Notas do Autor
Os aldeões ficam...
Oolong acaba...
Yamcha decide...
Yo!
Por enquanto, ambos são crianças. Não há distinção no aspecto resistência e força. No quesito Ki, eles são iguais.
Por isso, a luta foi acirrada, sendo que a vitória pertenceu a aquele que se levantou primeiro.
Desde já saibam que não haverá favoritismo aqui, só porque essa personagem, a Yukiko, é meu alter ego, como todas as Yukikos são e quem conhece a maior parte das minhas Yukiko´s, deve ter notado que faço, muitas vezes, elas sofrerem e muito, mesmo sendo alter egos meus.
Portanto, nunca favoritei as Yukiko´s, por assim dizer, em detrimento dos outros. Por isso, que essa Yukiko venceu apenas porque ambos são crianças, não há distinção de força e resistência que há em adultos, além do fato dela treinar o ki a mais tempo de Kakarotto, assim como ela teve batalhas mais difíceis do que ele teve. Ela treina há anos. Goku começou a treinar a alguns meses.
Claro que a diferença no quesito resistência e força, somente será relevante quando se tornarem adultos. Por enquanto, eles são crianças e esses fatores não entram na equação, ainda, por assim dizer. No caso, força e resistência.
Afinal, há diferença em corpos de mulheres e de homens. Os homens são mais resistentes e mais fortes do que as mulheres. Isso é biológico. Esse seria o diferencial de Goku, já que no quesito Ki, ambos estão em igualdade.
Aí sim, o fato de ser homem será um fator decisivo na final.
Por enquanto eles têm corpos de criança.
Esses foram os motivos para dar a vitória a Yukiko. Torno a afirmar que não foi por favoritismo e quem acompanha minhas fanfictions, sabe que, normalmente, as Yukiko´s, meu alter egos, sofrem em minhas mãos, porque amo drama. Acreditem, já fiz muitas passarem por sofrimentos intensos, se enquadrando no gênero Angust (angústia). Ou seja, não foi um drama leve e sim, intenso e altamente angustiante, ao ponto de fazer leitores chorarem para terem uma noção.
Tenham uma boa leitura.
Capítulo 11 - A verdade sobre Oolong
Quando os homens entram no recinto adjacente ao local em que se encontram as garotas, ficam estarrecidos ao verem algumas jovens fazendo exercícios com maio de ginástica, outras tomando drinks com casacos de pele, deitadas em cadeiras de luxo reclináveis e mais a frente, observam em um canto, olhando de forma triste pela janela, a filha do líder da vila com a sua usual trança, suspirando, sendo possível ver uma lágrima em seus olhos com ela murmurando tou-chan.
Ao contrário das outras que estavam cobertas de joias e felizes, além de exibirem faces arrogantes, assim como petulantes, a jovem estava triste, sendo que usava um vestido bonito e até elegante, enquanto era discreto e não parecia relaxada e feliz como as outras, sendo que ouvem uma das garotas falar com inveja em seu semblante ao se aproximar da menina:
- Oolong-sama é tão generoso! Ele não nos obriga a nada e dá joias, assim como tudo o que pedimos. Além disso, é a favorita dele. Quem dera que eu fosse a favorita!
- Eu desejo voltar a vila. Esse é o meu único desejo e ele não concede. Desejo a minha liberdade e ele nega. Vocês gostam de luxo. Eu não. Eu quero viver com o meu pai e amigos. Não sou fútil como vocês.
- É uma tola! Nós não gostamos de sujar as nossas mãos na terra. Você é tão estranha!
Outra se aproxima e fala:
- Não é que ela é estranha, ela é ingrata. Estamos tendo uma vida boa, repleta de luxo e comodidade, sendo que o que pedimos ele concede. Veja essas joias que comprou para mim. Em relação a você, ele é mais do que generoso e não compreendo o que Oolong-sama viu em você. Uma jovem patética que fica chorando pelos cantos com saudades de sujar as mãos na terra. Está sem o pai, mas, é o preço a se pagar pelo luxo e eu fico feliz em pagar esse preço.
