Notas da autora

Yukiko insiste...

Yuugi acaba...

Seto decide...

Atemu surpreende Yukiko quando...

Capítulo 30 - Os termos de uma proposta

Yukiko consegue quebrar as correntes que prendiam as suas mandíbulas, surpreendendo todos e quando ia lançar o seu ataque no monarca, os Hem-netjr se põe em posição defensiva.

Então, surge um choque violento que percorre o seu corpo, fazendo-a gritar de dor e se contorcer em agonia, sabendo que era a punição da coleira por ter se libertado.

Após Atemu exclamar, oculta o seu desespero em um tom de voz firme porque Yuugi, que estava abraçado a ela, havia sofrido o choque como efeito colateral, o fazendo gritar de dor:

- Cesse!

A descarga elétrica cessa, fazendo a albina sorver goles de ar enquanto os seus músculos se recuperavam da punição, com Yuugi a abraçando ainda mais, ao mesmo tempo em que solvia goles de ar, sentindo dores intensas em seu corpo.

Mesmo sentindo dores intensas, o jovem continuava afagando-a como podia, usando movimentos gentis, com o soberano percebendo o forte vínculo entre ambos porque o jovem devia saber da punição e mesmo sabendo que acabaria atingido como consequência, não a soltou.

- Você sabia que sofreria junto dela. Por que não a soltou? - o monarca pergunta, embora desconfiasse da resposta enquanto que desejava que não fosse porque a amava, além do sentimento de amizade.

O soberano ficou surpreso com a sua linha de pensamento e a possessão que sentia pelo menor.

- Ela é minha amiga, assim como a Kisara. Elas são a minha família, principalmente a Yukiko-chan. Por eles, eu sou capaz de dar a minha vida, sem pestanejar.

O jovem continuava falando sem emoção, pelo menos, aparentemente.

Afinal, Atemu notou que ele demonstrava emoção em sua voz quando se referia a Kisara e Yukiko.

Então, de repente, quando a meia dragoa ergue as mandíbulas, rosnando em pura fúria após se recuperar da punição automática por ter conseguido libertar as suas mandíbulas, a albina afasta o seu amigo dela para não ser punido novamente enquanto se amaldiçoava por não tê-lo afastado do seu corpo, fazendo com que sentisse uma dor e culpa indescritível ao ver o sofrimento que Yuugi passou por estar segurando ela no momento que libertou a sua boca das restrições.

Percebendo que ela estava começando a se erguer para lutar novamente, Seto avança rapidamente em direção ao Yuugi e através de um movimento inesperado para a meia dragoa, o Hem-netjr consegue tirar ele de perto dela, se afastando da meia dragoa enquanto o prendia em uma chave de braço, apontando ao mesmo tempo, a ponta afiada do seu Sennen Shakujou contra o pescoço do jovem.

- Yuugi-kun! – Yukiko exclama aterrorizada, para depois, rosnar – Seu bastardo! Solte o Yuugi-kun!

- Se tentar atacar o Per'a'ah novamente, agora que está sem mordaça, já sabe o que vai acontecer. Estamos entendidos? – ele simula uma face série e determinada, que era apenas um engodo para fazê-la obedecer ao seu soberano sem precisar recorrer à punição.

Afinal, foi esse o plano que o Guardião Sagrado criou e que comunicou a Atemu após ter a aprovação dele. Esta encenação era um recurso que somente iriam usar se ela não aceitasse os termos e tentasse lutar novamente contra eles.

Como a ameaça não era verdadeira, ambos precisavam exibir uma interpretação impecável para convencê-la de que eles iriam cumprir com o intento.

As garras das patas dela se retraem no piso de arenito, fazendo alguns sulcos conforme tentava controlar a fúria intensa que a tomava porque era plenamente ciente de que não havia nada que pudesse fazer para salvar o seu amigo do homem que o capturou e o ameaçava com um objeto dourado que possuía uma ponta afiada.

