Notas do Autor
Após o final do torneio...
Kakarotto e Yukiko, assim como os seus amigos gatinhos, ficam indignados quando...
Capítulo 10 - Oolong
Então, o juiz para de contar ao ver que Yukiko se erguia, debilmente, com as suas pernas tremendo, enquanto estava com a visão turva, usando todo o orgulho de seu sangue para ficar de pé, sendo que ela estava no limiar entre a consciência e inconsciência.
- Incrível! A lutadora Yukiko ficou de pé! Ela é a vencedora do Tenkaichi Budoukai deste ano!
Após ouvir a declaração como se fosse uma voz distante, a meia saiyajin se entrega a escuridão e cai no trecho que sobrou da arena.
Antes que o juiz, alarmado, chamasse os médicos para socorrer ambos, Sakura se aproxima da filha, a segurando, antes que se chocasse contra o chão.
Então, escondido, dá uma senzu a ela, colocando na boca dela que ao sentir a senzu, mastiga e engole, enquanto Gine, junto de Bardock, fazia a mesma coisa com Kakarotto, sendo que o juiz notou uma movimentação estranha e pergunta:
- Hã... O que estão fazendo?
Gine se levanta e sorrindo fala:
- Segredo.
Nisso, todos ficam estáticos, quando eles se levantam, como se nada tivesse acontecido, fazendo os olhos de todos ficarem esbugalhados, enquanto lutavam para acreditar que o que viam era real.
Kakarotto caminha até Yukiko, sorrindo, conformado com o resultado, enquanto que ela falava ao vê-lo se aproximar:
- Com muito custo, eu consegui ficar de pé, acredite. Eu estava no limiar entre a consciência e a inconsciência. Creio que somente consegui isso, graças ao orgulho que carrego em meu sangue e que é forte.
- Com certeza. – o saiyajin fala sorrindo.
Enquanto isso, o Time do Dragão aplaudia, assim como a multidão, com Pual indo até Kakarotto, enquanto que a gatinha Hana ia até Yukiko, abraçando ela, sendo correspondida pela meia saiyajin.
O juiz se aproxima e tenta, inutilmente, saber o que ocorreu, sendo que eles não respondem para desânimo dele e da plateia.
Então, após ajeitar o terno, o juiz se vira e fala a multidão:
- Como vencedora do Primeiro Tenkaichi Budoukai, a lutadora Yukiko levará o prêmio em dinheiro, assim como será declarada a lutadora mais poderosa abaixo do Céu!
Nisso, todos comemoram, enquanto que ela recebia o seu prêmio, sendo que Sakura recebia um cheque como pagamento pela narração da batalha e para espanto de todos, eles e os demais membros do Time do dragão saem voando dali, rumo ao céu, sobre o brilho dos flashes das câmeras dos jornalistas.
No dia seguinte, Yukiko se despede de sua família, assim como Kakarotto, sendo que Pual acompanharia Goku e Hana seguiria Yukiko.
Os dois se despedem de sua família, sendo que Bardock havia solicitado que eles seguissem uma determinada direção sem voar, apenas correndo e nadando.
As irmãs adotivas de Kakarotto, Raditz e Konato, falam:
- Eles estão bem animados. – Yue fala, deixando a mostra as suas orelhas e cauda.
- Com certeza, nee-chan. – Tsuki fala, também exibindo suas orelhas e cauda.
Kuririn e Tenshihan iriam fazer o mesmo, mas, indo por um caminho contrário ao do saiyajin e meia saiyajin, pois, não acreditavam que poderiam manter o mesmo ritmo do casal.
Popo iria acompanhar a meia saiyajin e o saiyajin em sua jornada de treinamento, observando atentamente ambos da plataforma do Tenkai, por precaução, já que eles eram inocentes e em virtude dessa inocência, era perigoso deixa-los sozinhos no mundo.
Com os gatinhos se segurando nas cabeças de seus amigos, o casal corre dali, velozmente e Kuririn comenta:
- Fizemos bem de fazermos somente nós dois a nossa jornada. Não conseguiríamos seguir o ritmo deles.
- Com certeza. Vamos. – Tenshihan fala e eles se despedem dos demais, passando a correrem para o outro lado.
