Notas do Autor

Satoshi decide...

O Mankey descobre...

Em Shin'ou-chihou (Sinnoh), Hikari (Dawn) se encontra...

Capítulo 94 - O anseio de Hikari

Nisso, a albina se vira para o seu irmão:

- Onii-chan – Satoshi olha para a sua irmã que fala - ele importunou primeiro os seus Nidorans e ainda por cima, foi um dos seus Spearows que o finalizou. Logo, você detém o direito de capturar esse Mankey. Vai capturá-lo?

O jovem fica surpreso e pergunta:

- Tudo bem se eu capturar ele? Ele importunou as outras fêmeas.

- Sim. Quem o avistou primeiro foram os seus pokémons e quem o finalizou foi um dos seus Spearows. Logo, a captura dele é sua por direito. – Shigeru fala sorrindo, enquanto consentia.

Satoshi olha para Cheren que consente, também.

Então, sorrindo, ele encosta a pokéball no Mankey, com o mesmo sendo sugado para dentro do dispositivo, com a luz piscando por vários segundos, enquanto o objeto se remexia nas mãos do jovem até que a luz cessa, surgindo um som e brilho, indicando o sucesso da captura, com ele erguendo o objeto, fazendo uma pose:

- Eu capturei um Mankey!

Então, Cheren se aproxima, falando:

- Bem, você vai ter que proibir ele de importunar as fêmeas do grupo.

- Sim. Eu não quero que elas fiquem preocupadas – nisso, ele se vira e fala para as fêmeas que demonstravam preocupação em seu semblante ao verem a pokéball com o Mankey capturado – Não precisam se preocupar, pois eu vou proibi-lo de importunarem vocês. Portanto, vão poder relaxar.

Ao ouvirem isso, todas elas comemoram, ficando aliviadas ao saberem que não vão precisar enfrentar o Mankey inoportuno e igualmente mulherengo.

Satoshi tira o tipo Fighting da pokéball, o tratando com um Super Potion e um Paralysis Heal, fazendo o mesmo acordar, que por sua vez, não percebeu que havia sido capturado, sendo que ele avista o Caterpie de Satoshi que desceu do colo do seu treinador e que se encontrava encolhido atrás dos pés do mesmo.

Como estava faminto, sendo evidente pelo fato do seu estômago roncar audivelmente, ele decide avançar no tipo Bug que havia se encolhido ao perceber que o Mankey o estava vendo como comida e que inclusive, avança nele com a boca salivando.

Satoshi suspira e aponta a pokéball para o tipo Fighting, falando:

- Volte Mankey.

O pokémon retorna para dentro da pokéball, ficando confuso ao atender uma ordem do humano, frente a uma força invisível que atuava nele, sendo que em seguida, apontando para a sua frente, o jovem fala:

- Saia, Mankey.

O pokémon sai ainda confuso, processando o que ocorreu, até que Satoshi se abaixa para ficar na altura do pokémon, falando:

- Eu o capturei após ser finalizado pelo Spearow.

O tipo Fighting fica chocado, olhando para o objeto nas mãos do seu treinador, enfim percebendo o que era a força invisível que o impelia a fazê-lo obedecer as ordens do humano a sua frente, sendo que o mesmo fala, suspirando:

- O que você esperava, invadindo um acampamento com treinadores, cortejando todas as fêmeas, mesmo as que estão comprometidas? Ser capturado é o mínimo que você podia esperar.

O pokémon começa a chorar desconsoladamente, sendo que Satoshi dá tapinhas confortadores no tipo Fighting, procurando confortá-lo, falando da forma mais gentil possível para o pokémon chocado:

- Eu o proíbo de caçar pokémons selvagens, domésticos e animais. Entendeu? Frutas estão liberadas. Ademais, eu o proíbo de cortejar as fêmeas do grupo.

Mankey olha desolado para o Caterpie e depois para as ouras fêmeas, começando a chorar copiosamente, fazendo todos terem uma gota na cabeça.

