Capítulo 18
Harrenhall
O Rei Jon Targaryen I; com o comando de seu exército estavam acampados em Pinkmaiden; sede da Casa Piper, aqui, os preparativos para começar a segunda parte da campanha contra as Westerlands; é claro que Jon via em Jaime Lannister que tinha certo receio do que estava para acontecer, mas, as regras imposta pelo rei garantiria o mínimo para que o reino onde nasceu; sobrevivesse até que se recuperasse totalmente, aqui nesse quarto arrumado para ele, sentado com uma mesa a sua frente onde estava papéis e mapas de Westeros e dos reinos:
- Ser Jaime; sente-se! – mandou Jon e rapidamente Ser Jaime Lannister se sentou na sua frente – Eu tinha algo para contar a você, mas, a mais nova tentativa de me matar colocou isso no fundo de minha cabeça!
- E o que vem a ser isso; Sua Graça? – perguntou Ser Jaime sinceramente curioso:
- O que você não sabe; é que, Lord Eddard Stark, na única viagem que fez para as Cidades Livres, ele também foi para Valyria, onde voltou com metal valyriano na qual ele produziu a espada que carrego agora, além das espadas para a sua família! – disse Jon; Jaime estava curioso, aonde essa conversa terminaria – Ele voltou para Winterfell não só com metal valiriano, mas, também coisas que tem interesse para a Casa Lannister!
Agora Jaime estava surpreso, por essa ele não esperava, mas, ele sabia da única coisa que teria interesse para a sua casa, especialmente o seu pai, em que estava em Valyria:
- Quando essa minha espada foi entregue, Lord Eddard deixou outra mensagem explicando devido ao sangue ruim com o seu pai, meu tio se sentiu incapaz de retornar o que ele tinha trazido de Valyria! – explicou Jon – Três baús destinados a Casa Lannister, um deles tem os ossos do Rei De Rock; Tommen Lannister II, outro tem os ossos de Gerion Lannister!
Ser Jaime Lannister ficou surpreso com o que o rei disse, nunca imaginaria que Eddard Stark traria os ossos de seus parentes, mas, de qualquer forma a sua honra certamente dizia que eles mereciam um enterro digno, além disso, Jaime sentiu a tristeza de finalmente confirmar a morte de seu tio Gerion, sempre teve um carinho por ele, ele era o seu tio favorito; a única coisa que Jaime pode fazer é abaixar a cabeça em respeito; Jon viu e o deixou fazer o que tinha que fazer, depois de um tempo Jaime levantou a cabeça:
- Junto aos baús com os ossos estão os pertences que eles carregavam, mas, dois pertences especiais tiveram que vir em um terceiro baú! – explicou o rei Jon – Trata-se da espada de Gerion Lannister que você está portando agora!
Jaime ficou realmente surpreso e pegou a sua espada e a passou a olhar para ela com novos olhos:
- Seu brilho e seu corte foram restaurados e como você é um Lannister, é mais apropriado que a empunha em batalhas! – explicou o Rei que se levantou para um armário e dele tirou um embrulho longo no qual a colocou em cima da mesa – Outra coisa foi trazida também!
Jon desembrulhou o pano para revelar a bainha dourada com um cabo dourado incrustada de rubis vermelhos e um pomo de uma cabeça de leão; Jaime olhou para espada e se fosse à espada que estava pensando, ela é muito linda:
- Brightroar! – disse o rei Jon, simplesmente para ver Jaime rapidamente pegar a espada e a tirar da bainha e ver a sua lâmina valyriana brilha levemente ao sabor da luz do quarto:
- Incrível! – disse Jaime:
- Guarde-a; é uma ordem; guarde-a até pelo menos você entrar em Casterly Rock e puder escondê-la até que um novo Lord Lannister se sente no Trono De Rock! – mandou Jon e Jaime concordou – Os ossos de seus parentes estarão viajando conosco para serem entregues a Casterly Rock!
- Eu agradeço por isso; Sua Graça! – disse Ser Jaime Lannister se curvando em agradecimento, sincero.
Antes que pudessem falar mais alguma coisa, um mensageiro entrar no quarto:
- Desculpe-me; Sua Graça! – disse o mensageiro entregando a carta para o rei que este o pegou o começou a ler; Jon realmente estava surpreso com o conteúdo da carta:
- Algum problema; Sua Graça? – perguntou Ser Arthur Dayne:
- Lord Tywin Lannister saiu de Harrenhal com nove mil homens para Porto Real; para ajudar na defesa do castelo!
- Um ataque de Stannis? – perguntou Jaime Lannister surpreso:
- Sim! – confirmou o rei – Stannis está atacando Porto Real e o fato de seu pai sair para ajudar na defesa, mostra que ele conseguiu aliados poderosos!
- Tyrell! – afirmou Ser Jaime:
- Correto! – confirmou o Rei Jon – Essa é uma oportunidade que não pode ser deixada de lado!
