Notas do Autor

As crianças decidem...

Yamcha fica...

Toninjinka acaba...

Yamcha decide...

Capítulo 13 - O fim de Toninjinka

As crianças se aproximam e os subordinados de Toninjinka observam a aproximação da meia saiyajin e do saiyajin puro, com ambos achando estranho o fato de terem caudas enroladas nas suas cinturas e acabam julgando, erroneamente, que eram apenas apetrechos presos nas calças, sendo que um deles fala:

- Vocês não deviam estar na escola?

- Não estamos na escola. Vocês são homens maus! – Yukiko exclama irritada.

- Isso mesmo! – o saiyajin puro exclama.

Os dois se entreolham, para depois rirem, sendo que um deles fala:

- Melhor irem para casa fedelhos ou vão se machucar. Acreditem quando falo que não temos paciência e muito menos piedade com crianças.

- É como o meu amigo disse. Não temos paciência e nem clemência com crianças que não sabem o seu lugar.

Então, em um piscar de olhos, as armas deles são arrancadas e eles levam um soco no estômago, fazendo eles se curvarem, para depois receberem uma joelhada no queixo, os fazendo caírem no chão.

- Isso é o que recebem os homens malvados. – Yukiko fala, seriamente.

- Isso mesmo.

Enquanto as crianças se afastavam, um deles pega fracamente um Walk Talk que estava na sua cintura e fala em tom de súplica:

- Desculpe-me Oyabun (親分 - chefe). Por favor, venha para a vila. Tem duas crianças bem fortes.

O outro acorda, mas não tem forças para ficar de pé, assim como o seu amigo que usou o vestígio de suas forças e consciência para chamar o chefe deles.

- Então, os malvados tem um líder cruel. – Yukiko fala.

- Bem, pelo visto é apenas um. Vamos tirar na sorte.

Então, antes que começassem a decidir no Jo ken Pou quem ficaria com o Líder, eles notam, assim como Yamcha e os gatinhos, que as pessoas ficaram aterrorizadas e começaram a correr desesperadas, sendo que um deles fala para as crianças:

- Vocês não tem ideia do que acabaram de fazer.

As crianças se entreolham confusas e se aproximam de Yamcha, perguntando:

- Por que aquele senhor nos disse isso? Eles não eram cruéis? – Yukiko pergunta confusa.

- Sim. Eles eram malvados e as pessoas reagiram assim por temer o chefe deles. O medo faz isso, pois elas viveram muito tempo sobre esse medo, pelo visto. – Yamcha explica.

Um dos bandidos fala ainda no chão:

- Vocês vão pagar pelo que fizeram. Ele vai transformar vocês em cenoura e comê-los.

Então, Yamcha, os gatinhos e as crianças se entreolham, sendo que após alguns minutos, chega um carro pequeno e em forma de coelho, sendo que Kakarotto comenta:

- Bem, agora faz sentido eles usarem aquelas orelhas na cabeça.

- Verdade. Agora eu compreendo o motivo das orelhas... Ah! Nós esquecemos de tirar na sorte quem iria enfrentá-lo, Kakarotto-kun! – Yukiko exclama.

- É mesmo! É apenas um. Seria covardia dois baterem em um.

Nisso, eles começam a tirar a sorte no Jo Ken Pou, até que Goku exclama:

- Eu ganhei! Papel envolve a pedra!

Yukiko olha chateada para o seu punho fechado, pois deveria ter usado a tesoura.

Enquanto isso, o Chefe Coelho se aproxima de seus subordinados que gemiam, sendo que eles começam a falar fracamente:

- Oyabun...

O coelho bípede e falante fala, irritado:

- Parem com esse choro patético – nisso, ele olha para as crianças, os gatinhos e Yamcha – Qual deles se opôs à minha Gangue dos Coelhos?

Um deles ergue fracamente o dedo, falando:

- Foram aquelas crianças. Parece que aquele adulto está com eles, assim como os gatinhos que flutuam.

