Aquela vida não era fácil, na verdade era bem perigosa e ameaçadora, mas era a única coisa que o Doctor sabia fazer, e ele era o melhor nesse ramo. Ele não salvava vidas apenas por gratificação, ele salvava porque era isso que ele era.

Seu nome ter ficado famoso, temido e amado em todo o universo foi apenas uma consequência de seus atos, ele não tinha a intenção de virar um símbolo, mas ele virou e tudo que ele podia fazer era continuar com esse símbolo, levar esperança as pessoas. Até mesmo o som que a TARDIS fazia ao se materializar era motivo de alegria – ou medo – para os que ouviam.

Claro que o fato de que exércitos se erguiam a menção de seu nome, seja para lutar com, ou contra ele, não era algo que Doctor se orgulhava. Era a mesma coisa que justapor ódio e amor, mas novamente, ele estava lá para guiar as pessoas, ou detê-las.

A vida era importante e única, o Doctor lutava por ela, o que o colocava contra as pessoas que destruíam, e ele iria fazer isso pelo resto de seus dias, não importasse as consequências, não importasse quantas vezes ele morresse.