Jon pegou pena, tinta e pergaminho e começou a escrever e rapidamente terminando, em seguida dobrou a carta, pegou cera vermelha e pingou na carta para em seguida carimbá-la com o selo do dragão e em seguida entregou para o mensageiro:
- Essa mensagem deve chegar diretamente nas mãos do Senhor Edmure Tully! – disse o Rei Jon – Somente em suas mãos!
- Entendido; Sua Graça! – disse o mensageiro que rapidamente saiu para cumprir o seu dever.
O Rei Jon se virou para um dos cavaleiros da Guarda real:
- Ser Brynden! – chamou Jon – Diga a todos que vamos partir ao nascer do sol!
- Como queira; Sua Graça! – respondeu Ser Brynden saindo do quarto para cumprir a ordem.
Veio à manhã seguinte e os dias que se seguiram; o exército saiu de Pinkmaiden seguindo por dias até que finalmente entrarem nas Westerlands, os outros dias seguidos sempre verificando sobre qualquer força pronta para atacá-los e agora nesses últimos dias em que se encontram a poucas horas do primeiro castelo inimigo; o Golden Tooth da Casa Lefford; enquanto as forças da Campina comandadas por Lord Tarly iriam atacar primeiro o castelo da Casa Moreland e as forças conjuntas do Vale e de Dorne comandadas por Lord Royce e Lord Yronwood atacariam primeiro o castelo da Casa Garner; estava na hora do exército se separar:
- Então é aqui que nos despedimos; Sua Graça? – perguntou Lord Tarly:
- Sim, Lord Tarly! – respondeu Jon apertando a mão do homem em sinal de respeito – Desejo boa sorte na sua missão e nos vemos em Tarbeck Hall!
- Obrigado; Sua Graça! – disse Lord Tarly se virando para reunir os seus homens para o primeiro ataque que fariam:
- Creio que também é a nossa hora de ir; Sua Graça! – afirmou Lord Royce:
- Sim Lord Royce; Lord Yronwood! – Confirmou Jon apertando a mãos de ambos – Desejo também boa sorte para vocês dois!
Os dois lordes também se afastaram para reunir o grupo e depois do que pareciam algumas horas, o exército se dividiu em três; Jon assistiu aos dois exércitos tomando caminhos opostos para atacar os castelos escolhidos; Jon estava ao lado de Robb Stark e Theon Greyjoy:
- É a nossa vez? – perguntou Theon:
- Sim! – respondeu Jon – Vamos partir agora! Robb dê o sinal!
Lord Stark fez o sinal e os exércitos do Norte começaram a se mover para uma campanha que visa fazer Lord Tywin Lannister provar de seu próprio remédio e seria um remédio bastante amargo.
O Senhor Edmure Tully, herdeiro de Correrrio, tinha ficado para traz, por ordens do rei em seu castelo ancestral para cuidar das Terras Fluviais devastadas pela guerra; queria estar ao lado do rei na campanha na Westerlands, mas, sabia das necessidades que o seu povo tinha; organizar grupos de combate aos incêndios instigados por Ser Gregor Clegane e seu exército, garantir o salvamento da comida e de animais de corte e além de evitar para mais perdas, distribuírem comida para a população e também de sementes para um novo plantio, fortalecer os castelos recuperados da Tomada Lannister, montar grupos de combates para frear as ações de ladrões e hordas mercenárias de contrato com Tywin Lannister e além do principal; que é vigiar Lord Tywin Lannister que estava em Harrenhal com o que foi dito quatorze mil homens.
Há muito tempo quando soube o que faria no futuro ocupando o lugar de seu pai um dia, Edmure queria encontrar uma resposta do que fazer com Harrenhal, simplesmente um castelo em sua forma de figura, quando o rei deu recompensas por atos para todos e faltava alguém, ele simplesmente dava Harrenhal e deixava os problemas para essa pessoa cuidar, o castelo é grande demais e custa muito para mantê-lo; a única solução que Edmure veio foi demolir duas torres, a Tower Of Dread e a Tower Of Ghosts, usar as suas pedras para reconstruir as outras três torres e os muros de Harrenhal; talvez assim não se torne tão custoso e o castelo passe a ser viável para as Terras Fluviais e o Reino De Westeros.
Os pensamentos de Edmure são interrompidos quando um soldado entra em sua sala:
- Meu senhor; um batedor quer falar! – disse o soldado:
- Mande-o entrar! – mandou Edmure.
O guarda saiu e em seguida entrou junto com um batedor, ele realmente estava cansado:
- O que tem para falar? – perguntou o Senhor Edmure:
- Meu Senhor; eu tenho notícias de que Lord Lannister saiu de Harrenhal com nove mil homens e parte para Porto Real! – disse o batedor:
- Essa informação é segura? – perguntou Edmure:
- Eu mesmo vi com os meus olhos; Meu Senhor! – disse o batedor – Ele avança rápido!
