Notas do Autor
Satoshi acaba...
Pikachu decide...
O roedor elétrico fica surpreso, quando...
Yo!
Fiz o Pikachu apanhar daquele jeito como desforra pelo que ele fez na linha do tempo original, quando Satoshi batalhou contra Kasumi.
Portanto, fiquei feliz ao escrever a cena dele apanhando daquela forma, dos três e foi uma pena que não pude fazer pela segunda vez a cena.
Afinal, seria ilógico o Pikachu se levantar, após levar um combo de ataques tão poderosos.
Como preveem, acontecerá o problema com os Spearows.
Vocês sabiam que depois dessa traição com o Satoshi, eu passei a ver a cena dele sendo atacado pelos spearows com prazer ao vê-lo se ferir daquela forma? Podemos chamar de uma justiça poética adiantada para um acontecimento do futuro.
Ele foi um traidor bastardo por trair o Satoshi e seus companheiros de equipe ao se recusar a lutar contra a Vamisty. Foi muita sacanagem com o seu treinador e colegas, após tudo o que Satoshi fez pelo Pikachu que agiu de forma ingrata naquele momento e claro que a vaca adorou o que ele fez.
Um treinador pokémon integro iria querer lutar com todas as suas forças. Acreditem, não iria comemorar como a Vamisty fez por ser incapaz de lidar com o tipo Eletric. Um verdadeiro líder de ginásio é um verdadeiro especialista no seu tipo e tem pleno conhecimento de como lidar com pokémon com vantagem ao seu e pretendo demonstrar isso na fanfiction, para mostrar o que é um autêntico e verdadeiro especialista e não os falsos especialistas que aparecem no anime.
Afinal, raramente, um líder de ginásio mostrou ter um conhecimento avançado, além do seu tipo, conseguindo gerenciar tipos com vantagem ao que escolheu. É algo raro que chega a ser inédito. Infelizmente.
Inclusive, com um especialista, mesmo um pokémon tido como fraco por muitos treinadores, pode surpreender e se converter em uma ameaça em potencial graças ao especialista que o treina, estimulando os pontos fortes e gerenciando as fraquezas, adequando-os as batalhas por serem autênticos e verdadeiros especialistas que inclusive estudam os tipos que tem vantagem aos seus para adquirir conhecimento para lidar com eles. Um especialista estuda e muito, além de fazer várias batalhas treinando movimentos e planejando estratégias.
A Vamisty é uma falsa especialista que se gaba de ser um, mas é incapaz de gerenciar um tipo com vantagem ao seu, além de mostrar que ela não estuda ou que batalha bastante para aperfeiçoar técnicas ou criar estratégias. Ela lança o pokémon e pronto. Nunca vi ela meditando e analisando, sendo uma vergonha já que ela é, em tese, uma Líder de ginásio. A única coisa que ela se aplica e se esforça para isso, é humilhar publicamente e agredir verbalmente um herói como Satoshi e detonar um pobre caterpie ao ponto de fazer o pobrezinho chorar com a brutalidade que ela demonstrou, através de seus atos e palavras.
Os especialistas, os verdadeiros, não apenas dominam as características dos elementos que escolhem. Eles também estudam e descobrem técnicas, assim como habilidades, além de treinarem e muito para gerenciar as fraquezas dos tipos que escolhem, não se limitando a estudar o tipo que gosta e sim, também, os tipos que possuem vantagem ao que escolheram. Isso sem contar a capacidade de fazerem estratégias e de modificá-las sempre que necessário, frente a algo imprevisto.
Afinal, para derrotar um oponente é preciso conhecê-lo e você só conhece um tipo que tem vantagem ao seu, o estudando.
Isso sim é um autêntico e verdadeiro Líder de ginásio, pois eles são vistos como especialistas do seu tipo.
Claro que isso não significa que um treinador especialista em um determinado tipo ao estudar o outro que possuí vantagem ao seu, se tornará especialista desse tipo. Especialista é especialista. Mas esse conhecimento será o suficiente para gerenciar as fraquezas do seu tipo.
