Capítulo 41
Os Senhores Do Sul Marcham
Arianne Targaryen a Rainha Regente em Porto Real estava em um governo único junto ao Meistre Da Casa Targaryen Gadel Morante e o Mestre Das Armas Nabih Singerl, eles haviam ficado para trás para ajudar na governança de Arianne especialmente com a chegada dos senhores do sul para marchar para guerra e especialmente o exército de Daenerys Targaryen que havia ficado para trás para serem treinadas a resistir ao frio do inverno, as neves caiam e os homens e mulheres acostumados ao sol constante e altas temperaturas pareciam se adaptar bem ao clima gelado, cheio de neve, sombrio e nublado, em breve eles estariam prontos para marchar, Verme Cinzento, o comandante-geral desse exército mais do que uma vez mostrou a sua imensa vontade de partir para se juntar a sua rainha, mas, Arianne somente daria a autorização depois que considerou todos preparados para resistir à marcha para a Norte.
Os senhores das Eastlands vieram primeiro; comandados por Lord Renfred Rykker o Senhor Das Eastlands, o Protetor De Blackwater, depois vieram o Príncipe Oberyn Martell, representando, o Príncipe De Dorne, o Senhor Das Tempestades De Areia e Protetor Do Sul, então vieram os Tyrells com Lord Willas Tyrell, que por mais fosse manco, ainda sim, ele é o Senhor Da Campina, Protetor Dos Campos, o Vale, as Terras Fluviais e as Westerlands se reuniriam mais tarde perto da fronteira das Terras Fluviais com o Norte onde marchariam juntos pelo inverno rigoroso e sobreviver para enfrentar o Grande Inimigo, o Inimigo De Todos; as contas de homens que marchariam seria de 30 mil da Campina, 20 mil de Dorne, 10 mil das Eastlands, 15 mil do Vale, 10 mil homens e mulheres das Terras Fluviais e perto de 10 mil das Westerlands, ao todo 95 mil de Westeros, sem contar os 50 mil que o Norte podia reunir; fazendo do total de 145 mil homens e mulheres e mais podendo ser puxados da reserva, além do Exército Real que está de 50 mil e os 20 mil soldados que Daenerys Targaryen trouxe; ao todo 210 mil homens e mulheres para lutar do outro lado do Muro; Arianne ainda tinha que saber sobre os números do Povo Livre que se juntariam a luta.
Uma grande linha de abastecimento tinha sido montada em direção ao Norte, soldados fariam patrulhas constantemente para pegar ladrões e saqueadores, racionamentos teriam que ser feitos; ninguém ficaria de fora, seja a nobreza, os ricos e povo, todos seriam colocados para treinar em combate, colocados para protegem os campos de cultivos, o que ainda podia ser cultivado e os campos de criação de animais para o abate, além da proteção dos celeiros, as frotas mais poderosas de Westeros seriam mobilizadas para a guerra e para comprar suprimentos, a Rua Do Aço e as mais diversas forjas estavam acessas o dia e a noite inteira; não se poderia evitar novos nascimentos, é impossível, o sentimento de que se pode morrer a qualquer momento e necessidade deixar um descendente para trás se torna muito necessário, por isso Arianne não faz nada em relação a isso.
A neve caia com força e vontade sobre Westeros e o resto do mundo, mesmo com as equipes de trabalho constantemente limpando a neve, Arianne não gostava do que via a sua frente, do que na verdade os exércitos do sul iriam encararem até alcançar o seu rei, seu marido, que estava longe combatendo construções de gelo e morte; mortos se levantando para atacar os vivos e destruir tudo o que se é conhecido, por isso, Arianne Targaryen estava apreensiva em deixar seu tio ir nessa guerra:
- Você tem que ir tio? - perguntou Arianne, especialmente que suas primas iriam também:
- Alguém tem que levar o sol de volta para Westeros! - respondeu o Príncipe Oberyn que estava mais leve desde morte da Montanha e de Tywin Lannister - Temos que levar esperança para todos, mais do que nunca minha sobrinha!
