Notas da autora
Yo!
O motivo da primeira cena de sexo ser um hentai e não um lemon com toques BDSM foi porque nunca escrevi uma cena de sexo nesse estilo.
O máximo que eu fazia eram homens dominadores, mas que não usavam apetrechos e outros objetos para exercer a sua dominação, isso quando não ficavam provocando ao ponto de fazer a sua parceira/parceiro implorar para serem tomadas (os).
Portanto, decide começar com cenas de sexo que tenho mais facilidade por colocar em todas as fanfictions que fiz até hoje, uma vez que só escrevi um yaoi, antes de começar as de Yu-Gi-Oh! O próximo será um lemon nesse mesmo estilo.
Tenham uma boa leitura. XDDDD
Capítulo 13 - Hentai
Atemu beija a morena, com a sua língua exigindo passagem enquanto passava as mãos pelo corpo dela, percebendo que ela já estava nua.
De forma implacável a sua língua abre caminho pelos lábios e as línguas começam a duelar, com a de Atemu subjugando a outra, acabando por ter livre acesso ao mesmo tempo em que as suas mãos fortes passeavam pelo corpo perfeito da bronzeada, que por sua vez, arranhava a pele ocre do príncipe e torso musculoso com as suas unhas, o fazendo ficar ainda mais agressivo no beijo.
- Você está se comportando muito mal. Não devia me provocar. – ele fala em um tom rouco e profundo, além de autoritário, fazendo-a ter calafrios de prazer enquanto mordia os lábios.
- Eu disse que queria me queimar em suas chamas... E sim, eu mereço ser punida, não acha mestre?
Sem aviso, ela morde o lábio dele quando ele tornou a beijá-la com volúpia, fazendo-o bater audivelmente em uma das nádegas dela, arrancando um leve grito de prazer da morena, para depois, apertar o local avermelhado com a sua mão, fazendo-a suspirar porque este ato apenas a deixava mais sedenta, com ela acreditando que os olhos carmesins do príncipe herdeiro pareciam brasas ardentes prestes a irromperem em chamas ardentes e igualmente vorazes.
Então, ele puxa fortemente a cabeça dela para trás ao segurar brutalmente os seus cabelos, erguendo o seu queixo enquanto mordiscava a pele até que dá uma mordida mais vigorosa, fazendo-a arfar ao mesmo tempo em que a soltava abruptamente, para depois ordenar com a voz implacável e igualmente autoritária em um barítono rouco e profundo que arrancam arrepios prazerosos da bronzeada:
- Vire-se com os pulsos atrás!
Propositalmente, ela não faz isso e recebe outro tapa estalado e forte em sua outra nádega que é apertada ainda mais fortemente nas mãos másculas do príncipe, que dá um segundo tapa na outra nádega, com a bela morena mordendo os lábios, decidindo acatar a ordem dada enquanto era evidente o prazer em seu semblante.
Então, ele prende os seus punhos ao conjurar cordas mágicas, para depois mordiscar a pele do pescoço dela, mordendo em seguida o seu ombro, fazendo-a arfar, estalando novamente a sua mão em uma das nádegas, com ela gemendo baixo, com Atemu falando roucamente enquanto exibia um sorriso lascivo:
- Já que insiste... Se prepare, eu vou fodê-la duramente e irá implorar por mais!
Ele dá mais um tapa forte em uma das nádegas de Kesi, fazendo-a arfar profundamente enquanto os seus seios saltavam para frente, apertando em seguida o local que estava avermelhado, fazendo-a arfar, para depois soltá-la bruscamente, conjurando em seguida uma coleira e correntes, a puxando através deles ao mesmo tempo em que ia até um móvel que ficava em seu quarto.
Então, o príncipe abre uma gaveta, separando alguns objetos enquanto era visível a marca das mãos do príncipe nas nádegas dela que estavam vermelhas.
