Capítulo 10

─Talvez eu não tenha sido estimulante o bastante para você, vampiro?─ Sakura fez sua voz um murmúrio sussurrante. ─E eu não te prometi que eu lhe mostraria mais que uma liga se você somente pudesse me ver?─Ela arrastou a saia lentamente para cima, fazendo o tecido parecer um cacho nas mãos dela. ─Eu tenho um pouco de experiência com o que os homens gostam que... seja mostrado.

Quando ela descobriu o topo de suas coxas arredondadas, ela perguntou: ─Ainda não o estimulo o bastante? Talvez Sasuke quisesse ver minha calcinha ao invés disso?─ Justamente antes de mostrá-las, ela flutuou para o canto, o que era mais distante da visão dele. Ele teria que se virar completamente para poder vê-la.

─A linha... a linha...─ ele murmurou urgentemente.

Ele deveria estar falando sobre alguma linha com a qual ela que não deveria ter cruzado. ─Sim, Sasuke, a linha! Deixe passar! Ou eu vou ter que passar por cima? Muito bem. ─ ela suspirou. ─Você é muito difícil de negociar. Mas eu me sinto muito vestida de qualquer maneira, e você é assim tão delicioso nu...─ o corpo dele se estirou com a tensão, inchando nos músculos do pescoço e do ombro. ─Aqui estou eu, no canto, desenlaçando meu vestido. ─ Ela fez sua voz gotejar com a sensualidade e o vestido dela soou como se ela estivesse removendo. ─Eu estou fazendo isto lentamente para meu vampiro. Oh... tão... lentamente.

Ele acabou de resmungar?

Ela avançou para balançar seu vestido na linha de visão dele. Como uma isca para um animal, devagar ela voltou para o canto.

Ele deu um gemido como se estivesse derrotado e se virou. A mandíbula dele caiu.

Ela se levantou com as costas viradas para ele, o encarando por cima do ombro, usando somente sua cinta-liga, e sua justa calcinha preta. ─Eu sabia vampiro. ─ ela disse deliciada.

O olhar rebitado dele demorou na sua face, desceu por suas costas, seu traseiro, suas pernas e então lentamente subiu de novo. A voz dele falhou quando ele sussurrou: ─Se vire para mim.─ Tinha esse sotaque alguma vez soado tão pesado?

Ele estava falando com ela, a primeira pessoa a se dirigir a ela em oito décadas. Ela estava tremendo com a felicidade e a gratidão aumentada, pela interação e muito desamparada para não ficar excitada pelos quentes olhares dele. Ela virou para ele com os braços cruzados em seus seios, não timidamente, mas provocadoramente.

Ele passou uma mão por sua boca. ─ Abaixe seus braços, agora.

Encostando-se na parede, ela removeu um braço, depois outro, os elevando sobre ela, parecendo descansá-los na parede. Com o olhar dele focado nos seios dela, ele abriu e fechou as mãos com se estivesse imaginando que os apertava. Ela sentia uma emoção quando ele esfregou a língua sutilmente em uma presa, aqueles olhos vermelhos queimando como brasa.

─Você pensou que eu estava blefando?

Sem olhar para cima, ele lhe deu um aceno afiado, como se não confiasse em si mesmo para falar.

─Eu nunca blefo. Se o custo for o meu corpo para provar que você pode me ver, então olhe sua recompensa Sasuke. ─ Quando ele finalmente levantou os olhos para encontrar os dela, ela inclinou a cabeça e lhe lançou um sorriso coquete. ─Mas por que você tem me ignorado?

Ele disse: ─Porque você não é... você não era real. ─ então estremeceu como se achasse o comentário dele idiota.

Ele tinha pensado que ela era uma alucinação! Pobre vampiro! Ele não a tinha ignorado por qualquer razão diferente da necessidade de se preservar. ─Você quer que eu seja real?─ Se afastando da parede, ela foi em direção a ele, os olhos dela segurando o olhar dele. Ele parecia não se dar conta de que estava indo em direção a ela, deixando o jato de água. ─Eu sou Sakura .─ ela ronronou.

