Notas da autora

Yukiko aparece e...

A albina, Nuru e Kisara desejam...

Yuugi procura...

Jounouchi e Honda acabam...

Atemu se encontra...

Yukiko decide...

Capítulo 17 - Ushio

- Se é inútil, por que não devolvem para ele, seus bastardos? – Yukiko havia acabado de chegar com Kisara e Nuru junto dela, fazendo Mutou comemorar em pensamento a chegada das suas amigas.

O loiro e o moreno sentem o sangue gelar ao verem a fúria da albina, sendo que a prateada estava ao lado dela e olhava com pena para o seu amigo, assim como a bronzeada, para depois as gêmeas fuzilarem ambos com os seus olhos ao mesmo tempo em que a meia dragoa entregava o sarcófago dourado para o seu amigo que agradece, passando a abraçar o seu tesouro contra o seu tórax.

Então, ela fica de costas para Yuugi e passa a sorrir malignamente, exibindo um brilho sádico em seus orbes azuis, fazendo Jounouchi e Honda recuarem porque estavam aterrorizados enquanto a albina estalava o pescoço, provocando calafrios de medo neles, para depois, sorrir sadicamente conforme falava:

- Bem, eu confesso que faz algum tempo que não quebro alguém. O som de ossos sendo quebrados é maravilhoso, sabia? É uma melodia tão doce.

A fala dela e o seu sorriso, assim como o comentário, os fazem ficarem apavorados, com ela caminhando lentamente em direção o loiro e ao moreno que se encolhem atemorizados contra a parede atrás deles, se abraçando, chegando a chorar de medo enquanto Nuru e Kisara avançavam junto da albina e era explicito no olhar delas o desejo de espancá-los enquanto que o da albina demonstrava um prazer sádico em surrá-los, algo que os deixou ainda mais aterrorizados.

Então, o avanço da princesa dos dragões é detido por Yuugi que segura o braço dela que desfaz automaticamente a aparência assustadora, antes de exibir uma face gentil para o seu amigo que sorri aliviado, fazendo um gesto de negação com a cabeça. Kisara e Nuru também olharam gentilmente para ele, desfazendo a sua face furiosa enquanto detinham o seu avanço.

Jounouchi e Honda, assim como qualquer outro que conhecia Yukiko, sabia que ela era capaz de surrar uma gangue facilmente, como a meia dragoa fez algumas vezes, além de terem experimentado a fúria dela juntamente com o fato de ouvirem boatos do deleite que a albina sentia em praticar sadismo nas gangues.

Portanto, eram plenamente cientes de que não tinham qualquer chance contra o trio enquanto sentiam muita raiva por serem salvos por Yuugi, novamente, uma vez que ele sempre as detinha de surrá-los na sala ou no entorno do colégio.

A albina suspira e fala, estreitando os olhos para ambos:

- Saiam daqui, antes que eu mude de ideia e parem de atormentar os mais fracos, vermes miseráveis... Vermes não, lixo. Os pobres vermes não merecem serem comparados a vocês dois.

Jounouchi e Honda iam rebater o que a albina disse, mas acabam perdendo a voz ao verem que a fúria retornou aos semblantes das três e ao se focarem em Yukiko, ambos sentem uma sensação gélida como a própria morte os envolvendo, para depois, se encontrarem na frente de um dragão imenso e felpudo de presas e garras afiadas, com ambos se vendo refletidos nas íris azuis coléricas. Eles observam amedrontados, o dragão alvo abrir as suas mandíbulas possantes e imensas, repletas de presas afiadas, liberando um rosnado ensurdecedor embebido na mais pura fúria e essa visão que surgiu na mente deles foi o suficiente para atemorizá-los novamente, com eles fugindo aterrorizados do local, fazendo Yuugi se surpreender pela velocidade que eles conseguiam correr quando se tratava de fugir das suas amigas e acreditava, piamente, que eles batiam qualquer recorde de velocidade quando fugiam tomados pelo terror.