Afinal, ainda se encontrava com o corpo imobilizado e embora as correntes douradas demonstrassem trincas em sua superfície, permitindo que se libertasse se forçasse as correntes, havia o fato imutável de que o seu amigo se encontrava demasiadamente longe e com uma ameaça constante em seu pescoço.

Portanto, mesmo que ela conseguisse se libertar das restrições em seu corpo, era plenamente ciente de que não teria tempo hábil para evitar um ferimento fatal.

Yukiko exclama em um tom de voz repleto de fúria enquanto olhava para o monarca daquele império:

- Não acredito que matará um inocente! Ademais, ele não reagiu! Eu sou a única que está reagindo!

Atemu endurece as suas feições, exibindo uma feição de implacável autoridade e orbes carmesins que demonstravam a seriedade de suas palavras enquanto os estreitava, fazendo uma inclinação questionadora de sua cabeça, decidindo demonstrar a seriedade de suas palavras e ações, embora fosse tudo um engodo para fazer a dragoa a sua frente acreditar que ele seria capaz de matar um inocente, algo era incapaz de fazer, ainda mais aquele que amava com toda a força do seu coração enquanto era obrigado a lutar ferozmente contra o seu desejo de tirá-lo do seu primo e de segurá-lo em seus braços para protegê-lo do mundo com toda a força do seu amor.

- Eu sou o nascer do sol e sou um Netjer (Deus) na terra porque possuo ascendência divina. Minha vontade é lei e o meu julgamento é divino. Ele é apenas um escravo, uma propriedade que eu posso me desfazer, se assim desejar. Inclusive, sabia que posso torturá-lo até a morte com aquele choque? – Ele fala em um tom de voz barítono profundo, duro e cortante, fazendo ela sentir arrepios ao se recordar da punição da coleira, passando a temer o que aconteceria ao Yuugi – Você parecer ser bem resistente, mas os seus amigos não são resistentes. Esse escravo suportaria o mesmo? Por acaso, ainda duvida da seriedade das minhas ações?

Ele exalava todo o poder e a autoridade que detinha ao mesmo tempo em que os olhos gélidos não demonstravam qualquer hesitação enquanto exibia um semblante implacável que demonstrava todo o seu poder e autoridade. Por mais que detestasse admitir, sabia que estava de mãos atadas. O homem a sua frente, embora ela duvidasse que fosse apenas um homem conforme o conhecia naquele instante, estava falando sério, fazendo-a temer pelo seu amigo.

Inclusive, nunca havia visto tal postura na sua frente, com o soberano exalando todo o poder e a autoridade que detinha ao mesmo tempo em que os olhos gélidos não demonstravam qualquer hesitação enquanto exibia um semblante implacável que demonstrava todo o seu poder e autoridade. Por mais que detestasse admitir, sabia que estava de mãos atadas. O homem a sua frente, embora ela duvidasse que fosse apenas um homem conforme o conhecia naquele instante, estava falando sério, fazendo-a temer pelo seu amigo.

Afinal, ela não conseguiria viver se algo acontecesse a ele por sua culpa e ao olhar para o homem que detinha o seu amigo em seus braços, o ameaçando com a ponta afiada do estranho objeto mágico dourado em forma de cajado curto, percebeu que ele detinha o mesmo tipo de olhar em seus olhos gélidos, fazendo-a acreditar piamente que eles iriam cumprir com a ameaça.

Suspirando profundamente enquanto suprimia o seu rosnado de fúria e exasperação, a albina abaixa a cabeça em submissão, sabendo que a oferta dele era a sua única tábua de salvação para ela, Yuugi e Kisara.

Portanto, a seu ver, devia aguentar a batalha e aproveitar essa chance que era ofertada, passando a olhar com hesitação para o monarca porque temia ter perdido essa chance com a sua conduta anterior.

Atemu havia percebido em seu semblante, conduta e olhar derrotado que havia ganhado aquele embate e que ela havia acreditado piamente em seu engodo e o do seu primo.

