Notas do Autor
Eles decidem...
Na Batlle Frontier...
Articuno descobre...
Datsura fica...
Capítulo 67 - Miyuki (Articuno)
Eles se entreolham, sendo que conversam entre si, até que Kaishin fala:
- De fato, não podemos virar as costas para esses pobres pokémons. Graças a leitura da mente que Mewtwo fez daquele bastardo, podemos localizá-los e para agilizar, eu vou levar todos em minhas costas, pois quero que Yuukishin poupe os seus poderes psíquicos. Por sorte, termos mapas e bússolas, sendo que ele vai nos orientar. Mas você sabe que corremos o risco de sermos atacados?
- Sim. Mas eu sou responsável por isso, no sentido de ter estado cego ao que aquele bastardo fazia. Eu preciso alcançar o coração deles. Além disso, posso pedir ajuda, caso seja necessário.
Então, Mewtwo estreita o cenho pensativo, falando:
- Eles são tipo Bug e Steel, segundo as minhas visões. Eu vi no monitor do laboratório. Será melhor o tou-chan poupar os seus poderes, pois os meus poderes são pouco eficazes contra eles.
- De fato, Kaishin-san tem mais chance contra eles do que o Yuukishin-kun, uma vez que eles são tipo Bug e Steel. – N consente.
- Então, faremos isso.
Eles se entreolham, para depois consentirem, saindo do hotel, após Kaishin pagar pela hospedagem e em um local afastado, Mewtwo os faz flutuar longe dos olhos das pessoas para depois voarem pelo céu, graças aos poderes dele.
Há centenas de quilômetros dali, em Kantou, mais precisamente em um local nos arredores da Batlle Frontier, Miyuki (美雪 - Bela neve), que era a Articuno com um corpo humano, sendo uma bela jovem de cabelos azuis e olhos vermelhos, havia acabado de alimentar os pokémons de Datsura (Noland), sendo que se divertia conforme brincava com eles, os relaxando, enquanto sorria ansiosa ao pensar no evento a noite, pois Noland sempre a levava para lugares especiais.
Após alguns anos, ela já dominava o vestuário, tendo várias roupas, além de saber lidar com vários aspectos da vida humana, não tendo mais qualquer dificuldade, notando que ele também diminuía as duchas frias que tomava, embora nunca tenha explicado o motivo disso, assim como o volume que ela via nas calças dele por mais que ela tenha perguntando, somente ficando aliviada ao saber que não era nada que oferecia risco de vida para ele.
A Lendária havia feito amizade com os outros membros da Batlle Frontier que vinham visita-la, os Frontier Brain, com ela os visitando também, sendo que a sua aparência meiga e gentil havia feito muitos se afeiçoarem a ela, a tratando como "irmã honorária" e no caso de Jindai (Brendan), ele a tratava como a filha que nunca teve. Já, Ukon (Spenser), a tratava como uma neta querida a chamando de "princesinha", também.
Ela estava distraída, reunindo os potes de comida vazios, quando houve uma voz masculina desconhecida:
- Olha que gracinha nós temos aqui!
A Articuno se levanta e se vira para a origem da voz, vendo dois rapazes, acabando por recuar levemente ao ver o olhar estranho deles, enquanto que os pokémons de Datsura (Noland) demonstravam raiva em seu semblante e frente a fúria deles, ambos recuam, sendo que um deles pergunta:
- Por acaso é a Miyuki, a jovem que mora com o Frontier Brain, Datsura?
- Sim. Por quê?
O outro que exibia um olhar pervertido, olhando-a de cima para baixo, abre um imenso sorriso malicioso que a fazia ter receio, enquanto falava:
- Chega a ser um crime ele ter uma beldade como você... O que acha de conhecer um homem capaz de satisfazê-la?
Os pokémons estavam resistindo ao máximo à vontade de atacar os humanos, principalmente o que falava com a Articuno, que por sua vez, lutava contra a vontade de congelar ambos, sumariamente, por estarem assustando ela e o motivo de não fazer isso, é que seria estranho um humano conseguir liberar rajadas congelantes. Ela conseguia usar seus poderes na forma humana, assim como podia invocar apenas as suas asas nas costas para voar se fosse necessário, além de exibir a cauda para ajudar no voo.
