Notas da Autora

Yukiko decide...

Então, ela começa...

Mahaado e Mana...

Após a escola, Jounouchi...

Capítulo 57 - Magia residual

Então, após correr por alguns minutos, o fugitivo para subitamente quando um redemoinho pequeno com ventos circulares e neve surge na frente dele, para depois, revelar uma mulher que tinha orelhas felpudas, uma cauda com um porrete na ponta e asas peludas com penas, sendo que ele arqueia o cenho, pois, ela parecia uma versão mais velha de Yukiko, que era considerada uma das mais belas beldades de todo o colégio.

Kokurano exibe estupefação em seu semblante, para depois, os seus olhos ficarem esbugalhados ao notar que as asas, cauda e orelha se mexiam tranquilamente, além de ter assimilado o pequeno tornado bizarro, ao ver dele.

Quando ela abre parcialmente os lábios em um sorriso, o falso vidente nota os caninos afiados, fazendo-o suar frio, sendo que não percebeu a mudança em seu entorno e quando observou a estranha névoa que os cercava, ele arqueou o cenho, ainda estupefato para articular qualquer palavra, desconhecendo o fato de que a albina criou uma área de caça ao criar um loop mágico em uma área determinada.

Ou seja, ele sempre iria correr dentro da área determinada, nunca conseguindo se afastar do local, sendo que não conseguiria perceber que estaria correndo em círculos, pois, a sua percepção sensorial foi adulterada por magia.

Afinal, ela amava uma caçada e sabia que não seria sensato que as pessoas avistassem um dragão imenso, pois, iria gerar caos e esse tumulto acabaria machucando inocentes frente a uma horda de humanos aterrorizados, que poderia acabar esmagando as pessoas que caíssem no chão em sua fuga desenfreada. Um humano assustado ofertava perigo. Uma turba aterrorizada, apenas tornava tudo demasiadamente perigoso.

A albina se transforma em um dragão felpudo imenso com orelhas peludas, para em seguida, abrir, para efeito dramático, as suas asas felpudas e emplumadas que possuíam uma envergadura imponente, com Kokurano urinando de medo, enquanto os seus olhos ficavam ainda mais esbugalhados e quando Yukiko abaixou o seu focinho, ela rugiu, mostrando as fileiras de presas afiadas em suas mandíbulas possantes ao mesmo tempo em que a rajada de vento gerada pelo seu rugido arrastava o humano levemente para trás.

Em virtude da visão atemorizante, as pernas dele, anteriormente paralisadas pelo medo, se libertaram e após conseguir uma força súbita em seus membros inferiores, o criminoso passa a correr em puro desespero, gritando a plenos pulmões, chegando ao ponto de desejar ardentemente encontrar o presídio para tentar se salvar do dragão que o perseguia, enquanto custava a acreditar que tal ser existia.

Kokurano corre por várias horas, sendo que não percebe a magia dela atuando em seu corpo para que não ficasse cansado ao mesmo tempo em que o impulsionava a adquirir mais velocidade, pois, essa mesma magia o fazia esquecer-se de perceber que estava correndo de forma inumana.

Afinal, nem mesmo um atleta profissional, aguentaria uma corrida nessa velocidade por tanto tempo.

Após se entediar com a caçada, Yukiko decide derrubá-lo no chão ao mergulhar do céu, para depois, agarrá-lo em uma de suas patas que se assemelhavam a mãos, contendo, inclusive, polegar, sendo que as garras afiadas lembravam um diamante lapidado e possuíam uma leve curvatura elegante na ponta, fazendo com que fossem belos e igualmente mortais.

A albina o aproxima de suas mandíbulas, sorrindo imensamente ao ver as batalhas inúteis dele, enquanto o ouvia gritar até que os gritos de desespero e terror passam a machucar a sua audição, fazendo com que criasse uma mordaça mágica ao mesmo tempo em que sorria consigo mesmo ao ver que o terror dele apenas aumentou, enquanto não conseguia conter o abano feliz da sua cauda, conforme se deleitava com os fortes odores de medo e de desespero que emanavam da sua presa rendida em suas poderosas mãos.