- Por que será? – perguntou Edmure:
- Notícias de que Stannis Baratheon vai atacar Porto Real em breve! – respondeu o batedor:
- Porto Real não tem homens para segurar um ataque aos seus muros, mesmo com o dito Exército Real recém-criado! – disse Edmure – Mesmo assim; os homens de Tywin Lannister não são o suficiente para repelir o ataque de Stannis, a não ser que tenha apoio!
O Senhor Edmure pegou pena, tinta e papel e começou a escrever, terminando, pegou cera pingando no papel e o carimbou com o selo da Casa Tully:
- Descanse e se limpe antes de voltar para a sua posição e me traga um mensageiro! – mandou Edmure.
O batedor e o guarda se curvaram e saíram da sala para somente em alguns instantes um mensageiro voltar:
- Requisitou os meus serviços; Meu Senhor? – perguntou o mensageiro:
- Sim; eu quero que entregue essa mensagem diretamente as mãos do rei Jon Targaryen e somente nas mãos dele! – ordenou Edmure entregando a mensagem para o mensageiro:
- Assim será feito! – disse o mensageiro saindo.
O Senhor Edmure ficou em seus pensamentos, mas, rapidamente começou a trabalhar em escrever ordens, tinha que avisar os lordes e senhores das proximidades a Harrenhal que Tywin Lannister havia saído e que deviam estar preparados para guarnecerem os seus castelos com mais homens e de qualquer forma teria que reunir um exército para se deslocarem para o Entroncamento e somente então atacar o castelo amaldiçoado. Os dias se seguiram e Edmure já tinha notícias que Stannis estava se aproximando rapidamente de Porto Real e que a cidade seria em breve atacada, mas, infelizmente não tinha notícias de Tywin Lannister e essa escuridão, essa completa falta de informação sobre ele era inquietante, de qualquer forma em sua sala, lendo documentos e escrevendo instruções em mais um dia de chuva; um mensageiro entrou:
- A resposta do rei; Meu Senhor! – disse o mensageiro estendendo a carta que Edmure a pegou:
- Você pode sair e descansar – disse Edmure:
- Obrigado; Meu Senhor! – disse o mensageiro saindo da sala e então Edmure Tully abriu a carta do rei:
- "Senhor Edmure Tully; você mandou uma mensagem com notícias que se mostram vantajosas e preocupantes ao mesmo tempo; dado o fato que Lord Tywin Lannister saiu de Harrenhal com a maioria de seus homens para Porto Real; defendê-la do ataque de Lord Stannis Baratheon. Stannis tem a maioria dos homens e se mesmo Tywin juntasse as suas forças com as forças de defesa de Porto Real, as chances de perder são imensas; Tywin Lannister faria isso com o apoio de um aliado forte e nenhum me passa a cabeça que se não os Tyrell, mas, mesmo assim, Lord Tywin Lannister escolheu Porto Real a Harrenhal e isso é uma chance de tomar o castelo de exterminar de vez a presença Lannister nas Terras Fluviais, mas, com a guarnição de cinco mil homens, tomar Harrenhal é impraticável, por isso vou entender quando receber mais notícias sobre essa situação de que nada mudou, mas, se mesmo assim vai tentar; então dou as ordens de montar um exército e se juntar ao exército de trinta mil homens no Entroncamento e tomar definitivamente Harrenhal; boa sorte"!
Edmure ficou com a carta e então começou a escrever as ordens para começar a formar um exército, dias depois, ele estava no pátio de seu castelo, com a sua armadura; quando deu a notícia que o rei deu ordens para tomar Harrenhal e acabar com a presença Lannister nas Terras Fluviais; os lordes e senhores organizaram os seus homens para ajudar e pode formar um exército de quinze mil homens e mulheres e hoje era o dia da partida para o Entroncamento; o Senhor Edmure montou em seu cavalo e colocou o seu elmo olhando para os lordes e senhores reunidos; o exército estava esperando lá fora:
- Senhores! – gritou Edmure – Temos um castelo para tomar, temos ocidentais para expulsar de nossas terras; vamos à guerra; vamos acabar com todos eles!
O Senhor Edmure avançou com o seu cavalo com os lordes e senhores; seriam alguns dias de viagem até que chegassem ao Entroncamento e encontrassem o exército estacionado lá; nesse tempo tinham recebidos notícias do ataque de Stannis a Porto Real, a Batalha De Blackwater.
