Notas do Autor
Kojirou fica...
Musashi se surpreende quando...
Em um hotel, uma menina estava com a sua Togekiss, quando...
A famosa Pokémon Hunter J, seu assistente, Zanna e Rio acabam...
Capítulo 14 - O desespero de uma criança
Musashi estava em uma bela mesa com guloseimas usando um belo vestido de renda, sendo que ao seu lado estava uma ekans que usava um laço azul na cabeça.
Kojirou achou a menina linda e mesmo que no início parecesse que era a Rumika sentada na mesa, o assustando momentaneamente, ele depois olhou com mais atenção a jovem e percebeu que mesmo que lembrasse fisicamente a menina que o atormentava diariamente no passado, não era ela e sim outra menina.
Quando Musashi se virou e viu o menino ficou surpresa e corou. Ela usava um vestido bonito e rapidamente faz uma mesura a ele que corresponde.
- Vamos comer esses deliciosos doces. Depois, se desejarem me seguir, eu gostaria de mostrar todos os pokémons que habitam essa propriedade.
- Eu mal vejo a hora de conhecê-los. – Koujirou fala gentilmente.
- Eles são tão lindos. – Musashi comenta, sorrindo.
Eles sentam e começam a conversar com o tio dele ficando feliz ao ver que o seu sobrinho e a filha de seu melhor amigo estavam conversando animadamente. Shinta percebeu que ambos coravam enquanto conversavam, com ele achando que ambos formavam um casal muito fofo.
Kojirou e Musashi não sabiam que o caçador ilegal e cruel que fazia crueldades com ekans e koffing´s ao caçá-los e que possuía um Tyranitar, além de um Fearow, acabou morrendo no acidente de navio há quase um ano atrás, pois na ânsia de se salvar frente a chegada de pokémons selvagens, acabou caindo no oceano no barco onde estava e foi levado pela correnteza até uma das enormes hélices do navio que ainda funcionava, sendo retalhado pelas pás afiadas. Ele tinha um lavirtar e um spearow em suas pokéballs que estavam dentre as que foram resgatadas do oceano e como foi detectada a morte do mestre deles, os pokémons foram libertados na natureza.
Portanto, ao contrário da linha do tempo original, nenhum Ekans ou Koffing iriam sofrer com esse homem, já que nessa linha do tempo alternativa ele faleceu.
Além disso, graças às mudanças em seus destinos, Koujirou e Musashi não iriam entrar para a equipe Rocket, passando a terem outras ocupações na vida, além de se casarem no futuro.
Após o chá, ele mostra os pokémons que tinha deixando as crianças fascinadas, sendo que ele falou que muitos eram selvagens que ele salvou das mãos de pessoas cruéis ou por estarem feridos com ele capturando alguns para poder trata-los melhor, sendo que depois os libertava, permitindo assim que eles decidissem por si mesmos se permaneceriam na propriedade ou não, com todos tendo escolhido ficar ali, juntamente com as inúmeras borboletas, com ele se orgulhando de ter todas as cores de Vivilons, possuindo um exemplar de cada uma, sendo que havia comprando algumas de criadores procurando criar todos os pokémons com muito amor e carinho para que crescessem saudáveis, as libertando em seguida, pois apreciava vê-los voando livres pelo céu e para evitar que eles fossem capturados, ele havia instalado sistema de segurança, além de ter pokémons treinados para guarda.
Ele fala que nenhum era capturado, sendo todos eram selvagens que ficavam por si mesmos em sua propriedade, com ele mostrando os abrigos para tempestade que ele mandou fazer e que estavam espalhados por toda a propriedade, para que assim todos tivessem um lugar para se abrigarem das chuvas ou das tempestades.
Eles avistam caterpie, metapod, buttlerfree, venonat, venomoth, wurmple, silcoon, beautifly, cascoon, dustox, larvesta, volcarona, scatterbug, surskit, masquerain, burmy, wormadam, os três tipos que existiam desse pokémon, mothim, cutiefly e ribombee, spewpa e vivillon, estas de diversas cores de asas, assim como padrões de cores, além de vários pokémons do tipo Grass e outros que eram Grass com outro tipo.
Há dezenas de quilômetros dali, mais precisamente em um hotel de luxo, uma menina de seis anos estava no jardim com uma Togekiss que era a sua amiga. Ela brincava com a pokémon que era tão inocente quanto a criança sem ambas perceberem que era a Pokémon Hunter J, uma famosa e cruel caçadora pokémon que caçava e roubava pokémons, havia visto a Togekiss e ficou maravilhada com a pokémon rara, decidindo roubá-la.