O jovem de cabelos tricolores observa a fuga desenfreada deles, sendo algo que sempre ocorria quando ele detinha as suas amigas, sem saber que elas procuravam surrar a dupla fora do colégio, caso os encontrassem na rua após eles atormentarem o seu amigo e se o tormento os envolvesse batendo nele, o trio os caçava pela rua para devolver o dobro de dor que o amigo delas sofreu.

- São lições para eu ser homem, Yukiko-chan.

- Homens como eles? – ela pergunta, apontando o polegar para trás, na direção que ambos fugiram - Quer mesmo ser um idiota como aqueles bastardos, Yuugi-kun?

- Eles só querem que eu seja forte. – ele fala dando de ombros embora soubesse em seu interior que eles queriam apenas atormentá-lo, tal como qualquer valentão fazia para se divertir.

A albina revira os olhos e suspira porque já esperava algo assim.

Afinal, ela sabia que o seu amigo era incapaz de odiar alguém, não importando o que fizessem com ele por causa do seu coração bondoso, altruista, amavél e gentil. Podia até ter raiva em um primeiro momento, mas era incapaz de manter essa raiva por muito tempo.

Enquanto ela olhava para os dois que haviam fugido, Yukiko era plenamente ciente que Jounouchi havia pegado uma das peças do Sennen Pazuru e que iria atirá-lo na piscina da escola para aliviar a raiva.

A meia dragoa confessava que tinha que se controlar demasiadamente para não quebrar os ossos deles pelo que faziam ao seu amigo enquanto questionava como podia surgir alguma amizade disso.

Ademais, por mais que soubesse o que eles fariam por Yuugi no futuro, principalmente o loiro que arriscaria a vida mais de uma vez por ele, ela desejava descontar neles todo o sofrimento e dor que causaram ao seu querido amigo e desejava fazer isso sozinha porque quando estava com Kisara e Nuru era obrigada a se conter e por causa dessa contenção, não podia puni-los da forma que desejava.

Ao imaginar uma forma de puni-los, sem estragar os eventos que iria ocorrer, ela sorri malignamente.

Afinal, era uma necessidade tão intensa quanto respirar. Yukiko era plenamente ciente que precisava se vingar deles, antes dos acontecimentos envolvendo Ushio e ao revisar os seus planos para eles, a albina sorri imensamente porque a noite prometia ser bem divertida para ela porque eles seriam a sua presa e a meia dragoa confessava que estava ansiosa para caçá-los e torturá-los.

Em um dos corredores do colégio, Jounouchi exclamava revoltado:

- Que droga! Por que temos que ser salvos por ele?!

- Se acostume. Aquele desgraçado sempre fará isso.

- Aquela Yukiko bastarda! Ela sempre está nos atrapalhando juntamente com a Kisara e com a Nuru-chan! Elas não perceberam o quanto ele é patético? Parece uma mulherzinha nojenta.

Honda dobra os braços e fala:

- Tem coisas que são inexplicáveis, amigo. Se bem, que nesse caso, poderia ser em virtude do fato deles serem amigos de infância. Bem, foi o que eu ouvi.

- Uma coisa é a infância. Outra coisa é a adolescência.

O moreno suspira e fala, revirando os olhos:

- Em relação a esse aspecto, não vejo qualquer distinção. Aceite que dói menos.

- Eu nunca irei aceitar! Por mais que mostramos o quanto ele é patético, a Nuru-chan...

Ambos se encontravam tão distraídos enquanto conversavam entre si, que apenas sentem se chocar contra algo duro e ao olharem para cima, acreditando que haviam se chocado com alguma parede, eles observam um adolescente alto e forte com uma altura muito acima do que podia ser considerada normal e que exibia uma face irritada para eles.

Imediatamente, Honda o reconhece e fica apavorado ao mesmo tempo em que Jounouchi não o reconhecia e por isso, não exibia medo ao contrário do moreno.

