Notas da Autora

Em Kalos, Pancham fica...

Serena comenta...

Em Kantou...

Yo!

Eu mudei o movimento Bulk Up por Sword Dance, sendo que editei o capítulo anterior.

Na verdade, eu tinha decidido que o Pancham teria o Sword Dance e não mais o Bulk Up, pois, o Bulk Up só aumenta o ataque físico e a defesa física em um estágio, enquanto que Sword Dance aumenta o ataque físico em dois estágios, além de poder ser usado em apresentações.

Esse erro ocorreu por eu ter escrito o capítulo há anos, atrás, juntamente com o fato de não ter alterado para Sword Dance por esquecimento e que para piorar, passou batido pelas revisões que eu fiz no capítulo.

Sim, eu tenho cinquenta capítulos escritos.

Porém, tenho que criar novos capítulos dentre esses cinquenta, além de aprimorar e melhorar o capítulo que se encontra bem "cru", por assim dizer, juntamente com o fato de eu ter feito apenas anotações para colocar cenas e acontecimentos dentre esses capítulos, sendo que protelei tais cenas e acontecimentos, na época.

Peço desculpas por esse erro.

Tenham uma boa leitura. XDDDD

Capítulo 168 - Pokémons surpreendidos

Mesmo com a sua energia praticamente zerada, Pancham, por orgulho, lutou arduamente contra a submissão da pokeball até que a luz parou de brilhar, aparecendo um brilho ao mesmo tempo em que surgiu um som, indicando o sucesso da captura.

Ela pega a pokeball e faz a sua pose, segurando-a nas palmas da mão, enquanto exclamava com empolgação:

- Minha jornada ganhou uma nova página. Eu peguei um Pancham!

A raposa pokémon salta animada pela captura, exclamando:

- Fokko!

- Obrigada, Fennekin-chan. – ela agradece, enquanto olha para o tipo Fire que consente ao mesmo tempo em que abanava animadamente a sua cauda felpuda.

A jovem com cabelos cor de mel pega um Super Potion na mochila, para depois, tirar o tipo Fighting e Dark da pokéball.

Após tratá-lo, com o pokémon suspirando de alívio e de contentamento pelo fim das dores lacerantes e por ter sido restaurado dos danos que sofreu na batalha, Serena pega os seus óculos de sol favoritos e coloca no Pancham, que fica surpreso com o gesto.

Ao olhar para o braço dela, ele demonstra uma face repleta de tristeza e pesar e ao notar o semblante e a direção do olhar dele, ela sorri de forma confortadora, falando que não era nada e que o importante é que estava vivo e bem, para depois se agachar, afagando-o gentilmente na cabeça, assim como fazia com a Fennekin:

- Fennekin-chan e Pancham-kun, realizem o meu sonho comigo – os dois exclamam animadamente em seu idioma ao mesmo tempo em que sorriam.

Então, com o trio sorrindo imensamente, eles saem do local em direção ao centro da cidade e ao chegarem no parque que ficava no centro de Lagoon Town, a jovem coloca ambos em um banco, para depois, abrir uma cesta com Pofflé (Poké Puffs), servindo dois para cada um, enquanto se servia de dois também, para depois, explicar para o Pancham ao vê-lo olhar para os doces em suas mãos com evidente curiosidade em seu semblante:

- Estes são Pofflé que eu fiz recentemente. Vamos comer e depois, relaxar um pouco antes de seguirmos viagem. O que acham? – ela olha para ambos que consentem.

O pokémon recém-capturado cheira o doce, para depois, sorrir com o odor aprazível e ao comer, exibe uma face maravilhada, passando a comer com animação, juntamente com o tipo Fire.

Após comer, ela pega a pokédex para analisar os dados do tipo Fighting e Dark. A jovem descobre que o Pancham tem a habilidade Mold Breaker, além de ficar surpresa com o fato de ter golpes que somente aprende por TM, além dos movimentos Lee, Karate Chop e Comet Punch.

