Kakarotto tenta subir sua classe com um teste que todo o saiyajin faz aos 15 anos, porém, não consegue . . .
Nisso, Liluni tem uma grave revelação a fazer . . . o que Kakarotto irá fazer quando descobrir seu segredo ?
Cap. 3 - Coração gentil e revelação.
Após 3 meses, Bardock diminuiu as vezes que fazia sexo com ela. Tentou torna-la menos "boneca" na cama,mas fracassara terrivelmente, com isso, as relações sexuais ficavam cada vez mais escassas.
Kakarotto havia se afeiçoado a Liluni, só ela conseguia acalma-lo. Era um bebê alegre e sorridente, a jovem myouchin considerava-o como filho, o amava como um e conversava com ele todos os dias, mesmo que este não entendesse ainda, embalava-o no colo, cantando e só este pequeno ser podia contemplar os raros sorrisos desta, que eram dirigidos somente para ele, também o levava ao jardim no fundo da mansão para passear com ele.
Com a recusa do conselheiro e comandante em não deixar o filho ser enviado a um planeta, este não foi "doutrinado" no estilo de vida dos saiyajins e nem recebera ordens subconcientes, como faziam com os bebês a bordo das naves pequenas rumo aos planetas. E mesmo quando ele tivera idade miníma para uma "doutrinação ", ensinamento, para aqueles que ficavam no planeta a qual era realizado em centros de formação saiyajin , uma espécie de "escola", mas que as crianças brigavam entre si e sendo considerado um bom treino para o futuro, além de aprender a ler e escrever, também aprendiam os costumes saiyajins, sua honra, orgulho, um lugar de lavagem cerebral, onde eles ficavam meses trancados sem ver os pais, pois, laços afetivos eram desnecessários aos guerreiros, pois era sinal de fraqueza.
Bardock não conseguira, pois ninguém queria aceita-lo por ser fraco, não queriam se "contaminar", logo, ele não recebera qualquer doutrinação saiyajin, se bem que "como é fraco, não vai fazer falta", segundo as palavras do genitor, que na época andava ocupado com as visões demais e não dispunha de tempo livre para cuidar disso.
Em conseqüência, teve que pagar uma tutora para ensinar o idioma ao filho. Nenhum saiyajin queria, teve que ser uma alien familarizada com o idioma deles. Aquilo para o pai de Kakarotto era o fundo do poço.
Bardock já dominara as visões, conseguia controlar o fluxo e não sentia dor de cabeça. Porém, uma visão o "perseguia". Um saiyajin com cabelos dourados e olhos verdes e o corpo de uma mulher aos seus pés, este saiyajin de cabelos e cauda dourada olhava para alguém com ira, não sabia por que não conseguia ver essa pessoa, pois era difuso, quando tentava vê-la, para completar, nessa visão, ele estava "dentro" dela, próximo do saiyajin dourado.
Nunca antes uma visão o "perseguia", desejava saber mais coisas desta visão, não entedia porque, esta em especial, era tão resistente a ser "melhor vista", no caso do ser a qual o saiyajin olha com ira, é como se fosse indeterminado. Chegou a essa conclusão após refletir e muito, tudo era claro, a noite chuvosa, o saiyajin, a jovem, mas quem o saiyajin dourado olhava com ira, era o único que não era visivél. Se fosse isso, nunva vira uma visão assim, onde vai acontecer a cena, porém, um dos que aparecem não está confirmado.
Quando pensava conhecer o dom que ganhara, mais se supreendia em ver o quanto precisava ainda aprimora-se e compreender.
Quando Kakarotto aprendeu a engatinhar, a myouchin ficava perto dele, o incentivando, acabando por criar entre os dois um forte laço sem que ambos percebessem. Quando começou a andar e caía, chorava e ela o acolhia no colo, consolando-o. Para o pai, pouco importava o mimo que ela dava á ele, afinal, não havia mudança em seu nivél de poder e isto sim era motivo para se desesperar, se continuasse assim, o futuro dele seria negro.
A primeira palavra que ele disse foi "mamaaa" quando olhava para Liluni, que corrigia, para que ele a chamasse de escrava.
Com 7 anos era hora de aprender a lutar, passando a usar um scouter. Até agora haviam sido pequenos treinos desde os 3 anos, o centro de formação saiyajin ia dos 3 anos aos 7 anos, embora que Kakarotto não freqüentara nenhum desses centros, recebendo treinamento em casa, através de uma mestra saiyajin paga pelo pai. Como temido, o baixo poder de luta dele impedia de uma academia aceita-lo.
