N/A:
GENTE NÃO DEU TEMPO DE RESPONDER OS COMENTARIOS PASSADOS, ME DESGURPA PLMDDS
To correndo aqui, mas assim que tiver um tempinho pra entrar no pc mando uns gritos pra vcs ta bom?
beijo!
xoxox
Capítulo 13
Rasa estava bastante satisfeito. Lee era trabalhador, dedicado e eficiente. Não havia uma só coisa que pudesse reclamar sobre ele como assistente.
Fora que, era surpreendente Gaara ter decidido ficar com alguém como Lee. Ele ainda se impressionava com muitas das atitudes atuais de seu filho, sem dúvidas Gaara estava crescendo rápido demais. Mas estava claramente feliz.
Gaara nunca havia sido feliz, esse era exatamente o ponto que o fazia ser quem era. Mas, agora? Agora estava sempre ocupado com alguma coisa. Seja ajudando Lee a preparar suas refeições, tomando de conta de metal, passando tempo com sua família. Ele não estava mais trancado em seu quarto. Não estava mais se isolando de todos.
Dentre todos os sentimentos possíveis, Rasa não podia evitar de se sentir grato. E, bom, nem tudo podia ser flores, era difícil de admitir, mas a verdade é que também havia um risco de passar por uma grande turbulência na sua relação com seu filho, diante à formatura.
A declaração de Gaara o pegou completamente desprevenido, mesmo que no fundo Rasa pudesse prever isso se aproximando.
- Eu quero morar junto com Lee, após a formatura.
Bam! Choque.
Havia visto o apartamento de Lee. Era pequeno, apertado, e não havia nem dois quartos direito. Definitivamente não tinha condições de três pessoas viverem confortavelmente naquele lugar. Rasa queria dizer não. Ele queria bater o pé.
Mas, novamente, Gaara estava muito feliz.
Era difícil ser pai. Muitas vezes havia uma grande complicação entre decidir o que é melhor para o seu filho e o que os fazia feliz.
Rasa ficou calado por um tempo e, para sua surpresa, Gaara aguardou até que estivesse pronto para falar.
- Você vai para a faculdade. – ele finalmente disse e seu filho assentiu lentamente.
- Sim, eu vou para a que Temari frequenta. Estava pensando em finalizar a primeira metade do curso ali e depois, talvez, transferir para uma universidade depois. É mais barato assim.
Rasa assentiu devagar e soltou um longo suspiro.
- Eu não vou mentir, não quero que você more naquele apartamento. – Gaara abriu a boca para discutir, mas seu pai levantou as mãos e o fez aguardar com o gesto. Aparentemente a convivência com Lee havia feito maravilhas com o temperamento infame de Gaara. – Eu pago pela faculdade de Temari. Eu até paguei pelo alojamento quando ela estava morando lá. Por conta disso, vou estender os mesmos direitos para você. Meu único pedido é que você não more naquele apartamento. É muito pequeno para 3 pessoas.
Gaara piscou.
- Você... quer que eu encontre um apartamento maior com Lee?
Rasa suspirou de novo, mas assentiu.
- Eu não posso impedir que você vá morar com ele, mas eu posso impedir você de se mudar para um lugar insuficiente. O alojamento de Temari custava R$ 1200 por mês. Estou disposto a pagar esse mesmo valor à você. Vá procurar outro apartamento.
Gaara acabou deixando o escritório do pai se sentindo mais confuso do que nunca.
Rasa o observou sair pela porta e quase imediatamente lhe acometeu uma dor de cabeça. Ele sabia que Lee era uma boa influência para seu filho. O que não queria dizer que você o veria admitir uma coisa dessas para alguém.
Havia 9 pessoas na lista de autorizações da creche: Lee, Gaara, Temari, Kankuro, Rasa, Neji, Tenten, Kakashi e Gai.
Todos tinham que mostrar sua identificação ao pegar o menino para se certificar de que estavam na lista, mas, à essa altura, Gaara não precisava mostrar sua identidade já que o buscava quase todos os dias. As únicas vezes que não fazia era quando tinha trabalho, então Rasa e Lee buscariam Metal no caminho de casa.
Mais do que tudo, Gaara estava realmente impressionado sobre as atitudes de seu pai. Ele realmente mimava e ajudava como um avô de verdade. Nos dias que Gaara buscava Metal, os dois se encontrariam com Rasa e Lee em casa. Nos dias em que Gaara trabalhava, Rasa levava Lee até a creche e os deixaria em seu apartamento depois.