─Sakura .─ ele repetiu distraidamente. ─Nada a envergonha?

Ela balançou a cabeça e seus cabelos subiram e desceram em seus ombros. Quando os cachos passaram pelos mamilos dela, o olhar dele imergiu novamente. ─É difícil eu me recusar a me despir quando meu vampiro está me dando um olhar que faz meus dedos dos pés se curvarem.

Ele engoliu com dificuldade, mostrando seu pomo de adão trabalhando. ─Eu faço seus dedos dos pés se curvarem?

Ela acenou com a cabeça. ─Você gostaria que eu entrasse com você?

Ele franziu as sobrancelhas. ─Por que você iria querer isso?

Ela lhe falou honestamente, ─Porque nesse momento você é meu homem favorito no mundo inteiro.

Um fantasma seminu com seios empinados e cheios queria entrar no banho com ele.

E ele não tinha nem idéia de como continuar processando aquilo. Ele começou a suar, seus dentes cerrados. Ele não tinha nenhuma experiência com aquilo para seguir.

Ele nasceu e cresceu em uma cultura conservadora. E quando adulto, ele nunca tinha estado completamente despido, na frente de uma mulher, certamente nunca se lavou em frente a uma.

Essa mulher continuava parada diante dele. Presas em suas coxas, somente suas ligas e uma calcinha malvada. Ela era preta e delineada por uma faixa preta apertada que cortava em um jato o traseiro dela. Os seios dela estavam orgulhosamente descobertos.

Ela agia naturalmente como se eles fossem casados. Eu nem faço idéia do seu sobrenome.

Incapaz de se ajudar, ele lançou outro olhar faminto em cima do corpo dela. Ela é surpreendentemente bem definida, suas pernas, longas e fortes. As linhas de suas formas são pequenas o corpo de uma dançarina, com quadris suavemente arredondado e uma cintura minúscula, que ele podia fechar com as mãos.

E esses seios...

Ele sacudiu a cabeça. Ela é bonita demais. Uma beleza seminua entrando no banho com ele? Na vida dele? Isto simplesmente não está de acordo com a sorte dele durante os séculos. ─Você provavelmente não é real. ─ Quando ela sorriu, ele amaldiçoou a falta de jeito com isto. Ele desejou ter a facilidade de Itachi com as mulheres, ele nunca tinha desejado isso antes, mesmo quando ele tinha reconhecido quando jovem que ele não tinha charme.

─Você vê freqüentemente coisas que não são reais?

─Diariamente. ─ Mas se ela é real... ─Entre. Se você desejar.

O olhar dela segurou o dele enquanto ela vagava para ele. Ela tinha abafadores olhos verdes, olhos impactantes. Hipnóticos. Ele encontrou seu corpo arqueando para ela contra sua vontade.

Ela flutuava no boxe com ele. A água não a molhava por dentro, enquanto passava por ela reluzindo como minúsculas faíscas como purpurina.

Um sonho um erótico. Ele realmente poderia estar pelado com uma dançarina quase nua? Aproveite.

Infernos como? Ele não podia sentir luxúria. Ele não estava ereto. E... ela é um fantasma!

Isso não parecia a estar impedindo. Ele pode sentir a energia dela, mais forte do que qualquer uma que ele tivesse sentido. Irradiava dela em ondas, fluindo dela para ele e voltando para ela.

─ Le Dément tem um corpo maravilho, não é mesmo? Tão forte e viril.

Ele sentiu aquele calor crescentemente familiar na parte de trás do pescoço.

─Não me chame assim novamente.

─Então você fala francês entre todos os seus muitos idiomas?─ Quando ele responde com um aceno curto, ela disse: ─Bem, como eu deveria o chamar, então? Sasuke o Furioso? Sasuke o Louco? Ou eu poderia te chamar de meu vampiro?─ Amolecendo o tom, ela diz, ─Eu acho que você gosta desse.

Como ela podia lê-lo tão bem?

Ela murmurou: ─Se você pode me ouvir, e você pode me ver, eu desejo saber que mais é possível. Talvez eu possa...talvez eu posso tentar senti-lo?─ O anseio na voz dela o fez cambalear. ─Eu não sinto nada, você vê. Minhas mãos atravessam tudo.

