Capitulo 28 - Duvidas e Signos

Os dois estavam deitados numa grande cama de casal, de lençóis de cetim vermelhos. A garota ruiva, nem se preocupava em se cobrir por na frente de o homem moreno quase desconhecido, afinal ele já vira tudo o que ela tinha a mostrar, assim como de fato não sentir qualquer tipo de vergonha em relação ao seu corpo.

O motel para onde tinham ido ficava perto do bar onde se tinham encontrado, e ali haviam prolongado pela madrugada adentro aquilo que também haviam feito no banheiro do estabelecimento publico.

-Você é bom naquilo que faz Gnema, sem dúvida.

Gnema riu malicioso.

-São já 15 anos de prática.

Karin indagou.

-Quantos anos você tem?

Gnema replicou simplesmente, sem olhar a mesma enquanto fitava deitado o teto de madeira do quarto de motel.

-30 anos.

Karin envaideceu-se por dentro. Ela havia conseguido seduzir e dormir com um homem com mais de 30 anos! No entanto sua vaidade durou pouco quando se lembrou que o Hatake tinha a mesma idade no momento.

-E você quantos tem?-Interrogou sem grande interesse Gnema despertando a ruiva dos seus pensamentos.

-Tenho 17 anos.

Gnema riu.

-Acabei de transar com uma menor de 17 anos. Nunca diria que você teria essa idade.

Karin soltou o seu pensamento por sua vez.

-E que idade você me daria Gnema?

Sem pensar muito retorquiu.

-Talvez 20, 21, não menos que isso.

Maliciosa Karin perguntou.

-Você prefere as mais velhas?

Gnema fechou os olhos por um momento e lembrou-se da ninfa de Kakashi. Ultimamente, estava mais virado para as mais novas.

-Geralmente sim, mas tenho me interessado por colegiais inocentes.

Karin não gostou do que ele disse.

-O que há de atractivo numa garota de não sabe fazer nada na cama?

Gnema retorquiu perverso.

-O fato de ensinar já é bastante excitante por si só.

Karin não se conteve.

-Conheço outro como você, a diferença é que desde que está com a mosca morta, não liga a mais nenhuma mulher.

Gnema deixou de fitar o teto e ergueu-se encarando sério a mulher sentada na cama, completamente nua.

-Como esse cara se chama?

Karin, desconfiada da reacção de Gnema, logo disse o nome.

-Kakashi Hatake.

Para sua surpresa viu o homem cair numa gargalhada debochada e irónica. Sem entender questionou.

-Porque está rindo?

Gnema colocou-se próximo dela, e falou.

-Digamos que eu e você temos mais em comum do que pensa.

Karin, continuando sem entender voltou a interrogar.

-O que temos em comum?

Gnema fitou malicioso e sério.

-Você deseja esse homem de que me falou?

Karin retrucou.

-Com certeza.

Gnema então abriu o jogo.

-Então vou lhe contar... eu conheço bem esse homem e posso ajudar você a tê-lo.

Karin se aproximou insinuante, de joelhos sobre a cama e colocando os braços em torno do pescoço do moreno oferecendo os seios ao mais velho.

-E o que você quer em troca.

Gnema perverso declarou.

-Hinata Hyuuga.

Karin sorriu maliciosa com a resposta, ela sabia que devia existir um motivo para ele a ajudar, e sabia que a Hyuuga detestaria ser de Gnema.

-Você a terá...ah- Finalizou a frase com um gemido de prazer quando sentiu os a boca de Gnema se apossar de um dos seus mamilos. Após chupa-lo, Gnema sentenciou.

-Sim, Hinata será minha e Kakashi seu.

...

O mês de Junho já havia começado e com esse mês, vinha o fim de mais um ano escolar para Hinata e todos os alunos do colégio de Konoha. O calor que anunciava que o verão estava prestes a chegar.

Mais um dia terminava e mais uma vez Hinata estava a caminho de casa, para passar a tarde com a mãe. Rina estava ficando cada vez pior, mais magra que aquilo que era habitual, e mais pálida, nas idas ao médico, cada vez mais era colocada a hipótese de internamento, mas Rina sabia que esse internamento, diferente dos outros, seria definitivo. E tudo o que ela queria era passar os últimos meses que ela sabia que lhe restavam, não num hospital rodeada pela frieza de máquinas, mas sim com sua filha, na sua casa, onde tinha vivido os melhores anos de sua vida, cercada do carinho de seus amigos e amor de sua filha.

