Notas do Autor

Os pokémons de Cheren ficam estarrecidos quando...

A Caterpie e o Weedlee...

Em Issu-chihou (Unova)...

Capítulo 61 - A primeira batalha: Isis Vs Shooty (Trip) - Parte I

- Um motivo muito importante! – ele exclama pomposo.

- Com certeza! – a Caterpie exclama altiva.

- E qual seria esse "motivo muito importante"? – a Ratata arqueia o cenho, exibindo curiosidade.

- O motivo é... – nisso, o Weedle arregala os olhos e olha para a tipo Bug – Você se lembra do motivo?

- Claro! O motivo era... – a Caterpie fica pensativa – O motivo era... quer dizer...

Após um minuto de silêncio constrangedor por parte dos tipos Bug, o mesmo é quebrado por uma Ratata incrédula:

- Não acredito! Estão discutindo sem saber motivo?!

- Eles não sabem o motivo... – Charmander murmura surpresa.

- Isso é no mínimo patético e olham que eu estou generosa. – a Snivy fala com as patinhas cruzadas em frente ao peito.

- Com certeza. – o Spearow consente.

- Você foi gentil. Para mim, é algo ridículo. – a Pidgey fala, abanando a cabeça para os lados.

O tipo Bug, assim como o tipo Bug e Poison estão fazendo círculos no chão com as patinhas, exibindo nuvens de depressão nas cabeças, enquanto os outros ficavam com gotas.

Em outra dimensão, onde havia várias facções de seres sobrenaturais, tal como anjos, anjos caídos, akumas, vampiros, magos e etc., dois dragões imensos, um branco e outro carmesim, tendo o título de imperadores dragões, discutiam entre si, sem se lembrarem do motivo da discussão entre ambos, sendo que ambos espirram, ficando confusos, para depois voltarem a brigar entre si.

De volta ao universo de pokémon, mais precisamente em Tokiwa Forest, após alguns minutos, a Caterpie tem um estalo e exclama animada:

- Eu me lembrei do nosso motivo!

- Incrível! E qual era mesmo? – o Weedle pergunta animado.

A tipo Bug se vira com uma face beligerante, exclamando indignada:

- A nossa discussão é a mesma da nossa inicial, antes de sermos capturamos – ela fala para os outros, apontando uma das patinhas para ele - Esse miserável comeu a minha folha!

- Saiba que não era sua folha, era a minha folha! Eu estava comendo tranquilamente, quando a vi comendo a folha. A ladra de folhas aqui é você! – o Weedle acusa a fêmea Caterpie.

- Seu mentiroso sórdido! A folha era minha! – a Caterpie exclama para o macho Weedle – Eu estava comendo, quando topei com o seu focinho, mastigando a minha folha!

- Não era sua! Era minha!

- Era minha e não sua!

- Minha!

- Minha!

- Espera... eles estão discutindo por uma folha? É sério? – a Snivy pergunta incrédula – O que mais tem nessa floresta são folhas.

- Pelo visto, sim. – a Charmander consente.

- Fala sério... Não acredito. Desde quando isso é um motivo importante? – a Ratata fala descrente.

- É no mínimo patético, isso sim. – o Spearow fala indignado.

- Eu concordo. – a Pidgey sentencia – Põe patético nisso.

Ambos continuam nesse impasse, até que a Caterpie sorri de lado e fala:

- É sua!

- Não! É sua! – o Weedle repete até que pisca confuso.

Nisso, a Caterpie ri da cara dele, fazendo o outro ficar indignado, surgindo uma veia em sua testa, para depois avançar nela com ambos começando a brigar.

Cheren vai até eles e com a ajuda dos outros, separa ambos, falando, enquanto mostrava as pokéballs deles:

- Eu pretendia deixa-los soltos, mas se continuarem brigando entre si, eu serei obrigado a deixa-los nas pokéballs para que não se machuquem desnecessariamente e para esfriarem a cabeça. O que escolhem?

Ambos ficam surpresos pelo mestre deles dar essa opção, pois acreditavam que qualquer outro os confinaria e após se entreolharem, suspiram e tocam em uma das patinhas do outro, como se fosse uma trégua.

Cheren guarda as pokéballs e afaga ambos, falando:

- Foi uma boa escolha. Agora, somos amigos. Claro, amigos brigam entre si, mas o importante é não machucarem um ao outro. Pode haver desentendimentos, mas não podem partir para o confronto físico, pois vão se machucar gratuitamente. Somos uma equipe, também.

