Notas do Autor
A Nidoran fêmea descobre...
Ela fica surpresa, quando...
A Nidoran...
Em Altamare...
Capítulo 135 - A decisão da Nidoran
Após alguns minutos, ela sacode a cabeça para os lados, sendo que ainda estava corada, enquanto comentava:
- Foi você que me salvou daquela Ratata.
- Sim.
Ela olha lentamente para a albina a sua frente, para depois, olhar para o outro Nidoran:
- Você a levou até onde eu estava e eu fui capturada. Não haveria outro motivo para ela tratar dos meus ferimentos.
- Por acaso, você se sente estranha? Sente algo a subjugando? Sente-se ligada a essa humana de alguma forma?
Ela fica surpresa e após refletir sobre as palavras dele, nega com a cabeça e comenta com evidente confusão na sua face:
- Mas ela me tratou. Os humanos só tratam aqueles que capturam.
- Você não foi capturada. Por acaso, não sentiu vontade de atacar a todos nós? Só um selvagem sentiria essa vontade.
Ela reflete, novamente, sobre o que ele disse e se recorda do desejo de atacá-los e que havia conseguido suprimir, deixando-a boquiaberta, sendo que a selvagem olha para a albina que sorria gentilmente, para depois, olhar para o macho da sua espécie que havia se aproximado dela.
Ao ver a estupefação dela, ele fala:
- A Yukiko-chan é diferente dos outros humanos, assim como os outros a sua volta. Eles são distintos. Ela é boa, amável e gentil conosco, além de respeitar os pokémons, pois nos ama. Pode ver em meus olhos, assim como nos outros, a verdade das minhas palavras.
A fêmea olha atentamente para ele, corando ainda mais, para depois, olhar para os outros pokémons, vendo em seus olhos que era a mais pura verdade o que ele disse e frente a tal constatação, exibe estupefação em seu semblante, pois o olhar dos pokémons daquele acampamento era muito diferente do que ela chegou a ver, em relação aos pokémons de outros humanos, enquanto ficava escondida na mata para não ser localizada por eles.
Então, o estômago dela ronca, com ela ficando sem graça, sendo que Yukiko pega um pote e coloca ração nele, com a fêmea olhando ressabiada para o gesto da albina e embora o cheiro fosse delicioso, o tipo Poison tinha as suas ressalvas.
- Pode comer. – ela fala, sorrindo gentilmente.
A selvagem olha para o macho, corando, enquanto que não compreendia o motivo de fazer isso e a sensação de confiança que sentia por ele.
O tipo Poison acena com a cabeça, desejando passar um olhar confiante para a fêmea, sendo que após ter a confirmação dele, a Nidoran selvagem se aproxima cautelosamente e quando chega perto do pote, passa a cheirar a ração, achando o cheiro maravilhoso ao ponto de fazê-la salivar.
Após ter a confirmação do cheiro apetitoso, ela afunda a cabeça dentro do pote de comida e passa a comer vorazmente a ração, sendo que não mastigava adequadamente em virtude de se encontrar faminta, pois havia procurado por comida o dia inteiro e quando conseguia encontrar algo para comer, tinha um grupo de pokémons que cobiçavam aquele alimento e o tipo Poison era plenamente ciente de que não podia enfrentar um bando ou mais de um pokémon.
Após um dia inteiro, havia conseguido encontrar aquela fruta sem ter um bando cobiçando o que encontrou e quando ia comer, foi atacada pela Ratata que desejava roubar a comida dela.
Em virtude do fato de se encontrar enfraquecida pela fome e que foi agravado pelo fato do tipo Normal ser mais veloz, ela foi derrotada.
Inclusive, para agravar a sua situação, apesar de ter sido atacada duas vezes, a tipo Normal não ficou intoxicada pela sua pele venenosa, pois, a Nidoran possuía a habilidade Poison Point.
