Notas da autora:

No dia seguinte

Yo!

Eu postei uma fanfiction especial sobre o passado de Yukiko. Chama-se "Inevitável".

Eu sempre coloco capa em todos os capítulos.

Infelizmente, não consigo colocar capas no .

Tenham uma boa leitura. XDDD

Capítulo 64 - Aprendizado

- É que eu gostaria de pedir um favor para vocês.

- Claro!

- Vocês podem ficar perto do Yuugi-kun para protegê-lo? Eu sinto que os meus poderes mágicos não vão voltar tão cedo ao nível que eu possuía antes de quebrar o tabu.

- Sim. Podemos ficar com ele. É aquele jovem de cabelos tricolores, olhos ametistas grandes e expressivos, além de pele clara, certo? – Kiara pergunta em tom de confirmação.

- Isso. Vocês podem ficar com eles na forma de gatos. Por causa da demora do retorno do meu nível de poder, não vou poder defendê-lo adequadamente. Fiquem nas suas formas originais, inicialmente. Depois, vou explicar para ele.

- Pode deixar. Nós faremos isso.

- Sim. Nós vamos protegê-lo.

- Vocês sabem qual o cheiro dele para encontrá-lo no palácio?

Eles consentem e assumem as suas formas verdadeiras, se curvando levemente, antes de partirem pulando pela janela, após a magia no local ser cancelada, pois, não havia mais necessidade de neutralizar os sons para o lado de fora.

Ela torna a deitar, enquanto planejava usar a sua magia no seu próximo voo para encontrar a família do seu amigo, sendo que orava para que eles estivessem bem para que Yuugi pudesse ficar despreocupado, além de poder, um dia, levá-lo para fazer uma visita aos seus entes queridos e caso não estivessem, usaria as suas habilidades e poderes para salvá-los e ajudá-los.

No palácio, o casal passa a circular pelos corredores, usando o olfato para encontrar o jovem, enquanto servos, soldados, escravos e sacerdotes os ignoravam, pois, eles ocultaram o símbolo de lua em suas testas.

Enquanto isso, Yuugi havia acabado de tomar banho, sendo que recusou a receber a ajuda de servas para se banhar e se trocar, pois, não queria ficar nu na frente delas que apenas ajeitaram a sua roupa, depois que ele se vestiu, assim como o ajudaram a colocar as suas joias, se retirando em seguida e após inspirar profundamente, se dirige até o quarto de Atemu.

Ao abrir as portas duplas do quarto do Faraó, avista os escravos que enchiam a banheira e que se retiram após a encherem com água proveniente do Nilo.

Então, quando ele se dirige até o luxuoso e espaçoso cômodo destinado ao Faraó, encontra o mesmo desperto e sem roupa, fazendo o adolescente corar intensamente, passando a lutar avidamente contra os olhos traidores que desejavam admirar todas as reentrâncias dos músculos do governante, assim como memorizar ardentemente todo o corpo bronzeado, sendo que sentia calafrios prazerosos conforme sentia os orbes carmesins sobre si, como se ele fosse um gatinho e o monarca um poderoso tigre.

O soberano cruza tranquilamente o cômodo, entrando em seguida na água, sendo que Yuugi estava congelado no local, com o imperador saboreando a visão do jovem extremamente corado até que fala:

- Você precisa vir até aqui, Yuugi.

O jovem engole em seco e se vira, lutando para tentar dissipar o rubor em suas bochechas e quando entra no local, o monarca fala:

- Eu recomendo que você tire as suas roupas. Elas vão ficar molhadas.

O adolescente guincha e cora ainda mais, se era possível, sendo que o rei fala casualmente:

- Não vejo qual é o problema. Nós dois somos homens.

O macho menor começa a gaguejar, buscando avidamente alguma desculpa, apenas para não conseguir encontrar nenhuma naquele momento, pois, o que Atemu falava soava lógico demais e questiona a si mesmo se as jovens tiravam a sua roupa ao banhá-lo no passado, também, com ele percebendo que não tinha visto atentamente esta parte, porque ele se encontrava nu, fazendo com que não olhasse para o que acontecia dentro do espaçoso quarto de banho.

