Notas da Autora
Yukiko fica surpresa quando Atemu...
Yuugi e Kisara ficam...
Capítulo 50 - Acordo
- Deseja poder voar no céu para esticar as suas asas em dias determinados, desde que eu não necessite de sua presença ou deseja ficar confinada, somente voando quando for do meu desejo, perante alguma necessidade?
- Com certeza, há uma troca se eu escolher a primeira opção. – ela fala, enquanto esticava levemente as asas por impulso ao pensar no vento as percorrendo, para depois, dobrá-las novamente rente ao seu corpo felpudo.
- Sim. Você terá que demonstrar em público que eu detenho pleno controle sobre você. Prove-me isso, que irei conceder esses dias de voo, desde que eu não necessite da sua presença. O deserto é bem frio à noite.
- E como será essa demonstração? Embora eu acredite que envolve obedecê-lo, sem que eu demonstre qualquer hesitação com as ordens proferidas.
Atemu não estava surpreso pelo fato dela deduzir o que ele falava, antecipando-o.
Afinal, ela havia demonstrado a sua refinada inteligência antes, deixando evidente a todos de que não era uma besta irracional.
- Sim. Darei ordens em uma exibição pública e terá que mantê-las. Por exemplo, se eu mandar que fique quieta, não importa o que aconteça, além de outras ordens, sendo que também irei desejar montar em seu lombo, após providenciar algo adaptado ao seu corpo.
Yukiko controlou a sua irritação com a ideia dele apear, pois, mesmo que Yuugi tivesse montado nela, chegando ao ponto de criar uma sela para que ele pudesse montá-la com segurança, fora um desejo exclusivamente dela, movido pela ânsia de mostrar as maravilhas do céu e de um oceano para o seu querido amigo, repetindo por diversas vezes a experiência.
Agora, era algo que seria colocado nela, contra a sua vontade, para que o Faraó pudesse montá-la em virtude do desejo dele e frente a esse pensamento, a albina controla com muito custo um rosnado que queria se formar em sua garganta, resistindo a vontade de brandir a sua cauda no chão em virtude da afronta que sentiu a ideia de ser equiparada a um animal, sendo que consegue conter o rosnado ao pensar em Yuugi, pois, não desejava causar problemas para ele.
Afinal, nunca se perdoaria se algo acontecesse com o humano por sua culpa.
Portanto, a albina fecha os olhos, enquanto fazia exercícios de respiração para tentar se acalmar, para depois, reabrir as pálpebras, revelando os seus orbes azuis safira ao mesmo tempo em que evitava demonstrar em seus olhos todo o desprazer que sentia, para não dizer, raiva, pela ideia descabida a seu ver, pois, já bastava ter que lidar com a escravidão, a sela apenas adicionava um insulto final e conforme pensava nisso, indignava-se ainda mais ao pensar em freio e cabresto, passando a recear internamente que o seu mestre resolvesse adicionar os arreios, compreendendo estribo, cabresto, suadouro, rédeas, armação, cabeçada, antolhos, bridão, pelego, embocadura e a manta, sendo que o fato de ter qualquer conhecimento, assim que desejasse, apenas fez com que ela sentisse arrepios, apesar de não conseguir conceber como alguns destes se encaixariam em seu corpo, pois, era um dragão e não um cavalo.
Então, ela decide perguntar cautelosamente, com Atemu arqueando o cenho ao identificar o nervosismo que a acometia, fazendo-o questionar o motivo de Yukiko abandonar a irritação para demonstrar receio em seus olhos e postura, conforme olhava para ele:
- Irei usar arreios?
Então, o soberano de todo o Kemet compreende o receio dela e fala:
- Será utilizada apenas uma manta presa ao lombo e adaptada ao seu corpo em virtude do fato de você poder voar. Deve ter visto, através dos olhos do Yuugi, a forma como montamos os cavalos. Não serão necessários arreios e outros itens. Afinal, não é um animal. Ademais, as suas mandíbulas e corpo não permitiriam. Se dependesse de Akhenaden, você usaria um conjunto completo de arreios, inclusive a embocadura, além das rédeas, embora eu não consiga compreender como ele conseguiria colocar um conjunto completo de arreios em você. Claro que declinei essa ideia, no mínimo, estúpida.