Seu pai lhe explicou outro dia o quanto ficava desconfortável quando Lee começava a chorar de tanto lhe agradecer. Ao que respondeu que era melhor ele se acostumar, porque Lee chorava muito. Naquele momento, Rasa percebeu o quão oposto era aquele casal e se perguntou durante um bom tempo como conseguiam funcionar juntos.
Era interessante o quanto a sala de estar da sua casa se transformava lentamente em uma espécie de quarto de brinquedos para Metal, já que ninguém realmente usava muito aquele ambiente.
Ao chegar em casa, Gaara brincava um pouco com ele e, às vezes, apenas se sentava no sofá para ficar o observando a aprender. Era tão interessante vê-lo fazer coisas novas. Seu favorito era o brinquedo que tinha blocos de várias formas para serem encaixados em seus respectivos buracos. Era legal vê-lo descobrir qual ia onde. Gaara se sentia bem orgulhoso toda vez que Metal acertava.
Claro que essa felicidade não podia durar muito tempo, pois Rasa logo entrou pela porta com uma caixa nas mãos e Lee em seu encalço. Ele colocou o objeto em suas mãos.
- O que é isso? – Gaara perguntou, porém ao abrir a caixa suspirou. – Treinamento de penico.
- Divirtam-se, filho. – ele disse e saiu da sala.
Lee também não parecia muito feliz, mas Metal tinha quase dois anos e eles não haviam adentrado nessa parte da criação. Isso não seria nada divertido.
E não podiam estar mais terrivelmente certos.
Era terrível. Mais de uma vez Metal saiu correndo pela casa enquanto estava fazendo xixi e Gaara estava prestes a arrancar os próprios cabelos se tivesse que esfregar o chão do banheiro de novo.
Pelo menos só precisou Metal fugir para a sala de estar uma vez para aprenderem a fechar a porta do banheiro quando estivessem por lá. Gaara chutou Lee para o outro cômodo e ensaboou o carpete até seus dedos ficarem vermelhos.
E, também, acabou se tornando praticamente um costume Gaara chegar ao apartamento para encontrar um Lee coberto de xixi. Era nojento, mas não era nenhuma novidade. Lee geralmente adentrava junto com o filho no chuveiro em seguida, enquanto o ruivo apenas resmungava ao recolher as roupas e levar para lavar.
Havia tantos livros sobre o treinamento do penico e Gaara se sentava constantemente com Lee, e Metal no colo, para os lerem juntos. Às vezes, Metal até repetia algumas palavras, mas isso não significava que ele realmente entendesse o significado. De qualquer forma, era um aprendizado.
Gaara estava bastante certo de que tanto ele quanto Lee choraram juntos ao ler que normalmente demoraria em torno de 3 meses para completar o treinamento.
- Pelo menos, vamos economizar dinheiro em fraldas. – ele murmurou um dia depois de limpar o banheiro de cima a baixo.
- Em compensação estamos gastando o mesmo tanto com produtos de limpeza. – Lee retrucou e Metal corria entre os dois, rindo.
- Talvez se você tivesse o ensinado a mirar corretamente... – Gaara retornou e o outro franziu a testa.
- Eu ensinei certo.
- Então, como é que ele não faz isso se você ensinou tão bem?
- Eu não sei, ele simplesmente não mira!
- Então claramente você não está fazendo um bom trabalho!
- Se eu não estou fazendo um bom trabalho, então por que você não entra no banheiro com ele na próxima e o treina você mesmo?!
- Se for preciso para que o banheiro não seja coberto de urina então, com prazer, eu vou! – eles ficaram sentados um encarando o outro em silêncio por alguns segundos, até que ambos suspiraram profundamente – Me desculpe, estou cansado.
- Não. Me desculpe, Gaara. – Lee o abraçou, sendo correspondido. Metal os olhou com uma careta emburrada. – Desculpe por gritar, Metal. – pediu e o menino fugiu logo em seguida.
- Eu não pensei que isso seria tão difícil. – Gaara disse baixinho e Lee assentiu.
- É o que eu tenho repetido para mim desde que me tornei pai. Gaara, você não precisa fazer essas coisas. Metal não é seu filho...
