Notas do Autor

Yukiko tem a ideia de...

Quem consegue o Squirtle é...

Os amigos prometem...

No laboratório do Doutor Yukinari Ookido, o mesmo acaba...

Os três iniciais decidem...

O doutor não percebe que...

Yo!

Eu não coloquei antes os motivos de odiar a Vamisty.

Bem, abaixo eu mostro os motivos de odiá-la.

A Vamisty humilhava e agredia o Ash constantemente o chamando de lixo e o considerava um verme, o humilhando publicamente, assim como o agredindo verbalmente e constantemente, ele que é um herói (Iris é outra que fazia isso em menor intensidade), não o auxiliando quando ele precisava de ajuda em algum momento e na maioria das situações com Vamisty se destacando nesse campo, já que raramente sacava os seus Pokémon para ajuda-lo, a menos que envolvesse terceiros, aí ela lutava, enquanto exigia como uma ordem imperial os pokémons do Ash quando precisava deles em algum concurso. Além disso, roubou o ovo do Togepi do Ash e isso é fato, pois foi ele que achou o ovo e quem acha o ovo é dono do mesmo com o adicional do Ash ganhando a batalha pelo ovo. No anime sempre mostra isso. Quem acha é o dono e se foi um Pokémon de determinado treinador que o encontrou, esse treinador fica na posse do ovo.

Isso sem contar na crueldade dela para com o pobre Caterpie, o agredindo verbalmente e o tratando como lixo. O humilhava e era perversa com o pobre coitado. Você não é obrigado a gostar de todos os Pokémon, mas ela fazia questão de detonar o pobre Pokémon das formas mais brutais que conhecia. O pobrezinho chegava a chorar com o tratamento. Só alguém muito perverso faz uma atrocidade dessas, machucando um pobre Pokémon inocente ao ponto do mesmo chorar.

Somente um monstro cruel e perverso faria uma atrocidade dessas.

E aqueles que aprovam essa agressão verbal e humilhação pública do Ash é porque não se colocam no lugar dele. Imagine ouvir de uma pessoa, diariamente, que você é um verme, um lixo, um estúpido e afim. Vocês gostariam? Não. Mas o Ash pode. Inclusive, é por isso que o mundo está dessa forma.

Afinal, as pessoas, raramente, se colocam no lugar do próximo. Se fizessem isso, se colocando no lugar do Ash, como eu faço a odiariam também, sendo que sei o que é sofrer humilhação pública e agressão verbal como Ash vivencia. Vivi quase a minha vida inteira com isso e ainda sofro. Dói e muito. Eu repudio qualquer um que faça isso com um herói.

Bem, são esses os motivos.

Tenham uma boa leitura. ^ ^

Capítulo 25 - A revolta do Pikachu

Há centenas de quilômetros dali, mais precisamente em Masara Town, Yukiko tem uma ideia:

- O que acha de fazermos um sorteio?

- Sorteio? – Shigeru pergunta, arqueando o cenho.

- Vou criar uma espécie de urna fechada com espaço apenas para colocar o punho dentro e vou colocar três papeis, sendo que cada um deles tem o nome dos pokémon disponíveis no laboratório. No caso, Squirtle, Bulbassaur e o pokémon misterioso. O que acham? Se o Squirtle não for tirado em nenhum dos papeis, procederemos a outro sorteio até sair o Squirtle e após acontecer isso, quem não tirou o Squirtle pode escolher qualquer um dos outros que não foram escolhidos. O sorteio é apenas para determinar qual de vocês dois irá pegar o papel do Squirtle. Se os outros dois forem pegos, iremos dobrar os papeis novamente e procederemos a um novo sorteio, até o papel do Squirtle, sair na mão de um de vocês.

Eles se entreolham e concordam.

Enquanto Yukiko cuidava de modificar uma caixa de papelão e de fazer os papeis, Satoshi pergunta a Shigeru:

- O seu ojii-san não contou qual pokémon misterioso é esse?

- Não. Como ele disse que tinha quatro treinadores que terminaram o curso exigido antes de conseguir a licença e ele tinha apenas três iniciais disponíveis, teve que pedir um quarto pokémon. Eu tentei arrancar qual era, mas não consegui. Infelizmente.

