Notas do Autor

Em Nibi City...

Em uma casa, um jovem...

Takeshi tinha sonhos recorrentes envolvendo...

No Gym, o jovem fica...

Capítulo 143 - Takeshi

Então, após montarem as suas respectivas estratégias, utilizando a Pokédex para ajudar a definir qual seria o time de seis pokémons que usariam no Gym, eles são surpreendido por uma Eevee que surgiu de trás do balcão e que correu na direção de Cheren, pulando em seu colo, enquanto abanava a caudinha felpuda.

- Ippui!

- Você já fez o check-up, Eevee-chan? – ele pergunta, enquanto sentia que a sensação de perda havia sumido, assim que a tipo Normal pulou em seus braços, sendo o mesmo para a pokémon.

- Sim. – ela fala, enquanto sorria.

Uma Chansey se aproxima e comenta, aliviada:

- Ficamos preocupadas quando ela saiu, de repente, da sala e correu pelo salão.

O tipo Normal fica sem graça e cora, para depois, se desculpar em sua linguagem.

A auxiliar da médica sorri gentilmente, para depois afagar a Eevee, enquanto falava em seu típico tom gentil, usando a linguagem humana:

- Tudo bem. Você estava bem ansiosa durante os exames. Nós compreendemos a extrema ansiedade em que se encontrava para se juntar ao seu treinador – ainda sorrindo, ela se vira para os outros – Os seus pokémons estão recuperados e a Ponyta está curada. Quem fez o tratamento sabia o que estava fazendo. Nós só finalizamos a cura.

- Foi o Shigeru-kun. Ele quer ser um Hakase Pokémon no futuro. – a albina fala, apontando com a mão para o seu amigo que estava ao seu lado.

A Chansey olha surpresa para o humano, para depois, consentir, enquanto que a treinadora dela que era a médica responsável pelo tratamento do tipo Fire se aproxima deles, sendo que havia ouvido o que foi dito e comenta em seguida:

- Incrível! Você tem talento – ela se vira para os outros – Os seus pokémons estão em ótima saúde.

Eles agradecerem a doutora e a Chansey dela, com elas se retirando em seguida, enquanto eles iam até o balcão para pegar as suas respectivas pokéballs, com Satoshi ficando feliz ao ver que a Ponyta estava apoiando todas as patas no chão e que correu até ele, relinchando feliz, enquanto esfregava a cabeça nele, animadamente.

Após recolher as suas pokéballs, assim como os seus amigos e irmã faziam, Satoshi olha em volta e percebe que o local havia esvaziado consideravelmente conforme os pokémons eram entregues aos seus respectivos treinadores e decide que podia tirar a Sandshrew shiny da pokéball.

A mesma sai e rapidamente, gruda nas pernas do seu treinador, abanando a caudinha, enquanto esfregava a cabecinha nele que sorri gentilmente, a afagando, fazendo os seus olhos brilharem pelo afago gentil, com a Ponyta colocando a cabeça entre os braços de seu treinador que sorri gentilmente e a afaga, também, enquanto o Pikachu pulava no ombro dele, para depois comentar com um sorriso divertido em seu focinho:

- Pelo visto, ele terá que ter vários braços para afagar todas elas.

- Eu não duvido. – Sora sentencia, enquanto voava até o ombro de Yukiko.

A Pichu shiny salta no outro ombro da albina, enquanto que a Eevee abanava a caudinha felpuda, ficando imensamente feliz por poder sentir o calor do corpo dele e o cheiro que tanto apreciava, com o jovem de Unova a abraçando, enquanto ficava feliz por sentir o cheirinho do tipo Normal, assim como o calor dela e os pelos extremamente macios ao toque.

Quando ficaram juntos, novamente, ambos sentiram que o vazio que sentiam até aquele instante desapareceu, enquanto não compreendiam os sentimentos que sentiam um pelo outro.

Em seguida, o grupo separa o seu respectivo time de seis pokémons que usariam contra o Gym Leader dos outros pokémons, que permaneceriam nas pokéballs em suas mochilas.

O motivo de Satoshi deixar a Ponyta fora da pokéball é porque havia a hipótese da mãe dela ter sido capturada.

