Capítulo 11

Rainhas E Ladys

Lady Arya Stark, ou nesses dias seguintes desde que fugiu de Porto Real se passando como um menino; Arry; viajando em grupo liderado por Yoren, o Corvo. O grupo formado por ladrões, covardes, estupradores, assassinos e aqueles que procuram um novo rumo em suas vidas; Arya estava viajando ao lado de um garoto, alto, musculoso, cabelos pretos e olhos azuis; que se chama Gendry e junto com os dois estava Ser Barristan Selmy, o Ousado e era Ser Barristan que matinha Arya e Gendry viajando lado a lado; Arya não entendia o porquê e o cavaleiro não respondeu.

Assim como tal, viajar estava se provando demorada e longa, tinha uma boa justificativa em usar somente estradas secundárias ou de pouco uso, evitar assim tropas legalistas da coroa que certamente deixariam de lado o fato que era um grupo da Patrulha Da Noite e atacariam se isso significasse capturar Arya Stark, ainda estavam dentro das Terras Da Coroa e as informações chegavam até os ouvidos do grupo que em cada pausa e oportunidade discutiam as novas informações, a revolta dentro da Capital que aconteceu no mesmo momento em que Arya saiu da cidade, que talvez essa revolta tenha sido importante para que as Capas Douradas não rastreassem o grupo da Patrulha Da Noite comandado por Yoren; Lady Arya Stark, viajando com o grupo e para a sua raiva e nojo por Joffrey, o mesmo mandar matar todos os bastardos de Robert Baratheon; somente confirmou que Arya já sabia de Joffrey, ele era um bundão que mandou matar os seus meios irmãos somente para não arriscar perder a coroa que tanto queria; às vezes Arya olha para Gendry e se pergunta se é isso que Ser Barristan insiste que ele ande junto conosco, mas, Arya deixa esses pensamentos de lado quando para; para pensar nas notícias de sua família, seu irmão Robb e seu primo Jon; que para ela ainda sempre seria o seu irmão mais velho; levando uma série de vitória contra os Lannister; Jon já havia capturado o regicida e quando escutaram sobre uma batalha no Ramo Vermelho onde com orgulho Arya escutou que Jon havia ferido mortalmente Ser Gregor Clegane e o obrigou a fugir com poucos homens vencendo a batalha.

Arya olhou para a reação de Ser Barristan ao ouvir as notícias e percebeu que ele queria estar nessa batalha protegendo o sei rei proclamado, se o que ouviu da fama de monstro da Montanha Que Cavalga; o que Jon fez foi incrível e certamente não tinha ninguém para estar lá e protegê-lo; Ser Barristan queria dedicar os seus serviços a proteção de um rei de verdade e Jon era esse rei.

Na estrada em mais um fim de dia para Arya, viajando calmamente, mas, atenta ao fato de ter ladrões e mercenários na estrada, até hoje Arya se sentia com sorte de não topar com eles; talvez pelo fato que Yoren mudar de rota todo o dia deixando a viagem mais demorada, mas, nesse momento Arya não ligava se isso a permitisse chegar a casa em segurança; Arya se sentia em segurança que ainda portando a sua espada, por isso se sentia preparada para que o pior acontecesse e então ouviu gritos de guerra, gritos esses como se estimulassem soldados a se jogarem de frente para uma parede de escudos inimigos e estavam vindos das árvores, e do mato que os cercava na estrada, homens de roupas esfarrapadas, sujos e desnutridos, dentes amarelos ou podres, seus olhares enlouquecidos e insanos brandindo armas rústicas, mas, mortais, ladrões atacando o acampamento; Ser Barristan já tinha a sua espada em sua mão e já tinha derrubado o primeiro bandido e se defendia dos golpes do segundo; Arya tirou a sua espada a partiu contra um bandido que atacaria Ser Barristan por trás, Arya desferiu um golpe em horizontal atingindo a altura do estômago do homem; ele se curvou de pura dor, a espada de Arya estava presa em seu corpo, à loba puxou a sua espada manchada de sangue e o homem caiu no chão para morrer.

Era a primeira morte de Arya, ela estava estupefata e demorou em cobrar a razão quando viu um homem brandindo um machado na sua direção, mas, estava muito perto e Arya não conseguiria se defender, mas, então um martelo acertou o seu rosto e o homem foi ao chão; a mão que segurava o martelo era de Gendry que também estava surpreso com o que parecia ser a sua primeira morte:

- Você aprendeu a lutar com um martelo? - perguntou Arya surpresa tirando Gendry de seu estado surpreso:

- Não! - respondeu Gendry de forma simples. Arya surpresa realmente deu nos ombros e voltou a se concentrar na batalha que os cercava:

- Vamos acabar com eles! - disse Arya com um sorriso feroz, como uma loba arreganhando os dentes e partindo para a luta; Gendry sorriu e também partiu para a luta.