Ao ver do tipo Poison, se a Ratata tivesse sido envenenada no primeiro ataque que aplicou nela, teria ficado debilitada ao ponto de obrigá-la a abandonar a batalha para buscar alguma erva para tratar do envenenamento e com esse envenenamento, ela teria conseguido manter a fruta consigo e teria alguma refeição para ajudar a sobreviver mais um dia.
Como resultado da fêmea comer rapidamente e por se encontrar faminta, acaba não mastigando o alimento e como consequência de comer com voracidade, engolindo a comida, ela fica engasgada e a albina dá tapinhas nas costas dela, ajudando-a a respirar, com a mesma solvendo goles de ar, para depois, beber água em um potinho auxiliada pela jovem e após sorver todo o líquido, respira aliviada.
Após se recuperar do engasgamento, assimila o que a albina fez por ela, passando a observá-la com estupefação, sendo que Yukiko fala, apontando para o pote:
- Pode comer a vontade. Mas procure mastigar a comida. Não se preocupe que eu tenho mais ração.
Ela consente e após se refazer da surpresa, passa a comer a ração, sendo que a albina enche o pote novamente até que ela fica saciada, com a Nidoran notando que o macho não havia saído do lado dela.
- Fique a vontade para relaxar. Só não ataque os outros.
Então, a fêmea fica estupefata ao ver que a jovem volta a ficar em volta da fogueira, conversando com os outros, com a selvagem murmurando, ainda exibindo estupefação em sua face pelos gestos inesperados da jovem, a seu ver:
- Ela não me capturou... Mas, deu comida e tratou dos meus ferimentos.
- A Yukiko-chan é assim mesmo. Eu disse para você que ela era distinta. Os outros também são assim. Nós somos uma grande família. Eles nos veem como membros da família deles e parceiros de equipe.
A fêmea confessava que, inicialmente, não acreditou nas palavras dele por serem demasiadamente surreais, a seu ver, considerando o que todos os selvagens sabiam sobre humanos e captura. Era algo compartilhado entre eles e que surgia da observação da conduta dos humanos e dos pokémons capturados.
Inclusive, todos os selvagens tinham medo de serem capturados, pois acabariam escravizados. A visão da perda de sua liberdade, mesmo com as dificuldades de sobrevivência na natureza que eles possuíam e posterior subjugação a um humano, sendo obrigado a cumprir as suas ordens, desejasse ou não, era o suficiente para atemorizar qualquer selvagem e o fato de terem o instinto natural de atacar um doméstico, com poucos conseguindo resistir a esse instinto, só aumentava o terror que eles sentiam.
Somente os que nasciam como domésticos não tinham essa visão atemorizante, pois já nasciam domesticados e subjugados a uma pokéball desde que era um ovo, além de nascerem em um ambiente sem este temor, juntamente com o fato de viverem dentre humanos. Por isso, tinham uma conduta e visão diferente de um selvagem. Para eles, ser subjugado a um humano, através de uma pokéball era algo natural.
Afinal, eram condicionados antes mesmo de nascerem, na maioria esmagadora das situações, mesmo quando não vinham de criadores.
Claro que se fosse criado com crueldade ou sofresse maus tratos, essa visão poderia mudar.
Porém, dificilmente, eles conseguiriam lutar contra o pensamento que possuíam desde tenra infância sobre as pokéballs e sobre o fato de estarem subjugados a um humano.
Conforme a Nidoran refletia sobre o gesto da albina para ela, sem ter interesse em capturá-la, sendo que sequer se aproveitou do seu estado debilitado para capturá-la, comparando com o conhecimento comum a todos os selvagens, ela aceitou as palavras do Nidoran shiny como verdadeiras por mais surreal que continuasse sendo para ela, pois era difícil desassociar todas as informações que ela acreditava serem verdadeiras e que eram propagadas para as crias pelos pais ou por convivência com outros selvagens.
Como se pudesse ler a mente dela, o Nidoran comenta:
- A Yukiko-chan e os outros são exceções. Claro, pode haver outros humanos com esse mesmo pensamento, mas acredito que seja raro. Portanto, a visão dos selvagens sobre captura e humanos não está totalmente errada. O único erro dessa visão é não considerar as exceções dentre eles, embora sejam raríssimos.