Era para J ter ido a Sinnoh como na linha do tempo original, mas mudou de ideia no último instante ao saber de uma intensa e inexplicável luz que irradiou em Kanto e desde que chegou a região, roubou muitos pokémons bons a seu ver.
Como ela foi a Kanto, acabou topando com duas garotas, Zanna e Rio que a salvaram de um cerco policial ao reconhecerem ela como a lendária Pokémon Hunter J, sendo que haviam começado a trilhar o caminho do crime há alguns meses atrás.
Na linha do tempo original, como J não foi até Kanto, elas não iriam encontra-la, sendo que alguns anos depois se juntariam a Equipe Rocket, se tornando as melhores dentre os Rocket´s, para depois irem até Alta Mare para capturar os lendários Latios e Latias para o seu chefe.
Nessa linha do tempo alterada, elas se encontraram com J, que concordou em tornar ambas as suas aprendizas por algum tempo em virtude da ajuda providencial que recebeu para escapar do cerco policial.
A mulher perversa e igualmente cruel entra na área do parque do hotel e se aproxima da menina fingindo estar animada com a pokémon diferente, sendo que a inocência pueril da criança não conseguia reconhecer o perigo, enquanto sorria inocentemente, apresentando com animação a sua amiga que voava feliz ao seu lado e que na sua inocência, também não conseguia reconhecer o perigo.
Então, em um piscar de olhos, a mulher chuta a criança com violência fazendo-a cair, acabando por fraturar um dos braços com a queda violenta, enquanto a criminosa usava a sua máquina para transformar Togekiss em pedra, pois sabia que haveria compradores ávidos para ter uma pokémon tão rara, para depois pegá-la e correr dali, tirando rapidamente o seu Salamancer de sua pokeball.
Ela sobe agilmente nas costas do pokémon que se afasta rapidamente do local pelo céu, enquanto a menina chorava desesperada, tanto por ter se machucado, assim como pela sua amiga, gritando por ela ao olhar na direção da mulher que fugia com a sua amiga.
Os gritos e o choro atraíram a atenção de funcionários do hotel e dos pais dela que doavam dinheiro para ONG´s e para pesquisas de doenças raras que não interessavam a indústria farmacêutica, visando o desenvolvimento de cura ou tratamento. Eles também patrocinavam eventos para angariar fundos para as ONG´s, além de ser desenvolvido o comércio em muitas cidades pobres, conseguindo assim que elas se desenvolvessem.
Portanto, eles eram muito queridos na região.
O casal corre até a amada filha, acompanhados dos funcionários do hotel e ao conseguirem compreender o que a filha falava, ficam revoltados ao saberem o que aconteceu, enquanto a polícia era acionada, sendo informada do roubo.
Kashin, Yuukishin (Mewtwo) e Ayame que estavam passando próximo dali e que viram o que a mulher fez, ficaram com raiva e depois que se afastaram do local, Kashin assumiu a sua forma verdadeira de Rapidash, com Mewtwo e Ayame montados nele que galopava velozmente pelos céus, seguindo o Salamacer a uma distância segura, para depois eles descerem e ao tocar no solo, após as crianças descerem de seu lombo, Kashin volta a ter a aparência humana para depois eles se esconderem, observando alguns homens que receberam a ladra, além de duas jovens, sendo que estas eram Zanna e Rio.
Então, Mewtwo, assume a sua forma pokémon e estica os braços com os seus olhos brilhando, enquanto concentrava os seus poderes psíquicos e sobre orientação do seu pai adotivo faz todos os humanos flutuarem, assim como J, Zanna e Rio, sendo que ele havia paralisado os movimentos de todos eles, para depois arremessa-los com violência contra as árvores e não obstante, sobre orientação de Kashin, Mewtwo retira os motores da aeronave, os destruindo em pleno ar ao levá-las para o alto para que a explosão não machucasse os humanos no entorno e para que não danificasse a aeronave.
Os humanos ficam inconscientes com o choque dos seus corpos contra as árvores, inclusive J e os pokémons que estavam fora das pokéballs, inclusive o Salamance dela, nada fizeram, pois odiavam os seus mestres que eram obrigados a servir pela subjugação da pokéball.
A explosão dos motores acaba indicando à polícia a localização do grupo de criminosos, sendo que os demais criminosos que estavam na nave ao ouvirem as sirenes de polícia posteriores as explosões dos motores no alto saem correndo do veículo tentando fugir, com Mewtwo os fazendo levitar, paralisando-os, para depois arremessá-los contra a fuselagem da aeronave, fazendo ele ficarem inconscientes, também.