- Não sabia que podia haver um quarto pokémon. Sempre pensei que eram somente três.

- De fato, são somente três, mas em situações excepcionais pode ser adicionado um quarto. Afinal, segundo o que o meu avô explicou, como havia quatro treinadores cadastrados, ele somente podia fornecer um inicial de cada vez, repondo após alguns dias o que foi selecionado por um treinador iniciante. Quando são mais de três treinadores, a regra é adicionar um quarto pokémon, segundo a escolha do PhD em Pokémon. Esse pokémon deve ser tachado como Misterioso pelas regras e não pode ser revelado, até ser escolhido ou ser o último a ser escolhido. Isso é para ser justo com todos. Portanto, por mais que tenha perguntado e até xeretado em seus papéis, não consegui descobrir. Eu confesso que estou curioso com o quarto pokémon.

- Pode ser interessante o quarto pokémon e confesso que também estou curioso. Mas eu queria o Squirtle.

- Eu também quero o Squirtle e é melhor decidirmos no sorteio para ser o mais justo possível.

- Com certeza, mas já vou avisando que serei eu que vou conseguir o Squirtle. – ele fala com determinação.

- Vai sonhando, Satoshi. – ele fala sorrindo.

- Vamos ver quem vai rir por último, quando eu conseguir o papel do Squirtle.

- Claro que serei eu.

Enquanto eles sorriam, disputando amigavelmente entre si, Yukiko se aproxima com uma caixa e fala:

- Gente, eu terminei!

Nisso, os amigos se levantam, enquanto que a meia pokémon e meia humana sacudia a caixa, falando:

- Vou sacudir bem, para misturar os papeizinhos. Depois que eu terminar de sacudir, vocês dois devem tirar na sorte para saber quem será o primeiro a pegar um dos papeizinhos.

Ela termina de sacudir e segura a caixa, enquanto que Shigeru e Satoshi tiravam na sorte quem seria o primeiro, com o neto do Doutor Yukinari ganhando, enquanto que Satoshi ficava chateado por ter perdido no Jo ken pou.

Então, ele vê Shigeru colocando a mão dentro da caixa, enquanto torcia para que ele conseguisse qualquer um dos outros, menos o Squirtle, sendo que fica ansioso ao vê-lo retirar um dos papeis dobrados cuidadosamente pela sua imouto.

Após retirar a mão e abrir o papel de forma hesitante, Shigeru comemora ao mostrar o nome Squirtle para tristeza de Satoshi que suspira resignado.

Afinal, havia sido um sorteio e a caixa era vedada, só tendo um buraco para a mão, com Yukiko sacudindo a caixa para misturar os papeis para tornar tudo o mais justo possível, dependendo assim da sorte deles.

Yukiko abre a caixa e revela os outros dois papeis restantes que continham o nome Bulbassaur e o Pokémon misterioso, sendo que depois, Satoshi fala:

- Bem, se é assim, eu prefiro o Bulbassaur. Pelo menos, ele é legal e falam que é o melhor para os iniciantes. Claro que eu queria o Squirtle, mas foi um sorteio justo e você foi o sortudo. Meus parabéns, Shigeru.

Ele fala estendendo a mão ao seu amigo que retribui, o cumprimentando com ambos sorrindo, sendo que Satoshi havia ficado feliz pelo seu amigo, pois havia sido um sorteio justo e era questão de sorte. Shigeru foi mais sortudo do que ele.

- Se encontrarmos um Squirtle selvagem e for a minha vez de capturar, já que faremos um rodízio de capturas, por assim dizer, eu darei a minha vez para você capturar esse Squirtle. – Shigeru fala sorrindo.

- Onii-chan, se aparecer um Squirtle selvagem e for a minha vez de capturar, eu darei a minha vez a você, para que assim possa ter um Squirtle. – ela fala sorrindo.

- Muito obrigado. – ele agradece, sorrindo.

Dentro da casa, Hanako observava as crianças e suspira se lembrando de quando era uma treinadora, sendo que o seu inicial foi uma charmander.

O marido dela se aproxima e a abraça, perguntando em tom de confirmação:

- Está se lembrando de quando foi treinadora, para depois ser auxiliar do doutor Yukinari?

