Notas da Autora

Youko e Rikudou se encontram com...

Han fica em uma perda de palavras, quando...

Roushi descobre que...

Capítulo 14 - Son Gokuu e Kokuou

Youko e Hagoromo se aproximam de uma clareira da floresta adjacente a Iwagakure no Sato, onde havia dois shinobis. Um com mais de quarenta anos, Roushi (老紫), o jinchuuriki de Son Gokuu (孫悟空) e Han (ハン), jinchuuriki de Kokuou (穆王).

Ambos estavam conversando, quando ouvem sons e rapidamente, preparam os seus jutsus, quando surge uma raposa alva de dez caudas e olhos azuis do tamanho de um gato.

Os dois shinobis não abandonam a postura, até que pequena raposa irradia um brilho intenso, com os olhos azuis mudando para os de rinnegan e antes que eles pudessem usar qualquer ataque, eles se veem cada um, de frente ao seu bijuu. Para lidar com os dois ao mesmo tempo, no caso, conversar, Ōtsutsuki e Youko criaram uma projeção deles, sendo que seria ao mesmo tempo, a conversa.

Han está em frente a Gonbi, que estava presa por correntes em suas patas e pescoço, dentro de um cercado de pedras pequenas. A mesma dormia a sono alto.

- Como vim parar aqui?

- Nós o trouxemos.

Ele se vira e observa duas pessoas. Uma com cabelos alvos, olhos azuis, um par de orelhas na cabeça e dez caudas felpudas, usando um harogomo de várias camadas, exibindo um semblante benevolente. Ao lado dela um homem com chifres na testa, roupas cerimoniais e um cajado, sendo que tinha a pele branca e olhos estranhos, que o ignora e caminha até onde estava a bijuu.

O simples pensamento de Han de tentar fazer algo contra eles se esvaiu, pois, sentia que sequer conseguiria tocar neles, pois, a diferença era brutal. Era como o céu e a terra.

- Minha filha... O que fizeram com você?

- Filha? – Han arqueia o cenho.

Então, nota que as correntes desaparecem, assim como a espécie de cercado, enquanto que a enorme bijuu despertava, sendo visível a sonolência.

Ela se levanta e olha para Han, que havia percebido, há algum tempo atrás, pela descrição de pergaminhos e da experiência de Roushi com Son Gokuu, que a Gonbi nunca tentou ataca-lo ou tomar o controle dele e parecia evitar o olhar dele. Ela sempre pareceu, estranhamente, dócil, considerando que no passado, a jinchuuriki anterior a ele, uma mulher, tinha muito trabalho em controla-la e por isso, escolheram um selo que restringisse os movimentos da bijuu, envolvendo o adicional das correntes.

Mas, desde que se tornou jinchuuriki, ela nunca tentou se libertar e por mais estranho que fosse tal pensamento, ela parecia corar quando o olhava, principalmente nos últimos anos.

A bijuu cora, para depois sentir um cheiro familiar e ao olhar para baixo, começa a chorar emocionada, murmurando:

- Tou-chan!

- Faz tempo, minha filha, pode assumir a sua forma semelhante a humana.

- "Forma semelhante a humana"? – Han repete, estarrecido.

Então, a bijuu brilha e revela ser uma jovem de dezessete anos, com pele alva, quase como a neve, cabelos alvos, duas orelhinhas na cabeça, semelhante a dos cavalos, mas, com dois pares de chifres pequenos ornamentando, sendo que as pontas dos chifres eram alaranjadas e os olhos eram azuis. Ela vestia roupas cerimoniais que lembravam o de sacerdotisas e que era bem comportado, completamente fechado. Era possível ver as suas cinco caudas felpudas.

Ela tinha um semblante meigo e um sorriso gentil, sendo que chorava emocionada em frente ao seu pai, até abraça-lo, com ele a abraçando, sendo que, Hagoromo usa seu poder e retira quaisquer sentimentos ruins que ela tinha, fazendo-a voltar a como era no início. Um ser com sentimentos bons e benevolentes, já que, quando criou os bijuus, pensou neles ajudando o desenvolvimento dos homens que deveriam respeitá-los.