- Como assim, satisfazer? – ela pergunta em um misto de confusão e receio.
Os dois homens se entreolham, para depois um deles perguntar:
- Espera, você é virgem?
- O que é virgem? – ela pergunta inocentemente, curvando a cabeça para o lado.
Eles ficam estupefatos e quando iam responder, surge uma voz masculina repleta de ira atrás dela:
- Como vocês ousam se aproximarem da minha princesinha, seus bastardos?!
Ela se vira e fica aliviada ao ver Jindai (Brendan) que olha para ela com um olhar gentil, para depois ficar na frente dela, fuzilando os homens com um olhar, praticamente, homicida, os fazendo ficarem aterrorizados, sendo que um deles murmura assustado:
- Por acaso é Jindai-san da Frontier Brain?
- O mesmo. – ele fala com uma face tomada pela fúria.
Os homens estão aterrorizados, pois eles podiam sentir a fúria imensa dele que parecia um gigante.
O mesmo pega uma pokéball e fala:
- Saia, Dusknoir.
Eles ficam aterrorizados ao verem um pokémon com uma face de poucos amigos, sendo que o treinador dele fala:
- Remova esse lixo daqui, amigo. Use Shadow Punch!
O pokémon consente, começando a concentrar poder tipo Ghost em seu punho, sendo que os dois homens tentam correr apavorados até que são atingidos pelo soco de Dusclops com o punho envolto em poder tipo Ghost que os lança há vários metros com um deles fraturando um dos braços em dois pontos e o outro a perna em três pontos, sendo que gemem de dor.
Jindai se aproxima deles que estão aterrorizados, chorando de dor, sendo que haviam urinado e defecado nas calças por não conseguirem controlar os esfíncteres frente as dores lacerantes e ao forte terror que os acometia:
- Saiam daqui ou vão conhecer em primeira mão o poder total do meu pokémon. Como vocês são lixos, estarei fazendo um favor ao mundo.
Eles consentem aterrorizados, sendo que o que podia andar ajuda o outro com a perna quebrada, enquanto gerenciava o seu braço quebrado, com ambos procurando se afastar o mais rápido que conseguiam.
Então, ele se aproxima dela e pergunta preocupado:
- Você está bem, Miyuki-chan?
- Sim.
Ele suspira aliviado e ela pergunta curiosa:
- O que eles quiseram dizer com "me satisfazer" e a palavra virgem?
Ele fica estático, tentando pensar em uma resposta, questionando a si mesmo se tinha tempo de caçar ambos e trucida-los da forma mais lenta e dolorosa possível por ousarem falar besteiras para a sua princesinha.
- Satisfazer é quando você se sente feliz quando come algo que você adora. Por exemplo, você não fica feliz quando come algo gostoso? No seu caso, você adora sorvete. Você não fica feliz quando come sorvete ou raspadinha de gelo? Então, dizemos que você está satisfeita.
Eles se viram para a origem da voz, identificando como sendo de Kogomi (Greta) que se aproxima, sorrindo.
- Ah! Então é isso! – a Aritcuno exclama sorrindo, fazendo Jindai suspirar de alívio pela ajuda providencial dela – E o que é virgem?
Azami (Lucy) se aproxima, falando:
- É quando você não é experiente em algo. Por exemplo, você não pode comparar aquela pessoa que pinta por lazer com aquela pessoa que pinta como profissão, por exemplo. Esse que pinta por profissão é experiente e aquele que pinta por lazer é inexperiente.
- Oh! Isso é interessante. Agora eu compreendi. – ela fala sorrindo inocentemente, não percebendo que os humanos suspiravam de alívio ao vê-la aceitar as respostas que deram.
- Imagino que esteja ansiosa para hoje a noite. – Kogomi pergunta para mudarem de assunto.
- Sim – ela responde sorrindo – Datsura-kun vai me levar a um lugar muito especial! Ele sempre me leva para lugares lindos. Ele disse que hoje será especial. Mas não quis dizer o motivo.