- Sou diferente de vocês. Temos prioridades diferentes. Eu quero voltar para junto do meu pai e amigos. Não me importo de trabalhar no campo. É gratificante ver a planta crescer, após você se empenhar tanto para cuidar dela. – ela fala com um olhar saudoso.
- Você é mesmo estranha, garota. Não entendo como Oolong-sama prefere você em vez de nós. Garanto que seríamos uma companhia melhor do que você. – outra que estava malhando fala indignada pela atitude da jovem que ficava cabisbaixa próxima a janela.
- Saibam que nunca desejei essa atenção. Se estão incomodadas com isso, perguntem a ele porque essa preferência pela minha pessoa. Não sou como vocês. Joias e luxo não me seduzem.
- Bem, você deu uma boa ideia. Nós queremos compreender porque alguém tão patética como você é a preferida dele. Isso não tem lógica e somente Oolong-sama poderia nos explicar.
Nisso, as demais concordam e decidem voltar ao que faziam, se afastando dela.
Vários minutos depois, os dois homens escondidos, observam um porco usando roupas verdes, se aproximando com uma caixa de veludo nas mãos, sendo que imaginavam que devia ser um servo do monstro que sequestrou as jovens.
O porco que andava sobre duas pernas, para ao lado da jovem que não se digna a olhar para ele, com o mesmo falando:
- Quando vi essa joia, me lembrei de você.
- Sabe que não gosto de joias, Oolong-sama. Nem de roupas caras. Tudo o que quero é a minha família.
- Isso seria complicado. Podemos formar uma família se aceitasse se casar comigo. Eu esperaria até que crescesse.
- Nunca me casaria com você. Como posso me casar com alguém que me aprisiona contra a minha vontade, me afastando daqueles que amo?
- Posso ser generoso. Darei tudo o que pedir, menos em relação a sua família. A sua vila me odeia. Nunca poderia me aproximar de você, novamente.
- E quem é o culpado disso? – ela fala olhando para ele – Você é culpado pela sua situação atual e não tenho que arcar com as consequências do seu erro. Se quer uma esposa, escolha qualquer uma das outras. Acredito que eles não iriam recusar o seu pedido.
- Mas, não quero me casar com nenhuma delas, quero você.
- Está perdendo o seu tempo.
- Veja a joia. Talvez mude de ideia.
Ele coloca a caixinha de veludo no colo dela e se afasta, enquanto ela jogava a caixinha para o lado, tornando a derramar mais uma lágrima em seu rosto.
Então, todas as garotas ficam estarrecidas, enquanto que Oolong fica assustado ao ver dois aldeões, irados, portanto metralhadoras, apontando para ele que sente o sangue gelar, sendo que urina nas calças, enquanto observa as armas sendo engatilhadas.
- Gostaríamos de dizer que viemos salvar todas, mas, pelo visto, a única que quer ser salva é a filha do chefe. – um deles fala desgostoso pelo comportamento das outras.
- Kakarotto-sama e Yukiko-sama, podem vir! – outro grita.
A meia saiyajin, o saiyajin e os gatinhos entram na sala e avistam as garotas e um porco com roupa e suspensórios na frente deles.
Eles se aproximam e Kakarotto comenta descrente ao identificar o odor do monstro ao porco a sua frente:
- Então este é Oolong... Mas, é um porco falante e bípede.
- Que estranho... – a jovem murmura – Lembra as habilidades dos gatinhos.
- Há escolas, porém são poucas que ensinam a arte da transformação que aprendemos como Henge. – Pual fala, seriamente.
- Isso mesmo. Não é uma habilidade que todos os animais ou monstros podem dominar. Apenas alguns tipos detém essa habilidade que tem ser dominada, sendo que tem que ser aprendida e treinado em uma escola que ensina henge. – Hana fala.
- Henge? – um homem pergunta.
Hana sorri e exclama, sendo envolvida por uma nuvem:
- Henge!
Quando a nuvem dissipa, revela um ventilador que funciona, sendo que tinha dois olhos.
- Uau! – outro exclama.
Hana desfaz o henge, enquanto que Pual fala.
- No início, só conseguirmos ficar cinco minutos transformado, sendo que precisamos descansar um minuto antes de nós tentarmos nos transformar de novo. Após se formar na escola, podemos ficar várias horas transformado.
