabelo longo, moreno, de camisa vermelha com jaqueta jeans e calça preta.

- Prazer, Renan Hawking – recepciona o moreno.

- Eddie Peugeot, esse é o meu nome.

- Freddy Peugeot, sou o irmão dele – recepciona o irmão ao moreno.

- Shelly estava me contando tudo sobre você. Sei de sua coragem de sempre querer o bem pelo o seu povo e... aliás, eu tenho um serviço para que nós todos iremos fazer.

- E que serviço é esse? – questiona Eddie.

- Há um armazém no bairro Ramalho Júnior de onde guardam as armas da polícia federal. Lá é tudo vigiado, e fica localizado nos fundos da penitenciária.

- Como assim armas, não entendi... – diz Freddy.

- Shelly me contou que você teme que o seu irmão seja assassinado por esses militantes políticos que estão fazendo campanha antes das eleições de outubro, estou certo? – Eddie acena a cabeça, concordando – Então nós precisamos de armas para poder nos proteger e atacar esses militantes que estão lá fora. Nós precisamos de uma van que será o principal credencial para a entrada desse armazém. Depois, nós recolheremos as armas que estarão guardadas num lugar secreto que só nós todos saberemos.

- E onde está essa van que iremos até lá? E as vestimentas que iremos passar de policiais para poder entrar?

- Calma, Eddie Peugeot! Pra falar a verdade, eu consegui as vestimentas e a van, que está pintada de viatura da polícia federal. Lá já estaremos garantidos lá dentro!

- E se os caras desconfiarem, leso? – questiona Freddy.

- Bota a culpa numa celebridade, é isso – responde Renan com ironia – Você dirige, enquanto todos nós estaremos dentro da van. Venham comigo...

Eddie, Freddy e Shelly entram no vestiário para se vestirem os uniformes que o Renan conseguiu.


Já no furgão modelo Mercedes-Benz Sprinter de cor preta com adesivos letreiros da polícia federal e do escudo da entidade, o quarteto, formado pelos irmãos Eddie e Freddy Peugeot, Shelly Marsh e Renan Hawking, todos vestidos de policiais federais, entra no furgão, tendo Eddie no volante, Renan como passageiro, e Freddy e Shelly por trás.

- Então o local é vigiado pelos policias atrás da penitenciária? – pergunta Eddie.

- Isso mesmo – responde Renan – é uma vigilância pesada por lá. Uma simples invasão é fuzil e morte.

- Ou a cachorrada te pega e morde – diz Freddy, pelo fundo.

- Ou é algema e xilindró – diz Shelly, pelo fundo.

- E daí quando chegar por lá, terá revista? – pergunta Eddie.

- Se for um carro convite com autorização da polícia terá revista não só no cidadão, mas no carro todo. Mas se for uma viatura policial como este, só que de mentira e que eles não sabem, apenas justifique como você veio por aqui – diz Renan.

- Tipo "levar os armamentos para a delegacia"?

- Isso – confirma Renan – só que você vai ter que dirigir uma isca.

- Uma isca? Como assim? – questiona Eddie.

- Provavelmente lá deve ter um carro diferente desse. Esse carro será uma isca para a polícia que poderá desconfiar de que esse carro é BEM diferente da viatura policial deles.

- E daí? Eles podem nos atirar e atingir o meu irmão!

- Este carro é blindado, ou seja, à prova de balas. Inclusive, os vidros também são blindados, também à prova de balas. Nem você e nem o seu irmão serão atingidos pela munição das armas dos policiais.

- Tu é leso, mano? – reclama Freddy, pelo fundo – Não quero ver o meu mano ser baleado por esses policiais...

- Você NÃO ouviu a palavra "blindado", Freddy? – responde Eddie – Ninguém será baleado!

- Ainda bem... – diz Freddy, aliviado – senão eu estaria todo borrado e mijado nas calças!

Todos caem nas gargalhadas.

- Calma, Freddy – diz Eddie – você vai comigo quando terminar o serviço – Freddy ruge, concordando – E Renan, como você soube que as armas estão naquele armazém?

- Pra falar a verdade, Eddie, eu só observava e seguia a rota dos policiais até naquele lugar. Quando apreendem as armas, eles levam pra lá para depositar e evitar que caíssem nas mãos erradas... até agora.

- Até agora? Então quer dizer...

- Que nós iremos roubar as armas para a nossa defesa.

- A única arma que eu tenho e ainda carrego é o meu revólver Glock, que foi usado pelo meu primo.

- Mas uma pistolinha é insuficiente, Eddie. Aqueles que poderão fazer mal para você e para o seu irmão são poderosos, têm armas que é uma potência como fuzis, snipers e metralhadoras. Somente tirando aquelas armas que eles estão depositados é capaz de ter mais defesa.

- Tipo Rambo?

- Tipo Rambo.


[Bairro Ramalho Júnior]

A van, contendo o quarteto, finalmente chega ao local. Antes de entrar, a van é parada diante da cancela na entrada do local. De repente, é ouvida uma voz:

- O que vocês vieram fazer aqui no depósito da Polícia Federal?