Hinata estava indo para casa de ônibus, pois Kakashi, estava ficando cada vez mais cercado de trabalho, afinal, dentro de 2 meses e meio, o pai passaria a presidência das indústrias Hatake. Mesmo assim Kakashi insistira e insistia em busca-la todos os dias, porém Hinata insistira mais e dissera que era perfeitamente capaz de se virar sozinha, que não era de vidro.

Depois de muita insistência de parte a parte, Kakashi cedera. Mas isso não queria dizer que ele não se certifica-se que tudo estava bem.

Hinata sentiu e ouviu a melodia do celular penetrar seus ouvidos, alertando que alguém queria falar com ela, e neste caso ela já tinha uma ideia de quem, antes mesmo de pegar no objecto. Retirou o aparelho da bolsa da frente da mochila branca.

-Kakashi kun?

-Está tudo bem pequena?

Hinata logo retrucou calma e carinhosa.

-Hai, estou bem, quase chegando em casa.

Kakashi informou.

-Mais tarde passarei por ai, estou desejoso de vê-la, de beija-la.

Hinata por sua vez corou ouvindo as palavras do Hatake.

-N-Não d-diga e-essas coisas K-Kakashi kun!

O mais velho sorriu por debaixo da mascara malicioso.

-É apenas a verdade menina, não precisa ficar corada.

Hinata espantada inquiriu.

-C-Como s-sabe que estou c-corada Kakashi kun?

Kakashi afirmou.

-Conheço você muito bem pequena, melhor que a palma da minha mão.

Hinata tornou a corar mais forte, E o Hatake mudou o rumo da conversa em relação a uma de suas preocupações que ele sabia que também afligiam a mais nova.

-Como está sua mãe hoje?

O semblante da Hyuuga mudou para preocupado e triste após a interrogação.

-Como de costume, com um ar abatido, pálida, com náuseas...-Os olhos da garota se encheram de lágrimas por derramar.

Kakashi percebendo pelo tom de voz que Hinata podia estar perto do choro comentou.

-Mas após que bem-humorada.

Hinata sorriu lembrando a mãe resmungando com Kyoko e judiando um pouquinho da pobre coitada com suas atitudes um tanto infantis.

-Ha-Hai, de muito bom humor.

Encarecidamente, de forma terna, o futuro herdeiro, pediu.

-Não chore pequena.

Hinata retrucou juntando toda a sua força.

-Vou tentar, até mais tarde Kakashi kun.

Kakashi sorriu entristecido.

-Me espere pequena, estarei ai assim que terminar tudo.

E após terminaram a chamada e Hinata olhou para o vidro colocado na janela do ônibus, com melancolia a tristeza. Ela sentia que coisas ruins viriam por ai, só desejava que suas piores intuições não se concretizassem.

...

Kakashi já tinha de se despedir e retornar ao seu apartamento, porém cada vez mais a contra gosto o fazia. Sair daquele ambiente familiar, reconfortante, mesmo em meio de dificuldades, e quente de carinho, o deixava sufocado, e solitário.

Nunca na sua vida tinha percebido o quão vazia e só era sua existência até conhecer Hinata. Desde de pequeno a única atenção e carinho que recebera fora de sua mãe que o havia deixado sozinho ainda pré adolescente, mas que ele sabia que fora esse carinho que o tornara um homem que um dia pudesse vir a ser capaz de amar. O pai sempre o trocara pelo trabalho e depois da morte de sua mãe fora pior, praticamente abandonado. Toda sua vida tinha sido cercada de luxo, de riqueza, de mulheres belas, de dinheiro, no entanto faltara aquilo que ele considerava mais importante: amor, carinho verdadeiro. Tudo o que tivera fora futilidades, experiencias sexuais prazerosas, no entanto completamente vazias, tudo sem sentimentos, tudo com frieza de coração. E quando aos 30 anos de vida, desistira de encontrar o amor, ela apareceu como uma avalanche destruindo a frieza que o cercava mostrando a ele o calor, e bem ele sabia que uma vez experimentando desse calor, ele jamais poderia se contentar com a frieza.

