Notas da autora
Yukiko revela...
Yuugi se encontra...
Atemu se encontra...
Capítulo 77 – A descoberta de Yukiko
No complexo do palácio, mais precisamente no quarto do pai de Atemu, Yukiko terminava a sua investigação, aproveitando o fato do homem ter adormecido momentaneamente pela fraqueza que o acometia e após alguns minutos, o leve brilho nos olhos cessa, fazendo com que a princesa dos dragões e Yuugi começassem a conversar mentalmente entre si.
"Pronto, eu terminei"
"O que você descobriu, Yukiko-chan?"
"É uma fraqueza induzida por envenenamento. Ele é realizado de forma lenta e gradual, mas está alcançando o seu ápice porque o veneno se acumulou por completo em seu corpo."
"Você pode salvá-lo?" – ele pergunta esperançoso.
"Sim. Mas, preciso que seja levado onde é o meu local de descanso. Eu não acredito que ele vai sobreviver até amanhã. Suas funções vitais estão despencando em um ritmo assustador. Eu vou tentar voltar agora."
"Você vai conseguir?"
"Sim. Vai ser um voo difícil, mas, eu vou conseguir."
"Muito obrigado! Eu confesso que estou surpreso por você querer ajudá-lo considerando a sua raiva por Atemu."
"Eu estou fazendo isso por você. Além disso, com exceção dos acontecimentos de quando eu fui retirada de você, ele ainda não me deu motivos adicionais para ter mais raiva dele."
"Eu sinto como você se sente e eu peço desculpas. É por causa do fato de eu acabar parando nas mãos de escravistas."
"Não acho que seja algo que você deve se sentir mal. A sua aparência o faz alvo de pessoas cruéis. Você não tem como mudar a sua aparência e você não tem escolha sobre ela, simplesmente, nasceu assim. Você é irresistivelmente fofo e lindo."
Yuugi cora intensamente frente aos elogios enquanto ouvia uma risada suave.
"Agora, leve-o até onde eu fico durante o dia, antes que seja tarde demais. Eu estou me dirigindo até lá."
"Eu vou levá-lo. Quer dizer, eu espero conseguir fazer isso."
"Você vai conseguir." – ela fala a contragosto ao se recordar das palavras de Yoru e Kiara sobre os aparentes sentimentos do monarca daquele reino, decidindo que iria acreditar neles enquanto esperava que a análise de ambos não estivesse errada.
Após encerrar a sua conexão mental com Yuugi, ela contata o casal que estava sentado ao lado dele.
"Yukiko-sama? Tudo bem com a senhorita?" – Kiara pergunta com intensa preocupação em sua voz mental ao sentir o cansaço da princesa, com tal preocupação sendo compartilhada com o seu esposo.
"Yukiko-sama! O que aconteceu?"
"Eu estou bem. Eu tive uma batalha bem intensa e precisei usar o poder do cedro do cristal lunar. Eu o usei para aumentar os meus poderes e acredito que se lembram das consequências do seu uso para ampliar os poderes mágicos de qualquer membro da família."
"Sim. Nós estamos surpresos por conseguir invocá-lo neste mundo."
"Desde que tenha uma lua, eu consigo e se for lua cheia, melhor ainda. Além disso, o meu título e status não foi retirado. Portanto, eu posso usar as habilidades e itens mágicos divinos e da realeza se for do meu desejo... O que eu disse sobre o uso do sufixo "-sama"?" – eles podem sentir a leve censura no final das suas palavras.
Yoru e Kiara suspiram em pensamento, para depois, ela falar:
"Certos hábitos são difíceis de esquecer, Yukiko-sam..., quer dizer, Yukiko-chan."
"Agora está melhor. Eu vou passar rapidamente a conversa mental que eu tive com o Yuugi."
Eles ouvem atentamente e depois, exibem surpresa em suas vozes enquanto falavam:
"É incrível o fato de você ajudá-lo."
"Verdade"
"Com o Yuugi-kun pedindo, é difícil eu negar. Ele é irresistivelmente fofo e lindo. Além disso, eu sinto os mesmos instintos maternais que eu sentia pela minha imouto, além de serem semelhantes, de certa forma."
