Notas do Autor
As amigas de Yuugi e o mesmo consideram...
Jounouchi se encontra...
O falso vidente decide...
Yo!
Eu peço desculpas pela demora.
Desejo a todos uma boa leitura. ^ ^
Capítulo 46 - O falso vidente
Ao chegarem à sala onde Kokurano lia a sorte, Yuugi fica surpreso e exclama, enquanto Jounouchi notava que havia, apenas, garotas, fazendo-o se sentir deslocado e igualmente envergonhado:
- Nossa! Que multidão!
- As garotas adoram ler a sorte. Bem, com exceção de nós três, né, meninas? – a albina pergunta para as gêmeas que consentem.
- Com certeza. Sério, não entendo como as outras garotas podem ser tão desesperadas. – a prateada comenta.
- Verdade, imouto. Põe desespero nisso. Além disso, está na cara que ele é um farsante.
- Concordo. Não acredito nisso. – a bronzeada consente.
- Vocês falaram uma grande verdade. Até parece que somos tão idiotas de acreditarmos em um charlatão como ele. – a albina fala, para depois, abanar a cabeça para os lados, enquanto exibia um semblante pesaroso – Pobres garotas que acreditam nisso.
Yukiko disse de maneira bem audível, principalmente ao ver um grupo de garotas na fila, esperando para serem atendidas.
Afinal, era necessário que elevassem as vozes para chamar a atenção do falso vidente, sendo que ela sorri consigo mesmo ao ver que algumas garotas morderam a sua isca:
- Como assim, somos coitadas?
- Isso mesmo! Retire o que disse! – outra exclama, enquanto evitava pensar no fato da albina ter uma beleza que a destacava das demais estudantes, assim como as gêmeas, sendo que as garotas daquela instituição invejavam Yukiko, Nuru e Kisara.
- Não vou retirar. A meu ver, não passam de pobres coitadas. – ela sorri com escárnio, ficando satisfeita ao ver que elas ficaram enfurecidas.
- Sua...!
- Silêncio, vocês aí! – uma das que serviam Kokurano exclama.
As estudantes que haviam gritado ficam envergonhadas por serem repreendidas por uma das que serviam Kokurano, sendo que ambas usavam um pentagrama na testa preso por uma tiara, além de usarem em volta do pescoço dois colares de contas, com um deles contendo contas redondas, enquanto que o outro era composto de contas curvadas chamadas de magatamas (勾 玉).
Elas murmuram pedidos de desculpas, enquanto ficavam cabisbaixas e curvadas, com a albina, a morena e a prateada revirando os olhos.
- O mestre Kokurano precisa se concentrar muito para usar os seus poderes. Se a energia negativa e a bagunça de vocês forem atrapalhar, podem sair imediatamente daqui!
- Não queremos sair! Nós sentimentos muito. Por favor, nos deixem ver o Kokurano-sama. – uma das garotas chega a se curvar, enquanto implorava, sendo seguida das outras.
A outra auxiliar olha longamente para elas e fala, mantendo um semblante sério:
- Então, calem-se e voltem para a fila.
Enquanto isso, o falso paranormal estava sentado em sua cadeira, possuindo um pano preto cobrindo o tampão da mesa, enquanto falava para uma garota rechonchuda:
- Você me entendeu? Você continuará a viver enquanto não morrer... Esse é o ponto mais importante.
- Eu entendi, Kokurano-sama! Que emoção! – ela exclama imensamente feliz, enquanto colocava as duas mãos no rosto.
Após alguns minutos, a última garota é atendida ao mesmo tempo em que o loiro se sentia envergonhado por ser o único rapaz, enquanto se aproximava junto de Yuugi, Yukiko, Nuru e Kisara.
Então, Kokurano questiona:
- Qual é a próxima?
Quando chegam perto dele, percebem que era um rapaz de cabelos em forma de cachos de banana de cor clara, usando uma capa preta e dois tipos de colares nenju por baixa da espécie de manto. Um deles era composto de pequenas contas redondas e o outro era composto de magatamas.
