Capítulo 25

Horas depois que ele tinha chegado, Sasuke apertou a cabeça, lutando pelo controle dos pensamentos. Este frenéticos e sobrecarregado ajuntamento estava levando a destruição com ele. Se o Caído reagia mal a movimentos rápidos e barulhos altos, então ele há pouco tinha tropeçado sobre um tipo especial de inferno.

Volte pra ela...

Ele só queria achar um jeito para lhe contar o que ele estava pensando. Falar-lhe que se ele pudesse levar de volta suas palavras, ele faria.

Bem quando Sasuke estava a ponto de riscar a Elancourt, ele viu Tarut. Todos os dois metros e meio dele. O grosseiro demônio estava se sobressaindo em cima de uma área aglomerada com outras espécies de demônios, acompanhados pela sua gangue de Espadachins da Kapsliga. Todos sem camisa com uma faixa de couro larga atravessada no tórax. Sasuke uma vez orgulhosamente tinha usado o mesmo.

Os olhos dele estreitaram quando uma neblina de fumaça apareceu de repente na mesma área. Um grupo de sete demônios saíram dali, os Woede entre eles. Sasuke tinha ouvido que eles tinham perdido suas habilidade de riscar de alguma maneira. Rk, o fugitivo infame, deve os ter teleportado. Nesse momento Rk abriu a boca, chupando a fumaça para dentro novamente.

Tarut e os Woede, todos os três alvos aqui para serem tomados e mais fácil que o normal. Quando Sasuke encontrasse os Woede, eles não bateriam no seu estado de raiva completamente, não sem arriscar a vida de Sasuke e a informação que ele segurava.. Demônios de raiva em estado demoníaco completo são inacreditavelmente poderosos, mas um pouco descuidados.

E Tarut? Sasuke já não tinha que preocupar-se sobre ser arranhado por ele.

Shun e Jin não apertaram antebraços com Tarut cumprimentando-o. Ao invés disso, as mãos deles permaneceram perto dos cabos das espadas. Então Sasuke viu endurecer, os olhos dele estreitando em Tarut como se em realização. Ele Arrastou Shun para o lado, gesticulando acaloradamente, enquanto Shun fazia uma carranca na direção de Tarut.

Assim os demônios souberam que eles estavam caçando o mesmo alvo, Tarut que queria matar Sasuke e os Woede querendo mantê-lo vivo, pelo menos durante um tempo...

Sasuke enrijeceu por atacar, suas presas cresceram afiando-se.

Foi exatamente quando ele ouviu a risada de Sakura.

─Você teve que conjurar essa última garrafa de vinho?─ Liadisse debaixo da respiração dela, mas Sakura ainda a ouviu, mesmo com todo barulho da multidão e sua própria risada deliciada.

Fogo. Criaturas místicas. Festança.

Ela estava no céu! Pela primeira vez em oitenta anos, Sakura estava livre de Elancourt!

E, sim, ela estava agitada. O merlot sempre tinha tido sabor tão primoroso?

Agora camadas de som se enredaram com camadas de sensação: o sussurro constante de folhas em baixo de suas novas botas de couro. O cheiro de jasmim noite florescente e gardênias gastas. Uma banda afinava instrumentos no fundo. A proximidade deliciosa do vestido novo dela.

Quando perguntou o que ela queria usar, Sakura tinha respondido. ─Qualquer coisa menos este pelo amor de Deus, vestido de festa de cetim negro. Algo com cor! Algo curto e realmente sensual.

Chiotinha conjurado um escarlate ─vestido colado─ para Sakura. O artigo de vestuário sem vergonha era sem costas e mais curto que qualquer coisa que ela alguma vez tinha usado.

Dificilmente o símbolo de lamentável!

As feridas de Sakura por causa das palavras de Sasuke o diminuíam a cada segundo porque ela não era lamentável. Novamente ela tinha assumido o controle de seu destino.

Por Deus, isso foi rápido. Eu estou como a velha Sakura. A que lançaria os dados e riria em frente ao destino. Ela ia ser morta e ela não dava a mínima para isso!

─Eu tive que fazer as garrafas.─ Chiomurmurou em resposta. ─Você viu ela estava se apavorando.