- Sim.

- Nossos filhos vão sair em uma jornada pokémon e não vejo motivo para você não ir até os seus pokémons. Claro que eles devem estar chateados por você tê-los abandonado. Você sabe o quanto fui contra você abandonar o que gostava de fazer.

- Eu sei – ela suspira – Mas a sua mãe e a minha viviam falando que uma esposa exemplar devia se dedicar a casa e aos filhos. Bem, a gente teve filhos e achei que era melhor se dedicar a eles.

- De fato, foi um sacrifício que você fez e não concordei. Você sempre me apoiou em meu sonho e acabei sobrecarregando você. Eu devia ter sido mais presente. Se bem, que poderíamos ter usado a creche. Pelo menos, para você trabalhar meio período como auxiliar.

- Não suportaria confiar em terceiros para cuidar dos meus filhos. Não me arrependo do sacrifício que fiz por eles.

- Entendo... Mas explicou isso aos seus pokémons?

Ela suspira longamente, enquanto olhava um ponto qualquer a sua frente.

- Não... Eu não tive coragem de me despedir deles. Tornaria tudo mais doloroso. - ela fala com um olhar dolorido ao se lembrar da última vez que os viu – Nunca mais os vi, pois somente iria sofrer ainda mais.

- Os faça compreender os seus motivos, pedindo perdão e saia em uma jornada, assim que os nossos filhos saírem em suas respectivas jornadas. Eu vou ficar em casa por muito tempo, pois estou desenvolvendo um novo software e posso me comunicar com os outros por vídeo conferência, somente me ausentando, esporadicamente, por alguns dias. Chegou a sua vez de recobrar os velhos tempos. O que acha? Assim, eu posso cuidar de Yume e suas crias, assim como de Hakai, sendo que vou aperfeiçoar o nosso sistema de segurança em todo o local.

Ela olha surpresa para ele e pergunta:

- Mas...

- Não tenha receio. Os seus pokémons com certeza gostam de você. Não duvido que eles irão perdoá-la.

- Será? – ela pergunta incerta – Faz tantos anos e sequer me despedi deles, adequadamente, explicando o motivo de me afastar.

Ele ergue o queixo dela e fala:

- Fale com o seu coração. Faça o seu coração tocá-los. Eles vão ver o quanto foi difícil para você, também. Acredite no coração deles.

Ela sorri e fala, sentindo confiança nas palavras de seu esposo com eles se abraçando, para depois se beijarem com Hanako comentando consigo mesma:

- Imagino como eles vão reagir quando eu participar da Liga Pokémon, também.

Hayashi sorri e fala:

- No mínimo, vão ficar estarrecidos. Resta saber se lutará com tudo contra eles.

- Eu vou lutar. Se eu der a vitória, eu estarei ofendendo o meu oponente.

Nisso, sorrindo, com eles se abraçando, ambos se afastam da janela.

Longe dali, o PhD em pokémon, doutor Yukinari Ookido, recebia por correio com um sorriso no rosto uma pokeball personalizada com um símbolo de relâmpago, para depois leva-la até uma máquina e ao depositar a mesma em uma depressão esférica, surgem dados do pokémon confinado e de seus movimentos com ele comentando para si mesmo, satisfeito:

- É um excelente golpe. O criador está de parabéns.

Após analisar alguns dados adicionais, ele sorri e lança a pokéball, falando:

- Saia, Pikachu.

O Pikachu sai e olha para os lados, para depois ver o doutor que fala, sorrindo:

- Prazer. Sou o PhD em Pokémon da região de Kanto, o doutor Yukinari Ookido. Amanhã, você será dado a um treinador iniciante. Imagino que esteja ansioso para saber quem vai escolher você.

Pikachu sorri e quando ele se aproxima, Pikachu desfaz o sorriso e libera seu ataque no doutor que fica "eletrizado", por assim dizer, caindo para trás, sendo que o Thunder Shock chamou a atenção dos outros iniciais que olham do doutor para o Pikachu, sendo que a Charmander fala irada em seu idioma:

- Por que fez isso?