O falso paranormal olhava fascinado para as três garotas que eram consideras as mais lindas do colégio, sendo que tinha sonhos eróticos com o trio, assim como a maioria dos garotos daquela instituição de ensino, enquanto questionava se a sua fama, enfim, havia as alcançado, pois, as desejava com demasiada intensidade ao mesmo tempo em que sentia muito ciúmes, assim como, uma inveja abismal e igualmente intensa por Yuugi, por ele andar com tais beldades, sendo este o pensamento da maioria dos homens.
Então, ocorre um terremoto que durou, apenas, alguns segundos, embora fosse um pouco intenso, surpreendendo todos, sendo que o loiro havia exclamado durante o tremor:
- Terremoto!
Após cessar o tremor, Yuugi olha para o alto para confirmar que o teto não sofreu danos, enquanto falava:
- Parece que passou.
- Esse foi forte. – Katsuya comenta, olhando para o alto, também.
Kokurano sorri consigo mesmo ao perceber a oportunidade de ouro de convencer as beldades a acreditarem nele, além de desejar que o reverenciassem como as outras garotas faziam.
Portanto, decide usar o loiro que estava junto delas e mais próximo dele:
- Você aí. – ele fala, apontando para Jounouchi – Você tem dúvida dos meus poderes, não é isso?
- Hein? – ele não compreende a pergunta, pois, acreditava nele.
- Fique sabendo que eu não sou nenhum adivinho. Na adivinhação existe quiromancia, I Ching, Horóscopo Feng-shui e muitas outras técnicas do Oriente e Ocidente. Mas tudo isso é só um estudo estatístico. Um estudo do passado. Eu sou capaz de ver, realmente, o futuro com o meu poder paranormal!
Enquanto falava, Kokurano percebeu que Yuugi estava descrente, enquanto que o loiro ainda demonstrava estar confuso, enquanto que Yukiko, Nuru e Kisara, intituladas como as "três maiores beldades do colégio" pelos estudantes, o olhavam com visível descrença em seus semblantes, misturada a repulsa, como se ele fosse um verme.
Então, o falso adivinho fala, pegando um papel debaixo da sua capa, enquanto falava:
- Não adianta só falar. Vou dar uma prova a vocês – ele estende um papel na direção do loiro – Esta manhã eu escrevi neste papel a visão que eu tive. O que está escrito? Leia em voz alta, por favor.
O loiro fica surpreso, conforme lia o que estava escrito no papel:
- "Hoje vai ter um terremoto".
A auxiliar de cabelos claros exclama:
- Palmas para o mestre Kokurano!
Nisso, todos batem palmas de forma entusiasmada, exceto Yuugi, Yukiko, Nuru e Kisara, enquanto algumas garotas exclamavam:
- Incrível!
- Foi maravilhoso, Kokurano-sama!
- É mesmo incrível! - o loiro exclama animado, se juntando á animação das garotas que reverenciavam o falso vidente.
Enquanto o aplaudiam, Kokurano fica estarrecido ao ver que as três beldades mantiveram o mesmo olhar de antes, de incredulidade e asco, fazendo-o ficar com raiva, para depois, se conter, conforme repensava a sua estratégia ao mesmo tempo em que olhava para ambas as suas assistentes, pensando consigo mesmo:
"Já me enjoei dessas garotas aqui. Acho que vou pegar essas três beldades para mim. Vai ser fácil com os meus poderes paranormais. Eu só tenho que ser mais agressivo, por assim dizer."
Enquanto pensava, procurava conter a sua excitação, quase que desenfreada ao olhar para o trio, pois, os seus sonhos eróticos lhe vêm à mente, para depois, tentar conter o despertar do seu pênis, agradecendo o fato das roupas folgadas disfarçarem a sua ereção que estava chegando ao ponto de doer de tão túrgido que se encontrava, enquanto odiava o fato do seu falo ser pequeno e que mesmo sem as roupas, não seria totalmente visível.