Arianne suspirou, ela sabia que estava vencida com as palavras de seu tio, nada do que diria poderia levá-lo a desistir, especialmente se seu pai é incapaz de liderar exércitos para essa guerra, ainda sim, ele fez a viagem para ficar ao seu lado, ao lado de seu neto e dar conselhos sobre a situação atual em que estavam; Arianne é o governo do momento, mesmo sabendo que as decisões importantes estão sendo tomadas em Winterfell, por mais que quisesse viajar para o Norte com seu marido, tinha um filho agora para tomar conta, seu pequeno Jonmon Targaryen tinha uma mistura de ambos os pais e com isso Arianne estava amando cada minuto com o seu filho e entendia o seu pai agora, ela faria qualquer coisa e ultrapassar todos os limites por seu filho; resistir ao longo e duro frio do inverno são um deles.
Príncipe Oberyn Martell levaria a frente das forças do sul para se encontrar com o Vale, Dorne, Eastlands para a fronteira com o Norte e avançar para o Muro e lutar contra os Outros, não se podia ajudar, mas, assistir a neve atrasar a tudo, eles demorariam a chegar e Oberyn estava achando se chegariam a tempo de ajudar ao seu rei; os dias seguiram com a neve caindo durante a marcha, na verdade, não havia nenhuma marcha; apenas o caminhar de homens e mulheres que estavam avançando a passos lentos para a guerra.
Oberyn que é um homem de calor e de agilidade estava coberto da cabeça aos pés contra o frio de couro e além de ter um coberto grosso cobrindo o seu corpo, andando já que não quer cansar o seu cavalo, ao redor dele tinha homens e mulheres que morriam por causa do frio, outros mais resistentes e teimosos demais para morrer, todos estavam ajudando nessa marcha e ninguém podia ser esquecido de se manter aquecido o máximo possível, a linha de abastecimento de suprimentos estava ativa, mas, demorada por causa da neve que torna a equipe de trabalho dos limpadores praticamente inútil em sua luta desigual contra a neve, mas, é dessa equipe que Oberyn depende para limpar as estradas ao qual avança.
Os mortos pelo frio claro que são queimados, o temor de que eles se levantem a ataquem está presente em cada coração de cada soldado que está levando, não podia culpa-los, ele também tem esse medo, o medo humano de lutar; esse medo que nos torna vivo que não está presente nos mortos que não sentem e somente atacam, em meio à neve ao qual está acampado, Oberyn sabe que terá que lutar contra eles, mais que nunca precisa de coragem e ter muito mais para dar ao exército, o máximo que pode fazer é garantir que estejam alimentados e prontos para a guerra. Talvez seja o constante branco; que sempre via a sua frente enquanto está levando o exército, mas, Oberyn não sabe quanto tempo passou desde que saiu de Porto Real; ele parou de contar depois do primeiro mês de marcha, alguns dos soldados estão dizendo que eles estavam completando o segundo mês de marcha e eles estavam reclamando do cansaço e do frio constante que está matando muitos dos seus companheiros.
Oberyn somente se importou quando finalmente chegou ao acampamento com bandeiras do Vale, Westerlands e Riverlands, palavras não podiam expressar o quão Oberyn estava aliviado, ele mesmo que se privou de sua amante amada e de muitas outras amantes que poderia ter e além de não ter cortado o cabelo ou ter feito a barba, ele pode descansar devidamente e ter suas necessidades saciadas, não havia amantes para a sua tristeza, mas, ele pode se contentar com um banho quente, aparar os pelos do rosto e o cabelo e vestir roupas confortáveis e quentes, Oberyn tinha a intenção de fazer os soldados que ele levou descansarem o máximo possível, havia uma guerra mortal acontecendo, mas, soldados que não pudessem descansar perderiam a metade da guerra e agora especialmente que os soldados de Daenerys estavam realmente adaptados depois de sofrerem as maiores perdas nessa marcha, Oberyn tinha a certeza que eles aguentariam a marcha para dentro do Norte assim como os soldados de Dorne capazes de aguentar qualquer clima, seja calor ou frio.