Ela não podia tocar e ele não podia ter uma ereção. Mas pelo menos ele ainda experimentava o prazer o toque do sangue em sua língua, a alegria de um vento tonificante.

─Talvez se eu me concentrar bastante, talvez com você... eu poderia sentir.─ Apareceu diante dele uma mão frágil, pálida com brilhantes unhas escuras. Uma pétala apareceu na parte de trás do pulso dela, então caiu e desapareceu. ─Eu posso tentar te tocar?

Pelo menos ela perguntou dessa vez. A voz dele apenas um vestígio: ─Faça como quiser.

A mão dela começou a tremer enquanto ela avançava lentamente para mais perto. Eletricidade formigava na sua pele enquanto ela se aproxima. Ela podia senti-lo? Ele verdadeiramente desejava isso? Sim, Cristo, sim, ele fazia. Mas sua mão deslizou direitamente pelo peito dele. A pele formigando, fazendo os músculos enrijecerem, mas ele não teve nenhuma percepção de pressão.

Ela pareceu cair em decepção. Ela tentou mais uma vez, descendo sua mão pelo seu tronco. Ele experimentou o mesmo tato elétrico que não é nada desagradável.

─Eu suponho que não era para ser. ─ seu tom era tristonho e isso o aborreceu, ele sentiu como se estivesse desapontando-a

Depois de tossir em seus punhos, ele disse: ─ Eu poderia tentar... te tocar.

Em um momento, a expressão dela estava brilhando de novo. Ele sentiu afeto por isso. Tão facilmente?

─Onde você gostaria Sasuke?

Antes que ele pudesse impedir, ele estava encarando fortemente os seios dela.

─Então, toque-os. ─ ela murmurou cada palavra abafada como um golpe.

A energia dela começava a deixá-lo inquieto. Desejos estranhos o atormentaram. Ele não queria somente tocá-la ali, mas também beijar sua carne até que ela se agarrasse a ele, arrastar a língua por aqueles mamilos. Ela gostaria disso? Ele poderia fazê-la gemer?

Ele precisava prendê-la com seu corpo, a impedir de se afastar dele e se encontrou a apoiando contra a parede do chuveiro. Ela poderia ter flutuado por ele, mas ela o deixou aproximar-se. Ele levantou seu joelho ao lado dela e suas mãos acorrentadas acima da cabeça dela. Posicionado assim, ele contemplou abaixo os olhos mais amáveis que ele já tinha visto. Como se uma brisa varresse o caminho de névoa de recordações e confusão, ele se sentia lúcido enquanto via o rosto dela. Ele se sentia centrado.

Se sentia... se sentia... sentia...

Ele sentia claramente. Sasuke se sentia focado. Seus próprios pensamentos pareciam surgir diferentemente. Eles eram mais claros, cada um distinto na mente dele.

E Sasuke desejou entender por que.

Seria ela ou as drogas? O que exatamente era ela para ele? Uma suspeita passou pela consciência dele, mas ele repeliu isso.

As pálpebras delas se fecharam pesadas, a respiração dela acelerada, como se ela estivesse se perdendo no momento. Ela era pequena e perfeita. Mesmo com esses olhos vermelhos, o corpo cheio de cicatrizes e grosseiro, ela o olhou... com fome. Podiam fantasmas sentir desejo?

Não apenas ela era um fantasma, uma criatura com que ele não tinha nenhuma experiência, ela era uma mulher de novo, uma criatura que ele não tinha experiência.

Sasuke quis tentar tocá-la porque ela era as duas coisas.

Engolindo audivelmente, ele liberou suas mãos em direção aqueles seios de dar água na boca.

Ela tinha se arqueado para ele? Ele cobriu sua forma com sua grande mão, mas somente experimentou a mesma sensação de eletricidade.

Ele viu ela abaixar o olhar, como para ver como ele tinha reagido. Ele deixou cair suas mãos, envergonhado de que não estivesse duro. Naquele momento, ele desejou poder ter uma ereção. ─Você não me pode me ter ereto. ─ Ele se apoiou longe dela, parando embaixo da água. ─Eu não fico ereto há trezentos anos.