Inclusive, não havia ficado surpresa com o forte cheiro de amônia que surgia dele por ter urinado de medo nas calças, sendo que este cheiro lhe incomodava demasiadamente por causa do seu olfato apurado.

Então, ela usa a sua magia para adormecê-lo, para em seguida, retornar para a sua forma semelhante à humana, voando do local, enquanto desfazia a magia em volta da área.

Após se afastar, a meia dragoa abre um portal para um calabouço que criou com o Ryoushi Kyuubu (Quantum Cube), contendo todos os objetos que usava para brincar com as suas vitimas que olhavam horrorizados para a albina, enquanto observavam a nova adição ser presa na parede, sendo que havia outros que estavam de pé, mas, sobre efeito de um transe mágico poderoso e que aguardavam, obedientemente, novas ordens.

Após terminar de prender Kokurano, ela ordena que eles se aproximem da parede para prendê-los, com os criminosos obedecendo prontamente à ordem dada.

Após eles estarem devidamente presos, a albina posiciona as mãos na cabeça de cada um deles, os fazendo serem envoltos em uma luz brilhante por apenas alguns segundos.

Em seguida, ela abre um compartimento pequeno que usava para armazenar objetos em uma pequena dimensão privativa e retira algumas sementes.

Yukiko abre a boca de cada um deles, fazendo-os engolirem as sementes ao mesmo tempo em que ela despertava os outros bastardos que se encontravam em seu transe mágico e que após piscarem os olhos por alguns segundos, assimilando tudo o que lhes ocorreu, eles começam a gritar em agonia, conforme a semente mágica agia em seus respectivos corpos, enquanto a meia dragoa sorria imensamente.

Após a dor cessar neles, ela fala, enquanto se divertia ao vê-los lutarem inutilmente contra as restrições:

- Agora, vocês são imortais, por assim dizer, pelo menos, por alguns milênios. Vocês não irão morrer, além de se curarem, após o período de vinte e quatro horas. Eu também os tornei mais sensíveis à dor, além de abaixar as vozes de vocês a um nível suportável para a minha audição, mas, sem me privar do prazer de ouvir os seus gritos. Eu também protegi a mente de vocês da loucura, pois, quero que sintam toda a dor que irei proporcionar. Vocês não irão mais defecar e urinar, pois, a semente cuidará disso, assim como não irão morrer de fome ou sede. Legal, né? – ela termina com um sorriso de canto, se deleitando com os semblantes que eram um misto de terror e de desespero.

Eles começam a implorar e ficam ainda mais aterrorizados ao verem uma face sádica no rosto dela, fazendo com que chorassem em puro desespero, sendo que pelo canto dos olhos, Kokurano observa outros na mesma situação que a dele e ao perceber o seu olhar, a albina fala com uma voz divertida:

- São os meus brinquedos, assim como você e os outros criminosos. Confesso que estava entediada com os mesmos brinquedos e queria novidade. Além disso, você, Kokurano, irá pagar amargamente por tudo o que fez contra o Yuugi-kun – ela fala, demonstrando raiva em sua voz, enquanto olhava para o falso vidente que estava aterrorizado - Ele é como um filho para mim. Portanto, irá sentir a fúria de uma mãe, além de pagar pelos outros crimes que cometeu.

Então, Yukiko ergue as mãos e estala os seus dedos, com as suas garras sendo visíveis, fazendo-os renovarem as suas lutas inúteis sobre um sorriso de satisfação dela.

