Notas da Autora
Rikudou sennin e Youko continuam...
Choumei e Saiken ficam surpresos, quando...
Capítulo 13 - Choumei e Saiken
Youko se aproxima de uma casa e entra, encontrando uma criança dormindo, sendo que parecia ter pesadelos. Seu nome era Fuu.
Rapidamente, a raposa de dez caudas brilha e entra na mente na criança, que naquele momento estava tendo um pesadelo, com um grupo de aldeões a perseguindo.
Então, a pequena nota, que estava dentro de sua mente com duas pessoas olhando bondosamente para ela, sendo que ao se aproximar, vê que uma tem orbes azuis e cabelos, assim como orelhas alvas. O outro possuí uma espécie de chifre na cabeça, cabelos brancos, além de ter os olhos estranhos.
Inicialmente, a pequena fica com medo, até que nota que no olhar deles há bondade e calor. Somente Shibuki exibia tal olhar, sendo o seu único amigo, com ela desejando ter mais amigos.
Então, Youko afaga maternalmente a cabeça dela que sorri, para depois o local se iluminar, com a criança vendo um enorme inseto de seis asas e uma cauda comprida, confinado dentro de uma formação rochosa, sendo que o mesmo dormia. Ela não ficou com medo e sim, fascinada, olhando para o bijuu.
Rikudou faz um movimento e os rochedos em volta desaparecem, enquanto que Choumei desperta, visivelmente sonolento, para depois olhar para os lados, estarrecido, sendo que olha para as três pessoas, reconhecendo uma como sendo a sua jinchuuriki e depois, os outros dois, ficando emocionado ao identificar o seu pai.
Ele começa a chorar, enquanto inclina a cabeça para ele, que o afaga, com o bijuu assumindo a forma humana de um jovem, sendo que conforme confortava o seu filho, ele tirava qualquer sentimento ou recordação ruim dele, que sente que os sentimentos que lhe consumiam, desapareceram, com o mesmo voltando ao estado que tinha quando foi criado.
- Tou-chan?
- Por acaso achou ruim, meu filho?
- Não. Só me surpreendi.
Então, ele sente alguém puxando as suas hakamas cerimoniais, vendo a sua jinchuuriki, olhando maravilhada para ele, que se sente estranho perto dela.
Antes, sentia algo que não conseguia identificar pela sua jinchuuriki. Mesmo sendo fraco, enquanto que não havia sofrido muito pelas mãos dos humanos e por causa disso, nunca tentou subjuga-la e preferia dormir. Agora, sem a sua dor e raiva, ele podia sentir plenamente, assim como sentia certa possessividade para com ela.
- Moço, você era aquele ser?
- Sim. Me chamo Choumei. Sou um bijuu.
- O que é um bijuu? – ela pergunta inocentemente.
Dessa vez, Youko é que explica, com a criança ficando maravilhada, até que abraça as pernas dele, afagando seu rosto nelas, enquanto falava animada, com um imenso sorriso no rosto:
- Sugoi!
O bijuu sorri ao ver a animação da menina que o olhava com os olhos brilhantes.
- Quer ser uma heroína, Fuu-chan? – Rikudou pergunta paternalmente.
- Heroína?
- Sim.
- Quer dizer, salvar o mundo?
- Isso mesmo.
- Claro! – ela exclama com os olhinhos brilhantes – Aí, terei muitos amigos, certo?
- Sim. Os amigos irão vir. Mas, precisa ter cuidado, pois, há o perigo de surgir amigos falsos.
- Vou tomar cuidado. Quero ter mais de cem amigos! Qual o seu nome?
O bijuu fica com uma gota na cabeça e fala se agachando:
- O meu nome é Choumei. Não é muito amigo?
- É muito? – ela pergunta confusa.
Choumei sorri e fala:
- Não. Vou ajuda-la. – nisso, olha para o seu pai – Vai acontecer algo, tou-chan?
- Sim. Um grande mal vai ressurgir. Essa é Youko-sama. Ela está me ajudando a mudar o futuro. Foi necessário que nós mudássemos muitos acontecimentos e vamos continuar mudando outros.