Então, o rapaz pergunta:

- O que você quer dizer com "Por mais que mostramos o quanto ele é patético"? Como vocês estão mostrando isso? Por acaso, estão maltratando alguém?

O loiro assume uma face desafiadora e fala:

- Não é da sua conta. Fique na...

Como Hiroto havia identificado o homem na frente deles, ele busca tampar rapidamente a boca do seu amigo, passando a exibir o seu melhor sorriso, para em seguida falar o mais humildemente possível:

- Não é nada. Apenas estávamos conversando cordialmente. Ninguém estava maltratando ninguém. São apenas conversas. Somos todos colegas.

Então, ele fala:

- É bom mesmo que ajam como colegas.

- Claro! É como eu disse, somos todos colegas! – Honda exclama sorrindo, exibindo a sua melhor face de inocência.

Então, após ele se afastar, o moreno murmura para o seu amigo após se certificar que o outro estudante havia se afastado por completo:

- Jounouchi, seu idiota! Ou melhor, suicida. Esse é o Ushio, o Monitor estudantil! Ele é o encarregado da ordem da escola e até os professores tem medo dele. Com certeza, deve ter ouvido o colégio comentando sobre ele e o medo que todos sentem dele. Ademais, quanto a Yukiko eu não sei, mas não consigo imaginar ela possuindo medo do Ushio. Na verdade, eu acredito que se ambos se encontrassem, seria uma batalha brutal. Se bem, que eu tenho a impressão que sequer seria uma batalha e sim, um massacre unilateral da Yukiko contra ele.

O moreno sai do seu estado reflexivo quando o loiro consegue liberar a sua boca, exclamando indignado:

- Você quase me matou sufocado!

- Melhor quase matá-lo sufocado do que você enfrentar a fúria de Ushio. Por acaso, não ouviu nada do que eu disse? – ele pergunta com uma face incrédula.

Jounouchi bufa e fala, torcendo os punhos:

- Sim. Eu ouvi. Que droga! Já não basta vivemos aterrorizados com a Yukiko, Nuru-chan e Kisara, agora teremos que viver com medo do Ushio? – o loiro se imagina chutando a albina, a prateada e o Monitor estudantil, com exceção da sua amada Nuru.

- Bem, se ele acreditou no que eu disse, não precisaremos temer Ushio, mas, devemos ser mais cuidadosos. Infelizmente.

Honda, que também estava revoltado, decide liberar a sua raiva e frustração ao chutar uma parede enquanto exclamava irado:

- Que droga! Este está sendo um dia péssimo!

Então, o loiro fala, piscando:

- Ah, é? Pois tenho uma coisa muito legal comigo e que fará o nosso dia ficar melhor!

Honda olha em um misto de curiosidade e surpresa enquanto perguntava:

- O que é?

Nisso, o loiro abre a mão e mostra uma peça dourada que tinha o Olho de Wadjet, fazendo o moreno perguntar com visível surpresa em seu semblante:

- Que negócio é esse? É dourado.

Jounouchi sorri cruelmente ao mesmo tempo em que fechava a mão com a peça em sua palma:

- É um dos itens daquela caixa do tesouro do Yuugi. Eu apenas vi rapidamente, mas, acredito que se tratava de um quebra-cabeça de peças douradas. Portanto, isso significa que se uma única peça sumir, ele não conseguirá terminar de montar e o tesouro dele não valerá um tostão!

Honda exclama animado:

- Uau! Você é tão malvado, Jounouchi! Será demais ver a face deprimida daquele bastardo e o desespero dele pela falta da peça.

Então, aproveitando uma janela aberta e que ficava próximo da piscina do colégio, o loiro atira a peça dourada, fazendo-a cair na água.

Quando o objeto afundou, Honda exclamou animado após gargalhar de felicidade:

- De fato, isso salvou o nosso dia, Jounouchi!