Um dos filhotes de Spearow acordou, no caso, a única fêmea da ninhada e que era vista como uma princesa pelo pai orgulhoso, adicionando o fato de que ela era maior que os seus outros três irmãos, fazendo os seus pais estufarem o peito, pois o Spearow Líder também se destacou quando era filhote pelo seu tamanho ser um pouco maior do que um Spearow regular.

Ele acreditava que a sua filha iria sucedê-lo como Líder no futuro e isso o fazia ficar ainda mais orgulhoso, sendo que a Spearow sorria com o entusiasmo do companheiro, quando ele confirmou o fato de que a filha dele era maior do que os irmãos.

Claro que ele amava os seus outros filhotes e pela sua família sacrificaria a sua vida sem pestanejar e sem hesitar um instante sequer. Todos eles eram o seu bem mais precioso e por eles, seria capaz de fazer qualquer coisa.

Após acordar, a pequena abre o seu biquinho, bocejando, apreciando o calor aconchegante do corpo materno, para depois colocar a cabecinha para fora das penas da mãe, perguntando para a mesma, após observar o Mankey que chorava copiosamente:

- Kaa-chan, porque aquele pokémon está chorando?

- Por que ele foi proibido de fazer algo que sempre fazia.

- Mas, por quê? – a filhote pergunta confusa.

O seu pai aproxima o seu bico dela e explica:

- Agora ele é um pokémon doméstico, minha princesa. Portanto, não pode fazer certas coisas que ele fazia quando era selvagem. Vocês não sabem o quanto eu queria ensinar vocês a caçarem. Mas só posso fazer isso com autorização e limitando as presas. – o pai explica.

- Se pedir, é capaz do humano deixar, tou-chan.

Então, a pequena fica pensativa e depois comenta, arqueando o cenho, olhando da sua mãe para o seu pai:

- O senhor disse que precisa de autorização dele, embora eu não entenda o motivo disso. Por que tem pedir autorização?

- Quando você crescer, um pouco, nós vamos explicar.

- Que pena... Eu queria saber, agora. – ela comenta desanimada.

Ambos achavam que ainda era cedo demais para explicar aos seus filhotes que eles haviam sido capturados, uma vez que eles não compreenderiam o conceito de captura, sendo que inclusive, os pais notaram que eles não percebiam que ficavam confinados por algum tempo, todos os dias, sendo liberados somente no fim da tarde.

Portanto, em virtude disso tudo, estavam esperando eles crescerem um pouco mais, para poderem ter uma maior compreensão. Ao ver deles, eles ainda eram novos demais para conseguirem compreender as implicações de terem sido capturados.

Então, a filhote volta a se aconchegar embaixo do corpo da genitora, com o pai comentando, após suspirar, com ambos percebendo que ela voltou a ressonar frente ao calor materno aconchegante:

- Ainda bem que ela não me olhou com olhos pidões. Não consigo resistir quando ela faz isso.

A fêmea sorri e esfrega a cabeça no pescoço do macho, que por sua vez, inclina a cabeça para a sua companheira que fala:

- Você não terá tanta sorte quando a nossa princesinha descobrir a influência que tem sobre você, meu amor.

O Spearow engole em seco e fala:

- Bem, por enquanto, ela não sabe.

Então, o casal observa o Mankey que ainda chorava e reviram os olhos ao verem o drama do pokémon recém capturado, sendo que a fêmea Spearow murmura:

- Patético.

- Com certeza, meu amor. Quanto mais cedo ele aceitar, melhor. – o pai Spearow sentencia com a mãe Spearow concordando.

Então, Satoshi estende ração pokémon, com o Mankey parando de chorar, para depois farejar o que era colocado na sua frente, começando a salivar ao ver que era comida, com o seu treinador falando:

- Essa é uma das vantagens. Não precisa caçar ou buscar alimento para sobreviver.

O Mankey chora emocionado com o cheiro maravilhoso da estranha comida, a seu ver e põe-se a devorar vorazmente, comendo de forma praticamente indecente na visão de muitos pokémons, sendo que Cheren se aproxima e comenta, com a Eevee voltando para o ombro dele:

- Isso que é fome.