Portanto, se a tipo Fire ficasse fora do dispositivo, ela poderia localizar o odor de sua genitora de algum objeto ou se estivesse em uma batalha contra algum pokémon

Então, o grupo sai do Centro Pokémon e se dirigem até um local não muito longe do Gym para retirarem, momentaneamente, das pokéballs os pokémons que usariam na batalha para que pudessem explicar sobre as escolha deles para a batalha, enquanto comentavam das possíveis estratégias que seriam usadas, com os pokémons consentindo.

O motivo de fazerem isso, revelando as possíveis estratégias que almejavam usar nos duelos era porque eles trabalhavam juntos com os seus pokémons, garantindo assim que eles auxiliassem nas batalhas, com eles e o treinador trabalhando em conjunto e para fazerem isso, eles precisavam saber as estratégias que os seus respectivos treinadores haviam formulado para poderem trabalhar nelas, sabendo que podiam se mexer por si mesmos, além de usarem golpes sem receberem ordens, procurando usar os golpes que faziam mais efeito em seus oponentes, buscando formas de intensificar o ataque, a esquiva ou a defesa ao trabalharem em conjunto com os seus respectivos treinadores como se fosse um único atacante ao agir em equipe.

No caso de Satoshi, ele só conseguiu explicar as suas estratégias, após acalmar as fêmeas que estavam dentre os escolhidos, pois ao saírem das respectivas pokéballs, elas grudaram nele, juntamente com aquelas que estavam fora das pokéball como a Ponyta e a Sandshrew shiny, começando a disputar de forma saudável a atenção dele entre si, enquanto os machos reviravam os olhos, esperando que as fêmeas se acalmassem.

Dentre as fêmeas pokémon, a tipo Ground, que estava segurando a barra da calça do seu amado treinador com uma de suas patinhas, exibia tristeza em seu semblante, pois descobriu que não foi escolhida para batalhar no Gym, sendo que Satoshi não notou a tristeza da fêmea aos seus pés, pois estava ocupado acalmando as outras pokémons e que após acalmá-las, se concentrou para explicar as estratégias que pretendia abordar contra o Gym Leader.

Então, após terminarem a explicação, eles guardam os pokémons para que o Gym Leader não soubesse quais eles iriam usar na batalha.

Após guardá-los, Satoshi percebe pelo canto dos olhos que a tipo Ground estava triste e rapidamente se agacha a afagando, exibindo uma face preocupada por ela estar cabisbaixa, para depois, perguntar:

- O que houve Sandshrew?

- Satoshi-sama não me escolheu. Por quê? – ela pergunta com os olhos lacrimosos – Os outros vão usar seus Sandshrew.

Ele exibe um sorriso gentil e a afaga, falando:

- Não queria expor você a um stress adicional. Normalmente, há uma plateia nos Gym e não quero expor você há várias pessoas diferentes. Afinal, não há motivo para expô-la a um sofrimento desnecessário, pois você entraria em pânico.

O tipo Ground suspira tristemente e uma lágrima cai de seus orbes, enquanto ela é pega carinhosamente no colo pelo seu treinador, corando no processo, enquanto Yukiko atuava como intérprete, com o tatu bola pokémon avistando a face amável dele que a afagava gentilmente, enquanto falava:

- Você fez progressos incríveis. Eu estou muito orgulhoso do esforço que você está fazendo para superar a sua timidez.

- É verdade? – ela pergunta, erguendo o focinho e ao identificar o orgulho nos olhos do seu treinador, ela ensaia um sorriso tímido.

- Claro! Mas temos que tomar as coisas com parcimônia. Agora que estamos em uma cidade, vou acostumá-la gradativamente as multidões. A sua superação gradual é simplesmente incrível e quando eu notar que você vai se sentir confortável em uma batalha e que não tenha uma grande multidão em volta, eu vou escolher você para batalhar. Eu prometo.

- Promete? – ela pergunta expectante com as patinhas juntas contra o tórax.

- Sim.

- Não está chateado por eu não poder lutar no Gym?

