Notas do Autor
Em Tokiwa Forest...
Satoshi e os outros ficam...
Yo!
Desejo a todos que esse ano de 2019 seja repleto de paz, saúde, felicidade e realizações para vocês e as suas famílias. ^ ^
Feliz 2019!
Um abraço ^ ^
Capítulo 119 - Arrogância, prepotência e crueldade.
Ao se aproximar do local, ela olha para trás e observa que todos os machos tipos Bug correram abruptamente do acampamento com exceção do Weedle macho de Cheren, que se encontrava na frente da Caterpie com ambos discutindo sobre um motivo idiota até que param ao verem os outros tipos Bug correndo, passando a inclinarem a cabeça para os lados em evidente confusão, assim como as outras fêmeas, tipo Bug, além dos demais pokémons que se entreolhavam, sem compreenderem o motivo dos outros terem se afastado do acampamento ao olharem para uma direção, com Yukiko passando a segui-los, sendo acompanhada de perto por Hime e Sora, enquanto pedia para os outros ficarem no acampamento.
Ao se aproximar do local, vê uma jovem caída ao lado de uma bicicleta, tremendo, enquanto os pokémons tipo Bug se esfregavam animadamente nela.
- Meu onii-chan atrai as fêmeas. Você atrai pokémons tipo Bug, pelo visto – ela se aproxima e fala para os pokémons – Vamos voltar para o acampamento. Vocês estão assustando ela.
Eles notam e suspirando, se afastam da garota, se aglomerando em volta da albina, enquanto Kasumi (Misty) se levantava com uma veia saltando da testa, perguntando irritada:
- São seus?
- Nem todos. Eu lamento, mas não sei o que deu neles. Mas acho que você deve atrai-los. Você está bem? – ela pergunta preocupada - Precisa de alguns Repels? Eu acho que tenho alguns perdidos em minha mochila. É que eu não uso isso. Eu posso dar o que eu tenho para ajudar você. Inclusive, eu acho que o meu onii-chan e amigos possuem alguns Repels. Com certeza, vão ajudar você. Afinal, não pretendemos usá-los em nossa jornada.
Bufando irada, a garota exclama, demonstrando fúria em seus olhos ao falar de forma agressiva, começando a agredir verbalmente os tipos Bug:
- Claro que não estou bem! Eu fui cercada por essas porcarias! Essas coisas nojentas e asquerosas que são no mínimo repulsivas! Eles são pokémons repugnantes! – nisso, ela olha para os tipos Bug que tinham lágrimas nos olhos, com exceção dos Pinsirs que não choravam, apenas por orgulho, enquanto exibiam um olhar dolorido – Entenderam bem, seus lixos asquerosos? Vocês são criaturas desprezíveis! Saiam daqui, seres repugnantes! Se de fato são pokémons, fiquem nas suas pokéballs! Pokémons ficam confinados! Portanto, ajam como um, seus vermes asquerosos!
Yukiko emite um rosnado de ira, enquanto que os tipos Bug choravam frente à agressão verbal e palavras cruéis proferidas pela garota, com exceção dos Pinsir, que não choravam por orgulho, conforme se dirigiam cabisbaixos em direção ao acampamento, sendo visível o sofrimento e dor deles em seus olhos lacrimosos.
A garota julga, erroneamente, que o rosnado foi fruto da sua imaginação, pois um humano nunca rosnaria.
Portanto, ela continua com a sua postura agressiva e começa a agredir verbalmente a albina para fúria de Hime, Sora e de Ouji, o Nidoran macho shiny que havia seguido a sua treinadora:
- Você deve ser uma treinadora iniciante patética e idiota que não sabe que tem que confina-los, somente liberando eles para comerem, treinarem ou batalharem! Como ousa fazer isso com a bela e linda, Kasumi (Misty), sua desgraçad...!
Ela para de exclamar ao ver o olhar homicida da albina que era igualmente aterrorizante, com a garota se vendo refletida naqueles íris azuis coléricas como uma tempestade no horizonte e tinha quase certeza, que os caninos dela pareciam estranhamente proeminentes e que as unhas dela pareciam mais afiadas, embora julgasse que estava vendo coisas, para depois sentir a queda da temperatura em torno dela, dando a impressão que ela se encontrava em um local gélido, sendo uma sensação aterrorizante ao mesmo tempo em que a fazia suar frio, conforme sentia um forte terror toma-la de forma intensa.