Vou mostrar na minha fanfiction o que é um autêntico Líder de ginásio e especialista no seu tipo, ainda mais com essa nova Liga Pokémon, graças ao fato daqueles cinco terem sobrevivido ao naufrágio, sendo que na linha do tempo original, eles teriam falecido, fazendo a Liga Pokémon do anime se tornar essa Liga ridícula que conhecemos no cânnon, com ausência de leis e regras claras e precisas, além de regras de conduta, inclusive para os Líderes de ginásio.
A Liga do anime e outras mídias, permite aos líderes fazerem o que quiserem e a gerenciar como desejarem os seus ginásios, mesmo que os desvirtuam de seu propósito, sem quaisquer regras, normas e exigência de comportamento, ao mesmo tempo em que permitem ao Líder criar as suas próprias regras individuais e normalmente egoístas de acordo com o seu ego e seus ideais distorcidos, tornando tudo uma bagunça, assim como desvirtuando o motivo da existência dos ginásios em virtude de ausência de leis e regras, além de serem incapazes em sua maioria de lidarem com tipos que tem vantagem aos deles. Um líder precisa ser um exemplo em sua cidade, pois representa a mesma. É preciso haver regras, leis e normas de conduta. Não se pode deixar a revelia da pessoa. Nem parece que a Liga Pokémon existe nesses momentos.
O outro assunto era explicar o motivo de não usar o título professor.
O motivo de usar o título de Doutor e não de professor, é que no original japonês, eles se referem a ele como Pokémon Hakase (博士 – doutorado ou Phd). Portanto, a tradução fica PhD em pokémon. Ou seja, alguém que está acima do título de doutor.
Para se ter uma noção da graduação de Yukinari Ookido, assim como dos outros em cada região que fornecem pokémon iniciantes e as pokédex´s, vou usar a explicação do nosso mundo.
Depois da faculdade, há duas linhas de estudo, o Lato sensu e o Stricto sensu.
O Lato Sensu é referente as especializações. O Stricto Sensu engloba as graduações e envolve o campo das pesquisas. Primeiro é o mestrado, depois é o doutorado e após o doutorado há o título de PhD. Ou seja, é alguém acima do título de doutor.
Por isso que os PhD em pokémon de cada região tem os iniciais com eles, sendo aqueles que fornecem os iniciais e as pokedex aos jovens treinadores, sendo que em cada região há um PhD em pokémon.
Bem, era isso o que eu queria explicar.
Tenham uma boa leitura XDDDD
Capítulo 26 - A fúria de um bando
Durante o resto do dia na casa de Satoshi, ele, a sua irmã e seu melhor amigo e rival, assistiam as batalhas pokémon pela tevê, através de um canal que exibia, somente, batalhas pokémon e quando a noite cai, assistiam a última antes de irem para as suas casas e que era de um torneio regional com Yukiko ficando desanimada ao ver o Nidorino que ela gostava, ser colocado para dormir por causa do movimento Hypnosis de um Gengar.
Depois que a batalha terminou, eles comentaram entre si o que poderiam fazer para melhorarem a batalha que viram, discutindo entre si as estratégias e os erros, algo que sempre faziam em todas as batalhas.
No fim da tarde, eles voltaram para as suas respectivas casas, visando organizarem as mochilas para a jornada que fariam no dia seguinte, sendo que havia surgido em todo o mundo a ideia de guardar pertences em Pokéballs, pois havia sido descoberto que objetos podiam ser confinados em tais dispositivos, além de pokémon.
Logo, surgiram pokéballs diferenciadas para guardar objetos, impedindo assim que alguém confundisse com pokéballs de pokémon.
Para tirar o objeto, bastava jogar a pokéball no chão, liberando o conteúdo e para guardar, bastava jogar a pokéball nele.
Graças a essa descoberta, o mundo passou a usar esse método para guardar objetos, conseguindo viajar com eles. Claro que se a pokéball trincasse, tudo seria liberado.