─Você não deseja ficar?

─Você quer que eu fique?

─Sim. ─ ela começou com um sorriso na voz dela. ─Eu estava pensando que isso poderia ser agradável de ver.

Ele tinha sido tão orgulhoso. Agora era uma criatura que nem mesmo seu corpo o fazia se sentir envergonhado. Se ele fosse sangrado, sua longitude se engrossaria com a luxúria, o que ela acharia então? ─Isso exige uma mulher especial para me tentar de volta à vida. Eu estou pensando em uma pessoa de carne e osso. Assim você não é ela.

─Você está falando de sua Noiva?

─Esteja feliz que não seja você. ─ ele disse, mas com esta claridade nova, ele começava a imaginar.

Essa noite Sasuke tinha recordado o que ele tinha desejado uma vez, o que ele se ressentia por não possuir.

Ele queria uma mulher para ele.

Uma a reivindicar e proteger. Um para dar prazer. Como mortal, ele tinha almejado constantemente isto. E se essa mulher fosse o que ele queria?

O machucado do braço doeu debaixo do jato da água. Se a maldição daquela marca fosse verdade...

Seria este pequeno fantasma para o que a vida o estava conduzindo? Ele recordou os calafrios que ele tinha sentido quando Nauto tinha somente proferido o nome da casa dela.

Sasuke tinha sido forçado ali, sentido que isso era o primeiro passo de seu caminho de condenação. O sonho dele... a condenação dela.

─Você precisa ficar longe de mim. ─ eu tenho que escapar este lugar. ─Para seu próprio bem.

Ela franziu a sobrancelha.

─Vampiro, eu não sei se eu posso.

Então Nauto entrou, com Shisui atrás dele.

─O que está acontecendo aqui?

Sasuke se lançou na frente dela, cerrando os dentes para seus irmãos. A fúria o agitou diante à idéia dela despida no mesmo quarto que eles. Suas presas se afiaram com agressão. Ele deu um meio resmungo meio assobio para ela por cima do ombro. ─Saia. Agora.

─Mas eles não podem...

─Eu disse agora!─ ele berrou, fazendo com que ela semicerrasse os olhos. Ela flamejou antes de desaparecer.

Ele a tinha amedrontado. Ele deveria a amedrontar.

─O que, diabos, está acontecendo Sasuke?─ Nauto tinha outra seringa preparada.

Ele não podia ter outra dose. Ele precisava processar o que há pouco tinha acontecido com a mulher. Franzindo sua testa, ele lutou para combater a raiva. Para abafar as recordações que acompanhavam a fúria. Nauto hesitando com a dose, ele quem tinha dito que era possível dominar as recordações. Sasuke estava empreendido a fazer isto agora...

O tempo tiquetaqueava... Controle-se. Ele deve ter tido sucesso porque Naruto guardou a seringa ao final.

─Você se controlou, Sasuke. ─ Shisuidisse orgulhosamente. ─Isso é o primeiro passo.

Nauto foi mais cauteloso.

─Com quem você estava falando?

─Só me deixe me vestir. ─ o tom de Sasuke estava agora cansado, o corpo dele cansado da batalha na mente dele. ─Você não acreditaria se eu lhe falasse.

Agora que a mulher tinha saído e o cheiro dela tinha enfraquecido, Sasuke teve dúvidas sobre o que há pouco tinha acontecido. Os irmãos dele não o forçaram porque eles sabiam que provavelmente não acreditariam nele. Hesitantes, eles partiram para esperar do lado de fora.

Depois de sair da água, ele se secou. Pela primeira vez em talvez trezentos anos, decidiu estudar seu reflexo. Olhos vermelhos de sangue, cabelo muito longo e cortado desigualmente.

Seu reflexo estava perturbando até mesmo a ele. E isto era uma melhoria durante os últimos dias. Ele cuspiu uma maldição. Quando humano, ele nunca tinha dado a sua aparência mais do que um olhar e um rápido pensamento.

Entretanto, ele nunca tinha querido impressionar alguém antes.

