Notas do Autor

Em uma floresta de Sinooh...

Em Unova, no oceano...

Isis decide...

Capítulo 117 - Top Ranger dissidente

Após a pokeball se remexer algumas vezes é realizada a captura com ela comemorando, junto dos outros, pois havia capturado um Pokémon fofo, sendo que não sabia que ele era hiperativo e arteiro.

Depois, ela se agacha para afagar ambos, enquanto se recordava de ter visto há alguns dias, um Pokémon conversando com o seu treinador e parecia ser algo bem divertido, inclusive, pela visão que os pokémons possuíam do mundo.

A seu ver, era uma conversa bem interessante e ao questionar o treinador, ele falou das aulas ministradas por um Meowth falante chamado Hakai e que as aulas eram disponibilizadas na internet, além de ter uma versão física, gravada em um tablet.

Ela olha para o Piplup e a Buneary, enquanto começava a imaginar a conversa que teria com eles e que seria interessante conhecer a visão deles do mundo, algo que só seria possível se eles dominassem a linguagem humana.

Então, ela pergunta:

- O que vocês acham de aprenderem a linguagem humana?

Ambos os pokémons ficam surpresos, para depois se entreolharem, sendo que Hikari fala:

- Há aulas para pokémons e que são ministradas por um Meowth falante chamado Hakai. O que acham? Seria legal se pudéssemos conversar.

Eles ficam pensativos e depois, ambos consentem animados, com a jovem falando, enquanto sorria:

- Então, está combinado! Na próxima cidade, vou comprar o tablet que tem as aulas instaladas e vocês vão estudar, sempre que pararmos. Vou perguntar ao Pachirisu se ele quer aprender a linguagem humana, também. Agora, vou tirar ele da pokéball para tratá-lo – ela fala, enquanto tirava um Potion de sua mochila.

Há dezenas de quilômetros dali, na região de Sinnoh, mais precisamente na clareira de uma floresta densa, onde tinha uma mulher que usava um Vatonage Styler, a mesma exibe um dos seus raros sorrisos e fala para a jovem que treinava com afinco:

- Você é incrível.

- Obrigada, mestra. – a jovem responde, secando o suor em sua testa, olhando em seguida para o objeto no pulso – Eu agradeço por me dado esse Capture Styler e o Fine Styler.

- Por sorte, eu ainda tinha. Sinceramente, não pretendia treinar ninguém pelo caminho que eu escolhi.

- Eu pedi para a senhora me ensinar tudo, pois eu apreciei esse caminho.

- E eu aceitei, pois vi que você se encaixaria nele.

- A senhora disse que havia escolha para os Pokémons Rangers.

- Sim. Depois que eles se formam, eles recebem um Capture Styler, substituindo o School Styler que receberam. Como você não está no centro de treinamento e eu serei a sua única professora, você deverá estudar o mecanismo desses objetos, juntamente com o manual que possuo deles, inclusive do Vatonage Styler. Assim, terá conhecimento para consertá-los a qualquer momento quando for necessário e inclusive, poderá fabricar um, uma vez que não faremos parte da Ranger Union. Portanto, não teremos a ajuda de nenhum Operador. Eu acredito que você é muito inteligente e plenamente capaz de gerenciar esses mecanismos no futuro. Quando você se formar, darei o meu Vatonage Style para você. Com certeza, ele será bem empregado em suas mãos. Eu vejo a sinceridade em seus olhos e acredito que fará bom uso dele.

A jovem fica triste, pois sabia o motivo dela lhe entregar o Vatonage Style e ela não podia fazer nada para mudar isso.

Afinal, era um destino inevitável para o Top Pokémon Ranger dissidente.

- Eu agradeço pelo voto de confiança e por me permitir ser a sua discípula.

- Confesso que nunca imaginei que iria ensinar alguém. Afinal, sou uma Top Ranger dissidente.

- Considerando o passado da senhora, é plausível ser uma dissidente. Você me ensinou a filosofia dos Rangers e eu adorei. Mas concordo com o que a senhora discorda.