Porém, o rei sabia que mesmo ganhando aquele embate, era apenas uma luta e ele precisava vencer a batalha, decidindo que iria se aproveitar do fato de sua adversária ter cedido para pressioná-la ainda mais porque desejava a rendição completa.

Afinal, precisava garantir a segurança de todos aqueles que se encontravam sobre sua responsabilidade, fosse de forma direta ou indireta.

Além disso, o outro motivo de desejar ardentemente que ela se sujeitasse as suas ordens foi para que não precisasse usar a punição da coleira nela novamente porque era algo horrível, a seu ver e ele não queria ficar aplicando essa punição quando a dragoa recusasse a cumprir alguma ordem.

No final, os seus atos eram para não fazê-la sofrer com o objeto em seu pescoço e que não podia tirar porque precisava proteger o seu povo da fúria de um dragão. Como Per'a'ah, era o seu dever garantir isso.

Ademais, mesmo não desejando usar a coleira nela, se ela se provasse uma ameaça, usaria sem hesitar.

Porém, desejava arduamente evitar o seu uso o máximo possível.

Então, mantendo a sua postura, olhar e voz, ocultando os seus verdadeiros sentimentos, ele pergunta em um tom autoritário e igualmente implacável:

- Você ainda dúvida?

- Não, mestre. – ela responde com humildade em sua voz, embora estivesse tomada pela fúria por dentro enquanto falava a palavra "mestre" de forma forçada.

Afinal, apesar de detestar usava essa palavra, havia usado para agradá-lo porque a proposta dele havia se tornado a única salvação dela e dos seus amigos.

- Irei repetir a oferta. Você aceita os termos? Irá cumprir com a sua parte? Juro em nome dos Netjer (Deuses) e em meu próprio nome como Netjer (Deus) que cumprirei com a minha parte caso eu perca. Porém, saiba que eu não vou perder. – ele fala com uma voz e postura extremamente autoconfiante que a deixa estarrecida porque ele era um autêntico poço de confiança inabalável.

A meia dragoa cerra as mandíbulas, suprimindo o rosnado que havia se formado em sua garganta ao mesmo tempo em que tentava suprimir a fúria que a tomava por ser plenamente ciente que não tinha escolha por desejar libertar Yuugi e Kisara.

De fato, a proposta do rei era demasiadamente interessante para ignorar, embora estivesse preocupada se conseguiria derrotar os três monstros mais poderosos dele em virtude da autoconfiança extrema que demonstrava em sua postura e voz.

Então, decidindo espanar esse pensamento da sua mente porque não podia se permitir duvidar de si mesma, ela pergunta em um tom de voz respeitoso:

- Como sabe que eu não derrotarei os seus três monstros, mestre?

- Eu acredito que irá derrotar dois deles, mas não conseguirá derrotar o terceiro. – ele fala, exibindo uma confiança inabalável em sua voz e postura, deixando a meia dragoa estarrecida.

A autoconfiança do homem a sua frente era como uma fortaleza sólida e instransponível que se refletia em seu olhar, não restando à mínima dúvida em sua convicção de que ela perderia para o terceiro monstro, fazendo com que Yukiko ficasse chocada ao ponto da sua mandíbula cair, demonstrando a fileira de caninos afiados e alvos que podiam rasgar facilmente o aço.

A dragoa se refaz e depois olha para Yuugi e Kisara, ficando feliz por ter colocado uma de suas pulseiras no punho do jovem, sem que tivessem visto, usando os seus poderes, para em seguida, virar o seu focinho na direção do rei.

- E se seu perder essa aposta? - ela pergunta enquanto arqueava o cenho direito.

- Com licença, Per'a'ah – Seto fala, chamando a atenção do seu primo - Eu gostaria de uma pequena audiência. Mahaado, você pode isolar a nossa voz, de modo que só possamos ouvir uns aos outros? Poderia isolar esse que está em meus braços para não ouvir, também?

