Notas da Autora

Satoshi e os outros ficam...

Yukiko comenta...

Capítulo 175 - Descoberta em Tokiwa Forest

- Isso é incrível! É uma nova descoberta. – Shigeru exclama maravilhado.

- Um pokémon misterioso... – Cheren comenta maravilhado.

- Está muito escuro. É melhor verificamos se é algum animal. – Takeshi comenta pensativo.

Satoshi aponta a pokédex e descobre que não há dados, pois, o aparelho não conseguiu identificar o estranho ser encolhido na sombra de uma frondosa árvore.

A albina se curva para pegá-lo e Takeshi fala com preocupação atada na voz:

- Cuidado. Não sabemos o que é.

- Ela consegue lutar contra um pokémon, tranquilamente. Não acho que esse ser conseguiria fazer algo contra a minha imouto. – Satoshi fala tranquilamente com as mãos nos bolsos.

- "Lutar contra um pokémon"? Quando? – Takeshi pergunta estupefato.

Shigeru explica resumidamente a batalha entre Yukiko e a Hime quando ela era uma pichu, assim como a batalha da albina contra uma Mankey guerreira e viúva que pertencia ao antigo bando do Mankey mulherengo de Satoshi, fazendo o moreno consentir, ainda exibindo surpresa em seu semblante.

A albina toca gentilmente no ser, notando em um primeiro momento que parecia esguio, juntamente com o fato de sentir penas em uma parte dele, além de escamas lisas e surpreendentemente suaves por mais estranho que fosse e ao senti-lo tremer ao seu toque, provavelmente pelo medo que o tomava, ela murmura com uma voz gentil e confortante, sendo que por algum motivo, sentia uma espécie de vínculo com aquele ser:

- Tudo bem. Não vou lhe machucar. Eu prometo. – ela o afaga gentilmente e aguarda pacientemente que os temores cessem, sendo que Hime e Sora se entreolham, para depois, se afastarem dos ombros da sua treinadora.

A Pikachu shiny fica no chão, enquanto a Spearow pousa em um galho ali perto.

Então, quando para de tremer, ela o traz para a luz, fazendo todos exibirem semblantes de contemplação. O ser era esguio, lembrando uma serpente pequena com asas, com o seu corpo possuindo um tom dourado como ouro e olhos azuis, além de uma joia circular azul na testa, sendo que olhava curiosamente para todos ao mesmo tempo em que mexia as asinhas emplumadas.

- Kawai. – Yukiko murmura a segurando no colo, enquanto a abraçava.

- É seu imouto. Foi você que o achou.

- Com certeza. – Shigeru concorda sorrindo.

- Concordo. É o direito da pessoa, já que foi ela que o encontrou. – Cheren consente.

- Sim. É dela. – Takeshi sorri, enquanto consente.

- Arigatou (obrigada)! – Yukiko agradece, sorrindo.

- Como é um pokémon novo e misterioso, sendo que foi você que o descobriu, é seu direito por o nome que desejar. Eu só peço para me deixar fazer exames e acompanhar o desenvolvimento. – Shigeru fala animado, olhando atentamente para o ser que se encontrava sobre escrutínio dos demais.

- Eu concordo. Será bom para mantermos a saúde dele. – ela olha atentamente para o ser e após alguns minutos, fala – Já sei! O seu nome será Kinkiba (金牙 - presas douradas)! Mas vou apelida-lo de Kin-chan!

- Kinkiba? É um nome interessante. – Takeshi murmura.

- Com certeza, combina com ele. – Cheren fala consentindo.

Em outro universo, uma serpente alada dourada, possuindo um tamanho gigantesco e que se chamava Kinkiba também, sendo na verdade uma contraparte dela que atualmente se encontrava em sua forma pequena, folheando uma revista de fofocas, espirra, sendo que uma jovem de cabelos brancos e olhos azuis que se chamava Yukiko, sendo uma meia Yukiryuu (dragão das neves), que são dragões peludos e albinos com poderes divinos na forma de uma neve divina, podendo usar outros elementos, além de serem dragões mamíferos, se aproxima, perguntando:

- Está resfriada, Kin-chan?

