Nota da autora: Os personagens aqui mencionados não me pertencem, mas sim a nossa ilustre e maravilhosa J.K Rowling. Existe a história original deste livro, por isso, não é plagio, e sim uma adaptação da trama para o mundo Potteriano, como Universo Alternativo. Então, façam uma boa leitura.


A Proposta

"Ela não virá", pensou Harry pela décima vez, arrumando o saleiro e o pimenteiro em cima da mesa do JJ's Deli.

Entretanto, teve a nítida impressão de que Ginny gostaria de comparecer ao encontro. Já se passaram vinte minutos desde às sete horas. E apesar de estar aborrecido, sorriu consigo mesmo. "Ela não virá" pensou novamente, por perceber que isso o deixava melancólico. Gostava de pensar, que mesmo em uma sociedade tão corrupta, ainda era um homem que inspirava simpatia e confiança. Contudo, teve de admitir, não era sempre que uma garota recebia uma proposta de casamento de um completo estranho, mesmo em tratando-se de um sujeito simpático e irresistível como ele.

Naquela noite, Harry vestira um dos outros de seus melhores ternos, um Brioni na cor preta que realçava a cor luminosa de seus intensos olhos verdes brilhantes com a luz do luar, e que também é claro definia o tom moreno de suas feições másculas.

— Ela não vem. — Falou, por entre os dentes cerrados.

Teria de começar tudo de novo, e isso o deixava desanimado. No entanto, o motivo de se sentir tão infeliz, ele bem sabia, era outro. Estava triste porque não iria rever Ginny Weasley. Era uma sensação muito esquisita, já que não costumava ficar triste. Possuía uma natureza otimista e uma visão positiva da vida. Em particular as mulheres nunca tinham lhe causado problemas, pois Harry as via como um todo, sem distinguir muito uma da outra. Jamais se envolvera com uma garota a ponto de sentir sua falta quando o romance terminava. Mas, bastou uma pequena conversa com Ginny e sentia-se ansioso por revê-la. Tinha saudade, admitiu surpreso. Suspirou, ele já ia se levantar, quando uma mulher de amarelo atraiu sua atenção. Harry voltou-se para ela, esperançoso, mas logo sentiu o desanimo de novo. Aquela que entrara não era Ginny. Pelo menos, não parecia ser.

A mulher de amarelo disse algo à recepcionista do restaurante, e começou a caminhar na direção em que ele estava. Então Harry percebeu que sim, era Ginny Weasley. Mas... Uau, quanta diferença. Valera à pena esperar. Ela sorriu em sua direção, e continuou a avançar até a mesa de canto que Harry escolhera, para eles terem um pouco de privacidade.

O JJ's Deli era um restaurante de pé-direito muito alto, piso de terracota e pôsteres de filmes antigos espalhados pelas paredes. Durante o dia costumava ficar lotado, por situar-se bem no centro de Londres. Entretanto, nessa segunda-feira à noite, estava quase vazio. Ao observá-la Harry concluiu que estava trajada com simplicidade, com um casaquinho bege atirado sobre os ombros, mas algo em sua postura conferia-lhe o ar de uma princesa disfarçada. Já não era mais a hippie daquela manhã.

— Olá — Ginny o cumprimentou, quando se viram frente a frente.

Os cabelos ruivos dela, Harry que recordava estavam, úmidos e amarados, com um elástico naquela tarde. Porém, agora pareciam fofos, presos de modo displicente no alto da cabeça, com leves mechas emoldurando-lhe o rosto. Os olhos castanhos eram ainda mais claros realçando para uma cor mel e, as sardas no nariz constituíam-lhe um charme. Ginny aplicara brilho labial rosa claro, as unhas estavam pintadas no mesmo tom. Entretanto, o acessório mais original era um broche preso ao casaco, que acompanhava o brilho do vestido. Âmbar ele reconheceu, mas não conseguiu definir bem o desenho, embora fosse muito original. Ótimo. Talvez não houvesse o menor problema a respeito de elegância. Ginny parecia ter saído das paginas de uma revista de moda, do tipo tradicional e muito delicado.