Ele segura fortemente os cabelos dela e a força a cair de joelhos, com ela exibindo uma face repleta de desejo enquanto um sorriso sombrio e lascivo enfeitava o rosto do príncipe que puxava a corrente mágica, fazendo-a esticar o pescoço ao mesmo tempo em que aproximava os seus lábios aristocráticos do ouvido dela que se contorcia de prazer abaixo da sua cintura.
- Vamos ver se é digna de ter o corpo tocado pelas minhas mãos...
Nisso, ele afrouxa a corrente ao mesmo tempo em que exibia um olhar repleto de puro desejo, com a morena olhando o membro bem dotado dele que era grosso e grande, com ele falando enquanto simulava uma falsa indecisão:
- Devo ou não...
Rapidamente, ela coloca o membro túrgido em sua boca e começa a fazer sexo oral nele, com o príncipe adorando a sensação do membro dentro da boca macia e quente enquanto ela trabalhava em sua extensão. A língua quente e habilidosa da morena lambia o seu eixo e comprimento, passando na fenda do prepúcio do membro túrgido, antes de começar a chupar fortemente, com a boca talentosa da bronzeada enviando choques de prazer por Atemu e em um determinado momento, sorrindo de forma travessa, ela usa levemente os seus dentes, sendo o suficiente para incomodá-lo devido a ereção pulsante.
Rosnando gruturalmente como uma fera, ele segurava o rosto dela entre as mãos e começa a penetrar vigorosamente a boca macia e quente dela com o seu membro, a fazendo salivar enquanto a umidade no sexo dela aumentava até que ele goza em um gemido rouco e animalesco, liberando a sua essência dentro da boca dela, com a morena engolindo a essência do princípe.
Então, ele retira o seu membro da boca dela, para depois puxar violentamente a corrente, usando-as em seguida para bater em suas costas em um ritmo intenso para puni-la, revezando com as nádegas dela enquanto procurava dosar a sua força, uma vez que aquilo não passava de um jogo entre eles, já que Kesi era sadomasoquista e sentia muito prazer quando Atemu fingia ser um príncipe cruel e lascivo, com ele entrando na fantasia ao incorporá-lo, embora ele apreciasse ser dominador, mesmo fora da fantasia.
- Por favor, mestre, eu vou me comportar e...
Ela geme de prazer ao vê-lo conjurar um chicote mágico que não deixaria marcas visíveis, virando-a de costas enquanto a empurrava contra a beirada da cama, forçando-a a apoiar os ombros ao mesmo tempo em que ele erguia o chicote, falando de forma autoritária:
- Você irá contar. Serão dez chicotadas!
Ele começa a descer as chicotadas, dando uma pausa de alguns segundo entre elas, com Kesi contando cada uma delas, sendo que começava a gritar na quinta até que dá um grito final quando chega à décima ao mesmo tempo em que chegava ao ápice, liberando a essência da sua intimidade, fazendo-a escorrer nas suas pernas enquanto recuperava o fôlego com um sorriso de satisfação no rosto, sentindo que as suas pernas pareciam feitas de manteiga.
Atemu a puxa de modo a falar roucamente no ouvido dela:
-É mesmo uma vadia...
Então, ele larga o chicote no chão, para pegar abruptamente o rosto dela com as duas mãos, ordenando:
- Abra a boca!
Ela abre, colocando a língua para fora enquanto se preparava. Ele começa a penetrar vigorosamente o seu membro túrgido na cavidade macia que era a boca dela, com Kesi sorrindo ao mesmo tempo em que gerenciava a penetração vigorosa, frenética e profunda do príncipe que a conhecia muito bem, sabendo até onde podia ir e o quanto ela aguentava, mantendo uma margem de segurança.
Enquanto eles se divertiam, os guardas ao longe ouviam o som baixo de gritos femininos e de chicote enquanto gemiam por não poderem sair da posição que estavam, sendo que invejavam o príncipe porque era notório o fato de que muitas se jogavam em seus braços e imploravam pela atenção dele, inclusive outros homens.