- Não sei, Yukiko-chan. É estranho um ser divino como eu, adoecer.

- Já ouvi falar de dragões que adoeceram. Claro, eles não são sagrados como você, com exceção da espécie da minha mãe, os Yukiryuu (dragões da neve), que possuem poderes divinos.

- Fala de um desses vários universos em que um rapaz pervertido bastardo e sexista que adora humilhar mulheres em público ao deixá-las nuas, chamado Issei Hyoudou, que deixou o dragão que habita a Sacraed Gear dele e que se chama Ddraig, adoecer do coração por causa da perversão estranha e igualmente doentia por seios? E que mesmo com o pobre dragão doente, ele continuou no mesmo grau de perversão, não se importando com o estado dele, obrigando o pobre coitado a sobreviver com medicamentos em vez de deixar de ser pervertido ao mesmo tempo em que se recusava veemente a se tornar um verdadeiro guerreiro?

- Esse mesmo bastardo.

- Não acho que eu esteja doente. Além disso, foi uma proeza inimaginável o que esse bastardo sexista fez. Desde quando um dragão pode adoecer dessa forma? Eu sinto pena de todas as versões de Ddraig que tem ele como hospedeiro.

- Eu também sinto. Ainda bem que conseguimos eliminar a existência de alguns desses desgraçados sexistas, Kin-chan. – ela fala sorrindo feliz ao se lembrar dos que ela destroçou.

- Fizemos um favor à humanidade e protegemos varias mulheres da humilhação pública de ficarem nuas com aquela técnica sexista que ele deu o sangue e suor para aprender, o Dress Break. Ele até deixava as próprias amigas dele nuas em público. Com um amigo desses, quem precisa de inimigo? Ele era um bastardo que deixava as mulheres nuas, as impedindo de lutarem, para derrotá-las sumariamente. Muitas eram guerreiras e passaram vergonha por causa de um pervertido desgraçado e indigno do ar que respira. De fato, o mundo ficou bem melhor sem ele. Inclusive, o próximo portador do Ddraig foi um autêntico guerreiro poderoso e que honrava o poder do dragão. Em muitos universos, ele não tinha qualquer salvação.

- Sim. A perversão limitava o seu poder. Nos que tiveram salvação, eles mostraram o seu verdadeiro poder ao deixarem de ser pervertidos e conseguiram a liberdade da escravidão das Evil Peaces ou então, conseguiram evitar a escravidão, além de nunca terem sido pervertidos. Afinal, o seu verdadeiro poder se torna trancado pela perversão extrema por seios e pela comodidade de poder que as Evil Peaces podem fornecer. Sem esses dois requisitos, eles se tornaram guerreiros formidáveis e incríveis. – ela fica pensativa – Já que estamos falando de vários universos e contrapartes... Será que existem contrapartes suas em universos diferentes do usual? Eu sei que tenho contrapartes distintas que são meios dragões da neve divina, assim como tenho uma que é meio anjo e meia dragoa da neve divina, outra que é uma hanyou, além de uma meia saiyajin, juntamente com outros tipos. Inclusive, eu soube que tem uma contraparte minha meia pokémon. Nunca sentiu curiosidade?

- Não. Do jeito que eu infernizava os anjos, os perseguindo para saber os últimos babados, após comer frutos divinos do Éden que não tinha Adão e Eva, acabando por ganhar asas para voar e poderes divinos, eu acredito que fui selada na Divine Gear em qualquer universo, como sempre acontece, após os anjos reclamarem com Deus.

- Será que é mesmo igual em todos os universos? Talvez, não seja. Podem existir universos que não tem qualquer sobrenatural ou contrapartes que são outro ser, assim como eu tenho contrapartes mestiças de outras raças.