Então, movida pela curiosidade, a jovem com cabelos cor de mel decide perguntar em tom de confirmação para o pokémon, pois, somente havia uma hipótese plausível para ele possuir aqueles movimentos, dentre os que conhecia:

- Você somente aprende os movimentos Sword Dance, Stone Edge e Dark Pulse por TM. Você já teve um treinador?

Pancham consente com a cabeça e Serena liga de novo para Yukiko:

- Moshi Moshi?

- Sou eu, Serena. Estou atrapalhando?

- Não. Nós estamos acampados. Eu imagino que deseja a tradução da fala de um pokémon. – Yukiko fala sorrindo.

- Se puder, por favor.

- Claro, amiga. Eu ficarei feliz em traduzir.

- Fale para a minha amiga e ela irá traduzir para mim. – o pokémon consente.

A jovem entrega o aparelho ao Pancham que o segura em suas mãos, começando a falar, enquanto Serena sorria gentilmente, para depois, entregar para ela.

- Eu vou ativar o viva voz. – ela aperta um botão e depois, exclama animada – Pronto!

- Bem, segundo o Pancham-kun, ele tinha um ladrão como treinador que o roubou de um criador, sendo que alguns meses depois conseguiu roubar três TM de uma loja, juntamente com outros produtos, antes que a polícia chegasse ao local e antes de vendê-los, o fez aprender os movimentos Sword Dance, Stone Edge e Dark Pulse. Mesmo lutando, apenas, algumas vezes, ele conseguiu adquirir um pouco de nível. O mestre dele foi preso durante um assalto e Pancham foi libertado na natureza, sendo que lutou contra outros selvagens que queriam invadir a sua caverna, fazendo com que aumentasse um pouco mais o seu nível. Um dia, ele acabou assistindo por acidente uma apresentação de Contest no palco próximo de onde morava e passou a adorar a apresentação. Desde o dia que conheceu as apresentações, passou a roubar itens para se fantasiar, visando se apresentar no palco, além de descobrir o seu amor pela dança, passando a dançar sempre que possível, enquanto usava alguns dos objetos que roubou para as suas performances em um palco imaginário.

- Obrigada, Yukiko-chan!

- Por nada, Serena-chan. Fique a vontade para ligar quando precisar de ajuda.

- O Satoshi-kun está próximo de você?

- Não. Ele e os outros foram tomar um banho em um riacho aqui perto.

- Então, eu vou ligar mais tarde.

- Eu vou falar para o Satoshi onii-chan que você ligou.

Ambas se despedem e após guardar o seu celular, a jovem pega ambos os pokémons no colo, para depois falar:

- Fennekin-chan e Pancham-kun, vamos nos esforçar para despontamos no Try Pokaron, daqui a alguns anos. O máximo que iremos fazer é estrear em um Try Pokaron para que eu consiga uma Princess Key. Para podemos superar o meu ídolo, a Kalos Queen Elle-san (Aria) no Try Pokaron Master Class, precisamos de treinamento e aprendizado. Isso é fundamental. Além disso, teremos novos amigos para nos ajudar. Vocês estão comigo?

Pancham e Fennekin falam sim em seus idiomas, com os três passando a olhar juntos o por do sol, enquanto os seus corações estavam unidos pelo amor à dança e as performances.

Então, ela os coloca no banco, para depois, perguntar com animação:

- Vamos?

Eles acenam em concordância, correndo animados junto de Serena, que havia decidido assistir mais alguns Try Pokaron, preferencialmente àqueles que teriam a apresentação da atual Kalos Queen, para depois, estrear em um Try Pokaron, antes de ir para Kantou.

Claro que conforme se movesse dentre as cidades, iria procurar lugares com mata em busca de pokémons selvagens que tivessem a paixão pela dança e apresentação. Pancham era um diamante bruto que ela descobriu e estava ansiosa para encontrar outros entre os intervalos dos Try Pokaron.