Eles ficam surpresos, sendo que Cheren se afasta deles, para depois afagar todos os seus outros pokémons.

A Pidgey estava de mau humor e havia virado o bico quando ele foi afaga-la, enquanto corava, sendo que havia ficado surpresa pelo ato do mestre dela para com os tipos Bug, pois em vez de repreendê-los e depois, os confinar, deu uma escolha e depois os afagou. Além disso, quando deu a escolha a eles, não estava com raiva e sim, chateado ao ver que eles partiram para o confronto físico.

Ele sorri gentilmente para a tipo Flying que fica surpresa, para depois virar o bico, sentindo as bochechas se aquecerem, corando, enquanto o jovem treinador voltava a andar, com os tipo Bug tendo encerrado a "machadinha de guerra", por assim dizer, sendo que haviam corado ao olharem um para outro, para depois virarem o focinho para o lado.

Há centenas de quilômetros dali, em Issu-chihou (Unova), Isis estava caminhando com os seus amigos fora das pokéballs, sendo que havia chegado à cidade vizinha mais próxima da sua vila natal.

Eles entram em uma loja e ela pede uma lista de ingredientes e mantimentos com os pokémons observando, curiosos, as prateleiras da loja, com ela pedindo:

- Por favor, não mexam em nada e se quiserem saber algo, me perguntem. – os três consentem e voltam a andar, olhando com curiosidade para os objetos nas prateleiras.

O vendedor olha os pokémons curiosos e pergunta ao ouvir o que ela disse:

- Eles falam a linguagem humana?

- Ainda não. Mas vou comprar alguns itens e quero comprar um Tablet, para que eles possam ver as aulas daquele pokémon que ensina os pokémons a falar. Se não me engano, o nome dele é Hakai.

- Entendo. Então, como pode compreender o que eles falam?

- Eu me comunico com o coração dos dragões. Quando eu era pequena, eu estudei com uma famosa Mestra de dragões na minha vila. Ela podia se comunicar com o coração dos tipos Dragon e eu aprendi isso. Ela foi uma das minhas sensei, além de ser uma Mestra de dragões e que, atualmente é a Líder da nossa vila. Ela disse que viu o potencial em meu coração. Quanto aos outros tipos de pokémon, talvez eu consiga entender alguma coisa.

Eles chamam Isis várias vezes, com a mesma explicando pacientemente, para depois conferir o que comprou, saindo em seguida, sendo que ela vai até uma lojinha de doces e fala para eles escolherem.

Os pokémons fazem isso, com ela pedindo um pouco do que eles escolheram, sendo que eles comiam animadamente, assim como ela.

A jovem compra junto do tablet, uma pokédex portátil e cadastra as pokéballs dela para poder ler os dados deles, descobrindo os golpes e habilidades, além de comprar duas incubadoras.

Eles observam que ela coloca um dos ovos na incubadora, para depois fechar a tampa de vidro.

Em seguida, encaixa uma das pokébals dela que estava pequena em uma depressão em cima da incubadora, com eles ficando surpresos ao ver um brilho se propagar pela mesma até atingir o ovo, com a pokéball em tamanho pequeno, brilhando levemente, para depois o brilho cessar.

Ela pega a pokéball e tira da espécie de depressão em cima da tampa da incubadora, guardando junto das pokéballs dela, falando:

- A captura foi bem sucedida. Agora, esse filhote está vinculado a pokéball.

Ela nota a face curiosa deles e decide explicar:

- Os treinadores recebem a orientação de fazerem esse procedimento, porque um pokémon que acabou de nascer, pode se provar um perigo para ele mesmo. Portanto, para evitar que ele se machuque, o treinador precisa ser capaz de chamá-lo para a pokéball a qualquer momento. Os mecanismos evoluíram ao ponto de podermos fazer isso com um ovo. Antigamente, tínhamos que esperar ele nascer para capturá-lo. O problema desse método é que o filhote não tinha noção do perigo e podia se machucar ou então, queria brincar com o treinador, se afastando dele, acabando por ser machucar, pois o mesmo tinha que se aproximar dele para captura-lo ou jogar a pokéball. Até conseguir isso, podia acontecer alguma coisa com o filhote, sendo algo que acontecia e muito. Portanto, é melhor garantir o vinculo com a pokéball antes dele, nascer. Assim, se o filhote estiver correndo perigo, o treinador pode recolher ele, impedindo assim que ele se machuque.

- Entendo. Todo o cuidado é pouco.