Já, Tarble, iria passar por um treinamento mais intenso, para depois se tornar apto para partir em uma jornada como os outros. Ao lado dele, se encontrava um gatinho que havia se afeiçoado a ele, chamado Daigoro, que estava sentado no ombro dele.
Afinal, de todos, ele começou a treinar mais tarde e ainda faltava dominar algumas habilidades antes de partir em uma jornada. Ele esperava partir em uma jornada junto de Kakarotto e Yukiko, na próxima vez.
Após várias semanas, com o casal parando apenas para descansar, comer e beber, assim como dormir, lidando com o peso das roupas que se adaptavam automaticamente, enquanto faziam exercícios correndo com a ponta dos dedos ou puxando pedras pesadíssimas, assim como com o peso preso em suas caudas, além de saltarem e escalarem encostas escapadas, sempre com pesos enormes presos a eles, além de nadarem, já que não podiam voar como parte da jornada de treinamento, eles acabam avistando uma vila e entram na mesma.
Apesar de parecer uma vila fantasma, eles conseguiam sentir vários ki´s.
Portanto, sabiam que havia várias pessoas dentro das casas e frente a tal constatação, estranharam a atitude dos moradores.
- Estranho, não é, Kakarotto?
- Sim. Por que eles não estão aqui fora?
- Eu e Hana-chan vamos verificar aquele lado. – Pual fala e voa para a casa vizinha, junto da gatinha preta com laço azul na cauda.
Enquanto isso, Kakarotto, junto de Yukiko, vai até uma moradia onde sentiram a concentração de vários ki´s e avistam na porta a escrita "Sherman Priest".
Após tentarem, inutilmente, abrir a porta, pois, dosaram e muito a sua força, Goku exclama:
- Ei! Nós sabemos que vocês estão aí! Abram a porta!
Eles não obtêm qualquer respost vez de Yukiko falar:
- Sabemos que tem ao todo dez pessoas aí. Por que estão dentro de casa e não aqui fora?
Após não obterem qualquer resposta, Goku dá um peteleco na porta e a mesma racha, para depois eles entrarem, com Kakarotto sentindo algo na cabeça, embora não soubesse o que era, até que observa um machado amassado no formato de sua cabeça e comenta casualmente:
- Bem que senti algo...
- Por que nos acertaram? Chamamos várias vezes. – Yukiko fala emburrada.
- É um monstro! – eles exclamam em usino e quem desceu o machado no saiyajin se afasta para se juntar aos outros.
- Não sou um monstro. Eu me chamo Kakarotto. Prazer. – ele curva levemente a cabeça.
- Eu sou Son Yukiko. Prazer. – ela cumprimenta educadamente.
Um homem sai das sombras, ainda com o martelo erguido, sendo que pergunta, passando a olhar atentamente para o casal, vendo as caudas nas cinturas:
- Essas caudas... Por acaso, vocês fazem parte do lendário Time do Dragão?
- Sim. Sou filho de Bardock e Gine. Tenho três irmãos mais velhos, Raditz, Yue e Tsuki, além de uma irmã mais nova, Konato.
- Também sou parte do time do dragão. Sou filha de Son Gohan e de Sakura.
- Você é filha da lendária heroína Sakura-sama?! – outro mais atrás exclama, estarrecido.
- Sim.
Os outros se aproximaram, para depois se prostrarem, envergonhados, murmurando várias desculpas.
Então, o homem de bigode que segurava o machado, deixa o mesmo cair no chão com intrépido e se aproxima, se prostrando para o casal, falando com a fronte encostada no chão, sendo que chorava:
- Eu imploro! Por favor! Salvem a minha filha do Oolong! Por favor, heróis!
O casal se entreolha, sendo que Pual e Hana chegam naquela hora e quando o gatinho azul ia falar algo, se cala ao ver o homem idoso prostrado, chorando.
Yukiko se agacha e fala gentilmente, estendendo as mãos:
- O senhor poderia se levantar, por favor? Assim como os demais? Não precisa implorar. Ficaremos mais do que felizes em ajuda-los.
