Notas da Autora
Darkai fica...
Sakaki consegue...
Vicious decide...
Em Sinooh, mais precisamente em uma vila, Hikari...
Em Tokiwa Forest...
Capítulo 140 - O primeiro Contest de Hikari
Após alguns minutos, o jovem Rocket retorna com a Ultraball do Darkai e após entregar para o seu chefe, ele se retira, suspirando aliviado do outro lado da porta por ter tido a sorte de ter sobrevivido.
Sakaki se afasta da sua mesa de mogno talhada nas bordas e na área mais ampla do seu escritório que era imenso, ele fala, apontando para frente:
- Saia, Darkai.
O lendário do pesadelo sai e suspira profundamente, pois, havia sido capturado, sendo que se arrependia de ter colocado a sua vingança em primeiro lugar em vez de se afastar, como haviam sugerido.
A seu ver, a culpa havia sido exclusivamente sua por ter sido escravizado e passa a olhar para o seu novo mestre, percebendo que o olhar maligno dele era mais intenso que o do seu treinador anterior.
- Você é magnífico, Darkai! Você é o primeiro de muitos outros lendários que terei para conquistar o mundo. Meu desejo é ter todos os lendários.
O tipo Dark fica estarrecido com a visão do humano a sua frente, quando ele falou de capturar outros lendários, sendo que percebeu, naquele instante, que o humano não percebia as consequências de capturar lendários, pois, acarretaria em um desequilíbrio no planeta e que somente irá se agravar a cada captura realizada ao tirar os lendários de suas obrigações. Se o homem da sua frente, de fato, desejava capturar vários lendários, senão, todos que eram possíveis, ele acabaria acarretando um desequilíbrio imenso. Mesmo a captura de um, já acarretava um desequilíbrio. Ter vários lendários capturados era a receita para um desastre.
Afinal, ao contrário dos pokémons normais, os lendários tinham obrigações e faziam parte de um intrínseco equilíbrio natural criado por Arceus para manter o mundo e o universo em ordem.
Inclusive, por causa de suas funções, eles eram únicos no planeta e todos zelavam por algo, promovendo um equilíbrio natural e intrínseco no nível do universo, sendo ciente do fato de que os humanos não conseguiam conceber as consequências drásticas de alterar esse tão desejado equilíbrio que foi criado por Arceus, quando criou os lendários e que, por sua vez, alguns deles criaram outros lendários para ajuda-los em suas funções.
O lendário do pesadelo somente podia torcer para que os seus outros irmãos escapassem do homem a sua frente, pois, se ele conseguisse cumprir com o seu intento, ao mundo somente restará o colapso e posterior, destruição, juntamente com a destruição irrefreável no tecido espaço-tempo, pois, seria tão intenso, que mesmo não capturando Dialga, Palkia e Giratina, eles não conseguiriam realizar as funções de todos os outros lendários e se eles fossem capturados primeiro, removidos de suas funções, em questão de horas, a destruição seria sistêmica e incontrolável em decorrência do colapso estrutural sistêmico e sem qualquer controle, fazendo o universo voltar ao seu estado original, quando o ovo de Arceus surgiu e chocou naquele universo há incontáveis milênios atrás, retornando ao estado que não havia o tecido espaço-tempo. Ou seja, um espaço completamente vazio.
Ele sai de seus pensamentos com a voz do seu novo mestre:
- Se bem, que eu não poderia ter um deles, no caso, o Articuno, pois um agente imbecil e igualmente idiota matou o pássaro lendário em vez de capturá-lo, contrariando as minhas ordens. Foi uma perda que me deixou, demasiadamente, irritado... – o lendário podia ver a áurea de maldade em torno dele e era de uma intensidade desconcertante – Claro que ele foi punido, adequadamente. Ou seja, torturado até a morte e ordenei que o deixassem vivo o máximo de tempo possível. Graças aos melhores torturadores que pude pagar, ele foi torturado diariamente e por um mês, sendo mantido vivo todo esse tempo, graças a medicina. Claro que ele enlouqueceu no processo, mas, sentia dor, mesmo assim. Porém, confesso que desejava que ele ficasse vivo por mais tempo. Eu não me satisfiz com apenas um mês, sabe?
