Nota: (1) – Harry Potter e seus personagens não me pertencem. E sim a J.K. Rowling.
(2) – Essa é uma história Slash, ou seja, relacionamento Homem x Homem, Lemon, a saber, sexo explícito entre os personagens, e PseudoIncest, ou seja, o casal principal possui uma relação de pseudo (falso) parentesco. Se não gosta ou se sente ofendido, é muito simples: Não leia.
-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-
- Muito obrigado, Sirius, por tudo o que fez por nós – Harry agradeceu novamente, rodeado pelos braços de seu padrinho.
- Não precisa agradecer, Harry – o animago respondeu – Vocês têm certeza de que não querem ficar um pouco mais?
- Não, obrigado. Nós ficaremos bem.
- Tem certeza? Eu já disse que podem ficar o tempo que quiserem aqui.
- Sim, não se preocupe...
- Obrigado, mas não é necessário – Tom interrompeu o irmão, impaciente – Consegui um apartamento razoável perto de onde irei trabalhar. Está ótimo para começar.
Harry suspirou, mas permaneceu em silêncio. Tom andava bem irritado ultimamente, e com toda a razão. Nas últimas três semanas, enquanto estavam hospedados na casa de Sirius, o Slytherin havia descoberto que seu querido pai adotivo usara sua influência como Chefe dos Aurores para que Tom perdesse sua vaga no Departamento de Aplicação das Leis Mágicas, no Ministério da Magia. Dois dias após o incidente na formatura de Harry, o professor Hopkins havia lhe enviado uma coruja com uma carta vaga e superficial na qual afirmava que, infelizmente, a vaga oferecida a Tom já havia sido preenchida e que este não tinha lugar no Ministério. Dizer que Tom ficara furioso é um eufemismo. Harry precisou impedi-lo de cometer pelo menos dois assassinatos naquele dia, o de James e do professor Hopkins, por arruinarem seus planos.
Desde então, Tom passara dias e noites procurando escritórios de famílias de advogados bruxos para começar sua promissora carreira, mas, mesmo com seu brilhante currículo, não obtivera sucesso, pois a história de que fora deserdado por seu pai – por sorte, sem riqueza de detalhes – já percorrera todos os arredores do mundo mágico inglês.
Finalmente, há poucos dias e engolindo todo o seu orgulho, Tom usou seu vasto conhecimento sobre artes das trevas para conseguir um emprego relativamente bem remunerado numa loja de antiguidades na Travessa do Tranco, a Borgin e Burkes, cujos proprietários estavam em busca de um jovem conhecedor de artículos das trevas para gerenciar a loja e fazer as principais vendas. Em seguida, encontrou ali perto, num prédio de aspecto desagradável, pequenos apartamentos disponíveis para serem alugados sem a necessidade de um fiador, ou muitas perguntas, bastando apenas o adiantamento de seis meses de aluguel, que Tom conseguiu com o dinheiro do prêmio do Torneio Tribuxo, o qual havia depositado numa conta pessoal em Gringotes. E, neste momento, era para lá que ele e Harry estavam indo.
- E onde este apartamento fica exatamente? – Sirius perguntou, desconfiado.
- Próximo ao Beco Diagonal – respondeu Tom, impassível, uma vez que a Travessa do Tranco ficava, de fato, próxima ao conhecido beco.
- Tudo bem, mas prometam entrar em contato se precisarem de alguma coisa – disse o animago – Remus e eu estaremos sempre dispostos a apoiá-los.
- Nós sabemos – Harry sorriu – Obrigado.
Sirius então retirou do bolso da túnica azul marinho um pequeno saco de couro preto, no qual tilintavam centenas de galeões, e o estendeu para Harry:
- Isso é para você fazer sua matrícula na faculdade – disse ele – E para ajudá-los nesses primeiros meses sozinhos.
Harry havia conseguido uma bolsa parcial na Universidade Kings' College de Londres, onde começaria a cursar medimagia em alguns meses, caso fizesse a matrícula. O único problema, é claro, tratava-se do fato de seu pai não estar muito disposto a financiar seus estudos, ou sequer lhe dirigir a palavra, como havia previsto. No entanto, seu padrinho mais uma vez mostrava que não os deixariam desamparados de forma alguma. Mas, no momento em que um surpreso e agradecido Harry se dispôs a alcançar o saco de galeões, Tom agarrou seu pulso e o puxou para trás.