Yamcha fica pensativo e comenta consigo mesmo, conforme olhava o coelho bípede de roupa, fazendo perguntas aos seus subordinados, sendo que estreitava o cenho, conforme olhava para o mesmo:

- Eu conheço esse sujeito de algum lugar...

Próximo dali, Toninjinka (兎人参化) fala com as patas dianteiras dobradas atrás do corpo:

- Que vergonha. Vocês estão me dizendo que apanharam de duas crianças?

Um deles fala ainda no chão:

- Nos perdoe...

- Bem, então...

Nisso, ele salta, ficando na frente das crianças e estende as mãos, falando:

- Vamos dar as mãos?

Kakarotto fala friamente:

- Nós não apertamos as mãos de bandidos.

Então, em um piscar de olhos, ele golpeia Toninjinka no estômago, fazendo o mesmo ser atirado violentamente contra a rua, o fazendo vomitar o que havia comido recentemente, sendo que enquanto ele tosse consecutivamente, ajoelhado, lutando para respirar, Kakarotto corre e salta, descendo em seguida, fazendo questão de acertar os dois pés nas costas do mesmo, para depois o saiyajin de sangue puro pegar a pata traseira do mesmo, para depois girá-lo várias vezes, o acertando no chão, consecutivamente, ao girar ele no ar, como se fosse um boneco de pano, sendo que Yukiko exclama:

- Kakarotto-kun! Ele não é humano! É um coelho! Falante, mas mesmo assim um animal e é bem gordo! O que acha de devorarmos ele? Assado deve ser uma delícia!

Kakarotto fala, sendo que faz Toninjinka se chocar no chão, novamente, sem poder se mexer pela dor extrema, com o mesmo se surpreendendo por ainda estar consciente, sendo que fica aterrorizado ao se referirem a ele como comida:

- Verdade! Assado deve ser uma delícia.

Yamcha fica surpreso com a ideia das crianças, até que sorri, balançando a cabeça para os lados, pois deveria ter esperado algo assim deles e de fato, mesmo que ele fale e tenha inteligência, ainda é um animal. Portanto, é comestível. Canibalismo era somente quando um humano comia outro humano.

- Agora que eles falaram... Ele é bem gordo e parece suculento. – Pual comenta.

- Verdade. Coelho assado é muito bom. – Hana comenta.

- Agora que vocês falaram... Kakarotto está certo. Não seria canibalismo – Yamcha comenta, até que se lembra de onde o conhecia, arregalando os olhos – Não deixe ele tocar em você! Quem ele toca com as mãos, vira cenoura. Ele é um Usagi Ninjinka!

- Então, ele é um Usagi Ninjinka... – Pual comenta – É a primeira vez que vejo um, pessoalmente. Nós estudamos na escola sobre eles.

- Verdade. Eu fico feliz de ter visto um pessoalmente, mesmo que por pouco tempo. – Hana comenta.

Yukiko fala, pegando os dois subordinados que arfavam, sem poder se mexer, enquanto tinham os olhos esbugalhados, vendo a surra que o chefe deles estava tomando de uma criança:

- Eu tenho uma ideia.

- Qual? – Kakarotto pergunta e quando Toninjinka luta para encostar, nele, ele exclama – Não vou permitir!

Então, o saiyajin puro bate o chefe dos bandidos, novamente, no chão de terra ao continuar segurando ele pelo pé, fazendo o mesmo se chocar contra o solo, várias vezes, sendo possível ouvir o som de ossos sendo quebrados, fazendo Toninjinka, cuspir sangue.

Yamcha comenta pensativo, conforme observava a cena:

- Essa cena de fazer o inimigo se chocar várias vezes no solo, o segurando pelo calcanhar, me lembra da cena de um homem grande e verde contra o outro, que era bem menor... Eu só não consigo me lembrar do título do filme. Mas eu lembro que eram vários heróis.

Enquanto isso, Yukiko, que havia pegado os dois subordinados pelos calcanhares, os arrastando, sendo que eles estavam no limiar entre a consciência e a inconsciência, lutando para manterem alguma consciência, apenas sentiam que eram arrastados, sendo incapazes de articularem qualquer som.