A selvagem consente, para em seguida, se recordar da forma como ele se referia à albina.
Então, a fêmea pergunta, curiosa:
- Você não a chamou de mestra.
- Não a chamo assim, a pedido dela. Eu disse que somos membros da família dela e companheiros de equipe. Não somos tratados como escravos por ela ao contrário do que acontece com os outros pokémons, cujos mestres o tratam como escravos por verem nós, pokémons, como seres inferiores. A Yukiko-chan nos respeita. É o mesmo com os outros pokémons. Nenhum deles chama os seus treinadores de mestres, a pedido deles. Algumas fêmeas, no caso, as de Satoshi, o chamam de Satoshi-sama, mas por escolha delas. Acredite, ele cansou de pedir para elas o chamarem, apenas, pelo seu nome sem o sufixo "sama". Mas, não obteve qualquer êxito.
Ela fica surpresa e depois, volta a observar a jovem, percebendo que de fato, mesmo a primeira vista, ela era diferente dos outros humanos que viu e seu olhar demonstrava gentileza ao vê-la, além de amabilidade, fazendo-a acreditar que de fato, ela amava os pokémons, enquanto assimilava fatos que nunca esperava ouvir ou ver em humanos, sendo que os outros possuíam o mesmo olhar dela em relação aos pokémons.
- Isso é, praticamente, surreal... Custo a acreditar que tudo o que você me contou é verdade.
- Por mais surreal que seja, é a verdade. – ele fala e ela olha timidamente para o tipo Poison, concordando com a cabeça, enquanto corava - Quer conhecer os meus amigos? Nós treinamos há dois, atrás, e no dia anterior, fizemos batalhas simuladas, sendo que sempre termos intervalos entre os exercícios para relaxarmos, antes de voltarmos a treinar. Hoje é o nosso dia de descanso. Acabamos de assistir as aulas de Hakai, sendo que fazemos isso todos os dias, formando grupos, conforme as aulas que estamos acompanhando.
- Hakai?
- É um Meowth que dominou a linguagem humana. Ele se uniu a uma Persian e tem filhotes. Ele administra as aulas, juntamente com a sua companheira, que foi a primeira aluna dele. Satoshi-kun e os outros perguntaram se queríamos aprender a linguagem humana e todos aceitaram.
A fêmea fica surpresa ao ver o nível de consideração deles para com os pokémons, perguntando se queriam aprender a falar a linguagem humana, deixando-a surpresa por ofertarem esse aprendizado.
Ela confessava que apesar de parecer surreal tudo o que falavam para ela, era a mais pura verdade e não fruto da imaginação de alguns Pokémons, como havia suspeitado no início.
Inclusive, através do olhar do Nidoran, era evidente que ele falava de forma sincera, sem estar seguindo alguma ordem. Ou seja, falava por si mesmo e por isso, tudo o que falava era real, a fazendo ficar estupefata, sendo que a fêmea fica surpresa ao descobrir que a albina compreendia o que os pokémons falavam e por isso, ouviu tudo o que ela havia dito.
Então, o tipo Poison passa a apresentar os seus amigos, sendo que ela se aproxima e pergunta em forma de sussurro ao ver os Pinsir disputando levantamento de peso e outros pokémons, no caso, casais, discutindo por motivos idiotas, ao ver dela:
- É sempre assim?
- Os irmãos vivem disputando desde que eram filhotes. Eu sinto pena da mãe deles, pois eu imagino o quanto deve ter sido difícil aguentar as discussões entre eles. Ela é uma pokémon de grande virtude, no mínimo, por ter aguentado ambos quando eles eram filhotes. Quanto ao casal Nidoran e o outro casal, Weedle e Caterpie, eles sempre brigam por motivos idiotas. Nós, veteranos, ignoramos essas discursões e as disputas deles e dos Pinsir, pois é recorrente. Só os recém-capturados que ficam surpresos.