Yukiko não consegue conter um rosnado de irritação direcionado para o tio de Atemu que naquele momento, se encontrava longe dali, na sua câmara particular e que havia acabado de espirrar, enquanto lia alguns pergaminhos que eram respostas daqueles que havia enviado há alguns dias, atrás.
O shinkan arqueia o cenho, estranhando o espirro, para depois, dar de ombros, exibindo em seguida, um sorriso de satisfação, conforme visualizava o seu plano começando a tomar forma, sendo que estava ansioso para tirar o seu sobrinho do trono para tomar o poder.
Enquanto isso, no Salão real, a albina suspirava de alívio, pois, odiaria usar arreios, enquanto ficava aliviada frente a ideia de usar apenas um manto e não uma sela.
Claro, não apreciava a ideia de ser apeada, mas, dos males o menor, a seu ver. O conjunto completo de arreios apenas iria humilhá-la ainda mais e já bastava o fato de ter que aguentar o Faraó em cima do seu lombo.
De fato, havia percebido que eles montavam sem sela, usando apenas mantos, com os nobres utilizando mantos com intricados desenhos e ricamente elaborados com bordados refinados contendo fios de ouro e prata, além de joias incrustradas, embora a prata fosse menos abundante do que o ouro pelo que descobriu ao ouvir as conversas no salão real e entorno, graças a sua audição apurada.
Ela sai dos seus pensamentos com a conhecida voz barítono ressoando pelo salão real:
- Então, qual a sua resposta?
- Eu estou surpresa por propor algo – o Faraó arqueia o cenho – Afinal, por causa dessa coleira, sou obrigada a obedecer as suas ordens.
- Eu prefiro uma espada afiada a uma espada cega.
A grande dragoa arqueia o cenho e pergunta:
- Como assim?
- De fato, eu poderia obrigá-la com as punições, mas, correria o risco de deixar uma lâmina poderosa, cega. Poderia haver consequências em longo prazo do uso demasiado da coleira. Prefiro usar um método que nunca irá deixar essa lâmina cega, por assim dizer, mantendo-a sempre afiada. Ademais, você não é uma besta ou fera. Possuí inteligência e isso a torna apta a tomar decisões racionais. Eu acredito que como é inteligente irá acatar o acordo mais vantajoso para você. Afinal, o que são algumas horas de obediência pública em troca da liberdade de voar pelo céu?
A albina suspira e concorda que era mais vantajoso aceitar o acordo, juntamente com o fato de não desejar que Yuugi sofresse, caso a observasse sendo punida.
Afinal, é como o Faraó havia dito "o que são algumas horas de obediência pública em troca da liberdade de voar pelo céu?" e Yukiko tinha a resposta para isso. Era apenas um pequeno aborrecimento que seria facilmente substituído pelo fato dela poder voar pelo céu e confessava que sentia falta de sentir o vento em seu corpo e penas.
Ademais, poderia voar à noite por cima das áreas do deserto, apreciando o frio, pois, tinha que lidar durante o dia com o calor daquela região, algo que a incomodava demasiadamente, sendo que por mais que o detestasse pela sua situação atual, a albina sabia que ele cumpriria com a sua parte da promessa.
Portanto, ela devia cumprir com a parte dela do acordo.
- Verdade. Eu aceito o acordo... Por falar nisso, imagino que irá me deixar aqui, no salão real, para intimidar, principalmente, os estrangeiros que solicitarem uma audiência com o Faraó.
- Você está certa. Ademais, o local em que você se encontra é o mais fresco de todo o palácio e arredores. Quando o palácio foi construído, fizeram algumas alas serem mais frescas do que outras e considerando o fato do calor incomodá-la, o melhor lugar para você estar é este.
