Notas da Autora

Nemoone decide...

Citron se recorda de quando...

Lilia e a sua buneary ficam...

Capítulo 171 - Citron e Luxio

Lilia lidou tranquilamente com as tentativas da criança de separá-los ao inventar várias histórias, pois, reconheceu as mentiras por trás do que ela falava, compreendendo que os atos da infante eram motivados por ciúmes e pelo medo do querido irmão esquecer-se dela por estar namorando, sendo algo perfeitamente compreensível e igualmente plausível.

O pai de Citron, Nemoone (Meyer) ficou feliz com a escolha do filho, pois ela era uma moça doce e meiga. A seu ver, o seu filho havia tido bom gosto, além de saber que ele estava imensamente feliz por poder se dedicar a tecnologia, sendo algo que Citron amava.

Afinal, o loiro adorava criar inventos que ajudassem pokémons, humanos e animais.

Nemoone se sentiu no dever de conversar com Eureka, após presenciar pessoalmente e por acidente, uma das tentativas dela de separar Lilia de seu irmão, ficando surpreso ao ver como a adolescente sorria gentilmente para a criança por compreender o motivo das mentiras dela.

Após Lilia e Citron saírem para um encontro, ele se sentou com a filha e conversou com ela, sendo que sabia o motivo dela fazer tudo aquilo e que era algo natural, considerando o quanto era grudada no irmão mais velho. O pai tratou de assegurar que ninguém iria tirar dela o lugar que tinha no coração do seu irmão. O genitor e a sua filha conversaram por algum tempo, com o homem ficando satisfeito ao ver que Eureka aceitou o que ele falou, além de ter ficado aliviada ao testemunhar a convicção nas palavras dele, sendo evidente nos olhos infantis a aceitação do namoro do irmão.

Quando o loiro chegou do cinema, sendo que havia deixado Lilia na mansão dela, o pai dele explicou a conversa que teve com Eureka, sendo que o jovem inventor já esperava alguma tentativa de intervenção dela ao considerar o fato da sua irmã ser grudada nele, enquanto ficava feliz pela forma como a sua amada encarou as mentiras, demonstrando que levava jeito com crianças, fazendo-o sorrir, pois, desejava ser pai quando fosse mais velho e quando percebeu o rumo dos seus pensamentos, conforme pensava em coisas íntimas, ele corou, com o seu genitor sorrindo, enquanto acenava com a cabeça, pois, tinha noção do que passou pela mente do seu filho.

Citron sai de suas reminiscências e passa a afagar o Luxio que estava deitado ao seu lado e que havia acabado de bocejar preguiçosamente, antes de voltar a deitar a cabeça, curtindo o afago gentil do seu treinador, enquanto o loiro se recordava de quando o conheceu, sendo que na época, ele era um shinx e o reencontro com o tipo Eletric alguns anos, depois, com o loiro se perdendo em reminiscências.

O reencontro ocorreu quando o inventor visitou a Academia para apresentar as novas tecnologias desenvolvidas pela Orangics, sendo uma espécie de Conferência com outros promitentes nomes da tecnologia, tal como Citron, que era visto com intensa admiração pelos estudantes daquela instituição de ensino por demonstrar um conhecimento imenso sobre tecnologia, juntamente com o fato de trabalhar na Orangics que é considerada uma empresa famosa no campo da Robótica ao mesmo tempo em que cursava a mais prestigiada universidade de tecnologia de Kalos.

Inclusive, ele havia ganhado uma estatueta da Academia Tecnológica de Kalos pelos seus inventos, sendo o mais jovem cientista a ser contemplado com um prêmio dessa renomada Academia, sendo que havia rumores que ele estava cotado para concorrer ao prêmio mundial de ciência e tecnologia, enquanto curvava a universidade.

No intervalo da sua palestra, o loiro percebeu que um Luxio o observava atentamente, escondido dentre as pilastras e conforme o observava, ele passa a questionar se era o shinx que conheceu há alguns anos, atrás e que havia evoluído para um Luxio.