Então, ao se aproximar de Toninjinka, ela os arremessa, cada um em uma das mãos dele, com ambos sendo transformados em cenouras, com a meia saiyajin os pegando, animada, exclamando para Yamcha:

- Olha, temos duas cenouras! Agora que eles são cenouras, não é mais canibalismo, né? E veja! Um das cenouras é bem gorda! Eu me lembrei de que estamos sem cenoura.

Yamcha fala com uma gota:

- Você está certa. Eles são cenouras, agora. Logo, não é canibalismo.

Kakarotto se aproxima do Toninjinka e fala friamente:

- Você ia nos enganar para nos transformar em cenouras. Você é malvado e cruel.

- Poupe-me, por favor... – ele murmura fracamente, enquanto cuspia sangue.

Yukiko se aproxima e pergunta, indignada:

- Quantas pessoas imploraram para você? Quantos desses que imploraram, você demonstrou alguma misericórdia?

O coelho falante e bípede olha aterrorizado para eles e Kakarotto fala:

- Ele não teve qualquer clemência. Portanto, porque devemos ter clemência com ele? – ele pergunta a meia saiyajin.

- Nenhuma. Se ele não teve, por que nos deveríamos ter? – Yukiko pergunta – Não tem lógica.

- Verdade. Porém, antes de assarmos ele, precisamos fazer algo com essas mãos – o saiyajin puro fala, erguendo ambas as mãos, concentrando o seu ki, mirando cada uma das mãos do Toninjinka.

- Quem são vocês? – ele pergunta fracamente, sendo que demonstrava terror em seu semblante – E o que você vai fazer?

- Fazemos parte do Time do Dragão que são os defensores da Terra contra o mal e invasores. – Yukiko fala orgulhosa.

O saiyajin de sangue puro fala friamente:

– Quanto ao que faremos, é óbvio, já que essas patas são demasiadamente perigosas.

Então, tudo o que é ouvido é o grito de dor lacerante dele, enquanto as mãos dele eram pulverizadas pelo ki, restando apenas o coto, sem qualquer sangramento, já que a rajada de ki cauterizou o corte.

Kakarotto arrasta Toninjinka que gritava de dor, para depois dar um soco potente nas mandíbulas dele, as quebrando, fazendo assim ele ser incapaz de gritar a plenos pulmões, para depois perguntar para Yamcha:

- Será que tem espaço na geladeira? – Kakarotto pergunta.

- Vamos ver.

Nisso, ele pega uma cápsula e joga a mesma, revelando uma geladeira gigantesca com as crianças comemorando ao ver que tinha espaço no freezer.

Toninjinka começa a fazer sons desarticulados em decorrência da articulação das suas mandíbulas ter sido quebrada, sendo que tais sons lembravam pedidos de clemência, além de tentar falar que não era comida até que Kakarotto falar sem graça:

- Eu me esqueci de abater a nossa caça.

Nisso, o saiyajin puro, segura a cabeça do coelho falante, virando a mesma bruscamente, quebrando o seu pescoço, silenciando-o.

Eles tiram a roupa dele e o colocam no Freezer, sendo que guardam as cenouras na gaveta da geladeira, com Kakarotto murmurando:

- Poderíamos fazer coelho cozido em vez de assado. Com umas batatas e cenouras, ficaria bem gostoso.

Nisso, Yamcha transforma a geladeira em capsula e guarda na bolsa deles, falando:

- De fato, cozido de coelho é muito gostoso. Saibam que eu sei cozinhar. Posso preparar para vocês. É o mínimo que posso fazer por me deixarem acompanhar vocês. – ele fala sorrindo e as crianças comemoram, assim como os gatinhos.

Os moradores notam o fim da Gangue Coelho, sendo que viram Toninjinka ser colocado em um freezer, após os capangas dele, serem transformados em cenoura.

De repente, o saiyajin, a meia saiyajin, os gatinhos e Yamcha se encontram rodeados de pessoas que os aplaudem, enquanto várias seguravam as mãos deles, os cumprimentando entusiasmante, sendo que um deles exclama emocionado:

- Vocês são os nossos heróis!