Ela faz biquinho no final, sendo que estava imensamente corada, enquanto falava dele.
- Você é tão fofinha! – Kogomi exclama a abraçando.
- Sempre que eu estou com ele, me sinto feliz.
Azami põe a mão no ombro de Jidai, falando:
- Vamos ter uma conversa de mulheres. Você pode ir ver se o Datsura-san cuidou de tudo para essa noite.
- O que vocês vão ensinar para ela? – ele pergunta ressabiado.
- Fique tranquilo. Nós achamos a inocência dela tão fofinha. – ela fala sorrindo, olhando gentilmente para a Articuno.
Ele suspira e fala:
- Tudo bem.
- Mas você sabe que se eles se casarem, ela vai deixar de ser inocente em alguns aspectos.
Ele estreita os olhos e fala:
- Só daqui a alguns anos. Eu ainda estou tentando me adaptar a ideia da minha princesinha namorar o Datsura-san. Claro que há sempre a esperança que ela recuse o namoro. – ele fala sorrindo esperançoso, fazendo Azami revirar os olhos.
"Será que se eles se casarem, vamos ter que amarrar e amordaçar o Ukon-san e o Jindai-san para eles não impedirem o casório?"
Ela imagina os dois presos nas suas cadeiras durante o casamento, além de estarem amordaçados, com ambos de debatendo na hora que o padre pergunta "se tem alguém contra o casamento, fale agora ou se cale para sempre".
Ela descobre que, provavelmente, teriam que fazer isso, pois a probabilidade deles tentarem impedir o casamento deles era imenso, a fazendo ficar com uma gota frente a essa visão.
Então, revirando os olhos, ela fala, dando tapinhas nas costas de Jidai:
- Hai... hai... Agora se retire que vamos ter uma conversa entre garotas.
- Tudo bem.
Ele vai até Miyuki e a afaga paternalmente, sorrindo gentilmente, para depois se despedir, falando ao seu pokémon:
- Volte, Dusclops.
O pokémon consente e volta para a pokéball, com ele guardando a mesma, enquanto saia do local.
- Venha, Miyuki-chan, vamos conversar. – Kogomi a puxa, sendo que os pokémons decidem se divertir no campo, enquanto elas se sentavam no gramado.
- O que vamos conversar? – a Articuno pergunta curiosa.
- Sobre os seus sentimentos. Imagino que não compreende as reações que você tem na presença de Datsura-san. Imagino que deve se sentir confusa.
Ela fica surpresa e consente corando quando o rosto dele vem a sua mente, fazendo Kogomi e Azami sorrirem de forma gentil.
- Sim. É tudo confuso e nos últimos anos, tem ficado mais intenso. Inclusive, posso sentir quando ele está em perigo.
- Nós vamos ajuda-la a compreender o que são esses sentimentos. – Azami fala sorrindo.
- Que bom! Eu quero saber o que são esses sentimentos e reações.
- Isso se chama amor. Você ama Datsura-san.
- O que é amar? – ela pergunta, arqueando o cenho.
- O amor é um sentimento intenso e o amor puro deseja a felicidade de quem ama, mesmo que não esteja com ela. Você ama tanto essa pessoa, que a presença dela basta para lhe fazer feliz e que se essa pessoa está feliz, você também fica feliz.
- Então, é por isso que eu me sinto feliz perto dele... – ela comenta pensativa – E quanto às sensações que eu tenho? Meu coração bate rápido, eu sinto um calafrio prazeroso e parece que tem borboletas no meu estômago. As minhas bochechas também ficam aquecidas, além de eu sempre pensar nele, além de sentir um tremor aprazível quando ele segura a minha mão.
- Isso são reações provocadas pelo amor que você sente por ele.
- Mas eu amo a minha kaa-chan e irmãs, sendo que nunca me sentia assim perto delas, sendo que a única coisa em comum é que eu ficava feliz junto delas.