Porém, fizeram tudo ao avesso com os bijuus e os corromperam com a sua maldade e perversidade ao selá-los e usá-los como ferramentas, como se não tivessem sentimentos. Como se fossem "algo" e não "alguém".

Ele confessava que sentiu alívio ao falar para não assumirem a forma humana para ninguém, sendo que sabia que somente assumiram para Ashura, que visitou cada um deles e os cativou. Eles tinham Ashura em alta estima e seu filho lhe contou que reforçou aos bijuus, para não assumirem a forma humana a mais ninguém.

De fato, ele havia elegido Ashura, para que também fosse o guardião dos seus outros filhos, já que os tinha em alta estima, assim como, tal sentimento era recíproco.

Han havia visto a forma humana de Kokuou e sentiu seu coração bater mais rápido. Ela era linda e meiga, inclusive achava ela muito fofa e tinha uma aparência delicada que inspirava proteção e cuidado. Parecia frágil, e virtude de um corpo tão delicado, embora soubesse que não era um corpo delicado, pois, era uma bijuu. Mesmo assim, era impossível ver dessa forma e para ele, ela era delicada.

O rosto dela era lindo, assim como os olhos e a voz era melodiosa. Era simplesmente perfeita para ele. As lágrimas dela lhe doíam mais do que qualquer ferimento. Lágrimas femininas nunca lhe comoveram. Mas, as lágrimas dela, lhe afetavam e ele jurava a si mesmo, que destroçaria qualquer um que a fizesse chorar.

- Tou-chan? – ela sente que os sentimentos ruins eram tirados dela, assim como certas lembranças que foram retiradas.

- Achou ruim?

- Não. – ela fala sorrindo – Senti muita falta, tou-chan. Você voltou para ficar conosco?

Ela pergunta esperançosa, sendo que ele afaga paternalmente a cabeça dela e fala, após suspirar:

- Lamento, mas, não posso ficar com vocês. Eu e Youko-sama, estamos mudando o futuro.

- Mudando?

- Sim. – ele fala sorrindo gentilmente, enquanto a afagava – Creio que já conhece o seu jinchuuriki.

Nisso, ele sai da frente dela que vê Han, sendo que cora com o olhar dele sobre ela, fazendo o coração dela bater rapidamente. Ela sempre teve uma queda por ele, desde que o viu sem armadura, há algum tempo atrás. Por isso, nunca agiu agressivamente ou tentou tomar o controle. As correntes não a impediriam, totalmente, se assim desejasse, sendo que sempre corava quando a olhava, além de ser tímida.

Han acha ela ainda mais fofa, se possível, quando corava.

- Han, precisamos de todos vocês, para mudar o futuro.

- Mudar? Como assim?

- Esse é o futuro que os aguarda, sem as mudanças. – Youko fala e ele se vira para ela.

Os olhos azuis brilham e as caudas mexem para várias direções, brilhando, enquanto a mente de Han era tragada, com ele vendo o futuro apocalíptico que o faz arfar e cair no chão de joelhos, sendo que Kokuou exclama:

- Han-kun!

Ela vai até ele, sendo que cora ao ver que o tratou com tanta informalidade, enquanto abraçava o ombro dele.

- Está tudo bem? Doí em algum lugar?

Ele olha para ela, vendo a face preocupada da mesma, corando com a proximidade, para depois afagar a cabeça dela que sente uma corrente elétrica, prazerosa, passar pelo seu corpo, enquanto o seu coração batia mais acelerado, fazendo, ele sorrir ainda mais ao ver que mexia com ela:

- Eu estou bem. Eu percebi que ficou muito preocupada comigo.

- Claro que fiquei. – ela fala ainda corada.

- Acho que agora sei o motivo de você nunca ter tentado tomar a minha consciência ou ter lutado para se libertar. Nunca foram as correntes, né?

