SOMETHING IN COMMON
AUTORA: MRS SCORPIUS MALFOY
TÍTULO TRADUZIDO: Algo em comum
TRADUTORA: LOVEKINGSLAYER
SHIPPER: Sasusaku
CENSURA: M
SINOPSE: TRADUÇÃO/UA - Sakura Haruno e Sasuke Uchiha não têm nada em comum a não ser uma filha chamada Sarada.
NOTA DA TRADUTORA: Todos os personagens pertencem à Masashi Kishimoto e a história pertence à MrsScorpius Malfoy, a mim pertence apenas a tradução.
DISCLAYMER: All characters belong to Masashi Kishimoto and the story belongs to Mrs Scorpius Malfoy, only the translation belongs to me.
SOMETHING IN COMMON
Parte V
"É difícil acreditar que o seu bebê agora é do tamanho das chave do meu carro?" Tsunade sempre pergunta e diz os fatos mais estranhos dobre estar grávida. Sem nunca ter experimentado a gravidez, Sakura pensa que a sua querida orientadora olha para o seu bebê através da visão objetiva e científica. E Sakura agora é a sua cobaia.
Ela não pode culpá-la, no entanto. A própria perspectiva de Sakura era assim antes dela descobrir estar grávida. Nas doze semanas, o seu pequeno ser humano já tem o tamanho de uma chave de carro, tem um coração batendo e pálpebras para cobrir os seus olhos em desenvolvimento. Suas roupas estão muito apertadas agora, e ela opta por camisas e calças soltas, sempre que é possível no inverno implacável.
Felizmente, Tsunade está permitindo que ela leve o tempo necessário para completar a sua graduação, embora não tenha muita coisa restante. Seus pais e Mikoto depositaram uma quantidade de dinheiro em uma poupança para ajudá-la com o bebê. Até mesmo Ino está animada com a compra de roupas de maternidade.
Sakura não pode estar mais feliz do que isso. Exceto pelo fato de que o seu quarto está ficando pequeno demais para ter um berço colocado ao lado da cama e que não há prateleiras suficientes na cozinha para alimentos e suplementos de bebê; Especialmente que o seu apartamento atual não é seguro para crianças.
Assim, ela liga para Sasuke um dia e lhe pede ajuda para encontrar um outro lugar para morar. Eles concordaram em se encontrar uma vez por semana, às vezes a cada duas semanas, se a agenda dele está muito cheia. Seus encontros não duram mais do que três horas e normalmente seguem o mesmo padrão de informarem sobre a vida um do outro, ele perguntar sobre os sintomas de Sakura, e talvez comerem algo juntos. Ele sempre se oferece para fazer mais, muito consciente da ausência na vida dela, mas ela sempre recusa com a desculpa de que já existe gente demais tomando conta dela – a mãe dele incluída – e que ele não precisa se preocupar muito.
Mas hoje, Sakura acha apropriado pedir sua opinião sobre o que se tornará a primeira casa do bebê deles. Ela passou a ultima semana inteira procurando em vários anúncios e visitando alguns lugares que pareciam muito mais atraentes no papel do que na realidade.
"Eu tenho uma lista de lugares que quero conferir hoje. A maioria deles fica perto de Konoha U, mas sabendo as condições domiciliares dos estudantes iguais a mim, eu duvido que encontrarei alguo que não está prestes a ruir.'
Eles tem as listas que Sakura imprimiu espalhadas na mesa da cozinha do apartamento dele. Ela não consegue ter apetite neste lugar, recusando a oferta de Sasuke para ir almoçar.
"E quanto a este?" Sasuke aponta para o apartamento de dois quartos no leste de Konoha depois de terem visto três outras opções, sem resultado.
"Esse fica longe demais para o meu gosto."
"Mas ele fica perto do meu trabalho."
Sakura morde o lábio, desconfortável. "Eu não sei se posso pagar o aluguel nesse lugar."
Ela só em sua iniciação científica em Konoha U, que ajuda na suas despesas e a sua bolsa de estudos integral, que cobre seus estudos e livros. Esse novo apartamento custa quase a mesma coisa que o que ela mora atualmente, mas ela não teria colegas para ajudá-la a pagar o aluguel. Ino está apenas começando como psicóloga e Sai não faz muitas exposições ainda, mas eles ajudam uns aos outros quando se trata de pagar as contas.
Além disso, a opção de voltar para a casa dos seus pais é impossível, uma vez que eles se mudaram de cidade, para mais perto do litoral.
"Eu vou ajudá-la a pagar o aluguel," Sasuke oferece e estende a mão quando Sakura está prestes a recusar. "Você não vai permitir que eu pague o aluguel, então vou ajudá-la a pagar pela metade e por todas as despesas relacionadas ao bebê. É um bom lugar, fica perto do meu trabalho. Eu posso visitar com frequência e dormirei bem sabendo que o meu filho vai viver em uma boa vizinhança."
Ela ainda se sente desconfortável com a ideia de Sasuke querer pagar por tudo.
Eles vão visitar o apartamento e Sakura é convencida do quão fácil será pegar o transporte público, embora Sasuke diga a ela que ele pode dirigir. Apesar do seu desejo de fornecer mais coisas para Sakura, ela ainda prefere permanecer humilde com algumas coisas. Ela não quer se tornar um fardo para ele.
"O berço pode ficar aqui", ela está no canto do quarto, com os braços formando um retangulo imaginário. "E a minha cama ainda pode caber. Quero dizer, eu ainda vou ter que mudar tudo para o outro quarto quando o bebê for dormir lá, mas acho que vai funcionar."
Ela inconscientemente acaricia a sua barriga, tendo adotado esse hábito desde que começou a sentir-se inchada. O apartamento não vem com mobília, e ela talvez tenha de pedir aos seus pais sua mesa e cadeiras desgastadas. Mas ela vai ficar bem, ela e o pequeno tem um lugar deles agora, com uma cozinha totalmente funcional e um futuro brilhante pela frente.
Mudar para seu novo apartamento não é difícil, pois ela não tem muitas coisas. Sai, Naruto, Sasuke e outros amigos homens cuidam dos moveis grandes, enquanto suas amigas cuidam da decoração e dos moveis do bebê. Mikoto e o pai de Sasuke, Fugaku, lhe dão um berço de presente e ela está apaixonada com a madeira pintada de branco e com o pequeno colchão, onde o bebê estará dormindo em menos de um ano.
NOTA DA TRADUTORA: Algumas horas atrasada por que peguei no sono ¯\_(ツ)_/¯