Os dias seguiram e finalmente o Senhor Edmure chegou ao Entroncamento; podia mesmo ao longe ver as diversas bandeiras de várias casas dos homens e mulheres que ocupavam o Entroncamento, atravessando a ponte que estava bem patrulhada chegou ao meio do acampamento, lá esperando por ele; estavam o Lord Felson Terrick que comanda os homens das Terras Fluviais, Lord Ondrew Locke que comando os homens e as mulheres do Norte e Lord Benedar Belmore que comanda os homens do Vale e também presente; Ser Benjen Stark, o comandante da Companhia Sombra; o Senhor Edmure se aproximou com o seu cavalo e desmontou ficando a frente daqueles homens:
- Senhores! É bom ver que tudo está bem! – disse Edmure:
- Não tivemos mais problemas desde a Batalha Do Entroncamento! – disse Lord Belmore:
- Temos as ordens de tomar Harrenhal de volta para as Terras Fluviais! – disse Edmure – Trouxe quinze mil homens e mulheres para adicionar ao exército nessa empreitada!
- Mais homens ou menos homens não vão fazer diferença ao atacarmos Harrenhal! – disse Ser Benjen – Se fizermos um cerco; então vamos perder essa guerra!
- Creio que é melhor discutirmos isso em uma tenda! – disse Edmure antes que a discussão escalasse para algo maior:
- Tem razão! – disse Ser Benjen – Me perdoem pela minha indiscrição!
Os senhores perdoaram e o grupo seguiu até a tenda de comando onde tomaram as suas cadeiras e então puderam dar início as discussões:
- Ser Benjen tem razão ao dizer que mais homens e mulheres não vão fazer a diferença quando se estiver atacando Harrenhal; um cerco especialmente não vai dar certo já que assim vamos perder o Entroncamento para o inimigo! – disse o Senhor Edmure:
- Então vamos atacar diretamente, mas, assim vamos perder muitos homens e mulheres antes mesmo de arranharmos os portões do castelo – disse Lord Locke:
- Nossa melhor chance é escalar os homens pela parede e matar as vigílias e assim abrir os portões para nós! – sugeriu Lord Terrick:
- Concordo! – disse Edmure – Mas, devemos e se pudermos descobrir uma porta que ninguém conhece para Harrenhal; infiltrar uma boa parte de nossos homens para matar os guardas e então abrir as portas para a maioria onde faremos um ataque para tomarmos cada corredor e cada sala e quarto desse castelo!
- Nesse caso; os homens e as mulheres comandados por Ser Benjen devem ser capazes de achar uma porta para nós! – disse Lord Belmore:
- Os homens e mulheres que eu comando são capazes de fazer isso, se não, vamos descobrir se somos capazes de escalar esse muro e matar os guardas e abrir as portas! – disse Ser Benjen:
- Quando conseguirem; mandem um aviso para que possamos nos preparar e deslocarmos para Harrenhal o mais rápido possível – disse Edmure:
- Concordo! – disse Ser Benjen – Vou partir agora; eu me despeço!
Rapidamente Ser Benjen Stark saiu da tenda para fazer a sua missão para invadir Harrenhal; os outros ficaram na tenda para discutir detalhes; os movimentos para a Batalha De Harrenhal estavam começando. O exército estava pronto, somente faltava a Companhia Sombra apresentar o seu relatório para se deslocar para Harrenhal; e então ser Benjen Stark entrou na tenda de comando:
- Você conseguiu? – perguntou Edmure ignorando os cumprimentos de praxe:
- Todos os meus comandados da Companhia Sombra estão infiltrados em Harrenhal! – disse Ser Benjen – Somente esperando a ordem para agir!
- Então você encontrou outra porta? – perguntou Lord Terrick:
- Como todos sabem; a quatro portas para entrar em Harrenhal, todas grandes, pesadas e difíceis de derrubar – disse Ser Benjen – O Portão Principal e os portões Leste, Oeste e Sul, mas, entre os portões Sul e Oeste, afastado da vista de Harrenhal, escondido pela floresta que circunda o castelo, a uma passagem secreta que tenho certeza que ninguém a usou que leva para uma saída na Torre Da Viúva, especialmente onde os presos são mantidos!
- É seguro usar? – perguntou Lord Locke:
- Sim! – respondeu Ser Benjen – As paredes são bem resistentes!
- Então vamos avançar com o exército para Harrenhal! – disse o Senhor Edmure – À noite; quando estiverem dormindo, os portões do castelo serão abertos e vamos tomá-lo!
Tudo feito e tudo pronto e o exército que tomaria Harrenhal, formado pelos quinze mil homens e mulheres que Edmure trouxe, além de dois mil e quinhentos homens e mulheres do Norte e dois mil e quinhentos homens do Vale; vinte mil homens e mulheres fariam o ataque para tomar Harrenhal; enquanto os outros vinte e cinco mil ficariam no Entroncamento; não havia necessidade de deslocar todos os exército e deixar a Estrada Real aberta para os Lannister irem para o Norte; com Edmure à frente, eles estavam avançando com a intenção de chegar à noite e atacar; contariam com a surpresa para acabar de vez com a presença Lannister nas Terras Fluviais; Edmure estava liderando apreensivo com o que viria pela frente, mas, ele não se deixou abater e não mostrou isso na frente de seus comandados e então a noite chegou e o Castelo Harrenhal estava a sua frente, pontos luminosos das fogueiras e tochas podiam ser vistas, ele esperou o sinal que Ser Benjen faria. Foi-se algumas horas atrás quando ele se separou da coluna principal levando os cinco mil homens do Norte e Do Vale para entrarem por um dos outros portões abertos, eles entrariam em silêncio; todos estavam a pé, os cavalos estavam sendo vigiados e o fato de invadirem um castelo torna os cavalos mais um obstáculo, em todo caso, quando passassem pelas portas, os arqueiros subiriam nos muros para dar suporte enquanto tomariam cada canto do castelo.
