NOTAS DO AUTOR:

Yo, yo!

Como vão? Espero que bem e respeitando a quarentena!

Como perceberam pelo nome do capítulo, eis que trago mais um capítulo na versão de outro personagem. Quem será hein?

Vão lá! Boa leitura!*~

Obs.: Não desanimem não… esse capítulo é tão importante quanto os outros porque traz muitos acontecimentos realmente relevantes para certos personagens.

Obs.²: Créditos do banner aos fanartistas! Apenas a edição é minha. Infelizmente não conheço ou tenho conhecimento de quem seja o artista, pois peguei no Google ou nos grupos do Facebook ou Whatsapp, mas se alguém souber, por favor, me diga que credito sem problemas!

[...]

CAPÍTULO 11

A QUARTA PÉTALA DE CEREJEIRA

POR OLHOS NEGROS EXPERIENTES

Sakura andava de um lado para o outro nervosamente depois de ouvir horrorizada tudo o que ele lhe contou: a verdade por trás do massacre do Clã Uchiha - assim como seus verdadeiros mandantes -, das ações de Uchiha Itachi, do seu valor inestimável como um agente duplo e do acordo de não interferir em sua decisão de morrer pelas mãos do irmão caçula para torná-lo um herói e assim poder ser aceito de volta em Konoha e ter seus crimes perdoados.

Difícil de engolir tudo aquilo, ele sabia, no entanto era a verdade nua e crua, engasgada para pessoas como eles que sempre procuraram seguir os caminhos mais corretos e honrosos, mas ambos estavam ali, passando por cima das próprias convicções para se igualar ao inimigo em prol de algo muito maior, assim como Itachi quando, por ordens de Danzō apoiado pelo conselho, exterminou o próprio Clã e depois se manteve às sombras de uma dupla lealdade onde secretamente interferia sob ordens do Sandaime Hokage e, posteriormente, da Godaime.

Você alertou sobre a captura do Sanbi e do Yonbi. — ela acusou repentinamente encarando Itachi ao cessar os passos, se virando na direção dele.

O timbre forte demonstrava contrariedade e indignação, mas o semblante frio o impedia de saber a fonte daqueles sentimentos. Por incrível que pudesse parecer, Sakura não se mostrava mais transparente como sempre foi; se mostrava inabalável e inexpressiva desde que deixou Konoha e ele ficou surpreso na mesma medida que triste por aquilo, pois não havia mais a vivacidade juvenil que ela sempre teve, assim como não havia sorrisos calorosos e olhares afetuosos e aquela mudança drástica era uma prova de que lidar diretamente com pessoas como os membros da Akatsuki mexeu com ela até o fundo de sua alma. Ele só torcia para que não fossem mudanças irreversíveis.

Itachi, já recomposto com sua inexpressividade habitual, assentiu, mas não justificou ou explicou nada, apenas manteve-se calado.

— E só não fez o mesmo com a Nibi porque foi surpreendido com a decisão do Tobi de apressar a captura e me levar. — continuou acusando-o implacavelmente, vendo-o assentir mais uma vez e, sob a concordância, soltou um estalo com a língua e retomou a caminhada nervosa, parando segundos depois — Eu sou sua substituta na infiltração.

— Sim. — finalmente Itachi respondeu em palavras.

Era óbvio que Sakura ligaria os pontos sozinha, seu brilhantismo intelectual se provava cada vez mais diante de situações como aquela, assim como se provou, junto de capacitação estratégica e tomadas de decisões sob pressão, quando resolveu sozinha o impasse político com Amegakure e seus dois aliados. Tsunade certamente ficará surpresa por saber que ela teve o discernimento de tomar a melhor decisão possível.

— Não sabia que eu era sua substituta?

Itachi olhou para ele e assentiu, autorizando-o a esclarecer aquele ponto.

— Só soube durante nossa missão de captura do Yonbi.

— Por isso você desapareceu.

Itachi assentiu mais uma vez, voltando ao silêncio.

Ele suspirou diante da falta de cooperação por parte do Uchiha e resolveu interferir para aliviar aquele interrogatório acusatório e a tensão maciça ali:

— Itachi estava inviável por causa da vigilância cerrada da Akatsuki nele, por isso levamos algum tempo para lhe dar a confirmação de que você é nossa aliada. — explicou, vendo-a assentir e retomar os passos — E também foi por isso que não soubemos nem por ele da sua entrada. Infelizmente já estávamos há algum tempo no escuro, muito antes do ataque à Konoha e de forjarmos sua morte.