- Sim ele é. – cortou e olhou, sério, para seu namorado. – Eu tenho estado na vida dele por tanto tempo quanto você. Eu compro coisas, eu cozinho para ele, eu limpo a sujeira dele, eu o levo e busco da creche, eu gasto todo meu tempo livre com ele. Metal é meu filho. Não me importo se não é biológico, isso não significa nada para mim. Eu o amo. Ele é meu.
Lee piscou algumas vezes e depois sorriu, se esticando sobre o rosto de Gaara e o cobrindo de beijos.
- Fico extremamente feliz por você se sentir assim, Gaara! – O ruivo segurou firmemente as mãos sobre seu rosto. Eles estavam namorando a 4 meses agora, e já estava tão apegado aos seus meninos. Era um sentimento estranho, considerando que normalmente não gostava de crianças, mas assumiu que era só porque era Metal. Ele sentia um vínculo forte com a criança. – E estou certo de que Metal sente o mesmo carinho. Ele ama você. E eu amo você. E sou tão grato por ter você, todos os dias. – Lee beijou sua testa, fazendo-lhe as bochechas aquecerem.
- Eu também amo você, Lee. Ambos vocês.
Lee estava feliz.
Seu primeiro passeio em família não aconteceu até maio. O aniversário de Metal estava chegando e finalmente estava fazendo um tempo mais confortável lá fora, então Gaara decidiu leva-los ao zoológico.
Tudo estava ótimo entre eles. Lee estava prosperando em seu trabalho e quase tinha economizado o suficiente para um carro próprio – isso, é claro, tudo graças a Gaara, que insistiria em comprar coisas que Lee normalmente precisava pagar e não o deixava recusar. Como na vez em que pagara todo o seu aluguel e disse ao senhorio para dizer a Lee que já pagou no início do mês. Com todo o estresse da vida cotidiana, Lee ficou emocionado por ter algum dinheiro extra para movimentá-lo para outras contas. No final ele conseguiu guardar uma boa quantia.
Continuou a acontecer assim. Gaara pagaria uma conta e quando Lee ia pagar, se surpreenderia ao descobrir que já estava quitada. Ele não sabia quando começou a ficar tão esquecido, mas, no fim, ficava feliz.
Eles eram um casal estranho, isso era certo. Gaara insistiu em passear na quarta-feira para economizar dinheiro, pois era dia da doação. Em vez de 39.95 um ingresso, você pagava apenas uma doação ao zoológico. Ele apenas deu dinheiro o suficiente para cobrir a taxa do ingresso premium e eles entraram com direito a acesso a outras partes da atração.
Metal amava animais, então estava correndo por aí com Lee atrás dele. Gaara caminhava mais calmamente, em sua maior parte do tempo empurrando o carrinho. Ele se certificava de que tinha tudo o que precisava na bolsa: fraldas, lenços umedecidos, roupas extra, copos, protetor solar, spray de insetos, essencialmente tudo que uma mãe jamais esqueceria de empacotar.
Enquanto Lee estava tentando impedir Metal de subir a cerca da exposição dos elefantes, Gaara comprou uma bebida grande e pipoca. Assim que Metal o viu oferecendo as guloseimas, correu em sua direção com as mãos estendidas.
- Pipoca! Pipoca! Po favô! – Gaara sorriu para ele, contente de ver que não tinha perdido sua educação. O pegou e apoiou em seu quadril para que ele conseguisse o que queria.
Lee começou a empurrar o carrinho e o surpreendeu com um beijo.
- Que aleatório. – disse quando ele se afastou e o viu sorrir calorosamente.
- Eu apenas te amo.
Gaara sorriu de volta.
- Eu também te amo, Lee.
Metal puxou seu ombro e o ruivo virou-se para olhar para ele. Seu cabelo estava ficando tão longo, ele teria que cortar logo.
- Mama. – disse e beijou onde puxou. – te mo.
- E eu te amo Metal. – ele beijou sua bochecha até que o menino começou a rir.
- E o papai? – perguntou Lee. Metal apenas encolheu os ombros e Gaara riu. – Isso é maldade! – o menino também riu com o drama de seu pai. – Eu te amo, Metal!
Metal apenas olhou para ele enquanto comia mais pipoca e o ruivo tentou prender o riso enquanto afastava-se de Lee rapidamente. Metal acenou para o pai sobre o ombro de Gaara, que não conseguiu mais disfarçar.
Eventualmente enquanto andavam, Metal desceu para o chão e se dirigiu até o pai, erguendo a mãozinha para ele. Lee pegou sua mão e eles caminharam até as cabras.
