Notas da Autora

Um veículo se aproxima da usina, seguido de outro e...

Dentro da usina, Isis...

Dragonair decide...

Capítulo 162 - Determinação

Conforme o veículo se aproximava, eles identificam o automóvel como pertencente ao chefe da usina, com eles percebendo que havia um segundo carro o acompanhando e que estacionou atrás dele.

Quando as portas foram abertas, a mesma revelou treinadores pokémons, que saíram e se aproximaram do responsável pela usina.

O chefe pergunta a um dos funcionários que guardava os portões:

- E o oficial que estava cuidando da situação?

- Ele foi buscar a Shirone-san. Ela costuma passar as férias de verão na cidade.

- Infelizmente, não podemos esperar por eles. Afinal, precisamos resolver o quanto antes. Por isso, consegui reunir esses treinadores que estavam no Centro Pokémon. Ademais, vou usar o meu Arcanine, também – ele olha para os treinadores – Vamos. Eles já devem ter descoberto onde o Dragonair está. Precisamos achá-lo, antes que ele destrua outra coisa. Eu vou capturá-lo.

Então, eles entram e um dos funcionários entra em contato com o supervisor, que informa o local onde o tipo Dragon se encontrava.

Enquanto isso, dentro da usina, Dragonair observava atentamente a humana a sua frente, tentando compreender o motivo dela não agir como os outros até que um som chama a atenção deles, fazendo-os olharem para a porta que é aberta abruptamente e cuja batente é preenchida por pokémons. Havia um Arcanine, Magmortar, Darmanitan, Garbodor e Gurdurr.

Então, Dragonair se põe em posição de ataque com os recém-chegados e se prepara para atacar ao concentrar o seu poder, enquanto os outros treinadores ordenavam:

- Garboddor, use Gunk Shot!

- Darmanitan, use Flamethower!

- Gurdur, Stone-Edge!

- Magmortar, use Hyper Beam!

Dragonair acaba caindo no chão por se encontrar demasiadamente enfraquecido, enquanto tentava concentrar o seu poder, sendo que lutava arduamente para se erguer ao mesmo tempo em que Isis ficava na frente do tipo dragon, de costas para ele, esticando protetoramente os seus braços na frente dele, assim como os seus amigos que assumiam uma posição protetora com exceção da Deino por ela ter as suas filhas adotivas no seu lombo e que se encontrava um pouco afastada deles.

Ao verem o gesto da jovem, todos os treinadores ordenam em usino aos seus pokémons:

- Parem!

Os pokémons param de concentrar o seu poder, enquanto que o chefe do local fala rispidamente para a jovem, demonstrando em seu semblante a raiva por ela ter parado o ataque massivo:

- Saia da frente. Esse selvagem é perigoso!

- Ele está ferido. Vejam! – a morena aponta para o tipo dragon caído no chão – Foi um acidente. Esse pobre pokémon veio para esse local para tentar se recuperar dos ferimentos. Foi o mais próximo de uma caverna que ele achou! Quando os tipos dragons são feridos, eles buscam, instintivamente, uma caverna para se abrigar, enquanto se recuperam dos seus ferimentos.

- Mocinha, você ainda é jovem e mesmo sendo uma treinadora, eu acredito que pegou a licença há pouco tempo. Portanto, não conhece o mundo. Se afaste desse selvagem.

- Não! Vejam as imagens nas câmeras de segurança! Elas vão mostrar que ele caiu por acidente. Não foi um ataque deliberado! – ela exclama, demonstrando intensa determinação em seu semblante, olhos e postura, sendo que os seus pokémons estavam atentos a qualquer ato contra a sua amiga e treinadora.

- Senhor – um dos treinadores chama a atenção do chefe da usina – O Dragonair está muito fraco. Eu acho que o senhor vai conseguir capturá-lo.

O policial olha para o selvagem caído e consente ao treinador que comentou do estado do pokémon, enquanto o selvagem rosnava e estreitava o cenho em um misto de revolta e raiva por eles se aproveitarem do seu estado debilitado para capturá-lo.