Mas, mesmo essas capacidades não podem lutar contra algo maligno que cai sobre todos; esse inverno que parece eterno feito pelo Rei Da Noite e que coloca medo em Oberyn, eles estavam indo enfrentar um ser com todo esse poder; um poder de um deus para salvar tudo o que ele conhece; inclusive a sua família e por isso Oberyn se colocou em marcha por esse tempo; descansados e com os equipamentos guardados, todo o exército entrou no Norte marchando pelos pântanos congelados do Pescoço, podia se ver que camadas de gelo cobriam as águas dos pântanos e que não havia vida de animais ou de insetos, a desolação branca havia tomado conta, as árvores congeladas pontilhavam o ambiente, mas, o que se destacou mais foi à fortaleza de Moat Cailin, restaurado durante do governo de Eddard Stark e agora coberto de branco se destacando na imensidão de branco que os pântanos haviam se tornado, uma semana de marcha dentro do Pescoço e eles passaram por Moat Cailin e entraram em nas grandes extensões de terra do Norte.
De fato, eles entraram no Norte, o deserto gelado e branco se faz justiça ao que sempre disseram sobre o Reino Do Norte, seria nessas terras onde eles lutariam contra o grande inimigo; eles poderiam colocar uma semana de marcha para Winterfell normalmente, mas, dessa vez durou mais duas semanas e Oberyn já estava cansado de demorar tanto para chegar a essa guerra na extremidade do mundo, ele foi recebido pelo Conselho Do Rei que havia mudado o governo para Winterfell, seria aqui que assumiria uma voz dentro do conselho antes que pudesse fazer a marcha final para a Parede, Varys, Tyrion Lannister o estavam esperando quando chegou:
- Bem-vindo a Winterfell, meu príncipe, espero que tenha feito uma boa viagem! – disse Tyrion:
- Gelada e demorada! – disse Oberyn – Mesmo que tenhamos equipes limpando todas as estradas, ainda sim, fica muito complicado viajar hoje em dia! Temo sobre a marcha que tenha que fazer para a Parede!
- Podemos assegurar Príncipe Oberyn, que temos pessoal trabalhando nas estradas constantemente e limpando o caminho para que o exército e os suprimentos cheguem logo a Parede! – disse Lord Varys; Oberyn desmontou e olhou para os dois:
- Eu sei disso, mas, agora gostaria de descansar! – disse Oberyn:
- Temos quartos preparados para você Príncipe Oberyn, bem-vindo a Winterfell e oferecemos pão e sal! – disse Catelyn Stark se pronunciando pela primeira vez:
- Eu aceito a oferta Lady Stark! – disse Oberyn pegando o pão e o sal oferecido para ele em uma bandeja por um empregado! – Passei muito tempo na estrada sem saber o que estava acontecendo no reino, depois de descansar, preciso ser atualizado!
O descanso veio merecido para um corpo que exigiu muito em uma viagem longa e especialmente dentro de paredes quentes em todos podiam se banhar em agua quente, lavar o corpo e as feridas da viagem e descansar, ao fazer isso por um longo par de dias, Oberyn pode se reunir com o conselho; o comando do Exército Real passaria para Lord Randyl Tarly como acordado e com as formalidades feitas, a reunião pode começar. O Príncipe Oberyn Martell foi o primeiro a falar:
- Eu viajei por muito tempo e me falta saber o que aconteceu nesse tempo em que levo o exército para este castelo! – disse Oberyn:
- Podemos começar com os outros reinos! – disse Lord Rykker:
- A situação é como vocês viram marchando por todo esse tempo! – disse Lord Varys – A neve cai, o céu está coberto e grupos trabalham sem parar para limpar a neve das estradas e permitir as viagens, mesmo que ninguém se atreve a fazer com o risco de morrer congelado!
- Os suprimentos estão sendo mandados por todos os reinos escoltados sobre forte guarda, notícias de saqueadores já chegaram até nós! – disse Tyrion Lannister – Homens e mulheres desesperados em que a comida acabou rápida, não há mais lenha para queimar e a água está literalmente congelada!