- Eu acho que quando ele entra nesse frenesi por fêmeas, por assim dizer, ele deve ficar tão focado em cortejá-las que se esquece de comer. Bem, é o que eu acho. – Shigeru comenta, olhando a voracidade com que o tipo Fighting comia, pois parecia que ele não comia há vários dias.

Então, após algum tempo, com todos ficando surpresos com o quanto ele comia, pois Satoshi abasteceu o pote de comida do Maneky mais duas vezes, enchendo-a, com todos vendo que ele havia ficado satisfeito, sendo que o tipo Fighting pensava consigo mesmo:

"Bem, eu não acho que a minha situação está tão ruim quanto eu imaginei, se acabasse capturado. Claro, perdi a minha liberdade, mas a comida é muito gostosa e o sabor é bem melhor do que o das caças e das frutas. Portanto, não posso reclamar tanto. Só me incomodo com essa força invisível que me obriga a obedecê-lo, sendo que ele não parece ser um humano ruim, considerando o que eu ouvi dos outros pokémons selvagens."

Portanto, sorrindo satisfeito, ele se levanta, enquanto batia levemente em seu estômago, indicando que havia se saciado por completo, ficando surpreso ao sentir o afago gentil do seu treinador que pergunta, sorrindo:

- Gostou da comida? - o Mankey consente, sendo que o jovem entrega alguns doces – Essas são algumas guloseimas. Os outros já comeram a parte deles.

Ele cheira as espécies de biscoitos nas mãos do seu treinador, apreciando o cheiro aprazível e come, abanando a cauda com animação ao comprovar que era delicioso.

- Onii-chan, ele muda rápido de humor. – Yukiko comenta.

- Eu acho que ele é sadomasoquista. Afinal, mesmo apanhando, ele insistia em cortejar as fêmeas que avistava. – Shigeru comenta, sorrindo.

- Bem, se ele for sadomasoquista, não podemos fazer nada. – Satoshi comenta.

- Verdade. – Cheren consente.

Há centenas de quilômetros dali, em Shin'ou-chihou (Sinnoh), em uma clareira, Hikari (Dawn), que tinha encostado a sua bicicleta em uma árvore atrás dela, no dia anterior, quando armou o acampamento para passar a noite na floresta, havia acordado ansiosa para encontrar um Buneary, sendo que havia preparado o seu desjejum, enquanto dava comida para o seu inicial que comia animadamente a ração ofertada.

Ela tinha pesquisado sobre os locais que eles foram avistados, decidindo ficar naquela área por alguns dias para procurar um, pois alguns treinadores haviam avistado Bunearys naquela região.

Para aumentar as suas chances de captura, havia pesquisado estratégias para capturar um, após pesquisar em várias comunidades e fóruns virtuais.

Após pesquisar por várias horas, ficando desanimada ao não encontrar ninguém que tenha capturado um Buneary usando um Piplup, pois sempre preferiam usar um pokémon com uma velocidade superior ao do tipo Water por causa da velocidade do tipo Normal, ela conseguiu encontrar um treinador que também era um Pokémon Coordinator (Coordenador Pokémon) que capturou um Buneary usando um Pipilup, descrevendo a sua estratégia, com ela treinando o seu pokémon no dia anterior, pois já bastava ter perdido o que avistou no seu primeiro dia como treinadora, ficando satisfeita ao ver que durante o treinamento intenso, ela havia criado um golpe que poderia ser usado em um Contest.

Então, Hikari observa o livro que havia comprado sobre orientação da sua mãe, pois segundo a sua genitora era um livro excelente para treinadores iniciantes, contendo dicas adicionais que não eram dadas nos cursos obrigatórios que os aspirantes a treinadores passavam, decidindo que iria usar os Battle Club para treinar os seus pokémons conforme orientação do livro, ficando surpresa com a orientação para que ela treinasse junto deles, inclusive para estreitar os laços entre eles.

Ela permitir-se recordar do que descobriu sobre o livro no dia anterior e os seus pensamentos para o mesmo.