Com tudo isso não tivera opção além de pagar um mestre particular, um saiyajin, desde os 3 anos de vida deste. O único que o aceitou foi uma fêmea, de classe 3.
Era severa e agressiva, mas, o pequeno saiyajin inconcientemente tinha um dom, fazer os outros gostarem dele, fazer inimigos virarem amigos, era algo que nem ele tinha controle. Sua natureza amavél e gentil sem limites, "contaminava" aqueles que tinham mesmo somente uma infíma dúvida em seus corações, era contagiante assim como seu sorriso.
Claro, continuava agressiva com ele, mas não tanto quanto com os demais que treinou, relevava mais, mas não significava que o jovem não levava "caudadas" quando errava muito, porém, mesmo estas "caudadas" não eram muito fortes, ela dosava sua força
Conforme crescia, sua amabilidade nata, gentileza e bondade, fazia com que fosse querido pelos escravos.
Apesar de uma versão de Bardock criança, sem cicatriz, sua natureza era completamente diferente do genitor, afinal, era sozinho, nenhum saiyajin queria seu filho perto de Kakarotto por ele ser mais inferior que um terceira classe, portanto, ficava junto dos escravos, sendo estes e os filhos deles, seus únicos amigos, talvez por isso, sua natureza saiyajin foi reprimida, mesmo tendo uma mestra saiyajin, mas, ela não ficava muito com ele e nisto, ele passava muito tempo treinando sozinho, tendo como compania constante os servos. Já seu pai, se afastou de vez dele. Isto o entristecia, pois sabia, ou , supeitava o motivo disso, que era seu baixo poder de luta, nestas horas, ele chorava.
Apesar de saber seu poder baixo de luta, Kakarotto treinava todos os dias, queria ficar mais forte, ser motivo de orgulho para seu pai, não uma "ovelha negra", um fracassado", como seu irmão fazia questão de se referir à ele. Após se cansar de tanto chorar, desejou ficar forte para ser motivo de orgulho para seu pai e não de vergonha.
Em segredo, chamava Liluni de mãe e queria que ela o chamasse de filho em contrapartida. O que era difícil, mas com o tempo, conseguia, ocasionalmente que o chamasse de filho.
Tratava os escravos com respeito, era educado e gentil. Com ele lá, o resposavél não ficava, tinha que sair temporariamente em decorrência do pedido dele ao pai, que aceitou com a condição que ele se responsabilizasse por qualquer problema que os servos criassem, sendo punido por isso depois. Porém, ganhou o respeito deles e seus corações.
O pai relaxou ao perceber que não ficaram desobedientes, como imaginava que aconteceria com a falta de castigo. Todos ficaram obedientes por Kakarotto e para poderem ter nem que fosse alguns meses, sem o responsavél lá.
Por ser filho do braço direito do rei, um conselheiro real e comandante, alguns saiyajins tentaram fazer amizade com ele, unicamente por interesse, mas Kakaroto se afastou deles, pois "eram crueís demais", segundo ele, tanto, que um deles chegou a maltratar um escravo quando Kakarotto tinha 10 anos e mesmo sendo mais fraco que este, que tinha 13 anos, quis defender seu "amigo".
Claro, com a diferença de poderes levou uma surra e o agressor saiu da mansão. Aquele ato fez aumentar ainda mais o respeito por ele e admiração. Sabiam que se fizessem algo errado, revolta ou desobedecessem ordens, Kakarotto seria castigado e não desejavam isso.
A gentileza, bondade, amabilidade e respeito dele para com os escravos, fizeram com ele conquistasse o coração deles. Kakarotto tinha o respeito deles, não por temor, como era com seu genitor, mas pelo amor, era querido por todos, pois por fora era saiyajin, mas por dentro não.
Nenhum saiyajin queria ser amigo dele, seu poder era considerado fraco, até mais fraco que um de terceira classe.
Com os anos, havia adquirido uma "beleza inocente", olhar ainda mais amavél e um sorriso gentil.
Muitas servas queriam se deitar com ele, de livre e espontânea vontade, mas, ele como era inocente, ingênuo e virgem, não compreendia o oferecimento delas. Como seu pai se afastou dele e não tinha amigos saiyajins, machos, não sabia o que era sexo e claro, que Liluni não se sentiria confortavél em explicar ao jovem saiajin.