Então no alto do muro uma tocha é balançada de um lado para o outro, o sinal, os portões estavam abertos; o senhor Edmure deu o sinal e avançaram em silêncio das suas vozes, a única coisa ouvida era o barulho das suas armaduras; eles entraram, os homens sabiam o que fariam e imediatamente tomaram as suas posições e antes que pudessem entrar, os gritos podiam ser ouvidos, os homens do Norte e do Vale estavam entrando nas torres e era a vez do exército das Terras Fluviais:
- Vamos homens e mulheres das Terras Fluviais! – gritou Edmure não vendo mais a necessidade de fazer silencio – Vamos entrar e acabar com eles!
Os homens e mulheres gritaram e correram para entrar nas torres, ao entrar o combate teve início; o Senhor Edmure Tully segurou a sua espada com mais força e entrou na Torre Kingspyre. A primeira coisa que viu ao entrar na torre foi um soldado vindo em sua direção gritando loucamente com a espada pronta para desferir um golpe em sua pessoa; Edmure rapidamente aparou o golpe e com um movimento desarmou o soldado e em seguida aplicou um golpe seu em diagonal abrindo um corte profundo em seu peito; o soldado caiu no chão sangrando até a morte.
Edmure estava surpreso, achava que o soldado estava com sua armadura e estava bem protegido, mas, a sua surpresa foi embora, estava claro que ele se esqueceu de colocar qualquer proteção ao seu corpo quando deram o alarme; então qualquer soldado estava desprotegido; sua arrogância em achar que nunca haveria um ataque a noite ou que Harrenhal pudesse ser invadida sem muito alarde seria para garantir uma vitória fácil para as Terras Fluviais. Os homens e as mulheres passavam por ele com as suas armas gritando e entrando em cada corredor ou quarto para encontrar qualquer inimigo para matar; havia muitos veteranos da sua campanha de parar o Avanço Lannister e muitos não estavam satisfeitos em serem deixados para trás a mando do Rei Jon Targaryen, por isso decidiram descarregar as suas frustrações no ataque a Harrenhal; não que, Edmure vai impedi-los; não tinha a nenhuma intenção disso.
Mais uma vez, mais um soldado Lannister caiu pelo golpe de sua espada, então Edmure começou a subir as escadas da torre, rapidamente fez um movimento parando uma flecha que certamente acertaria o seu rosto, rapidamente pegou uma faca pequena e a jogou acertando o peito do arqueiro e ele engasgou e caiu morto, rapidamente avançando, pegou a sua faca e continuou a andar, mas, logo se deparou com um soldado inimigo e Edmure desferiu um golpe com a sua espada que o soldado aparou, fraco, mas, parou o golpe e Edmure rapidamente puxou a sua espada para o lado e a desceu em diagonal cortando o peito do inimigo; Edmure andou e empurrou o soldado para o lado que caiu morto e ele continuou a andar.
A cada passo, a cada corredor e quarto, continuavam a avançar na torre do castelo de Harrenhal, imensa essa torre, provou ser difícil e bastante cansativo limpá-la, alguns quartos e salões gigantescos vazios deixavam sem saber se algum soldado das Terras Fluviais havia passo por lá, de qualquer forma, Edmure garantiu que sempre haveria soldados buscando cada canto da torre procurando por inimigos; até que finalmente havia chegado ao topo da torre, é claro que ainda ostentava os sinais de ter derretido pelo fogo dos dragões durante a Era Da Conquista, mas, havia uma brecha de onde Edmure podia ver o sol nascendo no horizonte; um espetáculo bonito, de fato, mesmo pela fenda podia ver que algumas torres ostentavam a bandeira da Casa Tully indicando que haviam sido limpas da infestação dos soldados Lannister: Tower Of Dread, Tower Of Ghosts e Tower Wailing; a Tower Widows e Tower Kingspyre apresentavam resistência, mas, não por muito tempo.