- Há diferentes formas de amar alguém. Há o amor filial, que é o amor dos filhos para os pais, o amor fraternal, que é o amor entre irmãos, o amor maternal, que é o amor de uma mãe pelos filhos e o amor paternal, que é o amor de um pai para os filhos, por exemplo. Mas esse amor que você sente por Datsura-san, é o amor que há entre um casal. Ou seja, ele é diferente dos outros tipos de amor que citei. Por isso, essas reações são tão distintas. O amor que você sente pela sua mãe é um amor filial e o amor que ela sente por você, é um amor maternal, enquanto que o amor que as suas irmãs sentem por você, é amor fraternal. Jindai-san sente um amor paternal por você e para Ukon-san, você é a neta que ele nunca teve. Esses dois a amam como se você fosse da família deles.
A Articuno fica pensativa, se lembrando das sensações que tinha, até que fala:
- Sim. De fato, os meus sentimentos pelo Datsura são diferentes. Muito diferentes.
- Isso se chama amor, Miyuki-chan.
Ela sorri, consentindo, feliz por compreender o que eram os sentimentos que a tomavam, sendo que já sentia falta dele.
- Você disse, Miyuki-chan, que pode sentir quando ele está em perigo ou com problemas?
- Sim e parece que é o mesmo em relação a mim.
Kogomi e Azami se entreolham surpresas, para depois Kogomi falar animada:
- Provavelmente, vocês tem o Akai no Ito (linha vermelha)! Isso explica muita coisa!
- Bem, não acredito muito no Akai no Ito. Porém, nessa situação, ele explicaria como conseguem sentir que o outro está em dificuldade ou em perigo, assim como, conseguem sentir a direção em que a pessoa está. Isso explica muita coisa.
- Akai no Ito? – Miyuki pergunta curiosa.
- Akai no Ito é como nos referimos a linha vermelha do destino que une dois corações de forma intensa e misteriosa, os conectando, ao ponto de sentirem se o outro está em dificuldade e onde se encontram, como se uma força invisível os guiasse. Em alguns lugares é chamado de almas gêmeas e fala que estão unidas pela eternidade. Um amor tão intenso e indestrutível que nem mesmo a morte pode separar ambos. O Akai no Ito é a mesma coisa. Ao contrário de Azami-san, eu acredito nisso e de fato, explicaria essa capacidade de vocês, além de indicar que vocês sempre estiveram predestinados um para o outro. Isso é tão romântico... – ela suspira feliz.
- De fato, é bem romântico. – Azami consente.
A Articuno sorri ao saber que tinha o Akai no Ito com Datsura, sendo que estava ansiosa para que ele voltasse ao seu lado.
Longe dali, na casa de Datsura, ele havia acabado de confirmar a reserva em um restaurante luxuoso, sendo que havia conseguido solicitar uma música especial para quando fizesse o pedido de namoro, pois ele queria que a noite fosse a mais perfeita possível e igualmente mágica.
- Fique calmo que vai dar tudo certo. – Lira (Anabel) fala ao vê-lo ansioso.
- É que eu estou tão ansioso... E se ela recusar?
- Ela o ama. Kogomi e Azami foram conversar com ela, pois ela é muito inocente. Mas essa inocência é tão fofa.
- E se dependesse de mim e do Jidai-san, ela permaneceria assim para sempre. Ainda custo a acreditar que aceitamos que a nossa princesinha namore você. Queríamos mantê-la intocada para sempre. Claro que há sempre a esperança que ela recuse o namoro – Ukon fala o final esperançoso.
Datsura fica deprimido, aumentando ainda mais o receio dele com Lira falando indignada:
- Não fale essas coisas, Ukon-san. Coitado do Datsura-san.
- Não nos culpe. Ela é a nossa princesinha.
- Isso foi maldade, Ukon-san. Viemos animá-lo e não deixa-lo deprimido. – Hearth (Tucker) fala, abanando a cabeça para os lados, após suspirar.
- Fale por você. Ainda estamos digerindo a ideia do namoro. Se você tivesse uma filha e um homem se aproximasse dela com intenção de namorá-la, o que você faria?
- Eu? Bem, tem várias opções. Jogá-lo em um poço profundo, dar de comida a tubarões famintos ou piranhas assassinas. Há também a opção de amarrar uma pedra nele e jogá-lo no fundo do mar... Enfim, há tantas ideias.