- Eu nunca pensei que discordaria de algo, quando era jovem. – ela fala o final tristemente.

- Existem treze Tops Pokémon Ranger, contando a senhora.

- Oficialmente, são apenas doze. Inclusive, os meus registros são fortemente blindados e somente os Top Pokémon Ranger sabem da minha existência e como deve saber, devemos evitar os Pokémon Rangers. Nunca revele quem é para eles.

- A senhora tem raiva deles?

- Não. Eles estão certos em me enquadrarem na classe de bandidos que eles perseguem, sendo que são muitos poucos os que sabem da minha existência. Ademais, não quero que eles saibam que eu tenho uma discípula. Você nunca existirá para eles. Aceita pagar esse preço pelo meu ensino?

- Sim. Não me importo de ser no futuro uma Top Ranger desconhecida. Para mim, você deve erradicar o mal e eficazmente. Entregar criminosos para a polícia? Eu dispenso. Eles devem ser esmagados, após serem torturados, claro. – ela dá um sorriso sádico.

- Sim. Essa seria a minha única reclamação com os Rangers – ela fala o final imerso em recordações amargas como o fel – Naquele fatídico dia, as convicções de entregar criminosos para a polícia caíram por terra e não foi por culpa da polícia, pois eles fizeram exemplarmente a sua parte. O problema foi o que aconteceu depois, quando estava fora da alçada da polícia. Além disso, eu não me envergonho do que fiz alguns meses depois. Fiz com prazer e faria de novo. Quando sujo as minhas mãos do sangue imundo deles, penso em todas as futuras vítimas que salvei. É assim que eu vivo e é assim que você viverá.

- E com prazer. – ela completa, sorrindo confiante.

A Top Ranger sorri discretamente, para depois falar ao ver a sinceridade nos olhos da garota estranha, pois era visível isso, desde o momento em que o destino delas se cruzou, sendo que ao se recordar de quando a conheceu, seus olhos se dirigem ao Vatonage Styler em seu braço e que o possuía por já ter sido parte da Operação Brighton.

- A senhora teve dificuldade em suprimir as unidades Mobarimo (Miniremo Units) da Yamiyami-dan (Team Dim Sun)?

- Não. Enquanto os Ranger oficiais suprimiam os criminosos dentro das leis e normas, eu agia nas sombras, estraçalhando todos os outros membros do Yamiyami-dan, assim como destruí todas as unidades Mobarimo e algumas Dokarimo (Unidades Gigaremo), que foram as predecessoras das unidades Mobarimo, permitindo assim com que os pokémons libertados pudessem se vingar, após eles aceitarem serem controlados por mim quando eu expliquei o motivo, fazendo os Pokémon Ranger perceberem que alguém os controlava para atacar outros humanos. Mas eu só fiz isso com aqueles que desejavam vingança e os que não queriam, partiram. Após me certificar deles identificarem o controle externo sobre esses pokémons, eu os neutralizei, quando os deixei inconscientes, inclusive os dois Tops Pokémon Ranger que estavam com eles, sendo que detive os pokémons parceiros deles que não apreciarem vê-los caídos, inconscientes. Após neutralizá-los, matei os que eles haviam neutralizado e os que foram presos. Afinal, eu não iria permitir que nenhum dos Yamiyami-dan escapasse vivo. Eu também torturei os superiores, pessoalmente, bem afastado do local, arrancando outros locais que poderia haver membros escondidos para caçar, pessoalmente, os remanescentes. Creio que foi isso que fez com que eu fosse considerada perigosa, pois fui reconhecida. Além disso, graças a essas confissões, conseguidas com base em torturas até a morte, nos meses que se sucederam o extermínio deles, eu suprimi o Miramira-dan (Team Debonairs), que estavam surgindo, sendo formado por ex-membros da Yamiyami-dan. Eu exterminei todos, sufocando assim o surgimento deles e destruí algumas unidades Mobarimo remanescentes.

- A senhora foi descuidada?