Quando a conhecera, primeiro a desejara, o corpo pequeno sucumbindo ao seu, e depois viu-se encantado pelas maneiras suaves, pela humildade, pelo caracter e doçura que ela parecia deitar de dentro para fora. Hinata poderia não saber, mas ele, desde que a conhecera, a observada e analisava. E por fim quando deu por si, estava apaixonado, não mais que isso, estava amando ela. Ele era como um cego que via a luz do sol pela primeira vez, deslumbrado, cativo, e de tal forma, que ele sabia que nunca mais em toda a sua existência, poderia viver voltar a viver na mesma escuridão de antes, não depois de ter conhecido a luz. Se ela soubesse tudo o que tinha feito por ele, veria que ela jamais poderia ficar devendo o que quer que fosse a ele, que ela sim era a credora da relação.

E agora estava ele finalmente a sós com Hinata na sala da casa dela, como tantas outras vezes, apesar de cada dia ao lado de Hinata ser diferente, se despedindo dela.

-Bem eu tenho que ir pequena.

Hinata olhou para ele pensativa, que percebeu uma sombra no rosto da sua menina, em seus olhos perolados.

-O que incomoda você minha menina?

Hinata desabafou com o noivo.

-Me sinto impotente Kakashi kun, perante tudo, incapaz de ajudar, ou retribuir tudo aquilo que você tem feito por mim…- o tom choroso já começava a si formar-…você tem pago todas as nossas despesas, a doença de minha mãe, e eu não consigo fazer nada...-Kakashi não a deixou terminar, e falou olhando profundamente nos olhos dela, segurando o rosto pequeno entre suas mãos.

-Se você soubesse o quanto devo a você menina, nunca diria uma coisa dessas. Você me trouxe de volta a vida, aliás me mostrou o que é viver, iluminou a minha vida, e isso não há dinheiro nenhum que pague, portanto jamais pequena, você estará em divida comigo. E nunca mais diga que não faz nada, você trata de sua mãe com todo o capricho, com tanto a amor, faz de tudo para ajuda-la, para vê-la feliz, e isso meu anjo já é muito.

Hinata emocionada deixou duas lágrimas correrem pelo seu rosto, lágrimas essas que logo foram limpas pelos beijos gentis de Kakashi pelo seu rosto. No final o maior depositou um selinho nos lábios pequenos e finos, contudo ao sentir as mãos delicadas e doces de Hinata em seu pescoço, Kakashi torno aquele singelo toque num beijo apaixonado. As línguas entrelaçaram-se acariciando-se mutuamente, e logo a boca do mais velho, que era maior e mais experiente, dominou a mais pequena e inocente rapidamente.

Beijaram-se por alguns minutos, uma das mãos de Kakashi segurava firmemente a cintura delicada e fina de sua noiva, e a outra estava a meio das costas da mesma, a mantendo erguida do chão, enquanto as mãos da menor permaneciam em sua nuca a acalantando.

Um pigarrear forçado os despertou do torpor causado pelo entusiasmo do beijo e ambos pararam o beijo. Era Kyoko que vinha avisar que estava de saída, o que não era de admirar já que eram quase 21 horas.

-Desculpem interromper, mas só para informar que já estou de saída, e claro boa noite á vocês.

A Hyuuga menor obviamente vexada estava incapaz de prenunciar qualquer palavra que fosse, então o Hatake tomou a rédea da situação, replicando polidamente.

-Boa noite Kyoko, bom retorno a casa.

Kyoko ia para casa com um taxista conhecido seu que já a esperava. Despediu-se

-Até amanhã menina Hina.

Hinata envergonhada retribuiu.

-A-Até Senhora K-Kyoko.

A senhora sorriu e se retirou. De seguida Kakashi também se despediu de ambas as Hyuugas. Amanhã era outro dia.

...

Hinata estava sozinha num banco um tanto escondido dentro do edifício escolar pensativa, enquanto tomava um suco de pacotinho. E estava bem sossegada aproveitando o mínimo de seu intervalo quando viu uma cabeleira loira, junto de uma rosada aparecerem bem na sua frente.

-FINALMENTE ENCONTRAMOS VOCÊ EIH, APOSTO QUE QUANDO BRINCAVA DE ESCONDE- ESCONDE NO INFANTÁRIO, VOCÊ DEVIA SER A MELHOR!

Sakura repreendeu a amiga.

-Para de gritar feito louca Ino, deixa de ser tão destrambelhada mulher.

Ino ripostou.

-EU DESTRANBELHADA? VOCÊ VAI VER...- e foi interrompida pela voz suave da moça de cabelos azuis petróleo.

-M-Meninas, por favor, não se z-zanguem...

Ino atacou o pedido de Hinata, mais tarde logo zoaria de Sakura.

-Bem Hina a gente queria saber se podemos ir na sua casa hoje de tarde.