- Não precisamos disso – disse o Slytherin, irritado – Eu pagarei a matrícula de Harry e todo o resto que ele precisar.
- Tom... – Sirius estava a ponto de iniciar um longo discurso acerca da importância do seu papel como padrinho e do desejo de ajudá-los e da importância de se aceitar ajuda, e provavelmente, iniciar também uma discussão com seu afilhado mais velho, quando observou o angustiado semblante de Harry e então suspirou resignado – Tudo bem, você que sabe, Tom.
- Exato – replicou o orgulhoso Slytherin, friamente, fazendo jus ao seu status como herdeiro de Salazar – Bem, obrigado por nos hospedar. Até mais.
Quando Tom se virou para apanhar o pó de Flú, Sirius, utilizando seu lado sorrateiro, como o bom maroto que era, esgueirou o saco de galeões para o bolso da túnica de Harry, que engoliu em seco, preocupado, mas lhe ofereceu um sorriso agradecido logo em seguida.
Com um último beijo no topo da cabeça de Harry, o animago observou seus afilhados desaparecerem no fogo esverdeado. Em momentos como aquele, quando via a raiva contida nos olhos de Tom e a angústia adornando as belas feições de Harry, ele sentia vontade de esganar James até que este engolisse todo o seu orgulho e se redimisse com seus filhos, o que, no entanto, não parecia prestes a acontecer num futuro próximo. E se havia algo que ninguém poderia negar era o quão orgulhoso e irredutível poderia ser um Potter. Nesse sentido, James e Tom pareciam de fato pai e filho.
-x-
Quando Harry aterrissou na lareira de sua nova casa e observou pela primeira vez o local, ele arregalou os olhos, mas rapidamente tentou disfarçar seu espanto no momento em que Tom chegou ao seu lado.
- Eu sei que não é muito bonito ou aconchegante, mas é apenas temporário – garantiu Tom, com o cenho franzido, percorrendo os olhos pela sala de estar precária.
A sala em questão conseguia ser mais sombria que as masmorras de Hogwarts e possuía apenas um sofá de dois lugares próximo a uma estante vazia perto da lareira, seu reduzido espaço logo culminava num corredor estreito e mal iluminado que dava acesso ao quarto, no qual havia uma pequena suíte, e à cozinha. No primeiro cômodo havia uma cama de casal de aparência desconfortável e lençóis surrados, um armário de madeira com alguns pedaços lascados e um abajur roxo horrível sobre o criado mudo ao lado da cama. No pequeno banheiro havia o básico: uma pia enferrujada, o sanitário, o qual, por sorte, encontrava-se em condições aceitáveis e um chuveiro velho, num boxe minúsculo, que não parecia dispor de muita água quente.
Na pequena cozinha havia um fogão velho, uma geladeira cujo pé quebrado fora substituído por uma edição antiga de "Hogwarts, uma história", para garantir sua sustentação, ao lado de uma pia pequena de granito preto manchado, na qual repousava um escorredor de pratos. Nesse mortificante ambiente havia ainda uma pequena mesa de madeira redonda e duas cadeiras e armários escuros embutidos nas paredes sem graça, cujas portas pareciam a ponto de cair com um sopro de vento.
Aquele apartamento, como todos os outros daquela região, refletia perfeitamente o quão precários eram os arredores da Travessa do Tranco, um bairro escuro e sombrio, no qual se encontram lojas que se dedicam às Artes das Trevas, restaurantes de baixa qualidade, bares mal frequentados, pequenos conjuntos de apartamentos decadentes e ruas esburacadas nas quais os magos e bruxas mais horrendos circulavam com suas vestes surradas pedindo esmola, oferecendo quinquilharias e cometendo pequenos furtos longe dos olhos das autoridades. Um lugar que, definitivamente, estava longe dos padrões dos irmãos Potter, por onde Tom não deixaria Harry andar sozinho um minuto sequer, mas que, por enquanto, deveria servir.
- Não se preocupe, Tom – Harry garantiu suavemente – Você está aqui. Então, para mim é perfeito.