Edmure ainda viu que havia lutas nas pontes, ele rapidamente desceu as escadas; tinha que ajudar os soldados em pelo menos uma das pontes; logo se viu em frente a um soldado inimigo e não esperou que ele fizesse alguma coisa, rapidamente desferiu o golpe de baixo para cima em diagonal abrindo um corte em seu peito e espirrando seu sangue para todo o lado, seu corpo caiu da escada para o chão de uma altura considerável; outro surgiu e Edmure atravessou a sua lâmina em seu peito e rapidamente a tirou e o corpo começou a cair bolando pelas escadas, derrubou mais três soldados inimigos e isso deu a vantagem para Edmure quando o primeiro se levantou e ele decepou a sua cabeça, o segundo sofreu um golpe de Tully de cima para baixo em vertical abrindo um grande corte em seu rosto e peito jorrando sangue para frente, mas, Edmure não se abateu e com um golpe de baixo para cima aplicada na diagonal matando outro inimigo.
O Senhor Edmure Tully finalmente chegou a uma das pontes; a ponte que liga a Torre Kingspyre a Tower Widows coberto do sangue inimigo e viu que as batalhas que aconteciam na ponte eram com soldados Lannister com sua armadura completa; isso quer dizer que eles tiveram tempo de se vestir e atacar; esses tinham que ser eliminados rapidamente; os seus pensamentos foram perturbados pelos gritos dos homens caindo que enchiam Harrenhal, para Edmure ficava mais claro que esse lugar é realmente amaldiçoado, em todo caso, Edmure avançou para o primeiro soldado inimigo que havia matado o seu adversário; rapidamente aparou o golpe dele e começou a aplicar golpes que ele defendia e devolvia até que ele aparou um de seus golpes, mas, Edmure rapidamente colocou as espadas de lado e deu um passo a frente e rapidamente deu um golpe de sua espada cortando a garganta do soldado inimigo e ele caiu no chão engasgando com o seu sangue.
Ele foi o único soldado que morreu por sua espada na ponte, já que não havia mais inimigos a combater, eles estavam mortos juntos com alguns companheiros seus; Edmure olhou para a torre e viu que das janelas estavam tremulando bandeiras das casas que participavam desse ataque indicando que cada andar foi limpo dos soldados Lannister e que em cima da Tower Kingspyre estava hasteada a bandeira pessoal do Rei Jon Targaryen I. Eles conseguiram, haviam tomado Harrenhal e sol da manhã estava se levantando para o alto do céu, Edmure sorria aliviado.
O Senhor Edmure Tully, herdeiro de Correrrio saiu da ponte e descendo as escadas vendo alguns soldados comemorando a vitória; outros não; esses estavam atentos esperando um grupo de soldados Lannisters saltarem de qualquer lugar e atacá-los; finalmente Edmure saiu da Tower Kingspyre e estava fora no pátio olhando a comemoração de alguns soldados, mas, andando mais a frente viu homens e mulheres e crianças vestidas simplesmente de farrapos, sujas até que não se sabe a cor de sua pele, negra pela sujeira, somente podia se ver os seus olhos, inundados de tristeza; Edmure se aproximou de Lord Locke:
- Eles foram todos retirados de suas celas? – perguntou Edmure:
- Sim; meu senhor! – respondeu Lord Locke – Todos eles estavam assim quando os achamos!
- Disseram alguma coisa? – perguntou Edmure:
- Ainda não! – respondeu Locke:
- Tente questioná-los de onde são, há quanto tempo estão aqui e para onde querem ir! – ordenou Edmure – Depois disso tirem a água do lago e lhes dê um banho; eles precisam!
- Agora mesmo, meu senhor! – disse Lord Locke:
- Lord Belmore - chamou Edmure Tully:
- Sim; meu senhor! – respondeu Lord Belmore:
- Conte os mortos inimigos, se entre eles há sobreviventes, garanta que não estejam vivos; queime-os para que a sua podridão não infeste o Olho De Deus; arranje um lugar limpo para os nossos feridos sejam tratados e conte os nossos mortos para que possamos dar um funeral adequado! – ordenou o Senhor Edmure:
- Agora mesmo; meu senhor! – respondeu Lord Belmore se retirando para cumprir as suas ordens e ao mesmo tempo em que Ser Benjen Stark se aproximou:
- Conseguiram capturar o nosso convidado especial? – perguntou Edmure:
- Sim! – respondeu Ser Benjen – Quer vê-lo?
-Sim; quero vê-lo com os meus próprios olhos! – respondeu o Senhor Edmure seguindo o cavaleiro até um lugar isolado no pátio onde pelo menos cinco membros da Companhia Sombra estavam posicionados em uma distância segura com os seus arcos prontos para serem tencionados e disparados caso o prisioneiro que estava nas correntes fizesse algo bastante suspeito; ambos; Senhor Edmure e Ser Benjen Stark se aproximaram de Ser Amory Lorch:
- O Castelão De Harrenhal; Ser Amory Lorch; é uma honra conhecê-lo! – disse o senhor Edmure:
- Vai à porra! – disse Ser Amory cuspindo nos pés de Edmure; Ser Benjen se adiantou e aplicou um soco no rosto de Amory:
- Você grita, por que sabe que está no inferno Ser Amory! – disse Edmure – Sabe que somos a favor de você pagar por seus crimes e que se pisar em Dorne terá uma morte lenta e agonizante!