Mais tarde, eles estão dormindo na cama de Atemu que era imensa. Kesi estava deitada ao lado dele, plenamente satisfeita do sexo que tiveram, gerenciando as dores nos bons lugares que sentia, tanto pelo sexo brutal e selvagem ao ser subjugada, administrando a dor e ardência em suas nádegas e costas provenientes da corrente e do chicote que desceu implacavelmente nela, fazendo-a arfar e gemer de prazer cada vez que picava a sua pele enquanto era ciente das marcas de mordidas que tinha ao mesmo tempo em que Atemu tinha marcas de unhas em sua pele musculosa e bronzeada.
A bronzeada era ciente que algumas marcas seriam visíveis tais como as mordidas, mas, não se importava porque muitas sentiriam inveja dela, mais do que já sentiam por reconhecerem ela como sendo a favorita do príncipe e que detinha a maior autoridade dentro do harém dele.
Ademais, após encerrarem as atividades, Atemu havia banhado ela gentilmente, uma vez que Kesi estava exausta e igualmente satisfeita.
Após secá-la, deitou a bela morena na cama, tratando em seguida da pele dela com óleos terapêuticos, massageando cuidadosamente a epiderme, visando aliviar a dor. Ela estava orgulhosa por ter ensinado Atemu ser um amante gentil e atencioso com os parceiros, com ela se recordando de quando ensinou a ele os prazeres da carne ao ser a primeira e o respeito para com os seus amantes e cuidados posteriores.
Então, ambos ouvem algumas batidas na porta que o despertam e quando ela ia se levantar, o príncipe põe as mãos gentilmente em seus ombros, falando:
- Você deve descansar. O seu corpo está dolorido
A morena sorri, consentindo, vendo o príncipe sair da cama, colocando apenas um shenti de linho simples caso fosse algum problema com o império enquanto se dirigia a porta, concentrando a sua magia para usá-la caso fosse alguém perigoso, embora houvesse guardas guarnecendo cada um dos lados do corredor.
Ao abrir uma das portas duplas, reconhece como sendo duas escravas sexuais do seu harém que entram, usando uma Haik.
Quando ele fecha a porta, ambas se aproximam dele, começando a disputar a sua atenção.
Então, uma delas fala languidamente após retirarem as suas parcas roupas e algumas joias que possuíam, procurando não olhá-lo nos olhos:
- Faz tempo que não solicita uma de nós... Por favor, queremos cuidar do senhor, Iry-pat (príncipe herdeiro).
- Sim, por favor. – a outra falava enquanto esfregava os seus seios fartos em um dos braços do príncipe.
Kesi sorri e senta na cama, falando:
- Será uma noite bem longa...
Elas olham para a cama imensa que cabia oito pessoas confortavelmente, exibindo surpresa em seus semblantes ao verem a mulher de pele bronzeada nos lençóis de linho e que por estar nua, evidenciava que havia se divertido, pois a morena não tinha qualquer pudor em revelar o seu corpo nu que causava inveja a muitas mulheres, com ambas as jovens percebendo marcas de mordidas nela porque ainda estavam visíveis.
Uma delas murmura com inveja em seu semblante:
- Isso é maldade, Kesi. Você estava tendo o Iry-pat apenas para você.
Atemu havia começado a mordiscar levemente os lábios de uma delas que havia acabado de entrar, com a outra procurando disputar a atenção dele enquanto que a sua amiga tinha os seus lábios amassado pelos lábios aristocráticos.
Então, Kesi fala:
- Essas duas são sadomasoquistas também, Iry-pat.
A bela morena usa o título honorífico com ele e uma voz humilde porque havia outras pessoas no ambiente e a bronzeada devia demonstrar o devido respeito.
- É sério? – ele pergunta com visível surpresa em sua face porque quando se deitou com elas, não sabia desse fato, embora ambas houvessem pedido para ele ser mais áspero durante o ato.
- Sim. Certo, meninas? – ela pergunta sorrindo enquanto olhava para ambas.