Afinal, conforme havia pesquisado na internet, o livro não vendeu bem, pois muitos condenavam a visão do treinador treinar junto com o pokémon, pois segundo esses que criticavam, somente o pokémon batalhava e por isso, não havia necessidade do treinador treinar, além deles acharem uma besteira, por assim dizer, essa história de construir laços de amor e amizade com o pokémon, comentando que havia massagens, Friend Ball, Luxury Ball e o item Soothe Bell para fazê-los evoluírem por felicidade, não precisando perder muito tempo com o pokémon, podendo se focar no treinamento e batalhas.

O autor havia rebatido que de fato, o item e pokéballs citadas, assim como a massagem, iriam garantir a evolução por felicidade, mas que não fariam os pokémons realizarem os milagres nas batalhas, pois não seria uma felicidade verdadeira e o pokémon não sentiria amor pelo seu treinador. Uma felicidade artificial e provocada por itens, nunca iria se equiparar a verdadeira felicidade, essa vinda do coração do pokémon e consequentemente, gerando um amor intenso do mesmo para com o seu treinador, usando o poder do amor para operar milagres.

Ademais, o autor disse que os pokémons que evoluíam por trocas, podiam evoluir por amor, sendo que na verdade, a verdadeira evolução deles era pelo amor e que a maioria esmagadora faziam por trocas, pois um grupo havia descoberto que algumas evoluções por amor podiam ser desencadeadas por trocas e desde então, somente era propagada que pelas trocas ocorria essa evolução.

Claro que eles rebateram veemente as alegações, oriundas de uma entrevista que o autor deu, pois acharam uma besteira o que ele falou sobre laços de amor e que só importava as evoluções por felicidade, sendo que havia itens para elas ocorrerem e por isso, era desnecessário perder tempo com os pokémons e a última afirmação do autor de que as evoluções por troca, na verdade ocorriam por amor e que foram desvirtuadas para somente trocas, visando facilitar a vida das pessoas foi condenado veemente, mesmo com um vídeo mostrando uma evolução que ocorreu por amor e não pela troca como deveria ser. Nesse caso, o vídeo era de um Graveler evoluindo para um Golem sem ser por troca, sendo que havia outros vídeos, com outros pokémons que em tese, somente evoluíam por troca e que eram mostrados evoluindo sem serem trocados.

Hikari havia lido a enxurrada de reclamações, sendo que de forma corajosa, o autor permaneceu firme em suas convicções, não revisando o que ele falava em sua obra apesar da pressão popular, levando as pessoas a boicotarem o livro como resposta.

De fato, havia sido difícil encontra-lo e após ler os argumentos deles, confessava que no dia anterior, quando ela pesquisou sobre o livro, havia ficado em dúvida sobre mantê-lo, decidindo manter o mesmo por insistência de sua mãe, se lembrando de que ela deixava a sua Umbreon fora da pokéball, além da Glameow.

Conforme meditava sobre o que viu, vendo inclusive o perfil de alguns dos que haviam criticado o livro, teve acesso a algumas batalhas deles, não tendo qualquer surpresa na forma como batalhavam.

Depois, a titulo de justiça, ela acessou a página dos que defendiam o livro e que eram raros, percebendo que as batalhas deles eram diferentes, ficando surpresa ao testemunhar atos milagrosos, tal como ataques que se tornavam críticos e que não deviam ser críticos, sendo evidente pela face estupefata do adversário, pokémons resistindo a golpes KO, fazendo esquivas milagrosas e o que mais a surpreendeu foi a auto-cura de status alterados. Ela precisou ver algumas cenas várias vezes para comprovar que o pokémon curou a si mesmo do seu estado alterado.

Ela havia olhado para Piplup que havia deitado preguiçosamente ao seu lado, embaixo de uma frondosa árvore no dia anterior, relaxando após os treinos, ficando reflexiva sobre os comentários que leu, assim como os vídeos que viu e a conduta de sua genitora para com os seus pokémons.

Após meditar muito, se lembrando da união que a sua genitora mostrava com os seus pokémons, ela sorriu e decidiu que seguiria a orientação do livro, até porque, a sua mãe não daria uma informação errônea e de fato, ela apreciava acarinhar e cuidar de Pipilup, se recordando que os treinadores que criticaram o livro viam pokémons apenas como algo para batalharem. Eles não pareciam trata-los com descaso, mas os viam apenas como algo para chegar a um fim e que era vencer, tirando eles apenas para batalhar, treinar e alimentar.