Arya avançou com a sua espada em mãos e desferiu um golpe aparado por um dos ladrões com uma espada enferrujada, mas, ainda sim, mortal, deferiu um segundo golpe na mesma direção que foi aparada novamente, mas, o ladrão deu um passou para trás por causa da força do golpe de Arya, então a loba deu um giro de trezentos e sessenta graus sobre o próprio corpo e ao mesmo tempo aplicando um golpe com sua espada de baixo para cima pelo lado esquerdo do ladrão, fora tão rápido, que o ladrão teve pouco de uma reação e o golpe causou sua perna esquerda ser decepada, ele caiu no chão gritando de muita dor e com um golpe Arya enterrou a sua espada no corpo do ladrão o matando; mais outro ladrão surgiu, este avançando gritando como um louco possuído; Arya aparou o seu golpe facilmente e o empurrou para aplicar um golpe rápido de baixo para cima, pela direta na diagonal que o ladrão defendeu e rapidamente aplicar um golpe de cima para baixo, defendido novamente e mais uma vez girou em trezentos e sessenta graus sobre o próprio corpo aplicando um golpe de baixo para cima e para a sua surpresa o ladrão trouxe a espada com um movimento para baixo defendendo do golpe; para Arya estava claro que o desgraçado viu a sua luta anterior; os seus pensamentos foram mais rápido que suas reações e no mesmo momento em que houve um choque de espadas, Arya deu outro giro de trezentos e sessenta graus aplicando um golpe na vertical de cima para baixo partindo a cabeça do ladrão ao meio; Arya puxou a espada e avançou mais uma vez para encontrar outro ladrão que deu um combate; Arya aplicou dois golpes defendidos pelo ladrão, mas, com o terceiro golpe, Arya tirou a espada de suas mãos e deu um passo a frente enfiando a espada em seu peito, a lâmina atravessou o corpo do homem que grunhiu de dor; Arya puxou a espada de volta e ele caiu no chão para morrer em seguida.

Arya Stark olhou para o lado e viu Gendry avançando para cima de um ladrão que estava brandindo uma espada, rapidamente Gendry segura o braço onde estava à espada e com o martelo na outra mão aplica um golpe de baixo para cima abaixo de seu queixo quebrando a sua coluna e ele cai morto, mas, Gendry rapidamente se vira aplicando um golpe em horizontal acertando a face direita de um ladrão que ia atacá-lo por trás e ele da um giro de trezentos e sessenta graus antes de cair no chão agonizando de dor. Agora, não se ouvia mais os gritos de combate, apenas os gritos de dor dos moribundos; Arya olhou ao redor, o ataque dos ladrões havia acabado:

- Vocês estão bem? – perguntou Ser Barristan se aproximando com a sua espada banhada de sangue; Gendry se aproximava também e Arya percebeu que estava carregando um martelo de ferreiro todo ensanguentado:

- Tem certeza que não recebeu treinamento? – perguntou Arya:

- Não! – respondeu Gendry ostentando alguns arranhões e cortes – Tenho certeza absoluta!

- O garoto é natural! – disse Ser Barristan explicando como se fosse a única resposta aceita.

Tempos depois, Arya estava sentada na carroça limpando a sua espada ao lado de Gendry com Ser Barristan conduzindo; no momento o grupo estava em movimento deixando uma pilha de corpos de ladrões e estupradores queimando para trás; Yoren se aproximou do grupo:

- Vocês estão bem? – perguntou Yoren:

- Sim! – respondeu Ser Barristan – Quanto perdeu?

Yoren soltou um suspiro desanimado:

- Cinco morreram! – respondeu Yoren sombrio – Um grupo de ladrões atacando o nosso acampamento sem nenhum treinamento contra pessoas sem experiência em combate de espadas, mas, que fizeram muito bem contra ladrões, a sua maioria está morto e o resto fugiu!

Yoren não disse mais nada, em silêncio ele voltou à frente da formação, os dias seguiram; dias e mais dias viajando por estradas de pouco uso; nesses dias Arya tentou se mantiver acordada alguns dias, atenta se mais ataques de ladrões acontecerão; como os dias seguindo em viajem Arya sempre fica se perguntando quando e se veria sua família novamente um dia; foi nesse dia especial que em muito tempo estava na Estrada Real para atravessar o Entroncamento e o que se via a sua frente espalhados por todo o canto eram corpos; corpos mortos de soldados; o grupo estava em um campo de batalha recente, os corvos desciam para fazer a festa dos mortos e moribundos; os urubus seguiam os corvos; Arya via mortos, alguns no chão, outros presos em estacas do "porco espinho"; membros decepados, cabeças separadas de seus corpos, o sangue tornando a terra uma lama vermelha; mais a frente Arya viu bandeiras no alto balançando ao sabor do vento; bandeiras que ela podia identificar; o alce negro sobre o fundo laranja da Casa Hornwood, o punho de prata sobre o fundo vermelho da Casa Glover, duas chaves de bronze cruzadas sobre um fundo púrpuro e branco da Casa Locke, três lírios d'água pretos sobre um fundo violeta da Casa Fenn, um tritão segurando um tridente preto sobre um fundo verde da Casa Manderly, dois tridentes vermelhos cruzados com uma cabeça de águia vermelha em cima sobre um fundo branco da Casa Condon, uma árvore marrom sem folhas e torta sobre um fundo verde da Casa Stane, o sol branco sobre um fundo preto da Casa Karstark.

