Capítulo 22 - Extra - Lemon
O servo se encontrava com os braços presos atrás das costas e com os joelhos apoiados na cama enquanto que o Faraó segurava firmemente a cabeça dele, estocando a boca dele com o seu membro grosso, grande e pulsante, se deleitando com a sensação ao mesmo tempo em que inspirava roucamente, soltando pequenos grunhidos, com o servo sorria extasiado por sentir o membro do seu monarca em sua boca.
Atemu enfiava profundamente o seu membro latejante na garganta do homem que gemia abafado, se deleitando com a sensação de ser domado.
O ritmo ficava cada vez mais forte e intenso, fazendo o monarca gemer roucamente enquanto exibia alguns rosnados roucos e guturais conforme o prazer se intensificava, com o soberano se mexendo vigorosamente conforme estocava selvagemente a boca do servo que apreciava o tratamento rude e selvagem porque não era a primeira vez, com o Faraó sabendo que ele adorava ter a sua garganta estocada pelo seu membro.
Afinal, aquele servo adorava um sexo brutal e áspero, com Atemu se deleitando com a maciez da boca do mesmo.
Seus impulsos ficavam cada vez mais fortes e exigentes conforme transpirava, sentindo seu clímax se aproximar até que enfia uma única vez e libera a sua essência na garganta do servo que engole avidamente, com o rei mantendo o seu membro firmemente afundado em sua boca.
Após ele tirar de sua boca, o servo começa a limpar o membro, retirando qualquer vestígio de sêmen.
- Vire-se e curve para frente. – o rei ordena com a sua voz barítono profunda e implacável.
Com dificuldade, o servo se vira e se curva, expondo ainda mais o seu ânus, passando a sentir o dedo o massageando naquele local, ouvindo o Faraó murmurar algo e depois, uma sensação dentro dele, com ele sorrindo porque apreciava quando o seu soberano usava magia, sabendo o quanto ele apreciava ter a sensação de ficar ainda mais sensível que o normal.
Então, Atemu pega um pequeno vaso estreito que continha um óleo e lambuza os seus dedos, começando a prepara-lo ao inserir um dedo sem aviso, fazendo o servo se contorcer ligeiramente com a intrusão, para depois, relaxar porque sabia que se relaxasse seria melhor.
O Faraó começa a empurrar o dedo dentro e fora dele fazendo o homem soltar leves gemidos enquanto sorria para depois penetrar o segundo dedo, deslizando ambos dentro dele ao mesmo tempo em que o empurrava, para depois deslizar o terceiro, continuando com o movimento.
Aproveitando os movimentos, o monarca procurava o feixe de nervos do servo, conseguindo encontrar e ao escovar aquele ponto, arrancou gritos de prazer do homem subjugado a sua frente, percebendo que o membro do servo ficava cada vez mais túrgido, assim como o dele, com os gemidos de prazer ecoando da boca do homem sem qualquer restrição enquanto Atemu procurava alargar a entrada dele com os dedos cobertos de óleo.
Sorrindo de canto, ele alterna entre acertar aquele ponto sensível e os movimentos de tesoura que fazia com os três dedos, mergulhando o homem abaixo dele em uma euforia de dor e de prazer, aumentando os gemidos do mesmo.
Então, ele retira os dedos ao sentir que o havia preparado, decidindo virar um pouco do óleo em sua entrada parcialmente esticada, com o servo gemendo de prazer pela substância que era derramada dentro dele.
O servo geme de deleite conforme sentia a mão do monarca se dirigindo até a base do seu pênis enquanto o ouvia murmurar palavras inaudíveis, para depois ficar estarrecido ao sentir algo em seu membro, o pressionando em um misto de dor e de prazer, percebendo que não eram dedos e sim, algo que restringia o seu membro e ao virar a cabeça para baixo, observa algo dourado na base do seu pênis, com o Faraó sussurrando roucamente em sua voz barítono profunda, arrancando gemidos de prazer do servo ao aproximar os seus lábios do ouvido do mesmo:
- Você sentirá muito prazer quando eu retirá-lo. Porém, será somente quando eu permitir e a minha magia vai se certificar disso. Você não irá gozar sem a minha autorização. Compreendeu?