- Bem, elas bloqueavam, um pouco, mas, não seriam o suficiente.

- Entendo.

Então, ao pegar delicadamente na mão dela, ele vê algo nos pulsos e no pescoço dela que o fazem arregalar os olhos, para depois sentir um ódio mortal por aqueles que fizeram o selamento com correntes. Ela tinha marcas de corrente que eram fracas, mas, mesmo assim, visíveis por causa da pele dela.

- Han-kun? Quer dizer, Han-san?

- Pode usar o sufixo kun.

- O que houve?

- Essas marcas... – ele murmura, tremendo de raiva, pois, queria muito destroçar aqueles que a selaram.

- Vão sumir com o tempo. Por me incomodarem, eu tentei me libertar e o resultado foi esse. – ela fala timidamente.

Rikudou pigarreia e ambos se levantam, olhando para o sennin.

- Então, aceitam serem heróis e mudar o futuro, conosco?

- Sim. – ele fala e Kokuou consente.

- Ótimo. Para isso terão que sair da vila.

- Se Han-kun sair, será caçado, tou-chan. Eu temo não ser capaz de salvá-lo, mesmo dando o meu chakra a ele. – ela fala preocupada.

- Vocês estão próximos da vila. Nos colocamos os ANBU´s que observavam você em uma ilusão poderosa. Para eles, você e Roushi, continuam sentados, conversando. Vou criar clones seus. Youko irá criar um clone de Han, sendo que não precisará ter vida, pois, morreu quando você se libertou. O seu clone vai sair desembestado, provocando confusão. Será o mesmo com Roushi e Son Gokuu. Para todos os efeitos, os jinchuurikis morreram e seus bijuus estão soltos. Youko-sama cuidará do clone de vocês, jinchuurikis e este Rikudou, irá criar um clone seu e de Son Gokuu. Enquanto isso, ambos levaremos vocês do local, nos afastando daqui. Youko-sama, usando senjutsu, irá usar uma técnica usando o poder de sua décima cauda, para que ninguém os reconheça. Mesmo que olhem para vocês, não vão conseguir reconhecê-los. Portanto, em virtude disso tudo, não haverá qualquer prêmio pela cabeça de vocês, pois, vocês morreram e eles encontraram uma forma de selar os clones bijuus de vocês, que vou criar usando uma parte do chakra, criando réplicas bestiais, sem qualquer inteligência. Eles nunca souberam o nível real de poder de vocês, que irão se recuperar dessa doação de chakra, com o passar dos anos.

- Entendi. – Han comenta com um sorriso – Assim, não teremos problema.

- Vocês irão para Konohagakure no Sato. O Hokage de lá está a par da situação. Os irmãos de Kôkuo estão lá. Pelo menos a maioria e todos vocês vão ficar lá, sobre identidades falsas. Os demais ainda vão chegar a vila.

O casal consente com a cabeça, sendo que o jinchuuriki pergunta:

- Nós?

- Vou modificar o selo, para que Kokuou-chan, possa ficar fora do selo na forma humana, junto de você, ocultando as suas características. Assim, pode treinar junto dos seus irmãos.

Han fica maravilhado pelo fato dela poder sair do selo e imaginava ambos tendo um encontro, como se fossem um casal normal.

Enquanto isso, com Roushi e Son Gokuu.

Roushi abre os olhos e se vê em frente a Son Gokuu, preso em um cercado de pedras, sendo que tinha correntes o envolvendo. Ele estava dormindo, até que ver seu jinchuuriki e fala, sarcasticamente:

- Depois de nossa pequena discussão, disse que não voltaria a me ver tão cedo. Sabendo o quanto a sua cabeça é mais dura que o machado do Tsuchikage, isso é algo surpreendente.

- Não vim aqui por livre e espontânea vontade. Alguém me trouxe para cá.

- Alguém? – o bijuu arqueia o cenho.