Mesmo que não tivesse cessado os passos ou olhado em sua direção, Sakura assentiu.

Por mais que tenha planejado aquele encontro quando marcou no mesmo dia e lugar com os dois propositalmente, tinha consciência de que o andamento da situação seria imprevisível; já não conhecia mais Sakura e nem mesmo Tsunade poderia afirmar isso depois de todas as mudanças que ocorreram com ela, então era impossível saber como reagiria sob todas aquelas informações, no entanto não esperava vê-la tão controlada - seu descontrole escapando apenas pela caminhada nervosa e tom acusador-, apática e racional, não sabendo que se tratava do irmão do garoto que todos na Vila sabiam que amava, devido ao que isso lhe acarretou negativamente, assim como na vida do Sasuke.

— E depois que entrei, a vigilância cerrada recaiu sobre mim. — ele e Itachi assentiram e ela finalmente cessou os passos e se virou para eles — Levando em conta o que ouvi quando cheguei, nada muda para mim nessa infiltração, exceto que não preciso mais me preocupar em repassar informações enquanto você estiver presente.

Itachi assentiu e ele sentiu um pesar diante da frieza dela.

Esperava mais.

Esperava que ela tentasse revertê-lo, que tentasse impedi-lo de prosseguir com seu plano suicida, foi por isso que criou aquela situação: para tentar salvar Itachi, mas não podia culpá-la, ela o julgou uma vida inteira, entendia que ainda precisava digerir tudo.

Quem sabe quando a ficha realmente caísse, de que ambos eram iguais e que estavam sob as mesmas circunstâncias, ela fizesse o que fez com Tsunade e Naruto: iluminaria o coração dele e lhe mostraria que as coisas podiam ser diferentes.

— Bom, — ela começou, cruzando os braços — voltei para falar sobre nosso próximo alvo, o Gobi, mas acho que Itachi já lhe informou, certo, Jiraya-sama?

— Sim.

— Ótimo. Então peço permissão para me retirar. Tenho que voltar antes que deem a minha falta.

— Está bem. Permissão concedida. — cedeu, incerto se deveria prosseguir ao olhar de relance Itachi, tão calmo e inexpressivo como sempre, encarando-a: — Eu sei que foi difícil ouvir tudo o que foi dito aqui e também sei que ainda vai remoer essa história por um bom tempo, mas espero que entenda que antes de tudo, de qualquer escolha ser feita ou qualquer atitude ser tomada, houve intenções boas, leais para com Konoha, seus cidadãos e Ninjas e, acima de tudo, generosidade e sacrifício por aqueles que realmente amava.

— Eu entendo isso. Eu realmente entendo. — ela desviou o olhar rapidamente para Itachi ao proferir aquelas palavras e ele sentiu que havia algo que queria dizer, apesar de vê-la voltar a encará-lo com o semblante cru de qualquer emoção — Tenha uma boa viagem de volta, Jiraya-sama.

Fazendo uma mesura respeitosa, ela se retirou, deixando-os sozinhos.

E Itachi não demorou a fazer o mesmo, mas antes de deixá-lo, olhou-o nos olhos para assumir a posição de acusação.

— Foi proposital. — deu de ombros, cansado demais para justificar ou mesmo refutar a acusação do Uchiha prodígio — Isso foi desnecessário. Não importa o que me digam ou tentem, minha decisão não mudará.

Deu de ombros novamente, vendo sua silhueta se desfazer em inúmeros corvos.

— Eu espero que, tanto eu quanto você, estejamos errados sobre isso. — murmurou soprando as palavras ao vento, o único espectador de sua frustração.

Voltou pensativo para sua amada Vila. Não era um homem de pouca fé, tampouco desesperançoso, mas sentia que a situação estava cada vez mais difícil, por inúmeros motivos.

O possível fim indigno de Itachi depois de tudo o que fez pelo bem da Vila;

A mudança drástica de Sakura;

Os perigos que rondavam Konoha;

A conspiração de Danzō ante a gestão de Tsunade;

Os movimentos políticos de Amegakure e o perigo que representarão se a Akatsuki não conseguir contê-los;

A possibilidade de encontrar aquelas três crianças que um dia ensinou o que pôde e que teria que pará-los por representarem um perigo real ao mundo.

Sempre soube que o passado estava ligado diretamente ao presente e ao futuro, mas aquilo só se tornou compreensível para si agora que os via se entrelaçarem bem diante dos seus olhos. Talvez ele esteja diante daquilo que sempre buscou: seu destino.