Então, ao observá-lo atentamente, sorri ao reconhecê-lo pelo olhar e se afasta com uma desculpa qualquer para os outros que o cercavam em uma conversa animada sobre as novas tecnologias, além de perguntarem a ele como foi o encontro com Hayashi, um famoso e promitente engenheiro no ramo tecnológico e que morava em Kantou, detentor de alguns prêmios, inclusive, mundiais no campo da tecnologia.

Após se afastar com sucesso, sorrindo ao se recordar da felicidade que sentiu ao se encontrar pessoalmente com Hayashi, quando o mesmo foi chamado para a Orangics para ajudar na resolução de alguns problemas em um invento, ele sai das suas memórias ao mesmo tempo em que se aproximava do pokémon que havia assistido escondido a palestra do loiro.

O jovem inventor havia ficado triste, além de sentir remorso ao ver o olhar ferido de Luxio ao olhá-lo para ele, além da visível mágoa em seus olhos, antes que se afastasse do local, enquanto Citron caía de joelhos, envergonhado por não ter cumprido a promessa que fez ao tipo Eletric.

Porém, mesmo magoado com o inventor, o selvagem o salvou ao deter um grupo de bandidos ordinários que havia invadido a Academia, sendo que o alvo deles eram alguns dos membros do corpo docente da instituição de ensino.

Antes que a polícia chegasse ao local, Luxio surgiu abruptamente e atacou os bandidos usando a sua velocidade, fazendo-os serem pegos de surpresa, enquanto caíam abruptamente no chão, batendo a cabeça no processo e consequentemente, ficando inconscientes, sendo que Citron chutou as armas deles para longe dos seus corpos ao mesmo tempo em que os seus pokémons haviam cessado os ataques, com exceção de um que continuo e que avançou no loiro que se encolheu, preparando-se para o impacto do golpe.

Após alguns segundos angustiantes, ele abre os olhos, afastando os braços da frente, enquanto piscava ao ver que não havia sentido nenhum dano ou dor e ao olhar na direção do seu atacante, ficou aliviado ao vê-lo inconsciente, sendo visíveis os danos em seu corpo, enquanto que Luxio se exibia orgulhosamente em cima do pokémon, olhando com satisfação para o seu oponente caído embaixo dele.

Citron ficou emocionado e murmurou:

- Obrigado, Luxio. Você salvou a minha vida. Eu sei que estou muito atrasado, mas, mesmo assim, quero pedir o seu perdão, embora eu seja indigno de ser perdoado.

O tipo Eletric fica estupefato ao vê-lo cair de joelhos e abaixar a fronte, aproximando-a do chão em um pedido humilde de desculpas. O selvagem nunca imaginou que veria um humano implorar por perdão a um pokémon ao assumir uma pose humilde. Era, praticamente, surreal ao tipo Eletric.

Após se refazer da estupefação, constatando que o adolescente não ia sair da sua posição, Luxio se aproxima e encosta o seu focinho nele, fazendo o inventor olhar para o tipo Eletric que faz um gesto com a cabeça, como se falasse para ele se erguer, com o humano consentindo, enquanto ficava de pé.

Após a situação ser controlada nas primeiras horas da madrugada, com a polícia prendendo os bandidos, enquanto eles se recuperavam da inconsciência pelo choque da cabeça contra o chão em virtude do impacto das patas e do corpo do selvagem ao atingi-los, a polícia termina de colher o depoimento das pessoas, sendo que o tipo Eletric estava próximo do local, possuindo pleno controle do instinto de atacar um doméstico.

Então, ele observa Citron se aproximando dele, depois que o loiro deu o seu depoimento a um dos policiais.

- Eu gostaria que você viesse comigo, como meu amigo. Eu falhei com você no passado e sei que não tenho o direito de pedir uma nova chance para me redimir do meu erro imperdoável. Porém, eu ficaria imensamente feliz se pudesse me perdoar e me desse uma segunda chance para corrigir o meu erro. Eu irei esperar você no mesmo local que marquei há anos, atrás. Irei esperá-lo até o amanhecer. Se não aparecer, eu saberei que não fui perdoado e que não receberei uma nova chance. Saiba que não ficarei chateado, pois, você tem todos os motivos para me condenar e eu não tenho qualquer defesa contra eles.