Nisso, Rikudou e Youko surgem, sendo que Roushi se prepara para usar um ninjutsu, mesmo que tivesse a ilusão que estava atacando gigantes.

- Não tente fazer isso! É o meu tou-chan e essa junto dele, é poderosa, também. Você não passaria de uma mera formiga perante eles. Não me diga que não pode ver a diferença? – Son Gokuu fala – Não seja tão cabeça dura. Você é pior que o Tsuchikage, o que é surpreendente.

Ignorando o que o bijuu falava, com o mesmo revirando os olhos, frente ao fato do seu jinchuuriki ser muito cabeça-dura, Roushi faz selos e expele uma grande quantidade de lava da sua boca, que rapidamente, se solidificou em múltiplos pedregulhos de rocha derretida que foram disparados contra Youko:

- Yōton: Shakugaryūgan no Jutsu (熔遁・灼河流岩の術)!

O jinchuuriki fica estarrecido, quando a mulher com cabelos alvos e olhos azuis, assim como orelhas e dez caudas felpudas, apenas olha para a técnica, surgindo um vento alvo, congelando os pedregulhos de rocha derretida, para depois os mesmos se espatifarem ao se tornarem gelo, sobre o olhar atônito dele, para depois ela suspirar, com os pedaços de gelo se chocando contra Roushi, fazendo-o cair, estarrecido.

Então, ele vê o que seu bijuu chamava de tou-chan, o estranho homem que se aproximava, erguendo a mão e desfazendo o selo, fazendo sumir o cercado e as correntes, sendo que ele fala:

- Pode assumir a sua forma humana, meu filho.

Son Gokuu, que chorava emocionado, brilha e assume a forma humana de um jovem usando roupas de artes marciais, bem elaboradas. Era visível as orelhas de macaco na cabeça e suas caudas. De fato, ao olhar para ele, o mesmo parecia um artista marcial e na sua testa, havia uma tiara dourada, circundando a sua cabeça. Seus olhos eram dourados e seus cabelos eram vermelhos, tal como a sua pelagem na forma bijuu.

Rikudou retira os sentimentos e quaisquer lembranças ruins, as removendo, fazendo ele voltar a ser como era, originalmente, antes de ser corrompido pela crueldade dos homens.

Roushi havia notado um brilho envolver o bijuu na forma humana, sendo que o homem o afagava, paternalmente, enquanto se apresenta, formalmente, ao jinchuuriki, atônito:

- Sou Rikudou sennin. Eu criei os bijuus, portanto, sou como um pai para eles e os vejo como meus filhos. Essa é Youko-sama, imperatriz de um reino. Ela é uma Yuki no kitsune daiyoukai (grande youkai raposa das neves). Portanto, usa senjutsu, que é a energia da natureza. Graças ao poder misterioso da décima cauda dela, podemos estar aqui, agora.

Nisso, ele conta sobre o juubi e sobre os bijuus, assim como o seu desejo quando os criou e a sua tristeza ao ver o que os humanos fizeram com os seus filhos, sendo o inverso do que desejou.

- Então, esse é o rinnegan... – Roushi comenta surpreso – E essa é a forma humana de Son Gokuu?

- Nossa, pensei que havia se esquecido do meu nome. Nas batalhas anteriores que você teve, se tivesse me chamado pelo meu nome, poderia ter ganhado mais facilmente. Mas, é mais cabeça dura que o martelo do Tsuchikage.

- Você está em uma forma humana e não consigo ver você como um bijuu. Por isso, usei o seu nome.

- Entendo.

- Nós precisamos da ajuda de vocês para salvar o futuro.

- Como assim? – ele pergunta, olhando para a mulher.

Os olhos dela brilham, assim como as suas caudas que esvoaçavam e após alguns minutos, ao ver o futuro apocalíptico que os aguardava, ele cai de joelhos, suando frio.

- Está tudo bem, Roushi? O que viu? – Son Gokuu pergunta preocupado.