Hana fala:
- Eu e Pual, nós formamos e por isso, podemos ficar várias horas transformados, além de termos feito treinamentos adicionais para aumentar a nossa resistência, ficando assim mais tempo transformados, além de podermos aumentar os nossos poderes, inclusive, acompanhando a transformação. Imagino que a transformação dele, apenas muda a aparência e ele não consegue aumentar seus poderes.
Aproveitando a ligeira distração deles, Oolong exclama,
- Henge!
Ele é envolvido em uma fumaça, assumindo a forma de um morcego vermelho grande que voa velozmente dali.
- Fugiu! – um dos homens exclama.
Então, eles observam com gotas na cabeça, que as crianças começam a jogar jo-ken-pou, até que Kakarotto exclama animado:
- Eu ganhei!
- Droga... – Yukiko olha murmurando para as mãos.
Então, todos ficam surpresos com exceção da gatinha e da meia saiyajin, quando Kakarotto salta da janela e exclama:
- Kinto-un! – ele decidiu usar a nuvem, pois, fazia tempo que não a usava.
- Henge! – Pual que o acompanhou, exclama e se torna um pássaro.
- Bem, como ele venceu, será ele a capturar esse bandido. Mas, não quer dizer que eu não possa segui-lo – a meia saiyajin comenta para si mesma, para depois olhar para a sua amiga – Vamos?
Ela pergunta para Hana que consente.
Então, Yukiko vai até a janela e salta, exclamando, decidindo usar a nuvem, também:
- Kinto-un!
Outra nuvem aparece, enquanto todos estavam com os olhos esbugalhados, com a meia saiyajin saltavam na nuvem, com a gatinha voando ao lado dela, exclamando:
- Henge!
Ela se transforma em um pássaro também e a segue.
Oolong está voando pelo céu, indignado, enquanto bufava:
- Agora que eu consegui uma jovem que é o meu tipo ideal de mulher, eu tenho que fugir! Droga! Agora, não posso voltar para a minha mansão!
- Você não vai escapar de mim!
Oolong fica estarrecido ao ver a criança com cauda de macaco acompanhado a velocidade dele de pé em uma nuvem dourada que voava.
Então, ao longe ele vê a garota com cauda de macaco voando em uma nuvem dourada, também, com dois pássaros voando ao lado dela.
- Henge!
Desesperado, ele usa o seu poder e assume a forma de um foguete que se afasta velozmente do local.
Kakarotto imprime mais velocidade na Kinto-un, com Yukiko fazendo o mesmo, sendo que os gatinhos exclamam juntos:
- Henge!
Eles se transformam, também, em dois foguetes para acompanhar a velocidade das Kinto-un e como treinavam o Ki, eles não se cansariam como normalmente acontecia ao se transformar em algo que se desloca velozmente.
Oolong, como foguete, corta o céu dentre as montanhas na ânsia de despistar o jovem, não conseguindo, enquanto se sentia cansado, parando brevemente, para depois voltar a voar velozmente ao ver que o garoto o encontrou, após despistá-lo, brevemente, dentre as montanhas, até que fica desesperado:
- Oh não! O tempo está acabando!
Então, a transformação dele se desfaz em fumaça com o porco exclamando:
- Eu estava certo!
Ele começa a cair em queda livre, implorando, desesperado:
- Socorro!
Antes que se aproximasse do solo, ele é pego na mão por Kakarotto, sendo que pergunta, estarrecido ao jovem:
- O que eu quero saber, é quem são vocês?
Ele pergunta, olhando a jovem de antes que se aproximou, com a cauda enrolada na cintura, sendo que sentados na nuvem estavam os dois gatos.
- Sou Kakarotto, filho de Bardock e Gine. Tenho um irmão mais velho, Raditz e uma irmã mais nova chamada Konato.
A meia saiyajin se aproxima e fala:
- Sou Son Yukiko, neta de Mutaito, filha de Muten e de Sakura.
- Sou Pual.
- Eu me chamo Hana.
Oolong pergunta estarrecido:
- Vocês fazem parte do lendário time do dragão? Você é filha da lendária Sakura?
- Sim.
Os outros acenam.