Então, eles observam que ela faz o mesmo procedimento com o segundo ovo, para depois prendê-los em uma espécie de carrinho de mão largo, para poder leva-los junto dela.

Depois que ela fez esses procedimentos, se certificando que as incubadoras estavam presas no carrinho de mão, cobrindo eles com uma espécie de capa, ela mostra itens para os três que ficam surpresos.

Então, a jovem fala:

- Axew e Druggidion vão receber o item Muscle Band, para melhorar o poder dos golpes físicos em dez por cento.

Ambos consentem e ela se vira para a Deino, falando:

- Eu vou equipar o Wide Lens em você para aprimorar a sua acuidade em dez por cento. A sua habilidade Hustle, apesar de aumentar o dano dos ataques físicos em cinquenta por cento, faz a precisão dos seus golpes cair para oitenta por cento. Com esse item, você ganhará um adicional de dez por cento, passando a ter noventa por cento de acuidade, para ajudar na execução dos golpes e esquiva. Penso em fazer um treinamento adicional com você para que use seu olfato e audição para ajudar a localizar os seus oponentes e não somente a visão. Os outros também podem fazer esse treinamento para exercitamos os outros sentidos que possuem.

Os pokémons consentem e ela sorri, falando:

- Vou treinar com vocês, também, pois eu quero continuar o treinamento que fazia na vila. Eu aprendi artes marciais, no caso, o estilo do dragão, além de Kenjutsu usando o estilo Hiten Mitsurugi Ryuu. Vou continuar treinando, assim como vou treinar com algumas armas de artes marciais. Conto com vocês para ajudarem no meu treinamento, assim como, vou ajuda-los a treinarem para ficarem mais resistentes e poderosos.

Os pokémons ficam surpresos, para depois se animarem com o Druggidion falando:

- Nunca treinei com um humano e sequer batalhei contra um humano. Deve ser interessante, sendo que eu sou plenamente ciente de que preciso conter a minha força.

- Estou curiosa para ver o que é esse estilo do dragão. – Deino fala, sorrindo.

- Com certeza, deve ser incrível! – A Axew fala, animada – Será que podemos aprender?

- Bem, é um estilo baseado em movimentos de dragões. Logo, como são tipo Dragon, eu acredito que vão ter uma afinidade maior. Creio que seria interessante um pokémon sem ser tipo Fight, aprender artes marciais. Você deu uma boa ideia, Axew-chan!

Ela afaga a Axew que curte o carinho, sendo que ela afaga o Druggidion e Deino também, que adoram o afago.

- Bem, vamos equipar os itens.

Nisso, ela distribui entre eles, com Axew pegando em suas patas, assim como o Druggidion, sendo que ela coloca a espécie de óculos na Deino.

Pegando a pokéball deles, chama cada um deles, usando a pokédex para equipar os itens e após serem equipados, os tira das pokéballs, com eles sentindo a diferença, sendo que o Druggidion comenta animado, enquanto erguia os seus braços:

- Me sinto mais poderoso! Isso é incrível!

- Põe incrível nisso! – Axew exclama surpresa, olhando para as suas patas, abanando a sua caudinha.

- Eu estou enxergando melhor! – Deino exclama animada, abanando a cauda.

- Quando você se tornar uma Hydreigon, eu vou trocar esse item por outro, pois você não terá mais a habilidade Hustle.

- Qual item eu vou receber? – ela pergunta curiosa.

- Provavelmente, um item chamado Wise Glasses, que aumenta em dez por cento, o poder dos golpes especiais.

- Que bom.

Então, ela avista um domo, o reconhecendo como um Battle Club (Pokémon Battle Club) e fala, sorrindo:

- Vou precisar recolher vocês, para que os meus oponentes não saibam os pokémons que possuo.

Eles concordam e ela recolhe os três, inclusive a Axew, para depois entrar, sendo guiada por um dos funcionários, sendo que havia o cadastro das pessoas que iam usar as arenas e ela faz isso, indicando seu nome e o nível dos seus pokémons, sem citar quais eram.

Ela procura algum treinador com um nível adequado para os seus pokémons, sendo que pretendia fazer Axew ganhar um pouco de experiência, antes de batalhar, através da ferramenta equipada na pokédex, o Exp. Share.

Afinal, como a tipo Dragon havia nascido recentemente, ela ainda estava no nível um.