- Mesmo limpando a estrada, as viagens estão mais demoradas do que o normal! – disse Lord Blackwood – Todos estão sendo prejudicados; esse inverno não escolhe lados, todos nós somos ou seremos vítimas!
- Creio que já somos vítimas Lord Blackwood! – disse Tyrion Lannister.
Mesmo agora se podiam ouvir os ventos castigando as paredes do Castelo de Winterfell, esse vento estava trazendo a neve, o frio e a morte que fazia todos congelarem as espinhas:
- E aqui no Norte? – perguntou Oberyn:
- Aqui tem um povo resistente, se recusando a desistir! – respondeu Lady Catelyn Stark – As estradas de pedras ficaram congeladas e escorregadias, temos que usar fogo para descongelar e ficarem transitáveis, o trabalho de garantir as estradas não para e não permitimos que pare; grupos de suprimentos viajam constantemente e temos os nossos estoques cheios para durar um longo inverno!
- E o rei? – perguntou Oberyn mais uma vez:
- Tanto ele e Robb Stark enfrentaram os Outros quando os últimos membros do Povo Livre faziam a passagem! – respondeu Lord Varys – Eles conseguiram segurar a onda de mortos que os atacava para que todos pudessem passar e conseguiu recuar para o outro lado do Muro!
- Então a guerra começou? – perguntou Oberyn:
- Sim! – respondeu Lord Tarly – Estamos com os soldados aqui para marchar para a Parede e conhecer o inimigo!
- Então marcharemos! – disse Tyrion.
Depois de todos estarem descansados, a marcha para a Parede teve início, o salto final para se juntar ao rei nessa guerra, o Exército Do Norte já havia partido liderados por Brandon Stark, Sansa e Arya Stark se juntaram para a guerra também, mas, eles não estavam enfrentando tempo como agora, a neve, o frio, os ventos mortais, a desolação de um deserto gelado onde o chão estava congelado, as presas para serem caçadas haviam sumido, os predadores também sumiram, mesmo eles estava congelando, mas, não podiam desistir e por isso continuavam em marcha lenta; depois de dias de marcha pelas terras geladas do Norte passando pelo Grande Lago, eles foram recebidos por ventos incansáveis que traziam mais neve para cair sobre eles, se possível, a marcha ficou mais lenta.
Um mês de marcha pelo deserto gelado do Norte e eles podiam ver o Muro em toda a sua extensão, alto e majestoso, projetando sobre todos no norte e no sul do muro, mas, eles estavam longe ainda, entrando no Presente Novo onde se depararam com milhares de acampamentos do Povo Livre e com eles espaços onde homens e mulheres estavam treinando para guerra, Lord Tarly viu que o seu rei tinha a intenção de armar essas selvagens e colocá-los para lutar, sábio, uma força adicional de um povo duro que cresceu e viveu para lutar para sobreviver, ele não podia contabilizar os números de combatentes do Povo Livre, mas, qualquer adicional em suas grandes força já seria uma enorme ajuda nessa guerra; de qualquer forma, o povo parou para ver a passagem de soldados, homens e mulheres, usando a Estrada Do Rei, suas armaduras congeladas e com cores desbotadas por causa do gelo, as capas rasgadas e os rostos castigados pelo vento forte e frio que batia neles.
Por mais que quisessem descansar, eles tinham que se afastar do assentamento do Povo Livre formado, Lord Tarly sabia que havia mais no caminho, mas, agora ele tinha o trabalho de fazer com que todos os soldados passassem, aqui, no Presente Novo, ele sabia que já teria que contar os corpos dos mortos, o tempo tão implacável não estava dando uma trégua, não havia nada de bom no horizonte, de fato, depois que todos pudessem descansar; Lord Tarly já havia ordenado à queima de dez soldados mortos, os da Rainha Daenerys se mostrando na maioria, mas, ele via os Imaculados resistentes até o fim e por Lord Randyl Tarly podia respeitar eles, a marcha continuou e o Muro se aproximando cada vez mais; Lord Randyl diria que não está com medo, mas, ele não é um wight, ele é um humano como todos tinha medo, especialmente nessa guerra, um tipo diferente de guerra que estava preste a enfrentar:
- Pai! - chamou Dickon Tarly, Lord Tarly se virou para o seu filho:
- Sim filho! - disse Lord Tarly:
- Isso é diferente? - perguntou Dickon.