O adolescente tira timidamente as suas roupas e as deposita cuidadosamente em um canto, longe da água, para que elas não ficassem molhadas.

O rei admirava a pele de alabastro acetinada ao toque, o rosto bonito e as bochechas que estavam cheias e rosadas, combinando com os grandes olhos inocentes que irradiavam gentileza e bondade, com os seus olhos rubros se dirigindo aos ombros estreitos e a barriga lisa com uma cintura estreita, sendo que o jovem possuía o peso certo para o seu tamanho e a sua pequena altura era compensada por pernas surpreendentemente longas e conforme virava momentaneamente de costas para ajeitar as roupas antes de se virar, o Faraó passou a admirar as nádegas doces e redondas, enquanto sorria imensamente ao ver o rubor intenso no rosto do jovem.

O rei confessava que estava apreciando a visão ao mesmo tempo em que sente o seu membro começar a ganhar vida, para depois, aplacar o desejo, enquanto Yuugi entrava timidamente na água, olhando de forma tímida para o monarca que sorri imensamente ao ver que os olhos do seu amado evitavam certa parte da sua anatomia, embora fosse evidente o olhar surpreso quando olhou momentaneamente, para depois, afastar o olhar.

O ex-sacerdote pegou a espécie de barra de sabão perfumado, enquanto o soberano virava de costas, com o jovem começando a lavá-lo, enquanto corava intensamente, com os seus olhos explorando as omoplatas e as vértebras, sendo possível observar os músculos trabalhados e que não era excessivo embaixo da pele bronzeada e após abanar a cabeça para os lados, espanando quaisquer pensamentos sobre o corpo do soberano, ele passa a barra de sabão suavemente nas costas, para depois, pressionar levemente, ouvindo um suspiro de prazer e conforme trabalhava, ele arqueou o cenho ao sentir a respiração do monarca se aprofundando, gradativamente.

Inicialmente, achou que estava machucando ele, apesar de não estar pressionando o objeto contra a pele marrom dourado entalhada com uma musculatura considerável e frente a este pensamento, pensou em parar até que percebeu o perfil do rosto dele que demonstrava o quanto estava apreciando os toques.

- Acho que já está bom. Eu vou me virar.

Yuugi consente e o nobre se vira, apreciando a visão corada do seu amado, além de achar graça ao ver que os olhos do jovem tentavam teimosamente olhar para baixo ao mesmo tempo em que Yuugi lutava para fazê-los se focarem em seu tórax.

O jovem voltou a lavar o corpo do monarca, pressionando a barra contra o peito dele, observando como os pingos de água corriam pelo seu peito, com algumas delas ficando pendurados em seu mamilo direito antes que caísse na banheira, fazendo-o corar intensamente, enquanto repetia mais duas vezes o processo, fazendo a barra vagar mais para cima ao fazer questão de traçar os músculos definidos que corriam não somente pelo seu corpo, mas, pelos braços e pernas tonificados e musculosos, assim como o abdômen firme de tanquinho oriundo dos treinos com os soldados do Medjay, fazendo com que fosse capaz de lutar fisicamente contra as ameaças, assim como podia usar magia, se desejasse.

Decidido a brincar mais com o seu amado, o monarca fala, sorrindo:

- Faltou a parte de baixo.

Yuugi, inicialmente, não compreende por se encontrar perdido em contemplação ao mesmo tempo em que lutava contra o rubor até que Atemu aponta para a sua virilha, fazendo o adolescente corar ainda mais, se era possível, enquanto os seus olhos se recusavam a abandonar a visão abaixo do umbigo do governante onde um caminho de cabelos finos e pretos descia até um tufo de cabelos finos, sendo que embaixo deles e do músculo bem definido da virilha, se encontrava o seu membro grosso e grande, parcialmente túrgido e marrom dourado quanto o resto da sua pele. A ponta era na cor rosa suave, saindo debaixo de uma camada de tecido e atrás dele, se encontravam penduradas duas bolas em ameixa e com a pele relaxada, fazendo com que a boca do jovem ficasse aberta e quando percebeu o que ocorreu, a fechou instantaneamente e corou intensamente, conseguindo fazer com o seu olhar saísse da virilha, embora evitasse olhar para o rei, enquanto tentava controlar os seus batimentos cardíacos alterados.