Ele é levado até a vila, sendo que as garotas, de mau humor, estavam voltando a vila, com muitas reclamando que estavam vivendo uma vida de luxo e que não queriam voltar para o campo.
Já, a filha do líder abraça o seu pai, com ambos chorando após o seu reencontro.
Yukiko e Goku falam que iriam leva-lo a polícia e um aldeão concorda em ir junto, sendo que seria levado por Kakarotto, enquanto Yukiko ficava de olho em Oolong para ele não escapar.
Em uma cidade um pouco longe dali, um boletim é aberto e o delegado dá ordem de prisão a Oolong, falando que havia uma cela própria para seres que tinham a habilidade de se transformar.
Kakarotto e Yukiko ajudam na escolta até esse local que tinha essa cela própria e após ser feito todos os procedimentos, Oolong é preso, sendo que aguardaria julgamento.
A vila é comunicada do ocorrido, quando eles retornam a mesma e os aldeões agradecem e muito aos jovens.
- Não precisam agradecer, era o nosso dever ajuda-los. – Yukiko fala meigamente.
- É como Yukiko-chan disse. – Kakarotto fala sorrindo.
Os gatinhos acenam, concordando, para depois eles se despedirem, para seguirem o seu treinamento, sendo que se despedem das Kinto-un, que partem em direção ao céu.
Após alguns quilômetros, segundo a rota que Bardock pediu para eles fazerem, o casal segue o curso de um rio nadando com pesos presos em seus corpos, enquanto que os gatinhos voavam os seguindo.
Então, eles se dirigem até a margem e ficam de cabeça para baixo com peso nos pés e cauda, correndo, apoiando apenas o polegar e um dedo no chão.
Após vários quilômetros, estão em um deserto, sendo que antes haviam enchido uma cápsula tipo barril com água de um riacho quando notaram que começaria um trecho de deserto, com os gatinhos voando para o alto e confirmando o que eles suspeitavam.
Também colheram alguns frutos e comida, colocando em uma geladeira portátil, sendo que tinha cápsulas alimento que eram pequenas, mas, que se tornavam grandes refeições, graças a tecnologia dos alimentos trazida por Bardock, pois, nas naves espaciais ovais que eles vieram, tinha um pouco do estoque dessa comida que os Briefs pesquisaram ao ponto de conseguirem recriar, sendo que se converteram em um grande sucesso de vendas.
Com as cápsulas bem guardadas, eles estavam atravessando o deserto, somente parando para comer e beber, sendo que os gatinhos tinham guarda-sóis pequenos para se protegerem do sol escaldante do deserto.
Após algumas horas, o saiyajin e a meia saiyajin param em uma das várias sombras proporcionadas por rochedos escapados, decidindo beber um pouco e comer, acompanhados dos gatinhos, sendo que não perceberam que longe dali, Yamcha, o ladrão do deserto, havia visto eles, julgando erroneamente que eles eram fracos, pois, não havia percebido que aquelas grandes rochas ao lado deles não faziam parte do deserto e sim, que foram trazidas pelo casal em seu treinamento.
O ladrão comenta consigo mesmo, observando-os através de um binóculo:
- Eles têm cápsulas interessantes, como aquela geladeira de ultimo tipo com aquelas capsula refeições recém-lançadas que são caríssimas, ainda, assim como aquele barril móvel de armazenamento de água com torneira. Com certeza, eles devem ser aqueles ricos excêntricos, ou melhor, ricos que fugiram da mansão, sendo que tem pais ricos. Bem, não importa. Conseguirei aquelas cápsulas para mim. Não me incômodo de roubar crianças.
Ele sai de sua caverna, pegando uma cápsula, para depois apertar a ponta, jogando-a em seguida, revelando que era a capsula de uma moto voadora.
Após montar na mesma, voa velozmente em direção a eles, julgando que roubaria facilmente os itens, já que eles eram crianças.
Kakarotto, Yukiko, Pual e Hana, ainda estavam descansando na sombra daquelas rochas, sendo que naquele instante conversavam animadamente com os gatinhos que tomavam leite gelado em virtude do calor escaldante do deserto, enquanto os seus amigos tomavam um suco gelado, após comerem uma quantidade absurda, sendo que os gatinhos já estavam acostumados com o apetite deles.