Lord Tarly não deveria estar surpreso por seu filho expressar os mesmos pensamentos que ele, tinha a certeza que havia outros senhores nesse imenso exército fazendo o mesmo:
- Sim! - respondeu Lord Tarly – Estamos prestes a enfrentar algo que nossos antepassados enfrentaram a milhares de anos e que não deixaram nada para trás que pudesse nos ensinar a derrotá-los! Será diferente, novo e desconhecido que vamos enfrentar! Isso exige táticas diferentes, movimentos de tropas diferentes, posições novas!
- Vamos improvisar! - disse Dickon:
- Vamos, filho! - concordou Lord Tarly – Essa é uma ameaça a todo mundo vivo que conhecemos e devemos derrotá-los ou tudo que amamos e conhecemos perecerá!
Dickon ficou calado por um momento mergulhado em seus pensamentos:
- Sam estará lá? – perguntou Dickon:
- Sim! – respondeu Lord Tarly simplesmente com essa palavra não querendo elaborar mais, seu filho entendeu e ficou calado, ameaçar o seu filho foi uma coisa dolorosa, mais necessária, a liderança da Casa Tarly deve ser exercida com força e inteligência e não somente com a inteligência de seu filho e sua falta de coragem e a incapacidade de portar uma arma, com Dickon, o poder de sua família estava assegurado e com isso Randyl estava aliviado, mas, então veio essa nova guerra que poderia devastar tudo conhecido por ele e seu filho, o risco estava lá, mas, Lord Tarly seria um tolo se tomasse todos os riscos sem calcular todas as chances de sobreviver. A marcha continuou nos dias em que a neve aumentava e os ventos ficavam mais fortes tornando tudo mais lento, mas, eles ainda estavam perseverando e com algumas aldeias do Povo Livre ao qual passavam em que forneciam lenha para as fogueiras, eles estavam bem, mesmo que tinham que enterrar alguns soldados, mas, eles fizeram a marcha e chegaram ao Muro, se aproximando lentamente de Castelo Negro onde o seu rei estava com Lord Stark o esperando; esperando o exército, Lord Randyl Tarly se aproximou com o seu cavalo e desmontou para se ajoelhar diante do rei:
- O exército veio; meu rei, ele e seu para comandar, leve-nos! – disse Lord Tarly:
- Descansem todos vocês, a guerra começou e devem estar prontos para entrar nela! – disse o Rei Jon Targaryen.
As atividades correram Castelo Negro, todos estavam fazendo algo, se preparando para a guerra que começou, os portões estavam fechados, tuneis estavam sendo pesquisados e fechados vedando a Parede, os túneis dos antigos castelos da Patrulha Da Noite estavam ou foi vendado sobrando Castelo Negro, o Atalaialeste Do Mar e a Torre Sombria com portões para o outro lado, pelo fato, têm uma reunião de conselho para saber o que fazer, havia um enorme exército dividido em três que estavam para ocupar os dois castelos e a vinda do Povo Livre depois que forem equipados e treinados:
- Senhores! – disse Jon – Agora que temos os senhores do sul reunidos com o seu exército, temos que decidir o que fazer!
- Podemos ficar aqui! – sugeriu Lord Bracken:
- Tentador, mas, não! – disse Jon – Não é uma opção!
- Por que não? – perguntou o Príncipe Oberyn curioso:
- Por que se não levarmos a magia em consideração em que ela está de volta e poderosa, há uma chance de eles derrubarem o muro e não teremos a nossa principal defesa! – respondeu Lord Tarly – Não gosto disso tanto quanto vocês, mas, não trouxemos esse grande exército para matá-los de frio ou de fome! Se for para encontramos a nossa hora de morrer, que seja no campo de batalha salvando os vivos!