Logo, tiveram que reforçar essas pokéballs especiais, distintas dos modelos que existiam para pokémon, além de não ser recomendável colocar objetos imensos por haver o perigo de ser liberado o conteúdo sem o dono desejar.
O responsável por reforçar e aprimorar esse sistema havia sido o pai de Satoshi em conjunto com outros profissionais.
As crianças haviam recebido algumas dessas pokéballs e guardaram coisas úteis como barracas, mantimentos extras, roupas e outros objetos, assim como itens, conseguindo poupar bastante espaço em suas mochilas, além de deixa-las leves.
Várias horas mais tarde, Yukiko dormia, enquanto que Satoshi ficava imaginando as batalhas que teria com o seu Bulbassaur, se lastimando por não ter tido a sorte de ter conseguido o Squirtle, enquanto que considerava que o tipo Grass não era ruim, pois era tido como um dos melhores pokémon para os iniciantes. Mesmo assim, não mudava o fato de que não poderia ter o seu inicial favorito, o tipo Water.
Sem conseguir dormir, ele fica se revirando na cama, até que para, passando a olhar por vários minutos o pôster dos iniciais que ele tinha, até que decide se trocar para caminhar, aproveitando a lua cheia no céu para sair pela janela do seu quarto, usando o galho de uma árvore para descer habilmente até o chão, para que não acordasse ninguém.
A criança acreditava que após espairecer um pouco, ele estaria mais relaxado e poderia dormir, sabendo que mesmo que o despertador falhasse, Yume iria acordar ele e a sua imouto.
Não muito longe dali, o doutor já havia se recolhido aos seus aposentos, sendo que após inúmeras tentativas, Pikachu descobre como sair da pokéball, conseguindo sair da mesma, sendo auxiliado pelo fato do seu dispositivo de confinamento estar trincado.
Após sair, ele sacode a cabeça para os lados, para depois esticar as patas, olhando em volta, procurando uma forma de fugir até que avista a janela aberta.
Exibindo um imenso sorriso no rosto, ele se dirige até a janela, falando em seu idioma, enquanto olhava para a porta atrás dele:
- Adeus, idiotas!
Enquanto isso, o jovem Satoshi havia decidido esticar a caminhada até o laboratório do PhD em pokémon da região de Kanto e famoso internacionalmente, o doutor Yukinari Ookido, passando a observar o Laboratório próximo dali, suspirando em seguida, para depois chutar uma pedra com as mãos nos bolsos, até que avista algo amarelo com uma cauda em forma de relâmpago e que se destacava na noite, sendo iluminado pela claridade da lua cheia, pulando por uma janela entreaberta.
Movido pela curiosidade, Satoshi o segue, acreditando que ele era do tipo Eletric, não o reconhecendo de imediato, até que consegue distinguir com sendo um Pikachu, após conseguir se aproximar dele, para depois ficar alarmado ao ver que o pokémon imprudente estava correndo em direção a floresta que margeava a pequena cidade, sendo que todos sabiam que era perigoso ir até lá sem um pokémon, principalmente por causa dos Spearows que eram tidos como naturalmente agressivos em seus territórios, além de terem a fama de serem demasiadamente vingativos em virtude das várias histórias locais sobre o ódio de um spearow durar anos.
Inicialmente, ao ver tal cena, Satoshi pensou em pedir ajuda.
Porém, ele percebeu que estavam longe do laboratório do doutor, sendo que temia pelo Pikachu ao suspeitar que ele não era selvagem, acabando por agravar ainda mais a situação dele, pois era de conhecimento comum, que pokémon selvagens atacavam pokémon criados por humanos. Ou seja, pokémon domesticados e somente atacavam o homem, se este estivesse tentando defender esse pokémon.
Além disso, pokémon selvagens se alimentavam de outros pokémon, além de animais.
Com muito custo, ele consegue agarrar o Pikachu que se debatia em seus braços, até que fica irado e estreitando os olhos, concentra o seu poder com faíscas saindo de suas bochechas, liberando em seguida o seu golpe, o Thunder Shock na criança que acaba por soltá-lo, para depois ele voltar a fugir.