Darkai começa a suar frio, pois, o homem a sua frente era aterrorizante, no mínimo e tal áurea de crueldade o faz recuar, inconscientemente, com cada átomo do seu corpo gritando para ele fugir, embora soubesse ser impossível, pois, estava subjugado ao homem a sua frente pela submissão imposta pela pokéball e que obrigava ele a ficar próximo do seu mestre, independente do seu desejo de se afastar o quanto antes.
Sakaki nota o temor do pokémon a sua frente e fala, sorrindo, com o lendário preferindo que ele não sorrisse, pois, tornava a experiência mais assustadora, ainda:
- Não se preocupe. Você apenas passará por um treinamento intenso. Mas, prometo que não vai quebrar. Não quero uma espada cega. Só não será um treinamento gentil. Ademais, penso em lhe dar vítimas para torturar através dos sonhos. Ou melhor, pesadelos que irá proporcionar. O que acha? Eu não sou bom? Vou permitir alguma diversão para você.
O pokémon desejava saber onde isso era bom, pois, o seu mestre podia ser tudo, menos gentil e bom ou qualquer outro sentimento nesse sentido. A seu ver, ele era a própria personificação da maldade.
Claro que ele não era louco de negar o que o humano cruel falava, fazendo qualquer sinal contrário ao que outro desejava e por isso, limita o seu ato a um menear afirmativo de sua cabeça, concordando com o seu mestre ser bom, enquanto que ele era o total inverso disso, a seu ver.
Sakaki sorri, tomando como um ato sincero o menear da cabeça do lendário, que fica aliviado ao ver que enganou o humano extremamente perigoso que estava a sua frente e que além da áurea maligna, podia ver a sombra de uma insanidade cruel que era perfeitamente controlada, pelo que compreendeu.
Nisso, o som do videofone da sala toca, tirando Darkai de seus pensamentos, com Sakaki atendendo a ligação.
- Qual o motivo da ligação? Espero que seja razoavelmente bom.
- O grupo que foi caçar o treinador do Heatran, tem noticias, senhor.
- Bem, passe. Com certeza, vão ter boas notícias.
Após alguns segundos, surge outra voz que pergunta em um tom respeitoso:
- Qual a senha, Sakaki-sama?
- Cinco, dois, dez, um.
- Obrigado, senhor. Quero comunicar que conseguimos o Heatran. O treinador dele tentou escapar, mas, o matamos em sua tentativa de fuga. Não acho que ele tinha quaisquer informações relevantes. Vou passar o Heatran para o senhor agora mesmo. Nós quebramos a pokéball original dele e o atacamos brutalmente, conseguindo enfraquecê-lo ao ponto dele ser capturado pela Ultraball do senhor. Há outros pokémons com ele. Eu devo enviar os pokémons normais para o setor responsável pelo recebimento deles?
- Sim. Não me interessa os outros pokémons. Eu tenho os meus próprios que são bem treinados. Apenas, quero o lendário. Estou ansioso para vê-lo.
- Vou enviar agora. Nós o tratamos no Centro Pokémon, após capturá-lo.
- Excelente. Fizeram um bom trabalho, homens.
- Nós agradecemos, Sakaki-sama! – o outro fala com a voz repleta de emoção, pois, idolatrava o seu chefe e receber um elogio dele era demasiadamente emocionante, sendo o mesmo sentimento dos demais ao ouvir o elogio.
Enquanto isso, Sakaki pega outra pasta de uma gaveta e após, selecionar o alvo, ele comunica quem era e fornece dados sobre o mesmo.