Ele passa a exibir um semblante aterrorizado ao vê-la passando delicadamente as mãos em ferramentas e objetos aterrorizantes como se os afagasse gentilmente, dedicando um olhar carinhoso aos mesmos e após escolher um deles, a albina exibe um sorriso sádico, enquanto que se deleitava com os odores de medo e o semblante aterrorizado de Kokurano que lutava, inutilmente, contra as restrições ao mesmo tempo em que tentava se encolher, conforme a meia dragoa se aproximava lentamente dele, visando prolongar o terror da sua nova presa.

Gritos lacerantes passam a se propagar pelo local, sendo capazes de fazer o sangue de qualquer um gelar, enquanto que sons estranhos revibravam pelo local, provocando calafrios em qualquer pessoa que os ouvisse ao mesmo tempo em que eram audíveis os risos de diversão da albina que estava empolgada com os seus novos brinquedos.

No local que a albina criou a área de caça, duas pessoas se encontravam investigando o entorno.

Um deles era um homem alto e bronzeado que usava uma tiara dourada que envolvia o cafia alvo e um oskh dourado formado por camadas de faixas douradas que cobria o pescoço e o tórax por baixo da manta. Ele usava uma espécie de ombreira dourada por cima da túnica comprida que ia até o tornozelo, sendo que na cintura havia uma faixa azul com contornos dourados e pequenos pingentes de ouro, enquanto que os sapatos eram brancos com detalhes dourados. Em seu antebraço jazia uma faixa dourada e nos seus antebraços havia várias faixas douradas. Ele tinha cabelos castanhos curtos e olhos azuis escuros. Embaixo dos seus olhos, havia uma faixa delineadora feita com pó de khol.

Ao seu lado, havia uma garota bronzeada que parecia ter, apenas, dezesseis anos e que era uma maga em treinamento. Ela usava um vestido com gola em forma de cálice e dourada com ombreiras curtas, sendo que na sua cabeça jazia uma espécie de chapéu diferente que possuía alguns adornos dourados, cobrindo parcialmente os seus cabelos. A jovem usava sapato alvo nos seus pés, além de uma cinta dourada que contornava a sua cintura, juntamente com uma faixa estreita de ouro que circundava a ombreira do vestido. A adolescente tinha orbes verdes e cabelos ônix, com algumas mexas de cabelo armadas e que chegava até metade das suas costas. Ela era aprendiza de magia do mago ao seu lado e tal como o homem ao seu lado, a jovem exibia embaixo dos seus olhos uma faixa delineadora feita com pó de khol.

- Mestre Mahaado, essa magia residual... – a garota comenta pensativa.

- Sim. É a mesma assinatura mágica que sentimos ao chegar nessa cidade, Mana.

- Será que é da mesma mulher misteriosa que enfrentou o senhor Shada alguns anos, atrás?

- Talvez. Pelo menos, eu espero que pertença a ela. Eu odiaria que fosse de outro ser. – o egípcio murmurava, enquanto dedicava um olhar analítico no entorno, chegando a tocar em alguns troncos, exibindo uma expressão compenetrada.

- Por quê? – a egípcia arqueia o cenho.

- Essa dragoa não parece ser uma ameaça ao nosso mundo pelo que Shada nos contou do seu breve encontro e tentativa de batalha contra ela. Portanto, considerando a concepção dele, o melhor nessa situação é que pertença a esse ser e não a outro, cuja natureza e pensamentos são completamente desconhecidos e considerando o nível residual de magia, não teríamos a mínima chance contra esse ser, mesmo se fosse possível invocar os Deuses egípcios como o Faraó inominável fez no passado para evitar que as trevas tomassem esse mundo, sacrificando a sua vida no processo.