- Verdade. É uma hipótese plausível. Não se esqueça de que você também é a contraparte de uma Yukiko original, a criadora de todos os universos, a Suprema Deusa Dragão criadora dos multiversos, Yukiko Tsukishiro, que possuí dois filhos adotivos dragões e que os elevou a Deuses dragões supremos do Multiverso e que somente estão abaixo dela em termos de poder e hierarquia, Ryuusou e Koorishiro.

- Verdade. Ela é bem imponente e raramente aparece na frente das suas contrapartes.

Então, Kinkiba dá um grito de felicidade ao chegar a uma página específica da revista de fofoca que estava lendo, surpreendendo a albina que pergunta:

- O que aconteceu, Kin-chan?

- Veja isso! A Marinette e o Adrien descobrem a identidade um do outro e revelam seu amor! A cena será finalizada com um beijo entre eles! Até que enfim! Vai passar hoje!

- Que bom, Kin-chan. – ela sorri, consentindo.

A sua amiga havia conseguido a liberdade da Divine Gear, assim como outros seres que habitavam as Sacraed Gears, após habitar por incontáveis milênios a Divine Gear que atualmente estava com ela. Mesmo com a Kinkiba livre do objeto, ela ainda conseguia acessar os seus poderes em decorrência do tempo que a serpente dourada alada ficou selada.

Kinkiba era uma fã ávida de fofocas e que, inclusive, havia ganhado um gosto imenso por novelas, sendo uma noveleira assídua que não perdia um capítulo sequer, acompanhando inúmeras novelas, além de séries e minisséries, além de acompanhar qualquer fofoca de pessoas famosas. A albina se questionava como ela conseguia não se atrapalhar com as histórias que assistia.

Então, ela cessa os seus pensamentos e volta a ler um livro, enquanto relaxava.

De volta ao universo de pokémon, mais precisamente na região de Kantou, a pequena serpente alada pergunta inocentemente, piscando os olhinhos:

- Quem são vocês?

Todos ficam estarrecidos ao vê-la falar, sendo que Yukiko pergunta agradavelmente surpresa, exibindo um imenso sorriso no rosto, após detectar que a voz do ser era feminina, evidenciando o fato de que era uma fêmea:

- Você consegue falar a linguagem humana?

- Acho que sim. Quem são vocês?

- Somos humanos e eles, pokémons – nisso, ela os apresenta – Você é um pokémon e é fêmea, pelo visto.

- O que é um pokémon?

- Um ser desse mundo, Kin-chan.

- Oh! Então, eu sou um pokémon.

- Para ficar comigo, precisa entrar em uma pokéball. – nisso, ela mostra o dispositivo.

- O que é pokéball?

- É um receptáculo onde os pokémons ficam.

- Os pokémons ficam nisso?

- Sim. Se quiserem seguir um humano. É para evitar que seja capturado por outros humanos. Quer viajar comigo, Kin-chan? Será divertido! – ela exclama animada.

Os olhinhos dela brilham e a serpente abana a caudinha animadamente, assim como as asinhas, sendo que desde que foi pega pela humana, se sentia estranhamente ligada a ela.

- Além disso, você é tão pequena que eu duvido que consiga sobreviver sozinha.

- Parece interessante. – Kinkiba murmura.

- Basta encostar o seu focinho no objeto.

A serpente dourada consente e encosta o focinho na pokéball, sendo que o objeto não reage, deixando todos confusos.

- Imouto, tente outra pokéball.

Ela tenta outros receptáculos que exibem o mesmo resultado, deixando todos estupefatos, enquanto Kinkiba virava fofamente a cabeça para o lado, exibindo confusão em seus olhos.

- Tudo bem. Uma pode estar com defeito. É algo plausível. Mas, várias? – Cheren pergunta estarrecido.

- Eu não acho que seja um defeito. – Takeshi murmura, sendo que os pokemons estavam surpresos pelo objeto não reagir à serpente dourada.

- Era para acontecer isso? – Kinkiba pergunta confusa.