Após, terminar de passar os dados, o líder do grupo fala:
- Pode deixar em nossas mãos, Sakaki-sama. Ficaremos honrados em conseguir mais um lendário para o senhor.
- Eu estou esperando o próximo.
- Hai.
Nisso, ele desliga e Darkai nota uma máquina brilhando no lado da mesa do humano e que materializa uma Ultraball, para depois, Sakaki pegar o objeto e apontar para frente, ordenando:
- Saia, Heatran!
O lendário tipo Fire e Steel sai do objeto e suspira ao ver que tinha um novo mestre, sendo que olha para o lado e fica estarrecido ao ver Darkai.
- Você, também?
- Sim. E pelo que eu ouvi, até agora, esse humano desejar pegar a maior quantidade de lendários possível.
- Ele é louco, por acaso?! – Heatran exclama estarrecido – Isso irá gerar um desequilíbrio ao ponto da destruição!
Darkai revira os olhos e fala:
- Eu acho que os humanos não tem qualquer noção das drásticas consequências de capturar lendários. Eles não compreendem o intrínseco equilíbrio que existe entre nós, lendários, e nossas obrigações, assim como o delicado equilíbrio que nos envolve.
- Se o mundo chegar a um ponto crítico que também é irreversível será impossível restaurar o planeta e todos... –
- Creio que esse pode ser o futuro do nosso planeta.
- Vejo que estão conversando em sua língua.
Os lendários começam a suar frio ao se esquecerem de que o novo mestre deles estava na sala.
- Bem, não me importo com o que bestas como vocês, falam. Amanhã, vocês irão começar os seus respectivos treinamentos. Estou ansioso para ver os frutos do treinamento.
Heatran estava apavorado com a áurea maligna que exalava dele e Darkai nota o seu tremor, falando em um suspiro repleto de desolação:
- É melhor você se acostumar.
- Nunca vi um humano tão assustador.
- Eu já vi um assustador – o Heatran arqueia o cenho – Meu ex-mestre. Mas, não chegava ao nível dele.
Então, os lendários ouvem um som e vinha da porta, com Sakaki apertando um botão para ver quem era e rapidamente, senta na cadeira, pegando discretamente o objeto de metal escuro de formato estranho da gaveta, segundo a visão dos pokémons, fazendo eles se entreolharem, sendo que Darkai murmura ao forçar as memórias:
- Acho que é o tal revolver que eles falam. Ou algo assim.
- Revolver? O que é um revolver? – Heatran pergunta, arqueando o cenho.
- Um objeto estranho feito de metal que gera uma pequena explosão, pois, dá para sentir cheiro de fumaça e atira algo pequeno. Esse objeto, mesmo sendo pequeno, é capaz de fazer grandes danos nos humanos.
- Entendi... Como você sabe disso, Darkai?
- O meu mestre tinha um desses e já usou em outro humano.
Então, eles observam outro homem entrando no luxuoso escritório.
Ele era alto e usava uma máscara no rosto, além de ombreiras com espinhos, sendo que também usava outros apetrechos de metal.
Darkai e Heatran recuam para trás, pois, se achavam o mestre deles maligno, havia outro homem, ali, na frente do mestre deles, cuja áurea era mais opressora e igualmente assustadora. Na verdade, eles conseguiam defini-lo como se fosse a própria maldade em uma forma sólida.
Instintivamente, eles buscam a proximidade um do outro em um gesto inconsciente de proteção, enquanto tentavam controlar o tremor incontrolável em seus corpos.
- Vicious (Iron-Masked Marauder), a quanto tempo. – Sakaki o cumprimenta com um sorriso de satisfação.
- Faz tempo, senhor. Eu estava pesquisando sobre o Celebi e vi que conseguiu dois lendários. – ele comenta com um sorriso maligno, após analisa-los com o olhar – Fico feliz em saber disso. Eu espero conseguir o Celebi, para o senhor.
- Eu também espero.