O mago não podia deixar de se sentir triste ao pensar nesse monarca, cujo semblante e voz eram desconhecidos para ele, assim como o nome, pois, parecia existir uma estranha magia ou algo que fazia com que não conseguisse se recordar do nome dele, nem do semblante e da voz, sendo que havia a sensação de uma grande amizade e devoção, enquanto que o seu passado na corte deste monarca era envolto em uma névoa mágica, possuindo, apenas, algumas visões, além do seu conhecimento mágico, assim como a noção de que Mana se encontrava no seu passado e lhe inspirava, desde que a viu, o sentimento paternal, com a jovem comentando sobre as visões do seu passado como aprendiz, embora os demais eventos, assim como a aparência, nome e voz do governante permanecem ocultos para ela, também, que confessava sentir uma grande amizade pelo Faraó inominável.

- Quanto ao Sennensui, atualmente chamado de Sennen Pazuru... Será que conseguiremos encontrar o item? É uma pena que Shada não havia nascido na época para descobrir quem pegou esse Sennen Aitemu. – a bronzeada fala em um suspiro.

- Bem, se ele conseguiu passar em todas as proteções mágicas e armadilhas das sombras criadas e planejadas por Shimon Muran, ex-portador do Sennenjou, ex-membro do Rokkushinkan, Grâ Vizir e Conselheiro real da corte do Faraó inominável, isso demonstra que essa pessoa demonstrou ser digno de ter o Sennen Pazuru. A pergunta que resta a nós é se ele foi capaz de montar o Sennen Aitemu. Somente o escolhido pelo item seria capaz de tal proeza.

- Mas, isso não é estranho? Normalmente, somente os escolhidos pelos Sennen Aitemu podem tocar e encontrar um deles. Se qualquer outra pessoa tentar tocar um deles ou usá-lo, terá uma morte horrível, pois, não conseguirá passar pelo julgamento do item.

- Sim. Porém, você deve se lembrar de que o Sennen Pazuru estava desmontado em uma urna dourada, fazendo com que pudesse ser tocado pelas pessoas. Inclusive, esse foi um dos motivos dele ser o único item a ter uma proteção tão elaborada como o labirinto, testes e armadilhas mágicas sombrias, sendo que foi a única forma que encontraram no passado de inibir o roubo, impedindo que os ladrões pudessem obtê-lo visando o lucro por ele ser feito de ouro puro, assim como os outros Sennen Aitemu, além de impedir que pessoas morressem por tentarem tocar o Sennen Pazuru. Juntando esses fatos, podemos supor que pode haver um escolhido para retirar o item, mas, que será incapaz de montá-lo e aquele predestinado a montá-lo e que precisa que o entreguem a ele. A urna dourada garante o transporte seguro dele.

- Bem, observando por esse ângulo, faz muito sentido as proteções extremas no entorno desse objeto. – a bronzeada murmura pensativa.

- Além disso, o outro motivo para tal proteção ofertada a ele, é que de todos os itens, o Sennen Pazuru é de longe o mais poderoso, além de ter habilidades desconhecidas para todos os outros. Nem mesmo Shada e os membros do clã dos Tomb Keeper conhecem os seus poderes. Eles sabem de todos os outros Sennen Aitemu, menos o do Sennensui. Ele é um completo enigma, fazendo jus ao fato de ser um intricado quebra-cabeça. Somente o Faraó inominável conhecia os seus poderes e habilidades, sendo que eu acredito que somente o predestinado a montá-lo conseguirá descobrir os poderes e habilidades até então, desconhecidas. A única coisa que sabemos é que o seu poder supera o de todos os outros itens. De fato, o ouro é a melhor substância para se imbuir magia. Não consigo imaginar nenhuma outra substância conseguindo lidar com esses poderes e sendo capaz de absorvê-los de forma tão eficaz para facilitar o seu uso.

- Ele é tão poderoso assim? – a jovem pergunta estupefata, vendo o seu professor de magia acenar afirmativamente com a cabeça.

Após alguns minutos, o bronzeado suspira cansado, para depois, comentar ao olhar uma última vez para o local:

- Bem, vamos voltar, pois, precisamos organizar tudo o que descobrimos. Além disso, você precisa treinar a sua magia. – ele falava, enquanto se retirava do local, sendo seguido pela bronzeada.