O homem ergue o rosto umedecido pelas lágrimas, ficando surpreso ao ver a humildade e gentileza deles, sendo que Goku fala:
- Eu também ficarei feliz em ajuda-los.
- Nós também! – os gatinhos exclamam em usino.
O homem se levanta e fala com evidente admiração, sendo que os demais exibiam um olhar emocionado para o grupo na frente deles:
- Tão nobres e bons! São verdadeiros heróis! Muito obrigado. Em nome de toda a vila agradecemos por heróis tão poderosos se dignarem a nos ajudar.
As demais pessoas que estavam escondidas estão emocionadas e os agradecem.
Então, o líder da vila dá três toques com um sino e todos os demais saem das casas, com ele apresentando o grupo, assim como falando da ajuda.
Muitos pegam papéis e pedem autógrafos, com eles dando os autógrafos, após explicarem o que era um autógrafo. Outros tiram fotos com eles e emprestam as câmeras para os outros tirarem fotos, também, pois eles viam o casal como celebridades.
Após os aldeões se acalmarem, sendo que estavam eufóricos pela identidade deles e pela ajuda, Hana pergunta curiosa:
- Quem é esse Oolong?
- É um monstro que pode assumir diversas formas. Ele vem até a vila e nos obriga a dar comida, além dele pegar várias garotas, sobre ameaça de nos destruir se não as entregarmos.
- Que monstro malvado! – Pual exclama indignado.
- Por que ele sequestra mulheres? Comida eu até entendo. – Yukiko comenta – Estranho, né?
Ela pergunta para Goku que fala confuso:
- Também acho estranho. Comida tem lógica, porque é gostoso. Mas, por que moças?
O casal olha para Pual e o saiyajin pergunta:
- Por que as moças Pual?
O gatinho fica pensativo e depois fala confuso:
- Não sei. Será que é para limpar a casa? Se bem, que os machos também podem fazer isso.
- Tem lógica... – Hana comenta pensativa – Mas, concordo com você. Machos também podem fazer isso.
- Talvez ele prefira mulheres para limpar. Mas, isso seria machismo. – Yukiko fala.
- Com certeza. – Kakarotto concorda.
Todos os aldeões ficam com gotas ao notaram o nível de inocência das crianças a sua frente e decidem deixar como está.
Afinal, nunca teriam coragem de romper a inocência infantil deles que não precisavam saber o motivo. Bastava se prontificarem a ajuda-los.
- Sabem como podem nos ajudar? – um aldeão pergunta.
- Podemos localizá-lo pelo Ki, desde que possamos saber como é o seu ki. – Kakarotto fala.
- Oh! O Ki! Nós chegamos a ouvir sobre o ki em um programa da tevê, que abordava os poderes dos heróis do lendário Time do dragão. Incrível!
Nisso, todos ficam animados e o líder fala:
- Hoje é o dia que entregamos comida a ele. Nas últimas semanas, ele tem falado que decidiu ser "gentil" – o homem fala a palavra gentil com asco – e traz cartas das garotas que foram sequestradas.
- O que dizem as cartas? – Yukiko pergunta curiosa.
- Que elas estão bem. Mas, não acreditamos nisso. Elas podem estar ocultando a verdade para nós não sofremos, já que não poderíamos fazer nada. – o líder fala tristemente e todos ficam cabisbaixos.
- O que acham que ele faz com elas?
O líder se surpreende e eles se entreolhavam, pensando em uma resposta que não acabasse com a inocência das crianças e gatinhos, sendo que uma senhora se adianta e fala:
- Acreditamos que ele deve fazê-las trabalharem demais e não deve estar dando folga ou as alimentando descentemente.
- Entendo... isso é muita maldade. Já não basta sequestra-las, tirando-as de sua família para cuidarem da casa dele. Ainda as priva de comida e as faz trabalhar muito! – Yukiko exclama indignada – Isso é ser muito malvado, não acham?
- Com certeza! – Kakarotto concorda, assim como os gatinhos e os aldeões suspiram aliviados ao ver que aceitaram a mentira.
Então, um dos aldeões vai até eles e fala:
- Avistaram Oolong se aproximando.