- Mudar os acontecimentos? Mas, isso não é arriscado? – Choumei pergunta, preocupado.
- A linha do tempo original, iria convergir na destruição do mundo. Eu precisava salvá-lo. Graças a Youko, pude ver o futuro e foi tenebroso. Youko também está fazendo isso, por seus entes queridos e pelo mundo. Não tivemos escolha. Claro que estamos dosando o que vamos mudar. Há certos acontecimentos que são inevitáveis e que por isso, deixamos acontecer, outros, não. Infelizmente, os bijuus, ainda não podem viver livres nesse mundo. Além disso, precisamos dos jinchuurikis, por isso, vou modificar o selo, de modo que seja inquebrável e que possa ficar do lado de fora, sempre que desejar, assim como fiz com os outros.
- Eu entendo.
- Como será uma heroína, deverá treinar e muito. – Youko fala com um sorriso maternal, afagando maternalmente a cabeça dela.
- Eu vou treinar!
- Você já tem três amigos. Só falta noventa e sete. Ganbare! – a daiyoukai sorri docemente.
- Hai! Então, somos amigos? Até Choumei-chan?
Eles consentem e ela pergunta os seus nomes, até que sorri e exclama animada, comemorando.
- Ela é bem energética. – o bijuu fala com um sorriso, contagiado pela animação da sua jinchuuriki.
- Sim. Outra coisa, vocês terão que sair dessa vila.
- Como podemos sair? Ela é criança e mesmo sendo pequena, será declarada nukennin e por ter um bijuu, a sua cabeça será posta a prêmio. – ele fala preocupado.
- Vou criar clones seus. No caso, dela morta e de você, como se tivesse se libertado. Enquanto isso, vocês terão fugido daqui. Para todos os efeitos, ela morreu quando o bijuu se libertou e o mesmo será selado. Eles não sabem os seus reais poderes. Uma parte do seu chakra será o suficiente. Depois, você irá repor essa perda.
- Entendo.
A criança volta para perto deles, após comemorar e Rikudou fala, paternalmente:
- Você terá que sair da vila, Fuu-chan.
- Mas, eu tenho o meu primeiro amigo, Shibuki ,sendo que só preciso de mais noventa e seis.
Então, Youko sorri e apoia a mão na cabeça dela, inicialmente a afagando, para depois os olhos da criança, saírem de foco por um minuto, até que ela desencosta a mão, enquanto os olhos voltavam a ficar em foco com a mesma exclamando:
- Estou ansiosa para ver o mundo!
- E quanto a Shibuki? – Choumei pergunta surpreso pelo fato dela não estar mais hesitante.
- Quem é Shibuki? – ela pergunta confusa.
O bijuu olha para Youko, compreendendo o motivo dos olhos dela saírem de foco. As suas memórias estavam sendo alteradas e Rikudou fala:
- Foi necessário. Não queremos correr riscos. Além disso, por causa de sua proteção para com ela, ele será morto, no futuro. De certa forma, estamos salvando a vida dele, também.
- A vida de quem? – ela pergunta curiosa.
- A de um jovem, Fuu-chan. – Youko fala sorrindo.
- Bem, está ansiosa para sair daqui? – Choumei pergunta, sorrindo.
- Hai! – ela exclama animada.
- Você vai dormir, para fazermos isso. Quando acordar, estaremos do lado de fora, tudo bem? – Rikudou pergunta, sorrindo.
- Vou ter que dormir para sair? – ela pergunta surpresa.
- Sim. Mas, será por apenas alguns minutos.
- Tá.
Então, Youko a faz adormecer, a pegando no colo, gentilmente, com Rikudou concentrando os seus poderes, fazendo surgir uma cópia de Fuu e depois, dividindo o chakra de seu filho, que voltou a forma bijuu, criando assim um clone dele, sem inteligência, sendo meramente uma besta, para depois o local brilhar, com Choumei voltando a ficar pequeno, sendo selado em uma nenju.