O homem pega uma pokéball e a lança, sendo que Isis a intercepta ao erguer o braço e após se chocar contra ela, o objeto cai no chão sobre o olhar estupefato de todos, inclusive do Dragonair, que olhava estarrecido para a humana que estava na sua frente, o defendendo, assim como os outros.

- Senhorita! Você está atrapalhando a captura desse pokémon perigoso! Ademais, saia de perto dele! Ele é perigoso!

- Estou apenas defendendo um inocente. As câmeras vão provar isso. Além disso, pelo que me falaram, conforme eu me aproximava desse local, o Dragonair não usou o Extreme Speed contra as pessoas. Apenas o usou para se deslocar. Se de fato, ele veio com a intenção de destruir a usina, porque não usou o seu ataque para destruir outras torres de transmissão de energia do lado de fora? Por que ele não procurou destroçar todos os painéis que teve alcance, como os dessa sala? Por que não atacou os funcionários? Ele desviou das pessoas e das paredes. Vejam essa sala. Ela está intacta. Não acham isso estranho? Por que ele iria se controlar e evitar criar danos, se veio com o intuito de provocar destruição, segundo a dedução de vocês? – as pessoas ficam em silêncio, ouvindo a jovem falar com plena convicção em suas palavras, sendo estampado em seu semblante a sua férrea determinação - O Dragonair agiu daquela forma pela dor e porque viu os Magnemites como uma ameaça, agravada pelo fato dele estar debilitado. Ademais, para piorar a situação, eles são pokémons domésticos e ele é um selvagem. Juntando todos esses fatores era inevitável o ataque. Apesar disso, eu acredito que o Dragonair os atacou, apenas para abrir um caminho dentre o cerco deles, visando se esconder em algum lugar, enquanto se recuperava dos ferimentos.

Eles se entreolham, sendo que o chefe da usina olhava para os outros, enquanto refletia sobre as palavras contundentes dela, quando um dos funcionários se aproxima dele, juntamente com o oficial que havia saído anteriormente, mostrando em um tablete as imagens das câmeras externas e internas da usina, enquanto que havia outros funcionários do lado de fora, junto de outras duas pessoas, sendo que uma delas observava com interesse Isis e Dragonair, assim como, os pokémons da jovem, achando fofas as Eevees filhotes que estavam em cima do dorso da Deino e que olhavam com demasiadamente curiosidade a situação que se desenrolava na frente delas, abanando animadamente as suas caudinhas felpudas.

As imagens mostravam o Dragonair sendo atirado na direção da usina, acabando por despencar do céu, fazendo-o se chocar contra uma das antenas de transmissão de energia por acidente, quando caiu dentro da usina.

Inclusive, as imagens demonstraram os danos que o tipo dragon sofreu, confirmando a breve imagem do Dragon Pulse o atingido e que era super efetivo contra ele, sendo que quem lançou o ataque não foi filmado, pois, estava demasiadamente longe do alcance das câmeras. Mesmo assim, as imagens mostravam de forma incontestável a inocência do Dragonair, confirmando as palavras da jovem e que enquanto ele percorria os corredores, fugindo dos pokémons da usina, após se defender de alguns que se aproximaram dele, era visível o fato de que procurava desviar das pessoas, enquanto evitava esbarrar em algo. Somente foi possível perceber esse ato dele ao deixarem algumas imagens demasiadamente lentas em alguns trechos, por causa do Extreme Speed.

- Com essa prova, ele foi inocentado, certo? – a jovem pergunta de forma expectante para o Oficial e o chefe da Usina.