- Um futuro apocalíptico. – ele se ergue e fala determinado – Vou ajudar, claro. Não quero ver esse futuro se concretizando.

- Pelo visto, foi algo bem brutal, para ele resolver ajudar os humanos – ele fala olhando o seu pai e Youko - Ele não gosta das pessoas e só tem amizade com Han, porque ele também é um jinchuuriki como ele. Ele não se importa com a humanidade e não o culpo, considerando o que sofreu, desde criança.

- Eu vi uma filha que não sabia que tinha ser morta brutalmente. Ela é uma cópia da mãe dela. Não sabia que ela tinha ficado grávida.

- Fala daquela jovem? Mayuri? – o bijuu pergunta, arqueando o cenho.

- Sim. Preciso encontra-la. Quero saber o motivo dela nunca ter me procurado.

- Entendo. E quer salvar a sua filha? Por isso vai ajudar?

- Sim.

- Youko-sama vai criar um clone seu, sem vida, mas, real. Afinal, para todos, você morreu quando o bijuu escapou. Este Rikudou vai criar um clone de Son Gokuu, usando uma parte do chakra dele. Será bestial e sem inteligência. Enquanto os clones de Son Gokuu e de Kokuou estão criando uma confusão, generalizada, nós vamos retirar vocês. Vou modificar o selo e Son Gokuu ficará do lado de fora. Imagino que você já sabe onde procurar ela.

- Eu sei.

- Depois, vocês tem que ir até Konohagakure no Sato. Os irmãos de Son Gokuu estão lá. O Hokage sabe da situação e vai criar identidades falsas a vocês. Youko-sama usará seus poderes de senjutsu e vão tornar você e Han, irreconhecíveis a qualquer um que os tenha conhecido. Assim, vão poder ter uma nova vida longe daqui.

- Bem, se é para garantir um futuro a minha filha, farei de tudo por ela.

- Ótimo. Se preparem.

Nisso, ele se concentra e tira uma parte de Son Gokuu, surgindo um clone bijuu dele, feroz.

Iwakagure no Sato é sacudido com sons ensurdecedores e ao longe, avistam Yonbi e Gonbi, descontrolados. Os shinobis se aproximam e veem Han e Roushi, mortos.

Rapidamente, todos se reúnem para conter os bijuus, inclusive Tsuchikage.

Longe dali, Youko, como uma raposinha alva de dez caudas, faz quatro brilhos saírem dela, revelando Roshi, Han, Son Gokuu e Kokuou, com os olhos fechados, para depois abrirem. Os bijuus estão na forma humana e ao longe, observam seus clones causando destruição.

Youko fala:

- Pronto. Estão a salvo.

- Obrigado. – Han agradece.

Roushi consente com a cabeça e Youko se afasta dali em um piscar de olhos.

- Melhor irmos. Temos que passar em um lugar antes, certo? – Kokuou pergunta meigamente.

- Sim. Vamos. – Roushi fala, tomando o caminho até a vila de Mayuri.

Kokuou cora quando Han a olha, sendo que Son Gokuu bufa, olhando para a cena. Como um macho, ele se sentia super protetor com a sua irmã mais velha.

- Ciúmes de irmão, Son Gokuu? – Roushi comenta divertido.

- Como você vai agir, quando a sua filha crescer e aparecer pretendentes para ela?

- Vou derreter eles com a minha larva. Simples assim.

Son Gokuu, Han e Kokuou ficam com gotas na cabeça.

- Não é meio extremo, Roshi-san? – Kokuou pergunta com uma gota na cabeça.

- Não acho. E se eu fosse o Han, começaria a se preocupar com os irmãos dela. Son Gokuu não é o único.

Han sente o sangue gelar, enquanto via um olhar de Son Gokuu, como se o desafiasse a pedir para namorar a sua irmã mais velha, sendo que Kokuou olhava inocentemente para todos, sem entender muito, o que estava acontecendo e o motivo daquele que ela amava, suar frio enquanto olhava para Son Gokuu. Roushi sentia pena do amigo.