O Superintendente dos magos arqueia o cenho direito com o pedido, mas consente enquanto que o monarca fazia um sinal para os outros Guardiões Sagrados, além de Rishido, Shimon e Diiva se reunissem em volta dele.

Após fazer a sua magia para isolar a voz deles, permitindo que somente eles e o soberano ouvissem um ao outro, Atemu fala de forma autoritária, demonstrando a sua preocupação com o aperto de Seto sobre Yuugi enquanto lutava fortemente contra o desejo de tomar aquele que amava em seus braços para protegê-lo:

- Afrouxe um pouco. Ele não parece disposto a se rebelar e não quero vê-lo asfixiado.

- Eu peço desculpas, Heru (Hórus). Vou aliviar um pouco o aperto. Como ele se mexeu antes, achei que iria se debater para ir até aquela dragoa. – ele fala em um tom de desculpa.

- Então, o que deseja com essa audiência, Hem-netjr Seto?

- Per'a'ah, qual o plano do senhor quando ela perder? O que exigirá em troca?

- Mahaado irá reforçar a coleira dela porque tenho que proteger o meu povo. Não posso deixá-la sem uma restrição. Ela é demasiadamente poderosa e eu percebi que é jovem, ainda. Imagine o seu poder quando ficar mais velha. Portanto, para nos precavermos, a dragoa terá que obedecer às minhas ordens de forma irrestrita, se submetendo a mim ao mesmo tempo em que irei permitir que Yuugi a veja junto de Kisara. - Atemu fala após inspirar profundamente.

O portador do Sennengan fica surpreso ao ouvir o plano do seu sobrinho.

- Vai permitir que eles a vejam, Heru (Hórus)? - ele pergunta em um tom de hesitação.

- Você ousa questionar o seu Netjer (Deus), Hem-netjr Akhenaden? – o rei pergunta, inclinando a cabeça levemente em um tom de superioridade enquanto estreitava os olhos.

- Não! De maneira alguma, Nsw Atem. Apenas fiquei surpreso com essa parte, considerando o caos que ela causou.

- Devo mostrar a minha autoridade divina, implacável e inquestionável enquanto demonstro clemência, permitindo que ela e os seus amigos possam se reunir, posso reduzir a sua revolta. Separá-los, apenas fara aumentar o seu ódio e amargura. Ademais, eles possuem um vínculo forte, principalmente ela e Yuugi. Mesmo em relação à Kisara, a dragoa demonstra que a considera como uma amiga querida. Ao mesmo tempo em que exijo submissão, vou demonstrar clemência ao permitir que se encontrem. Isso irá confundi-la e aos poucos, aceitará a sua condição com menos resistência. Não acredito que o poder da coleira irá contê-la conforme ela envelhece. Eu tenho que pensar no futuro e não apenas no presente. Não pretendo despertar o ódio extremo de um ser como o poder dela.

"Ademais, quero fazer o Yuugi feliz. Se eu privá-lo de vê-la, aquelas belas gemas preciosas ficarem imersas em lágrimas e dor. Tudo o que eu desejo é ver aquelas pedras preciosas brilharem de pura felicidade, como brilhavam em meus sonhos." – Atemu completa em pensamento, saindo do mesmo com a voz do seu tio, que o faz estreitar levemente os olhos ao olhar para ele.

- O senhor é o Per'a'ah. Pode ter tudo o que desejar e tomar à submissão a força, sem precisar demonstrar clemência. Tem a coleira para detê-la e fazê-la se sujeitar as suas ordens. Se o objeto começar a demonstrar fraqueza em contê-la eficazmente, faremos todos os magos da corte reforçarem a magia do objeto para impedir que essa besta se liberte em algum momento do futuro.