- Não, Kin-chan e se nenhuma pokéball funciona em você, isso significa que você não é um pokémon. – Yukiko fala pensativa.

- Se não sou um pokémon, o que eu sou? – ela pergunta exasperada.

- Eu não sei, Kin-chan. – ela responde, balançando a cabeça para os lados.

A albina olha para os demais que concordam que ela não era um pokémon, pois, se fosse um, a pokéball teria demonstrado alguma reação.

Todos passam a ficar pensativos sobre o que ela era até que a albina tem uma ideia e segurando a Kinkiba com uma mão, sendo que a mesma havia se enrolado em seu braço, pega o seu Smartphone e após pesquisar avidamente, exclama:

- Eu achei!

- Achou o que, imouto? – Satoshi pergunta arqueando o cenho.

- Vejam – ela aponta para a tela do Smartphone – Uma doutora chamada Burnet está estudando portais para outros mundos que ela chama de Ultrawormole, sendo que os demais cientistas aceitam a existência de universos alternativos na forma de universos paralelos.

Após alguns toques na tela, ela comenta:

- Há artigos científicos que dizem que o fenômeno Wormhole de Schwarzschild, também chamado de buraco de minhoca, pode conectar além do mesmo espaço, outros universos, permitindo, inclusive, viagens no tempo. Claro que são eventos raros. A doutora Burnet está trabalhando baseada nessa descoberta e por relatos de algumas pessoas de eventos misteriosos no céu.

- Em que lugar?

- Ela diz que há relatos em vários lugares no mundo e de um principal que ocorreu há quase dez anos atrás, quando o mundo sofreu abalos sísmicos violentos, mega tsunamis e tempestades violentas, sendo que tais relatos foram bem vívidos, principalmente os que surgiram no arquipélago de Alola, onde fica a base do laboratório dela, o Laboratório de Pesquisa Dimensional, localizado em Kantai City (Heahea City). Ela está namorando o Hakase Pokémon da região de Alola, o doutor Kukui.

- Incrível! – Satoshi exclama animado.

- Põe incrível nisso! Eu vou acompanhar as publicações cientificas dela! – Shigeru exclama animado.

- Nós precisamos visitar Alola, algum dia desses. Essa viagem promete e dizem que é um paraíso. Além disso, a interação das pessoas com os pokémons é distinta do resto das regiões, com exceção de algumas, consideravelmente isoladas. Inclusive, Alola tem uma áurea mística, além de ter Divindades Guardiãs, uma para cada ilha que sempre defendem esse arquipélago e que são venerados pelo povo, além de serem fortemente protegidos pelo governo local.

- "Divindades Guardiãs"... Parece interessante. – Satoshi murmura.

- Com certeza.

- Se não me falha a memória, elas protegeram Alola de mega tsunamis, mega terremotos e tormentas violentas, inclusive de quase dez anos, atrás, conforme apareceram para cada um dos Kakunas de cada ilha que possuí um templo.

- Verdade. Muitos filmaram essas divindades em ação, assim como foi em vários lugares do mundo.

- Quem sabe, possamos descobrir mais sobre você em Alola, Kin-chan? Talvez, a doutora Burnet possa ter alguma teoria. – ela fala para a serpente alada.

- Eu espero que ela saiba. Tipo, vocês sabem que são humanos. Eles são pokémons. Mas o que eu sou? – ela pergunta agoniada.

- Vamos descobrir, Kin-chan. Eu prometo. Pelo menos, você não pode ser capturada.

A serpente dourada pergunta:

- E isso é bom?

- Sim. Ninguém pode tirá-la de nós contra a sua vontade. Quer dizer, vão ter que usar outros métodos mais complicados do que atirar uma pokéball.

- Entendi.

Nisso, ela passa a se enrolar nos ombros da albina, sendo que havia espaço para a Hime ficar no ombro, assim como Sora, com todos voltando a andar.