- Isso mesmo! Qual o nome de vocês?

- Eu sou Kakarotto. – ele fala sorrindo.

- Eu sou Yukiko. Prazer. – ela fala sorrindo meigamente.

- Eu me chamo Pual.

- O meu nome é Hana.

- Eu me chamo Yamcha.

Os moradores se entreolham e ocorre um murmúrio crescente entre eles, sendo que um senhor se aproxima e pergunta:

- Vocês são do lendário Time do Dragão?

O ex-ladrão do deserto os apresenta com orgulho na voz, enquanto infla o peito:

- Isso mesmo. Eles são do Time do Dragão. Já eu, estou apenas acompanhando eles. Yukiko-chan é a filha de Sakura-sama com Gohan-sama. Sakura-sama é filha do grande mestre Mutaito-sama e Gohan é discípulo do Deus das artes marciais, Kame-sennin-sama, discípulo do lendário Mutaito-sama. Kakarotto-kun é filho de Bardock-sama e Gine-sama, sendo irmão mais novo de Raditz-sama, membros recentes do lendário Time do Dragão. Esses gatinhos seguem ambos.

Nisso, após um minuto de silêncio, todos irrompem em aplausos.

Yamcha confessava que se sentia feliz ao ser aplaudido. Era uma sensação muito boa, algo que ele nunca teve na vida e conforme andava com as crianças, juntamente com aqueles aplausos, ele começava a se amaldiçoar por ter se tornado um ladrão.

Naquele momento em diante, queria começar uma nova vida, decidindo que iria lutar para que se tornasse um lutador de artes marciais, sendo um sonho desde que ele era criança e que acabou abandonando ao não conseguir entrar em nenhum doujo, acabando por se tornar um bandido em vez de continuar lutando pelo seu sonho.

Agora, ele se envergonhava dos seus atos, promovidos pela sua fraqueza e desejava, ardentemente, começar uma nova vida e dessa vez, digna. Naquele instante em diante, o lendário ladrão do deserto, Yamcha, morreu e deu lugar a um jovem que almejava ser um lutador de artes marciais.

Kakarotto e Yukiko, juntamente com os gatinhos, são puxados para tirarem várias fotos, sendo que eles dão autógrafos para muitos que estão entusiasmados, enquanto eram cumprimentados, entusiasmante.

- É uma honra termos valorosos heróis em nossa cidade e que nos salvaram de Toninjinka e seus capangas!

Nisso, todos aparecem com itens, indo desde legumes a cápsulas, falando:

- Por favor, aceitem isso como prova de nossa gratidão!

Yukiko e Kakarotto se entreolham, sendo que o saiyajin puro fala:

- Vocês precisam disso ao contrário de nós. Vimos a situação daqueles legumes.

- Sim. Percebemos que vocês passaram por dificuldades, não é? – Yukiko pergunta gentilmente.

Os moradores se entreolham e consentem, ficando surpresos ao verem que eles recusavam aqueles itens, pois o normal seria não recusar e frente ao ato deles, eles sentem mais admiração pelos heróis.

- Como podemos privá-los do que mais necessitam? Agora, são livres e com certeza, a cidade voltará a se erguer. – Kakarotto fala.

- Isso mesmo. – Pula fala.

- Nós nunca ficaríamos felizes se pegarmos o que nos oferecerem, sabendo o que passaram nas mãos dos bandidos. – Hana fala.

Yamcha fica surpreso, para depois criticar a si mesmo, novamente, pois eles faziam parte do lendário Time do dragão, um grupo de heróis. Claro que eles tinham valores elevados. Eles nunca aceitariam algo de um povo que sofreu tanto e que ainda não superou a miséria que foi imposta a eles em decorrência do roubo constante de Toninjinka.

Ele sorri tristemente ao pensar no quanto foi um canalha bastardo por anos até que decidiu segui-los, já que era fã dos guerreiros e questionava a si mesmo, se seria digno de conhecê-los. Inclusive, ele acreditava que não era digno de sequer beijar os pés deles e frente a tal pensamento, ele suspira tristemente.