"Verdade."
"De fato, analisando por esse ângulo..."
"Eu espero que ele não seja punido, porque se for..." – ela termina o final em um rosnado particularmente feroz.
"Acredite em nós. Ele não vai fazer isso. Ao contrário, ele deve estar terrivelmente preocupado. Já está tarde."
"Sim. Confie em nosso julgamento, por favor."
"Eu confio, mas, não consigo acreditar tão facilmente após o que ocorreu."
"Nós sabemos... Bem, eu imagino que deseja que nós evitemos qualquer punição para ele?"
"Sim. Por medida de segurança adicional. Quanto à memória de todos, eu posso cuidar disso. Apenas façam o que for necessário caso seja preciso uma intervenção mágica."
"Mas, se usar a sua magia dessa forma, considerando a sua fraqueza..." – Yoru pergunta com evidente preocupação.
"Eu posso usar o cedro do resplendor lunar. Depois, eu lido com as consequências do seu uso. Nenhum preço é alto o suficiente para garantir o bem estar do Yuugi-kun."
"Não estamos surpresos."
"Sim. Seria o esperado."
"Mas, o fato de esperarmos algo assim, não implica no fato de não ficarmos preocupados."
"Com certeza."
"Eu compreendo... Bem, é hora de me levantar. Eu tenho fé que a musculatura das minhas asas não vai me decepcionar, uma vez que andar está fora de cogitação. Prefiro concentrar minhas forças unicamente na articulação das asas."
Ignorando a intensa preocupação do casal, ela começa a se concentrar para poder voar, começando pelo ato de ficar de pé apesar dos tremores que cercavam os seus músculos, para depois, se focar em suas asas, começando a batê-las enquanto ignorava as pontadas doloridas oriundas da musculatura ao mesmo tempo em que encerrava a ligação mental para que eles não sentissem as dores lacerantes que começaram a tomá-la conforme o seu corpo enorme era erguido do chão, fazendo com que aumentasse a tensão nos músculos doloridos.
Usando a sua feroz determinação, ela começou a voar com um único objetivo em mente e que era chegar até onde ela ficava durante o dia enquanto buscava voar a uma distância considerável do chão por causa dos fortes ventos ocasionados pelo deslocamento abrupto do ar gerado pelo bater das suas asas possantes. Se ela voasse perto demais do chão, acabaria gerando ventos fortíssimos que trariam consequências a quem estivesse em terra. Quando ela chegasse até o local determinado, a albina era ciente de que precisaria fazer algumas manobras e reduzir o voo, com Yukiko considerando essa a parte crítica do seu pouso por causa do cansaço que a abatia junto das dores intensas.
Nesse interim, no quarto do pai de Atemu, o jovem de cabelos tricolores havia erguido a mão para uma das maçanetas enquanto tremia intensamente por temer o que aconteceria quando anunciasse a sua presença aos guardas posicionados do lado de fora. Dizer que Yuugi estava com medo era um eufemismo. Ele estava apavorado e por causa disso, estava reunindo coragem para anunciar a sua presença enquanto se imaginava sendo arrastado até a presença do monarca para dar as devidas explicações ao mesmo tempo em que aguardaria a punição.
O ex-sacerdote fecha os olhos e após inspirar profundamente enquanto que era incapaz de cessar os seus temores, ele coloca a mão na porta e a empurra.
O som da porta sendo aberta por dentro alarma os guardas que se voltam para a origem do som, com um deles puxando aquela porta com violência ao mesmo tempo em que se colocavam em guarda enquanto temiam pela vida do ex-monarca.
Porém, quando a luz da tocha do corredor ilumina quem se encontrava atrás da porta, eles ficam embasbacados porque não esperavam vê-lo ali ao mesmo tempo em que se recordavam das palavras dos dois homens, fazendo-os compreender que ele havia se escondido lá dentro.
Prontamente, eles se ajoelham em um dos joelhos e um deles fala em um tom respeitoso:
- Khekeret-nisut (ornamento do rei), o que podemos fazer pelo senhor?