Após algumas horas, eles decidem parar para comer e liberam os seus pokémons para relaxarem, com a Kinkiba ficando animada ao conhecê-los, sendo que todos se encontravam tão curiosos em relação a ela, assim como a serpente se sentia em relação a eles, sendo que fica estupefata ao ver a Ônix shiny colossal e a Magikarp imensa shiny.

Após a fase das apresentações, ela passa a se divertir com alguns pokémons, enquanto que outros ficavam voando, se divertindo a sua maneira ou apenas, descansando. Havia aqueles que ficavam embaixo de árvores e aqueles que brincavam com uma bola que deram para eles, sendo que outros se reuniam em grupos para conversarem ao mesmo tempo em que os casais ficavam juntinhos, trocando juras de amor passeando ou sentados em algum galho ou pedra, com a serpente dourada ficando surpresa ao ver casais distintos como uma Ratata e um Spearow juntos, falando sobre amor.

Kinkiba havia ficado surpresa, também, ao ver os irmãos Pinsir realizando disputas entre si, enquanto os irmãos Ekans estavam em um canto, jogando conversa fora. Ela também avistou um Butterfree e uma Beedril discutindo, assim como, um Nidorino e uma Nidorina, reconhecendo ambos os casais como sendo os de Cheren.

Nesse interim, o Mankey mulherengo olhava desolado para os casais trocando juras de amor, pois sentia inveja dos que tinham companheiras, enquanto ignorava os outros Mankeys que estavam conversando em uma roda, com todos eles passando a aceitarem a liderança nata de Akane, ex-líder do bando e viúva ao mesmo tempo em que os Ratatas estavam conversando entre si animadamente.

O Butterfree do Satoshi também suspirava ao ver o casal de Butterfree de Shigeru namorando, enquanto que o de Yukiko tinha mais interesse em conversar com os outros pokémons.

Kinkiba havia ficado com uma gota ao notar vários pokémons em torno de Satoshi, com a albina explicando que eram fêmeas pokémons que sempre buscavam ficar juntas do irmão dela e quando a serpente dourada aponta para uma Eevee que estava curtindo o afago em seu pelo, enquanto se encontrava no colo de Cheren que conversava com os outros, a albina explicava que ela sempre procurava ficar junto dele, além de contar do sofrimento que a tipo Normal passou, fazendo a serpente dourada sentir pena dela.

Depois, ela passa a rastejar entre eles e conforme passava em frente ao casal Spearow e Ratata, o tipo Flying comenta:

- Ainda falta colocar um apelido em você. Vou chamá-la de Douradinha. – ele fala com satisfação, para depois, se encolher ao levar uma caudada da sua namorada atrás da nuca, fazendo Kinkiba ficar com uma gota.

- Vamos parar com essa mania? – ela pergunta, estreitando os olhos ameaçadoramente para o seu namorado que engole em seco, enquanto se encolhia sobre o olhar mortal que recebia, para depois, a tipo Normal revirar os olhos e começar a gesticular com uma de suas patas dianteiras na direção da serpente – Além disso, se você prestasse mais atenção, veria que o apelido dela é Kin-chan, sendo que o nome dela é Kinkiba. Portanto, ela não precisa de um adicional.

A Ratata olha para Kinkiba e sorri gentilmente, fazendo a serpente relaxar, sendo que passam a conversar com ela, enquanto o Spearow se recuperava do olhar mortal que recebeu da sua amada.

Então, é ofertada comida para os pokémons e eles param tudo o que faziam para comer, sendo que os casais davam comida na boca um do outro, enquanto trocavam olhares amorosos, carícias e beijos durante a refeição.

Após se alimentarem, eles voltam ao que estavam fazendo, sendo que a serpente dourada havia comido a mesma comida de Yukiko por precaução, pois, não queriam arriscar que ela comesse comida pokémon e acabasse doente.

- Estava conferindo alguns dados nos fóruns e parece que próximo de onde estamos, podemos encontrar, com sorte, Poliwag. O que acha de pescarmos, depois? Mais alguns metros à frente, segundo os dados do GPS, chegaremos a um lago imenso alimentado por rios.