— Como vai? — Ele saudou-a sem saber o que dizer. Levantou-se, e deu a meia volta na mesa e puxou outra cadeira para Ginny se sentar.

Apesar de nervosa, ela conseguia sorrir, e inclinou a cabeça em um agradecimento. Harry gostava muito de pessoas bem-educadas, e isso foi um ponto a favor para ela. Detestava mulheres feministas que recusavam sua oferta de abrir portas de restaurantes e carros, fazendo-se de desentendidas.

— Tive medo de que não viesse.

— Me desculpe pelo atraso, eu... Bem, hoje foi um dia complicado.

Harry colocou o cotovelo na mesa, apoiou o rosto, e encarou-a com um grande sorriso.

— Foi mesmo, não?

Ginny brindou-o com um dos sorrisos tímidos que fazia seu coração bater mais forte. Sim, fizera bem esperar, pois quem saberia as outras surpresas que a noite lhe reservava? Logo após os cumprimentos, veio o silencio. Assim, Harry tentou resgatar sua verve de bom conservador.

— Então Ginny, há quanto tempo trabalha na Colette? Não me lembro de ter à visto lá antes.

— Quer dizer, que você é um comprador assíduo?

Não foi um bom começo ter de dizer a sua futura esposa, mesmo que temporária, que ia muito ao seu local de trabalho. Comprar presentes para outras mulheres.

— Estive lá uma ou duas vezes, há pouco tempo, com minha irmã... E com minha mãe. E também fui consertar meu relógio.

Ginny pareceu contente com a explicação.

— Só estou lá há um mês, vivi boa parte da minha infância em Devon, mas sempre vinha para Londres com a minha família. Acabei de me mudar para meu próprio apartamento.

— Então, por fim largou a barra da saia de sua mãe?

— Na verdade não, eu não queria deixar meus pais, mas, depois da morte dos meus irmãos... Eu quis viver minha vida, ser independente e deixar meus pais foi difícil, no entanto foi melhor para mim e para eles também.

— Eu lamento... — "Céus nunca fora tão desajeitado assim!"

— Eu também, porém a vida continua. Dês de então eu, meu irmão Ronald e minha cunhada Hermione fazemos o possível para consolar meus pais e a nós mesmos também. E agora que os dois foram passar um tempo em Paris eu fiquei sozinha e achei que era hora de uma mudança.

— Gosta do seu apartamento? — disse Harry, pois desejava enveredar para assuntos mais alegres.

— Sim, adoro. Porém, tenho saudades dos meus pais e de Ottery St. Catchpole*.

— Bem, fico feliz por você ter optado em vir para Londres.

De novo Ginny o encantou com seu sorriso tímido.

— Obrigada. Além do mais Londres não fica tão longe assim, e posso visitar eles sempre.

Falaram sobre amenidades por mais uns vinte minutos, até o garçom voltar com o vinho e o tira-gosto, e pediram o jantar.

— Como tem conseguido saldar as dividas Ginny? — perguntou, sem preâmbulos quanto tomavam o café após à refeição. — Deve ser difícil viver sozinha e levar uma vida normal.

— Recebo uma boa comissão da Colette.

— Não duvido que seja uma excelente vendedora, mas a menos que pretenda roubar as jóias da coroa...

— Na verdade até pouco tempo tudo ia bem.

— Explique — pediu Harry, percebendo que a resposta seria importante.

— Até o fim da tarde de hoje.

— Antes ou depois do nosso encontro na joalheria?

— Depois.

— Hum.

— Quero dizer, achei que estivesse bem de finanças.

— E?

— E recebi, más notícias.

Para Harry ao contrário, aquilo soou como boas novas. Mas, esperou.

— Parece que alguns investimentos em ações, que acreditei serem muito seguros, não eram.

— Não?

— Não. E agora vai ser difícil viver assim. Na verdade, impossível. Então foi por isso que vim ao encontro.