Isso chamou a atenção de Ser Amory, ele ficou pálido com as implicações das palavras de Edmure Tully, ele sabia de qual crime ele estava falando e na sua ameaça velada em mandá-lo para Dorne; já podia se considerar morto:
- Espere! – disse Ser Amory Lorch – Eu faço qualquer coisa que quiserem; eu digo tudo o que quiserem, conto todos os planos de Lord Lannister!
As sobrancelhas de Edmure e Benjen arquearam com as palavras de Lorch:
- Dependendo do que contar para nós; iremos levar em consideração a sua negativa em uma viagem para Dorne; o rei vai decidir sobre isso! – disse Edmure se afastando ao lado de Benjen e quando ambos estavam em uma distância segura fora do alcance dos ouvidos de Ser Amory:
- Ele vai fazer uma viagem para Dorne e creio que você gostará de fazer uma entrega! – disse Edmure para Ser Benjen:
- Será um prazer! – disse Ser Benjen:
- Ótimo! Por enquanto coloque-o em uma cela em Correrrio! – disse o senhor Edmure; Ser Benjen assentiu e saiu para se preparar para viajar com o prisioneiro.
Os dias seguiram e Edmure soube da vitória Lannister sobre Stannis Baratheon e realmente não sabia o que sentir sobre isso; dava crédito a Stannis por atacar Porto Real e isso lhe custou homens e recursos; uma vantagem para aqueles que apoiam Jon Targaryen e ele não tinha condições de levar uma guerra com os homens que lhe restam, mas, infelizmente a vitória Lannister conferiu a eles um aumento de moral, especialmente com aliados como os Tyrell e os deixaram mais paranoicos em relação à segurança do que eles têm em mãos no momento, mas, felizmente para Edmure que soube que sua sobrinha Lady Sansa Stark estava bem e não sofreu nada.
Os corpos dos soldados inimigos foram queimados e contados, cem escaparam, Edmure lamentou, mas, mesmo assim, a presença Lannister nas Terras Fluviais foi eliminada oficialmente e não poderia estar mais feliz com isso, dos mortos inimigos que foram saqueados, os ferros de suas armaduras e espadas seriam muito bem aproveitados, os seus ouros seriam muito bem distribuídos entre os homens e as mulheres; duzentos e cinquenta e nove mortos que receberam funerais bem merecidos pelo que fizeram; trezentos e sessenta e uns feridos que estavam dentro do castelo recebendo atendimento e que em breve estariam de volta à ativa.
Esse foi o preço humano para tomar Harrenhal, esse preço que sem uma estratégia bem elaborada poderia ser muito maior, por isso, Edmure não se afundou muito nos números; em todo caso; o Senhor Edmure Tully nomeou Ser Wilton Calyton como o novo Castelão De Harrenhal ao comando de dez mil homens e a garantia que Edmure enviaria mais; suas ordens eram de proteger o castelo e já que aos prisioneiros foi dado o trabalho de serviçais do castelo e várias funções que ajudaria muito, além de demolir a Tower Of Ghosts e a Tower Of Dread e usar as pedras para reformar o castelo e seu entorno. Edmure voltaria para Correrrio com cinco mil homens enquanto os outros cinco mil homens que vieram do Entroncamento já tinham voltado para lá:
- Creio que deixará tudo em ordem; Ser Wilton! – disse Edmure montando em seu cavalo:
- Conte comigo; Meu Senhor! – disse Ser Wilton; ele é jovem, mas, Edmure tinha total confiança da capacidade administrativa dele:
- Boa sorte! – disse Edmure esporando o seu cavalo e cavalgando ladeado por cinco mil homens e mulheres e Ser Wilton ficando para trás assistindo a comitiva se afastar e pronto para assumir as suas funções plenamente.
O Rei Jon Targaryen havia finalmente chegado a Golden Tooth; o castelo mesmo ao longe estava a sua vista, dias finalmente dentro das terras da Westerlands e estava preste a dar o ataque e então um mensageiro entrou na sua tenda interrompendo uma reunião:
- Desculpe; Sua Graça; trago uma mensagem do Senhor Edmure Tully! – disse o mensageiro; Jon pegou a mensagem que o mensageiro estendeu; Jon quebrou o selo e a leu:
- Boas notícias; eu espero? – disse Robb Stark:
- Sim! – disse Jon – Edmure Tully escreve que tomou Harrenhal livrando assim as Terras Fluviais dos Lannisters!
Os lordes e senhores presentes gritaram em comemoração!
- Que isso sirva para eles! – gritou Lord Jon Umber. Jon Targaryen sorriu; o Senhor Edmure tinha feito a sua parte; agora é a vez dele e do exército do Norte, de Dorne, do Vale e da Campina; eles tinham um reino para atacar e conquistar.