- A Patrulha Da Noite foi negligenciada por muitos séculos senhores e senhoras! – disse o Meistre Aemon – Não sabemos se a Parede tem a mesma força para afastar os Outros por tanto tempo!
- O Meistre Aemon tem razão! – disse o Ser Thorne – Temos que levar a luta até eles e arriscar tudo ou esperar para morrer com o essa parede de gelo imenso cair sobre nós e deixarmos o mundo a mercê deles!
- Levamos a luta até eles! – disse Daenerys – Que seja!
- Eu gosto dessas chances! – disse o Príncipe Oberyn:
- Então, simplesmente vamos abrir os portões e avançar dentro de um território conquistado pelo inimigo? – perguntou Lord Tully:
- O terreno sempre pertenceu a eles! – disse Tormund:
- Não vamos simplesmente passar pelo portão! – respondeu Lord Tarly que estava olhando para o mapa do muro – Vamos sair sim, mas, vamos construir uma barreira em um semicírculo ao redor do portão, nos três castelos, grande o suficiente para caber muitos soldados, forte para segurar esse wights quando a necessidade surgir; isso é muito necessário para quando quisermos voltar, teremos um ponto protegido no outro lado para os soldados e os suprimentos!
- A área tem que ser garantida antes de construir qualquer coisa! – disse Verme Cinzento com o seu sotaque:
- Estacas e armadilhas espalhadas formando uma área de proteção! – disse o Rei Jon:
- Mesmo que não pare eles! – disse Lord Tarly – Eles podem usar números para cobrir as armadilhas com wights e passar por cima!
- Concordo, mas, cada armadilha, cada meio capaz de atrasar eles é cada tempo que conta para nosso lado poder ser vital para vencer! – disse o Rei Jon – Não temos escolha, devemos agarrar todas as oportunidades que temos ou não vamos conseguir!
O grande portão se abriu permitindo que a neve e o vento frio entrassem no túnel no mesmo momento em que soldados saíram com os seus escudos levantados e lanças apontados olhando para todas as direções esperando o inimigo, mais soldados estavam saindo, agora incluindo construtores que começaram a marcar a linha onde ergueriam a barreira; os soldados formavam uma linha de proteção e não permitindo que os construtores saiam sozinhos para recolha de materiais, os dias seguiram assim, moradias foram construídas e os trabalhos começaram, cavando no chão e começando a construir os esqueletos da barreira; grupos cuidavam da barreira, das moradias e das armadilhas enquanto outros tiravam os materiais, pedras e madeira, os dragões com Daenerys e Jon viajavam de uma ponta a outra do Muro verificando os três castelos restantes em que ainda se podiam abrir os portões.
As coisas correram durante os dias seguintes, mas, ainda sim, mantendo um olhar para o próximo ataque dos Outros e seus wights, mas, não havia nenhum avistamento deles, como se tivessem sumido, os soldados estavam comentando que o inimigo fugiu de medo e que eles deveriam voltar para casa e combater o inverno com a família em vez de morrer bem longe de casa em uma terra estrangeira, Jon tinha o trabalho de acabar com esses falatórios e manter os soldados em constante estado de atenção, ele sabia que o inimigo atacaria quando todos estivessem de guarda baixa, enquanto eles tinham os mortos para atacar em ondas, mas, faltando à organização e os equipamentos, eles podiam compensar com a inteligência e táticas bem elaboradas, mas, às vezes Jon podia imaginar eles sufocando os seus inimigos com número; não podia deixar de concordar que dá resultados desejados.