Então, ele pega a barra de sabonete e passa a esfregar o membro parcialmente desperto do Faraó que consegue aplacar parcialmente o seu desejo, pois, sempre fora lavado por jovens escolhidas de famílias nobres e por isso, estava acostumado, enquanto que os seus olhos começaram a escurecer pela luxúria, conforme observava o corpo delicado do adolescente a sua frente e a pele perfeitamente sedosa, se fixando momentaneamente nos seus mamilos que eram como pequenos morangos cor de rosa e de aparência macia que o obrigavam a se controlar frente ao desejo de chupá-los até que se tornassem picos.

Ao fazer um movimento mais vigoroso, o jovem se assusta ao sentir o membro se mexer, sendo que o toque obrigou o Faraó a ocultar um gemido, para depois, sorrir imensamente ao ver o adolescente arregalando os olhos como se estivesse espantado, para depois, murmurar, enquanto se sentia culpado:

- Me desculpe se eu o machuquei.

Após se refazer da surpresa inusitada, Atemu fala, sorrindo gentilmente:

- Não me machucou. Pode ficar tranquilo. Por falar nisso, os jovens costumam dar prazer a si mesmo. Você nunca fez isso? – o monarca estranhava a inocência excessiva do jovem, considerando o que o mercador fez e ao pensar nisso, é tomado momentaneamente pela raiva.

Então, ao se recordar do fato da dragoa ter habitado o corpo do jovem, passou a julgar que ela fez algo com o seu amado para fazê-lo se esquecer do que ocorreu, decidindo que iria questioná-la mais tarde e se de fato, fez algo para impedir tais recordações, ele precisava agradecê-la pessoalmente.

O rei sai dos seus pensamentos com a voz suave e melodiosa de Yuugi, que corava ainda mais, se era possível:

- Nunca tive tempo. Ademais, a minha única amiga era Yukiko e o meu pai estava muito ocupado, dividido entre dar o máximo de atenção como pai na medida do possível, assim como me ensinando o sacerdócio, além das obrigações para com o templo e os deuses. Além disso, eu era jovem quando tudo ocorreu e depois, ela ficou em meu corpo. Sinceramente, isso não passou pela minha cabeça e... – então, ele arregala os olhos para Atemu – É possível dar prazer a si mesmo? Eu sempre pensei que precisava de outra pessoa para isso, sendo restrito a casais pelo pouco que eu conhecia.

Atemu dá um sorriso de lobo que dá arrepios em Yuugi, embora fossem estranhamente prazerosos por um motivo que não compreendia, para depois, o soberano perguntar:

- Gostaria de aprender?

O adolescente corava intensamente, sendo que em um primeiro momento, pensava em negar até que confessava que estava imensamente curioso e após ponderar entre ambos, toma a sua decisão, embora não tivesse voz para falar verbalmente, preferindo consentir timidamente com a cabeça, fazendo com que o monarca se vangloriasse por ter conseguido a confirmação, sendo que decide perguntar:

- Posso tocá-lo?

- Mas, você disse que podia ser feito sozinho. – ele inclina a cabeça fofamente para o lado, enquanto exibe confusão em seu semblante.

- Eu preciso mostrar em seu corpo. Afinal, você não o conhece, certo?

- Como assim, conhecer o meu corpo?

- Sim. Se você nunca se tocou, não o conhece. Eu quero mostrar isso. Acredite, é a melhor forma de aprender. Você precisa ter uma base. Sabia que nós, keméticos, somos proficientes nisso?