Quanto a Hikari, a jovem havia apreciado a reação animada do Pipilup aos seus cuidados e dos momentos que passava com ele, com ambos se divertindo e interagindo. Ela apreciava esses momentos, se recordando da felicidade que a Glameow e a Umbreon sentiam pela mãe dela. Era uma relação linda, completamente distinta dos grupos que condenavam o livro, enquanto que aqueles que o defendiam, davam amor e carinho aos seus pokémons, possuindo o mesmo tipo de felicidade da sua mãe e dos seus pokémons.

Inclusive, era o mesmo livro que a sua genitora havia adquirido quando jovem, visando se tornar um Top Pokémon Coordinator.

Graças aos cursos que havia feito, a jovem não cometeu os mesmos erros crassos que cometeu na linha do tempo original, pois os treinadores iniciantes recebiam diversos conhecimentos, tal como noção de cuidados para com os pokémons, regras a serem seguidas, técnicas básicas de sobrevivência e segurança, além dos cursos de defesa pessoal e outros adicionais.

Além disso, para pegarem a licença de treinador pokémon, precisavam passar nos cursos com a nota mínima de aprovação. Se não passassem em todos os exames, não conseguiam pegar a licença. Isso valia para qualquer região. Era uma exigência da nova Liga Pokémon para evitar que treinadores se ferissem como no passado, não por causa dos pokémons selvagens e sim, por erros crassos que podiam ocasionar ferimentos, podendo ser estes, gravíssimos.

Hikari havia começado a ler o livro e achou fascinante o conteúdo do mesmo.

Inclusive, já havia lido quatro capítulos e concordava que era um livro muito bom, principalmente para os iniciantes, se felicitando por mantê-lo com ela.

A jovem treinadora e aspirante a Pokémon Coordinator sai de suas recordações, observando o tipo Water que estava ao seu lado, comendo a sua ração pokémon, recebendo um afago dela que fala:

- Eu espero que consigamos encontrar um Buneary, Pipilup, agora que já treinamos a estratégia para capturar um.

O pokémon exclama animado em seu idioma e ela sorri.

Naquele instante, a jovem aspirante a Pokémon Coordinator havia conseguido lutar contra a ansiedade que a tomava para capturar um Buneary, após o primeiro ter escapado, sendo plenamente ciente que havia cometido alguns erros crassos durante a batalha, sendo alguns destes, apontados pelo livro.

Portanto, seguindo orientação do mesmo livro e estudando a estratégia que encontrou na internet, ela passou a estudar os golpes de seu Pipilup.

Ademais, conforme orientação do livro, ela procurou batalhar contra alguns treinadores para aumentar o nível do seu inicial, conseguindo acesso a novos golpes para executar a estratégia que havia encontrado na internet, após muitas horas de pesquisa, adicionando o seu toque pessoal com um movimento que acabou desenvolvendo por acidente e que seria muito útil durante a batalha.

Após uma hora, já tendo tomado o seu café da manhã, ela recolhe o dispositivo que havia ficado dentro da sua barraca que dividiu com o seu Pipilup. Esse dispositivo rastreava qualquer aproximação há alguns metros de distância, além de seu sensor abranger um raio de trezentos e sessenta graus. Quanto aos gravetos que ela havia colocado no entorno do acampamento para ajudá-la a perceber alguma aproximação, ela decide deixa-los onde estava, pois iria demorar muito para recolhê-los.

Então, já tendo recolhido a sua barraca e guardado as suas coisas em uma das pokéballs de guardar objetos, ela pede para Pipilup usar Bubble na fogueira, apagando assim o fogo, para depois subir na sua bicicleta, com o tipo Water sendo colocado na cestinha, enquanto eles partiam do local, com ele ajudando a observar o entorno em busca de um Buneary, sendo que Hikari pedalava com um sorriso nos lábios, imaginando uma apresentação de Contest com um Buneary imaginário, para depois se concentrar, olhando no entorno, procurando por um exemplar do tipo Normal.