Outra coisa que Jon estava vendo como um problema é a cara de Robb que estava engarrafando a sua raiva e isso não fazia bem, sabia por experiência que se Robb não falava afetaria as outras funções que ele exercia tão bem; ele felizmente sabe a causa disso, Brandon, seu primo, seu irmão mais novo que saiu com uma escolta e Jojen e Meera Reed para dentro da Floresta Assombrada e além, se não fosse à prova dos poderes de Jojen e o que Bran mostrou do que é capaz, eles não teriam concordado, no caso de Robb por mais que mostrasse todas as provas e até o poder de Jojen em compartilhar as suas visões do passado e do futuro com eles não teria permitido que seu irmão se aventurasse em terras totalmente desconhecidas, mas, foi à promessa de sair com ou sem a permissão dele que fez Robb mudar de ideia e agora ele passava os dias desde que Brandon partiu taciturno e com raiva.
O tempo seguiu frio e mortal se você não tomasse as devidas providências para se mantiver aquecido em cada parte do corpo e alimentado; o muro tomou forma e estava ganhando altura, as armadilhas estavam sendo garantidas que não sejam ativadas pelo peso da neve, as trincheiras foram cavadas e prontas para serem acessas, a maior parte do exército havia passado e se preparava treinando no ar frio não deixando as suas habilidades diminuírem; todos os três castelos estavam relatando que tudo flui normalmente para um tempo tão severo quanto esse, os suprimentos vinham, a madeira fora cortada em excesso e os outros castelos reparados e com vigília constante, mas, não havia ação e estava cada vez mais difícil manter os soldados focados no combate e não desertarem para voltarem para casa; tudo mudou um dia quando os soldados no alto do muro estavam gritando; Jon estava por perto para ver os andamentos das obras que aconteciam rápido, ele rapidamente se dirigiu para o alto do muro e então viu duas pessoas vindas com pressa para a sua direção:
- Quem vem? – gritou um soldado:
- Meera Reed e Brandon Stark! – gritou Meera desesperada – Abra o portão, o inimigo está vindo!
- Abra o portão! – mandou Jon – Dê o alerta!
Meera e Brandon entraram e o portão passou a ser fechado, somente ambos voltaram dos dez que haviam partido para terras mais profundas, mas, o momento não é de ouvir o que eles aprenderam e sim de combate, os chifres estavam sendo ouvidos chamando para a guerra e os homens n muro gritaram quando os mortos; os wights saíram das árvores correndo com os seus gritos gélidos; Jon os mandou atravessarem o túnel em direção a Castelo Negro e depois disso e ele foi para o muro:
- Catapultas, lancem! – gritou Jon indo para o alto da barreira – Agora!
Os homens corriam para preparar as catapultas enquanto os outros se posicionavam e se armavam:
- Arqueiros! Flechas de fogo! – mandou Jon e os arqueiros começaram a disparar flechas incendiárias contra o inimigo – Não parem! Queimem todos!
O inimigo vinha, mas, eles caiam nas armadilhas, o fogo lançado caia sobre eles; acendiam as trincheiras queimando a todos eles, Castelo Negro foi avisado e chovia flechas incendiárias sobre o inimigo e depois que Brandon e Meera Passaram começaram a sair para lutar também, os mortos estavam se acumulando na parede e os soldados começaram a jogar óleo sobre eles e acenderam o fogo os queimando; um mar de fogo tomou conta do campo à frente de todos, Jon estava com a sua espada na mão, pronto para abrir as portas e enfrentar eles, mesmo no fogo eles continuaram a vir, mas, então o fogo diminui para quase desaparecer e Jon viu os Caminhantes Brancos ao longe em seus cavalos exercendo o seu poder que conservou a maior parte do exército de mortos que veio com mais vigor contra a parede e os corpos acumulados forçariam eles a passar por cima do muro em algum momento, Jon não tem escolha teria que abrir as portas e confrontar eles cara a cara:
- Abram os portões! – gritou Jon – Vamos combatê-los lá fora!
Os soldados se posicionaram e aguardaram para que então os portões fossem abertos e o mar de wights batesse nos escudos e os soldados começassem a empurrar para fora, o fogo ainda consumia a maior parte dos mortos, mas, ainda sim, eles tinham uma força que poderia sobrecarregar a todos, os soldados acertavam os mortos com as suas lanças e aqueles que escapavam recebiam as tochas ou flechas incendiárias e quando saíram pelo portão, os soldados começaram e se espalhar aumentando a linha enquanto os mortos batiam com toda a força contra os escudos; claro que alguns conseguiram passar enquanto a linha estava sendo aumentada e com isso soldados com suas espadas, cavaleiros endurecidos pela guerra cuidavam desses wights.