"Até parece que irei entregar, após conseguir captura-lo. Afinal, com o Celebi em minhas mãos, vou corrompê-lo com a minha pokéball negra, para depois, tomar o controle da Equipe Rocket. Mesmo que você use esses dois lendários, não vai conseguir me deter. Vou esperar ansiosamente pelo dia que eu terei o prazer de mata-lo, conseguindo os seus lendários para mim." – o Pokémon Hunter fala em pensamento, sorrindo malignamente.
Então, Vicious nota o medo nos olhos dos lendários e gargalha, falando:
- Eles estão com medo de mim! Ver lendários com medo é gratificante.
- Qualquer um teria medo de você. Com exceção de mim, claro.
- Sim. O senhor não tem medo... Por falar em medo, vi que o senhor designou um auxiliar para mim e ele não parece ter medo da minha presença.
Sakaki sorri e fala, ocultando o fato da sua fiel arma estar em suas mãos, pronta para ser disparada ao menor sinal de perigo, pois, era plenamente ciente que havia a hipótese daquele Pokémon Hunter não possuir lealdade para com ele. Aliais, ele questionava se havia algo mais nele do que apenas a maldade e a felicidade de torturar qualquer ser vivo que pudesse por as suas mãos:
- Ele será um intermediário entre você e o Quartel General. Ele cuidará da papelada, permitindo assim, que possa continuar com as suas investigações. Essa é a função dele e peço para não aterrorizá-lo. Pense nele como alguém que vai fazer a parte chata para você, deixando você livre para fazer o que for mais divertido. Você reclamou, um dia, da papelada que precisava fazer. Então, eu arranjei alguém para cuidar dessa parte chata e ele pode, nas horas vagas, auxiliar nas suas pesquisas. Imagino que seja aborrecedor ficar pesquisando em livros, por exemplo.
Vicious sorri e fala:
- De fato, é bem chato. Pensando melhor, agora, eu acredito que vou gostar dele. Afinal, ele irá cuidar dessas partes chatas e da burocracia, enquanto que eu ficarei com as mais aprazíveis. Eu não tinha olhado por esse ângulo. Eu aceito o auxiliar.
- Eu sabia que iria gostar.
- Já que ele vai me poupar das coisas aborrecedoras, posso deixa-lo com a sua sanidade em paz.
- Você precisa dele sã para realizar as suas funções. Portanto, terá que arranjar outra fonte de diversão quando estiver entediado ou aborrecido.
- Verdade. Bem, com a sua licença, senhor. Eu estou perto de conseguir informações interessantes sobre o Celebi e por isso, eu gostaria de voltar para as minhas pesquisas.
- Fique a vontade. Eu estou aguardando as boas notícias.
- As terá...
"No caso, as boas notícias para mim e a sua cabeça em minhas mãos" – Vicious completa o final rindo malignamente em sua mente.
Heatran comenta, estarrecido:
- Eles querem o Celebi?! Se ele tiver o Celebi...
- Sim... De todos os lendários, ele possui um dos poderes mais assustador de todos. Viajar no tempo.
- Sim. Outro igual a ele seria o Jirachi, pois, ele pode conceder desejos. Se um humano maligno fizer um desejo... – o lendário tipo Fire e Steel começa a suar frio.
- Celebi e Jirachi não podem ser capturados. Se o poder deles for usado por pessoas malignas, trará graves consequências. – Darkai comenta, exibindo preocupação em seu semblante.
- Sim.
Enquanto isso, o Pokémon Hunter se retirava e após ele sair, Sakaki guarda a arma e vai até os lendários, apontando para eles a respectiva Ultraball de cada um, ordenando em seguida:
- Darkai e Heatran, voltem!
Os lendários entram nos receptáculos e Sakaki os coloca ao seu lado, em cima do tampo da mesa, após deixa-los pequenos, sendo que sabia que Vicious não era de confiança e que o seu fiel agente faria o papel de observá-lo com maestria sem se revelar, pois, havia selecionado o melhor de todos no campo da investigação e do disfarce.