- Eu me recuso a obedecer aos humanos e não quero mais entrar nessa coisa que nos confina. Eu detesto ser confinado.

- Como pode falar isso? É um pokémon doméstico como nós. – Squirtle fala indignado.

- Isso mesmo. Você foi criado por um criador, assim como nós. Você nunca foi selvagem para exibir esse comportamento.

- Falem por vocês. Ninguém mais vai me confinar, novamente. Eu fui muito idiota para acreditar na conversa daquele bastardo quando ele me confinou. Não sabia que seria enviado a outra pessoa.

- Você tem péssimos modos. – Bulbassaur fala irado – Peça desculpas ao doutor. Ele é gentil conosco e ama os Pokémon!

- Nunca. – ele fala, virando o focinho – Não percam o seu tempo.

- Ei, Pikachu, não precisava fazer isso – o doutor se levanta, sendo que os iniciais correm até ele, preocupados, com o mesmo os afagando, enquanto sorria, os tranquilizando – Bem, acho melhor você relaxar dentro da sua pokéball. Eu pretendia deixá-lo solto para brincar com os outros. Mas eu acho que é impossível e quero evitar atritos entre vocês, pois podem se machucar.

Ele estende a pokéball e fala:

- Volte Pikachu.

O pokémon salta e dá uma caudada certeira na pokéball, fazendo a mesma acertar o rosto do doutor, fazendo-o cair para trás, enquanto o pokémon elétrico olhava o doutor inconsciente com um sorriso satisfeito no focinho.

Os outros pokémons ficam revoltados e não se contém mais, decidindo atacar o rato elétrico ao juntarem forças, com o Squirtle tomando a iniciativa ao usar o ataque Dragon Pulse, sendo que ele nasceu com esse golpe, após concentrar o poder de dragão em seu corpo para liberar o ataque através de suas mandíbulas contra o roedor elétrico.

Porém, Pikachu consegue se esquivar para depois avançar, concentrando eletricidade no seu punho, para tentar acertá-lo com um Thunder Punch, já que nasceu com esse golpe, com o Squirtle conseguindo desviar.

Então, Bulbassaur usa Power Whip, um golpe com que ele nasceu e tenta chicotear o Pikachu com as vinhas que saíram de seu bulbo.

O pokémon tipo Eletric fica irado e conforme desviava das vinhas, concentrava eletricidade, novamente, em seu punho, usando o golpe com que ele nasceu, o Thunder Punch, acertando a testa de Bulbassaur ao desviar habilmente de suas vinhas, fazendo ele ser atirado alguns metros dali.

Porém, esse ato o deixou próximo da Charmander que usa Dragon Rush contra o Pikachu, após concentrar o poder de um dragão em seu corpo, lançando-se contra o seu oponente, já que nasceu com esse golpe, conseguindo derrubá-lo, passando a sentir a paralisia no seu corpo por causa da habilidade do Pikachu indócil, Static, enquanto que o roedor elétrico sentia o dano do Dragon Rush em seu corpo.

Pikachu está fraco, mas reage, concentrando eletricidade em seu corpo, apenas para Bulbassaur, mesmo enfraquecido, voltar para a batalha, usando o Power Whip contra o roedor elétrico que consegue desviar.

Porém, como estava sofrendo os danos em seu corpo pelo Dragon Rush, ele não consegue desviar como antes e acaba atingido por algumas vinhas que o chicoteiam, o atirando violentamente no chão, sendo que ao mesmo tempo, Charmander usa Dragon Rush, novamente, o acertando, enquanto que Squirtlle o acertava com o Dragon Pulse, junto dos outros, ao mesmo tempo, o atirando alguns metros para trás, com alguns papéis e objetos voando no ar, fazendo o corpo do pokémon elétrico se chocar, violentamente, contra uma parede atrás do mesmo, trincando-a levemente, para depois ele ficar inconsciente, sendo que Squirtle vai até os seus dois amigos que exibiam danos da pequena batalha que travaram contra um tipo Eletric.