Após ler os painéis eletrônicos dos inscritos em um dos computadores do local, encontra um, identificando-o como um jovem chamado Shooty (Trip), decidindo que iria pedir uma batalha em dupla, agradecendo pelo fato da pokédex dela ter um Exp Share embutido. Foi um pouco mais cara do que a que não possuía esse dispositivo instalado, mas compensava, sendo que ela vinha guardando dinheiro há anos para a sua jornada, para não precisar usar o dinheiro que tinha no banco, para deixá-lo rendendo, pois ele foi depositado em uma poupança.

Como a Axew estava no nível um, era melhor ela enviar Deino e Druggidion que estavam, respectivamente, nos níveis sete e oito.

Ela encontra o menino, pois havia visto a foto dele, com o mesmo se dirigindo a uma das áreas dedicadas as batalhas, com a garota detendo o passo dele, falando:

- Prazer. Chamo-me Isis e eu gostaria de uma batalha em dupla.

Ela nota que o mesmo assume uma postura petulante, analisando-a da cabeça aos pés, sendo que tal comportamento fez ela estreitar os olhos, para depois ele falar:

- Eu aceito. Será divertido surrá-la. Vamos por as pokéballs no medidor para equipar nossos pokémons.

Ela consente, caminhando com ele até um aparelho próximo da área das arenas, começando a ficar irritada consigo mesmo por acabar escolhendo um arrogante como oponente de batalha.

Ao chegarem no dispositivo que lembrava uma espécie de bandeja com seis depressões ovais, a mesma coloca as pokéballs de Druggidion e da Deino, sendo que os pokémons não apareciam e sim, somente o nível deles com Shooty comentando:

- Você tem um nível oito e outro nível sete. Interessante.

Ela recolhe as suas pokéballs e ele deposita duas deles, mostrando os níveis dos mesmos.

- Eu tenho um de nível sete e outro nível onze. Está de acordo? Eu também quero uma arena com um lago.

- O lago traria desvantagem para mim.

- E seu eu mudar um deles? Mantenho o nível sete pelo lago e troco o de nível onze para um de nível nove.

Ela fica pensativa e julga que o de nível sete devia ser um Water e por isso, queria tanto um lago, para depois consentir, sendo que eles tomam os seus lugares ao encontrarem uma arena com lago, após depositarem as pokéballs em depressões para indicar os pokémons envolvidos na batalha, além de terem selecionando a modalidade de batalha para dois pokémons, cada um.

Após ser efetuado o registro dos pokémons, um dos trabalhadores do Batlle Club surge, sendo o juiz responsável por aquela arena.

Após se posicionar, ele fala:

- Será uma batalha dupla. Serão permitidos, apenas, dois pokémons para cada um. É proibido o uso de Potion e de qualquer medicamento, assim como, não será permitida nenhuma troca. A batalha termina com rendição ou com ambos os pokémon do oponente, inconscientes. Vocês estão preparados? – ele pergunta, olhando um para o outro que consente, para depois ordenar o começo da batalha – Hajime!

Shooty lança duas pokéballs, exclamando:

- Vá Oshawott e Frillish!

Assim que foram tirados da pokéball, o painel luminoso e fino que tinha apenas duas pokéballs, uma em cima e outra embaixo para batalhas um contra um, brilhou, para depois o brilho cessar, revelando outro tipo de painel, já que era uma batalha dupla, passando a exibir quatro espaços com pokéballs.

Um dos espaços foi preenchido com a imagem de um Oshawott e o outro com o de um Frillish, na parte de cima da tela eletrônica, enquanto que surgiam dois espaços vazios na parte de baixo, contendo apenas imagens de pokéballs, pois ainda não haviam sido enviados para o campo os dois pokémons de Isis.

Inclusive, caso houvesse alguma modificação nos status dos pokémons, fosse através de um movimento ou habilidade, o painel mostraria qual status sofreu a modificação, seja aumento ou declínio, ou então, se fosse uma alteração por Burn, Poison ou afins, além de indicar, também, o tempo de duração das habilidades que afetavam o campo de batalha, como Sandstorm, Hail e outras no mesmo estilo.

Tudo isso era possível, graças a sensores que monitoravam os pokémons e acontecimentos na arena, além de haver sistema de monitoramento interno com câmeras de alta resolução em todos os locais, sendo que as que ficavam próximas da arena eram colocadas em locais próprios para impedir que sofressem danos por causa das batalhas.

O tipo Water puro estava de mau humor, pois odiava o seu treinador, que exigia excelência em tudo, enquanto que o tipo Water não via nenhum problema em perder para um tipo Fire.