- Não. Eu desejava que eles julgassem que os pokémons só fizeram aquilo pelo meu controle, pois assim, a culpa seria apenas minha e não dos pokémons. Eles têm os pokémons em alta estima e não queria que os jovens Pokémon Rangers perdessem essa visão. De fato, os pokémons não atacam humanos, mas se eles sofrem muito e perdem seres queridos, por que não desejariam se vingar dos mesmos que provocaram dor e sofrimento ou que lhe privaram daqueles que amava? O que os impediria e até onde, isso seria condenável? E que direito qualquer um teria de julgá-los? Mesmo assim, há aqueles que não desejam vingança e vivem com a dor. Outros desejam. Vai da índole do pokémon e da extensão da sua dor, também, assim como é com os humanos. Mas não acho que os jovens Rangers merecem essa dose de realidade. Por isso, eu preferi assumir o manto de vilão e porque me convém, também. Mesmo que passem anos, nada mudará o peso da culpa que possuo dentro de mim, após aquele dia fatídico... Os superiores perceberam o motivo de eu ter permitido que me vissem, antes que ficassem inconscientes e até me agradecem. Eu escolhi ser caçada e desde então, vivo assim e os que me caçam, não dedicam tanta vontade assim. Se quisessem, poderiam dar alguma dificuldade adicional. Por falar nisso... – ela tira algo de baixo do seu sobretudo e a jovem repara que é uma máscara e outro sobretudo – Use isso. Será o seu disfarce, caso algum deles nos encontre. Bem, se seguirmos andando, sempre nos mudando, será difícil eles nos encontrarem, além do fato de eu ter pokémons de guarda para me avisar de qualquer aproximação indesejada.

Após falar, ela volta a observa atentamente o visor do seu Vatonage Styler.

- Como eles avisam a senhora da aproximação?

- Eu os controlo com os Vatonage Styler até sairmos desse local. Após sairmos, vou liberá-los. Eles estão em trio e têm ordens de atacar qualquer humano, mas não de forma letal, embora que será de forma bem insistente. Se eu perceber que um deles foi libertado, saberei de um Top Ranger no local e pela localização do pokémon, saberei as coordenadas. Eu programei um alarme no meu Vatonage Styler, mas é sempre bom conferirmos se todos permanecem sobre o meu controle. Além disso, se eu perceber que eles estão ficando fracos é sinal de que estão sendo atacados e por isso, sairei do local, os libertando do controle á distância. Após sairmos daqui e você conseguir a licença de forma regular para ter pokéballs, recomendo ter dois companheiros. Eu tinha um e depois, outro se juntou a mim – ela sorri discretamente, olhando para os dois pokémons que consentem, sorrindo – Se seguir por essa estrada, que não terá qualquer ajuda, recomendo dois e de preferência, com uma personalidade que combine com a sua. Encontre dois para convidá-los a se juntar a você. Afinal, você não pode capturar pokémons para sempre, visando treiná-los, com exceção dos companheiros, uma vez que os outros devem ser libertados do controle, após terem ajudado você, pois somente possui o direito de solicitar as habilidades, poder e força deles para ajudar a proteger a natureza, os outros pokémons e humanos, desde que estes humanos sejam inocentes. Após a ajuda, deve libertá-los do controle que exerceu sobre eles. Recomendo que um dos seus companheiros tenha o Helping Hand e outros movimentos de suporte para reduzir os danos e auxiliar no ataque, podendo assim, ajudar aqueles que você controlar, temporariamente.

- Sim. – ela consente, pegando o sobretudo e a máscara.

- Quando você começar a andar sozinha poderá ficar sem a máscara, pois ninguém irá saber que é a minha discípula. Por enquanto, andará assim, caso sejamos encurraladas e eu tenha que lidar com o Top Pokémon Ranger. Não quero que eles saibam a sua identidade.

- Eu agradeço pela ajuda.

Então, ela volta a fazer os exercícios sobre supervisão da Top Pokémon Ranger dissidente e seus dois companheiros.