As lágrimas de Yuugi cessam enquanto o seu rosto contorcido de medo e tristeza se transformava em um rosto estupefato ao ouvir o título que eles deram para ele, fazendo com que tentasse compreender o motivo de chamá-lo daquela forma.
Então, encontrando a sua voz, ele pergunta:
- "Khekeret-nisut"?
- Sim. O Per'a'ah ordenou que o chamássemos assim ao falar o seu título.
Então, antes que Yuugi tentasse compreender o que significava aquele título para um escravo, o jovem abana a cabeça para os lados ao se recordar do motivo de revelar a sua presença:
- O Per'a'ah precisa autorizar que o Iry-pat Akhenamkhanen seja levado até onde está a Yukiko. Ela pode curar ele.
- O quê?! – um dos guardas ergue o rosto, exibindo estupefação em seu semblante seguido pelo rosto do seu colega.
- Sim. Ela pode salvá-lo. Ele está muito mal e ela acredita que ele não irá sobreviver até amanhã.
Com ambos ignorando a indagação que surgiu em suas mentes em como a dragoa saberia o estado do ex-monarca, eles se levantam, com um deles ficando com Yuugi por segurança, visando protegê-lo enquanto que o outro se prontifica a procurar o soberano.
O ex-sacerdote ainda estava tomado pelo receio do que aconteceria com ele, fazendo com que aquele tempo aguardando o retorno do outros guarda se tornasse uma verdadeira tortura.
Não muito longe dali, na sala de reuniões, Atemu se encontrava junto do Superintendente dos guardas reais, assim como de Shimon, além da imi-r pr wr (grande superintendente da casa), que era a responsável por gerenciar o complexo do palácio real desde a limpeza até a organização, além da alimentação e que estava junto do seu filho Leon, fruto do amor dela com um homem de Hellas (Grécia) e que voltou recentemente junto do pai após quase dois anos de ausência, com ambos trazendo dois amigos de infância do genitor do Leon. Ambos eram casados e vieram junto do filho deles e como eles eram médicos, traziam conhecimento adicional de medicina de Hellas. Sera estava ansiosa para conhecer o casal que ficaria sobre a sua jurisdição, uma vez que ela era a imy-r swnwt (Grande supervisora médica) e superintendente dos swnw (médicos), swnwt (médicas) e dentistas.
Leon era um dos amigos de Atemu e tinha um Ka pessoal também. Ele havia acabado de saber através da sua mãe sobre Yuugi, antes que entrassem na sala e por estarem em público, ele seguiu o protocolo de saudar o monarca ao se prostrar junto da sua genitora.
O rosado estava sentindo pena do seu amigo ao ver a face angustiada dele.
- Meu Karibou também está ajudando na busca. Mas, não obtive retorno até agora.
- Com certeza, ele está bem, Nsw. Eu ordenei que os soldados realizassem uma busca intensa.
- Também solicitei aos servos e escravos para procurarem por ele e para informarem se souberem alguma informação. – a imi-r pr wr (grande superintendente da casa) fala após se curvar levemente.
- Com certeza, teremos uma resposta em breve. – o jovem de cabelos rosados fala respeitosamente.
- Eu sei. Mas, como vocês sabem, há boatos sobre ameaças a minha pessoa. Temos Isis e o tesouro sagrado dela. Porém, pode não ser o suficiente. Podem me ferir através do Yuugi por causa do título temporário que concedi a ele, Khekeret-nisut. – ele falava enquanto exibia um falso semblante inabalável, severo e calculista ao mesmo tempo em que olhava a majestosa lua pela janela porque precisava ocultar o medo e a tristeza que sentia pelo destino daquele que amava.
Todos suspiram porque sabiam das ameaças e dos boatos dentre os aldeões, que foram colhidos pelo próprio Atemu disfarçado de camponês com um capuz surrado para cobrir o seu cabelo e aparência junto dos seus mais leais soldados, também disfarçados, conforme andava dentre o povo, com ele descobrindo informações adicionais através de alguns espiões do seu Medjay. Era uma prática que ele realizava desde que era jovem.