Afinal, uma coisa era ensinar um pokémon a dançar e se apresentar, outra coisa era um pokémon que amava fazer isso, possuindo um talento natural, sendo que o seu amor pela dança seria transmitido pela sua Performance. Somente os diamantes brutos conseguiam passar seu amor pelas performances, algo que não era possível para aqueles não tinham esse amor pela dança, sendo apenas treinados para executar as performances elaboradas pelo Pokémon Performer.

Em decorrência desse fato, a sua equipe deveria ser formada por pokémons como Pancham e Fennekin que tinham a alma para dança e conforme pensava nisso, Serena se recorda com carinho do momento em que percebeu o amor do tipo Fire para as apresentações, com a raposa pokémon descobrindo por si mesma o amor pela dança e não porque a sua treinadora seria uma futura Pokémon Performer. Por isso, não poderia ser qualquer pokémon em seu time.

Portanto, ela precisava encontrar mais desses diamantes brutos.

Além disso, era ciente, assim como os seus pokémons, que precisava de variedade de golpes para as apresentações, visando abrir vários "leques" de performances, por assim dizer, gerando muitas possibilidades de combinação de golpes para gerar belíssimos efeitos no palco.

Além de assistir os Try Pokaron, ela iria treinar com os seus pokémons nos Batlle Dome, pois, sabia que havia golpes interessantes que eles somente aprenderiam por nível, além de alternar com a criação de vídeos para o Poké Vision, junto dos seus pokémons, sendo que ainda estava surpresa pelo número de visualizações que estava recebendo.

Enquanto se afastavam do parque, a jovem consultava na sua agenda virtual o próximo Try Pokaron que teria a apresentação de Ellen, assim como havia pesquisado horários de saído de barcos e áreas onde havia pokémons selvagens, sendo que também havia planejado ir para Kantou dali a algumas semanas.

Ela caminha até o local onde vendia bilhetes e compra uma passagem para Miare City (Lumiose City), para depois, sentar na sala de espera junto dos seus pokémons, para esperar a embarcação atracar no porto.

Há centenas de quilômetros dali, na região de Kantou, o grupo de Satoshi se encontrava caminhando rumo à Sabi City (Sable City), visando desafiar o Gym da cidade em busca da Red Badge e conforme pesquisavam sobre esse Gym, descobriram que a Gym Leader se chamava Genkai (幻海), sendo que ficam surpresos ao saberem que essa senhora era uma Mestra de artes marciais que ganhou muitas competições, além de ser especialista em várias armas usadas nas artes marciais, juntamente com o fato de ser especialista em pokémons tipo Fighting.

Eles decidiram pegar a Red Badge, antes de tomarem a rota até Hanada City (Cerulean City), com o Mount Otsukimi no meio do trajeto, os obrigando a passar por dentro da montanha, sendo que não havia quaisquer reclamações deles em virtude dos pokémons que podiam encontrar no local, conforme consultavam os fóruns e dados de habitats.

Conforme pensavam nesse Gym, Satoshi, Yukiko e Shigeru comentam que o nome dela não era estranho e que já ouviram sobre ela em algum lugar, embora não se lembrassem de onde e quando eles ouviram esse nome.

Enquanto caminhavam, Satoshi observa o seu amigo oferecendo uma maçã a Hime que estava no ombro de Yukiko. A Pikachu shiny vira a cabeça e ignora qualquer tentava do Pikachu de conversar com ela.

- Por que você não se interessa por outra fêmea? Fale-me se você se interessar por uma, que eu capturo para você. Ela não quer saber de você, amigo. – Satoshi comenta, sendo que segurava um Pikachu deprimido nos braços, que comia tristemente a maçã.

O tipo Eletric fala em linguagem pokémon, sendo que Shigeru notou que as bochechas de Hime pareciam mais coradas, além de ter ficado surpresa ao mesmo tempo que olhava discretamente para trás.