Se refazendo do ataque, sem temer o pokémon indócil e incauto, o menino se levanta e corre no rastro do pikachu, enquanto implorava, desesperado:
- Por favor! Não entre na floresta! É perigoso! Você será atacado por pokémon selvagens! Principalmente os Spearows! Eles são muito agressivos!
O Pikachu teimoso e irredutível decide ignorar o que o humano "irritante" a seu ver, falava, decidindo liberar um Thunder Shock na frente do garoto que dobra os braços em frente ao rosto, protegendo-se da terra que foi sacolejada e erguida na sua frente, enquanto que o pokemon se afastava com o menino ficando surpreso com a potência do Thunder Shock dele, que parecia diferente da potência que ele viu um Pikachu usar em um programa sobre os pokémon que viviam na floresta adjacente a cidade, pois observadores pokémon haviam conseguido gravar, escondidos, um Pikachu selvagem batalhando contra outro pokémon, disputando algumas frutas com o mesmo.
Se refazendo, ainda preocupado com o pokémon, acreditando que o Pikachu não tinha exata noção do perigo que corria, ele volta a correr atrás dele, com ambos se embrenhando cada vez mais na mata.
Próximo dali, Pikachu para de correr e mexe as orelhas ao ouvir um som estranho, com o adicional de uma moita se mexendo. Os gritos que ouvia eram assustadores.
Apavorado com os sons atrás da moita que remexia violentamente, ele concentra o seu poder e usa Thunder Shock, ouvindo um novo grito, para depois ver um Ratata, demasiadamente, ferido correndo dali, aterrorizado, se afastando o mais longe que conseguia, para depois de alguns minutos surgir um Spearow irado com a ponta das penas chamuscadas, provavelmente pelo Thunder Shock, exclamando ao fuzilar o Pikachu com os olhos:
- Você permitiu que a minha presa fugisse, após o meu esforço em derrotá-lo. Eu estava prestes a abatê-lo quando você me atacou seu desgraçado! Você vai pagar caro e vai virar comida do meu bando! – ele exclamou e tudo o que o roedor elétrico viu foi um bando de Spearows surgindo ao comando dele, compreendendo que aquele devia ser o líder do bando.
Próximo dali, Satoshi ouve a voz do Pikachu, assim como outro que era familiar, embora não o reconhecesse de imediato. Ou melhor, vários sons.
Desesperado, ele corre até a origem dos sons e percebe que aquele barulho era proveniente de um grupo de Spearows atacando o Pikachu que se encolheu no chão, conforme viu em um programa de tevê ao vê-los caçar alguns pokémon, além de animais, tal como coelhos e roedores, assim como de pássaros pequenos e peixes, para se alimentarem.
Satoshi não fica surpreso pelo ataque, pois aquela ave pokémon era tida como uma das mais agressivas que existia, segundo o que se lembrou de uma palestra que viu sobre os pokémon da floresta adjacente a Masara Town e se não estava enganado, eles podiam se alimentar de pichus, sendo mais difícil abater um Pikachu, embora ocasionalmente caçassem um Pikachu ao se juntarem em bando para abatê-lo.
Por estar com medo e com dor, além de ser inexperiente, o Pikachu não conseguia se concentrar para usar os seus poderes.
Então, ele fica estupefato ao ver o humano que o perseguia, armado com um galho, tentando espantar os Spearows que começam a revidar, até que o rapaz se agacha e pega o roedor elétrico nos braços, para depois correr dali com o Pikachu ferido em seu colo, com o pokémon vendo que o humano estava sendo machucado brutalmente pelos bicos e garras dos spearows, ouvindo eles reclamando, pois queriam atacar ele e não o humano idiota que o defendia, pelo que compreendeu da fala deles, sendo que vê o humano murmurando para ele, enquanto o olhava de forma confiante e tranquilizadora:
- Tudo vai ficar bem, eu prometo. O PhD em pokémon, doutor Yukinari Ookido, vai cuidar de você. Aguente firme.
- Pikachu... – ele murmura fracamente.
- Aguente, por favor.