No passado, ele começou essa tradição ao ocultar a sua aparência em um manto surrado, para depois, sair na rua com a ajuda dos seus amigos, Jounouchi, Ryou, Honda, Mariki e Leon, com eles também usando mantos surrados para poderem se infiltrar dentre os aldeões. As informações que ele colheu de conversas que ouviu dos aldeões foram fundamentais para auxiliar na criação e aprimoramento das leis, além de descobrir tributos indevidos e abusivos que eram cobrados do povo e que levavam ao descontentamento popular, principalmente com o fato de Kemet ainda estar se reerguendo de maneira gradualmente próspera após derrotarem os hekau khasut (Hicsos).
O monarca Akhenamkhanen descobriu o que o seu filho fez quando o Iry-pat (príncipe herdeiro) trouxe relatórios sobre a visão do povo do seu governo e cobranças abusivas por parte dos responsáveis por colher os impostos, assim como de alguns funcionários do palácio. Através desse relatório, o rei melhorou as leis, além de descobrir sobre os abusos praticados por membros do palácio e pelos responsáveis por colher os impostos.
Esse relatório colhido por Atemu com a ajuda dos seus amigos fez com que houvesse mudanças consideráveis e investigações profundas para encontrar e punir os culpados, fazendo com que o povo ficasse mais feliz ao mesmo tempo em que sufocavam eficazmente as tentativas de revolta civil que eram instigadas por povos estrangeiros e alguns nobres para enfraquecer Kemet através de conflitos civis, para que ficassem vulneráveis as invasões.
Claro, que o príncipe herdeiro havia recebido uma grande bronca por parte do seu pai ao fazer esta incursão junto do fato de ter ido sem escolta, contando apenas com os seus amigos Jounouchi, Ryou, Honda, Mariki e Leon, que por sua vez, também enfrentaram a bronca dos seus respectivos pais.
O príncipe herdeiro continuou fazendo essas incursões junto dos seus amigos após os pais deles e de Atemu aprovarem esse ato sobre a condição deles terem a proteção adicional de guardas disfarçados de aldeões, cujas armas ficariam escondidas sobre camadas de panos.
O som de batidas nas portas duplas chama a atenção de todos e Shimon fala:
- Pode entrar.
Eles observam um soldado entrando, com todos o reconhecendo, com exceção de Leon. Era o guarda que fazia parte do grupo de soldados que protegiam o melhor quarto da ala médica do complexo onde Akhenamkhanen se encontrava.
Enquanto o soldado de prostrava, Atemu sente uma nova tristeza tomá-lo e que era esperado há anos. A tristeza pelo seu pai ter sido recolhido pelo Netjer Inpu (Anúbis) para ser julgado pelo Netjer Wsjr.
Afinal, ao ver dele, não havia outro motivo para aquele guardar estar na frente dele.
Buscando manter a postura e semblante inabalável, severo e calculista, marcas de um verdadeiro governante ao mesmo tempo em que evitava qualquer traição em sua voz, ele pergunta com a sua voz barítono profunda:
- O meu pai acabou de falecer?
- Não, Nsw-bity (Rei do Alto e Baixo Egito). – o guarda ergue levemente a cabeça enquanto ficava surpreso para dedução errônea do seu monarca - O vosso honorável genitor está vivo. Eu vim até o senhor para falar que o Khekeret-nisut se encontra no quarto do seu honorável genitor, o Iry-pat Aknamkanon. Ele tem um pedido para fazer ao senhor.
Todos ficam surpresos, com Atemu evitando demonstrar a felicidade, alívio e surpresa em seu interior enquanto mantinha o mesmo tom e semblante anterior:
- Como ele entrou naquele quarto?
- Não sabemos. O que tomamos conhecimento é que antes do Iry-pat Yuugi se revelar, havia dois homens que o estavam procurando. Eles afirmaram que acabaram assustando ele e queriam se desculpar pelo erro deles. Isso ocorreu na breve troca de guardas. Nós ainda estávamos no corredor, em uma parte mais longe, mas que permitia qualquer curso de ação. Provavelmente, o Khekeret-nisut se esgueirou nas sombras e como é pequeno, não seria difícil para ele ficar imperceptível em algumas sombras projetadas pelos apoios das tochas e vasos.