- Eu pensei que você não me amava. – disse para o filho e Metal encolheu os ombros novamente. – Você me ama, Metal?
- Mo, Papai.
Lee exibiu um sorriso radiante para Gaara que os observava feliz.
Metal adorou acariciar a alpaca no zoológico. Tanto que chorou quando Lee decidiu que não queria mais ficar ali por mais outros 30 minutos. Gaara teve que subornar a criança com comida para que parasse de chorar, o que estava ótimo já que todo mundo aparentava estar com fome por ali.
Eles pegaram algo para comer e sentaram-se numa mesa com vista para a exposição do pavão. Foi legal ver o pavão macho emplumar suas penas da cauda, mas Lee corou com a implicação e Gaara apenas revirou os olhos rindo. Ele era tão casto que, às vezes era engraçado.
Metal apontou para o pássaro e comentou sobre o quão bonito era e os dois concordaram. E, então o menino empurrou cerca de 9 batatas em sua boca ao mesmo tempo e Gaara franziu a testa para ele.
- O que seu avô pensaria se visse você comer assim? – perguntou e Metal engoliu as batatas fritas e juntou as sobrancelhas. – Sim, foi o que eu pensei. Coma como uma pessoa civilizada, por favor.
- Sim, mama. – Metal comeu uma batata de cada vez a partir daí, e Lee sorriu para o fato de que ele havia obedecido.
Quando acabaram, Lee apoiou o filho sentado em seus ombros e o menino gritou de prazer ao ter uma visão mais privilegiada dos animais. Ele se sentia tão alto! Ele tinha o papai mais alto do mundo! Mas seu mama era bem baixinho, na verdade.
Sinceramente, Gaara havia crescido alguns centímetros nos poucos meses em que estava junto de Lee. Agora tinha 1,70m, em compensação aos 1,66m anteriores e era quase da altura de Ino. Ela não ficou nada feliz com isso.
- Mama, ropa? – Metal apontou para uma loja de souvenirs e Gaara assentiu com a cabeça. O menino bateu palmas a isso, ele gostava de escolher roupas.
- Por que ele pediu a você e não a mim? – perguntou Lee e o ruivo sorriu, mas não disse nada.
Dentro da loja, Metal se agarrou num suéter de tie-dye e não soltou mais. Lee franziu a testa, mas Gaara disse que iria comprá-lo. Não adiantava argumentar, Lee aprendeu que se ele se decidia por algo, era mais fácil se conformar – até porque, quando fosse uma escolha inofensiva tudo bem. Ele deu um olhar severo a Metal e seu filho sorriu inocentemente.
Gaara também comprou uma moldura para fotos e um caderno com pangolins na capa. Eram seus animais favoritos, ele os achava fofos e estranhos. Quando saíram, Metal insistiu em vestir o suéter que era grande demais, mas ele adorou de qualquer maneira.
Eles foram visitar os bicho-preguiça em seguida e Gaara estava extremamente animado para acariciar um, e, talvez levar escondido pra casa em seguida. Metal esticou a mão para tocar na criatura estranha e gritou com prazer ao sentir o pelo grosso.
- Mo! – Metal disse, apontando para a preguiça. Gaara sorriu.
- Eu também.
Eles visitaram a parte do aquário, foram para a casa do réptil, até o santuário das borboletas. Mas a hora da soneca é hora da soneca e, 1h depois, Metal não queria fazer mais nada e chorou até Gaara pegá-lo de seu carrinho. Ele abraçou seu pescoço e com isso o ruivo soube que logo, logo estaria adormecido.
Eles começaram a andar em direção à saída, a mão de Lee apoiada na curva das costas de Gaara. Estava ficando terrivelmente quente e Lee fez uma pausa para retirar seu casaco e o pendurar no carrinho. Gaara o olhou malicioso, o fazendo corar, mas logo beijou o topo de sua cabeça. A última coisa que eles esperavam era que alguém gritasse
- Bichas!
Lee parou de andar instantaneamente e Gaara sentiu um arrepio descer por sua espinha dorsal.
Ele virou a cabeça e estreitou os olhos. Dava para distinguir quem disse isso com base na expressão no rosto dos caras atrás dele, então, ele se virou para Lee e entregou Metal gentilmente e, antes de que se pudesse ser feito qualquer coisa, Gaara empurrou o cara contra a parede, prendendo sua garganta com o antebraço. Dizer que o homem ficou surpreso com a força bruta do ataque seria um eufemismo.