- De fato, foi um acidente. Os Magnemite se aproximaram demasiadamente dele. É visível no vídeo que foi um ataque super efetivo que o deixou debilitado. A senhorita estava certa o tempo todo. A dor e os danos, juntamente com o fato de serem domésticos, fez o selvagem atacá-los, embora seja visível que ele atacou alguns, provavelmente, para abrir caminho entre eles, visando fugir deles, explicando o motivo dos demais pokémons não terem qualquer ferimento. Além disso, enquanto o Dragonair fugia pelos corredores, foi cuidadoso com os funcionários, desviando deles. Porém, ele precisa sair do local para que os técnicos possam consertar o que foi avariado e para que os demais funcionários voltem ao trabalho.

- Que bom! Viu, Dragonair, eles...

Ela se virou para o tipo Dragon, visando falar que estava tudo bem, quando para de falar abruptamente ao vê-lo se levantar com dificuldade, enquanto acumulava um pouco de suas forças, rugindo para os outros pokémons ao mesmo tempo em que se preparava para atacá-los por eles terem tentando atacá-lo anteriormente, quando Isis se vira para ele, passando a defender os outros pokémons e pessoas, enquanto exclamava com determinação, sem titubear perante a postura ofensiva e o rugido feroz do tipo Dragon:

- Pare, por favor, Dragonair! Já chega! Eles não vão mais atacá-los. Eles sabem, agora, que foi um acidente – então, ela sorri gentilmente, enquanto tirava a mochila das costas e pegava um Super Potion, para depois, se aproximar lentamente do selvagem – Isso vai curar os seus ferimentos. Você não vai mais sentir dor.

O selvagem rosna perigosamente, mas, Isis não hesita e mantém a determinação em seu semblante, enquanto continuava se aproximando de forma lenta e constante, sempre deixando às mãos a mostra e mesmo sobre rugidos estarrecedores que faziam as pessoas ficarem temerosas ao ouvi-los, a jovem continuava encarando-o com destemor.

Após se aproximar o suficiente para tratá-lo, ela aplica o Super Potion nos locais que continham ferimentos e conforme a dor passava, o tipo Dragon parava de rugir, passando a observar atentamente o gesto dela, enquanto suprimia o desejo de atacar os pokémons que estavam com a humana.

Então, a jovem aspirante ao título de mestra dos dragões se afasta, suspirando aliviada, para depois, guardar o que restou do Super Potion, enquanto falava:

- Vamos sair daqui? Eu prometo que ninguém vai atacá-lo. – ela fala, olhando nos olhos do tipo Dragon, que mesmo com receio, consente.

Então, todos ficam surpresos ao verem o Dragonair a seguindo obedientemente, enquanto ela pedia ajuda a um dos funcionários para encontrar a saída, com o trabalhador a guiando, sem deixar de olhar com medo para o selvagem atrás dela, sendo que junto com o receio nos olhos do trabalhador, era visível a surpresa no semblante do homem, oriunda do fato de ver um selvagem seguindo voluntariamente um humano.

Não muito longe deles, uma mulher os seguia, enquanto murmurava consigo mesmo, exibindo um sorriso de satisfação em seu rosto:

- Interessante...

Quando chegam ao lado de fora, se afastam da usina e Isis fala para o selvagem, enquanto sorria:

- Pronto. Agora, você pode ir para onde desejar. Só peço para evitar batalhas, se possível, se elas estiverem próximas a alguma construção, para evitar um acidente, como o que ocorreu hoje.

O tipo Dragon consente e se afasta levemente, se encontrando profundamente pensativo até que volta a olhar para a jovem ao virar lateralmente a cabeça, sendo que o oficial que autorizou a entrada dela comenta ao se aproximar da garota, exibindo admiração em seu semblante:

- De fato, você é uma aspirante a Mestra de dragões.

- Obrigada.

O selvagem ouve aquilo e fica curioso, pois, eles falavam de Mestre de dragões.

Então, o Dragonair se vira e pergunta em sua linguagem à Axew shiny, que estava mais próxima dele:

- Como assim, "aspirante a Mestra de dragões"?