Enquanto ele exclamava, o loiro pensava consigo mesmo, exibindo uma face de asco:

"Bah! Tesouro! Ele parece uma mulherzinha nojenta com aquela gentileza, bondade e passividade dele! Tudo isso é irritante!"

- Vamos. – ele fala para Honda e ambos se afastam, sorrindo.

Após as aulas, Yukiko, Nuru, Kisara e Yuugi estão fora da escola, quando Mutou percebe que deixou o seu caderno de anotações embaixo da carteira quando Yukiko falou que queria comentar as anotações das aulas entre eles.

- Droga! Eu esqueci na sala!

- Quer que a gente vá junto, Yuugi-kun? – Kisara pergunta em seu usual tom gentil.

- Não precisa. Eu já volto. – ele fala sorrindo enquanto voltava para os portões do colégio.

Yukiko suspira discretamente porque sem o seu amigo ter percebido, ela havia tirado o caderno da mochila dele para colocá-lo embaixo da carteira e somente comentou sobre as anotações após eles estarem um pouco longe do colégio porque Kisara e Nuru não podiam se envolver ao mesmo tempo em que o seu amigo precisava encontrar Ushio na saída do colégio.

Por precaução, ela trata de distrair as gêmeas quando começa a conversar com elas um assunto aleatório, fazendo-as ficarem de costas para a entrada, com a albina olhando discretamente para o Monitor estudantil que havia se posicionado na entrada, fingindo estar olhando algo ao ver Yuugi voltando para a instituição de ensino.

A meia dragoa se odiava por fazer isso, por mais que soubesse que era necessário porque havia eventos que precisavam ocorrer e que por causa do seu envolvimento, ela teria que garantir que eles ocorressem por mais que se odiasse depois. O evento referente à Ushio era um dos piores, a seu ver e que exigia todo o seu autocontrole para deixar os acontecimentos fluírem enquanto tirava Kisara e Nuru de cena, ficando aliviada ao ver o quanto era fácil manipulá-las para impedi-las de se envolverem em eventos que não podiam ser alterados.

Portanto, sentindo o seu coração se restringir ao mesmo tempo em que sufocava a dor, ela vira o rosto quando vê Yuugi voltando para elas enquanto sorria ao mesmo tempo em que Ushio se preparava para interceptá-lo.

- Hoje, eu termino o quebra-cabeça em casa. Eu fui muito estúpido em trazê-lo para o colégio. Senão fosse a Yukiko-chan...

Então, conforme cruzava o portão, ele para de falar consigo mesmo quando ouve uma voz ao mesmo tempo em que vira a cabeça para a origem da mesma, avistando um adolescente demasiadamente alto e musculoso. Mutou podia sentir que a prudência o mandava ficar longe dele, fazendo-o desejar cumprir essa ordem o quanto antes.

- O seu nome é Mutou Yuugi? – ele nota que o menor o observava com confusão em seu semblante, embora fosse nítida a pontada de medo nos olhos ametistas ao olhá-lo e isso era algo que o agradava.

Afinal, ele amava ver o terror nos olhos de suas vítimas.

- Creio que não me conhece. Eu sou o Monitor estudantil do colégio e meu nome é Ushio. Eu quero fazer uma pergunta.

Yuugi arqueia o cenho enquanto perguntava visivelmente confuso porque o adolescente a sua frente não era da sua turma e nunca tinha visto ele em sua vida, pelo menos até onde se lembrava:

- Qual pergunta?

- Você está sofrendo agressões verbais ou físicas dos seus colegas? Ou seja, você está sofrendo bullying?

Mutou finge confusão e exclama porque por mais que Jounouchi e Honda o atormentassem e o agredissem, quase todos os dias, não queria vê-los encrencados e algo naquele homem exalava a perigo:

- Eu não! Eu não sofro bullying.