- Quanto a ser um dos locais mais frescos, não posso reclamar.
- Depois, combinaremos as frequências dos seus voos.
- Certo.
Então, antes de se afastar, Atemu vira lateralmente o corpo, fazendo-a arquear o cenho:
- Quando estivermos em público, me chame de mestre. Em particular, não é necessário tal tratamento.
Ele volta a se afastar, enquanto Yukiko controlava um rosnado que queria surgir em sua garganta por ter que chamá-lo de mestre em público.
Porém, sabia que era uma pequena concessão que iria compensá-la, se Yuugi fosse poupado e se ela pudesse voar a noite, pois, havia sentido o frio do deserto e era demasiadamente aprazível, além de apreciar a ideia de esticar as suas asas.
Alguns minutos depois, após passar por alguns corredores, com os servos e escravos procurando andar nas sombras, fora da vista do Faraó, se curvando quando eram avistados, assim como os guardas que também demonstravam o devido respeito, Atemu chega até a sala do escritório que era imensa e igualmente luxuosa.
Ele senta na sua cadeira, após ser cumprimentado por Shimon e Seto, que curvam a cabeça em respeito.
Após suspirar, o soberano de todo o Kemet, pega o primeiro pergaminho com o shinkan os distribuindo, enquanto fazia alguns apontamentos, com Shimon escrevendo algo em outros pergaminhos, conforme o monarca tomava as devidas decisões sobre cada presente recebido, com os três sabendo que os mais problemáticos seriam em relação aos animais.
Meia hora depois, Kisara e Yuugi tinham terminado as suas respectivas consultas com a líder dos Curandeiros reais, Sera.
Segundo a jovem, eles estavam abaixo do peso, além de estarem com carência de alguns nutrientes, sendo que informou ambos que iria passar o resultado para Atemu e Seto, para que providenciassem uma alimentação adequada, visando à recuperação deles.
- Vejo que terminou de examinar ambos.
Quando eles se viram para a origem da voz, sendo que Sera sabia quem era, Yuugi e Kisara avistam um homem bronzeado com cabelos castanhos curtos e olhos azuis escuros que entra no local, enquanto sorria gentilmente.
Ele usava uma tiara larga dourada que envolvia o cafia levemente alvo e um oskh dourado formado por camadas de faixas douradas que cobria o tórax por baixo da manta, juntamente com a espécie de ombreira dourada por cima da túnica comprida que ia até o tornozelo, sendo que na cintura havia uma faixa azul com contornos dourados e pequenos pingentes de ouro, enquanto que os sapatos eram levemente brancos com detalhes dourados. Em seu antebraço jazia uma faixa dourada, enquanto que nos seus antebraços havia várias faixas douradas.
- Sempre pontual, Mahaado. – a líder dos curandeiros reais fala com um sorriso no rosto.
Ele consente sorrindo, para depois, olhar para ambos, enquanto perguntava em tom de confirmação:
- Yuugi e Kisara, certo?
- Sim. – eles falam em usino.
O Rokushinkan sorri de lado e depois comenta, olhando para Sera:
- Agora eu compreendo o motivo de ambos. Não podia esperar menos. Eles são, de fato, preciosos. Além disso, a minha magia nunca mente.
- Eu ficaria surpresa se eles não fossem preciosos.
O jovem de cabelos tricolores e a prateada se entreolham, sem compreenderem o que eles falavam, para depois, ouvirem a voz do homem a sua frente:
- Venham, vamos conhecer o palácio. Daqui a algum tempo, vocês irão conseguir achar o caminho sem se perder.
Yuugi e Kisara duvidavam que conseguissem andar sem se perderem nos labirintos de corredores de arenitos, conforme andavam pelos mesmos, guiados pelo Líder da corte dos magos e membro do Rokkushinkan, que explicava tudo o que eles viam.