Inclusive, algo lhe dizia que aquela estranha garota era demasiadamente perigosa e que era melhor manter uma distância segura para o seu próprio bem, sendo que o fato dos pokémons olharem com ódio para ela, juntamente com uma Pichu shiny que faiscava as bochechas, somente tornava tudo ainda pior, pois ela jurava que o olhar daquela Pichu era tão aterrorizante quanto o da albina.
Por estar aterrorizada, ela perde o controle do seu esfíncter e urina de medo, acabando por escorrer um pouco pelas suas pernas, enquanto dava alguns passos para trás, sendo que Yukiko fala cada palavra imersa no mais puro ódio, com Kasumi sentindo o desejo implícito da albina de destroça-la, enquanto continuava tremendo sem controle:
- Você tem todo o direito de ter medo de algo. Todos nós temos medo de alguma coisa ou detestamos algo. Mas os pokémons são seres vivos seiscentes que compreendem o que nos falamos por terem inteligência. Eles não são feras ou bestas, pois feras e bestas não compreendem a linguagem humana. Você poderia afastá-los ou pedir para eles se afastarem, sendo que eu já havia afastado eles. Mas o fato de ter medo, não dá o direito de humilhar e trata-los dessa forma cruel e igualmente perversa, os agredindo verbalmente. Afinal, existe a agressão física e a verbal. Você os fez chorarem! Como pode ser cruel, fazendo um pobre pokémon chorar? E se não queria que eles ficassem com você, bastava falar para eles se afastarem e te deixarem em paz, que eles entenderiam, pois compreendem a linguagem humana. Ou melhor, você podia ter usado um Repel! Com o Repel, eles não iam conseguir se aproximar de você. O seu ato de agredi-los é imperdoável, pois os agrediu verbalmente até eles chorarem e olha que não estou colocando a agressão verbal que sofri. Quem você pensa que é para tratar os outros como lixo?
Conseguindo uma coragem que desconhecia até aquele instante, ela fala, após engolir em seco:
- Eu odeio insetos. Eles são asquerosos.
- Se odeia insetos, o que faz em uma floresta? A floresta é o lar de vários insetos e pokémons tipo Bug, além dos tipos Flying e outros tipos. É no mínimo burrice, alguém que odeia insetos ficar em um dos locais em que há mais exemplares desse tipo. Afinal, a floresta é um dos ambientes que mais tem insetos e isso é algo de conhecimento básico. Qualquer um sabe disso. A menos que você seja, no mínimo, muito estúpida para não saber algo tão básico. Além disso, no caso dos pokémons, existe o Repel que repele qualquer pokémon por um tempo determinado. Se tivesse usado o Repel, nenhum deles teria conseguido se aproximar de você. Além disso, se mesmo sentindo medo dos tipos Bug, você quis entrar numa mata, acabando por ser expor a um dos ambientes que mais tem essa espécie, por que não se precaveu ao usar Repel? Será que você é tão imbecil ou retardada mental que não se permitiu pensar em algo tão elementar para repelir os tipos Bug, impedindo que eles se aproximassem de você? Além disso, há uma rota alternativa que não passa pela floresta. Portanto, não é obrigatório entrar nela e se procura outros tipos de pokémons, esses podem ser encontrados em outros ambientes com menos insetos e Pokémons tipo Bug. Isso é bem elementar. Você deve ser bem imbecil ou uma retardada mental para não saber coisas tão elementais. Afinal, não consigo encontrar outra explicação para tamanha burrice.
- Sua...!
Porém, a voz dela volta a falhar quando ela é fuzilada pelos olhos aterrorizantes da jovem, além da sensação gélida em suas veias que ficou mais intensa, assim como o forte instinto de se afastar o mais rápido que podia da jovem estranha, pois algo dentro dela gritava a plenos pulmões, para que ela se afastasse o quanto antes.
