Nota da Autora: Oi! Tenho de agradecer o comentário de Yumi Granger e os favoritos de Nprincess01 e clubamerica.1009 no capítulo anterior. Aqui está o ultimo capítulo. Espero que possam ler e deixar vossas opiniões. Bjs :D

S.L.

Capítulo 13

Epílogo

A Mansão Malfoy se encontrava silenciosa naquela tarde de outono. Hermione estava sentada em uma cadeira de baloiço, em frente ao jardim, lendo mais um livro de sua escritora preferida. De vez em quando, uma de suas mãos, com uma larga aliança de ouro, se encaminhava para a pequena barriga, onde uma vida se formava. Um bebê. Seu filho e de Draco. Fruto do amor dos dois.

Tinha engravidado em sua noite de núpcias, depois de um belo e inimaginável casamento em Veneza, uma cidade pela qual se tinha apaixonado perdidamente quando a visitaram pela primeira vez, um ano depois de Draco lhe ter pedido em casamento.

Tinha ficado surpresa por ter engravidado tão rápido, já que sua mãe, uma vez, lhe tinha contado que as mulheres de sua família tinham dificuldades em ter filhos e tinham gravidezes muito complicadas, mas estava muito feliz.

Draco se considerava um homem sortudo. Depois de um casamento infeliz, tinha reencontrado seu primeiro amor. Nunca pensara que Hermione aceitasse tão prontamente seu pedido de casamento, mas tinha de tentar.

Nunca se tinha esquecido dela, mesmo tendo namorado tantas garotas. Seu casamento com Pansy tinha sido mais uma conveniência para seus pais, que queriam juntar os lucros e os nomes de suas empresas.

No contrato assinado por eles, até tinham mencionado que deveriam ter um filho em comum no primeiro ano de casamento o que, felizmente, não tinha acontecido.

Depois de verem que não tinham nada em comum, se separaram. E Draco, para desapontamento de seus pais, tinha se virado para o ramo da restauração, criando uma rede de restaurantes que se tornaria famosa com o tempo.

Tinha saído do trabalho, estando a estacionar na garagem da Mansão. Tinha sido um presente de casamento de seus pais, que ainda se recordavam da adolescente de cabelos crespos e famosa por adorar livros.

Saiu do carro e avançou para as escadas. Subiu, enquando ajeitava uma pasta de documentos que tinha trazido para assinar e entrou no hall. Chamou:

- Hermione. - Não escutou uma resposta. Talvez ela tivesse saído para comprar roupinhas para o bebê. No início, ela tinha tentado tricotar meias e casaquinhos, mas sem sucesso. Mas não tinha sido nada ruim com gorros. Tinha tricotado de variadas cores.

Pousou os documentos em cima da bancada, lavou as mãos e bebeu um copo com água. Sentia um odor delicioso a lasanha. Abriu a porta do forno, vendo uma pequena travessa com lasanha. Sua barriga roncou com a fome, mas ignorou. Voltou a fechar a porta, voltando a pegar na pasta e subiu as escadas, onde guardou tudo no escritório.

Decidiu tomar uma ducha e vestir uma roupa mais confortável. Escolheu uma camiseta cinza de algodão e umas calças azuis. Se lavou, relaxando seus músculos depois de mais um dia de trabalho árduo e se vestiu.

Descalço, desceu as escadas em direção às sala. Desejava ver um pouco de televisão. Todos seus desejos se dissiparam quando viu sua amada sentada na cadeira de baloiço, um dos presentes que lhe tinha oferecido depois de se casarem. Hermione amava ler ao ar livre, junto da natureza. Dizia que era mais relaxante.

A porta de acesso ao jardim estava fechada, não dando para ela o escutar. De repente, teve receio de que ela se assustasse, poderia perder o bebê. Se aproximou e bateu no vidro, vendo ela se virando um pouco sobressaltada, antes de sorrir para ele.

Abriu a porta, ao mesmo tempo que Hermione se levantava. Se abraçaram e trocaram um longo beijo. Hermione, ao contrário de sua primeira mulher, era muito sentimental. Amava dar abraços e beijos às outras pessoas. Se separaram e ela perguntou:

- Como foi seu dia?

- Não foi ruim. - Respondeu ele, enquanto a levava para o sofá e se sentavam. Sua mão acariciava o pequeno volume, onde se encontrava seu filho. Como estava ansioso para tê-lo em seus braços, ensiná-lo a caminhar, a jogar futebol, a levá-lo à escola, a escutá-lo chamar de "papai". Era seu maior desejo. - Foi mais um dia movimentado no restaurante, esteve sempre cheio de clientes...

E lhe deu um resumo de como tinha sido seu dia, de como tinha lidado com fornecedores, funcionários e clientes, lutando para satisfazer os pedidos de cada um. Hermione escutava atentamente, lhe dando palavras de conforto.

- E como foi seu dia? - Perguntou ele, por fim.

- Sai com minhas amigas, - Começou ela - a gente deu um passeio no shopping e almoçou em um restaurante. Depois vim para casa, limpei um pouco e fiz o jantar.

- Que você cozinhou? - Perguntou ele, não querendo que sua mulher descobrisse que ele já tinha espreitado o forno.

- Quer adivinhar? - Comentou ela, marota mente, enquanto se levantava e se dirigia para a cozinha. - Se adivinhar, recebe um beijo.

- Lasanha? - Perguntou, inocentemente.

- Como soube? - Hermione perguntou, da cozinha, desconfiada por ele ter adivinhado tão fácil.

- Senti o cheirinho gostoso. - Respondeu ele, enquanto ela saia da cozinha com a travessa. Se dirigiram para a mesa, que já estava preparada e Hermione pousou a travessa. Trocaram um selinho, ele mantendo uma expressão neutra, enquanto ela erguia uma sobrancelha. Se sentaram, conversando enquanto se serviam e comiam.

Era isso que eles mais amavam, estar na presença um do outro. Era o bálsamo que necessitavam depois de um longo dia. Não precisavam de mais nada. Eram felizes.

FIM

Notas finais da Autora:

1. Oi! Depois de 12 meses, a fanfic está terminada. Nem acredito que terminei mais um projeto. Essa fanfic, inicialmente, iria ser uma Romione, com um pouco de Harmione mas, enquanto escrevia os personagens, algo não me batia certo. Era como se os personagens estivessem dizendo que não queriam ser aquelas pessoas. Não conseguia ver Ron como um surfista, e Harry me parecia a personagem indicada. Mas, não conseguia descartar Draco. E senti que, de alguma forma, eles seriam perfeitos nessa história. Nas vocês se perguntam: de onde apareceu Severus? Algo me dizia que aquela personagem erudita, que amava ler, não poderia ser Ron. E ele foi descartado. E, ao escrever, percebi que a história fluía melhor, que não tinha os bloqueios criativos que tinha quando era com outros personagens. Mas espero que tenham apreciado a história. Obrigada por terem acompanhado. Até um próximo projeto.

2. Agradeço os favoritos de Nprincess01, Yumi Granger e clubamerica.1009 e o comentário de Yumi Granger.