Na vila, o silêncio da noite é quebrado por um rugido feral e os ninjas se deslocam até o local, vendo o corpo da jinchuuriki deles, que estava morta e o bijuu no lado dela, sendo que inclusive, pisa no corpo, enquanto abria as suas seis asas, enquanto chicoteava a sua cauda, provocando vendavais e diversos danos.
Rapidamente, eles trabalharam para conter o bijuu, enquanto outros vinham para selá-lo em uma jarra.
O jovem Shibuki olha horrorizado para o bijuu e depois chora imensamente ao ver o corpo pisoteado de Fuu, caindo de joelhos no chão, enquanto chorava compulsivamente pela perda de sua amiga, com um ninja o tirando dali, pois, ele era filho do líder da vila.
Longe dali, Youko se afasta e após estar bem longe da vila, graças ao seu senjutsu, vendo pelo canto dos olhos que selavam a pequena parte do Choumei, a mesma para e brilha, com a nenju desaparecendo em um brilho, surgindo Choumei na forma humana, sendo que depois surge outra esfera de Youko, sendo que brilha e revela Fuu, que desperta, para depois olhar em volta e em seguida para o seu bijuu, sorrindo imensamente, fazendo o bijuu sorrir, em resposta.
A raposa alva de dez caudas fala, sendo que era a voz de Youko e de Rikudou, juntas:
- Vocês devem ir para Konohagakure no Sato. Ela precisa treinar. Irão encontrar outros. Quem conhecia os jinchuurikis, ao olhar para eles, não irão conseguir reconhecê-los. Isso faz parte do poder de Youko, graças a sua décima cauda e como é senjutsu, eles não vão conseguir lidar com isso. Nessa vila, vão encontrar Minako Uzumaki. A sua irmã, Kurama, estará com ela, assim como outros. Pode confiar nela. Quanto ao Hokage, ele sabe e tomará providencias para dar uma identidade falsa a vocês.
Fuu havia ido até a pequena raposa de dez caudas e a segurava no colo, murmurando, enquanto o bijuu ficava com uma gota na cabeça:
- Fofinha.
- Entendi. Estava preocupado nesse aspecto. – Choumei fala pensativo.
- Agora, precisamos ver os outros.
- Voltaremos a nos encontrar? – a pequena pergunta, expectante.
- Sim. – a raposa fala, enquanto saía, gentilmente, do colo da pequena.
- Êba! – a criança exclama animada.
Então, se despedindo, eles se afastam, sendo que Choumei e Fuu começam a andar, com Fuu conversando animadamente, enquanto tomavam a direção para Konohagakure no sato.
Após alguns minutos, Youko e Rikudou, percorrem dezenas de quilômetros e chegam até Kirigakure no Sato (霧隠れの里).
Eles se esgueiram das armadilhas e dos sensores, enquanto entram na aldeia, com Rikudou guiando Youko ao sentir um de seus filhos. Ou melhor, filha.
Próximo dali, Utadaka, com uma flauta, tocava, olhando para o céu, enquanto tomava uma decisão, decidindo que iria sair da vila, naquela noite.
Afinal, não havia nada que o prendia ali, embora soubesse que seria declarado nukennin, enquanto que a traição que sofreu, ainda era uma dor pungente nele.
Então, ele ouve sons dentro de seu quarto e rapidamente, assume uma postura defensiva, até que fica estarrecido ao ver uma pequena raposa felpuda de dez caudas e orbes azuis como o céu, sendo que não exibia uma postura ofensiva. Inclusive, havia se sentado. Ele acreditava que era uma raposa da neve, justificando o fato de ser bem peluda.
Então, quando ele pisca, nota que está dentro de sua mente e mais a frente está o seu bijuu, uma espécie de lesma, confinado em um circulo de pequenos rochedos, sendo evidente que dormia, profundamente.
- O quê...?
Então, ele se volta para trás e vê a raposa brilhar, se tornando uma esfera que se separa em duas.
Uma se torna uma bela mulher, com a aparência de dezoito anos, usando um exuberante harogomo, que era um kimono de várias camadas, símbolo da nobreza, sendo que tinha dez caudas felpudas que repousavam atrás dela, assim como tinha um par de orelhas na cabeça que se mexeram, fazendo um som quando se mexiam. As orelhas, caudas e cabelos eram alvos como a neve e os seus olhos eram azuis.