Rapidamente, o casal e os gatinhos ficam ocultos em uma casa, enquanto observavam os aldeões juntando comida e itens, sendo que uma espécie de monstro de duas cabeças se aproxima e começa a recolher os itens, para depois falar, deixando cartas no chão:
- Aqui estão as cartas delas como prometi.
Então, ele se retira e após se afastar, os heróis saem da casa, notando o olhar de ódio dos aldeões para Oolong.
- Já detectamos o ki dele. Vamos segui-lo discretamente. Não precisamos ficar próximo dele para segui-lo. Assim que encontramos o esconderijo e as garotas, iremos libertá-las. Também vamos usar nossos olfatos combinados por garantia, já que o ki dele é quase insignificante.
Dois homens se aproximam deles e falam:
- Gostaríamos de ir junto. Seremos nós que vamos entrar na casa, primeiro. Qualquer coisa, chamamos ajuda. Conseguimos essas armas, juntando o dinheiro de tudo mundo, após ele levar a filha do nosso chefe há vários meses atrás.
Eles pegam uma cápsula cada um e ao apertarem o botão é revelado que eram metralhadoras.
O motivo deles, de desejarem entrar primeiro, era que se estivesse ocorrendo algum estupro, não queriam que as crianças vissem tal ato, pois, desejavam preservar a inocência deles.
Não haviam usado as armas antes, pois, precisavam saber onde ele mantinha as garotas presas. Se o matassem na vila, nunca descobririam o paradeiro das garotas.
Agora, com os membros do Time do dragão com eles, podiam segui-lo sem ele saber, assim como poderiam usar as armas e estavam ansiosos para fazer isso, após o sofrimento que Oolong tem causado a eles há quase dois anos.
Os aldeões sempre foram pacíficos e odiavam a violência. Mas, após quase dois anos sobre a ameaça de Oolong, juntamente com o ato dele de retirar garotas e inclusive meninas da vila, eles deixaram de ser pacíficos.
Agora, queriam resgatar as garotas, assim como queriam vingança.
Após algum tempo, a meia saiyajin fala:
- Tudo bem. Vamos segui-lo a pé.
Então, o grupo começa a seguir Oolong a distância e mesmo o ki dele sendo quase insignificante, eles conseguiriam segui-lo. Além disso, os gatinhos estavam usando o seu olfato, assim como o saiyajin puro e a meia saiyajin.
Após algum tempo, eles avistam uma casa opulenta no alto de uma escadaria, sendo que um dos rapazes comenta irritado:
- O bastardo deve ter ameaçado várias vilas. Duvido que tenha sido dinheiro limpo que ergueu essa mansão.
- Dinheiro limpo? Mas, o dinheiro pode ser sujo? – Hana pergunta curiosa, sendo que Pual e o casal olham curiosos para eles.
Os homens se entreolham, para depois um deles explicar:
- Dinheiro sujo é um dinheiro que é adquirido de maneira ilegal. Ou seja, através de crimes. O que chamamos de dinheiro limpo, é o dinheiro honesto recebido pelo fruto de seu trabalho ou cuja origem é totalmente legal. Ou seja, não veio de crimes.
- Oh! Entendi. – Yukiko comenta.
- Interessante. – Kakarotto comenta.
Então, eles sobem a escada e os dois rapazes detém as crianças e os gatinhos voadores, falando:
- Como nós falamos na vila. Nós vamos primeiro.
- Pode ser perigoso. – Yukiko fala preocupada.
- Temos essas belezinhas conosco – um deles fala, enquanto dava tapinhas, carinhosos, em sua metralhadora - Elas têm grande um grande poder de fogo. Monstro ou não, duvido que esse desgraçado aguente o poder de fogo delas quando começarmos a metralha-lo. Se mesmo assim, ele não for derrotado, chamaremos vocês.
Após terem a confirmação que as crianças e os gatinhos ficariam próximos da entrada, os homens se enchem de coragem e entram com as armas em punho, erguendo-as, enquanto entravam cautelosamente na mansão, sendo que também se preparavam, mentalmente, caso vissem algumas das jovens sendo estupradas pelo monstro que mudava de aparência.
Notas finais.
Eu quero agradecer ao comentário de: Red Dragon Emperor V2.