Quando tinha 17 anos, os saiyajins nessa idade, apesar de ter sido definido sua classe quando bebê, podiam reinvindicar uma classe melhor ou podiam até mesmo despencar. Era um dos raros exames obrigatórios a todos os saiyajins nessa faixa etária tanto machos quanto fêmeas.
Kakarotto atingira a idade e se preparava para o exame. Esperava que conseguisse pelo menos o nivel terceira classe, pois atualmente, estava um pouco abaixo da média de poder dessa classe e não havia uma quarta classe.
No exame, não podiam levar armaduras. Os saiyajins adultos que representariam cada classe, eram escolhidos aleatoriamente para testar os jovens e os julgadores, um grupo seleto de saiyajins definiam o nível dele e se caso vencessem a batalha, automaticamente iam para o nivél do representante em questão.
Estava apreensivo, Liluni o ajudava a se vestir.
- Obrigado,mãe.
- De nada, Kakarottosama. . .
- Já disse que é minha mãe, não conheci minha genitora e soube que me detestou quando nasci por causa de meu poder baixo . . . você é minha mãe . . . por favor, me chame de filho - pede com os olhos carentes.
- Sim, filho - ela se emociona com lágrimas nos olhos e beija atesta dele maternalmente, que sorri.
- Na minha raça, havia sacerdotizas que davam o "dom", que consistia em despertar os poderes ocultos daqueles a qual concendiam esse dom.
- Legal! - ele fala com um sorriso - não sabia, o universo é imenso, gostaria de poder viajar, mas meu pai não me deixa partir - fala enquanto observava o céu de Bejiita pela janela.
Ela era uma das sacerdotizas, inicialmente, ia dar o dom à ele, por impulso, mas sua parte racional gritava que não.
Conhecia o saiyajin que criara desde bebê, criou como se fosse seu filho, seu coração, sua natureza, mas em seu intímo, perguntava como ele reagiria se descobrisse a gravidez dela. Ela engravidou de Bardock e temia que Kakarotto descobrisse ou seu dono, sabia o destino dos bastardos que eram concebidos pelos escravos,a morte, pois nenhum saiyajin queria uma cria mestiça.
Um dia ela ficou com pressa de preparar a infusão, que não percebeu que errara na concentração e com isso, não fez o efeito desejado. Sua mente dizia para não confiar, seu coração, pedia para confiar, nisto, ficara em conflito. "Coração ou mente?", perguntava a si mesmo interiormente, na batalha interna acirrada.
- Tudo bem, mãe? - pergunta preocupado.
- Sim.
- Verdade?- arqueia a sombrançelha descrente.
- Claro - ela força um sorriso - está atrasado . . .
- Verdade!- ele arregala os olhos - vou indo - e se despede beijando o rosto dela saindo apressado.
- Boa sorte, filho.
- Obrigada mãe.- ele acena do corredor, sumindo logo em seguida, descendo as escadas com pressa de dois em dois degraus.
OooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooO
De noite, ele chega machucado e triste, entrando com dificuldade, sendo amparado por dois escravos preocupados com o estado do jovem se choca ao ver a cena e corre até ele. Os demais servos se aproximam e começam a se alarmar, ao ve-lo naquele estado, no colo de um deles, praticamente inconciente.
- Que horror! - a mão de Liluni tremia e lágrimas saiam de seus orbes quando tocou em um dos ferimentos abertos no tórax de seu filho.
A pele dele praticamente foi "retalhada", encontrando-se coberto de hematomas, cortes e diversas contusões, um braço estava quebrado, além de cortes profundos em seu corpo e queimaduras em alguns lugares.
Eles não podiam leva-lo a um centro médico onde existia uma medical machine, tipo uma câmara em forma de cápsula que curava os ferimentos através de uma solução especial, pois escravos não podiam vagar após o toque de recolher pois haviam saiyajins que patrulhavam as ruas, só podiam sair com seus donos, mas, Kakarotto estava inconciente e até acordar, poderia acabar muito mal, tanto á ele quanto aos escravos. Sem opção, começaram a preparar infusões para ele, que utilizavam em si mesmos quando estavam feridos e começariam a tratar dos ferimentos deste, após limparem a terra do corpo dele e de seus ferimentos.
Muitos oravam para que ele ficasse bem, pois havia perdido muito sangue, foi um milagre ele ter conseguido chegar até em casa naquele estado e certamente, voando. " Sem dúvida, os saiyajins são resistentes ", uma serva pensa.