- Nós vivíamos em uma vila onde havia tipos Dragons convivendo entre os humanos. Ela cresceu cercada do nosso tipo. Os melhores ou que demonstravam aptidão em lidar com a nossa espécie eram escolhidos para serem aspirantes a Mestres de dragões. Mestres do nosso tipo. Eles devem seguir uma jornada pessoal de conhecimento e de fortalecimento. Depois, os aspirantes precisam demostrar em uma espécie de ritual que são aptos ao título de Mestre dos Dragões, sendo que eu fui o primeiro pokémon dela e amiga, pois, todos os aspirantes recebem um Axew e devem mostrar o quanto nos treinaram como parte do ritual. Afinal, nós somos uma das provas do título que almejam. Esse ritual envolve batalhas e o aspirante deve batalhar com outros pokémons em seu time, preferencialmente dragões. Afinal, não são aceitos outros tipos nas batalhas do ritual, além dos tipos Dragon. É permitido um segundo tipo, desde que um deles seja tipo Dragon. Ou seja, não precisa ser um tipo Dragon puro.

- "Amiga"? – ele pergunta com evidente surpresa em seu semblante, enquanto absorvia a informação que recebeu dela, percebendo nos olhos da Axew a veracidade das suas palavras.

- Sim. Ela nos vê como amigos. – nisso, a Axew shiny explica sobre cada um deles, assim como a promessa que a jovem fez para as duas Eevees.

Ele começa a refletir consigo mesmo, após ouvir a explicação do tipo Dragon, enquanto se recordava de tudo que vivenciou na sua vida até aquele instante, sendo que Isis e o Oficial, assim como o outro policial e treinadores, ficaram curiosos pelo motivo do Dragonair está pensativo e de não ter se afastado ao mesmo tempo em que uma mulher observava com atenção o desenrolar da situação.

- Vi que eles contaram sobre o que eu almejo e a minha promessa, além de como eu conheci cada um deles. – ela fala sorrindo, enquanto se aproximava dele.

O tipo Dragon fica estarrecido ao perceber que a humana havia compreendido o que eles falaram, sendo que Isis percebe o semblante embasbacado dele.

- Eu entendo o coração dos tipos Dragon – a morena falava, enquanto pousava a palma da mão na altura do seu coração em um gesto simbólico - Eu posso conversar com os dragões, pois, compreendo o que vocês falam. Você está profundamente pensativo. Por quê? Além disso, está livre para partir, pois, as acusações foram retiradas.

- Por que não aproveitou o momento que eu caí desfalecido no chão para me capturar? Afinal, eu estava demasiadamente fraco por causa dos ferimentos e em decorrência desse fato, não conseguiria lutar contra a minha captura.

- Seria desonroso. Nunca me aproveitaria de um Pokémon nessas condições. Se eu tivesse capturado você quando estava debilitado, sem oferecer uma chance de batalha justa contra um dos meus pokémons, o custo seria a minha consciência e não somente o meu orgulho e honra, tanto como treinadora, quanto como aspirante a Mestra dos Dragões.

O selvagem fica estupefato, assim como as pessoas que observavam a cena, sendo que alguns se sentiam incomodados com a fala dela, pois, em algum momento de suas vidas ou em vários, fizeram o que ela se recusou a fazer, enquanto que outros pensaram no momento que desejavam capturá-lo, quando o tipo Dragon se encontrava debilitado por outro selvagem.

Após se recuperar da estupefação, o Dragonair pergunta, enquanto observava atentamente a humana a sua frente, como se estivesse analisando-a:

- Quando você disse que "o custo seria a minha consciência e não somente o meu orgulho e honra"...

- Somente um humano muito baixo, sem honra e sem orgulho, iria se aproveitar de um pokémon debilitado por terceiros ou por outro selvagem para capturá-lo em vez de oferecer uma batalha justa, desde que o pokemon selvagem estivesse em condições de batalhar ou de fugir, se assim desejasse. Eu tenho a minha honra e orgulho, tanto de humana, quanto de treinadora e de futura Mestra dos dragões para zelar, juntamente com a minha consciência.

- Você... – o tipo Dragon murmura surpreso.