Tom sorriu e puxou o menor para um beijo apaixonado. Para ele, enquanto tivesse o pequeno Gryffindor em seus braços qualquer lugar seria o paraíso.
- Acho que precisamos organizar as coisas, né? – Harry sorriu, agitando a varinha e trazendo ao tamanho normal as malas e caixas de utilidades domésticas, como roupas de cama, travesseiros, toalhas, panelas, talheres, etc., que haviam ganhado de Remus e de Sirius para a nova casa.
- Sim, parece que sim.
- Não faça essa cara – riu o Gryffindor – Será divertido!
Tom olhou para as caixas e, então, para os arredores empoeirados do pequeno apartamento e suspirou. Não seria nada divertido, mas, enquanto estivesse com Harry, tudo seria perfeito.
-x-
"Perfeito".
Esta talvez não fosse a melhor palavra para descrever aquelas duas semanas vivendo em sua nova casa, principalmente para o pequeno Gryffindor, que passava a maior parte do tempo sozinho naquele lugar. Tom trabalhava numa loja de artefatos das trevas próxima dali, então conseguia almoçar com o irmão todos os dias, rapidamente, e voltava para o trabalho.
Quanto estava sozinho, porém, Harry se ocupava estudando para as aulas de medimagia que teriam início no próximo semestre, pois havia conseguido mandar uma coruja para a faculdade com o dinheiro da matrícula que ganhara de Sirius e seu histórico escolar. Tom, contudo, pensava que o menor havia conseguido a isenção da matrícula graças a uma carta de recomendação de Dumbledore, conforme Harry lhe informara, uma vez que o Slytherin dificilmente entraria em contato com o diretor para apurar a história. Ele não havia ficado nada satisfeito com a suposta interferência de Dumbledore em suas vidas, mas fora convencido pelo menor a deixar este assunto de lado.
Nos momentos que não estava estudando, Harry aproveitava para cuidar da casa com alguns feitiços de limpeza simples que aprendera com sua mãe e cozinhar as refeições para os dois. Ou, pelo menos, ele tentava:
- Morgana do céu! – o Gryffindor gritou, escondendo-se atrás de uma cadeira quando o ensopado de carne que tentava fazer explodiu no fogão, espalhando-se pela cozinha inteira.
Engolindo em seco, Harry se aproximou da panela, limpando toda a bagunça com um balançar de varinha, e observou o que restara lá dentro:
- Não está muito parecido com a foto – murmurou, olhando para o livro de receitas em cima do balcão.
Na foto, o ensopado de carne não estava roxo.
- Era para ficar dessa cor? – Nagini perguntou, observando-o de cima do armário.
Harry não respondeu. Ele estava com saudades dos elfos de Sirius, principalmente de Monstro, que fazia os mais deliciosos quitutes. Os quais, no entanto, não chegavam aos pés da comida de sua mãe.
Sua mãe.
"Vocês não são mais meus filhos", ele se lembrou das palavras dela e, mais uma vez, sentiu os olhos umedecidos de lágrimas.
- Harry? – Tom o chamou, entrando na cozinha enquanto afrouxava a gravata – Você está bem?
O Gryffindor estava imerso em seus pensamentos, vagando entre dolorosas lembranças, e, por isso, não havia escutado o irmão chegar. Rapidamente, porém, Harry afastou as lágrimas e se virou com um belo sorriso para Tom:
- Hey! Como foi seu dia, Tom?
- Estressante. Cercado por clientes burros, que não saberiam o que é a Maldição Cruciatus nem se eu as atingisse com ela, e dois funcionários incompetentes – suspirou, depositando um beijo leve nos lábios rosados do irmão.
- Eu fiz o jantar.
Tom levantou cuidadosamente a tampa da panela e observou o ensopado roxo no fogão, então balançou a cabeça, divertido.
- Aposto que está uma delícia.
- Eu tentei... – Harry amuou lindamente, cruzando os braços e fazendo beicinho – segui passo a passo a receita.
- Imagino que sim – riu -, mas não se preocupe, pequeno, vamos colocar a mesa porque estou morrendo de fome.
- Você vai comer isso?
O espanto no rosto de Harry era adorável.
- É claro que sim – Tom sorriu, flutuando os pratos e talheres de dentro do armário para cima da mesa – Foi você que fez, meu amor.