Arya via muito mais bandeiras das casas do Norte, mas, também algumas casas de outro reino, o portão negro sobre a lua em fundo púrpura da Casa Royce que guarda o Portão Da Lua, a torre amarela incendiada da Casa Grafton, dois picos cinza com uma estrela preto entre eles sobre um fundo rosa da Casa Elesham, os seis sinos negros sobre fundo púrpura da Casa Belmore, um onda marítima verde sobre fundo preto da Casa Upcliff; muitas bandeiras das casas do Vale, mas, para Arya duas bandeiras se destacam, um dragão vermelho de três cabeças sobre o fundo preto da Casa Targaryen e uma bandeira que se destacava por ter um dragão branco de olhos da cor vermelha, ele estava ao lado de um lobo gigante branco e com olhos vermelho; ambos mostravam as presas; em um fundo que parecia ser uma floresta coberta de neve iluminada por um sol quente que não derretia a neve, uma coroa dourada com sete pontas ficava bem no topo da bandeira; somente por ver a figura do lobo gigante branco com olhos vermelhos, Arya sabia que essa era a bandeira pessoal de Jon:

- Chegamos à segurança – disse Arya que estava respirando mais aliviada; Ser Barristan estava sorrindo também:

- O que quer dizer? - perguntou Gendry:

- Estamos entre aliados! - respondeu Arya que sorria, ela se sentia perto, cada vez mais perto de encontrar a sua família.

Daenerys Targaryen, Khaleesi, Mãe Dos Dragões, Daenerys Nascida Da Tormenta, não sabia onde estava, mas, estava em um lugar lindo, o sol forte, o clima ameno em um jardim de pedra com belas flores e árvores frondosas que dão uma boa sombra e um palácio na sua frente, as pedras brilhavam em vermelho, magnífico; tinha certeza que toda a cidade ao redor do palácio poderia vê-lo, Dany andou e em seguida subindo as escadas e abrindo uma porta de madeira pesada, entrou nesse lindo palácio, mas, dentro do palácio era escuro, frio e tudo dentro dele parecia morto, parecia que as paredes estavam encolhendo para esmagá-la; Dany não gostou do que viu, mas, mesmo assim impulsionada por um desejo andou cada vez mais dentro do palácio até entrar em um salão escuro e sem vida, outrora ele deveria ser cheio de luz e animado, o vento frio entrando em cada pedaço de seu corpo, olhando melhor Daenerys viu que parte do teto estava desmoronada, seus escombros espalhados pelo piso do salão e mais a frente subindo sete degraus estava o que parecia ser um trono; Dany podia ver pela fraca luz que entrava no salão, mesmo de longe Dany viu que ele estava rachado, mas, o que a surpreendeu foi uma capa preta balançando ao sabor do vento constantemente com um símbolo no meio de um dragão vermelho de três cabeças com uma coroa dourada em cima do dragão; uma pessoa a usava, mas, estava de costas para Dany, mesmo assim podia distinguir o seu cabelo balançando ao gosto do vento:

- Olá! – chamou Dany tentando chamar a atenção, não ouve resposta:

- Eu sou Daenerys Targaryen, Nascida Da Tormenta e Herdeira Do Trono de Ferro De Westeros, eu ordeno que mostre quem é você! – mandou Dany com sua voz dura e séria, mas, novamente por parte não ouve resposta humana e sim dois rosnados bastantes diferentes e então para a surpresa de Dany, duas figuras surgiram que pareciam estar escondidas no espaço atrás do trono em silêncio, Dany percebeu que a figura a esquerda que surgiu tinha a forma de um dragão e seus olhos eram marcantes da cor vermelha sangue, seu rosnado era forte e ficava cada vez mais intenso, do lado direito da figura surgiu uma forma canina que também tem olhos vermelhos sangue bastante marcante, seu rosnado era forte e parecia que iria dar o bote a qualquer momento e então a figura virou a cabeça ela finalmente poderia ver a sua face, mas, ela somente viu algo que a surpreendeu profundamente, ela viu seus olhos roxos, os mesmo olhos que ela tem:

- Quem é você? – pergunta Daenerys surpresa, nesse momento parecia uma menina, a mesma menina dos tempos em que era cuidada por seu irmão Viserys e em a frustração de Dany, ela não obteve resposta, mas, simplesmente algo como uma força poderosa a puxou para trás, em seu desespero Dany ia se afastando cada vez mais daqueles três figuras até que ultrapassou as portas do salão entrando em um espaço escuro em que ela não via a sua própria mão e ela ouviu por último um uivo do canino e um rugido poderoso do dragão; eles estavam juntos; a última coisa antes que a mente de Daenerys ficasse na completa escuridão.