Então, o doutor desperta e ao perceber que Bulbassaur estava um pouco debilitado, que a Charmander se encontrava com paralisia e que o Pikachu se encontrava inconsciente, ele fica desesperado, enquanto imaginava o que aconteceu e o motivo que levou os três a se juntarem contra o Pikachu, sendo esta a conclusão óbvia ao observar a cena, ainda mais ao ver vários objetos e papeis no chão, além de ver a trinca em uma parede, acreditando que foi causada pelo choque do corpo do roedor elétrico contra a parede.

Ele encosta a pokéball no Pikachu, fazendo-o entrar, para depois enviá-lo via transporte eletrônico ao Centro Pokémon mais próximo, sendo que ao contatar a médica pokémon, ele fala:

- Estou enviando esse Pikachu. Ele precisa ser tratado com o método de tratamento, sem retirá-lo da pokéball.

- Entendo. Por isso o está enviando em vez de trata-lo no laboratório.

- Sim. Não é recomendável liberar ele da pokéball, doutora.

- Assim que terminar o tratamento, irei contatar o senhor e o enviarei de volta pelo transporte.

- Obrigado, doutora.

- Por nada, doutor.

Rapidamente, ele começa a tratar dos outros e após terminar de tratá-los no laboratório, ele recebe a ligação com a médica falando que já havia terminado o tratamento e que estava enviando o pokémon de volta, com o doutor indo até o equipamento para pegar a pokéball, após a mesma se materializar, para depois agradecer novamente com ambos se despedindo.

Então, ele suspira e fala aos seus pokémons:

- Eu imagino que o atacaram porque ele me atacou. Certo?

Os três consentem e ele fala gentilmente, após olhar para o céu por uma das janelas do laboratório:

- Está um lindo dia. O que acham de brincarem lá fora?

Os iniciais olham para a pokéball do Pikachu com evidente preocupação em sua face e ao notar o olhar deles, percebendo para onde eles olhavam, Yukinari trata de tranquilizá-los.

- Não se preocupem. Não vou cometer o mesmo erro, novamente, de tirar ele da pokéball. Podem relaxar. Agora, vão brincar lá fora. Amanhã será o dia em que vocês serão escolhidos e imagino que estão ansiosos.

Os três consentem sorrindo, para depois correrem até a porta, para ficarem no entorno do laboratório brincando uns com os outros.

O professor deixa os três iniciais soltos, pois compreendeu que eles apenas atacaram o Pikachu, pois ele o atacou e comenta pesarosamente, olhando para a pokéball do roedor elétrico:

- Eu queria deixa-lo brincando com eles... Mas é impossível. Além disso, não é recomendável entregar um pokémon indócil como você a um jovem treinador. Creio que vou ter que manda-lo de volta amanhã e pedir para a criança vim outro dia para pegar outro Pikachu. Eu queria saber o motivo do criador não ter detectado essa índole nele.

Ele havia decidido deixar separada essa pokéball, pois não seria certo entregar um pokémon tão problemático a um treinador iniciante. Se ainda fosse um treinador experiente, era outra coisa.

Portanto, ele decidiu que iria pedir uma troca com o criador, pois havia sido claro ao mesmo que o pokémon era para um treinador inicial e que certos temperamentos não eram indicados a um treinador que estava iniciando a sua jornada.

Quando o doutor estava levando a pokéball do Pikachu para uma sala, para deixa-lo separado das outras pokéballs, um som chama a atenção dele, detendo o seu passo.

Na ânsia de saber o que era o som, ele acaba tropeçando em um dos objetos que caiu no chão em decorrência da pequena batalha no laboratório, sendo que após ele se levantar não percebeu que a pokeball trincou, comprometendo o armazenamento, além da submissão do mesmo, embora Pikachu fosse um dos poucos pokémon que não era afetado pela submissão da pokéball.

Ele deixa a pokeball na mesa, próxima de uma imensa janela entreaberta e se dirige até a origem do som, vendo que era um pássaro que havia se chocado no vidro. Ele pega o animal delicadamente com a mão, para depois o mesmo voar, após passar o susto.

Então, se esquecendo da pokéball do Pikachu, o PhD em pokémon, doutor Yukinari Ookido, voltou a estudar alguns pokémon que estava analisando, esquecendo da pokeball trincada, com a mesma remexendo-se furiosamente, pois o Pikachu desejava sair de dentro dela a todo o custo.