Há centenas de quilômetros dali, mais precisamente na região de Unova, o jovem Lapras que havia se afastado do bando para procurar por um pokémon específico para salvar a vida da Genesect, consegue avistar um cardume da espécie que procurava, no caso, de Alomomola, que ao verem o tipo Water e Ice começam a fugir desesperadas, pois eles se alimentavam deles.

Esse jovem macho estanca a sua aproximação e grita em sua linguagem:

- Precisamos de ajuda! Um pokémon está ferido e vocês tem um movimento capaz de curar! Não quero atacar vocês.

Eles ficam ressabiados, mas detém a sua fuga, passando a olharem atentamente para o Lapras que suspira de alívio ao ver que detiveram a sua fuga, para depois, falar:

- Se um de vocês nos ajudarem, não atacaremos o seu bando. O que me dizem? Temos um acordo?

Eles se entreolham, sendo que uma Alomomola mais velha sai do bando e olha atentamente para o predador delas, perguntando:

- Vai mesmo cumprir a sua palavra? E você fala em nome do seu bando?

- Nós temos uma dívida com essa pokémon que está ferida. É uma dívida de todo o bando. Estamos preocupados, pois está muito ferida. Portanto, se ajudá-la, estará ajudando o bando.

Após alguns minutos, ela consente e fala para o cardume aguardá-la, mas que deviam atentos, com todos concordando em usino, observando a líder deles se afastando, sendo que nunca imaginaram que um de sua espécie, andaria próxima de um dos predadores deles, sem se tornar refeição.

Mesmo assim, todos exibiam preocupações em seus semblantes e temiam pelo pior.

Após vários minutos, o grupo de Lapras se surpreende ao ver o jovem macho subindo para a superfície com a Alomomola junto dele, sendo que a tipo Water fica com receio ao ver vários dos seus predadores, enquanto que o jovem Lapras conta ao bando sobre o acordo.

Então, a Líder se aproxima e fala:

- De fato, temos uma grande dívida com ela. Portanto, se tivermos que pagar, não se alimentando da sua espécie que vive nesse local, assim nós faremos. Tem a minha promessa e de todos os outros, que os deixaremos em paz. Claro que não podemos falar dos outros grupos de Lapras, já que o acordo envolve, apenas, o meu bando.

- Eu aceito. – a Alomomola consente, após ver a sinceridade nos olhos do tipo Water e Ice.

Então, ao se aproximar da Genesect, ela concentra o seu poder e usa o Heal Pulse, enviando ondas de cura na direção do tipo Bug e Steel, com todas vendo que ela se recuperava. Claro, não era uma recuperação total, mas já era um bom começo, enquanto percebiam a melhora em sua respiração.

Após usar o seu movimento, a tipo Water faz um menear com a cabeça, obtendo um menear respectivo da Líder dos Lapras, para depois, mergulhar no oceano, visando se juntar ao cardume que liderava.

Após meia hora, ela desperta, sendo que estava confusa, enquanto sentia um pouco de dor e ao olhar para os lados, vê os Lapras e depois, percebe que estava nas costas de um deles, com a Líder perguntando:

- Você está bem?

- Estou sentindo um pouco de dor. O que aconteceu?

A Líder fica surpresa e olha para os outros, que se entreolham com visível preocupação em seus semblantes, sendo que um deles pergunta, hesitante:

- Não se lembra?

A Genesect inclina a cabeça para o lado, para depois, perguntar com visível curiosidade no focinho:

- Eu devia me lembrar de algo?

Eles se entreolham, para depois, a Líder perguntar, preocupada:

- Qual é a última coisa que você se lembra?

O tipo Bug e Steel se concentra e após, alguns minutos, fala:

- Eu me lembro de um forte clarão e depois, mais nada.

- Você sabe quem você é? Ou pelo menos, sabe o seu nome?

Ela fica pensativa e depois, demonstrando hesitação em sua voz, responde:

- Acho que sou uma Genesect ou algo assim.

- Se lembra de mais alguma coisa?

Ela fica pensativa e depois, nega com a cabeça, falando:

- Não.

- Você sabe as suas habilidades?