- Um escravo sem ódio nos olhos é melhor do que um escravo com ódio no olhar. De fato, sou o soberano e o mais poderoso de todo o Kemet, além de temos essa coleira mágica para obrigá-la a me obedecer através da punição. Porém, se eu seguir o caminho da punição para fazê-la obedecer as minhas ordens, corro o risco de quebrá-la se usar toda a capacidade de punição do objeto. No final apenas restará duas opções em minhas mãos, caso eu enverede no caminho da punição. Ou terei em mãos um ser poderoso com o mais puro ódio no olhar ou terei um ser quebrado. Ambas as hipóteses são indesejadas.

"Ademais, Yuugi nunca me perdoaria se eu ferisse aquela dragoa. Ele é muito ligado a ela e senão me engano, eu pude ver um olhar maternal em seus olhos, como se ela visse Yuugi como um filho querido." – o soberano pensa consigo mesmo.

- "Quebrá-la"? Ela parece ser bem resistente, meu Faraó. Ela não é uma humana, depois de tudo e por mais que seja inteligente, é uma besta. Ademais, mesmo que a quebre, teremos o poder dela para tornar o império ainda mais poderoso. Não consigo enxergar qual o problema de a quebrarmos. Inclusive, a meu ver, seria altamente benéfico ao império.

Atemu suspira discretamente e fala, olhando atentamente para Akhenaden enquanto perguntava:

- Uma espada cega consegue cortar algo?

O Hem-netjer arregala os olhos e nega lentamente com a cabeça, enquanto exibia confusão em seu semblante.

- Eu estou pensando no futuro quando precisarmos do poder dela. Não quero ter uma espada cega em minhas mãos e não pretendo arriscar a perda dessa lâmina afiadíssima e igualmente poderosa porque se eu perder o seu corte, perderei o seu poder total. Portanto, devo preservar essa lâmina bem afiada, mas ao meu serviço, visando manter Kemet cada vez maior e mais seguro para o meu povo. – o rei fala em uma voz barítono profunda e em um tom que não aceitava contestação.

Akhenaden decide desistir da luta, pois precisava fazer o papel de Guardião Sagrado leal e obediente.

Portanto, se curva levemente, falando de forma humilde:

- Perdoe-me por não compreender a sabedoria dos Netjer (Deuses), Heru.

Atemu faz um gesto de confirmação com a cabeça e depois pergunta, mantendo um semblante implácavel:

- Deseja falar algo mais?

Ele consente enquanto Seto se aproxima do seu primo e fala de forma respeitosa:

- Heru, seria interessante adicionar nos termos da derrota dela, que ela o chame de Mestre. Se o povo presenciar o Netjer (Deus) deles governando um ser tão poderoso e que é um ser vivo ao contrário de um Ka, irá provocar admiração, além de servir como um recado a qualquer um que ouse atentar contra o império. Inclusive, poderia haver uma demonstração pública do seu domínio e do poder dela, tanto para o povo, quanto para os estrangeiros. Será algo que servirá para calar a mente de qualquer um que esteja almejando a destruição desse glorioso império.

Atemu reflete sobre as palavras do seu primo e depois, olha para Shimon.

- É uma ideia excelente, Nsw, para demonstrar o poder do senhor. Ou seja, o próprio poder dos Netjer (Deuses) contra um ser que possui o nível de um Netjer (Deus), vindo além dessas terras e que se sujeitou ao senhor, pode ser considerado um símbolo da superioridade do Império egípcio perante os estrangeiros. Afinal, ela não é de Kemet. - O tjaty (Vizir) e Conselheiro real falava enquanto consentia.

Ele reflete sobre as palavras de seu Conselheiro Real e olha para Mahaado que comenta:

- Também acho um bom complemento, Per'a'ah porque mostrará a submissão pública ao senhor, não apenas por ações, mas por reverência.

Os outros Hem-netjr consentem, para depois, Atemu perguntar à Hemt-netjer Isis:

- O que o Sennen Tauku mostrou sobre o futuro da dragoa em relação ao império?