O povo fica maravilhado e após muita insistência, sendo que cada morador doou um item, eles pegam algumas cenouras, batatas, ervilhas e arroz, além de manjericão, salsa e outros temperos, com eles falando que era para o cozido de coelho e como todos doaram um dos itens, eles falaram que não tinha como eles rejeitarem, fazendo os moradores ficarem felizes por conseguirem dar algo a eles e de forma que eles não pudessem recusar.

As crianças e gatinhos concordam, aceitando os itens, sendo que sorrindo, Yamcha aperta a cápsula da geladeira e guarda os produtos, tornando-a uma cápsula novamente, sendo que ele agradece pelo dono do posto encher de graça o tanque do carro dele, além de se oferecer para encher alguns galões de combustível, com Yamcha guardando os mesmos em capsulas.

Então, deixando todos estarrecidos, as crianças prendem as rochas imensas em seu corpo e cauda, passando a correr sobre as duas mãos seguindo o carro, sendo que se despedem, antes de partirem.

Após alguns minutos, todos se refazem da surpresa e um deles fala com uma gota na cabeça:

- Bem, não é a toa que eles fazem parte de um time de lendários heróis que nos protegeram, inclusive, de uma invasão alienígena e que impediram que um asteroide imenso que podia dizimar a vida na Terra, se chocasse contra o nosso planeta ao destruírem o mesmo. No caso, Sakura-sama.

- Verdade.

Então, o líder da cidade olha para o carro de Toninjinka e fala ao surgir uma ideia na mente dele:

- Vamos usar como parte de um monumento a nossa liberdade. Podemos fazer estátuas dos nossos heróis e sobre os pés deles, Toninjinka e seus capangas. O que acham?

Nisso, todos comemoram animados.

Mais para frente, como havia chegado o horário do almoço, Yamcha se prontifica a cozinhar, descobrindo panelas grandes, sendo que as crianças ajudam, limpando as entranhas, se divertindo com a ajuda dos gatinhos.

Após limparem o coelho, queimam o pelo dele, deixando a pele limpa.

Então, Yamcha mostra a habilidade dele no manuseio de uma espada ao cortar em pedaços pequenos o corpo do enorme coelho para o ensopado, enquanto fazia arroz, ficando surpreso com a quantidade que eles pediram para fazer, sendo que as crianças os ajudavam como podiam, assim como os gatinhos, com eles ficando admirados ao verem a habilidade dele na cozinha, sendo que ele fala orgulhoso de suas habilidades culinárias:

- Como morava sozinho, tive que aprender a cozinhar para poder preparar a minha comida. Aprendi por necessidade e falo sem modéstia nenhuma, que a minha comida é muito boa. Esse coelho rendeu bem.

- Verdade. – Yukiko fala animada.

- Mal vejo a hora de comer. – Kakarotto fala com água na boca.

As crianças descascaram alguns legumes, enquanto ajudavam a fiscalizar o arroz, sendo que Yamcha pica os legumes, enquanto preparava a refeição, refogando a carne e os legumes na panela, para depois começar o preparo do ensopado em uma grande fogueira que as crianças fizeram ao usarem gravetos, com ele temperando o ensopado, provando esporadicamente, para se certificar que ficaria bom.

Após quarenta minutos, a comida está pronta e todos os outros aprovam a comida de Yamcha que não fica surpreso com a quantidade que eles comiam, pois já estava acostumado.

Todos comem até ficarem satisfeitos, com os ossos do coelho sendo jogados em um canto, sendo que após se afastarem, com a fogueira tendo sido apagada, os animais selvagens vão até os ossos para roer e algumas horas depois, os javalis selvagens comem os restos das cascas dos legumes.

Seguindo a orientação das crianças, ficando surpreso pelo pedido ter vindo do Guerreiro Bardock, eles tomam um caminho no deserto com Yamcha comentando que era um pouco longe, enquanto conferia o combustível, com as crianças seguindo firmemente o carro, carregando pesos, sendo que dessa vez, corriam na ponta dos dedos. Nas suas caudas também havia pesos, pois treinavam a resistência e força delas.