Ushio cruza os braços e fala, sorrindo:

- Se acalme! São justamente os que são perseguidos que dizem isso por temerem alguma retaliação. Além disso, eu já investiguei o que acontece com você – ele põe ambas as mãos nos ombros de Mutou, falando enquanto sorria – Mas, a partir de agora, pode ficar tranquilo Yuugi! Afinal, eu serei o seu guarda-costas pessoal! Os seus dias de humilhação, agressão e de sofrimento acabaram! Você não precisará mais ficar dependente de três garotas para protegê-lo.

O jovem de cabelos tricolores estava confuso com o ato dele porque ele não estava solicitando nenhum guarda-costas e não precisava de um.

Mesmo assim, o jovem decide falar novamente para tentar remover qualquer ideia errada de Ushio, embora soubesse que ele estava correto em relação à Katsuya e Hiroto.

Afinal, Jounouchi e Honda o perseguiam e mesmo passando pelas humilhações e agressões físicas em suas mãos, ele não queria causar problemas para eles porque nunca poderia desejar algo de ruim para alguém, por mais que esse o fizesse sofrer.

Poderia ficar com muita raiva, mas, esse sentimento iria se dissipar eventualmente e mesmo que ficasse furioso, nunca desejaria o mal a outra pessoa.

- Eu não estou sofrendo perseguição. Acredite em mim. Mesmo assim, eu agradeço a intenção.

Então, ele se afasta enquanto Ushio sorria, pensando consigo mesmo:

"Parece que eu consegui uma bela vítima. Eu vou ganhar um bom dinheiro."

Quando Mutou voltou para junto das suas amigas, ele decidiu ocultar a conversa estranha de Ushio porque não via motivo para preocupa-las e para evitar ficar pensando nas palavras dele, o jovem decide se envolver nos comentários sobre as anotações enquanto eles combinavam de irem visitar o doujo das gêmeas onde elas moravam para que pudessem estudar para os exames dali a algumas semanas.

No fim da tarde, após estudarem, eles decidiram que iriam sair para comer alguns hambúrgueres, a comida favorita de Yuugi, para em seguida, irem a uma Loja de jogos Arcade para jogar alguns jogos porque Yuugi estava ansioso para jogar um novo jogo que havia acabado de chegar ao estabelecimento de jogos que o grupo costumava frequentar.

Dentro do Sennen Pazuru, Atemu estava inquieto, mesmo com o seu sarcófago de volta as mãos do seu futuro anfitrião graças à ação de Yukiko, que juntamente com Kisara e Nuru, detiveram os atos de Jounouchi e Honda.

Essa sensação inquietante havia surgido nele alguns minutos depois de Katsuya segurar a sua urna dourada e ainda persistia, mesmo com o seu sarcófago retornando para as mãos gentis de Yuugi, com o Faraó não conseguindo descobrir a origem de tal sensação.

Porém, após uma profunda análise, ele descobriu que não vinha dele e sim, exteriormente, embora fosse igualmente intrínseca por mais surreal que fosse esse pensamento, considerando que era externa e interna ao mesmo tempo.

O Faraó decide continuar com as suas investigações ao invocar os seus poderes, visando descobrir a origem real dessa sensação e o motivo.

Por precaução, até terminar a sua investigação, ele voltou a incorporar a sua magia em uma das peças douradas para impedir que o seu futuro anfitrião montasse o Sennen Pazuru.

Afinal, todo o cuidado era pouco.

Quando a noite caiu, Jounouchi e Honda andavam por uma rua deserta, conversando animadamente entre si, quando sentem a temperatura em torno deles cai vários graus, abruptamente, os fazendo tremerem de frio enquanto esfregavam demasiadamente os seus braços, tentando se aquecer, exibindo confusão em seus semblantes pela mudança drástica de temperatura, para depois ,sentirem que algo os perseguia e era uma sensação tão intensa que ambos passam a olhar aterrorizados para os lados.