Conforme andavam, avistavam as escadas de arenito que forneciam acesso às diversas câmaras e aos quartos subterrâneos, sendo que as paredes variavam de arenito simples a decorações mais elaboradas retratando a vida diária de Kemet e plantas, tal como parreiras de uvas, trigo e outras que eram utilizadas diariamente, assim como retratava animais sagrados e bestas selvagens, além de batalhas antigas dentre deuses com cabeças de animais, juntamente com as guerras no passado e que eram retratadas para glorificar o Faraó.
Ademais, em um dos corredores havia decorações na parede que eram pintadas com um enorme rio Nilo que percorria várias seções, retratando peixes que nadavam graciosamente e aves que habitavam as margens, sendo retratadas pescando ou voando, juntamente com as plantas que margeavam o imponente rio, sendo evidentes alguns crocodilos que pareciam repousar no leito.
Inclusive, eles repararam que no corredor mais importante, que fornecia acesso a ala real, havia gravuras pintadas nas paredes representando o Faraó e o Deus Ra, assim como uma naja sagrada chamada Uraeus representando a deusa Wadjit, que era a divindade tutelar do Baixo Egito e um abutre representando a deusa Nekhbet, que era divindade do Alto Egito, representando assim a unificação, no passado, do Baixo e Alto Egito, sendo que ambos protegiam o Faraó.
Quanto ao teto, assim como havia aqueles de arenito simples, tinha aqueles que continham ilustrações da cobra Uraeus cuspindo fogo ou do abutre, enquanto exibiam postura, ora de ataque, ora defensiva, intercalados por animais sagrados e dentre eles, os gatos, que simbolizavam a deusa Bastet, protetora do lar, assim como Sekhmet, a deusa da guerra e da cura com cabeça de leoa. Tais gravuras no teto se encontravam na ala real e outras gravuras que se encontravam em outros tetos, jaziam em corredores que davam a acesso a alguns locais importantes e que cuja importância ficava, apenas, abaixo da ala real e acima de todas as outras.
Eram evidentes para Yuugi e Kisara que os corredores que detinham tetos contendo decorações, além daquelas encontradas nas paredes, eram aqueles que davam acesso a alas importantes do palácio como a ala real, que era decorada de forma primorosa e continha as ilustrações mais elaboradas, combinando com as paredes dos cômodos, enquanto que os demais corredores que forneciam passagem a quartos simples ou usados apenas para se deslocar de uma ala para a outra do palácio eram de arenito simples, se limitando a terem decorações nas paredes.
O jovem de cabelos tricolores confessava que não havia visto com detalhes a ala real e os corredores de acesso ao mesmo, anteriormente, por se encontrar com a cabeça abaixada em submissão, além de estar apavorado com o seu destino, fazendo com que não prestasse atenção aos detalhes.
Agora, com a excursão de Mahaado e aliviado dos seus temores, ele podia observar detalhes que não havia observado antes, além de compreender um pouco da cultura quando conversou com o Faraó e através das conversas com o mago que explicava as gravuras e locais, fornecendo conhecimento a ambos que o seguiam dentre os corredores de arenito.
Conforme eles passavam por várias janelas imensas, Yuugi e Kisara vislumbraram campos agrícolas e templos nos cantos mais distantes da capital Men-nefer (Memphis) onde se encontravam, segundo o portador do Sennen Ringu que havia comentado sobre os planos de mudarem para Waset, embora fosse um plano futuro e que seria executado, provavelmente, em algum reinado posterior ao de Atemu, através de algum descendente dele.
Yuugi confessava que estava surpreso por ver abundância de vegetação em um local aparentemente desértico e pergunta:
- Como pode haver tantas plantas no deserto?
- Kemet é dividido entre a parte de cima que compreende o delta do Rio Nilo, a terra de Hórus, que é fértil e a outra parte compreende o deserto vermelho.
- Então é por isso que avistamos tanto verde... – o jovem comenta surpreso.