Hinata sorriu em confirmação.

-Claro que podem, a minha porta está sempre aberta para vocês...- Não conseguiu dizer mais nada pois logo em seguida sentisse envolvida por um abraço de urso da Yamanaka.

-Você é uma pessoa tão Kawaiiiiiii...

Sakura vendo que a perolada já estava quase ficando sem ar, alertou Ino.

-Ino larga a moça que ela já tá morrendo ai.

Ino então parou de abraçar a amiga e sorriu levemente constrangida enquanto confidenciava.

-Desculpa Hina, mas é que hoje quero falar com as meninas sobre um determinado tipo de assuntos...

Hinata em sua inocência de pensamento indagou.

-Que tipo de assunto?

Ino mudou subitamente de cor de pele, indo de pálida a vermelha.

-A gente logo fala.

Sakura de olhou no horário, apressou Ino.

-Ino temos de ir, já tá quase tocando.

Ino se despediu.

-Então já sabe, meia hora depois de terminarem as aulas, eu e a meninas estaremos lá.

Sakura fez o mesmo.

-Até daqui a pouco Hina chan.

Hinata concordou.

-Até.

E logo cada uma seguiu seu caminho em direcção á respectiva sala.

...

Já batiam as 18 horas, quando batidas na porta se ouviram, anunciando a chegada do grupo de moças. Hinata correu para abrir a porta e logo deu de cara com as meninas.

-Olá Hina.- Cumprimentaram todas ao mesmo, e em seguida olharam desconfiadas umas para as foi a que começou.

-Vocês tinham que copiar minha deixa, não tinham coisa melhor pra dizer franguinhas?

Ino logicamente foi a primeiríssima a dar troco.

-Franguinhas? Você que é uma galinha velha, isso sim.

Sakura recriminou Ino.

-Você tá pegando pesado Ino, Temari não tem culpa de estar ficando velha...

Temari irritou-se.

-Eu vou mostrar a vocês quem é a velha do pedaço...

Tenten acalmou os ânimos.

-Meninas, tenham mais compostura por favor. Vieram para discutir na porta de casa da nossa amiga? A coitadinha já está constrangida.

E foi quando desviram o rosto que deram de cara com uma Hinata, tal como Tenten referira, constrangida. Rina apareceu por de trás da filha, cumprimentando as meninas e ficando feliz em ver que continuavam animadas e briguentas.

-Boa tarde meninas, entrem logo.

As garotas assentiram, mas nas suas mentes estavam espantadas com o estado físico da mulher, que parecia uma sombra do que um dia fora, no entanto podiam ver que ela se encontrava feliz, apesar da doença que se abatia sobre a mesma, nunca perdia o sorriso.

Como Rina pedira todas haviam entrado e logo estavam todas no quarto da Hyuuga a porta encostada. E vendo-se a sós com as amigas Ino, confidenciou.

-Meninas eu tenho algo super importante a contar a vocês!

O que ela dissera fora o suficiente para atiçar a curiosidade na cabeça de cada uma das amigas e capturar a atenção de cada uma delas. Ino ruborizou um pouco mas contou.

-Bem meninas, eu e o Gaara kun, decimos que vamos... Bem vocês sabem.

Temari deu uma palmadinha em Ino, e provocou a coitada.

-Finalmente eih, mas vão com calma tá bom, nada de andar a fazer essas coisas em sítios inapropriados.

Ino chateou-se com a ideia da Temari.

-Claro que não vai ser num sítio qualquer, vai ser no apartamento de seu irmão oras...

Temari então sorriu maliciosa.

-Já vão estrear a cama né? Safadinhos…, mas deixando esse assunto de lado, que duvida você deseja tirar? Já sabe que aqui ninguém vai rir de você e ficará entre nós essa conversa, então pode desembuchar, literalmente.

Sakura querendo apoiar a amiga incentivou.

-A Temari tem razão se quiser perguntar alguma coisa a gente ajuda.

Tenten opinou.

-Faça todas as perguntas que quiser Ino chan, a gente te compreende e se você tem certeza do que quer fazer, te apoiamos.

Hinata sentindo-se um pouco excluída apenas confessou.

-Eu queria dizer alguma coisa, mas...-Temari a interrompeu com a discrição e subtileza de um rinoceronte correndo a toda velocidade numa savana.

-Você, Hina do meu coração, Vai ouvir essa conversa e pensar pra quando for sua vez com o gostoso do Hatake.