Elas consentem ao elevarem os seus olhos até os lábios do príncipe, pois era proibido olhar diretamente para os nobres sem autorização deles.
Então, Kesi se ergue e gerenciando as dores em seu corpo, ignorando o olhar do príncipe que dizia claramente para ela descansar na cama, a mesma se dirige até o móvel, mostrando alguns objetos que fizeram as jovens ficarem surpresas enquanto mordiam os seus lábios em uma antecipação prazerosa, com ambas sentindo um calafrio de prazer ao imaginar os objetos sendo usados nelas.
O príncipe invoca coleira e correntes mágicas para ambas, as puxando bruscamente, fazendo-as quase perder o equilíbrio enquanto começava a encarnar um mestre sádico, com elas se derretendo com a face repleta de luxúria e com o sorriso pervertido e igualmente perverso que surgia nos lábios aristocráticos.
- Virem-se colocando os punhos atrás das costas! – ele ordena em um tom autoritário que não aceitava contestação.
Mordendo os lábios, elas decidem demorar um pouco para acatarem a ordem.
Quando elas cumprem a ordem dada, os seus punhos são presos atrás das costas e após se certificar que estavam bem presas com a sua magia, Atemu exclama asperamente, mantendo-as de costas para ele:
- Vocês demoraram em cumprir as minhas ordens... Vão apanhar como as vadias que são!
Então, ele pega as correntes de ambas e começa a chicoteá-las, fazendo-as arfarem enquanto a umidade e o desconforto entre as pernas delas aumentavam, com elas se contorcendo como podiam ao mesmo tempo que nos seus gritos havia o indício do prazer que estavam sentindo.
Após ele cessar, puxando-as para ele, elas começam a se esfregar no corpo dele que fala roucamente ao aproximá-las de sua boca, as surpreendendo ao virá-las, puxando-as pelos seus cabelos, deixando os ouvidos dela lado a lado enquanto falava em um barítono rouco, profundo e autoritário que fazia surgir calafrios de prazer nelas:
- Se preparem porque irei fodê-las duramente e profundamente. - ele fala com os orbes carmesins escuros e repletos de pura perversão.
Elas ofegam de prazer frente à promessa que as fazem contorcer as pernas até que ele fala com uma voz profunda, autoritária, ameaçadora e inquestionável:
- Só vão se mexer se eu ordenar e somente irão gozar quando eu permitir. Vocês compreenderam?
Ele pega as correntes e as utiliza para bater nelas novamente, arrancando um gemido sôfrego delas que falam fracamente:
- Compreendi, Iry-pat.
- Eu também, Iry-pat.
Então, o príncipe herdeiro pega fortemente os cabelos de ambas, uma em cada mão, as forçando a se ajoelharem enquanto elas gemiam de prazer, com ele mantendo as correntes esticadas enquanto retirava magicamente o seu chanti ao se concentrar, ordenando no mesmo tom anterior:
- Chupem! Eu o quero limpo, entenderam?
- Sim, mestre. – elas falam em usino.
Então, elas começam a disputar entre si o membro dele enquanto Kesi sorria ao ver a cena, confessando que sempre se surpreendia com a resistência dele porque não era a primeira vez que ele fazia mais sexo e que aquela noite seria, de fato, muito longa.
No corredor de ambos os lados, os guardas ouvem novos gritos femininos e sons de chicotadas apesar de serem baixos pela distância enquanto sentiam inveja renovada do príncipe porque viram as duas escravas passando.
Não desejando sentirem mais inveja ao ver as belas beldades que frequentavam aquela ala para irem se deitar com o príncipe, muitos deles desejavam trocar de lugar com os que guardavam o espaçoso e luxuoso quarto do Per'a'ah, uma vez que como estava doente, não teria lindas mulheres desfilando na frente deles, se dirigindo para um dos quartos reais, fazendo com que não precisassem ouvir o príncipe sortudo que tinha lindas beldades enquanto que eles não tinham uma bela mulher há algum tempo.