- Claro que não! Por que eu ficaria chateado? É normal você ser tímida e não é nenhum crime. Ademais, você deseja superar esse obstáculo. Você devia ficar orgulhosa por sua decisão de desejar superar a sua timidez extrema.

Os olhos da Sandshrew shiny brilham e ela abana a caudinha, lambendo o rosto dele, para depois, esfregar a cabecinha dela no tórax do seu amado treinador, segurando a camiseta dele com as suas patinhas, enquanto era afagada gentilmente por ele que sorria, procurando afagá-la.

Então, ela se acalma e após vê-la sorrir, sendo correspondida por ele, Satoshi a coloca gentilmente no chão, com ela esfregando a cabecinha nele, enquanto voltava a segurar a barra de sua calça com uma das suas patinhas.

- Vamos, Sandshrew. Nós iremos ao Gym, agora. Se você se sentir desconfortável, me avise. Tudo bem? Você promete?

- Sim, Satoshi-sama! – ela exclama com olhos de coração, ficando feliz ao ver o sorriso do seu amado treinador que a fazia suspirar, enquanto abanava a sua caudinha.

Então, o grupo se dirigir até o Gym, visando desafiar o Gym Leader pela Gray Badge (Boulder Badge), sendo que Ponyta viu o cuidado, a amabilidade e a gentileza com que o seu treinador confortou a tipo Ground e se felicita, novamente, por ter tomado a decisão de seguir viagem com ele, enquanto corava ao olhá-lo, para depois, esfregar o focinho na mão dele que a ergue, usando-a para afagá-la gentilmente, fazendo o tipo Fire relinchar feliz.

Nesse interim, em uma casa bonita e confortável que ficava próxima do Gym de Nibi City, um jovem chamado Takeshi (Brock) ajudava a sua mãe, Mizuho (Lola), a cuidar de seus irmãos pequenos e para auxiliá-la, ele aprendeu a cuidar da casa, das roupas, a cozinhar, passar e lavar a louça, além de dominar a costura, confessando que adorava limpar um cômodo ou uma casa.

Inclusive, ele ficava muito feliz quando via alguma bagunça, pois era a sua deixa para limpar, algo que ele adorava demasiadamente, além de ser extremamente paciente e amável com as crianças, pois as adorava, sendo que desejava ser pai, algum dia.

Esse jovem de quinze para dezesseis anos, sonhava em ser um criador pokémon, pois amava os pokémons e possuía o apoio irrestrito dos seus pais na busca do seu sonho, sendo que cinco anos, atrás, ele havia ganhado um Ônix de presente em seu aniversário de dez anos e quando obteve a sua licença pokémon, capturou o seu primeiro pokémon, um Geodude.

O seu pai, Munou (Flint), era o Gym Leader da sua cidade e admirado pela população, sendo que o seu filho sentia profunda admiração pelo seu genitor que era amável e gentil.

Quando fechava o Gym, pois o mesmo tinha um horário de funcionamento, ele ia para casa e desejava saber sobre o dia dos seus filhos, enquanto ouvia pacientemente os seus relatos, sentindo orgulho de cada um deles.

Takeshi havia estudado para ser um Criador Pokémon ao fazer um curso em uma cidade que ficava um pouco longe de Niby City, ficando ausente por vários meses até se formar, sendo que durante o curso, fez estágio para ganhar experiência, ficando feliz em cumprir a carga horária do estágio, enquanto concluía o curso obrigatório para futuros Criadores pokémons, se destacando com louvor no curso ao deter as maiores notas da turma, com os professores acreditando que ele tinha o potencial para ser um excelente criador pokémon.

Após a sua formatura, um dos professores que ele mais respeitava, havia orientado ele a partir em uma jornada de aprendizado e observação, assim como, para compreender os pokémons pelo mundo, antes de se fixar, falando que quanto mais conhecimento adquirisse, melhor e ele tinha todo o potencial para que futuramente, sem pressa, se tornasse o maior criador pokémon.

Esse professor complementou que seria interessante capturar pokémons que podiam ser úteis em tratamento médicos e em preparo de medicamentos, fazendo com que ele treinasse o cuidado e tratamento de pokémons, com o jovem concordando, decidindo que ele estudaria quais seriam necessários, visando capturá-los em sua jornada.