No princípio a mudança a subjugou. De repente empurrada em um mundo de percepção, Sakura tinha levantado no estúdio dela, olhos arregalados e lutando para ajustar à arremetida de sentir.

O peso de seu corpo tinha apertado abruptamente abaixo nos pés dela, contra um chão que era impossivelmente rígido.

O cabelo dela tinha puxado pesadamente ao longo de suas costas, e calafrios tinham passado em cima de toda polegada da pele dela.

Não tinha parecido a Sakura que só ela foi mudada, mas que o mundo inteiro foi alterado, como se ela estivesse vivendo em uma bolha escura. O novo ego corpóreo dela tinha estado tremendo com a sensação, atordoado com isto. Ela tinha batido levemente a face dela em surpresa e sussurrado:

─Talvez esta não fosse uma boa idéia.

Chiotinha chamado o que ela estava sentindo de hipersensibilidade e disse a ela que tinha passado pelo mesmo não muito tempo atrás. Melhoraria...

─E nós nunca teríamos conseguido que ela escalasse pelo espelho caso contrário.─ Chioadicionou. ─Era como tentar molhar um gato em ácido.

Mulheres com caixas pequenas firmadas em gargantilhas passaram andando.

─O que elas estão usando?─ Sakura perguntou, um tom muito alto pelo olhar no rosto de Chio. Cada caixa tinha decorações individuais ou declarações pintadas.

─Moduladores de voz. As Sereias estão sendo corteses.─ Chioexplicou. ─Se elas cantarem, elas poderiam cativar todos os machos sem par daqui. Não muito esportivo.

Em uma caixa se lia: ─Sim, você é bem vindo.─ Outra lia: ─Boom! eu peguei seu namorado.─ Sakura riu com delícia. Sereias! É claro!

Um grupo de mulheres passou, usando nada mais que saias de gauzy. Os tóraxs estavam nus com exceção da pintura de corpo estilizada em designes complicados.

─Velhinhas. ─ Liamurmurou. ─Os dendrophiles.

─Os dendro o que?─ Sakura disse.

─Árvores do amor, as árvore ninfas.

A obviamente líder disse:

─Bem, se não é a doida varrida Liae a corta feitiços.

─Bem, se não são as prostitutas.─ Liarespondeu calmamente. ─Oh, eu sinto muito, ninfetas, aqui não é a orgia, é na estrada abaixo.

─Li, toda festa é uma orgia esperando para acontecer.

Liaabriu a boca, então fechou, arrastando Sakura e Chiolonge. ─Bem, você não pode discutir com a razão, pode?

E ninfas!

Quase imediatamente, a excitação de Sakura foi tingida por um puxão de decepção. Itachi tinha dito que ninfas estariam em abundância. Estas radiantes e adoráveis mulheres lhe lembraram que Sasuke poderia ter a uma delas como sua noiva.

Afortunadamente, havia machos deslumbrantes também, e logo Sakura, Liae Chioestavam rodeadas por um monte. Eles eram todo enormes. Um par era até mais alto que Sasuke.

Sakura se sentia enfezada, mas eles pareciam estar fazendo toda uma tentativa para não a assustar, especialmente desde que Liaa tinha apresentado como ─ Sakura, a mortal.─ Sakura sorriu cumprimentando, enquanto investigava furtivamente ao redor deles por uma rápida olhada em um vampiro.

─Estes são Uilleam e Munro. ─ Liadisse, indicando um par de gêmeos escoceses que eram assanhadamente bonitos.─Nós só os chamamos Quente e mais Quente, ou será mais Quente e Quente?─ Ela encolheu os ombros. ─Eles são Lykae. E aqui estão os demônios Cade e Rydstrom, também irmãos, aqueles sobre quem eu te falei.

─Prazer em conhecê-la, querida. ─ Cade disse. Mas ele parecia preocupado, absorto que raspava a barba loira em cima da linha de sua mandíbula.

─É um prazer, Sakura.─ Rydstrom lhe deu um sorriso que não alcançou os olhos notavelmente verdes dele totalmente.

As características dos irmãos eram tão semelhantes e ao mesmo tempo suas características gerais eram muito diferentes. O porte dele e até mesmo os sotaques diferiram. Ela poderia ouvir o colonial britânico neles, mas Rydstrom soou mais da classe alta.