Tom repetia essas palavras todas as vezes, garantindo ao menor que nada do que ele cozinhasse poderia matá-lo e que não estava assim tão ruim. Harry, então, encarava-o com seus belos olhos verdes repletos de lágrimas contidas e lhe oferecia um pequeno sorriso.
- Humanos comem coisas tão estranhas... – murmurou Nagini, observando-os de cima do armário enquanto engolia o pequeno camundongo que havia encontrado no hall do prédio.
-x-
- Até amanhã, senhor Tom!
- Até amanhã, senhor!
Os gêmeos de dezessete anos, olhos esbugalhados e cabelos loiros oleosos, que haviam se formado recentemente em Durmstrang, cujos nomes Tom não fazia a mínima questão de se lembrar, despediram-se energicamente e saíram correndo quase aos tropeços da loja depois de terminarem a limpeza. Se que alguém poderia chamar aquilo de limpeza, é claro.
Tom como sempre os ignorou e, com um suspiro resignado, fechou o pesado e empoeirado livro de registro de caixa.
- Pelo menos vendemos aquela coisa horrenda – Tom pensou consigo mesmo, em voz alta, observando o local onde ficava exposta a "mão da glória" – Tem gente que compra qualquer artefato vagabundo que sequer possui magia negra de fato.
Com movimentos articulados de varinha, Tom se pôs a lançar os usuais feitiços de proteção nos objetos mais valiosos e realmente embebidos de magia negra para que não corressem risco de serem roubados. Em seguida, ele apanhou o casaco e saiu da loja para o vento frio da rua, trancando-a com um poderoso feitiço de proteção que nem mesmo os senhores Borgin e Burke, proprietários da loja e donos do prédio, este herdado por um ritual de sangue, seriam capazes de anular o feitiço.
O herdeiro de Slytherin, então, seguiu pelas ruas estreitas em direção ao conjunto de apartamentos que ficava há poucos metros de distância. Chegando lá, cruzou o lobby deserto repleto de teias de aranhas e subiu até o quarto andar, tomando cuidado ara não pisar em falso na madeira podre da escada. Ele apostaria todos os seus galeões, que, naquele momento, infelizmente eram poucos, que aquele decadente prédio conseguia ser pior do que muitos prédios no mundo muggle.
- Estou em casa, pequeno – anunciou, fechando a porta atrás de si.
No entanto, um estranho silêncio o recebeu.
Ele foi até a cozinha, afrouxando a gravata como fazia sempre, mas Harry não estava lá para recebê-lo com um sorriso em seus lábios rosados, como era usual.
Nem no quarto.
Ou no banheiro.
Harry não estava em lugar nenhum.
Olhando ansiosamente ao redor, Tom se deparou com um pequeno bilhete sobre a mesa da sala:
"Querido Tom,
Pensei em fazer omeletes para o jantar, pois quase deu certo da última vez, mas estamos sem ovos. Por isso, irei rapidamente ao mercadinho de ervas e hortifruti do Beco Diagonal.
Não se preocupe, voltarei antes das 19h!
Com amor,
Harry".
Tom olhou para o relógio e estreitou os olhos.
19h05min.
Harry estava atrasado.
De repente, seu coração apertou, no mesmo instante que o barulho ensurdecedor de uma explosão se fez ouvir na rua. Aproximando-se rapidamente da janela, Tom observou uma cortina de fumaça preta pairando sobre um local afastado do prédio, um local que consistia em nada menos que o Beco Diagonal. Então, logo em seguida, os gritos e os sons dos feitiços cruzando perigosamente os céus podiam ser escutados há distância. E a conclusão foi imediata: o Beco Diagonal estava sob ataque.
Imediatamente, seus olhos ganharam um brilho escarlate.
Harry.
No instante seguinte, Tom aparatou para o centro do confronto.
Ele não se importou nem um pouco com o fato de aparecer no meio do fogo cruzado. Sua mente tinha apenas um objetivo: Harry. Com movimentos elegantes de varinha, Tom habilmente repelia os feitiços que vinham em sua direção e seus olhos vermelhos como sangue sequer reconheciam a presença dos Aurores, tampouco dos membros da Ordem Negra. Sua preocupação era uma só: Harry.