O jovem de orbes ametistas fica surpreso e ainda corado, nega com a cabeça, pois, ainda estava nervoso em como ele iria ensiná-lo e conforme pensava na maneira casual que falou e na naturalidade que eles agiam com os seus corpos, juntamente com o fato de se lembrar de que os servos andavam quase nus e que não era limitado exclusivamente aos servos, ele percebeu a veracidade da afirmação dele.

Inclusive, ele via muitos nobres com muitas joias e pouca roupa, fazendo com que o adolescente percebesse que a noção de pudor deles era demasiadamente diferente da sua cultura.

Então, o adolescente sai dos seus pensamentos com a voz barítono profunda e aveludada:

- Eu torno a perguntar. Eu tenho autorização para tocá-lo?

Yuugi consente, fazendo o monarca sorrir imensamente, sendo que fala:

- Vamos sair. Há um cômodo com óleos perfumados.

Ele se recorda de que após o Faraó se banhar com a água proveniente do Nilo, sendo que eram filhas de nobres que o banhavam, elas passavam óleos perfumados na pele do rei, pois, o mau cheiro era considerado pecado naquela cultura, fazendo com que o soberano passasse por esse ritual todas as manhãs e que somente jovens de ascendência nobre podiam tocar na pele daquele considerado um Deus entre os homens.

O ex-sacerdote acreditava que Atemu deve ter usado alguma justificativa para que Yuugi o tocasse, mesmo com a ausência de uma ascendência nobre ou então, ele não precisou de nenhuma justificativa por ser o filho dos Deuses. Yuugi sinceramente não sabia, mas, estava curioso sobre isso.

Então, eles caminham até outro cômodo, sendo que o jovem ia pegar as suas roupas até que o rei fala:

- Deixe aí. Você vai molhar.

- Eu vou andar nu? – ele pergunta estarrecido, corando intensamente, enquanto cobria a sua parte íntima com as mãos.

- Não tem ninguém além de nós. Não se preocupe.

Após chegarem ao cômodo, Yuugi sente o cheiro de aromas deliciosos, sendo que observa banquinhos e jarros de barro contendo óleo e que se encontravam ordenadamente posicionadas em um canto.

- Sente naquele banco largo. – ele aponta para um local e o jovem consente, sendo que estava nervoso ao ficar nu ao mesmo tempo em que se encontrava ansioso e igualmente curioso para aprender a dar prazer a si mesmo.

Atemu separa alguns óleos e o coloca em um canto, para depois, sentar em uma cadeira sem encosto, falando com um sorriso malicioso que provocou arrepios prazerosos no ex-sacerdote:

- Fique de costas.

Timidamente, o adolescente faz isso, não vendo o sorriso vitorioso do monarca, para depois, sentir um calor aprazível em suas costas e que provocava arrepios prazerosos nele, com o soberano mordiscando a sua orelha, enquanto as suas mãos besuntadas com óleo perfumado viajavam pelo corpo de pele acetinada, fazendo o adolescente corar intensamente ao mesmo tempo em que se sentia uma massa nas mãos capazes do Faraó que beijava a nuca e pescoço do adolescente, arrancando gemidos prazerosos de Yuugi que eram como uma música divina para os seus ouvidos.

Habilmente, ele continua estimulando o macho menor com as suas mãos ao percorrê-la pelo corpo dele, com os gemidos aumentando, sendo que ele o vira gentilmente e começa a brincar com os mamilos intumescidos, arrancando mais gemidos do jovem que ao olhar para o rosto do rei, sente novos arrepios prazerosos em sua espinha com o olhar escuro e intenso sobre si, enquanto Atemu sorria imensamente, com o adolescente não conseguindo interpretar o olhar dele.

A mão máscula e forte massageou e apalpou vigorosamente a pele acetina sobre a coluna do macho menor e depois, a sua bunda e em seguida as suas coxas, enquanto o jovem gemia, sentindo ondas de prazer se irradiando pelo seu corpo, sendo algo novo para ele, que se inclina levemente conforme o rei usava as suas mãos para posicioná-lo na posição que desejava, se aproveitando da entrega total do seu amado.