- Da próxima vez que você gritar essas palavras ao perto do meu filho, eu vou descobrir onde você mora e, enquanto dorme, injetar em você uma medicação que irá diminuir seus níveis de norepinefrina. Você vai despencar em uma depressão horrível, se tornar um suicida e se matar. E assim vai morrer sabendo que, não só eu cumpri a ameaça de matar você, mas eu obriguei você a fazê-lo com suas próprias mãos. – disse, muito calma e silenciosamente próximo à orelha. Quando o soltou, o homem caiu no chão e o ruivo calmamente se afastou, buscando Metal de volta a seus braços e deixando Lee completamente surpreso.
- O que você disse a ele? – o ouviu perguntar quando já estavam fora de vista.
- Apenas para não usar esse linguajar sujo perto do meu filho. – ele disse simplesmente e começaram a arrumar tudo no carro.
- Lee, o que você está fazendo? – Gaara perguntou, enquanto o namorado o beijava pelo rosto e descia pelo seu pescoço. Lee o segurou pelo rosto, o acalmando com um beijo nos lábios.
- Eu só acho você sexy. – ele disse e beijou-o novamente.
- Por que você diz isso? – perguntou quando sentiu a atenção ser voltada novamente ao seu pescoço.
- Porque você é.
- Isso tem algo a ver com o que aconteceu no zoológico? – Gaara retornou e ficou espantado ao ver um sorriso no rosto de Lee antes de ser sua boca coberta de uma maneira que dizia "sem mais interrupções".
Eles beijaram por um tempo e, de repente, as mãos de Lee começaram a puxar suas calças. Gaara estava impressionado, o namorado geralmente não era atrevido assim. Lee sugou seu lábio inferior e ele cantarolou em resposta, o ajudando no seu esforço com os botões do jeans. Ele, então puxou as próprias fora e os dois colapsaram da cama.
- Aquilo realmente te excitou? – Gaara perguntou, honestamente chocado que uma demonstração de agressão, como a que havia feito, excitaria alguém como ele... Não que estivesse reclamando, claro, só parecia uma inclinação mais propensa a si próprio do que qualquer outra coisa. Lee apenas riu contra sua pele, começando a beijar a base de seu estômago e subir com os lábios à proporção que retirava a camisa do ruivo. – Metal só está cochilando. Vamos ter que ser mais rápidos dessa vez. – Lee sabia que ele estava certo e suspirou com a lembrança.
- Eu sei. – ele retirou sua cueca e Gaara fez o mesmo, e depois arrancou com suas meias pois considerava bem importante – Estou certo de que podemos dar conta.
Os lábios de Gaara se curvaram e Lee empurrou contra seus quadris, beijando-o e encostando-lhe a nuca contra a cabeceira da cama. Ele então se aproximou do lubrificante e deslizou sobre o ruivo.
- Realmente aquilo te atiçou muito, se você quer me montar. – Gaara disse com um sorriso e Lee apenas sorriu em resposta e baixou-se em cima de sua ereção. A coisa boa sobre esta posição era que Gaara podia lhe distrair com as mãos e a língua enquanto o aguardava se ajustar em sua pressa, e isso acelerava e facilitava o processo. Muito.
Lee parecia estar tão excitado que demorou cerca de dois minutos antes de ofegar e gemer na orelha de Gaara. Os ruídos que fazia pareciam ter um efeito positivo sobre o ruivo, porque ele já podia se sentir estranhamente chegando em seu limite.
Gaara apertou firmemente o pau de Lee em sua mão e se deliciou ao vê-lo se estremecer à sensação e gozar em um gemido bem mais alto do que o de costume.
Com a sensação do fim, Gaara teve que agarra-lo pelos quadris e se empurrar contra ele mais rápido para que alcançasse seu clímax. Lee respirava fortemente à sensação intrusa dentro dele após do orgasmo. Estava tão sensível.
Quando Gaara veio, mordeu seu pescoço o fazendo emitir um barulho de surpresa. Ele permaneceu empurrando em impulsos preguiçosos através de seu orgasmo enquanto puxou Lee para baixo e beijou-o profundamente, sentindo o torso dele se sujar ao ser pressionado contra o seu.
- Devemos tomar banho antes que Metal acorde. – Gaara murmurou contra seus lábios. Lee assentiu.