Harry compreendeu. Não conseguiu encantá-la com sua proposta. Foi a necessidade que à fizera vir até ele. Porém, ainda sim, parecia ser coisa do destino.

— Ginny, posso facilitar a situação para você. E em troca, facilitara a minha.

— Não disse que vou aceitar me casar com você.

— Não vai?

— Não, vim aqui para escutar o que tem a me dizer.

Harry conhecia o ponto fraco de Ginny: falta de dinheiro. E uma vez expondo seu plano, ela concordaria com a oferta. O que tinha à fazer era convencê-la de que precisavam um do outro.

— Muito bem. Vou colocar as cartas na mesa.


Ginny ouviu a proposta de Harry.

Casariam e morariam sob o mesmo teto durante um ano. Em troca ela teria todos seus problemas resolvidos. Era uma sugestão muito generosa, concluiu Ginny, apesar de ser uma ninharia para quem receberia sessenta milhões de libras. Contudo, era o tipo de acordo que uma garota numa sua situação como a dela, não poderia recusar. Tudo seria feito por escrito, explicou Harry, como em um acordo pré-nupcial. Ofereceu, também uma "soma substancial" para ela mesma, quando o acordo terminasse, mais Ginny recusou. Casar por dinheiro parecia menos mercenário quando se fazia para o beneficio de outras pessoas. Contanto, que não ganhasse nada com o acordo, raciocinou consigo mesma, não seria uma caça-dotes. Ora, "Pare de se justificar!" disse para si mesma, aborrecida. Afinal, qual era o problema de ficar casada com Harry Potter por um ano? O relacionamento seria totalmente platônico.

Dividiram uma casa, entretanto, apenas isso. Teriam quartos, rotinas e vidas separadas. Ela nem precisava mudar seu nome. Afinal, para quê? Se voltaria a ser Weasley ao final de doze meses?

— Caso eu concorde Harry, e não estou dizendo que concordei, há algo que quero lhe pedir.

— Qualquer coisa.

— Não quero que meus pais e, nem meu irmão saibam que me casei com você por dinheiro.

Harry a encarou por um instante.

— Tudo bem. Mas, posso perguntar por quê?

— Apenas não quero. Desejo que eles acreditem que nós nos casamos por amor.

— E não acha que isso vai complicar as explicações quando nos divorciamos, daqui um ano?

— Terei muito tempo pela frente para pensar em uma boa desculpa. E poderemos dar um jeito para que você tenha pouco contato com eles, para que não se apeguem e sintam falta... Depois.

— Oras, esta me magoando! — brincou Harry. — Gosto de pensar que sou inesquecível!

Ginny sorriu. Aquilo não deixava de ser verdade. Algo lhe dizia que dali a cinquenta anos, ainda se lembraria de Harry Potter com carinho.

— Sempre que meus pais ou meu irmão vierem me visitar, daremos um jeito para você não estar presente.

— Perfeito, concordo.

— E mais uma coisa — prosseguiu Ginny, percebendo que falava como se já tivesse concordado com o plano. — Minhas vizinhas, que são minhas amigas, também precisam acreditar que nos casamos porque estamos apaixonados. Não quero correr o risco de alguém dizer alguma indiscrição na frente da minha família.

Harry ponderou por um instante.

— E o que vamos fazer para convencer a todas essas pessoas que nós nos casamos por amor, e não por conveniência?

Dessa vez foi Ginny que ficou muda por um momento. Por fim, deu de ombros e respondeu:

— Quando estivemos juntos dos outros, agiremos com agem as pessoas apaixonadas. Ficaremos de mãos dadas, sorriremos um para o outro, diremos palavras doces... Coisas assim.

— Bem, não me parece uma má ideia. Farei isso e, acredite, posso ser muito convincente quando quero. No entanto, me recuso a chamá-la de "docinho de coco".

Ginny riu.