Mal adentrou a sala da Godaime Hokage e a voz reverberou como trovoada, atipicamente ansiosa e incontida:

— Como ela está?

Desviou o olhar e seguiu para a janela. Como diria, olhando nos olhos castanhos-mel, que sua discípula estava irreconhecível? Que os dois a guiaram para um caminho obscuro que a mudou de um jeito que temia ser irreversível? Que se ela a visse com os próprios olhos, veria que fez uma péssima escolha ao enviá-la para aquela missão?

Quando Itachi os comunicou de sua doença e Tsunade, depois de atendê-lo pessoalmente e tentar todas as alternativas possíveis para reverter a situação, falhou em estender sua sobrevida, tiveram que pensar numa solução para dar continuidade ao trabalho das sombras dele e então chegaram a conclusão de que precisavam de um substituto: alguém que se afiliasse à Akatsuki para acompanhar de perto qualquer movimento e pudesse interferir quando necessário.

Depois de cogitarem alguns nomes, chegaram à três finalistas: Nara Shikamaru, Hyūga Neji e Haruno Sakura.

Mas, depois de avaliar os prós e contras, perceberam que escolher entre eles não seria tão fácil.

Shikamaru era uma força tática fundamental para estar à frente das forças defensivas e ofensivas de Konoha, mas inteligência não era algo que atrairia a atenção da Akatsuki, visto que era autossuficiente nesse quesito;

Neji, por mais que fosse um gênio da geração - e o primeiro a se graduar Jōnin - estava incluso em um dos Clãs mais rigorosos e honrosos da Vila Oculta da Folha, mas infelizmente também não possuía nenhum diferencial que atraísse a atenção da Organização, fora que tinha muito a perder e politicamente, como Hokage, Tsunade também;

E então a Sakura. Inteligente, estratégica, destrutiva, leal, cheia da vontade do Fogo e a segunda melhor Médica-Nin do mundo Shinobi, sem contar que as chances e possibilidades dobravam se conseguisse ter sucesso em completar e dominar o Ninpō Sōzō Saisei: Byakugō no Jutsu - Arte Ninja da Criação do Renascimento: Técnica da Força de Uma Centena - e sua Técnica própria que estava desenvolvendo há anos; uma jóia rara que se enquadraria perfeitamente à Organização Criminosa mais temida do mundo e que atrairia sua atenção facilmente. Era a opção mais viável, senão fosse por ser a protegida de Tsunade. A mulher não queria abrir mão da discípula, mesmo sabendo de que era a melhor escolha e só depois de muita negociação, reuniões cansativas estratégicas e um ataque massivo à Vila, a Princesa das Lesmas cedeu e deixou a escolha nas mãos da discípula com a esperança de receber uma negativa.

Se perguntava se a decisão dela seria a mesma depois de ver o que ele viu.

— Está bem. — cruzou os braços às costas e fitou o horizonte alaranjado pelo pôr do sol.

Três dias se passaram desde que se despediu de Sakura e Itachi e enrolou o quanto pôde o caminho de volta pensando em palavras melhores para aquele momento, mas nada parecia adequado diante de tanto nervosismo por parte da Princesa das Lesmas.

— E? É só isso? — Tsunade questionou um tom acima do normal, a impaciência ali, velada — O que ela queria? Por que solicitou com urgência um encontro?

Engoliu a seco, encontrando uma brecha para escapar de perguntas que não queria responder.

Virou-se para a mulher altiva e mais ansiosa do que quando chegou.

— Amegakure - Vila Oculta da Chuva - está conspirando com Kusagakure - Vila Oculta da Grama - e Kōtetsugakure - Vila Oculta do Aço - para se tornarem o Sexto Grande País Shinobi.

As sobrancelhas loiras rasas franziram e a mulher mordeu o polegar em seu típico gesto nervoso.

— Outra conspiração? — a retórica tinha um "q" desacreditado e escarnioso — Mas que merda está acontecendo com o universo para conspiração virar moda agora?

Como um filme se repetindo, assistiu-a andar de um lado para o outro nervosamente exatamente como a discípula há três dias.

Um pequeno sorriso se formou nos próprios lábios. Será que elas tinham noção do quanto se pareciam em certos aspectos? E ainda diziam que Naruto e ele eram piores em questão de semelhanças.

— Já está estressada? Devo pedir para que Shizune traga seu precioso Sakê?