- Nós viemos recolher as armas apreendidas que serão entregues para o avião que está no aeroporto para serem levados para os países de origem dessas fabricações. Ordens do juiz – diz Eddie.

- Ok – disse a voz, que levanta a cancela.

Em seguida, o quarteto avança a entrada, e logo depois, estaciona na frente de um dos portões do armazém. Freddy e Shelly, que estavam por trás do carro, deixam o veículo com um alicate (na mão do Freddy) enquanto a Shelly fica disposta a levantar o portão.

Freddy corta o cadeado e Shelly levanta o portão, enquanto Eddie avança e entra no armazém. Ligando a luz, todos se deparam com a quantidade de armas apreendidas.

- Puta que pariu, mano...

- Shhh! – alerta Eddie – fale baixo, não podemos deixar os caras desconfiarem!

- Pessoal, escutem – diz Renan – vamos pegar todas essas armas. Um de vocês irão pegar cada uma categoria da arma que a gente recolher. Eddie, você recolhe as pistolas e submetralhadoras. Freddy, recolhe os fuzis e espingardas. E Shelly, você recolhe as metralhadoras e as pesadas. Pode pedir ajuda do Eddie se necessitar, enquanto eu, recolherei algumas pesadas e snipers.

- Colocar as armas neste carro? – pergunta Freddy.

- Neste carro não – nega Renan – mas naquele carro – aponta ao carro forte da polícia federal, um Toyota Hilux SW4 de cor preta decorado – Shelly e eu estaremos guiando com as armas para um lugar secreto que iremos informar para vocês dois mais tarde.

Eddie e Freddy se olham, e depois concordam, acenando a cabeça.

- Então vamos pegar todas essas armas e colocar aqui nesta van.


- Como assim aquele carro que disseram que vocês autorizaram a vir pra cá não era de vocês? – disse o guarda do pedágio, que usa o microfone para comunicar no pedágio.

- Então deve ser uma tentativa de golpe dos marginais! Eles estão tentando levar as armas apreendidas! Temos que chamar a força! – disse outro guarda.

Os guardas saem da cabine e logo veem os portões abertos com a iluminação do interior. Ambos sacam as armas, mas o segundo guarda começa a ligar para a própria polícia via celular.

- Central, estamos sendo roubados! Chamem a força pra cá! – grita o guarda, chamando a polícia.

De repente...

- Mano, tu ouviu as vozes? – pergunta Freddy ao irmão.

- São eles... conseguiram desconfiar! – disse Eddie, que logo saca o seu revólver – entra logo, Freddy!

Os irmãos logo entram no carro isca, enquanto isso Renan e Shelly se escondem debaixo da viatura alternativa que estavam guardando as armas. Logo, os guardas aparecem e miram na frente do "carro".

- Atropele-os, mano!

Eddie quebra o vidro lateral da porta do carro e logo mira diretamente aos guardas, e ainda acelera para atropelar os dois. Os guardas tentam atirar, porém os vidros são à prova de balas. É tempo insuficiente para eles, que são esmagados pelo carro dirigido pelo Eddie. Os irmãos fogem e deixam a dupla Renan e Shelly ainda no galpão, que agora entram na viatura e em seguida, deixam o galpão, seguindo os irmãos Peugeot.

Na saída, os dois pegam os rumos diferentes: Renan e Shelly viraram para direita em rumo ao um lugar secreto, já Eddie e Freddy viraram para esquerda para poder segurar a cola da polícia.

- (Shelly para Eddie! Shelly para Eddie! Está tudo ok?) – disse Shelly, via radiocomunicador.

- Eddie em disposição. Está tudo ok!

- (Ok. Agora segure essa policiada enquanto a gente vai para o lugar secreto! Câmbio!)

- Ok, câmbio! – finaliza.

De repente, ao virar para o sentido centro da Rua São João, diversas viaturas da polícia saem da penitenciária e começam a perseguir o carro do Eddie e Freddy. São poucos, mas é suficiente para iniciar uma perseguição de alta periculosidade.

- Puta que pariu, mano – diz Freddy – e são muitos!

- Calma, Freddy – diz o irmão mais velho – eles estão atrás da gente porque eles pensam que este carro tem as armas apreendidas! Só que as armas estão com a Shelly e Renan, que estão indo para o outro lugar!

- Mano – com medo, Freddy começa a agarrar o próprio irmão.

- Freddy, para! Estou dirigindo, senão estaremos fudidos! – Freddy solta – abaixa a cabeça, porque tudo estará sob controle.

- Ok.

Eddie começa a controlar a situação quando começa a virar pelo cruzamento no fim da Rua São João para a Estrada Miri-Moraes.

- Vou pegar essa estrada aqui porque assim, Shelly e Renan chegarão tranquilos lá no esconderijo secreto. Acredite, Freddy.

Com isso, Eddie pisa mais fundo no meio do trânsito da estrada para conseguir controlar a situação e, se houver uma confirmação da Shelly, terá várias chances de escapar da perseguição. Enquanto isso, Eddie pega o seu radiocomunicador.

- Eddie para Shelly! Eddie para Shelly! Aonde você está?