Então Daenerys Targaryen acordou.

Suando e arfante, Dany não demorou muito para perceber que estava sentada em sua cama, em seu quarto em Qarth, ela se levanta vestindo um robe e se dirige para a sacada; admirando a vista da cidade e da vastidão do deserto, fazia meses que chegara a cidade e agora via os seus dragões crescendo; se lembrava de muito bem da viagem pelo Deserto Vermelho seguindo o cometa até uma cidade abandonada que deu o nome de Vaes Tolorro; nessa cidade fantasma, descansou e mandou um emissário para explorar os arredores, um somente voltou com emissários de Qarth; Daenerys e seu khalasar foram guiados até dentro da cidade; Dany aceitou a hospitalidade de Xaro Xhoan Daxos enquanto muitas pessoas viam de várias partes para ver os seus dragões; Daenerys conseguiu uma audiência do Conselho Dos Treze, tendo resultados infrutíferos, mas, Dany não se abateu, conseguiu ouro vendendo os presentes que ganhara de todos que quiseram ver os seus dragões, mantivera apenas uma coroa trabalhada na forma de um dragão de três cabeças; o anel era de ouro amarelo, as asas, de prata, as cabeças, esculpidas em jade, marfim e ônix.

Daenerys aceitou o convite de Pyat Pree levando os seus dragões e decidiu visitar a Casa Dos Imortais tendo as visões e então fora atacada pelos magos imortais somente para todos serem mortos pelo fogo de seus dragões; a Casa Dos Imortais somente existia pelo nome agora; Daenerys saiu da casa e vai ter com o seu khalasar avisando do que aconteceu com ela e instrui as suas empregadas a espalhar o que a Casa Dos Imortais fez com o apoio do Puronato; as pessoas mais pobres e alguns ricos comerciantes de pouca influência entram em um frenesi de fúria e se revoltam contra o poder da cidade e em um plano ousado, rapidamente Dany ordena que Ser Jorah lidere junto aos guerreiros de seu khalasar uma empreitada de matança para as figuras mais poderosas da cidade assim deixando o exército de Qarth sem liderança e boa parte do Puronato morto, a população revoltosa assume a matança do resto destruindo a sua forma de governo, os ricos comerciantes restantes que não foram massacrados querem Daenerys como a sua rainha e nova governante, ela com a coroa que havia ganhado aceita ser a nova Rainha De Qarth; dentre os ricos comerciantes, Daenerys escolhe aquele que parecia mais honesto e tinha uma boa visão para gerenciar o seu negócio, ele se chama de Daros Naviry.

Daenerys junto com Daros, o resto da junta de comerciantes e também de padeiros, marceneiros, ferreiros e outras diversas juntas; se reúnem e escrevem um novo livro de leis para cidade, liberdade para todos os escravos, todas as formas de escravidão proibidas, pagamentos de dívidas podem ser quitadas com a prestação de trabalho, mas, sempre sendo fortemente vigiados pelo governo, crimes punidos com mais rigor, direitos para educação para todos, homens e mulheres; homens e mulheres podiam treinar com armas e fazer parte o exército, estupro proibido punido com castração e uma caminhada para dentro do Deserto Vermelho sem nada que ajudasse em sua sobrevivência e uma série de outras leis que beneficiaram todas as pessoas e todas as suas classes.

Os meses seguiram e Daenerys viu Qarth florescer para ser maior do que era antes, mas, mesmo assim algo faltava, o Trono De Ferro De Westeros, ela era rainha, o povo a amava, não tinha que se arriscar em algo que não tinha certeza de conseguir, mas, tinha que fazer isso, não sabia por que, talvez para preencher o vazio da morte de seu marido e filho com o maior desejo de seu irmão Viserys; por isso; começou a pilhar parte da riqueza dos outros ricos que foram mortos que a não tinham apoiado, a outra parte deu para reparar os estragos da cidade que a revolta tinha causado e para a sua surpresa em um dos cofres de um dos ricos do Puronato encontra aço valiriano em grande quantidade; Daenerys faz uso do aço mandando confeccionar a sua armadura que agora estava pronta em seu quarto em um manequim, primeiro foi um couro tingindo de vermelho, o mais bem trabalhado já feito, por cima estava uma cota de aço valiriano toda preta e por cima dessas suas peças estava à armadura, totalmente preta que protegia a sua forma feminina, tinha até uma saia de aço, o peitoral de forma musculosa e acentuava bem os seus seios que ainda sentia que iriam crescer mais, em cima da forma dos seios de seu peitoral estava o símbolo de sua casa, um dragão vermelho de três cabeças pintado, também além de possuir as duas espadas gêmeas que ganhou de seu marido Khal Drogo, tinha uma espada longa de aço valiriano, sua lâmina totalmente preta, o guarda mãos, o cabo vermelho e o pomo na forma de três cabeças de dragão; chamou de Silenciosa.