Yuugi começa a gemer e se contorcer levemente de prazer conforme sente a trilha da mão do Faraó acarinhando gentilmente a sua pele, começando da panturrilha e subindo pelas coxas, para depois roçar a virilha, sem tocar o membro, com ele sentindo as mãos brincarem com os seus testículos, enquanto ele abria inconscientemente as suas pernas em virtude das carícias certeiras do monarca.

Quando o pênis do jovem demonstra estar necessitado pela negligência, após a atenção dada aos mamilos, o soberano o pega com uma mão e começa a bombear, passando o dedo na fenda do prepúcio, arrancando mais gemidos sôfregos e que cada vez, ficavam mais intensos, com a cabeça dele inclinada para trás e imersa em deleite, enquanto sentia o movimento rítmico para cima e para baixo.

Enquanto isso, a outra mão de Atemu massageava as suas nádegas, as apalpando vigorosamente, fazendo os gemidos do jovem aumentaram ao mesmo tempo em que a outra manipulava o seu membro, sendo que o jovem começou a contorcer o seu corpo nos braços másculos, com a sua mente focada unicamente no prazer, enquanto que a sua racionalidade havia se liquefeito perante as administrações experientes e primorosas do macho maior.

Yuugi gemia e implorava por mais ao estar entorpecido pelo prazer, sendo que o monarca deu ao membro do jovem uma pausa indesejada para desespero do ex-sacerdote, apenas para o macho melhor voltar a gemer ao sentir as mãos musculosas segurando suavemente os seus testículos, balançando-as cuidadosamente, para depois, manipulá-las, fazendo o membro do jovem se remexer algumas vezes, enquanto ficava cada vez mais túrgido e igualmente necessitado, sentindo o fogo em seu corpo ficar mais intenso, assim como uma sensação estranha e igualmente prazerosa que se concentrava em seu estômago, se dirigindo a sua virilha, fazendo os nódulos dos seus dedos ficarem brancos conforme se agarra firmemente na espécie de banco embaixo dele.

Os olhos do adolescente se arregalaram ligeiramente, para depois, fecharem novamente ao sentir o monarca explorando a fenda dentre as suas nádegas, com um dos seus dedos sondando o interior, fazendo com que o adolescente tentasse compreender o motivo da sondagem em virtude do pequeno fio de consciência que lhe restava dentre o mar de prazer que o envolvia.

Então, os seus gemidos cessam abruptamente e a sua respiração fica presa em sua garganta quando sente o dedo sondando mais intensamente a sua abertura apertada, passando a pressionar a ponta do dedo nela, fazendo assim surgir uma onde de prazer intenso no corpo do jovem ao mesmo tempo em que um grito de prazer escapou da sua garganta, sendo que o monarca apenas massageava por fora, pois, não iriam além dos toques.

Enquanto voltava a gemer, ele sentiu a outra mão bronzeada dando prazer novamente no seu membro, se intensificando gradualmente ao ritmo dos gemidos do jovem, ficando cada vez mais intenso e rápido, enquanto que a outra mão alternava entre massagear o anel muscular por fora e apertar as nádegas firmes e macias que deleitavam o Faraó que sentia a sua excitação intumescida ao ponto de começar a ficar dolorido.

Mesmo assim, ele iria se focar no prazer de Yuugi, para depois, fornecer alguma atenção para si.

O coração do adolescente batia freneticamente ao sabor do prazer avassalador que o tomava e que o fazia perder o mínimo de consciência racional, juntamente com o calor abrasador em sua pele que transpirava, enquanto sentia a estranha sensação se propagar cada vez mais intensamente do seu estômago para a sua virilha, com a pulsação dentro dele tornando-se intensa, conforme ele gemia e se contorcia em uma agonia prazerosa até que atingiu o seu pico, com o seu corpo sendo incapaz de conter a onda intensa de êxtase que o tomou por completo, fazendo o seu pequeno corpo tremer intensamente pelo prazer explosivo, fazendo-o liberar a sua essência ao mesmo tempo em que dava um grito de prazer, com a cabeça se curvando para trás, sentindo um liquido quente escorrendo do seu prepúcio, com parte da sua semente nas mãos de Atemu, enquanto que outra parte formava uma pequena poça em seu abdômen e o resto no chão, sendo que a sua mente se encontrava obscurecida pela névoa de satisfação e exaustão que o envolvia.