De fato, ele tinha um grande complexo quanto ao tamanho do seu membro.
Após conter a sua ereção, ele começa a mexer os braços e enquanto os mexia para cima, conforme tremia o seu corpo, começou a falar como se estivesse em transe para efeito dramático, pois era, apenas, uma atuação:
- Estou vendo... Sim, estou vendo... – ele para e aponta para as três, que arqueavam o cenho, sem se impressionar – Em breve, um maravilhoso rapaz aparecerá na frente de vocês, que naturalmente irão se apaixonar por ele, aceitando, inclusive, dividi-lo.
Kokurano fica estupefato ao ver que elas continuavam a olhá-lo como se fosse um verme, deixando-o desnorteado.
Afinal, a seu ver, qualquer garota reagiria extasiada frente a este tipo de revelação.
Então, decide usar outros métodos para consegui-las e enquanto planejava o seu próximo plano, ele perguntava:
- Quem é a próxima?
Jounouchi se aproxima com as mãos nos bolsos, enquanto sorria ansioso, falando, conforme se aproximava:
- Sou eu.
Kokurano fala sem entusiasmo, pois, queria atender mulheres e não, homens:
- Hum... Você está tendo azar nesses últimos dias.
O falso vidente comenta, pois, sabia que o único motivo de um homem querer ver a sorte, justamente em um lugar frequentado por garotas, era se algo ruim acontecia com ele, sendo que a falta de sorte era um dos motivos mais plausíveis e por isso, decidiu arriscar esse palpite.
- Você sentiu isso mesmo? Ontem, eu me envolvi em uma confusão e...
- Próximo. – ele corta, mostrando total desinteresse em ouvi-lo.
- Só isso?
O loiro se afasta, enquanto demonstrava aborrecimento em sua face por não ter tido atenção, sendo que Kokurano percebe que Yuugi estava próximo dele e contendo arduamente o ciúme imenso que fomentava o ódio dele pelo rapaz andar com as "três maiores beldades do colégio" ao seu lado, decide que poderia usá-lo para tentar convencer o trio das mais belas garotas daquele lugar a acreditarem nas suas palavras:
- Não quer que eu veja o seu futuro?
Yuugi fica sem jeito, pois, estava pensando em uma forma de falar de forma educada o que pensava dele, pois, compartilhava da mesma visão de suas amigas sobre ele, além de possuir a sua própria opinião sobre poderes paranormais.
- Não me leve a mal. Talvez existam mesmo poderes paranormais... Mas não sei de dá para confiar.
- Você não acredita no poder do mestre Kokurano? – a auxiliar de cabelos claros compridos exclama indignada, apontando o dedo em riste para o jovem – Já se esqueceu de que ele previu o terremoto?
- Está me chamando de mentiroso? – ele pergunta, olhando para o adolescente de cabelos tricolores, enquanto ficava enfurecido por não convencê-lo, além de retornar o ódio imenso que ele sentia pelo estudante a sua frente.
- É que eu já vi truques de mágica, bem parecidos. – o jovem de orbes ametistas fala sem jeito, enquanto buscava falar o mais educadamente possível.
Kokurano fica irado, com a sua face ficando vermelha pela raiva, enquanto perguntava, controlando ao máximo o seu ódio para que não transparecesse em sua voz:
- Ah, é?
- Por exemplo. Se você carregasse um monte de previsões diferentes dentro da sua roupa, não seria uma previsão.
O falso vidente fica estarrecido ao ver que o adolescente a sua frente parecia ter adivinhado o seu truque envolvendo previsões, tal como a do terremoto, embora acreditasse, após se acalmar brevemente, que fora apenas uma infeliz coincidência com o uso de um exemplo.