O pokemon via a preocupação do humano e fica alarmado ao ver que os spearows se aproximavam ainda mais, sendo que o menino tropeça em uma raiz, acabando por cair na terra.
Sentindo dores intensas, assim como fraqueza, o Pikachu vê que o menino se levanta para proteger ele do grupo dos Spearows que concentrou o ataque nele, novamente, quando caiu no solo.
O garoto os afasta para pegá-lo no colo, voltando a correr dali, enquanto era atacado de novo, já que estava entre ele e os Spearows que desejam surrá-lo e depois se alimentarem dele, conforme o Pikachu ouvia dos mesmos, para depois olhar de forma fraca para o humano que prometia com a voz firme, sem se intimidar com a nuvem imensa de Spearows que se aglomeravam atrás deles, perseguindo ambos:
- Vou salvá-lo. Eu prometo. Não deixarei que eles se aproximem de você. Eu sei que eles estão perseguindo nós dois por sua causa, mas mesmo que tenha que enfrentar os seus bicos e garras afiadas, não vou permitir que você seja atacado. Eu prometo.
- Pikachu... – o pokémon murmura no limiar da inconsciência, surpreso e emocionado pelo humano se arriscar tanto por ele, após ataca-lo não uma vez, mas duas vezes.
Ele derruba uma lágrima de emoção, enquanto se sentia seguro com o estranho humano que protegia um pokémon que sequer era dele, tendo sido atacado por esse mesmo pokémon, sabendo que bastava abandoná-lo com os Spearows, que os mesmos não iriam segui-lo, deixando-o livre para partir.
Portanto, seria mais seguro para o humano abandoná-lo a mercê dos pokémons tipo Flying, do que continuar defendendo ele e mesmo sabendo disso, o humano se recusava a abandoná-lo a própria sorte e continuava protegendo ele, se expondo aos bicos e garras afiadas que rasgavam implacavelmente a sua pele, apenas para tentar salvá-lo a todo o custo, com o roedor elétrico ficando alarmado ao ver os vários filetes de sangue que cobriam o garoto devido ao ataque brutal que ele sofria, além dos arranhões na parte descoberta do corpo do rapaz, sendo que a roupa dele estava rasgada em vários pontos.
Pikachu concordava que ele era um humano estranho, que agia de uma forma que ele não esperava.
Quando eles iam alcança-los, de novo, Satoshi se lembra de algumas bombinhas que ele tinha, sendo que havia brincado com a sua irmã e amigo naquela manhã, tendo sobrado algumas em um dos seus bolsos.
Então, após pegá-los com uma mão, ele vira, de repente, surpreendendo os Spearows pelo seu ato inesperado.
Aproveitando a surpresa deles, ele atira todas as bombinhas que tinha contra alguns que ficam alarmados com o estampido, sendo que algumas produziam um pequeno clarão, deixando-os atordoados por algo que não compreendiam.
Satoshi sabia que não era o suficiente e que apenas ajudaria ele a se esconder com o Pikachu em algum lugar, aproveitando o fator surpresa e conforme fazia isso, com o bando demorando em se recuperar para voltar a persegui-lo, a criança consegue encontrar um esconderijo em um buraco mediano dentro do tronco de uma árvore imensa e nodosa.
Ele se arrasta e fica encolhido com o Pikachu em seus braços, ficando assustado ao ver o bando de Spearows passando velozmente por eles, após alguns minutos, suspirando aliviado ao ver que eles não tiveram a ideia de olhar no buraco, limitando apenas a passarem voando velozmente, próximo deles.
Então, ele pensa consigo mesmo:
"Ainda bem que eles não parecem muito inteligentes."
Satoshi tinha a esperança em seu peito de que os pokémon iriam desistir da perseguição, embora em seu íntimo ele duvidasse que isso iria ocorrer, considerando a fama deles.
Na manhã seguinte, longe dali, a persian Yume entra no quarto de Satoshi, estranhando o fato dele não se encontrar na cama que estava desarrumada.
- Ele saiu sem tomar o café da manhã? – ela pergunta a si mesma, arqueando o cenho.