Porém, quando percebeu o jovem Ookido olhando para a reação dela frente às palavras do outro tipo Eletric, ela vira o focinho, sendo que o neto do Hakase Pokémon, doutor Yukinari Ookido, passa a sorrir de canto.

Enquanto isso, os outros pokémons sentiam pena do Pikachu e procuravam confortá-lo.

- O que ele disse, Yukiko-chan? – Satoshi pergunta a sua irmã.

Então, ela traduz o que o Pikachu disse:

- Em suma, o Pikachu disse que não consegue pensar em outra fêmea. Ele acha lindo a forma como ela luta, demonstrando a sua selvageria e tenacidade nata. Além disso, ele adora quando ela mexe a cauda, pois, acha o movimento elegante, juntamente com o fato de achar os olhos dela belíssimos. Ademais, ele adora vê-la como uma guerreira orgulhosa e destemida em uma batalha, sendo que a acha fofa tanto nas batalhas, quanto fora delas, achando-a meiga, também – Yukiko suspira – Não adianta onii-chan, ele está perdidamente apaixonado pela Hime-chan. Você não pode mandar em seu coração. Quanto aos outros, eles estão tentando confortá-lo com palavras gentis e de apoio.

Então, Shigeru sorri de canto, para depois falar, enquanto colocava as mãos nos bolsos:

- Não me leve a mal, amigo, mas, o fato de você procurar fêmeas para o Pikachu, lembra um... como posso dizer... – ele finge ter esquecido o termo.

- Por acaso é alguma palavra que começa com "C". – ele comenta irritado.

- Eu me lembrei, é Cafetão! Você parece um Cafetão! Obrigado por lembrar-me! – ele exclama sorrindo - Só falta a roupa para combinar.

- Vou te matar!

- Duvido.

Nisso, eles se põe a brigar, fazendo Takeshi e Cheren exibirem gotas, enquanto o moreno perguntava para a albina que sorria, olhando com normalidade para a briga, vendo-o apontar com o dedo:

- Não vai impedi-los?

- Eles sempre são animados. Além disso, não é para valer.

Enquanto isso, após passar a surpresa por verem humanos brigando entre si sem pokémons, a Sandshrew shiny e a Ponyta ficam felizes ao verem que o amado treinador delas subjugava Shigeru e passam a torcer:

– Ganbare, Satoshi-sama!

Os outros pokémons continuavam estarrecidos, pois, nunca viram seres humanos brigarem entre si com os punhos, sendo que não sabiam que isso existia, pois, acreditavam que os humanos somente batalhavam contra outros humanos usando pokémons.

- Que estranho... Nunca imaginei que veria algo assim. – Sora comenta, curvando a cabeça levemente para o lado em confusão.

- Idem. – Hime consente.

- Põe estranho nisso. Nunca imaginei que veria algo assim. Só vi algo próximo disso no treino que eles fazem entre si. – o Pikachu comenta com evidente confusão em seu semblante.

- Bem, eu não acho que o Cheren-kun faria isso. Ele não parece ser violento. – a Eevee nos braços do seu amado treinador comentava, enquanto controlava o rubor em suas bochechas ao mesmo tempo em que o ocultava com a sua pelagem.

- Você não tem como saber. Eu falo isso, pois, também não imaginava testemunhar humanos brigando sem pokémons. – a Servine comenta pensativa.

- De fato, o que a Servine disse é verdade. Veja, Eevee, eu também não imaginava que o Shigeru iria começar uma briga. – o Wartortle do jovem Ookido comenta, apontando para a luta.

- Vocês se esqueceram de que a Yukiko-chan batalhou contra a Hime quando ela era um Pichu? Nós já vimos humanos brigando sem serem nos treinos. – a Charmeleon da albina comenta pensativa, apoiando uma das patas no queixo.