— Ótimo. Então me chame de "Querida, idolatrada e dileta esposa". Será perfeito. — Parou de rir, lembrando-se de algo. — Você disse que vamos ter de morar juntos. Onde? Não quero deixar meu apartamento, para que Minerva o alugue à outra pessoa, e mais tarde ficar sem ter onde viver. Além do mais gosto muito daquele prédio.

— Então, iremos morar lá.

Ginny arqueou as sobrancelhas, surpresa. Jamais imaginaria que o seu futuro marido sugerisse isso. Harry não parecia o tipo de homem que se sentia bem em um apartamento de dois quartos e um banheiro. Mas ainda bem que eram dois dormitórios, concluiu para si mesma. Reservava o segundo para as visitas de Ron e Hermione, e eventualmente seus pais, mas parecia que ia ficar ocupado o ano todo. Isso a fez recordar que Harry teria de qualquer jeito, ter um bom motivo para se ausentar sempre que Ron e Hermione viessem visitá-la. E teria que ficar bem atenta, caso seus pais aparecessem de repente, sem aviso. Visto que, de modo algum iria dividir o mesmo quarto com o marido. Afinal, aos olhos do outros, seriam um casal normal... Que confusão.

Foi então que se deu conta de que, em seu subconsciente, já aceitara o pedido de casamento com Harry Potter. Bem, qual o problema, afinal? Seria apenas por doze meses. E quem sabe, acabasse por ser um episodio divertido? Não gostava muito de morar sozinha, e o seu apartamento parecia muito silencioso e vazio, a não ser pelo lindo gato de Hermione. Isso a fez lembrar-se de que precisava mencionar a existência de Bichento para Harry, e se ele desejasse continuar com o trato depois disso, tudo bem. Parecia ser uma pessoa muito interessante e de fácil convívio. Era bondoso, e gentil e seria um ótimo companheiro. Evidente que Harry era um tanto maluco, ponderou, mas o bom senso não a levou a grande coisa, e perdera muito dinheiro por causa disso.

Disse a sua mãe que seria muito melhor ir morar sozinha, já que não era mais uma garotinha e sim uma mulher feita, mas seus pais sempre foram muito protetores e se soubessem que estava nessa situação com um homem quase estranho, eles nunca mais iriam deixá-la morar sozinha. Entretanto, não iria se entregar tão facilmente e nem deixar que eles descobrissem a sua situação. No momento, tudo que lhe restava fazer era aceitar o pedido de Harry Potter e ser sua esposa temporária. Por um breve instante, sentiu o medo domina-la. Estava cometendo uma loucura. Mas respirou fundo e, antes que se arrependesse. Afirmou:

— Aceito. — Harry deixou escapar um suspiro de alivio, percebendo o quanto temeu que Ginny recusasse.

— Você não vai se arrepender.

Mas ela já estava um pouco arrependida. Tinha o pressentimento de que aquele arranjo não ia ser fácil. Tratou de espantar os maus pensamentos para longe. Tinha que dar certo. E sorriu, otimista.

— Bom, creio que já dissemos tudo. Só falta marcar a data.

— Só há mais um detalhe, antes de marcarmos.

— O que é? — perguntou Ginny, curiosa.

Ele retirou um estojo pequeno do bolso do paletó, e ela o reconheceu. Era da Joalheria Colette, e era um daqueles que se usava para anéis. Quando Harry ergueu a tampa, um brilhante anel quadrado, montado em ouro branco, ofuscou-lhe a vista. Era uma das jóias mais raras da coleção, e Harry o adquirira para a futura noiva. Mas, em vez de ficar feliz, Ginny mergulhou-se em profunda tristeza. Tratava-se de um anel que um homem dava para a mulher de seus sonhos e com quem planejava passar o resto de seus dias. E era o tipo de joia que uma mulher receberia como símbolo de amor eterno. Sua união com Harry seria uma farsa. Passou-lhe pela cabeça que deveria usar um anel de plástico, como aqueles que vinham de brinde dentro das caixas de cereais.