Sentindo-se aliviado ao saber onde estava o seu amado, o monarca foi tomado pelo medo ao saber sobre esses dois homens porque não conseguia acreditar nos argumentos que foram apresentados ao guarda enquanto passava a sentir raiva por aqueles que assustaram quem ele amava com toda a força do seu coração.
- O outro guarda está com ele, certo? – ele pergunta em tom de confirmação.
- Sim, Heru. Ele o está protegendo.
- Ótimo. Vamos.
O rei fala e parte do local em direção à ala médica seguido pelos outros. Leon confessava que estava curioso sobre a aparência de Yuugi.
De volta ao local onde o ex-sacerdote se encontrava, ele estava dividido entre o medo da reação de Atemu e a preocupação intensa pelo estado de saúde de Akhenamkhanen.
Afinal, Yukiko foi clara ao falar que ele precisava ser levado até ela o quanto antes.
O jovem observa o guarda assumir uma postura defensiva a sua frente, fazendo-o arquear a sobrancelha, para depois, se esgueirar atrás dele, temendo ser os mesmos homens de antes.
Então, o jovem de cabelos tricolores cai de bunda no chão ao ser tomado pela surpresa quando uma bola peluda castanha com olhos grandes e patas verdes voa até ficar em frente a ele, olhando-o com preocupação ao mesmo tempo em que o jovem observava pelo canto dos olhos, a postura do guarda relaxar ao reconhecer o estranho ser a sua frente.
Yuugi se ergue cuidadosamente e olha com curiosidade para o ser, para depois, virar o rosto na direção do guarda, perguntando enquanto apontava para a bola de pelo na frente dele e que flutuava feliz:
- O que é ele?
- É o Kuribou. Um dos Ka que o Per'a'ah, pode invocar. É um ka bem versátil pelos boatos que ouvi pelo complexo.
Cuidadosamente, ele começa a esticar a mão até o Kuribou e pelo tremor que o acometia, era evidente o seu receio, com o guarda falando respeitosamente ao ver as reações de Yuugi que demonstravam claramente o seu medo.
- Ele não vai fazer nada, Iry-pat Yuugi. Pode ficar tranquilo. Ele serve ao próprio Nsw-bity.
Decidindo confiar nessas palavras, ele encosta a sua mão na cabeça peluda do Ka e começa a afagá-lo, inicialmente de forma tímida, para depois, ganhar confiança para afagá-lo em mais locais enquanto sorria imensamente ao ouvir os sons que ele fazia.
- Kurii! Kuriiiii!
- Você é fofo. – ele fala enquanto sorria e em um determinado momento o abraça, sentindo a maciez em seu pelo.
Próximo do local, Atemu e os outros observam um Kuribou voando até o seu mestre, com o monarca se concentrando para ouvir o que o ser falava através da sua mente, para depois, falar:
- Eles acabaram de avistá-lo – ele fala para os outros, para depois, sorrir para o Ka – Obrigado, Kuribou. Você pode voltar, agora.
- Kurii!
Ele exclama, para depois, desaparecer em uma névoa.
Na ala real médica do complexo do palácio, Yuugi fica estupefato ao ver o Kurbou na frente dele desaparecendo em pleno ar e ao ver o olhar triste dele, o guarda fala:
- Provavelmente, o Per'a'ah falou que ele podia retornar a sua respectiva Pedra Wedju.
Nesse interim, não muito longe dali, os guardas observam Yukiko voando de forma cambaleante, como se buscasse empregar mais força que o original enquanto parecia lutar para se manter no ar.
Com a sua férrea determinação, ela consegue pousar sem provocar danos ou grandes rajadas, para depois, entrar no local que destinaram para ela arrastando as suas asas no chão, com a meia dragoa buscando aproveitar aquele momento para cochilar levemente antes que Yuugi chegasse.