Tsunade soltou um estalo com a língua e lhe olhou atravessado antes de parar de andar e seu semblante se tornar sério.

— Aquele verme… acredita que Danzō marcou uma reunião com o conselho bem debaixo do meu nariz?

Arqueou a sobrancelha, realmente surpreso pelo movimento insolente. Shimura Danzō era conhecido por se movimentar por baixo dos panos e dar o bote quando menos se esperava, não por agir tão descaradamente daquele jeito. Provavelmente o desespero estava tomando conta dele.

— E então?

— Vai ser em dois dias e provavelmente foi proposital esse espaçamento, para que caísse em meus ouvidos.

— Não duvido. — se sentou na cadeira para visitantes; por mais que quisesse continuar "fofocando", tinham que resolver problemas maiores e mais emergentes — Sakura nos disse que Pain está investindo pessoalmente agora no ataque ao líder de Amegakure, então temos uma boa oportunidade de investigar a fundo sua motivação.

— Isso tem a ver com a conspiração? — voltando ao controle, ela também se sentou em sua cadeira Kage, apoiando os cotovelos na mesa e cruzando as mãos rente ao rosto.

— Sim. Por mais que ela tenha certeza de que Pain está planejando algo grande com essa interferência, não sabe muito bem o rumo que isso vai tomar.

Então contou tudo o que lhe foi passado e não se surpreendeu por ver Tsunade claramente surpresa e assombrada pela resolução altamente estratégica e inteligente por parte da discípula, que se sairia uma ótima Kage se fosse preciso, pois tinha o olhar crítico político e também a frieza necessária para tomar as melhores decisões em um curto espaço de tempo.

Expôs também sobre o Gobi e mais outras informações que tanto Sakura quanto Itachi lhe passaram, aproveitando a deixa para avisar que não poderiam mais contar com o Uchiha, pois a sua hora havia chegado.

— E seu plano… deu certo?

— Sim. Agora Sakura sabe tudo.

— E como ela reagiu?

Por um instante ficou paralisado. Estavam voltando para a zona perigosa de conversa.

— A essa altura ainda deve estar digerindo tudo.

Assentindo, a loira desviou o olhar para um ponto atrás de si, mergulhando em pensamentos. Ele podia ouvir as engrenagens da cabeça dela à toda.

Tsunade o conhecia exatamente como ele a conhecia. Já devia ter percebido que estava escondendo algo e, muito provavelmente, estava cogitando se continuaria fazendo vista grossa ou se enfrentaria o que estava hesitando contar.

Suspirando alto, ela se jogou contra o encosto da cadeira e a virou um pouco para o lado, de forma que o rosto ficasse de perfil para ele e pudesse encarar a vista panorâmica da Vila sob o céu agora já noturno.

Um longo momento de silêncio sucedeu e então ela o olhou de esguelha.

Conhecia aquele olhar e aquele semblante determinado.

— O quanto ela mudou? — não respondeu, porque Tsunade já tinha certa noção da resposta; Katsuyu era praticamente interrogada em âmbito pessoal quase todas as vezes que a invocava para receber novas informações da discípula. Ela soltou um estalo com a língua e voltou a mirar o céu estrelado — Se não quer dizer, é porque a coisa é pior do que eu imagino.

— Às vezes a ignorância é uma dádiva. — divagou inconscientemente, cruzando os braços.

Uma pena que ele não podia se manter na ignorância também.

— Ei, que tal sairmos para beber um pouco? Ainda tenho aquele vale-desconto do bar-...

— Deixe de ser idiota! Estamos trabalhando e tratando algo sério aqui!

— Nah! — acenou com descaso — Trabalhamos bebendo.

Ela ainda reclamou por algum tempo, mas no fim cedeu, afinal sempre cedia para o Sakê. Como ela estava sendo vigiada constantemente pelo Danzō e pelo Conselho, resolveram beber ali mesmo.

Horas se passaram enquanto desfrutavam de um bom Sakê do estoque particular e escondido da Hokage que ficava no armário de pergaminhos, conversando sobre o passado; sobre o que eram e no que se transformaram. Até mesmo Orochimaru veio à tona. Mal parecia um prelúdio de algo tão sério.

Depois de tanto tempo, não foi estranho ambos abandonarem a mesa Kage para juntar as cadeiras em frente a grande janela panorâmica com vista para a Vila.