- Sim. – ele olhou para o relógio de cabeceira e corou. – 4 minutos? Isso é tudo?
Gaara encolheu os ombros.
- Eu me diverti. Você se divertiu. Foram 4 minutos bem aproveitados.
Lee riu e beijou sua bochecha, o ajudando a sair da cama.
- Precisamos falar sobre o aniversário de Metal. 5 de junho, correto? – Rasa iniciou a conversa no jantar de quarta-feira.
- Uh, sim. Mas o que tem isso? – Gaara perguntou e seu pai franziu a testa.
- Onde será a festa de aniversário? – perguntou e Lee pareceu envergonhado.
- Bem, eu realmente não tenho como bancar uma festa, então eu estava pensando só em receber meus pais e algumas pessoas no meu apartamento.
Isso não estava bom para Rasa.
- Lee, seu apartamento não tem nem 3 metros quadrados. – Kankuro bufou em sua comida e Gaara olhou para seu pai. Lee corou.
- Você terá a festa aqui.
Os olhos de Lee se arregalaram. Cinco meses depois e Rasa ainda podia surpreendê-lo. Ele não sabia porque, mas Rasa adorava Metal. Às vezes, seu filho se esgueirava por dentro do escritório do prefeito e conseguia sair com Rasa quando ainda estava em meio à sua papelada. E o mais impressionante de tudo, ele se comportava.
Lee quase chorou quando um dos trabalhadores do escritório se encantou sobre Metal e perguntou de quem ele era. Ele estava preparado para dizer "esse é meu filho, Metal", mas Rasa o antecipou com um "este é meu neto, Metal".
Ok, talvez ele tenha chorado um pouco.
- V-você tem certeza? Isso é muito para se pedir...
- Você não pediu, Lee. Eu exigi. A festa de Metal será aqui. Temari?
Temari sorriu e assentiu.
- Oh sim, eu vou planejar a melhor festa de aniversário para um bebê! – ela comemorou. Kankuro sentou-se excitado na cadeira.
- Ooo o tema pode ser ninjas? – Ele perguntou e Gaara franziu a testa.
- Ninjas? Que tema coxo. Ele vai fazer dois anos. Ele não quer decorações pretas. Metal, qual você quer que seja o tema da sua festa? – perguntou e Metal olhou para ele com olhos brilhantes e um sorriso que o fez parecer 100% como o filho de seu pai.
- Sofia! – ele disse excitadamente e Lee piscou.
- Sem Bubble Guppies? – Gaara perguntou e Metal bateu as mãos na cadeira alta.
- Sofia! – exigiu e Rasa franziu a testa, segurando suas mãos para baixo.
- Tenha calma, Metal. – o menino olhou para cima e fez beicinho, mas assentiu com a cabeça ao mesmo tempo. – O que é Sofia?
- Princesinha Sofia, pai. – Temari disse sem rodeios. – Credo, com qual frequência você tomou conta do Metal se nunca assistiu seu desenho favorito?
- Seu desenho favorito é Bubble Guppies. – Gaara argumentou e sua irmã revirou os olhos.
- O seu desenho favorito é Bubble Guppies, Gaara. O metal está crescendo. Ele gosta de Sofia agora.
Kankuro se inclinou para a criança.
- Metal! Ninja! - Metal franziu o cenho e balançou a cabeça.
- Nã, Ro. Nã.
- Você acabou de ser congado por uma criança, Kankuro. – Temari riu e Kankuro franziu a testa. – Quem é seu personagem favorito de Sofia?
- Hm. – Metal colocou a mão na cabeça, em pensamento. – Cedic!
- Cedric? Esse é o crush do Gaara.
O rosto do ruivo se aqueceu e ele empurrou Lee da cadeira, que riu em todo o caminho de encontro ao chão.
- Você fica aí embaixo durante todo o jantar, Lee. – exigiu e continuou comendo sua comida. Rasa ignorou toda a troca de agressões gratuita, continuando seu planejamento.
- Tudo bem, Temari. Princesinha Sofia. Você sabe em qual conta cobrar.
Os olhos de Lee se arregalaram.
- N-não, Rasa, está tudo bem. Você não precisa... – Gaara o cotovelou enquanto Lee voltava para sua cadeira. – Ow. Para que foi isso?
- Apenas aceite. Deixe-o ser avô. – ele murmurou enquanto Rasa os olhava. Lee ficou vermelho.