O tipo Eletric observa o humano se afastando, enquanto refletia sobre as palavras e o gesto anterior do loiro, percebendo em seus olhos o pesar, a culpa e a tristeza.

Citron foi para o local e ficou aguardando ansiosamente.

Quando o sol surgiu no horizonte, Luxio apareceu atrás de alguns arbustos, fazendo o inventor ficar emocionado, para depois, correr na direção do selvagem, o afagando, com o mesmo encostando o seu focinho na outra mão do loiro, sendo que ele estende uma pokéball na outra mão, com o pokémon consentindo, tocando-a com o focinho.

Então, ele é sugado pelo dispositivo, não oferecendo qualquer resistência e após surgir o som e brilho indicando o sucesso da captura, ele o tira do objeto, com o tipo Eletric passando a caminhar junto dele, fazendo companhia e ajudando, sempre que possível, o seu amigo e treinador no laboratório da Orangics, sendo que ele era constantemente mimado por Lilia, que também mimava a sua Buneary e o seu novo pokémon, um Bunnelby, que ela salvou ao vê-lo caído inconsciente, próximo dos limites da cidade, algumas semanas antes dos acontecimentos com o Luxio.

Citron desconhecia o fato de quem em virtude das mudanças daquela linha do tempo, com ele não se tornando Gym leader e consequentemente, não saindo em uma jornada com a sua imouto, ele não conheceu o Bunnelby, que na outra linha do tempo havia sido o seu pokémon.

Como eles não se encontraram, o coelho pokémon não conseguiu defender o seu lar contra um Diggersby valentão, sendo que compartilhava o lugar em que vivia com outros selvagens. Para agravar o fato, sem ter a ajuda de Citron e de Eureka para remover o trem abandonado do local, durante o confronto dele contra a sua evolução, o desmoronamento provocado por um ataque impensado de Diggersby, soterrou todo o túnel onde eles viviam e que foi tão abrupto, que não conseguiram fugir.

No final, somente Bunnelby sobreviveu, possuindo a sorte de não ter sofrido danos com metais retorcidos pelas centenas de toneladas de terra, enquanto cavava incansavelmente com as suas patas até a superfície.

Após alcançar a superfície, ele começa a arfar, enquanto debulhava-se em lágrimas pesarosas pela perda dos seus amigos e lar, para depois, se arrastar debilmente para longe do local, sentindo dores lacerantes, enquanto o seu coração sofria com as recordações dos amigos que faleceram soterrados, pois, com exceção dele, nenhum dos outros conseguiu cavar até a superfície, sendo que acreditava que conseguiu sobreviver por ter sido lançado para longe do local da batalha por um ataque certeiro do Diggersby e em relação a sua evolução que deveria ter sido capaz de safar, o selvagem acreditava que ele havia sido pego pelos metais retorcidos do vagão abandonado por se encontrar ao lado do mesmo no momento do desmoronamento do teto.

Após algumas horas, ele foi encontrado pela Bunneary de Lilia que passava próximo do local e que havia ouvido alguém gemer, fazendo com que se afastasse da sua amiga e treinadora, a levando junto dela, quando a mesma seguiu dentre as árvores, com ambas ficando horrorizadas ao ver o estado debilitado do selvagem.

Então, a humana o recolhe gentilmente em seus braços para evitar agravar o estado dele já debilitado, enquanto ficava atenta aos ferimentos dele visando evitar qualquer dor adicional, para em seguida, correr até o Centro Pokémon mais próximo, desconhecendo o fato de que a sua Bunneary se apaixonou a primeira vista por ele.

Após recobrar a consciência, conforme era tratado, era visível a enorme tristeza que o acometia pelo seu olhar desolador e igualmente deprimido, olhando para um ponto qualquer, sem vontade de fazer nada ao mesmo tempo em que derramava lágrimas silenciosas.

Bunneary falou com ele e conseguiu descobrir o motivo de sua dor, sendo que contou a sua treinadora, pois, havia aprendido a linguagem humana.