- (Eddie, estamos chegando perto. Continue aí porque já estaremos lá e você já poderá se livrar da polícia.)

- Entendido! Câmbio – finaliza, guardando o radiocomunicador.

Como a perseguição está ficando pesada, Eddie aproveita o desvio próximo ao hospital para conseguir uma manobra para diminuir a quantidade de viaturas que estão na cola dele. Pouco tempo depois, virando para Estrada dos Moraes sentido bairro, novamente o radiocomunicador soa.

- (Shelly para Eddie! Shelly para Eddie!)

- Diga, Shelly! Aqui é o Eddie!

- (Chegamos! Agora se livra da polícia, câmbio!)

- Entendido, câmbio! – desliga o radiocomunicador.

Quando começa a aproximar de um desvio que liga para a estrada Miri-Moraes, Eddie aproveita a frear bruscamente e isso faz as viaturas perderem o controle no freio, enquanto Eddie vira para a estrada referida. Apesar do furgão ser um pouco lento, Eddie continua pisando fundo para se distanciar dos policiais, que estavam todos enroscados na virada. Ótimo para o Eddie.

Ao virar para uma das ruas do bairro da "Torre do Celular", Eddie não perdeu tempo e se escondeu no meio do mato do terreno baldio. Só que Freddy abre o porta-luvas e revela para o irmão.

- Mano, olhe essa arma que eu consegui pra nós! – tira Freddy, do porta-luvas, uma submetralhadora Micro Uzi e munições de 9 milímetros de três pentes.

- De onde você tirou, Freddy? – questiona Eddie.

- Eu tirei lá do recolhimento das armas porque seria uma ótima arma para você, mano. Você não ficará por muito tempo armado com apenas uma pistolinha – Freddy dá a submetralhadora para o irmão.

No fundo, bem distante, é ouvido as sirenes das viaturas policiais passando pela estrada, no qual os irmãos percebem e apenas ouvem a passagem de som.

- E a Shelly, mano? – pergunta Freddy – Ela ainda não falou de que lugar secreto de onde você iria ir para pegar aquelas armas?

- Ela ficaria de me ligar pelo celular, Freddy. Ela poderia ter usado o radiocomunicador ao invés disso – Eddie guarda a submetralhadora e as munições dentro do colete que está vestindo junto com o irmão.

- Será que ela vai te deixar no vácuo como foi ontem?

- Eu espero que não.

- Mano, é melhor a gente voltar para a casa, senão os policiais poderão voltar para cá e vasculhar esse terreno.

- Eu tentarei procurar um atalho que nos levará de volta para a casa, pegando pontos desfavoráveis em que a polícia não faz ronda.

Então, Eddie e Freddy tiram o carro do terreno baldio e retornam para a estrada, no qual encontra uma rota alternativa para evitar qualquer ronda policial na região.


[Mansão do Eddie Peugeot, Santa Luzia]

Os irmãos Peugeot finalmente chegam de volta a residência depois de conseguir atalhos precisos para chegar com segurança e sem ser percebido pela polícia. Em seguida, os portões se abrem e logo entram e estacionam na outra garagem, já que a garagem que o Eddie estava acostumado a estacionar era para o seu carro, um Fiat Uno Mille, que ficou no hotel no Centro (que depois chamará o guincho para trazê-lo). Depois, os irmãos saem do veículo.

- E aí, mano? Nada da Shelly?

- Nada, Freddy.

- Merda, ela te deixou no vácuo de novo.

- E me deixou mesmo, de novo. Que merda.

- Na última vez, ela te deixou só porque você buscou um cara que estava no porta-malas e depois chegou todo irritado.

- Uma pura babaquice, Freddy, que ela fez comigo.

- Eu não estou gostando nada que a Shelly está fazendo, mano, isso é pura desconfiança.

- Freddy... só vou saber isso mais tarde quando eu estiver com vontade. Hoje eu estou muito cansado depois dessa perseguição.

- Eu também, mano. Eu quero ir tomar um banho depois disso – Freddy caminha diretamente para dentro da residência, enquanto Eddie tira o colete usado durante a campanha e a camisa... ficando... com parte de cima do corpo exposto com uma ótima musculação.

Até que... o celular toca.

- Alô?

- (Eu sabia que você não podia fugir de mim!)

- Quem é?

- (Está lembrado de mim, "Eddhie"?)

- É a... ah tá... é você.

- (Adivinhe o meu nome, porra!)

- Eric Cartman.

- (Isso mesmo, só faltou completar: "o poderoso Eric Cartman do Eric Cartman Industries".)

- "A maior empreiteira de todos os tempos", eu já sei.

- (E você sabe por que eu te liguei?)

- Primeiramente, como você sabia do meu número? E em segundo, pra trabalhar.

- (Você não esqueceu que eu te disse? "Eu estou de olho em você"! Agora, eu estou te oferecendo um trabalho que é sério que você precisa aceitar! Antes que eu te explique, eu quero saber se você vai aceitar, SIM OU NÃO?)

Será que o Eddie aceita essa outra oferta do Cartman?

(CONTINUA)