- Podemos comer sushi?

Ele se vira na direção dela que lhe dedica um olhar expectante, fazendo-o suspirar, para depois, falar:

- Se você treinar direitinho as mágicas que irei passar para você, iremos comer sushi. Enquanto você treina, eu vou comprar os ingredientes para preparar os sushis.

- Pode deixar que eu vou estudar direitinho! – ela exclama empolgada, enquanto ele dedicava um sorriso paternal a jovem energética, conforme se afastavam do local.

Alguns dias depois, longe dali, mais precisamente nos portões do colégio de Dominó, as gêmeas passaram a confiar em Honda para que Yuugi ficasse junto dele e de Jounouchi, sem ter a fiscalização delas e da albina, sendo que Yukiko estava satisfeita por ter conseguido manter, de certa forma, o início da amizade entre os três, tal como foi na linha do tempo original e ao olhar pelo canto dos olhos para Hanasaki, que se encontrava próximo dali, saindo pelos portões, ela sabia que ainda iria demorar um pouco para o jovem se juntar a eles, pois, ele ainda tinha receio de Hiroto, além de ser tímido com novas amizades, sendo que o acastanhado havia conseguido conversar, um pouco, com Mutou nas últimas semanas, após os acontecimentos com Sozoji.

A meia dragoa sorri consigo mesma ao se recordar do fato de que ainda precisava punir outros bastardos ao convertê-los em seus brinquedos de tortura, para se juntarem aos que tinha para se divertir, sendo plenamente ciente que o Faraó detinha o direito de aplicar o Yami no game em alguns deles e conforme pensava nisso, ela estava planejando uma forma disso ocorrer naquela linha do tempo alterada, uma vez que usaria magia para que eles fugissem, também, apenas para se tornarem as suas presas.

Ela sai dos seus pensamentos para se despedir de Yuugi, Jounouchi e Honda, assim como as gêmeas fizeram, pois, iria acompanhá-las em uma livraria que abriu próximo dali, enquanto que os rapazes iam acompanhar Katsuya que tinha um pequeno mapa em mãos, com eles combinando de se encontrarem no final da tarde no Burger World, a lanchonete favorita de Mutou.

A albina suspira discretamente, pois, sabia o que iria acontecer naquele dia ao usar os seus poderes para se recordar desses acontecimentos, enquanto se felicitava por ter evitado que as gêmeas os seguissem ao mesmo tempo em que iria esperar o fim do Yami no game para buscar uma oportunidade perfeita de capturar algumas presas adicionais.

Então, a meia dragoa passa a seguir a prateada e a bronzeada, com o trio conversando entre si, enquanto os rapazes se afastavam, sendo que elas notaram o quanto Yuugi estava feliz ao andar junto de rapazes da sua idade, pois, antes de fazer amizade com eles, somente andava com garotas. No caso, Yukiko, Nuru e Kisara.

Meia hora depois, o trio estava andando por uma espécie de viela, seguindo o mapa que o loiro tinha nas mãos, enquanto que o jovem de cabelos tricolores olhava de forma curiosa para o entorno, sendo que nunca havia andado naquela parte da cidade, enquanto que Honda perguntava, após olhar em volta:

- Jounouchi... Onde você está levando a gente?

- Não se preocupe com isso! Tem alguma coisa melhor para fazer? Ainda é cedo para nós encontrarmos com a Nuru-chan e as outras no Burguer World – Katsuya comenta, para depois, apontar com o dedo em uma direção – Ei, a rua é aqui!

Conforme andavam, o jovem de cabelos tricolores passava a demonstrar receio em seu semblante em vez de curiosidade ao ver a viela em que andavam atualmente e pergunta com audível receio em sua voz, enquanto a mantinha baixa para não chamar a atenção de alguns homens caídos no chão e encostados naquelas paredes desgastadas, contendo algumas manchas irreconhecíveis:

- Este lugar é seguro?