SOMETHING IN COMMON

AUTORA: MRS SCORPIUS MALFOY

TÍTULO TRADUZIDO: Algo em comum

TRADUTORA: LOVEKINGSLAYER

SHIPPER: Sasusaku

CENSURA: M

SINOPSE: TRADUÇÃO/UA - Sakura Haruno e Sasuke Uchiha não têm nada em comum a não ser uma filha chamada Sarada.

NOTA DA TRADUTORA: Todos os personagens pertencem à Masashi Kishimoto e a história pertence à Mrs Scorpius Malfoy, a mim pertence apenas a tradução.

DISCLAYMER: All characters belong to Masashi Kishimoto and the story belongs to Mrs Scorpius Malfoy, only the translation belongs to me.

SOMETHING IN COMMON

Parte XIX

Os olhos de Sarada estão entretidos com os flocos de neve caindo do outro lado da janela. Aos quinze meses, ela já sabe que aqueles flocos mágicos derretem e se transformam em água quando eles tocam a ponta de seu nariz. Os pés dela deixam pegadas na neve quando ela vai para o parque brincar com a mama. Sarada normalmente vira para trás para ver as marcas impressas pelas suas novas botas. E ela ama cada momento disso.

Esta pode não ser a sua primeira temporada de neve ou o primeiro natal, mas é a primeira vez que Sakura consegue aproveitar como sua filha experimenta as belezas do inverno.

"Mama! Neve!"

"Sim, Sarada. Está nevando."

A temporada de festas chega mais rápido do que Sakura está acostumada. Tomando conta de sua filha e o trabalho ocupou sua agenda de apreciar as mudanças de estações.

Faz quase três meses desde a última vez que ela viu Sasuke, e fora o seu coração quebrado que ainda se manisfesta em seu peito quando ela pensa nele, ela está bem melhor. Madara não se aproximou dela desde então, e Sakura sente que ele não irá voltar contanto que ela mantenha distância de Sasuke. Mikoto atua como a mediadora entre os dois, não tendo exatamente certeza do que porque os pais da sua neta não estão se falando, mas não tem coragem de perguntar. Toda vez que Sarada passa o final de semana ou até mesmo toda a semana com Sasuke, a matriarca Uchiha facilita que a filha deles vá de um par de braços para outro.

É uma situação de merda, para dizer no mínimo. Sakura não consegue encontrar coragem para enfrentar um homem tão poderoso como Madara como quando ela teria antes; a segurança e bem estar da sua filha é sua maior prioridade, então ela não pode mais entrar em brigas desnecessárias.

A véspera de natal elas passam com seus pais, uma pequena reunião onde a maioria dos presentes são para Sarada.

O dia de natal, por outro lado, traz Sakura e Sarada para a casa dos Uchihas, para felicitar os avós pela manhã.

"Obaasan! Neve neve!"

A pequena Sarada pula para cima e para baixo pela grande sala de estar, tomando vantagem do espaço e a atenção total da sua avó. Mikoto não está com medo de deixar sua calça branca e seu cashmere vermelho caro serem arruinados enquanto ela pega Sarada e dá um grande beijo na sua testa.

"Sim, minha pequena Sarada. Você, vovô e eu vamos brincar na neve."

"Neve, brinca! Papa! Papa!"

Sakura sente seu coração cair quando esperado acontece. Ela se vira, mudando a visão de sua filha e de Mikoto brincando para Sasuke. Ele ainda está parado perto da entrada, todo vestido de preto, sem sinal da Karin ou de um anel em seu dedo. Eles conectam os olhos por um momento antes de ela desviar, escolhendo se sentar no sofá de forma L e pegar seu café.

Sarada corre com seus pés vacilantes na direção de seu papa, o maior de seus sorrisos no seu rosto quando Sasuke a pega do chão.

"Papa aqui!" ela canta.

"As coisas não estão boas entre vocês dois," Itachi afirma, tomando um lugar do lado de Sakura com uma taça de vinho tinto na sua mão.

Ela tenta não deixar o desapontamento manifestar. Ela mantêm os ombros eretos, sua compostura intocada. Mas a leve vibração no seu lábio inferior a trai.

"Você não contou nada a ele sobre Madara?"

"É desnecessário. Só arruinaria a carreira de Sasuke. Nós estamos melhor desse jeito," Sakura adiciona como um pensamento tardio.

Itachi bebe a metade da sua taça. "Isso é o que você pensa," ele diz antes de levantar do seu lugar e fazer seu caminho para brincar com Sarada, sua mãe e pai.

Sasuke e Sakura são deixados sozinhos na casa, o resto dos Uchiha escolhendo aproveitar brevemente um pouco do clima gelado de natal no lado de fora.

Ele parece mais magro, ela nota. Mais magro e com olheiras. Uma pequena parte de culpa afeta seu estômago, a prevenindo de tomar mais um pouco de seu café.

Sasuke toma um lugar na frente dela. Ele coloca seus cotovelos nos joelhos enquanto os dedos se entrelaçam. Seu cabelo cobre metade do rosto, encobrindo suas expressões. Sakura morde seu lábio inferior ansiosamente. Ela sabe que se levantar do sofá neste ponto poderia ser um sinal de fraqueza, que fugir dessa situação que é tão pessoal que dói, a caçará pelo resto de seus dias.

Sasuke não é qualquer cara, tanto quanto ele não era no dia em que eles se encontraram. Ele transcende o significado de qualquer pessoa na vida de Sakura, e não apenas apenas porque ele é o pai de Sarada.

"Feliz Natal." ela murmura tão baixo que ele mal a ouve.