Afinal, era mais rápido do que ele, que não conseguiu acompanhar os movimentos do seu oponente, acabando por ser finalizado.

Para o Oshawott, a culpa era do seu treinador que não prestou atenção da velocidade do tipo Fire, somente considerando os elementos de cada um.

Porém, o que mais irritou o tipo Water foi o ato do seu treinador de culpa-lo pela derrota.

Por isso, as suas orelhas ainda doíam com o sermão que levou por várias horas, com o humano o culpando pelo resultado da batalha, sendo que ele teve que fazer um esforço descomunal para resistir a vontade de lançar um Water Gun na cara do seu treinador pela injustiça ao culpa-lo de algo que ele não teve qualquer culpa.

Oshawott só não fez isso, pois não podia mostrar que a pokéball não o influenciava, acabando por não subjugá-lo, porque tinha planejado abandoná-lo a noite, após ele dormir, sorrindo a imaginar a reação dele no dia seguinte, quando acordasse sem o seu tipo Water.

Por enquanto, ele precisaria obedecer às ordens dele, infelizmente, a seu ver.

Enquanto revia os seus planos para aquela noite, o Oshawott questionava o que aconteceu com a sua mente, pois em um determinado momento, quando estava na pokéball, sentiu algo ser colocado em sua mente, por assim dizer, sendo o mais próximo que conseguia descrever o que sentiu.

Então, ele percebe o lago mediano no centro da arena e pensa consigo mesmo, incrédulo, enquanto ficava preocupado:

"Esse bastardo se esqueceu da última vez que eu batalhei perto da água? Eu não sei nadar! Bem, espero que ele não mande eu entrar na água, pois vou acabar me afogando."

Isis pega as suas pokéballs e joga as mesmas, exclamando:

- Vá, Deino-chan e Druggidion-kun!

Assim que eles saem das pokéballs, os outros dois espaços são preenchidos, respectivamente, por uma imagem de um Deino e outro de um Druggidion.

A Deino sentiu receio frente a ter a sua primeira batalha, não sentindo confiança nela mesma, acabando por recuar para trás, inconscientemente, até que viu o olhar confiante de sua treinadora, assim como o olhar de confiança de Druggidion, sentindo que o seu receio se esvaneceu, cessando assim o seu recuo, passando a confiar em sua treinadora e no tipo Dragon, enquanto corava ao olhar para o tipo Dragon que também corou levemente, enquanto que Isis ficava aliviada ao ver que o receio da Deino se esvaeceu, com ela passando a mostrar confiança em seus olhos.

O jovem fica surpreso ao ver dois tipos Dragons, sendo que Isis usou a sua pokédex para verificar os dados dos seus oponentes.

- Se prepare! Vou detonar os seus pokémons! Equipei TM em um.

Isis fica preocupada, pois havia golpes poderosos em forma de TM.

Ela decide se concentrar, para que conseguisse formular as estratégias necessárias na batalha, assim como modifica-las, se fosse necessário e por isso, decidiu acalmar a sua mente e espírito ao se lembrar das aulas de meditação das artes marciais, pois precisava agir de forma calma e serena para que a sua mente ficasse límpida, permitindo assim que pudesse formular estratégias e adaptá-las a necessidade ou acontecimentos inesperados.

A jovem sorri ao se lembrar do exemplo de sua sensei de artes marciais, a mestra Genkai, quando ela mostrou um lago límpido e cristalino ao ponto de ver o fundo dele, falando que aquilo era o equivalente a uma mente calma e serena, permitindo assim ver tudo. Depois, ela fez a água ficar revoltosa, com a jovem não conseguindo mais ver o fundo, com ela falando que isso era uma mente tomada pela raiva, medo, fúria e outros sentimentos negativos e opostos a calma e a serenidade, acabando por fazer as pessoas ficarem "cegas", como naquele momento que não conseguiam ver o fundo.

- Bem, vamos ver como se sai – ele fala arrogantemente, com um sorriso de que já ganhou, sendo que tira uma foto dela e de seus pokémons, com eles olhando curiosamente para o humano.

- Por que tirou uma foto? – Isis pergunta surpresa.

- Eu tiro uma foto, antes de esmagar os meus oponentes. Quero mostrar a minha glória, posteriormente. Afinal, sou superior a você. Mesmo que tenha esses dragões, eles estão em um nível baixo.

Isis rosna, assim como os seus dragões.

- Vamos batalhar.