Sentindo pena dele, Lilia procurando confortá-lo com afagos gentis, sendo que acreditava que a dor em seu coração e a tristeza eram tão desoladoras que o desejo de atacar um pokémon doméstico sequer passava na mente do selvagem deprimido, mesmo com a sua amiga no lado dele e de fato, era isso o que acontecia com Bunnelby. O seu sofrimento era demasiadamente intenso para que outros instintos entrassem em ação.

A doméstica procurou animá-lo, assim como a sua treinadora, que também se ofereceu para acomodá-lo em sua mansão, sem capturá-lo, pois entendeu a história dele, além de ter ficado triste com o que ele passou e a sua perda.

Uma semana depois, quando o selvagem se sentiu melhor, pediu para que elas o levassem ao local onde a encontraram, com ambas concordando.

Após chegarem onde o encontraram a beira da inconsciência, o coelho pokémon as conduz por uma trilha dentre árvores de copas densas até chegarem no local onde ocorreu o desmoronamento, com o coelho pokémon passando a olhar com desolação e tristeza em seu olhar.

Então, ele fica surpreso ao ver a humana abrindo uma pokéball diferenciada, contendo lápides guardadas em seu interior e que foram retiradas, sendo que a superfície úmida deles permitia facilmente a escrita e que quando secasse, ficaria permanente.

Ambas as posicionaram ao lado do local do desmoronamento e Lilia escreveu o nome de cada um dos amigos dele, uma para cada lápide, sendo que havia restado uma, com a jovem falando que era para o diggersby, se assim desejasse.

Lilia e a doméstica ficam surpresas ao verem que o coelho pokémon posicionou a lápide, concordando em fazer uma para o seu algoz, com a humana escrevendo o nome, para depois, pegar um pequeno saco que continha belos arranjos de flores, entregando-os para o tipo Normal que estava emocionado ao pegar com as patinhas, vendo a humana e a sua Pokémon colocando as flores em frente das lápides, com ele repetindo o gesto, para depois, juntar as patinhas, assim como ambas fizeram, mostrando respeito aos que faleceram.

Após alguns minutos, elas se levantam e estendem a mão para o tipo Normal, enquanto sorriam de forma confortadora, o convidando, com o mesmo acenando, enquanto secava os últimos vestígios de lágrimas, antes de segui-las.

Após algumas semanas, ele conseguiu superar a sua dor ao mesmo tempo em que se encontrava apaixonado pela doce e gentil Bunneary, que havia sido a sua luz, assim como havia apreciado o conforto que a humana dedicava para ele, enxergando o seu coração bom, gentil e amável, chegando ao ponto de aprender, aos poucos, a linguagem humana graças as aulas de Hakai.

Então, ao visitar pela última vez os túmulos dos seus amigos, se despedindo deles mentalmente, ele pede para ser capturado por Lilia para ficar junto da sua amada, com a humana concordando, para depois, estender uma pokéball para o tipo Normal que consente enquanto tocava com a pata, passando a ser absorvido pelo objeto ao mesmo tempo em que não oferecia qualquer resistência a captura, pois, era o seu desejo ficar junto de sua amada e da gentil treinadora dela.

Após surgir um brilho e som do receptáculo, indicando o sucesso da captura, a adolescente o tira da pokéball, sendo que a sua Bunneary raramente ficava dentro do objeto.

Então, com a jovem achando fofo o casal que dá as patinhas um para o outro, eles se retiram do local.

Quando bunnelby virou para trás, visando ver as lápides pela última vez, ele arregalou os olhos.

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Resposta para o Guest:

Yo!

I put M, because it will have scenes +18, with some older characters. I preferred to put the warning before, so that the reader knows that there will be sex scenes.

Another reason for M is the graphic violence of the tortures of Yukiko, Hime-chan and others that will emerge.

Violent graphic scenes can be considered M.

Of course, we have a rating below M.

However, it may occur from the administration of the site or denunciation of some reader, interpreting the scenes of torture with scenes of explicit violence as M and as I would not be with this classification, my fanfiction would be excluded.

I preferred to take precautions, along with the fact that the sex scenes will occur later.

I apologize for any mistakes. I'm using Google Translator.

Thank you very much for the review.