Então, ele se serve de mais um pouco de vinho, voltando a saborear a bebida, admirando os objetos que continham os seus dois primeiros lendários, enquanto aguardava ansiosamente pelos próximos.
Há centenas de quilômetros dali, em Sinooh, mais precisamente em uma vila onde era realizado um Contest para a Classe Iniciante e que não possuía uma Ribbon como prêmio, pois, não era oficial, Hikari (Dawn) havia conseguido passar pela primeira fase com a apresentação de Piplup, sendo que Pachirisu e Aipom se encontravam junto da plateia que assistia a apresentação, pois, ela os tirou da pokéball, antes de entrar na área dos Pokémon Coordinators, com eles conseguindo um local perto do alambrado de proteção para poderem assistir, enquanto que a cauda do Aipom balançava animadamente, conforme assistia o Contest, sentindo uma grande ansiedade do dia em que iria estrear em um.
Agora, eles assistiam a segunda fase que consistia de batalhas onde havia a penalidade com a perda de pontos e que vencia aquele que zerasse a pontuação do outro ou derrotasse o oponente, o deixando inconsciente, sendo que o computador sorteou os duelos e Hikari foi a primeira, enviando Piplup para enfrentar um Teddiursa e após, uma batalha acirrada, o tipo Water vence o tipo Normal, permitindo que a sua amada treinadora avance, sendo que era permitido a cura do pokémon, antes da próxima batalha, após vencer a anterior.
Hikari conseguiu chegar até a final e escolheu a Buneary para batalhar contra um Pawniard. Foi uma batalha acirrada, não havendo uma distância considerável da pontuação dentre eles, fazendo com que não houvesse uma predefinição do vencedor da batalha.
Então, por amar a sua treinadora, desejando ardentemente dar a vitória para ela, a tipo Normal consegue dar um golpe crítico, que juntamente com os danos anteriores da batalha, finaliza o seu oponente, fazendo Hikari ganhar por nocaute.
Ela corre até a sua amiga e a abraça. Piplup sai da sua pokéball e a abraça, também, sendo que Pachirisu e Aipom fazem o mesmo, após saltarem o alambrado de proteção para irem até a sua treinadora que faz um abraço grupal com todos eles em seus braços, enquanto chorava emocionada, pois, era a sua estréia em um Contest e mesmo não sendo oficial, não mudava o fato de que ela conseguiu vencer o seu primeiro Contest.
Então, alguns minutos depois, Hikari está com Buneary e Piplup ao seu lado no degrau da premiação, enquanto que Pachirisu e Aipom se encontravam próximo dali, observando a sua treinadora que era parabenizada por todos, ganhando em seguida o ovo, junto de uma incubadora, com a jovem notando que havia uma pokéball no topo e cuja propriedade havia sido passada para ela
O que deu o ovo e a incubadora, pergunta:
- Deseja saber de que pokémon é esse ovo?
- Não. Eu adoro uma surpresa.
- Com certeza, você ficará bem surpresa.
Então, após ser parabenizada e pegar o seu prêmio, ela o coloca no carrinho que tinha as outras duas incubadoras e liga para a sua mãe, enquanto que todos os seus pokémons estavam fora das pokéballs.
A ligação é atendida e a mãe dela exclama feliz:
- Eu acabei de assistir a sua vitória. Meus parabéns!
- Obrigada, kaa-chan!
- Você ganhou um ovo de um pokémon raro, certo?
- O senhor que deu ovo disse que eu iria me surpreender.
- Eu não duvido. E quanto aos outros dois ovos? Eles deram algum sinal, indicando que vão rachar?
- Ainda não. Eu estou curiosidade sobre a identidade dos pokemons nos ovos.
- No Centro Pokémon, eles podem informar os pokémons que irão nascer dos ovos.