Ela consente, ainda exibindo uma gota, enquanto voltava a seguir o Nidoran shiny macho, sendo que corava intensamente quando ficava perto dele, além de sentir que o seu coração batia rapidamente, fazendo a fêmea assimilar o fato de que havia se apaixonado perdidamente pelo macho cortês e gentil, além de protetor, que havia ficado ao seu lado, desde que ela acordou, além de tê-la salvado da morte.
Eles param a beira do lago para conversar, com ela não percebendo que várias horas haviam se passado até que acaba adormecendo, com ele dormindo junto dela.
Então, o casal acorda com os primeiros raios de sol, sendo que ela se espreguiça e ao vê-lo, cora, enquanto subjugava o seu desejo de atacá-lo, para depois, bocejar, o cumprimentando:
- Bom dia.
- Bom dia para você, também. Como dormiu?
- Bem e você?
- Também.
Nisso, eles ouvem o barulho no acampamento sendo erguido e dos pokémons acordando, com ela vendo uma Onix shiny imensa ficando ao lado de uma tenda, sendo que observa várias fêmeas em volta de um jovem o chamando de "Satoshi-sama", inclusive a tipo Rock e Ground.
Então, ela arqueia o cenho para o macho, perguntando, enquanto exibia confusão em seu semblante:
- "Satoshi-sama"?Mas você disse que os pokémons não os chamavam de mestre, incluindo o sufixo "sama", sendo que era para todos os humanos, falando que eles viam os pokémons como membros de uma família e equipe.
- Eu disse com exceção de algumas fêmeas e que elas se referiam dessa forma por si mesmas.
Ela fica pensativa e se recorda que de fato, ele havia dito isso na noite passada.
- Ele já tentou fazer elas o chamarem de Satoshi ou de Satoshi-kun, mas elas insistem no Satoshi-sama e ao perceber que elas iriam continuar com esse tratamento, ele desistiu de fazê-las mudarem de ideia. Elas o adoram.
- Eu entendi. – ela fala, exibindo surpresa em seu semblante ao saber da determinação ferrenha das fêmeas por continuarem usando o "sama" em seu trato para com o seu treinador.
Inclusive, havia notado o olhar de profunda adoração que elas exibiam para o treinador e havia ficado com uma gota, pois era algo que nunca imaginou ver em sua vida. De fato, elas o idolatravam imensamente.
Nisso, ela vê vários potes, com eles ofertando comida para os pokémons que comiam com animação, enquanto que o Nidoran shiny macho a chamava para comer.
Ela consente e o segue, com alguns pokémons abrindo caminho para que a fêmea pudesse se aproximar para comer, sendo que havia sido servida uma ração diferenciada para ela que Shigeru havia feito com a ajuda de Yukiko, visando restaurar as suas forças e a perda de peso que ela havia sofrido. Era uma ração rica em nutrientes, vitaminas e minerais para restaurar a sua saúde.
Conforme se alimentava, a fêmea se encontrava pensativa em tudo que havia ouvido, visto e presenciado por si mesma.
Após ela ficar absorta em seus pensamentos sobre tudo o que descobriu, a Nidoran fêmea passou a concordar com o Nidoran macho que a albina era distinta, assim como os outros treinadores daquele acampamento e ao se recordar dos outros humanos que havia visto escondida na mata para que não a localizassem, passou a temer que fosse capturada por algum daqueles treinadores, enquanto que refletia consigo mesma o quanto foi sortuda em conhecer a albina e que se fosse para ser capturada, preferia escolher quem iria capturá-la em vez de deixar ao capricho do destino que havia sido muito gentil ao fazê-la encontra-los, pois sempre havia o risco de ser capturada.
Ademais, quando conheceu Ouji, a sua vida se tornou mais colorida e confessava que sentia uma dor profunda em seu coração só de pensar em se separar dele.
Porém, conforme cogitava a hipótese de escolher quem iria capturá-la, ela sente medo por outra coisa que ouviu os humanos falando e que havia surgido quando cogitou a ideia de ser capturada.