- Tudo bem. Obrigado, Rasa. – e curvou a cabeça em agradecimento e o homem desviou o olhar, a continuar a falar com Temari sobre os planos.
Ele então instruiu Lee a escrever uma lista de convidados de pessoas que viriam. Quando Temari perguntou a quantos pessoas pretendiam convidar, Lee apenas gaguejou um "Quinze", porque não conseguia imaginar nada além do que isso. Pai e filha compartilharam um olhar.
- Ok, então você receba a lista de três pessoas do Lee e adiciona na lista oficial. – Rasa disse e Temari assentiu e começou a escrever notas. Lee apenas suspirou em resignação, aquela era uma família bastante difícil de dialogar.
- Apenas aceite, Lee. – Gaara murmurou e Lee assentiu. Isso seria interessante, pelo menos.
- Pai! – Lee atendeu o telefone. – Vocês vão vir para a festa do Metal?
- Claro que sim! Me dê a hora e o lugar que eu aparecerei com uma semana de antecedência!
Lee piscou.
- Uh, o quê?
- Você não acha que vou visitar meu filho e meu neto por algumas horas, não é? Eu estarei aí e vou ajudar com os preparativos da festa!
- Ah, isso não será necessário. Principalmente considerando que nem mesmo eu vou ajudar com os preparativos da festa. Esse é o trabalho de Temari. Ela vai avançar em você, do contrário. A festa será na casa do pai de Gaara. Eu vou enviar o endereço pra vocês.
- Por que será lá?
- Ele insistiu fortemente nisso. Na verdade, exigiu. Não houve necessidade de sim ou não de minha parte. Foi assim que foi decidido.
- Certo. Rasa, o nome dele, heim? O Prefeito? Ainda não acredito que você se meteu nessa.
- Haha, sim, isso está correto. Nem eu também. Mal posso esperar para você conhecê-lo. Eu acho que vocês vão se dar bem!
- Ninguém se dá bem com Gai. – Kakashi disse em segundo plano. – Você apenas se descobre preso à ele até desenvolver síndrome de Estocolmo e perceber que esse é seu tipo de vida, agora.
- Rival, você me faz corar com seus flertes. – Gai ronronou e Lee corou à interação.
- Eu não me lembro de um único momento em que eu flertei com você, Gai. – Kakashi respondeu, sem rodeios.
- Oh, eu poderia te dizer...
- …AMO VOCÊS, PAI! KAKASHI! TCHAU! – Lee desligou o telefone e Gaara saiu do banheiro com Metal enrolado como um burrito em uma toalha.
- Você está bem? – ele perguntou e Lee acenou com a cabeça vigorosamente e pulou em seus pés, entrando na cozinha. Ele precisava distrair a cabeça.
Gaara sentou à mesa do almoço com Ino e Kiba. Eles começaram a namorar em algum momento em que não estava exatamente certo de quando, estava tão imerso em sua própria vida que não havia prestado atenção – ao que ele sentiu insanamente mal.
- É tão emocionante que esteja chegando o aniversário do Metal! Ah, meu bebê vai fazer dois anos! – Ino disse alegremente quando Gaara estendeu a oferta para ir à festa de aniversário.
Kiba pareceu confuso.
- Quem é Metal? É um nome bem badass.
- O metal é o filho do Gaara. – Ino disse simplesmente e o ruivo assentiu.
- Cara, você engravidou alguma garota aos 14? – Ele pareceu chocado.
Gaara enrugou a testa.
- Não. É o filho de seu namorado. Eles são a família mais lindinha de todos os tempos. – Ino disse sorrindo. – Eu mostrei em fotos antes.
- Ino, eu não presto muita atenção às imagens que você me manda a menos que você esteja nua. E quando você se tornou gay?
Gaara não pôde evitar o sorriso malicioso.
- Você sabe que as fotos que ela manda para você são filtradas através de mim, certo?
Os olhos de Kiba se arregalaram e ele olhou para a namorada, que encolheu os ombros e lambeu o seu sorvete.
- O que? Ele é minha namorada.
- Mesmo aquela com a lingerie azul...?
- Só existe porque ele recomendou.
Gaara nunca sentiu apreciação maior do que quando Kiba o olhou. Ele o murmurou um "obrigado" e o ruivo apenas inclinou a cabeça. Era bom ser valorizado.
xoxox
Notas Finais
O RASA CONHECENDO O GAI SERIA ESTE O MEU TSUKUYOMI?