Nesses meses em que esteve em Qarth, Daenerys terminou o seu treinamento no Estilo Sete de Westeros dado por Ser Jorah e também um exército que ela lideraria estava sendo treinado e quase estava pronto, também esses sonhos atormentando o seu sono quase que diariamente no qual tinha que saber o que significava, estavam na hora de falar com suas servas e amigas e Ser Jorah e ter as suas opiniões sobre esse sonho, mas, em todo o caso, os navios estariam prontos, assim como o seu exército; o Trono De Ferro estava cada vez mais perto.

Cersei Baratheon; Cersei Lannister, para ela, mais do que nunca deveria manter o nome de seu nascimento; não queria mais nada que a envolvesse com o bastardo bêbado e prostituto de Robert Baratheon; agradecia aos Sete por seus três filhos terem sangue puro Lannister e nada do sangue bichado Baratheon, agradecia ao seu irmão gêmeo, alma gêmea, amante, amor de sua vida; Jaime pelos belos presentes que ele lhe dera, os seus três lindos filhos; agora ela não podia reclamar, era rainha, tinha o poder que sempre quis e sonhou; governaria até que seu filho chegasse à idade aceitável para governar sozinho, mas, de uns tempos para cá, percebeu que tinha pouco controle sobre Joffrey agora, ele, agora com a coroa em sua cabeça; parecia que queria ser independente, tanto que mandou executar Eddard Stark, quando Cersei aconselhou seu filho a não fazer isso; agora tinha um à guerra de grandes proporções em Westeros que seu filho não esta preparado para lidar, o exército de seu pai derrotado e sem forças e Jaime capturado, prisioneiro em Correrrio; o que impedia dos seus inimigos marcharem para a capital era o Rei Jon Targaryen I, proclamado, ele ainda seria coroado; filho de Rhaegar e Lyanna.

Mais uma vez o fantasma de Lyanna a assombrava, ela que lhe tirou o Príncipe Rhaegar conquistando o seu coração que levou o Reino De Westeros a uma guerra em seu nome, manteve o amor de seu marido por ela mesmo depois de morta por todos esses anos, que teve que escutar o seu nome toda vez que Robert a fodia; todos diriam que ela, Cersei Lannister é uma das mulheres mais bonitas de Westeros, mas, foi Lyanna Stark que exerceu o poder e a beleza que sempre quis e agora um filho dela volta para lhe tirar a sua paz, agora que ele é rei, os lordes o adoram e povo também, ele estava vencendo cada batalha que tinha na sua frente, estava empenhado a salvar o povo ao lado do Jovem Lobo Robb Stark, mas, Joffrey era um homem muito melhor do que aqueles dois; Robb e Jon.

Ah, como ela sentia saudades de seu Jaime, de seu sexo apaixonado, de sua pegada forte, de suas mãos fortes sobre o seu corpo, de suas palavras de amor, carinho e conforto; em todo o caso, Cersei encontrava consolo em foder Lancel Lannister, o seu primo, era bom, não era Jaime, mas, dava para o gasto, essa foi mais uma noite com Lancel, ele liberou a sua semente e ela o mandou embora para efetuar os seus deveres, enquanto com um roupão fino que mostrava as suas curvas esplendorosas, mesmo depois de três filhos; estava na sacada de seu quarto real, olhando para a cidade, suas casas e seu fedor ácido, o ar marinho da Baía Blackwater; em todo o caso, hoje teria mais uma sessão com o povo no salão do trono, Cersei tinha que estar pronta para que todos vissem a sua beleza, ela tirou o roupão ficando nua enquanto as empregadas preparam o seu banho.

Os sons dos gritos de dor enchem o salão do trono, gritos de dor femininos, os nobres assistem demonstrando várias expressões, medo, nojo, pena, mas, eles não se movem e se levantam em defender a jovem moça que é duramente espancada por um dos homens da Guarda Real, para eles; era uma surpresa um homem de uma sociedade de cavaleiros levantarem a mão para uma jovem moça, mas, não podiam falar nada por medo desse rei menino que parecia o renascer de Aerys II. Cersei Lannister estava com um sorriso presunçoso assistindo a punição de sua pombinha:

- Não machuque o rosto muito Ser Meryn – disse Joffrey.