Temendo por sua vida, as suas pernas decidem se mexer e ela sobe na bicicleta, pedalando o mais rápido possível para se afastar o quanto antes do local, desejando manter uma boa distância entre ela e a albina assustadora.
- Eu queria tanto "brincar" com ela... – a Hime fala "brincar" com um sorriso sádico, para depois olhar para a sua treinadora – Poderíamos fazer uma aposta de quanto tempo ela resistiria.
A albina olha para a Pichu shiny, correspondendo ao sorriso sádico, falando:
- De fato, seria divertido e por mais que me alegre esse pensamento, o crime dela não foi tão grave para torna-la nosso "brinquedo". Claro, foi grave, mas não ao ponto de torturamos até a morte. Mas se ela aprontar algo demasiadamente grave, confesso que será bem interessante pegar aquela vaca cruel. Ou melhor, vadia. Afinal, é maldade comparar o pobre animal a aquele lixo arrogante e prepotente, além de cruel.
- Com certeza. – Sora fala, consentindo.
- Concordo. Ela é uma humana desprezível. – o Nidoran macho shiny fala.
- Vamos voltar ao acampamento e confortar os pobrezinhos. Após essa agressão verbal, eles devem estar sofrendo com as palavras cruéis daquela desgraçada.
Quando eles retornam ao acampamento, os outros pokémons estão confortando os tipos Bug, sendo que Yukiko se junta a eles para confortá-los e quando Satoshi, Shigeru e Cheren voltam do banho, ela conta o que ocorreu, com os jovens ficando irados pelo tratamento dados aos seus pokémons que choravam copiosamente, menos os Pinsirs, apenas por orgulho, embora eles estivessem de costas e curvados, sendo visíveis os seus orbes úmidos e o olhar desolado.
Várias horas mais tarde, com os tipos Bug já tendo se recuperado, sendo que nesse interim, Yukiko havia tomado banho, todos os jovens estavam reunidos em volta da fogueira, conversando, enquanto os pokémons se encontravam em grupos para assistirem às aulas, visando aprenderem a linguagem humana.
Após as aulas, a Eevee se junta a Cheren, dentro da cabana, deitando ao lado dele, assim como a Snivy, sendo que os demais pokémons se aglomeravam em volta das tendas, enquanto que o bando de Spearows se encontrava nos galhos adjacentes com exceção do casal Spearow, que estava no ninho improvisado por Satoshi, aquecendo os seus filhotes.
A Sandshrew shiny tímida procurou deitar o mais próximo possível do seu treinador, se enrolando na forma de uma bola para dormir, assim como os outros Sandshrews faziam e que era algo instintivo, pois a sua carapaça era bem dura e se algum pokémon tentasse atacá-los a noite, enquanto eles viviam na natureza, o ataque iria falhar e eles teriam tempo para reagir, sendo que eles ficavam em tocas que tinham saídas estratégicas.
Claro que depois, ela rolou discretamente e entrou na tenda, passando a ressonar feliz.
A Ponyta dormia sobre as patas traseiras ao lado da barraca do seu amado treinador, enquanto que a Kakuna havia entrado, passando a dormir ao lado da cama do seu querido treinador, com o Pikachu dormindo ao lado dele.
A Ekans do jovem, ao contrário das outras Ekans, havia se enrolado para dormir próximo da Sandshrew, visando ficar perto de Satoshi, sendo tal ato seguido por todas as fêmeas, sendo que a Pidgeotto dormia em um galho que ficava ao lado da tenda dele, enquanto que de costume, a Ônix shiny imensa dormia enrolada em volta da tenda dele, formando uma espécie de parede de rochas.
Os únicos pokémons que ficaram acordados, pelo menos por algum tempo, eram aqueles que tinham hábitos noturnos e que ficaram mais algum tempo acordados, antes de se recolherem para dormirem, com a Ratata de Cheren dormindo junto do Spearow, em um galho.