Takeshi ficou surpreso quando esse mesmo professor disse que essa jornada seria fundamental, também, pelo fato dele analisar o seu coração e ter a confirmação do que deseja fazer.

Quando questionou o que o seu sensei (professor) queria dizer com isso, o professor dele disse que ele seria um excelente criador, mas que percebeu em seu manejo e trato para com os pokémons que a vocação dele podia ir além de um criador, fazendo o jovem se surpreender e quando procurou descobrir o que seria o "além" que o seu professor disse, o mesmo falou que seria uma descoberta e que era de foro íntimo. Por isso, não podia falar e acrescentou que a jornada iria fazê-lo perceber o que de fato, o seu coração ansiava como profissão, acrescentando que aquela jornada seria pessoal.

Takeshi tentou perguntar ao seu professor o que ele queria dizer, mas percebeu que o mesmo se silenciou e decidiu agradecer pelos conselhos, enquanto havia ficado reflexivo com as palavras que ouviu.

Quando terminou a formatura dele, com ele retornando para Nibi City, o jovem passou a refletir sobre a ideia da jornada e sobre as palavras do seu professor, fazendo isso a noite, após se recolher para o seu quarto.

Alguns dias depois, ele tomou a sua decisão, decidindo comunicar aos seus pais que partiria em uma jornada pelo mundo, com eles demonstrando que o apoiavam, após passar a surpresa pela revelação dos planos dele, embora eles demonstrassem um pouco de preocupação por ele viajar sozinho, para depois, compreenderem que era algo necessário quando ele falou que seria uma jornada de cunho pessoal e não somente para aprendizado.

Para Takeshi, o apoio dos seus pais e irmãos pequenos era fundamental, sendo que sorria ao se lembrar de que eles pediram para ele comprar lembranças em sua jornada, pois os menores não haviam compreendido com exatidão o que era a jornada que o mais velho iria fazer e que por isso, pediam lembranças, com o moreno prometendo que compraria lembrancinhas, fazendo os pequenos comemorarem, enquanto os outros sorriam.

Após ajudar a sua mãe naquela manhã, ele subiu para o seu quarto e começou a organizar a sua mochila, guardando tudo o que considerava necessário para a sua viagem, sendo que no dia anterior havia comprado alguns itens para a sua jornada, além de ter pesquisado quais pokémons eles deveria capturar em sua jornada pelo mundo, decidindo se focar na captura daqueles que eram usados para tratamento e preparo de medicamentos naturais ao usar secreções, resíduos ou esporos que eles liberavam, conforme orientação do seu professor, juntamente com os moveset adequados para tratamento, pesquisando quais pokémons podiam aprender os movimentos que ele desejava.

O moreno confessava que havia ficado muito interessado em capturar alguns Shuckle, pois descobriu que os cascos ocos dele eram excelentes para o preparo de determinados medicamentos e que o shiny fornecia um preparo ainda mais refinado, com o jovem desejando conseguir, ao menos, um shiny.

Conforme preparava a sua mochila, não se esquecendo das pokéball especial de guardar objetos e que continham tudo o que ele precisava em sua jornada, o moreno procurava priorizar o que fosse necessário, conferindo também que os seus amigos de infância, o Ônix e o Geodude, estavam com ele em suas respectivas pokéballs.

Então, após se certificar que pegou tudo o que era necessário para a sua jornada pessoal e de treinamento, ele termina de fechar a sua mochila que era própria para viagens e que era grande, possuindo vários bolsos para uma melhor acomodação, passando a observar o seu quarto, acabando por deter o seu olhar para uma pequena estátua de uma bela Ninetales que se encontrava em sua escrivaninha, sendo que o escultor havia capitado toda a graça, beleza e nobreza daquele pokémon.

Ele se recorda de quando estava passando em uma loja que vendia miniaturas de pokémons e de animais, olhando para a vitrine até que deteve o seu passo ao ver aquela bela estátua de Ninetales e que fez ele se recordar dos sonhos que tinha desde que era pequeno.