Ser Meryn então deu soco no estômago de Lady Sansa Stark que foi ao chão, apenas segurada por dois cavaleiros da Guarda Real que a impedem de reagir:

- Isso Lady Sansa é a sua punição pela vitória de seu irmão traidor, seu tio idiota e seu primo bastardo no qual vou ter o prazer de matar ambos e colocarem as suas cabeças em estacas nas paredes externas da Fortaleza Vermelha – disse Joffrey.

Sansa levantou a cabeça, mostrando o rosto inchado e vermelho:

- Como eu já disse; Sua Graça, talvez sejam eles que colocaram a sua cabeça em uma estaca – disse Lady Sansa com um sorriso convencido. Ser Meryn não perdeu tempo em aplicar outro soco no estômago de Sansa que ofegou de dor:

- Levem-na de volta para o seu quarto e mandem alguém tratar de suas feridas! – ordenou Joffrey.

Não sabia quanto tempo levaria; Cersei tinha que ter a certeza de que tiraria essa resistência de sua pombinha, iria tirar esse olhar de desafio que tinha, iria derreter o gelo de seus olhos.

Lady Sansa Stark estava em sua cama sentindo dores terríveis onde fora castigada, apenas esperando que pudesse lhe dar qualquer cura ou aliviar a sua dor; não poderia ficar mais feliz com as conquistas de seu irmão, primo e tio, mas, também estava preocupada, ouvira entre os sussurros que Joffrey tentaria sua própria ofensiva, mas, ele comandaria dentro do palácio e isso seria sua ruína, ele realmente se acha o mais poderoso e inteligente do que Robb ou Jon; Sansa aguentaria qualquer dor somente para ver a cara de Joffrey quando receber a notícia que sua campanha falhou antes mesmo de encontrar Jon ou Robb em um campo de batalha.

Sansa tentou não rir, não queria aumentar as dores de seu corpo, mesmo dentro da Fortaleza Vermelha, ainda se sentia segura, os tolos podiam a ter prendido, mas, não lhe tiraram o seu equipamento para a guerra.

A Rainha Margaery Baratheon, esposa do Rei Coroado Renly Baratheon, nascida da Casa Tyrell, junto com um exército comando por seu marido de cinquenta e cinco mil homens bem treinados, marchando por todo o Alcance para conquistar o apoio dos outros senhores que ainda não mandaram nenhuma carta de apoio ou homens para lutar; no momento estavam marchando lentamente para Ponteamarga esperando ter a adesão de mais senhores e seus soldados; a Casa Tyrell somente concordou com isso, por causa, da possibilidade de Margaery ser rainha, seu pai queria que ela fosse rainha, sua avó queria que ela fosse rainha, ela queria ser rainha, mesmo que isso signifique casar com a alma gêmea de seu irmão Loras Tyrell, mas, realmente esperava que consumassem o casamento, por mais que conseguia manter segredo sobre isso do resto de sua família.

Mais uma pausa na marcha e dessa vez Margaery se dirigia para a tenda onde os senhores e reunião, seu o pai, o Lord Mace Tyrell ficou para trás para organizar as reservas do exército para não deixar a Campina desprotegida, ela junto com o seu irmão Loras estavam representando a sua casa nessas reuniões; entrando na tenda viu os senhores lordes discutindo enquanto seu marido estava em silêncio assistindo a tudo como se divertisse com aquela cena; Loras que também assistia a tudo olhou para ela:

- Mulher no recinto! – disse Loras para se fizer entender para todo mundo. Os homens ficaram calados e olharam para Margaery:

- Fique a vontade; senhores – disse Margaery se sentando ao lado de Renly:

- Agora, que notícias têm para mim? – perguntou Renly:

- Temos muitas notícias; Sua Graça – disse Lord Florent – Além da coroação de seu irmão Stannis como Rei!

- Isso eu já sei! – disse Renly:

- É claro Sua Graça, mas, Stannis ainda reside na Pedra Do Dragão, ele foi coroado pela religião de R'hllor – explicou Lord Florent – A Fé Sete não o reconhece como rei!

- Então; se ele tomar o poder, pode destruir a Fé Sete e até a Fé Antiga Do Norte? – perguntou Lord Appleton:

- Basicamente, sim! – respondeu Lord Florent com um olhar significativo:

- Os senhores estão sugerindo que ataquemos o meu irmão antes de cercar Porto Real? – perguntou o Rei Renly:

- É o melhor curso de ação no momento, Sua Graça – respondeu Lord Grimm; a única casa representando das Ilhas Escudos – Stannis reside na Pedra Do Dragão com uma força relativamente fraca, é o melhor momento para atacar antes que ele ganhe mais força!

- Meu irmão não é amado por ninguém! – afirmou Renly – Nenhuma casa poderosa se curvaria diante de meu irmão por boa vontade, especialmente sendo coroado por uma religião diferente da dos Sete!