Na manhã seguinte, após alimentarem os pokémons e tomarem o seu desjejum, eles recolhem todos eles, ficando apenas a Eevee e a Snivy fora das pokéballs, assim como a Sora, a Spearow de Yukiko, juntamente com a Hime, cada uma em um dos ombros dela, além do Pikachu de Satoshi que estava no seu ombro, juntamente com a Ponyta que estava ao seu lado, com Shigeru deixando o Squirtle fora da pokéball, pois uma das regras de segurança era deixar, ao menos, um pokémon fora da pokéball para que o treinador pudesse ter tempo para reagir adequadamente, caso surgisse algum perigo e para protegê-lo de animais perigosos, sendo que não podiam matar animais. Eles só podiam assustá-los e os pokémons tinham plena capacidade de fazerem isso, sobre orientação dos seus treinadores que eram responsáveis por qualquer ação que eles fizessem.
Afinal, por causa da influência da pokéball, com poucos conseguindo resistir a ela, eles eram obrigados a obedecerem as ordens dadas e por isso, somente o treinador era responsabilizado.
Após Satoshi trocar as ataduras feitas da espécie de teia produzida pela Kakuna e pelo Metapod, juntamente com algumas roupas dobradas nas regiões que a teia fazia contato com a pele dela, para evitar ferimentos com o atrito da substância conforme ela andasse, eles levantam o acampamento e partem do local, rumo à Nibi City (Pewter City).
Então, uma hora depois, com eles conversando entre si, Yukiko detém o seu passo ao ouvir o alarme do seu Smartphone, para em seguida, falar:
- Eu vou dar o medicamento para a Sora-chan. Podem continuar andando que eu alcanço vocês.
- Tem certeza, imouto? – Satoshi pergunta, preocupado.
- Sim. Eu vou alcançar vocês, depois. O Cheren-kun ainda não capturou um Sandshrew. Devemos parar apenas o necessário, pois seguindo esse caminho, chegaremos à próxima cidade. Seria bom que ele encontrasse um Sandshrew antes de sairmos da floresta.
- De fato, eu não tenho um e quero encontrar um espécime antes de sairmos da floresta. Um tipo Ground seria muito bom contra um tipo Rock. Eu sei que tenho a Snivy, por exemplo, que é excelente para o tipo do próximo Gym, mas eu quero ter outros tipos.
- Nós também. Claro que não é indicado usar, somente, pokémons com vantagem, pois com certeza, o Gym Leader sabe lidar com pokémons que tem vantagem aos seus, já que eles são verdadeiros especialistas. – Shigeru comenta.
- Então, nós vamos andar. Por favor, não demore imouto.
- Não vou demorar, onii-chan.
Nisso, eles se afastam, enquanto ela tratava a Spearow que estava se recuperando, sendo que no último exame de Shigeru, ele e os outros ficaram animados ao verem que em breve, ela já estaria totalmente recuperada.
Alguns minutos depois, o grupo de Satoshi percebe que há uma garota de cabelos laranja próximo de um riacho, arrumando a sua vara, sendo que eles identificaram como sendo uma vara usada para pescar pokémons embaixo da água até um determinado peso, pois seria difícil puxar os que fossem muitos pesados.
Inclusive, para os mais pesados era necessário a ajuda de outro pokémon, preferencialmente forte. A outra opção seria usar uma espécie de dispositivo leve e forte que podia ser facilmente montado e que puxava pokémons que possuíssem um peso considerável.
Então, eles avistam uma bicicleta apoiada na árvore ao lado dela e deduziram que era da garota, sendo que eles não haviam associado a jovem com aquela descrita pela albina, além de acreditarem que se a garota teve juízo, havia pedalado o mais longe possível dali.
O grupo percebeu que ela havia tirado o dispositivo para ajudar a içar o pokémon para fora da água e que demonstrava estar tendo dificuldade em montá-lo ao ponto de consultar o manual várias vezes, não conseguindo montar o objeto, sendo que eles sabiam que era difícil montá-lo no início, mas que depois, conforme montassem mais vezes, se tornava mais fácil montá-lo.
- O que acha de oferecermos ajuda? Ela parece estar em dificuldade. – Satoshi pergunta para os seus amigos.
- Eu concordo.
- Idem.
Então, eles se aproximam e Satoshi toma a iniciativa ao ver que ela tentava montar pela sexta vez e que não conseguia montar, além da base:
- Bom dia. Eu me chamo Satoshi e podemos ajuda-la a montar. No início é difícil, mas depois, fica fácil.