- Sabe que você deu boas ideias? – Ukon comenta pensativo.
Datsura-san sente o sangue gelar, enquanto Lira estava com uma gota na cabeça até falar indignada, pondo as mãos na cintura:
- Hearth-san, você veio apoiar o Datsura-san ou se juntar ao grupo que deseja mantê-la intocada?
- Você sabe que eu apoio esse casal. É que o Ukon-san perguntou e eu respondi de forma sincera.
Ela revira os olhos e depois, massageia as têmporas, falando:
- Então, trate de defendê-lo e não de dar ideias errôneas a certa pessoa. – ela estreita o cenho para Ukon, que dá de ombros.
Após um minuto de silêncio, Hearth fala:
- Bem, mudando de assunto, para uma noite tão especial é necessário um terno impecável. Eu soube que as garotas vão levar a fofa da Miyuki-chan para comprar um lindo vestido para essa noite especial. Eu vou junto delas para ajudar nos detalhes.
Datsura resolve se refazer e fala, grato pela mudança de assunto, mostrando um lustroso terno, sendo que Hearth fala:
- É um belo terno. Esse detalhe na lapela ficou excelente. Sabe que imaginá-lo em um terno é meio surreal? Você sempre usa roupas casuais. Nunca o vi de terno.
- Eu não gosto de terno e muito menos de gravata. Mas quero que essa noite seja especial e para um lugar tão refinado, eu preciso usar roupas refinadas. Selecionei o melhor restaurante Goumert da cidade vizinha, que aliais é bem famoso. A reserva tem que ser feita com bastante antecedência.
- É bom mesmo que seja o melhor. A minha princesinha merece o melhor, sempre. Ela é a neta que eu nunca tive. – Ukon fala ameaçadoramente, fazendo Datsura engolir em seco.
- Sim. Concordo com o senhor que ela merece o melhor.
- Mudando de assunto... Datsura-san, você sabe dá nó em gravata? Lembra-se de como se faz?
Ele fica pensativo e depois, arregala os olhos, falando:
- Não sei! Faz tanto tempo que não uso um terno formal que eu esqueci!
Os outros Brain Frontier suspiram, sendo que Lira fala:
- Pode deixar que eu cuido disso. Meu pai usava bastante terno e após a minha mãe falecer, o ajudava com o nó da gravata.
- Obrigado – nisso, ele tira algo do bolso e mostra ao abrir a caixinha de veludo, deixando todos surpresos – É um anel de namoro e essa pedra preciosa é uma safira. O azul dessa joia combina com os cabelos dela. O anel é de seis quilates.
Eles observam a pequena pedra em forma de coração que foi esculpido de forma delicada, sendo que o anel era de ouro em forma de folhas intricadas.
- É um anel belo e delicado, assim como a Miyuki-chan. Assim que vi na loja, o associei a ela.
- Eu fiquei satisfeito com o anel. Ele é digno para a minha princesinha. – ele fala sorrindo, enquanto aprovava com a cabeça.
- De fato, ele é tão belo e delicado quanto ela. – Hearth fala, sorrindo satisfeito.
- Você acertou em cheio com o anel. É perfeito para a Miyuki-chan. – Lyra fala sorrindo.
- Eu quero que ela tenha uma noite mágica e especial. – ele fala orgulho, guardando a caixinha de veludo azul com cuidado.
- Ainda nutro a esperança dela, recusar - Ukon fala, sorrindo, fazendo os outros ficarem com gotas, com ele sendo fuzilado por Lira, enquanto dava de ombros – Ela é a neta que eu nunca tive e se dependesse de mim e de Jindai-san, permaneceria intocada para sempre.
Em Isshu-chihou (Unova), mais precisamente em Karakusa Town (Accumula Town), o proprietário do Batlle Club da cidade, Yasha, havia armado uma armadilha para capturar o pokémon que ele viu nas câmeras de vigilância que ficavam na área onde eles estocavam comida.
Após captura-lo, iria entregá-lo a Hakase Pokémon, a doutora Araragi (Juniper), para que o libertasse na natureza, uma vez que eles acreditavam que o pokémon misterioso estava roubando a comida deles.