Jon já estava balançando a sua espada com a sua Guarda Real o protegendo e Robb ao seu lado enquanto a linha de escudos aumentava cada vez mais, Jon somente tinha que se impressionar com a dedicação dos soldados em manter a linha, mesmo que seja extenuante e que a qualquer momento possa cair, Jon mais uma vez golpeou outro wight o derrubando no chão e em seguida colocando fogo nele o derrotando; o fogo consumia os mortos mais rápido do que podiam colocar em combate, as catapultas com vasos de óleo tinham grande impacto sobre eles; Jon aparou um golpe de machado enferrujado de um wight, com um movimento colocando de lado e rapidamente com outro movimento acertando um corte profundo no wight que caiu e em seguida uma tocha carregada por Ser Barristan colocou fogo nele.
Os Caminhantes Brancos pareciam trabalhar para acabar com fogo enquanto mais dele eram lançados sobre os mortos, mas, então veio o que parecia ser o ataque final dos wights e os Caminhantes Brancos estavam caminhando para a batalha; infelizmente a carga final quebrou a linha e eles entraram e Jon não parou de balançara a espada contra os wights e sempre tendo uma tocha acessa por perto para colocar fogo neles, a neve ao redor deles havia derretido devido aos vários focos de fogo espalhados pelo campo de batalha e o campo havia virado lama e Jon pela primeira vez nesse inverno sentiu calor nessa parte do mundo, estava quente e os Caminhantes Brancos exercendo o seu poder rapidamente acabaram com esse calor na medida em que se aproximavam, mas, então os chifres soaram mais uma vez e Jon ficou aliviado, a muito estava esperando por eles, à cavalaria estava vindo:
- Dispersar! - mandou Jon – A cavalaria está vindo!
Os soldados da linha se dispensaram e a cavalaria avançou contra os mortos passando por cima deles como se fosse nada, mas, ainda sim havia cavaleiros caindo diante dos mortos para se levantarem como eles, mas, a batalha continuou e Jon estava balançando a sua espada e fogo cercava a todos e foi então em meio às flechas acessas; os vasos de óleo caindo sobre os wights; a cavalaria; a infantaria e tudo mais que os wights estavam diminuindo em números e finalmente o exército estava esmagando o inimigo, mas, não havia nenhum Caminhante Branco para enfrentar, eles ainda estavam ao longe assistindo a tudo e então os wights começaram a recuar, a cavalaria passando por cima dos que ficaram e os últimos sendo colocada à tocha; Jon viu que os Outros foram embora; o inimigo se retirou; o resultado foram milhares de corpos espalhados por todo o campo e imediatamente sendo colocados em chamas.
Jon estava com Robb e sua guarda real andando pelo campo de batalha vendo os estragos feitos nessa batalha, mortos por todos os lados:
- Queimem todos! – mandou Jon – Reúna os feridos e conte os mortos do nosso lado; devemos em breve planejar o nosso próximo passo nessa guerra!
Os soldados saíram para cumprir as suas ordens, enquanto Jon voltava para trás da parede atravessando o túnel do Muro e se dirigindo para Castelo Negro; ele tinha perguntas a fazer e ele queria respostas; ele entrou no castelo e viu Brandon ao lado de Meera se aquecendo na fogueira:
- Brandon! – chamou Jon e isso chamou a atenção de Brandon e Meera:
- Jon! – disse Brandon – Vencemos?
- Sim! – respondeu Jon pegando uma cadeira e se sentando ao lado de Robb Stark:
- Você está bem Bran? – perguntou Robb preocupado:
- Sim! – respondeu Brandon – E Meera também!
- Vocês saíram com uma escolta e bem equipados e armados e somente vocês dois voltaram! – disse Jon – Então; o que aconteceu com vocês?