- Eu adoro uma supresa. Segundo a médica pokémon que os examinou, os dois ovos não vão demorar para rachar. Quanto a este terceiro ovo que ganhei, eu ainda não passei com ele no Centro Pokémon. Eu quis conversar, antes, com a senhora. Eu vou passar no Centro Pokémon não somente pelo ovo e sim, para fazer um Check-up nos meus amigos, também, sendo que vou passar em uma loja para repor alguns itens e depois, pretendo seguir viagem. Haverá um Contest em uma cidade próxima daqui e esse Contest tem uma Ribbon.
- Eu estou ansiosa para ver o seu próximo Contest.
- Na cidade deste Contest tem um Batlle Club. Eu preciso aumentar o nível do Pachirisu e do Aipom, assim como, fazê-los aprenderem novos golpes para participarem do próximo Contest. Talvez, encontre alguns treinadores no caminho para ajudar a aumentar o nível deles.
- É uma ideia excelente. É muito bom ter mais de duas opções de pokémon na segunda fase de um Contest, pois, o seu oponente não saberá qual dos pokémons você vai usar. Mas, ao mesmo tempo em que aumenta o número pokémons, você terá que treinar movimentos lindos e poderosos para cada um deles, aumentando a sua carga de trabalho e de treino. Porem, você terá o benefício de surpreender os seus oponentes.
- Foi isso que eu imaginei.
Então, elas conversam mais um pouco até que Hikari se despede, encerrando a ligação, para depois, caminhar até o Centro Pokémon, sendo acompanhada pelos seus amigos, enquanto puxava o carrinho com os ovos.
Há centenas de quilômetros dali, na região de Kantou, mais precisamente em Tokiwa Forest, Cheren havia batalhado contra um treinador, sendo uma batalha de seis pokémons para cada um e sem limite de troca.
Durante a batalha, a Caterpie dele que havia aprendido o golpe Bug Bite, evoluiu para Metapod, assim como o Weedle que evoluiu para uma Kakuna, sendo que detinha esse golpe, também. A Pidgey dele evoluiu para Pidgeotto, após derrotar um oponente particularmente ferrenho.
Yukiko também havia batalhado, anteriormente, sendo uma batalha de seis pokémons para cada um, sem limite de troca.
Durante a batalha, Haru e Masao evoluíram para as suas respectivas evoluções, Metapod e Kakuna shiny, sendo que ambos sabiam o golpe Bug Bite que aprenderam em sua primeira forma. Ouji evoluiu para um Nidorino shiny e estava fora da pokéball para trocar juras de amor com a sua amada, Momo, que ao ver a forma Nidorino do seu amado, sente que estava destoada por ser, apenas, uma Nidoran fêmea.
Portanto, ela pediu para lutar da próxima vez, para que pudesse evoluir o quanto antes, com a albina concordando.
O grupo de Satoshi se encontrava andando na floresta, seguindo a rota disponibilizada pela GPS, quando um som chama a atenção de Hime e de Sora que sempre estavam fora da pokeball.
Depois, foi a vez das orelhas do Pikachu se mexerem, juntamente com as orelhas da Ponyta, ao mesmo tempo em que as orelhas felpudas da Eevee, que estava no ombro de Cheren, se viram na direção do som, enquanto a Snivy olhava para a origem do mesmo, assim como, o Tangela de Shigeru.
A Sandshrew shiny de Satoshi, que estava andando junto do seu treinador para superar a sua timidez a pedido dela mesma, para que pudesse batalhar como as outras faziam, ouviu o som e olhou na direção do mesmo.
As crianças seguem o olhar dos pokémons e ficam surpresas com o que viam, enquanto que a Sandshrew shiny controlava a vontade imensa de se tornar uma bola por causa da sua timidez, sendo que não consegue conter o seu movimento de se ocultar atrás do tornozelo do seu amado treinador, enquanto abraçava uma das pernas dele, que a afagava gentilmente, visando que ela relaxasse, um pouco.