Ela se concentra e depois, surpreende todos ao assumir a forma de um disco, passando a flutuar por alguns minutos, para depois, desfazer a sua forma, sendo que em seguida, mexe no seu canhão, murmurando com visível incerteza:

- Eu acho que sim...

- Deve ser uma amnésia temporária. Provavelmente, foi por causa da explosão violenta com chamas que nós vimos. Aliais, nunca vimos chamas tão intensas. Após vermos um grande clarão, avistamos essa bola de chamas intensa, com uma nuvem escura e densa preenchendo, posteriormente, o local. Em seguida, vimos você caindo dentre essa nuvem densa que se formou.

- Obrigada por me salvar.

- Você nos salvou, antes. Estávamos em débito com você.

- Eu os salvei?

- Sim.

- Eu queria lembrar... – ela murmura, tristemente.

- Nós estamos partindo rumo a outro continente, pois sempre estamos em migração, após ficarmos algum tempo em um determinado local. Gostaria de seguir viagem conosco?

A Genesect fica surpresa e depois, consente, enquanto falava:

- Eu adoraria. Mas acho que prefiro terra firme.

- Quando quiser ficar em um local, nos avise, que nós a deixaremos onde desejar.

- Obrigada.

Então, o bando de Lapras se afasta do local, rumo ao seu novo destino com a Genesect nas costas da líder.

O tipo Bug e Steel não sabia que na outra linha do tempo, ela duvidaria dos seus atos e que tal como naquele instante, passaria a amar a natureza, discordando do método deles de encontrarem um lar, no sentido de conquistarem um local a força em vez de compartilhar com os outros pokémons, devido à criação bélica que tiveram ao terem sido criados, meramente, como armas, embora se sentisse confusa em relação a dominação pela força e posterior expulsão dos demais seres do local.

Inclusive, ela havia brincado com um treinador chamado Satoshi, o levando em suas costas para um passeio, sendo que na outra linha do tempo era tinha o Chill Drive em vez do Douse Drive.

Durante a batalha dos Genesects contra outros treinadores e pokémons, esta fêmea usaria o seu corpo como escudo contra um ataque poderoso do seu Líder.

O motivo de tal ato era para proteger Satoshi e os outros pokémons do ataque Techno Blast, sendo que antes de morrer, observaria uma bela flor, enquanto choraria, pois havia desejado viver em paz, repudiando a guerra, enquanto que Satoshi ficaria desesperado ao vê-la morrer, na outra linha do tempo.

Portanto, o fato de terem se rebelado em vez de acordarem em um laboratório destruído e posteriormente abandonado na outra linha do tempo, modificou os acontecimentos e o fato dela ter sido atacada por um cientista transtornado pela fúria insana em virtude da dor da perda de alguém querido a ele, provocou uma nova mudança.

Afinal, por causa desse ato dele, ela acabou com amnésia e junto de um bando de Lapras, rumo a um novo continente.

Há centenas de quilômetros dali, mais precisamente em Unova, enquanto seguia a trilha do treinador que havia capturado a mãe das Eevee, Isis havia se deparado em um local com treinadores e decidiu que poderia fazer uma pequena batalha, aproveitando o fato de ver um treinador que procurava adversários.

Então, a jovem aspirante a Mestre de dragões, chama todos eles para as suas respectivas pokéballs, após explicar para eles o que iria fazer e o motivo de guardá-los era para que o seu oponente não soubesse que pokémons ela tinha.

Após fazer isso, se aproxima, começando a conversar com ele, com ambos combinando de fazer uma batalha dupla com apenas dois pokémons para cada um, com ela concordando, sendo que haviam programado as suas pokédex com o nível e a quantidade de pokémons.

Após assumirem as suas posições, sendo que algumas pessoas pararam para assistir a batalha, o rapaz joga duas pokéballs, exclamando:

- Vá, Larvitar e Cubchoo!

Nisso, surge um pokémon que lembrava um dinossauro e outro que lembrava um filhote de urso, sendo que parecia ter uma meleca pendurada no nariz.