- Você é poderoso e sinto que gosta de lutar contra oponentes poderosos. Ou seja, é um guerreiro nato e busca desafios para aplacar a sua alma ardente, certo? Além disso, também busca o poder. Há um clamor em seu sangue e alma por uma batalha. Acredito que deve buscar batalha após batalha para tentar aplacar a sua alma de guerreiro. Mas, também sinto que o seu coração é gentil e bondoso, se preocupando com os outros, mesmo que não sejam conhecidos ou amigos. Eu vi a forma como você lidou com os Magnemites domésticos e os trabalhadores, mesmo estando tão ferido e igualmente enfraquecido. Seus gestos falaram por si. De fato, você ama batalhar, mas, consegue manter a gentileza e bondade dentro de si.

O selvagem fica estupefato por ela lê-lo tão bem e murmura:

- Como...

- Eu sinto isso e as imagens do circuito de vídeo apenas confirmam o que consigo sentir. Você tem a alma ardente de um guerreiro, assim como, possui um coração gentil e bondoso. Eu confesso que me sentiria honrada em tê-lo como meu amigo, em meu time, fazendo-o ficar mais poderoso do que é, atualmente. Foi incrível o quanto resistiu ao Dragon Pulse e ainda conseguiu usar o Extreme Speed. Não obstante, ainda se ergueu mesmo demasiadamente ferido. Inclusive, mesmo desejando ter um guerreiro como você como amigo, nunca iria me aproveitar da sua situação.

O tipo Dragon fica pensativo, refletindo sobre o que ouviu, sendo que havia olhado em seus olhos e viu a sinceridade de suas palavras, sendo que também se recordava de sua vida até aquele instante.

Ademais, quando soube da história dos filhotes de Eevee, ele ficou triste por elas terem sido separadas da sua mãe, para depois, ficar agradavelmente surpreso ao saber da promessa da morena de encontrá-la para uni-las novamente.

Então, ele sai do seu estado reflexivo e exibindo determinação em seus olhos, enquanto demonstrava uma postura de combate, ele fica na frente da jovem, a encarando, para depois perguntar, confiante da decisão que havia tomado:

- Então, você acha que pode me capturar? Quero que prove que é mesmo digna de ter-me em seu time e que pode me fazer mais poderoso! Mostre-me a sua determinação! Se me deseja, terá que me derrotar em uma batalha! – ele exclama em sua linguagem e usa a sua cauda como um chicote na sua frente, levantando uma densa nuvem de poeira, ficando satisfeito ao ver que a jovem não titubeou um segundo sequer em sua exibição de poder e ferocidade.

Os olhos dela brilham e ela pergunta, extasiada:

- É sério? Quer mesmo me dar a honra de batalhar contra você?

- Sim.

Um dos funcionários se aproxima exibindo curiosidade em sua face, pois, eles não compreendiam o que o Pokémon falava em sua linguagem, enquanto observavam a jovem conversando com o selvagem, sendo que se encontravam fascinados por ela compreender o que ele falava:

- Como assim, batalhar contra ele?

Isis explica a conversa e eles ficam estupefatos, passando a olhar para o Dragonair, que esperava a escolha do seu oponente.

- Vamos, Dragonair! Eu já escolhi qual será o seu adversário!

O selvagem sorri de lado, para depois consentir, enquanto se encontrava curioso sobre qual pokémon ela usaria para batalhar contra ele.

A mulher que observava atentamente a jovem sorri, enquanto dobrava os braços na frente do corpo, sendo que comenta consigo mesma, exibindo satisfação em seu semblante:

- Que fascinante... Com certeza, Shaga-san (Drayden) ficará encantando em conhecê-la. Afinal, há quanto tempo não surge alguém com a alma de um verdadeiro e autêntico Mestre de dragões, aqui em Isshu (Unova), depois do Shaga-san e da atual Líder da vila dos dragões? – ela pergunta consigo mesma, enquanto olhava atentamente a morena e o jovem Dragonair.