Todas castigaram a loira mais velha, gritando, menos Hinata que ficou vermelha.

-TEMARI!

A acusada se defendeu.

-Eu não disse nada demais.

Ino, chamou a atenção das meninas, querendo ser esclarecida em alguns assuntos.

-Posso começar meninas?

Temari deu o apito inicial.

-E que a aula de educação sexual comece.

...

Rina estava com Kyoko na cozinha tentando ajudar a outra a realizar algumas tarefas domesticas, porém a enfermeira contratada negava veemente.

-Arre assim vou morrer não da minha doença mas sim de invalidez e tédio.

Kyoko condenou o que a amiga havia dito.

-Não seja teimosa Rina, sabe que tem de cuidar de sua saúde.

Rina emburrada sentada á pequena mesa da cozinha fitava as flores que estavam na jarra, quando interrogou.

-Posso ao menos preparar um lanche para a minha filha e as amigas dela?

Kyoko riu para si, com o que Rina perguntara. A Hyuuga mais velha parecia uma ausência criança, até beicinho fazia.

-Pode sim senhora.

A morena levantou-se vitoriosa.

-Finalmente, algo para fazer.

...

-Você entendeu Ino? - Indagou a rosada que acabara de responder a uma dúvida da loira mais nova.

A Yamanaka retrucou, já realmente esclarecida.

-Hai, obrigada Sakura, meninas.

Tenten se pronunciou.

-Não há de que.

Temari então sacou da mala que trouxera, uma revista de capa azul e com imagens de astros e signos. Sakura logo se lamuriou.

-Lá vem você com essa dos signos Temari...

A mais velha ignorou o que a Haruno tinha dito e continuou.

-Bem Ino vou informar você como o signo do idiota do meu Irmão é na cama.

Ino animada com a ideia de saber, mesmo que aquilo na realidade disse-se nada, retrucou.

-Hai rápido, ele é aquário.

Temari logo foleou a revista e chegou na pagina desejada, leu em voz alta.

-Aquário e o sexo -"Nunca trata a mulher como um objecto sexual e prefere uma variedade de preliminares. Pode demorar a aquecer, mas depois de ter o motor a funcionar, fica desenfreado e imaginativo e muito persistente. Levará sempre a parceira ao clímax."

Todas ficaram coradas com o que ela lera. Tenten comentou tentando desviar o assunto que constrangia todas menos a Sabaku, que fazia uma cara estranha, não constrangida, mas talvez desconfortável.

-Bem acho que você não vai ter problemas Ino.

Temari então olhou para Hinata que estava calada e corada como um tomate maduro.

-Qual o signo do seu noivo-gostosão?

A Hyuuga respondeu quase morta de vergonha.

-Escorpião.

Temari então voltou a ler a revista.

-"Um animal sexual. Gosta de chupar, é um mestre no sexo oral. Gosta de variar nas posições e de dominar. No entanto sua perversão não tem limites e é insaciável..."- Ela ia terminar de ler o resto quando viu a Hyuuga desmaiar de vergonha e Sakura informar enquanto segurava a amiga.

-Pronto ela já desmaiou por causa das coisas perversas que você diz Temari.

Temari fica chocada.

-Quer dizer o homem é de um signo altamente sexual, e agora a culpa é minha.

E ali se deu outra pequena discussão.

...

Karin encontrava-se novamente no mesmo bar com suas amigas, e estava constantemente a olhar para a porta de entrada, esperando que Gnema aparecesse como tinha combinado. Tinha se produzido ainda mais, e estava de muito bom humor, o que causava choque as suas amigas, que não hesitaram em questionar.

-Podemos saber porque está tão bem disposta Karin?

Abandonando o olhar na direcção da porta e voltando-o para Ayame e retrucou.

-Bem digamos que hoje tive uma ideia maravilhosa em relação a Hyuuguinha.

Shion inquiriu curiosa.

-Pode dizer o que está planejando?

E nesse momento Karin viu Gnema atravessar a porta de entrada. Antes de se levantar e ir rumo a ele, simplesmente profetizou.

-Vocês logo saberão.

E saiu deixando as duas amigas inquietas, só esperavam que não ficasse sobrando para elas, porque sabiam que dali vinha problema.

Agradecimentos Aos reviews:

Golin- Ainda bem que gostou do ultimo capitulo! É esses dois juntos, vão arrumar problema! E a probezinha da Hina, vai sofrer também! Espero que goste deste capitulo! Obrigada pelo review e Kisses! :)