Sasuke finalmente levanta a cabeça, tomando o risco de olhar diretamente dentro dos olhos dela. Ela consegue sentir seu coração quebrar de novo e tem de lutar com as lágrimas.

"Feliz Natal para você também, Sakura."

É quase irônico como eles felicitam um ao em uma data tão festiva, mas eles se sentem pesados no interior. Sakura dá a ele um pequeno sorri - nada que poderia fazê-lo pensar que ela mudou de ideia, ele sabe que ela realmente desejou um feliz Natal.

"Sarada escolheu um presente para você."

"Eu vou esperar até que ela volte para abri-lo."

Um silêncio estranho se estabelece entre eles. Isso lembra Sakura de como foi o início, quando eles conheceram um ao outro sem todo o álcool envolvido e com um bebê crescendo em seu útero. Eles poderiam não saber do que falar, de que assunto, de encontrar um jeito de se tornar amigos ou ao menos agir civilmente.

Ela nunca contou em sentir mais do que amigável ao redor de Sasuke. Mas novamente, ela nunca esperou ter uma filha antes do casamento com um homem que ela mal conhecia. Sakura não pode mais dizer que ela e Sasuke são estranhos, que há definitivamente algo crescendo entre eles que vai além do mundo físico, algo que a assusta pelas consequências.

Mas aqui ele está, parecendo tão quebrado porque ela os parou de darem o próximo passo e solidificarem um sonho impossível.

Eles passam a noite de Natal na residência dos Uzumaki.

Até onde Sasuke sabe, nem Hinata ou Naruto sabem do breve o-que-poderia-ter-sido que aconteceu entre ele e Sakura. Eles tem estado muito ocupados com seu filho recém nascido, e Boruto Uzumaki prova ser um furacão que Sarada nunca foi.

Como o resto de seus amigos, Sasuke e Sakura são convidados para comemorar o aniversário de Hinata no dia de Natal já que todos estão livres. Ele assiste como sua linda filha brinca o filho do seu melhor amigo. Sarada se porta como a inteligente criança de um ano que ela é, tentando ensinar Boruto como encontrar força nos seus braços de oito meses para engatinhar no tapete.

Naruto toma um lugar ao lado de Sasuke, sua concentração também encontrando a cena de brincadeira na frente deles.

"Não é incrível?" ele aponta para as duas crianças.

"Se você está falando do quão inteligente a minha filha é, então sim."

"Teme! Não é o que eu quis dizer," Naruto grunhe, cruzando os braços. "Eu quis dizer que eles irão crescer juntos."

Maldição, às vezes Sasuke tem que lembrar que este cara tem sido seu melhor amigo por grande parte da sua vida e que ele é um pai agora. Ainda, a ideia de que a sua filha vai crescer com o filho de Naruto o anima e o faz ficar apavorado ao mesmo tempo. Ele quer que Sarada tenha a melhor influência, no final das contas.

"Teme! Teme!"

Oh, não. Pegou. Sasuke fica com medo quando ele vê sua filha correndo para seus braços, cantando aquele xingamento com animação na sua voz por aprender uma palavra nova. Ele tem de corrigi-la, apontar para ele e dizer papa repetidamente até que fixe no fundo da mente dela que ele é papa, não teme.

Então ele terá sua vingança, apontando para Naruto e dizendo Dobe.

"Dobe! Dobe!"

Boruto até se junta a eles, pegando a segunda sílaba e repetindo: "Be, be, be, be, be!"

"Vocês estão ensinando xingamentos para os nossos filhos?" Hinata aparece fora da cozinha com os braços cruzados.

A cabeça de Sakura aparece atrás dos ombros de Hinata, enviando um semelhante olhar de desaprovação para os dois jovens pais. "Eles são como esponja nesse estágio, então qualquer coisa que vocês disserem vai pegar." Ela volta para a cozinha para Hinata.

Naruto percebe o jeito que os olhos de Sasuke permanecem no lugar que Sakura estava. Eles se conhecem por toda as suas vidas, parecendo mais irmãos do que apenas amigos. Naruto pode ler Sasuke melhor do que qualquer um, e deduzir a verdade sem perguntar muitas vezes.

"Vocês dois tinham alguma coisa acontecendo, não é?"

"O quê?"

"Você me ouviu."

Sasuke fecha os lábios, preferindo o silêncio antes de juntar as palavras para falar. "Não funcionou."

"Mesmo assim você continua amando ela," Naruto conclui, levantando do seu lugar para checar a fralda de Boruto.

Seu melhor amigo não nega a afirmação, confessando para Naruto sem precisar que ele dizer que ele está certo. Sasuke nunca foi bom em reconhecer que Naruto está certo a maior parte do tempo, é quase um soco no seu ego. Porém, nesse caso, ele sente muito difícil declarar o que quer que ele sente por Sakura é verdadeiro, e que existe mesmo com o desejo dela de os manter separados.


NOTA DA TRADUTORA: Sakura seguiu com a vida mesmo com o coração partido, já Sasuke, não podemos dizer o mesmo.

Itachi mais uma vez sendo pombo correio dos dois.

É triste que um tenha de ser frio cm o outro para que as vontades de Madara sejam feitas!

Boruto e Sarada *vomita unicórnios*

OS DOIS ENSINANDO AS CRIANÇAS A XINGA O

Naruto mesmo estando no escuro (sem saber nada) consegue ler Sasuke claramente.

Mais um vrau do nosso galego, também conhecido como tapa vira macho desenvolvido inicialmente por Hinata no canon!

Muitas emoções no próximo capítulo, é só o que posso dizer!

Kisses and show me your love!