Tsunade, já alta do excesso de Sakê, suspirou ao seu lado, fazendo-o olhá-la e perceber no mesmo momento o quão importante ela era para si. Olhando para o céu estrelado, ainda via a garota de anos atrás sob aquela mulher imponente e destruidora de corações.

Suspirando também olhou para o céu, contemplando aquele breve momento de paz antes que a tormenta chegasse.

Minutos depois, sentiu-se na obrigação de externar o que lhe afligia:

— Vou investigar pessoalmente o Pain, Tsunade.

Olhou-a de esguelha diante da ausência de um comentário que fosse e encontrou um pequeno sorriso despontando o canto dos lábios carmesim.

— Estava me perguntando quando você diria isso. — rebateu com um suspiro cansado, virando o rosto em sua direção — Quando você parte?

— Hoje mesmo.

Ela assentiu desfazendo o sorriso e desviou o olhar para o monte Kage.

— Não ouse perder para aqueles três. — exigiu, as bochechas rubras pelo excesso de álcool, deixando-a, de repente, frágil com aquele semblante triste. Era incrível o quanto os dois estavam conectados. Ela, de certa forma, previu também que Pain era uma das três crianças que protegeu e guiou quando mais jovem; — Eu não suportaria perder você também.

Ria, faça um comentário idiota, imbecil!, ordenou-se, desviando o olhar para o monte Kage também.

— Espero que chore muito, caso eu perca. Porque eu acho que sou digno disso, sabe? Pelos anos de rejeição: as lágrimas da imponente Hokage, Princesa das Lesmas e uma dos três Sannin, afogando todo mundo na minha cerimônia de honra.

— Você não tem salvação mesmo! — ela resmungou, encarando-o finalmente e ele virou o rosto e o olhar em sua direção.

— Então por que não faz uma aposta? — propôs, forçando um sorriso — Aposte que vou morrer. Você só perde mesmo.

Ela também sorriu, um sorriso tão forçado quanto o dele.

— Eu aposto. — os olhos castanhos-mel miraram o céu estrelado mais uma vez — Aposto que você vai morrer do jeito mais humilhante possível, seu velho tarado.

— Você vai perder feio como sempre, perdedora lendária.

Soprou um riso forçado, sentindo algo em seu peito apertar.

Olhou para o céu também.

Algo lhe dizia que justamente naquela aposta, a perdedora lendária finalmente venceria.

[...]

NOTAS FINAIS:

Aí aí… Tsunade e suas apostas e Jiraya correndo atrás de seu destino. O que será que acontecerá, hein? Fazem ideia? Eu sei que sim! Então venham me contar!

Bom, até aqui fechei duas pontas soltas: Sakura descobriu sobre o massacre Uchiha e toda a verdade por trás dele e o motivo de Jiraya e Tsunade escolherem a Sakura para ser a substituta do Itachi.

O que acharam disso tudo, hein? Coerente? Juro que tentei ser o mais realista possível!

E sobre como a Sakura reagiu. O que esperam dela? Como acham que ela vai lidar com tudo? Já que ela não deu muitas pistas nesse aqui de como vai ser.

É isso, até a próxima!*~

Obs.: Caso queiram ter prévias de capítulo, spoiler e interagir comigo além daqui, me sigam no Twitter por SenpaiNani, Instagram por NaniSenpaiNK e Facebook por Haruno Sah ou Nani Senpai!

Obs.²: O próximo capítulo será no ponto de vista de outro personagem também! Já sabem quem? Se não sabem… vou contar: Itachi.

Só vem, Itachinhoooo! Temos muitas leitoras aqui te esperando, não é mesmo, meninas?! '-'

Obs.³: Vou panfletar novamente meus últimos lançamentos, está bem? Passem lá!

Oneshot fofinha SasuSakuSara em Universo Ninja (seguindo a linha canônica): COLETÂNEA UCHIHA SASUKE.

Oneshot fofinha SasuSaku em Universo Ninja no período em branco, quando volta de sua redenção e quando volta a viajar, leva Sakura junto: O CALOR DO INVERNO.

Three-shot com comédia, um clima de festa e, claro, hentai para as pervertidas de plantão SasuSaku em Universo Alternativo (tempos atuais). O primeiro capítulo já foi lançado e o segundo está programado para sair dia: 26/05/2021 – Quarta-feira: A COELHA E O FALCÃO.

É isso! Apareçam por lá e, se puderem e achar que é merecido, deixem seus comentários! É muito importante para mim a opinião de vocês, fora que é motivador!

Agora sim é até a próxima!*~