— Você disse que preferia os brilhantes quadrados e ouro branco. Portanto, voltei a Colette depois que conversamos. Você já tinha ido embora, e a joalheria estava quase fechando. Quando falei o que pretendia comprar, fizeram uma exceção e me atenderam. Se não servir, pode alargar ou apertar.

— Sei disso Harry. Mais estou surpresa que tenha se lembrado do meu comentário — Ginny temia colocar a joia no dedo. —, nossa conversa foi tão rápida.

— Agora teremos um ano inteiro para coloca-la em dia.

Harry tomou-lhe a mão para colocar o anel em seu dedo anular. Porém, Ginny apressou-se em se soltar, fechando o punho.

— Não posso aceitar.

— Claro que podê.

Ginny balançou a cabeça desanimada.

— Não. É demais, guarde-o para uma mulher de verdade.

— Por quê? Você não é do sexo feminino? — brincou Harry. — Há algo que eu deva saber antes da Lua-de-mel?

Ginny enrubesceu, embora soubesse muito bem que Harry estava fazendo uma brincadeira.

O pensamento a fez estremecer.

Era brincadeira, claro!

Pelo menos assim esperava.

— Acontece que não serei uma esposa de fato. Guarde o presente para a mulher que você vai escolher para ser sua companheira pelo resto da vida.

— Oras, isso nunca vai acontecer.

— Como pode ter tanta certeza?

Ele deu de ombros, sem ironia, apenas com segurança.

— Apenas tenho. Não sou do tipo destinado à ter um casamento duradouro. Gosto muito de, todas as mulheres, para permanecer com apenas uma.

Uma sensação desagradável tomou conta de Ginny ao ouvir um comentário tão frio. Harry estaria querendo dizer que seria infiel durante o ano em que estivessem juntos? Por outro lado, não seriam marido e mulher de verdade. Mas, mesmo assim, por uma estranha e absoluta razão, imaginar que Harry teria outras mulheres enquanto estivessem casados a deixava mal.

— Parece triste de repente Ginny. O que houve?

— Estava pensando no que acabou de comentar sobre gostar de, todas as mulheres e, não querer ficar com uma em particular.

— Já está com ciúmes? — disse Harry com um sorriso divertido.

— Não. Só que não sei se me sentirei bem sabendo que você estará me "enganando" enquanto estivermos casados.

— Mas, será um matrimônio apenas no nome.

— Não importa.

— Então não sairei com mais ninguém enquanto durar nosso trato.

Uma aceitação tão rápida a espantou.

— Faria isso por mim? Ou melhor ficaria sem "isso"?

Harry achou graça.

— Sim. Vou ficar sem "isso".

— Durante um ano inteiro?

— Claro. Você esta fazendo o seu sacrifício, e eu farei o meu também. Afinal, o matrimônio é uma sociedade meio a meio, com ambas as partes recebendo e dando.

Ginny sempre tinha a mesma opinião.

— De qualquer modo, quando nosso acordo terminar e nós nos divorciamos, não pretendo mais me casar. Assim, você deve ficar com o anel.

Sim, Ginny compreendeu. A joia não era nenhum símbolo especial.

— Parece mesmo ter raiva do casamento, Harry.

— Não. Sou apenas prático, porque sei que não nasci para me casar.

Ginny aquiesceu, sentindo-se ainda pior, sem saber o porque.

— Ora, vamos lá, Ginny. Aceite o anel, como um dos presentes que recebera quando tudo chegar ao fim.

Com relutância, Ginny estendeu a mão e deixou que Harry colocasse o solitário anel em seu dedo, esperando que lhe trouxesse sorte.


*Ottery St. Catchpole: Vilarejo aonde se localiza a casa da família Weasley, uma pequena cidade localizada ao longo do Rio Otter em Devon.

N/A: Fique empolga pessoal, por isso preparei dois capítulos para postar, mas não se acostumem, não sei se vou fazer isso novamente.

E como eu disse, por causa do meu primeiro review, dedico esse capitulo a você Aninha E. Potter!

E agradeço a todos que estão acompanhando a minha fanfic! Valeu gente, e Feliz Pascoa para todos!