Então, ele ergue uma perna, enquanto finge estar em transe, fazendo barulho com os seus colares no pescoço, conforme murmurava algo irreconhecível para efeito dramático, com a auxiliar de cabelos claros demonstrando preocupação, enquanto murmurava:
- Mestre Kokurano-sama...
Ele para e exclama, apontando o dedo em riste para o jovem de orbes ametistas, decidindo continuar com o seu plano, visando fazê-las acreditarem nele ao mesmo tempo em que poderia se vingar daquele que odiava com todas as suas forças:
- Eu vejo o seu futuro! Inúmeras letras cairão do céu e trarão desgraça a você!
Mesmo não acreditando, Yuugi demonstrava uma face surpresa e igualmente preocupada, enquanto o adolescente a sua frente arfava, simulando cansaço.
As amigas do jovem de cabelos tricolores estreitam o cenho para Kokurano, que fica estupefato ao ver que elas demonstravam raiva e igual repugnância ao olharem para ele, enquanto puxavam o seu amigo para longe, sendo que a albina se controlava para não pegá-lo, ainda, mesmo sabendo o que o falso vidente iria tentar fazer com aquele que via como um filho querido, além do outro crime que ele cometeu e que não foi acusado, sendo que este ato lhe trouxe a fama atual.
Ademais, o estudante era a presa de Atemu e após o Faraó aplicar a justiça, além de punição pelos atos dele, ela poderia pegar a presa para si e confessava que estava ansiosa para transformar o falso adivinho em um dos seus brinquedos de tortura, juntamente com os outros desgraçados que estavam com ela, inclusive os que foram internados, com exceção de Ushio, pois, se ele sumisse da instituição psiquiátrica, Yuugi viveria com medo de uma provável retaliação por não ter pagado o dinheiro para Ushio.
Afinal, o jovem de cabelos tricolores não saberia a verdade do que acontecia com ele e que o mesmo não ofertava perigo.
Portanto, para o bem estar daquele que via como um filho querido, Ushio precisava continuar na instituição psiquiátrica com os pesadelos vívidos, enquanto o manteria saudável e vivo para sofrer o resto de sua vida e que somente iria morrer de velhice em uma idade bem avançada para vivenciar ao máximo o terror.
Claro que ela pensava em alguma forma de prolongar esse tormento e em virtude desse desejo, procurava ardentemente uma forma de fazer isso, pois, a seu ver, apenas ficar na instituição psiquiátrica não era o suficiente por todo o mal que praticou contra Mutou.
Mais tarde, Yuugi se encontrava com os cotovelos apoiados na mesa e com o seu queixo em ambas as mãos, olhando um ponto qualquer, enquanto as palavras de Kokurano ressoavam em sua mente.
- Yuugi, não se preocupe. Aquela previsão nunca vai acontecer! – o loiro exclama ao ficar preocupado com o estado do seu amigo.
- Isso mesmo, Yuugi-kun. – a morena fala.
- Ele é, apenas, um charlatão. – a prateada fala.
Nisso, aproveitando que uma garota passava ao lado deles, Yukiko usa a sua magia de forma discreta, subjugando a mente da estudante, se aproveitando do fato dela ter uma mente fraca e por se encontrar sozinha, juntamente com o fato de ser uma das garotas que idolatravam Kokurano, fazendo-a não sentir qualquer pena em usá-la para o seu plano ao tomar o controle temporário da sua mente.
Então, a albina passa em pensamentos as palavras que desejava que a adolescente falasse, pois, seria estranho ela falar aquilo, sendo que era necessário que o jovem de orbes ametistas ouvisse aquilo para que Atemu soubesse, também, em virtude do que aconteceria, assim como, quando fosse aplicar a justiça, além do fato da albina ter tomado ciência de que não seria, exatamente, como na linha do tempo original.
- Não sabem de nada! – a estudante exclama, chamando a atenção deles, com a albina fingindo estar surpresa - Kokurano-sama ficou realmente famoso por causa de uma previsão que ele acertou... Ele previu que a casa de um aluno da sala A pegaria fogo três dias antes de acontecer. O menino está vivo, mas continua internado.