Ambos avistaram, também, quartéis para soldados, uma ala para os servos, outra para os escravos, oficinas para ourives e joalherias, além de pequenas casas para famílias, sendo que ambos haviam reparado que os edifícios que compreendiam os arredores do centro do palácio eram unidos por belos jardins exuberantes que continham árvores frutíferas e lagoas, os deixando estupefatos, com eles avistando, também, jardins de pedra que continham flores que flutuavam na superfície cristalina os adornando, enquanto havia arcos que se apoiavam em colunas entalhadas, conectando as alas do palácio.
O shinkan mostrou a Yuugi e Kisara as cozinhas, caso o Faraó ou Seto quisessem comida, além de mostrar a ambos uma magnifica biblioteca, fazendo-os ficarem boquiabertos.
Conforme eles esperavam, o maior complexo pertencia à ala real, compreendendo os cômodos pertencentes ao Faraó que compreendiam o quarto onde ele dormia, juntamente com a câmara de banho, área de descanso, antecâmaras, um jardim interno, uma pequena biblioteca e uma câmara de audiência menor, semelhante ao trono e usada, apenas, em algumas ocasiões especiais, conforme o mago explicava a ambos, com ele comentando que o Faraó atual fez modificações ao converter alguns cômodos da Ala real que estavam sem uso, para outros fins.
Yuugi sabia que essa parte da excursão era mais para Kisara, pois, ele tinha tido um vislumbre daquela ala na noite anterior, embora tenha apreciado o conhecimento que adquiriu com as explicações de Mahaado ao mesmo tempo em que procurava conter o insistente rubor que surgia em suas bochechas ao se recordar de como viu o Faraó em seu despertar ao olhar para a magnifica cama e quando ele estava sendo banhado por servas e escravas ao observar a espaçosa e luxuriosa câmara de banho, sendo que havia ficado aliviado ao ver que nenhum deles percebeu a sua face ruborizada, enquanto amaldiçoava a sua mente traidora de recordações irrefreáveis.
Então, ambos ficaram deslumbrados ao avistarem o jardim pessoal do governante de todo o Kemet, compreendendo o maior e mais requintado jardim que já haviam visto ou imaginado em seus sonhos.
Eles passam a admirar o local coberto por um tapete de grama verde e igualmente fresca, com arbustos espessos e palmeiras altas posicionadas estrategicamente, além de árvores frutíferas de troncos nodosos que adornavam o exuberante jardim, com ambos avistando a folhagem densa que estava cultivada e igualmente tratada, juntamente com caminhos que cortavam suavemente o jardim, se intercalando com outras trilhas que eram adornadas com flores, juncos, plantas de papiros e pedras alvas, destacando-os da vegetação, sendo que muitos destes caminhos levavam a piscinas e belíssimos lagos adornados em sua margem por junco e belas flores, além daquelas que flutuavam placidamente nos lagos e que compreendiam, principalmente, o lótus.
Yuugi nunca havia imaginado que poderia haver tais lugares em um local que aparentemente era um deserto, embora se recordasse de ter avistado campos agrícolas ao longe, além daqueles que margeavam o Rio Nilo e conforme refletia sobre isso, se lembra da explicação de Mahaado e passa a compreender como tudo aquilo era possível.
Quanto a Kisara, ela tinha ouvido rumores sobre tais jardins e mesmo com o conhecimento da existência dos oásis, inclusive usando alguns enquanto vivia no deserto, assim como do delta do Nilo e do deserto vermelho, além de já ter observado a fertilidade que o Nilo trazia quando transbordava, ela não imaginava que poderia existir tal jardim, sendo que passa a acreditar que somente o Faraó detinha um jardim tão magnífico.
Ambos passam a andar pelo local, escoltados por Mahaado que contava dos métodos usados para manter aquela vegetação exuberante e a água que contemplava o jardim pessoal do Faraó, que era considerado o mais magnifico de todos que havia no entorno do palácio e de todo o império de Kemet.
Então, os olhos de Yuugi e Kisara avistam um complexo não muito longe do magnifico jardim e passam a questionar o que era aquele edifício.