Os sonhos consistiam de uma casa tradicional e igualmente antiga. Havia funcionários cujos rostos ele não conseguia discernir, além de ver muros altos rodeando a construção que possuía um belo jardim e ao caminhar para o jardim, avistou o vulto de um homem e ao lado deste, uma bela Ninetales, sendo que ao olhá-la, sentia-se imensamente feliz, para depois, sentir uma intensa saudade.

Inclusive, no seu sonho, ele se aproximava dela e tentava esticava a mão para tocá-la, sendo que em vez de ser a sua mão que tocava a pelagem dela em uma carícia suave, era uma maior que a afagava, com ela inclinando a sua cabeça na direção de Takeshi, enquanto abanava as caudas. Por algum motivo desconhecido a ele, o moreno sabia que era uma Ninetales fêmea e que havia uma pokéball diferente, reconhecendo como sendo um modelo antigo.

Seus sonhos eram interrompidos com outra visão que era dele se afastando, olhando para trás, avistando vários funcionários e a Ninetales junto deles, sendo que a tipo Fire olhava tristemente para ele que responde, com o jovem ficando surpreso ao ouvir outra voz de sua boca e que era de um adulto.

Nesse momento, ele sempre acordava, enquanto sentia que o sonho era demasiadamente vívido, pois ele podia sentir o vestígio da maciez do pelo da Ninetales e o sentimento de saudade que persistia nele ao se recordar da pokémon que habitava os seus sonhos.

Ele sai de suas recordações sobre o sonho que era recorrente em sua vida, passando a caminhar até a pequena estátua, para depois, olhar para o lado, avistando um modelo de uma pokéball igual ao seu sonho, mas sendo moderna, se recordando de quando a adquiriu e que estava registrada em seu nome.

Takeshi a havia comprado de uma loja que personalizava pokéball modernas ao estiliza-las na aparência que o dono desejava, assim como, podia dar uma aparência de pokéball antiga.

No caso de pegar uma que era moderna e estilizar para uma antiga, o dispositivo a ser recriado na moderna precisava ter a mesma forma e método de contenção igual às atuais. Esse era o único requisito para a replicação de uma pokéball do passado.

As pokéball muito antigas que eram cinza e que consistiam de girar o botão para abrir, por exemplo, não podiam ser replicadas em pokéball modernas.

Porém, pokéballs que não eram tão antigas e que tinham o botão para apertar, semelhante as modernas, permitia recriá-las nas atuais ao modificar o seu exterior para remeter a essas pokéball antigas e mesmo que essas antigas não encolhessem, sendo que o ato de encolher era das modernas, elas podiam ficar pequenas, enquanto teriam a mesma aparência das pokéball antigas.

Quanto Takeshi passou na frente dessa loja e viu uma pokéball moderna que tinha a mesma aparência da pokéball antiga em seu sonho, ele acabou se recordando do seu sonho e tomado pelo impulso dessas recordações, assim como foi com a estátua, ele entrou na loja e a comprou, passando a propriedade do objeto para o seu nome, através da sua Licença Pokémon.

O jovem sai de suas memórias e pega a pokéball estilizada em modelo antigo, guardando-a cuidadosamente ao deixá-la pequena, assim como, pegou a pequena estátua, guardando-a gentilmente em um compartimento que seria usado apenas para o objeto e para o dispositivo de captura, para depois, olhar para o seu quarto, antes de se retirar, pois partiria aquele dia.

Após descer as escadas, o jovem se despede de sua mãe e irmãos, decidindo que iria assistir as batalhas do seu pai na parte da manhã, antes de se despedir dele, pois adorava vê-lo batalhar, o admirando, também, pelo seu trato gentil para com os pokémons, fossem aqueles que pertenciam a ele ou sendo de outros treinadores.

Alguns minutos deles, ele já tinha entrado no Gym e estava observando a batalha do alto, assistindo o seu pai enfrentando um desafiante que buscava a sua próxima Badge, sendo que havia algumas pessoas assistindo as batalhas ao sentar nas arquibancadas que rodeavam a arena e cuja proteção estava ativa, para depois, virar para o lado, olhando para baixo e pelo canto dos olhos ao avistar uma movimentação, passando a ficar surpreso com o que via.