- Meus senhores! – chamou Margaery antes que os homens começassem uma discussão – É melhor escutarmos quaisquer outras noticias antes de entrarmos em um debate acalorado sobre os nossos próximos passos!

Todos os senhores concordaram; é claro por instrução de Lord Mace Tyrell, sua filha Margaery tomaria as decisões políticas e de mesa em seu nome e seu filho Loras tomaria as decisões militares; para Margaery, foi à única decisão que sua avó concordou que seu pai fez:

- Minha rainha tem razão – concordou o Rei Renly – Por favor, continue Lord Florent!

- Obrigado; Sua Graça! – disse Lord Florent – Os Lannister estão perdendo a guerra que começaram!

- Isso não é novidade! – disse Lord Ambrose para os risos contidos dos outros dentro da tenda:

- Sim, não é! – concordou Lord Florent – Em todo o caso é que Tywin Lannister começou essa guerra nas Terras Fluviais em resposta ao sequestro de seu filho Tyrion Lannister por Lady Catelyn Stark; Lannister estava ganhando essa guerra, até a chegada do Norte comandado por Robb Stark!

- E eu imaginando que o garoto era verde – disse Lord Cuy:

- Todos nós pensamos! – disse Lord Varner:

- Lord Stark se provou um bom excelente comandante, especialmente ao lado de Ser Brynden Tully! – disse Lord Florent – Lord Stark colocou Tywin Lannister para correr com um exército desgastado, capturou Jaime Lannister e quebrou o cerco a Correrrio mudando os ventos da vitória para ele e seus aliados!

Mas, aqui Lord Florent havia parado de falar, seu rosto e seus olhos mostravam uma expressão de surpresa, incredulidade, pavor, receio:

- O que está acontecendo Lord Florent? – perguntou o Rei Renly:

- Eles proclamaram o Rei Jon Targaryen! – respondeu Lord Florent.

Um pandemônio de vozes explodiu dentro da tenda, todos falando ao mesmo tempo; alguns incapazes de acreditar, alguns gritando blasfêmias para Lord Florent:

- Chega! – gritou Renly fazendo os outros dentro da tenda se calar; os homens se voltaram a sentar – Explique Lord Florent!

- Lord Eddard Stark estava criando um bastardo chamado de Jon Snow, ele estava criando o que ele dizia ser o seu filho bastardo – disse Lord Florent – Na verdade ele estava criando o seu sobrinho que vem a ser filho de Rhaegar Targaryen e Lyanna Stark!

- Mas, isso é impossível! – exclamou Lord Shermer:

- Por mais que o meu irmão Robert sempre dizia que Rhaegar sequestrado Lady Lyanna e a estuprado, nunca acreditei – disse o Rei Renly – Pelo que sempre dizia de ambos, eu realmente acreditei que ambos fugiram por amor, não é isso que estão dizendo?

- Sim; Sua Graça! – respondeu Lord Florent – A verdade que eu ouvi é que Lady Lyanna fugiu com o Príncipe Rhaegar por amor e que ambos se casaram trazendo a tona um antigo costume Targaryen de casamentos múltiplos, fazendo assim Jon Targaryen e Nascido Verdadeiro; a provas disso estão na posse de Lord Howland Reed!

- A Casa Reed é conhecida por sua integridade, por isso o nascimento de Jon Targaryen não pode ser refutado, mas, o meu irmão Robert expulsou a dinastia Targaryen do trono e isso não faz dele com maior reivindicação ao trono – explicou o Rei Renly:

- Espere! – disse Margaery – Você disse que ele foi proclamado?

- Sim; Minha Rainha! – respondeu Lord Florent – Proclamado sim; não coroado!

- E qual a diferença? – perguntou Lord Yelshire:

- A diferença é que Jon Targaryen está seguindo corretamente o que deveria fazer, é um costume antigo desde Conquista Targaryen que os lordes se reúnam e façam uma proclamação para o novo Rei De Westeros dando a chance de este aceitar ou não o título de rei; um costume que não é realizado desde a coroação de Aerys II! – explicou Lord Florent:

- E isso dá mais força a reivindicação dele? – perguntou Lord Rowan:

- Sim! – respondeu Lord Florent – O Rei Renly foi coroado antes que pudesse proclamá-lo, algumas casas ainda se lembram desse costume antigo e talvez vejam a proclamação do Rei Jon com bons olhos e além que isso me faz lembrar que Ser Arthur Dayne ainda está vivo e se ele se juntar ao Rei Targaryen, que vai dar mais força a sua reivindicação!