Conforme os sons das sirenes se aproximavam do local com o pai adotivo deles ouvindo sons de cascos e de patas de pokémon, prevendo que eram os parceiros pokémons dos policiais, ele faz as crianças se afastam dali, sendo que Mewtwo havia voltado a assumir a forma humana com Kashin se transformando em um Rapidash, com Yuukishin e Ayame montados nele, enquanto se afastava velozmente dali ao concentrar os seus poderes, usando uma versão do Flame Charge.
Horas mais tarde, com os pokémons roubados por J sendo libertados e devolvidos aos seus mestres, todos os membros de sua gangue se encontravam presos, sendo que ela era procurada em várias regiões com o seu nome figurando dentre os mais procurados pela polícia internacional, possuindo inúmeras queixas contra ela.
Em troca de escapar da pena de morte, ela retirou todos os pokémons do estado de pedra, além de confessar a culpa pelos roubos, fornecendo também os dados de todos os compradores dela.
Munidos de tais informações, sendo que muitas outras informações foram retiradas dos computadores apreendidos de J e seus comparsas, a polícia internacional criou uma força tarefa internacional em várias regiões para prender todos os compradores e mandatários dos roubos, já que ela, normalmente, roubava sobre encomenda com eles realizando inúmeras prisões.
Os pokémons desses criminosos, assim como os de J e de Zanna e Rio, foram enviados ao PhD Pokémon de cada região para serem devolvidos a natureza. Em Kanto, o PhD em Pokémons era Yukinari Ookido.
O juiz do julgamento de J e dos demais, era um grande amigo da família da menina e o júri popular simpatizava com o industrial que inclusive desenvolveu a cidade e gerou inúmeros empregos, além de fazer doações para causas humanitárias. Além disso, havia o fato da menina inocente ter ficado com o braço quebrado e com outras lesões pelo chute violento da criminosa.
Ela e os outros foram condenados, com J sendo enviada a uma prisão feminina, juntamente com Zanna e Rio, sendo que as duas últimas, ainda respondiam pelo adicional de tortura aos pokémons, pois elas adoravam torturar os pokémons capturados, sendo que o diretor desse presídio era amigo da família, também.
Portanto, esses amigos da família, sem os pais da criança saberem, planejaram um plano para puni-las, principalmente J, sendo que uma amiga da família foi colocada na cadeia para fazer amizade com J, Zanna e Rio, ajudando a planejar a fuga delas sem estas saberem que era tudo planejado, pois eles precisavam que elas fugissem do presídio.
O trio consegue fugir auxiliado por essa jovem, sem eles saberem que era tudo combinado e que por isso, tiveram êxito na fuga.
Após se afastarem do presídio, sendo que comemoravam naquele instante a sua fuga, J, Zanna e Rio recebem golpes na nuca ao surgirem alguns homens atrás delas com eles levando as três desacordadas dali sobre um sorriso de vitória da amiga da família e como não havia papéis sobre a falsa prisão dessa jovem, para o noticiário e para a justiça, constava apenas a fuga de três presidiárias.
Longe dali, em outro presídio masculino, o ajudante de J sorria frente ao êxito da fuga auxiliado por um rapaz, sem saber que este era um primo da menina que a sua chefe chutou, sendo que o diretor do presídio também era um parente distante da família. Como a prisão desse rapaz foi falsa, não havia qualquer documentação sobre a prisão desse primo e para o noticiário e para a justiça, havia sido apenas um fugitivo e que estava sendo procurado pela polícia.
Enquanto o criminoso comemorava a sua fuga, ele é golpeado na nuca por trás, sendo em seguida, levado do local sobre o sorriso do primo da família da menina.
Após algumas horas, ele acorda e percebe que estava nu e rendido nos braços por dois homens.
Ele fica desesperado e começa a chorar, implorando por clemência conforme via outros homens em celas que se encontravam torno deles, com os homens que o prendiam rindo das tentativas frustradas dele de se libertar, para depois ele ser atirado em uma espécie de pátio com as grandes sendo fechadas na frente dele, sendo que um dos homens fala:
- Saiba que aqui não é uma prisão e é um local muito isolado. Reunimos algum criminoso cuja fuga foi planejada, sendo que fizemos isso para você e aquelas outras três bastardas. Saiba que esse lugar foi feito apenas para recebê-los. Você ficará para sempre aqui, sendo que forneceremos comida e água. Ficar em uma prisão era algo bom demais para um canalha como você. Pelo visto, não passa de um rato covarde.
- Não! Por favor! Clemência! Eu imploro!
Ele exclama, segurando-se nas barras, lutando para alcança-los.