- Bem, era contra uma Pichu, pelo que ouvi de vocês. Mas, humano contra humano, não. Eu falo que nunca vi algo assim. – o Geodude de Takeshi comenta, enquanto gesticulava com os braços, enfatizando o que ele falava.

- Bem, de fato, quando você fala assim, é a primeira vez que vemos humanos brigando entre si, sem envolver treinos entre si ou batalhas com pokémons. – a Charmeleon fala consentindo, voltando a observar a briga.

Eles haviam tirado alguns pokémons das pokéballs para fazerem a segurança, pois, segundo as aulas que tiveram, era essencial que o treinador deixasse para fora da pokéball, ao menos, um para proteção, sendo que este não deveria batalhar, pois, era necessário que estivesse com a energia alta para qualquer problema ou eventualidade que surgisse durante a jornada e se fosse necessário treiná-lo, precisaria alternar com outro.

De repente, ambos param de lutar e se separam, sendo que estavam arfantes e quase sem ferimentos, com exceção de alguns hematomas.

Então, Satoshi fala, após suspirar profundamente, enquanto se sentava:

- Eu só queria que o Pikachu fosse feliz. Quem sabe, a fêmea não se interessaria por ele? Não ia forçá-la a nada.

Shigeru também senta e fala, sorrindo:

- Eu sei. Ou melhor, nós sabemos que é com a melhor das intenções. Eu estava brincando e até estávamos achando engraçado. Percebemos o forte laço entre você e o Pikachu. Mas, é como a Yukiko-chan disse. Não mandamos no nosso coração. Quando o amor chega, não temos escolha. É praticamente impossível mudar o coração de alguém. Além disso, o Pikachu está "de quatro" pela Hime, praticamente falando - o jovem Ookido se levanta, estendendo a mão para o seu amigo - O que podemos fazer é consolá-lo. Pode ser que em algum momento do futuro, a Hime retorne os sentimentos do Pikachu. A maneira dela, claro. Por enquanto, você deve apoiá-lo e não fazê-lo perder a esperança.

Satoshi olha para o seu amigo de infância que sorri, aceitando a mão dele para se levantar, enquanto sorria, consentindo.

- É verdade. Eu tenho que aceitar isso.

Então, o jovem vai até Pikachu que os observava e fala ao se agachar:

- Se você a ama e precisa de um ombro amigo, eu estarei aqui. Pode contar comigo.

- Pikapi. – ele consente feliz, para depois, subir no ombro dele.

- O Satoshi-sama foi incrível... – a Ponyta murmura em um suspiro.

- Com certeza. – a Sandshrew shiny consente, murmurando timidamente – Mas, eu não sabia que humanos brigavam entre si dessa forma.

- Verdade. Eu também não sabia. – a tipo Fire comenta, enquanto consentia.

Então, Shigeru sorri de canto, enquanto olhava para a Pikachu shiny que percebe o sorriso perspicaz dele e passa a exibir um semblante ameaçador, enquanto fazia questão de faiscar as suas bochechas ao mesmo tempo que as inflou, sendo que fica mais nervosa ao ver que o sorriso dele aumentou, para depois falar:

- Além disso, quando o Pikachu falou aquilo sobre a Hime, pude ver que ela corou e ficou surpresa. Claro que depois virou o focinho para frente, quando notou que eu percebi a sua reação.

- É sério? – Satoshi exclama, passando a olhar para o seu amigo em seu ombro – Há esperança, Pikachu!

Pikachu exclama feliz em seu idioma, enquanto que Yukiko vê Hime exibir um olhar sádico para Shigeru que recua com uma gota ao mesmo tempo em que a Pikachu shiny concentra a sua eletricidade nas bochechas.

- Hime-chan, se você tentar eletrocutá-lo, eu irei colocá-la na pokéball e só irei soltá-la quando se acalmar. Você escolhe. O que vai ser? – ela pergunta cansada, mostrando a Luxury Ball dela em uma de suas mãos.