O homem estava imerso na sensação agoniante e prazerosa ao sentir a constrição implacável do item mágico e em virtude desse fato, não responde a pergunta.
Atemu estala uma de suas mãos em uma das nádegas do servo, fazendo-o gritar em um misto de prazer e dor enquanto o monarca falava:
- Eu fiz uma pergunta. Responda.
- Sim, mestre. – ele fala em um murmúrio de prazer.
Então, o Faraó estala a sua outra mão na outra nádega dele, fazendo o servo ir levemente para frente ao mesmo tempo em que gemia de deleite ao sentir a dor em suas duas nádegas.
- Isso é por ter demorado em responder.
Após o tapa, Atemu ensaboa o seu pênis e se posicionava na entrada do homem abaixo dele, agarrando a sua cintura com força para retê-lo no lugar, para depois, empurrar abruptamente o máximo para frente, se encaixando no servo que chorava em um misto de dor prazerosa conforme gemia ao sentir a intromissão implacável e igualmente profunda do membro em sua cavidade quente enquanto curvava a coluna, se deliciando pela dor ao mesmo tempo em que se deleitava com a sensação de ser totalmente preenchido.
Então, sem esperar que ele se ajustasse ao seu comprimento e grossura, ele puxou para fora com tanta rapidez e força que o servo estremeceu, gritando em um misto de prazer e dor enquanto o Faraó o estocava selvagemente, com as suas penetrações sendo duras, rápidas e implacáveis, fazendo o servo gritar pela euforia da dor prazerosa que disparava em seu corpo ao mesmo tempo em que ofegava, lutando prazerosamente para suportar a ministração selvagem e áspera do seu monarca, ouvindo sons roucos e guturais de deleite de Atemu conforme se movimentava em um ritmo frenético e igualmente profundo, cravando dentro do homem subjugado abaixo dele que se encontrava totalmente entregue as suas ministrações implacáveis conforme se rendia sob a velocidade de sua ferocidade e resistência, assim como o peso do corpo do monarca se chocando contra a carne de suas nádegas, fazendo o servo gritar em uma agonia de dor eufórica e de êxtase profundo enquanto era penetrado vigorosamente pelo seu Faraó, sentindo que era rasgado ao meio, com ele se deleitando com a sensação dolorosa e igualmente prazerosa.
Então, ele empurrou em um ângulo diferente, muito mais duro e exigente, fazendo o servo se deleitar em dor prazerosa, fazendo-o entrar em um frenesi de prazer quando Atemu choca o seu membro no feixe de nervos dele, levando-o ao êxtase ao mesmo tempo em que sente a restrição dolorosa e prazerosa em seu membro inchado que o impede de gozar, levando-o a dor prazerosa ao ter o seu feixe de nervos pressionado ferozmente várias vezes enquanto era incapaz de liberar.
Conforme o estocava impiedosamente e de forma exigente, o Faraó procurava segurar o seu prazer, evitando a sua liberação porque queria prolongar o seu prazer.
O monarca continuava com os seus movimentos, não os abrandando, fazendo o homem subjugado abaixo de si ofegar em um êxtase imenso, gemendo de deleite conforme ouvia rosnados de prazer do seu soberano que arfava guturalmente como se fosse uma fera.
Ele continua atingindo o ponto sensível do seu servo, de novo e ferozmente, fazendo-o contorcer o seu corpo e gritar de prazer, repetitivamente, até que após vários minutos, quando ia gozar, não consegue liberar a sua essência e passa a sentir a sua ereção dolorosamente prazerosa, com ele amando a dor enquanto continuava se deleitando com a dor da ministração selvagem, profunda e áspera do Faraó.
Então, ele vira o servo de costas na cama e ordena com a sua voz barítono e implacável:
- Enrole as suas pernas em torno da minha cintura!