- Quantos pokémons não imploraram por clemência? Quantas pessoas não choraram implorando pelos seus pokémons? Nós nos perguntamos quantas vezes você atendeu as súplicas deles e a resposta é que nenhuma vez as atendeu. Você, a sua chefa, além daquelas outras duas vadias. Portanto, porque acha que devemos ter clemência por você? Afinal, não teve qualquer clemência com as suas vítimas tanto humanas, quanto pokémons. Você e aquelas desgraçadas.
Então, estes se afastam e após vários minutos com ele olhando aterrorizado para os outros criminosos, as portas das celas deles são abertas e eles correm até o homem que começa a chorar e gritar, enquanto começavam a usá-lo como brinquedo sexual o estuprando com os seus gritos sendo abafados, enquanto que era possível ouvir as gargalhadas de algum lugar dos homens que o jogaram naquele local.
Quatro semanas depois, quando J, Zanna e Rio recobraram a consciência, elas notaram uma cicatriz em seu abdômen e que estão nuas, sendo que havia celas a sua volta com homens que cobiçavam os seus corpos, com elas se encontrando retidas pelos braços por homens.
Elas começaram a se debater, tentando fugir, até que um deles fala:
- Enfim, as belas adormecidas acordaram. Vocês tiveram que ficar em coma induzido por quase um mês para cicatrizar a sua cirurgia.
- Cirurgia?
- Sim. Vocês foram castradas. Afinal, não é justo uma criança nascer de escórias como vocês. Sabiam que o tio da menina é cirurgião? Uma prima é anestesista e um dos afilhados do pai dela é enfermeiro instrumentista, além de outros familiares terem auxiliado no êxito da cirurgia. Logo, foi possível fazer a cirurgia de vocês três em uma clinica particular.
- O que vão fazer conosco? – J pergunta aterrorizada.
- Não acha que é uma pergunta idiota, ainda mais por estarem nuas? – ele pergunta com um sorriso maligno.
- Vocês vão nos estuprar... – Zanna murmura estarrecida enquanto que as três tentavam se cobrir de alguma forma.
- Não somos estupradores. Temos honra. Além disso, não apreciamos lixo, como vocês três. – ele fala visivelmente ultrajado pela dedução errônea dela.
- E a outra mulher que estava conosco?
Eles se entreolham e gargalham, para depois um deles falar:
- Ela era amiga da família da menina fofa que você chutou e que fez chorar, além dela ter se ferido. Nós precisávamos que vocês fugissem, para serem consideradas foragidas. Afinal, este local que estamos colocando vocês é mais apropriado do que uma prisão. Além disso, saiba que o seu ajudante está aqui, também. Não somos cruéis em separar vocês quatro. – ele fala o final com cinismo.
Eles param em frente a uma espécie de pátio coberto e J vê o seu ajudante com o olhar quebrado, gritando esporadicamente, enquanto era estourado pelos presos, fazendo as três se desesperarem e implorarem por clemência com ele falando jovialmente aos presos:
- Trouxemos mais brinquedos para vocês! Cuidem bem delas.
- Não! Soltem-me! Não! Por favor! Não! – ela exclama aterrorizada e as outras voltam a implorar por clemência, chorando copiosamente.
- Então, vocês só tem coragem em agir contra seres inocentes, fazer atrocidades com pokémons e roubar das pessoas de bem... São de fato bastardas, além de covardes. Pelo menos, vocês estarão entre os seus semelhantes.
- As pessoas vão saber e vocês irão se ferrar! – J exclama em seu desespero.
Eles se entreolham e gargalham, falando:
- Já dissemos que não estamos em um presídio. Apenas organizamos um local, impossível de fugir e reunimos bandidos que foram condenados, sendo que a fuga deles foi armada como a de vocês. Será dada comida e água. Como somos gentis, estamos dando vocês de presente a eles. Esse lugar fica em um local completamente isolado. Portanto, podem gritar a vontade. Claro, se conseguirem gritar. Afinal, não acho que deixaram essas bocas sem uso, assim como a dele. – ele fala o final gargalhando.
Elas começam a chorar e se desesperar, sendo jogadas em um canto na espécie de pátio, para depois eles fecharem as grades, se afastando enquanto riam com os presos as observando desejosos com elas tentando se cobrir de alguma forma, sendo que estavam aterrorizadas, enquanto choravam copiosamente.
Então, após alguns minutos, ficam horrorizadas quando as portas são abertas automaticamente e eles avançam contra elas que são agarradas com eles começando a estupra-las, enquanto que os gritos dela ecoavam nos corredores, sendo tomadas por trás, pela frente e obrigadas a fazer sexo oral com os seus gritos sendo abafados em poucos minutos, enquanto que as gargalhadas dos homens que a jogaram ali eram ouvidas de algum lugar.