Alguns lordes da tenda gemeram de frustração, ninguém conseguiria se sobrepuser as palavras de Ser Dayne que ainda era considerado um dos maiores cavaleiros já vistos dentro de Westeros e um herói para o povo, a quem ele apoiasse certamente ganharia muita força; isso é um problema grande. O Rei Renly olhou para cada um dos lordes presentes na tenda:

- Por enquanto o Rei Targaryen ficará em paz, o serviço que ele faz juntos com os seus soldados é de muita vantagem para nós – disse Renly:

- Refere-se a ele estar lutando contra os Lannister? – pergunta Margaery:

- Sim, minha rainha! – respondeu Renly – Enquanto Tywin Lannister manter quase toda a sua atenção para combater o Targaryen, poderemos nos concentrar em acabar com o meu irmão e com o Rei Menino!

- É uma medida acertada; Sua Graça! – concordou Lord Rowan; uma concordância seguida pelos outros lordes:

- Há mais alguma coisa para ser discutida? – perguntou Renly:

- É uma notícia nova; Sua Graça – disse Lord Florent – Aparentemente o Rei Joffrey pretende iniciar a sua própria campanha contra o Targaryen!

- Agora, isso é uma notícia interessante; Joffrey está movendo tropas das Terras Da Coroa? – perguntou Ser Loras Tyrell:

- Sim! – respondeu Lord Florent – O primeiro ataque será no Entroncamento!

- Isso quer dizer que o menino moveu tropas para atacar deixando as Terras Da Coroa com pouca força de combate; Joffrey certamente ficará em Porto Real escondido debaixo das saias de sua mãe! – disse o Rei Renly – Senhores; vamos marchar para Porto Real, não podemos deixar passar essa chance!

Os lordes concordaram:

- Avisem a todos, vamos marchar em três horas! – disse Renly vendo os lordes e retirando para cumprir as suas obrigações:

- Meu Rei; creio que gostaria de um tempo com o meu irmão para uma caminhada? – perguntou Margaery:

- Claro minha rainha, mas, não demore muito! – concordou Renly.

Loras acompanhou sua irmã para fora da tenda, dando o seu braço para ela, eles caminharam em silêncio se afastando do acampamento até que ficaram fora dos ouvidos dos espiões:

- O que quer minha irmã? – perguntou Loras:

- Conversar sobre o Rei Targaryen! – respondeu Margaery:

- Ele ainda não é rei – disse Loras:

- Meu irmão; o que Lord Florent não contou sobre a proclamação foi que os lordes do Norte e das Terras Fluviais o fizeram rei; a proclamação que os lordes fizeram o transformou em rei aos olhos dos lordes e senhores das casas de Westeros, a sua coroação o fará rei na frente dos olhos da Fé e o povo o aclamará! - disse Margaery:

- Então? - perguntou Loras convencido das palavras de sua irmã:

- Então teremos que pensar no futuro em que se perdermos a guerra, perdemos tudo o que nossos antepassados lutaram para ter; pensamos no futuro no que vai ser tudo perdido e nós, mortos por causa da jogada arriscada de nossa avó, pensamos em estar aqui por causa da ambição sem limites de nosso pai! - respondeu Margaery:

- Você realmente não acredita em nossa vitória? - perguntou Loras:

- Eu acredito na nossa vitória – disse Margaery – Mas, eu sou mais realista do que você ou o meu marido!

Loras fez uma careta de desgosto quando Margaery referiu a Renly como "meu esposo":

- Devemos pensar em uma maneira de preservar a nossa casa caso venhamos a perde essa guerra – disse Margaery – Não podemos ir de frente com o peito aberto e achar que vamos vencer todas as batalhas sem um plano para casos de emergência!

- Tenho certeza que a nossa avó já pensou nisso – disse Loras – E tenho certeza que a possível salvação de nossa casa envolve você se casando com Jon Targaryen!

- Como pode ter tanta certeza disso? - perguntou Margaery curiosa:

- Até onde eu sei; Jon Targaryen ainda não se casou – respondeu Loras.

Margaery olhou para o seu irmão e pela primeira vez desde que começaram essa campanha, Loras viu a verdadeira luz nos olhos de sua irmã, preocupação e receio, dois sentimentos que ela conseguia disfarçar com um sorriso e sua beleza que fazia as pessoas verem o brilho de seus olhos de forma diferente do que ela tinha nesse momento:

- Espero que tenha razão meu irmão, pelos sete – disse Margaery – Eu imagino; que nossa avó tenha um plano de salvação muito melhor do que me usando como arma de salvação para a nossa casa!

Margaery se afastou de seu irmão descendo a colina em direção ao acampamento; em sua mente, tudo o que aconteceu até agora, mas, sempre como aprendeu, ela tinha que aprender, sempre tem que pensar no próximo passo e estava na hora para ela ter os seus próprios espiões; tinha que estar pronta para tudo, para todos os casos, ela era rainha e ninguém tiraria esse título dela, Loras ficou parado, apenas olhando vendo a sua irmã voltando para o acampamento, ele sabia que se tudo mais falhar; se não houvesse mais esperança ela usaria os seus próprios planos, seus próprios recursos e alternativas; afinal ela é Margaery Tyrell, neta da Rainha De Espinhos.