Daenerys Targaryen, a Rainha De Qarth, Rainha Dos Dragões; ela que desde eu chegará a Qarth, que levantou o povo em revolta e foi instalada como rainha; agora assistia finalmente depois de meses a estabilidade do novo sistema de governo da cidade; com as melhorias colocadas na cidade e assim garantindo que ninguém tomaria o poder ou que teria apóio suficiente para tentar a sorte; o fato é que Daenerys poderia dispor de quinze mil homens e mulheres para levar para a guerra, além dos navios e mesmo assim Qarth se manteria com uma força de defesa e ataque formidável; de qualquer forma com os seus dragões e ao lado de seu maior conselheiro Ser Jorah Mormont estava embarcando em um navio para ir à cidade escrava de Astapor para comprar o exército Imaculado; o povo se reuniu para ver a sua partida.
Daros Naviry escolhido pela própria rainha para governar sempre que fosse se ausentar; estava no cais assistindo a sua rainha entrar no barco:
- Tem certeza que os Imaculados são necessários; Minha Rainha? – perguntou Daros – Ainda pode recrutar soldados no povo de Qarth!
- Quinze mil homens e mulheres são mais o que suficiente Daros; além do mais; se recrutar mais ainda, não haverá reservas para defender a cidade! – disse Daenerys – Os Imaculados de Astapor complementarão o meu exército!
Daros Naviry apenas suspirou:
- Apenas, posso desejar boa sorte; Minha Rainha! – disse Daros – Protege-a Ser Jorah!
- Com a minha vida Daros! – disse Ser Jorah.
O barco foi empurrado do cais e ele se afastou, quando ficou longe o suficiente, o capitão ordenou os remos e assim o barco começou a ganhar distância de Qarth e onde entraria em mar aberto onde os remos seriam recolhidos; Ser Jorah e Daenerys assistia se distanciando da cidade enquanto o povo acenava se despedindo:
- Você já foi a Astapor Ser Jorah? – perguntou Daenerys:
- Não; Sua Graça! – respondeu Ser Jorah - Mas, ouvi muito sobre a cidade e os Imaculados o suficiente para pensar duas vezes em enfrentá-los em uma batalha!
- Por isso eles serão muito bem vindos ao meu exército! – disse Daenerys:
- Disso, não tenho dúvida; Minha Rainha! – disse Ser Jorah – Mas, as negociações serão duras e você terá que ter a certeza que você quer eles!
- Eu tenho Ser Jorah; eu tenho! – disse Daenerys Targaryen – Vamos torcer para que os preços não sejam exagerados!
- É uma cidade escrava, mas, os preços são justos; Minha Rainha! – disse Ser Jorah – Não terá problemas quanto a isso!
- Eu entendo! – disse Daenerys – Mas, de qualquer forma, tenho outros meios de fazer o meu jogo se eles exagerarem!
Dito isso, Daenerys olhou para cima; assim como Ser Jorah e no momento três dragões passaram por cima do navio rapidamente, rugindo bem alto para todos os ouvidos:
- É; isso é algo que todo mundo seria convencido a fazer o seu jogo; Minha Rainha! – disse Ser Jorah; Daenerys sorriu. Ela agora tinha que ir a Astapor e comprar os Imaculados; isso certamente manteria a sua cabeça ocupada, especialmente sobre o mesmo sonho que inunda a sua mente toda a noite, por mais que tentasse quaisquer remédios aconselhados por Ser Jorah e algumas receitas de Qarth, ainda não adiantava e além do mais; o caminho para Astapor manteria a sua mente ocupada e a faria parar de pensar nesse sonho e sobre quem é esse homem misterioso que nem ao menos vê o seu rosto, somente os seus olhos que são iguais aos delas; de qualquer forma o que estava fazendo seria mais um passo para trilhar o caminho de Westeros; por mais que tentasse; por mais que queria; o desejo ardente de seu irmão a levaria para tentar conquistar o Trono De Ferro. A opinião de Daenerys sobre essa cadeira é que a poderia derreter que não se importava, mas, sabia que conquistar o Trono De Ferro cobriria o buraco que a perda de seu sol e de seu filho fizeram e se isso significasse indo até Astapor; então é isso que faria.
Ser Jorah Mormont, cavaleiro exilado de Westeros que contratado por Illyrio Mopatis para servir a Daenerys Targaryen e agora o seu conselheiro mais fiel; nos meses em que esteve em Qarth; Jorah sabia que Daenerys havia desistido do Trono De Ferro, mas, infelizmente a morte de Khal Drogo e de seu filho abriu uma marca em sua alma que somente seria curada se ela colocasse em algo para fazer; Daenerys conquistou Qarth e com o tempo isso se provou muito pouco necessário e agora ela seguiria o caminho de seu irmão: Conquistar Westeros e somente Jorah esperava que ela não caísse na loucura que tomou conta de muitos membros de sua família; faria de tudo para evitar esse desastre ocorresse.