O servo faz isso e arqueia a cabeça para trás quando sente a penetração profunda do monarca enquanto continuava o mesmo ritmo implacável e feroz, atingindo o seu feixe de nervos prazerosos várias vezes, fazendo o homem gritar de agonia prazerosa, incapaz de segurar seus gritos de prazer ao mesmo tempo em que era penetrado vigorosamente e rapidamente, com a luxúria nublando os seus sentidos, com o servo embaixo dele sendo uma bagunça interminável de prazer e quando tentou liberar novamente se sentiu restringido, fazendo-o gemer na agonia prazerosa que lhe era imposta. Os seus gemidos sôfregos de prazer e dor preenchiam o ambiente juntamente com os gemidos roucos e guturais do Faraó que ainda mantinha o mesmo ritmo.
Então, ele afasta as pernas do servo do aperto firme ao redor de sua cintura, para jogá-los sobre os ombros, fazendo assim com que tivesse um acesso ainda mais profundo, se deleitando com o semblante de prazer e dor do homem rendido abaixo dele que se contorcia como uma serpente enquanto gritava de êxtase e dor várias vezes conforme continuava as penetrações profundas e selvagens, com Atemu olhando orgulhosamente para o seu anel mágico que mantinha o membro do seu servo firmemente preso e incapaz de liberar ao mesmo tempo em que o seu corpo suportava com tremores prazerosos suas investidas implacáveis conforme se encontrava a mercê do monarca que continuava a bater ferozmente nele com o seu membro, continuando a segurar o seu prazer.
Ao sentir o servo estremecer novamente pelo prazer retido, ele torna a posicioná-lo de joelhos na beirada da cama, sem se retirar dele, para depois, voltar a golpeá-lo profundamente, com o som de carne se chocando revibrando pelo ambiente para se juntar aos gritos de dor eufórica do servo e gemidos guturais e igualmente roucos do soberano, com o seu membro túrgido, grosso e grande fazendo o homem gritar de deleite em um misto de dor e prazer ao ponto dos seus olhos revirarem nas órbitas, com o seu corpo sendo retido pelas mãos de Atemu que pareciam ser feitas de aço enquanto o seu ombro era pressionado contra a cama, com o Faraó continuando suas penetrações vigorosas, implacáveis e profundas, fazendo o servo gemer de deleite e remexer seu corpo ao se encontrar imerso na mais doce e pura agonia, com a sua mente enlouquecida em prazer e dor, dando gritos de prazer conforme seu ponto de nervos era atingido implacavelmente, fazendo-o curvar a coluna várias vezes.
Então, o monarca sente que o servo embaixo dele estava chegando ao êxtase novamente e conforme sente se aproximando cada vez mais do seu limite, ele começa a penetrá-lo ainda mais fortemente, se era possível e quando entra uma última vez, ele libera a restrição do membro do homem com a sua magia enquanto liberava o seu prazer sobre um urro de prazer gutural e praticamente animalesco ao mesmo tempo em que o servo embaixo dele gritava audivelmente, com o prazer o inundando em ondas intensas enquanto liberava seu gozo sobre a cama em jatos de prazer, para depois desabar, completamente exausto, gemendo de prazer ao setir que era preenchido pela essência do seu monarca em forma de jatos potentes, com o prazer inundando o corpo do Faraó que cai em cima do servo, para depois, se refazer, desfazendo as cordas mágicas que prendiam os braços atrás do corpo do homem.
O soberano inspirando profundamente enquanto o servo tremia em um misto de prazer e dor, fazendo-o cair na inconsciência conforme terminava de desabar na cama embaixo dele.
O Faraó sai do corpo do homem inconsciente abaixo dele após se recuperar dos espasmos de prazer, retirando seu membro da cavidade quente, para depois, ajeitá-lo na cama, pegando outro óleo da gaveta para massagear as suas costas, pois sabia que elas estariam doloridas quando ele acordasse, além de usar o óleo internamente nele ao usar um dedo para tentar aplacar a ardência e dor que ele sentiria ao acordar, separando também uma espécie de tônico feito de ervas, despejando um pouco do conteúdo em um recipiente ao lado da cama, para que quando o homem acordasse, o tomasse, visando ajuda-lo a voltar ao seu quarto ao mesmo tempo em que o Faraó daria seis dias de folga para ele, para que pudesse se recuperar.