Concentrando-se no vínculo mágico que possuíam desde a mais tenra idade, Tom conseguiu sentir a presença do irmão cada vez mais perto.
- Harry! – sua voz firme se sobrepujava a todos os gritos. Em seus olhos, a preocupação e o desespero brilhavam numa linda cor escarlate.
Finalmente, após eternos minutos de busca desenfreada, Tom se deparou com a imagem de seu pequeno irmão duelando com um homem mascarado. Harry estava ofegante, seu semblante assustado, mas a determinação e a coragem Gryffindor brilhavam nos belos olhos esmeraldas. Harry, inclusive, parecia controlar bem a situação e levar vantagem na luta, mas Tom jamais deixaria seu irmão correr qualquer tipo de risco. Então, com um movimento certeiro e as palavras sussurradas na língua das cobras, Tom atingiu o homem que ousara atacar seu irmão com um Avada Kedrava. E antes mesmo que Harry pudesse levantar o olhar confuso e assustado do cadáver aos seus pés, Tom puxou o trêmulo e pequeno corpo do irmão para os seus braços.
- Está tudo bem, pequeno.
- Tom...
- Está tudo bem, eu estou aqui, meu amor.
- Eu não sabia...
- Está tudo bem, pequeno.
- Eu juro que não sabia que isso poderia acontecer. Eu juro, Tom! Tudo estava calmo quando saí de casa...
- Silêncio.
O pequeno Gryffindor imediatamente se calou. E Tom, continuou:
- Falaremos sobre isso em casa.
Sem se atrever a contestá-lo, Harry afundou o rosto no peito do irmão, sentindo o conhecido puxar do aparatar, algo que ele mesmo sequer tivera tempo de fazer quando fora atacado logo após a terrível explosão, ao sair do mercado. Com um pequeno suspiro, porém, Harry relaxou.
Ele estava nos braços de Tom agora.
Tudo ficaria bem.
-x-
Há poucos metros dali, um par de olhos negros, impiedosos e calculistas, contemplara toda a cena, deleitando-se principalmente com a facilidade com a qual o herdeiro mais velho e renegado da nobre família Potter havia desferido a maldição assassina, bem como com o desespero com o qual havia abraçado o irmão, aquele que era seu pequeno amante.
- Isso me dá uma excelente ideia...
Um sorriso obscuro então se desenhou sob a máscara dourada.
Continua...
Próximo Capítulo:
- Você não vai sequer ouvir sua proposta?
- Não – Tom respondeu com frieza – Pode dizer ao seu "Imperador" que não estou interessado.
-x-
N/A: Queridos leitores do meu coração, sei que estão cansados de ouvir meus pedidos de desculpas, então não direi mais isso... Mentira, direi sim! Por favor, me perdoem pelo atraso! – chora, abraçando-se ao Harry e ao Tom – Eu sei que não existe uma desculpa plausível para tamanho atraso, mas, em minha defesa, precisei apresentar meu TCC e cá entre nós, foi um sucesso! – sorri feliz – Mas somente porque eu tenho os leitores mais lindos do mundo que são vocês!
Eu aproveito e me desculpo também – sim, um monte de desculpas hoje, hehe... – pelo capítulo tão curtinho, mas ele é necessário para introduzir a parte mais tensa e perversa da história... – música de suspense ao fundo – a qual eu espero sinceramente que vocês gostem! E que prometo não demorar séculos a postar!
Gostaria de deixar um grande beijo e meus agradecimentos especiais a:
Cristiani Cruz... Nick... Sire-Riddle18... RiddlePotter... YokoTakamotoFenix... Sandra Longbottom... VictoriaLombardi... TaiSouza... vrriacho... Srta Potter... Anjelita Malfoy... lunynha... Mirian Lupin... BoozinhaLuthor... Kamy... yggdrasil001... FaFaVe... Yohan A. Black... Nicodemos V. Alexandrov... Barbara Vitoria... Hanii Seirios Slytherin... tarsilag... biafreitassantos e Gabi!
Muito obrigada mesmo pelas lindíssimas REVIEWS de vocês!
Um grande Beijo!
E até o próximo capítulo de Amnésia, o qual pretendo postar em menos de duas semanas, prometo!