Uma veia salta na testa da garota que se levanta furiosa, exclamando:
- Por acaso, acham que eu sou uma idiota? – ela pergunta com as mãos na cintura, enquanto mantinha uma postura arrogante, ainda mais ao ver que eram crianças, sendo que havia ficado surpresa ao ver uma Ponyta.
Eles ficam estarrecidos, sendo que Satoshi fala ainda estarrecido pela reação inesperada dela:
- Não. Nós também tivemos dificuldade, mas com a ajuda de todos, compreendemos o mecanismo. Mas se você não deseja ajuda, bastava falar não. Nós só queríamos oferecer ajuda.
- Vá perturbar outra pessoa, pirralho! Eu, a bela e maravilhosa, Kasumi, não tenho tempo para brincar com vocês, seus fedelhos! Eu tenho algo muito mais importante para fazer do que ouvir pivetes como vocês. – Kasumi (Misty) falava asperamente, demonstrando arrogância em suas feições, enquanto os agredia verbalmente.
Pikachu fica irado e começa a faiscar as bochechas, a Ponyta sentia desejo de usar seu ataque de chamas nelas, Cheren olhava com raiva para a garota e Shigeru estreitava o cenho para Kasumi, assim como os outros pokémons fora das pokéballs, enquanto que Satoshi exclamava, torcendo os punhos:
- Um dia, eu serei um Mestre Pokémon Ocidental!
- Vá embora pirralho ou irá se arrepender, pois eu, a linda e bela, Kasumi, irei esmagar você em uma batalha Pokémon. Além disso, duvido que alguém patético como você consiga se tornar um Mestre Pokémon. Pare de falar asnices como essa.
Nesse interim, Yukiko consegue se aproximar deles, ficando surpresa ao ouvir a voz que conhecia muito bem, assim como o odor e ao se aproximar do grupo que estava irado com a postura dela, avista a garota e fala:
- Foi ela que deprimiu os pokémons ontem ao agredi-los verbalmente, assim como foi comigo. Pensei que ela seria mais esperta e que se afastaria daqui o quanto antes.
Nisso, todos ficam surpresos, para depois perceberem que tal comportamento e conduta seria algo esperado dela, enquanto que Kasumi reconhece a jovem e após engolir em seco, fala, sentindo-se confiante, pois acreditava que a albina não faria nada tendo um público, pois percebeu que eles nunca fariam nada extremo ao contrário da garota assustadora.
Portanto, ela decidiu continuar falando com a sua costumeira voz agressiva, arrogante e prepotente, embora procurasse dosar o tom para não abusar da sorte:
- Devem ser um grupo de treinadores iniciantes que não compreendem que os pokémons devem ficar confinados e vejo que continuam com essa prática deplorável. – ela fala, percebendo os pokémons fora das pokeballs.
- Os pokémons são seres sescientes e possuem inteligência. Sempre os deixamos fora das pokeballs no entardecer até de manhã para proteção e para poderem se divertir, além de alguns que ficam fora das pokéballs durante o dia. Eles não são objetos para ficarem confinados.
- Típica fala de criancinhas. Devem ser treinadores iniciantes e igualmente retardados que não compreendem como é o trato para com um pokémon. – a sua personalidade agressiva e o seu costumeiro tom de agressão começava a vir a tona com mais evidência, conforme ganhava confiança, enquanto abandonava a prudência.
- A única fedelha aqui é você por falar essas besteiras. Se o treinador desejar, pode deixar os seus pokémons fora das pokéballs ou não. Não há nenhuma lei ou regra que obriga o pokémon ao confinamento. Inclusive, a orientação que recebemos é sempre deixarmos um pokémon fora da pokéball para proteção.
- Vocês são tudo imbecis. Não sei como chegaram tão longe!
O grupo sentia raiva da garota de cabelos laranja e se reúnem, combinando algo, para depois, começarem a tirar a sorte com Kasumi não compreendendo o motivo daquilo, sendo que Satoshi comemora a vitória e se afasta, exclamando:
- Vamos batalhar!