Então, a fêmea para de comer e pergunta ao virar o seu focinho para o Nidoran, que havia percebido a fêmea absorta em pensamentos enquanto comia, fazendo-o arquear o cenho:
- Quanto as tais trocas que ouvi alguns treinadores comentando entre si...
- Yukiko-chan e os outros são contra as trocas. Para eles, nós não somos objetos para sermos trocados ao bel prazer dos treinadores, como se trocassem de roupa ou de calçado. Eles abominam as trocas e somente aceitariam se fosse por escolha do pokémon, visando a sua felicidade. Por que pergunta?
- Só queria saber. – ela responde, enquanto tomava a sua decisão.
Então, após alguns minutos, ela termina de comer e vai até Yukiko que estava recolhendo os potes de comida e que ao vê-la se aproximar, para de recolhê-los e olha curiosa para a Nidoran fêmea que demonstrava ansiedade em seu semblante:
- Se aceitar a pokéball, me deixará junto dele? – ela pergunta, apontando a pata para o shiny que a seguiu e que exibia surpresa em seu semblante.
- Então, você me ama, também? – Ouji pergunta, corado.
- Sim – ela fala corada – Eu o amo.
O Nidoran shiny se encontrava maravilhado ao saber que os seus sentimentos eram correspondidos pela selvagem.
Então, Ouji comenta, compreendendo o nervosismo da fêmea em relação às trocas:
- Então, foi por isso que perguntou sobre as trocas.
A fêmea consente, demonstrando ansiedade em seu semblante, para depois, voltar a olhar para a jovem, enquanto buscava a verdade no olhar da albina que fala, conforme sorria gentilmente:
- Sim. Eu prometo. Tem certeza que quer seguir viagem conosco, mesmo sabendo dos treinamentos e batalhas?
Ela consente, falando:
- Eu não quero acabar nas mãos de um treinador como os outros. Eu acredito que o destino fez com que conhecesse vocês. Não quero arriscar uma segunda vez. Além disso, eu me apaixonei por ele. – ela fala o final de forma tímida, sendo que cora intensamente quando o macho esfrega carinhosamente o seu focinho no dela.
As outras fêmeas suspiravam com essa cena, enquanto que os machos reviravam os olhos, murmurando "fêmeas", sendo que um grupo dentre eles sentia inveja dos pokémons que tinham companheiras.
Hime havia suspirado, para depois, corar ao perceber o que fez, voltando rapidamente a sua postura usual, enquanto Sora, a Spearow, abanava a cabeça para os lados, pois sabia o quanto a Pichu shiny era orgulhosa.
Yukiko consente e pega uma pokéball azul personalizada, mostrando para ela, sendo que não toca nela, enquanto falava:
- Sinta-se livre para recusar.
A Nidoran fica surpresa por ela dar o direito de mudar de opinião.
A fêmea olha para o seu amado e depois, para a albina, concordando que a jovem era distinta e após consentir, sem exibir qualquer hesitação em seu olhar, ela toca o objeto com o seu focinho, que corresponde ao toque, abrindo, para depois, sugá-la para dentro, se remexendo nas mãos da albina por apenas alguns segundos, até que emite o som e brilho do sucesso da captura.
Então, ela pega a pokéball azul e aponta para frente, falando, enquanto sorria:
- Nidoran, eu escolho você.
Ela sai e Yukiko a afaga, falando:
- Bem vinda à família e equipe. Vocês vão ficar fora das pokéballs na parte da manhã para conversarem. O que acha de se chamar Momo-chan?
A fêmea confessava que gostou da sonoridade e consente, para em seguida, se juntar ao macho, com ambos passando a conversar, enquanto Yukiko voltava a arrumar o acampamento junto do seu irmão e amigos, sendo eles haviam percebido a captura e sorriram.
Enquanto isso, a centenas de quilômetros dali, Yuukishin, Mizuko, N e Kashin, chegaram à cidade de Altamare.