Então, a albina faz a garota se afastar deles, fazendo-a se sentar em seu lugar ao mesmo tempo em que manipulava a mente dela para se esquecer das palavras que pronunciou, para depois libertá-la, percebendo que a adolescente parecia ligeiramente confusa, sendo algo normal, para em seguida, agir como se não houvesse ocorrido nada de estranho.
Enquanto isso, o loiro demonstrava um semblante de puro terror ao mesmo tempo em que pensava consigo mesmo, chegando a tremer de medo, conforme engolia em seco:
"O cara é paranormal de verdade."
Yuugi sorri para os seus amigos e fala com visível tranquilidade em sua voz e semblante:
- Eu não acredito na previsão dele.
De fato, ele não acreditava e o motivo de ter ficado pensativo era porque pensava nas palavras que lhe foram ditas, tentando compreender o que Kokurano quis dizer, pois, o jovem sentia a estranha sensação de que precisava descobrir o significado dessas palavras, embora não compreendesse o motivo.
"Mas o que seriam "inúmeras letras"?" – ele pensava consigo mesmo, enquanto voltava a ficar pensativo na carteira, passando a apoiar o rosto em apenas uma mão.
Mais tarde, as gêmeas, a albina e Yuugi guardavam os seus materiais em suas em suas respectivas mochilas, sendo que eles tiveram que arrumar a sala de aula e varrer o chão, pois, era o dia deles de fazerem isso.
Quanto ao loiro, ele havia comunicado que iria andar com Honda naquele tarde e por isso, se despediu deles, enquanto o quarteto se preparava para varrer e arrumar a sala de aula, sendo que controlava o seu rubor ao olhar para Nuru, que por sua vez, também procurava evitar corar sobre o olhar dele, para depois, Katsuya correr até onde estava o moreno. O jovem de cabelos tricolores compreendia que o seu amigo precisava dividir o tempo que tinha entre ele e Hiroto, que continuava irredutível em sua opinião sobre Mutou, segundo o que Jounouchi lhe explicou.
Enquanto terminava de arrumar o seu material, após eles cumprirem com as suas obrigações, Yuugi percebe um livro embaixo de uma carteira próxima dele, desconhecendo o fato de que Kokurano usou a saída dos estudantes da sala de aula para colocar o livro embaixo de uma das carteiras ao descobrir como Mutou era gentil, prestativo e amável, fazendo-o acreditar que o jovem iria devolver o livro para a biblioteca.
Mutou pega o livro e fala para as suas amigas que haviam terminado de guardar os seus respectivos materiais:
- Eu vou a biblioteca devolver esse livro. Alguém o deixou embaixo da carteira.
- É um gesto muito gentil, Yuugi-kun. – Nuru fala, sorrindo.
- Com certeza. – Yukiko comenta, enquanto forçava um sorriso, pois, sabia o que iria ocorrer.
- Podemos ir juntos. O que acha? – Kisara pergunta, enquanto sorria gentilmente para o seu amigo de infância.
- Não precisa. Eu volto daqui a pouco.
Yukiko ficava aliviada por não precisar usar os seus poderes para influenciar as gêmeas a não seguirem o amigo delas.
- Então, vamos esperar você. – a albina comenta, com as irmãs concordando.
- Eu volto rápido. Vou, apenas, colocar esse livro na prateleira.
Então, ele sai, enquanto o trio começava a conversar, sendo que a albina sabia que precisaria agir no momento certo e por isso, estava atenta ao ambiente a sua volta.
Afinal, mesmo que tivesse que recriar os acontecimentos originais, não precisava fazer da mesma forma que ocorreram. Ela podia modificar algumas coisas, desde que o acontecimento principal não fosse alterado.
Claro que em outros, a albina podia modificar por completo.