Enquanto ele colocava o jeans que seu irmão deixou para ele, já camiseta seria impossível de colocar com aquelas algemas, ele pensava na hipótese de derrubar seus irmãos, mas ele estava muito enfraquecido.

Além disso, ele tinha uma idéia melhor...

Quando Sasuke saiu do banheiro, Shisui disse:

─O que fez você se aborrecer tanto lá dentro?

Preciso fazê-los pensar que eu estou me recuperando.

─ Nada. ─ Estou me recuperando? Ele se juntaria aos irmãos por hora, até poder escapar.

Quando Shisui sustentou um rolo de gaze com as sobrancelhas franzidas, Sasuke hesitou, depois estendeu o braço ferido.

Enquanto Shisui trocava o curativo, Nauto perguntou:

─Como você conseguiu isto?

Sasuke murmurou.

─Risco profissional. ─ Cortesia de Tarut, um demônio de sonho antigo e poderoso, que trabalha com a Kapsliga.

Ele e o demônio tinham estado tentando matar um ao outro durante séculos, mas nenhum dos dois conseguia fazê-lo. Somente duas semanas atrás, Tarut tinha marcado uma vitória crucial.

Ele tinha marcado Sasuke com as garras dele. Se os contos sobre os demônios de sonho fossem verdades, então sempre que ele e o demônio dormissem ao mesmo tempo, Tarut poderia descobrir pistas do paradeiro dele.

Sasuke pensava que a maldição da marca era apenas folclore, os demônios usam contos assim para tirar vantagem. Mas o dano recusou curar.

E isso era só a primeira parte da maldição. A lenda conta que Sasuke só poderia se curar quando o demônio fosse fatiado ou Sasuke teria seu mais fervente sonho e o mais temido pesadelo se tornando realidade.

─Você tem que ter um sonho para perdê-lo. ─ Tarut tinha dito ao último estrondo deles.

Sasuke poderia estar muito perto de um. Ele abafou um tremor. O sonho dele... a destruição dela.

─Você parece mil vezes melhor depois do banho. ─ Shisui disse. ─Você definitivamente está adquirindo mais foco.

Ele encolheu os ombros. Não importava. Além de Tarut, Sasuke estava sendo caçado por pelo menos meia dúzia de contingentes que o queriam capturado ou executado.

A Kapsliga, sua ordem anterior, buscou a morte dele porque ele era uma abominação para eles, um vampiro com seu símbolo nas costas. Eles lhe tinham como prioridade, despachando Tarut e outros assassinos atrás de Sasuke.

Então, haviam os descendentes incontáveis das vítimas de Sasuke, todos buscavam vingar seus pais com uma espada nas mãos.

E era só uma questão de tempo antes de ele se tornar o objetivo de Orochimaru, o rei caído dos ferozes demônios e Setho herdeiro dele.

Sasuke tinha sabido por informação que eles o matariam.

Dúzias de monarquias de demônios tinham Sasuke como inimigo número um, ele não se preocupava com nenhum deles, exceto, pelos Woedes, como eram chamados.

Nenhum destes adversários hesitaria em destruir qualquer um que estivesse em seu caminho. Era possível que Sasuke e seus irmãos pudessem ser abatidos sem erguer sequer um dedo.

─Você está pronto para beber?─ Nauto perguntou.

─A única coisa que eu bebo que não é fresco da veia é uísque. ─ ele mentiu.

No passado, Sasuke tinha bebido sangue congelado, mas ele se recusava agora. Embora ele estivesse se pondo mais sedento, ele não precisava de nutrição tão freqüentemente, quanto outros vampiros, e ele estaria condenado caso se submetesse às vontades deles.

Itachi o chamou de teimoso e Sasuke não pôde negar isto. Depois de ser capturado, algemado e drogado, Sasuke não seria obrigado aos seus fúteis planos especialmente quando ele não ficaria ali por muito tempo.

Ele tinha notado que cada irmão tinha uma chave de suas correntes. Quando o fantasma voltasse, ele conseguiria que ela roubasse uma. E então ele partiria.

Nada poderia ser mais simples.

OOO

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