Ao lado dela havia um homem estranho, com uma espécie de chifre e cabelos alvos. Usava um cajado e um manto por cima da roupa, com o desenho de nove nenjus, assim como utilizava um cajado e ao olhar para os olhos dele, murmura estarrecido ao se lembrar do que viu em um livro:
- Rinnegan?
O homem se aproxima e fala, sendo que a sua presença exalava poder e sabedoria, sendo o mesmo para a nobre, que também exalava a pura imponência. Perante os dois, ele sentia que não era nada e que somente um louco ousaria tentar fazer algo.
- Me chamo Rikudou-sennin e esta é Youko-sama.
- Rikudou-sennin? Eu acho que já ouvi falar. Mas, julgava que era uma lenda.
- Eu vivi há muito tempo atrás. Graças a Youko e o poder da sua décima cauda, eu estou aqui, hoje. Confesso que é difícil falar em um linguajar simples. Acredite, eu falo de outra forma. Mas, para vocês, tive que adaptar, por assim dizer, o modo como falo, para que compreendessem as minhas palavras. Novamente, tive a ajuda dela, pois, não acredito que conseguiria sozinho. Esta a sua frente é a minha filha. Além de Ashura e Indra, antes deles, tive mais nove filhos. Filhos que eu criei com os meus poderes, visando que os homens os respeitassem, erguendo templos para eles, que iriam ajudar a sociedade. Claro que nessa época fui muito tolo e não percebi, com exatidão, o ódio que Indra gerou e que fomentou entre as pessoas ao deturpar os meus ensinamentos para os sobreviventes. No final, meus filhos bijuus, pagaram um alto preço. – ele fala tristemente.
- Filha? – ele olha para trás, surpreso.
- Ela se chama Saiken.
Ele fala, andando até ela e a tocando, com a mesma acordando, estranhando ver o seu jinchuuriki ali, assim como uma mulher que não identificava e quando um odor conhecido chega as suas narinas, ela olha para baixo e chora emocionada, enquanto Rikudou desfazia o selo em forma de rochedos, com a sua filha assumindo uma forma humana, com uma aparência de treze anos, enquanto o abraçava, chorando, sendo que o pai dela a confortava, conforme apagava os sentimentos e recordações ruins, com a bijuu sentindo tais mudanças, mas, não se importando.
Já, Utadaka, olhava fascinado para a bijuu, notando o quanto a aparência dela era fofa, sendo que tinha olhos negros como a noite e cabelos compridos e lilases, enquanto a sua pele era alva, quase como a neve. Era uma aparência meiga e delicada. Quem a olhasse, nunca desconfiaria que era uma bijuu imensa, sendo que sempre achou que era um macho, por causa da voz.
Então, se sentindo mais leve, ela olha para o seu pai que fala, sorrindo:
- Fico feliz em revê-la, filha.
- Eu também fico feliz em revê-lo, tou-chan.
- Tenho que pedir um favor para ambos.
Utadaka se aproxima e olha para o sennin, arqueando o cenho, enquanto que Saiken olhava curiosa para o seu pai.
- Preciso que saiam dessa vila e devem viver em Konohagakure no sato. O Hokage está ciente de tudo e irá dar falsas identidades para vocês. Eu modifiquei o selo, para que você possa ficar fora de Utadaka. Você deve se passar por uma humana, assim como os seus outros irmãos estão fazendo.
Ela olha para Utadaka, não entendo o motivo de corar com o olhar dele, estranho para ela, pois, nas poucas vezes que se viram, o olhar era demasiadamente diferente. O jinchuuriki havia achado ela ainda mais fofa, quando corava.
- Então, ela pode ficar fora do selo? – ele pergunta feliz, pois adoraria tê-la ao seu lado.
- Sim.
- Mas, se eu sair daqui, serei caçado como nukennin, ainda por eu ser um jinchuuriki.