O Faraó buscou absorver avidamente todos os detalhes da visão maravilhosa, para depois, começar a se masturbar, sentindo que estava muito perto e quando Yuugi saiu do seu estupor de prazer, observou o semblante repleto de prazer do soberano, com os seus olhos observando o tratamento que ele dava ao seu membro necessitado ao bombeá-lo vigorosamente até que ficou absorto no rosto imerso de prazer do monarca quando ele alcançou o êxtase e consequentemente, a sua gloriosa liberação, sendo que o jovem sentiu prazer ao ver tal cena, se recordando do pênis grande e grosso, muito maior que o dele e que havia ficado evidente ao ficar ereto em toda a sua glória, antes de amolecer com o prazer liberado e que mesmo amolecido, ainda era maior que o do jovem que corava intensamente com os seus pensamentos.

Então, o imperador fala:

- Agora, você vai passar os óleos na minha pele. Sinta-se a vontade para sentir o meu corpo.

Yuugi morde os lábios, enquanto permanecia corado, sendo que não se sentia confiante para tocá-lo, fazendo o imperador sorrir ainda mais ao ver o rubor que adorava na pele sedosa de alabastro, com ele decidindo intensificar esse rubor:

- Quando a barca de Re (Rá) começar o seu trajeto até o submundo enfrentado ʻAʼpāpī (Apep), você irá replicar o que eu fiz com você em si mesmo. Preciso saber se aprendeu a descobrir o seu próprio corpo.

Yuugi guinchou, corando intensamente, para depois, começar a besuntar a pele do monarca com óleos perfumados, sendo que decidiu, apenas, passar levemente a mão, pois, não sentia confiança em replicar o mesmo que ele fez nele e enquanto passava os óleos, corava intensamente ao mesmo tempo em que observava o prazer que ele sentia pelos seus toques simples, sentindo as reentrâncias dos músculos cobertos pela pele marrom dourada e em um determinado momento, o jovem olha curiosamente para o chão, vendo a evidência do prazer de ambos que o faz corar intensamente, se ainda era possível, com ele acreditando que teria um rubor permanente no rosto.

Após terminarem, o adolescente põe a sua roupa anterior, ficando aliviado ao sentir as forças nas pernas novamente ao se levantar e enquanto Atemu se dirigia ao quarto para ser trocado, se recordava do modo que o seu amado reagiu a menção de um toque íntimo, considerando o que o comerciante bastardo havia feito com ele.

Afinal, o jovem não agiu como alguém que tivesse um trauma e conforme se recordava das reações dele ao vê-lo nu pela primeira vez, o pensamento de Yukiko ter feito algo para ajudá-lo ficava cada vez mais forte, pois, seria a única explicação plausível, decidindo fazer uma anotação mental sobre perguntar para ela, preferencialmente sem citar o que fez aquela manhã, mas, buscando falar que ele o viu nu e reagiu de forma diferente do que esperava.

Caminhando sem roupa, enquanto o jovem ainda estava corado, eles caminham para outro quarto, sendo que o monarca fala:

- Eu vou ensiná-lo como me vestir.

O monarca começa a orientar o adolescente, percebendo que ele aprendia rápido e que após vesti-lo, colocou todas as joias e a coroa nele, com o rei falando:

- Você foi incrível, Yuugi! – o jovem de orbes ametistas cora intensamente com o elogio - Na porta, há uma jovem que irá fazer a minha maquiagem. Poderia chamá-la, por favor?

Yuugi cora ainda mais, se era possível e gagueja, com a voz imersa em nervosismo:

- Ela ouviu os meus gemidos?