Rydstrom virou para Lia.

─Eu tenho te procurado, Valquíria.

─Oh, por quê? Você achou aquele que o busca em sono?

─De fato...─ Rydstrom levou o braço superior dela e a guiou para lado.

─Ajuda, ajuda!─ Liachorou em cima do ombro dela. ─Eu estou sendo encantada por um demônio!─ Quando Sakura começou a segui-la como ele pudesse fazer alguma coisa, Liadeclamou. ─Na verdade, não estou.

─Bowen está aqui!─ Chiodisse. Ele tinha parecido estar seguindo um cheiro. Quando ele avistou Chio, ele buscou por ela, apertando-a nos braços dele.

Depois de receber um profundo e faminto beijo que fez Sakura se abanar, Chioo apresentou. Ele sorriu para Sakura, então fez cara feia para Cade que devolveu o olhar. Interessante.

Os músicos que ela tinha ouvido mais cedo começaram a tocar uma balada melódica com uma batida pesada que, é claro, Sakura não reconheceu. Mas a canção inundou-a. Ela podia sentir a percussão na barriga e pela primeira vez em oito décadas ela precisou dançar.

─Vá em frente e dance, Sakura. ─ Chiodisse. ─Nós esperaremos bem aqui. Só não vá muito longe.

Sakura acenou com a cabeça, felizmente. No fogo, a música a comandou e ela obedeceu. Com cada segundo ela se acostumava mais ao corpo dela, recordando como ela poderia persuadi-lo para se mover, planar...

Tudo se sentia como em sonho. Parecia uma noite de mágica.

Logo, ela sentiu que ela estava sendo assistida. Quando ela girou, ela espiou ardendo na escuridão,olhos vermelhos, a seguindo em cada movimento.

Sasuke. Como um leão espiando uma corça.

Isso deve ser uma alucinação.

Ela não pode ser real. Sasuke não podia processar isto. Ele tinha querido ir para ela aquela noite. Durante a última semana, ele tinha estado doído por poder tocá-la.

Agora, como um oferecimento, ela estava aqui para ele. Em carne e osso, tão viva. De alguma maneira ela não era mais um fantasma, não mais preto e branco. As bochechas dela estavam rosadas, os lábios tão vermelhos quanto seu vestido curto.

Como esta mudança poderia ter acontecido?

Ela parecia uma pagã dançando pelo fogo com seu cabelo selvagem flutuando. O modo como o corpo dela virava e balançava era decadente, mau:

─Tantsija.─ Sasuke murmurou.

Como sempre, quando ela moveu, ele ficou hipnotizado. Mas agora em vez de meramente acalmar a mente dele, ela dançando fez o corpo dele se sentir esticado, como um arame. Ela era bonita como fantasma. Assim, ela não tinha comparação.

Ele poderia de fato tomar aquele beijo pelo qual ele tinha queimado, poderia tocar os seios cheios... Não, ele não poderia, ela certamente o odiava agora.

Até mesmo com a distância, ele podia ouvir o coração dela bombeando com excitação o que significava que ela poderia sangrar. Que significou que ele poderia feri-la. Ou matá-la.

Ele tinha fantasiado sobre chupar seu pescoço. Eu seria capaz de parar uma vez que eu tenha começado?

A facilidade com que ele tinha sentido com ela, porque ele não podia prejudicá-la, desapareceu, substituído por medo.

E agora os inimigos dele poderiam mirá-la. Tarut tinha escapado dele momentos atrás. Sasuke soltou uma vil maldição quando o braço dele começou a doer debaixo da bandagem. Porque seu sonho mais fervente acabou de se materializar. O que ele mais desejou estava dançando bem na frente dele.

Você tem que ter um sonho para perdê-lo...

Ainda que seu próprio coração continuasse descansando morto em seu tórax. Nenhuma respiração começou a ampliar em seus pulmões. Embora Sasuke a estivesse vendo em carne, o sangramento dele ainda não foi ativado. A decepção cresceu dentro dele.

Vire suas costas e parta.

Justo quando estava a ponto de riscar, alguém gritou:

─Briga!