- Irei criar um clone seu e de Saiken. Para todos os efeitos, você morreu, pois o selo se rompeu, já que os jinchuurikis, com exceção dos Uzumakis, morrem quando o selo é rompido e o bijuu se liberta. Pegarei uma pequena parte do chakra dela e criarei um clone dela, que não terá qualquer inteligência. Além disso, graças aos poderes de Youko, quem olhar para você, não irá reconhecê-lo. Isso se deve ao chakra senjutsu e aos poderes misteriosos de sua décima cauda. Você e Saiken devem treinar para o futuro, quando os seus poderes forem necessários.
- Bem, assim fica fácil. – o ninja fala com um imenso sorriso.
- Nós iremos tirar ambos daqui. Você irá dormir – ele olha para Saiken - Vou confina-la, temporariamente, em uma nenju, como foi no passado, enquanto que o clone de Utadaka aparecerá morto e o clone dela, na forma bijuu, começará a destruição, precisando ser selado. Saiken vai recuperar o seu poder com o tempo.
- Por que temos que ir até essa vila? – Utadaka pergunta curioso.
- Os irmãos dela estarão lá. Além disso, há uma Uzumaki, que está cuidando de Kurama e de Naruto. Seria bom rever pessoalmente os irmãos, assim como para se prepararem.
- Como assim, tou-chan?
- Se não fizermos nada, o mundo será destruído. Bilhões de vidas vão ser perdidas em todo o mundo.
- Vou ajudar no que puder, tou-chan! – a bijuu exclama determinada.
- Eu também vou ajudar. – Utadaka fala, sorrindo confiante.
- Ótimo. Agora, vamos tirar vocês daqui.
Então, um forte brilho envolve a sala.
Youko segura Utadaka inconsciente e Saiken assume a sua forma bijuu, sendo que surge um clone do jinchuuriki, quando uma espécie de névoa sai dele, para depois se condensar, assumindo uma cópia sua. Depois, Rikudou, com o rinnegan, retira uma parte do chakra de Saiken, criando uma versão selvagem, sem qualquer principio inteligente.
Após fazer tudo isso, a bijuu fica pequena, passando a ficar dentro de uma nenju, enquanto o local brilhava.
Surge um brilho no apartamento de Utadaka, enquanto que Youko e Rikudou, juntos, na forma de uma raposa pequena de dez caudas, se retira do local, sem ser visto ou sentido por causa do chakra senjutsu, enquanto que todos os ninjas viam o corpo de Utadaka, que havia sido esmagado e o clone de Saiken destruindo tudo, até serem chamados os ninjas que podiam selar o bijuu em um vaso.
Longe dali, dois brilhos saem de Youko, cujos olhos mudaram para o de rinnegan. Um deles se torna Utadaka, que acorda, para depois o outro se revelar um nenju que brilha, sendo que Saiken não assume a sua forma bijuu de imediato, para que ninguém a visse, indo para a forma humana, direto.
- Pronto. Agora, precisamos ir. – a voz de Youko e de Rikudou é ouvida em usino, com os olhos da raposa, voltando a cor azul.
- Até outro dia, tou-chan. - Saiken fala emocionada.
- Obrigado. – Utadaka agradece, sorrindo.
Então, eles se retiram, sendo que o jinchuuriki fala com um sorriso a sua bijuu:
- Vamos? Temos um longo caminho. Essa vila é bem longe.
- Sim.
Ela sorri meigamente e o segue, tentando compreender o motivo do seu coração, bater fortemente, quando o seu jinchuuriki a olhava, assim como o fato de sentir um frio na barriga, sendo que adorava o odor dele e se sentia imensamente feliz, só por estar ao lado dele.
Ela queria muito compreender o que eram os sentimentos que a tomavam, assim como a possessividade que sentia por Utadaka.
Então, ela pergunta, timidamente:
- Podia tocar a sua flauta? Quando eu estava selada dentro de você, eu adorava ouvir a sua flauta.
Ele sorri e fala:
- Claro.
Eles se afastam dali, com a bijuu sorrindo, imensamente feliz, por ouvir a flauta de Utadaka.