No quarto, duas servas tiram os farrapos que eram agora as roupas dele e o lavam, junto com Liluni, esta com o coração na mão.
Depois de o banharem, retirando a sujeira e o sangue seco da pele, começaram a aplicar infusões medicinais e fazer curativos, depois, foi vestido e coberto com um lençol. Passou a ter uma febre alta e ministraram um chá para baixa-la, demoraram um pouco para conseguir acertar a dose para o jovem, pois, saiyajins eram resistentes. Liluni, com um pano e bacia de água, molhava o pano e aplicava na testa dele com lágrimas nos olhos.
Se fosse um deles naquele estado, morreria, mas por sorte Kakarotto era um saiyajin e tinha grande resistência e implorava para que o sangue saiya-jin dele fizesse algo bom á ele, como evitar que ele morresse.
Os servos passam a ficarem vigília dentro do quarto, que era amplo e cabia todos com um pouco de folga. Oravam, alguns choravam, muitos imploravam que ele vivesse, não queriam perder aquele que admiravam e que defenderia um escravo se fosse preciso, alguém amavél, gentil, doce, carinhoso e que tinha respeito por eles, considerando-os como amigos, não como seres inferiores, animais, objetos, como a maioria, senão, todos os saiyajins daquele planeta. Kakarotto era uma excessão.
Uma serva entra correndo, afobada e ao olhar o saiyajin, entre a vida e a morte, chora, se aproximando da cama. Possuía cabelos azuis ondulados e olhos verdes, além de orelhas pontudas.
Ela estava no porão, arrumando os objetos lá, após faxinar, quando lhe informam o que ocorrera. Apesar de ter sido comprada antes da partida de Bardock pelo mesmo, há apenas duas semanas, os servos contaram sobre a natureza de Kakarotto e observando os gestos dele diários, fez surgir nela o mesmo respeito e admiração dos outros.
Ela fala a todos, enquanto se posiciona no lado da cama dele :
- Minha raça tem o poder de curar . . . quando atacaram meu planeta, prometi a meus ancestrais nunca curar um saiyajin, mas, Kakarotto é ímpar, será o primeiro e único em que usarei meus poderes - ela olha para ele e fala - vou cura-lo.
Ela ergue suas mãos e se concentrando, um brilho azulado envolve o jovem, restaurando seus ferimentos, sobre o olhar espantado de todos, atônitos com o poder dela. Graças a isto, ele sai da beira da morte e recobra a conciência.
- Onde estou?- olha confuso.
- Em casa, Kakarotto - a jovem que curou fala, suspirando de alívio- está curado, usei meus poderes em você, por favor, não conte à Bardocksama e nem a ninguém mais.
- Entendi . . . obrigado a todos por me ajudarem e a você Kanya, desculpe o trabalho, não se preocupe não vou contar sobre seu poder, prometo - nisto sorri gentilmente.
Na ausência do pai dele, pediu à eles que o chamassem de Kakarotto e não jovem mestre ou Kakarottosama, claro, quando o pai dele estava, tinham que trata-lo com o devido respeito.
Todos respiram de alívio ao vê-lo bem, muitos se abraçam, outros pulam de alegria. O jovem vê e sorri, sentando-e na cama, com Liluni ao lado dele. Ao ver todos ali e a comemoração fica embaraçado.
Todos saem do quarto, pois ele precisava descansar e retornam ao seus afazeres. A única que ficou lá era Liluni.
Ela afofa o travesseiro dele depois o faz deitar. Obedientemente, ele deita, então ela o cobre e dá um beijo na testa dele, falando:
- Precisa descansar, filho - nisto se prepara para se retirar, mas vê que ele levanta e olha cabisaixo para o chão.
Nota lágrimas brotando dos orbes dele. Ela retorna e senta na cama, permitindo que ele deite a cabeça em seu colo. Nisto ele chora enquanto é afagado no cabelo pela sua mãe.
- Sou um terceira classe - ele se encolhe ainda mais junto de sua mãe - meu irmão fez questão de me humilhar, afinal, sou a vergonha da família.
Após alguns minutos, com ela afagando-o e assobiando uma música gentil, ele se acalma, sentia-se feliz junto dela, calmo, o cheiro dela era doce e com isto, o fazia feliz. Vendo que ficou mais tranqüilo, fala:
- È o saiyajin mais superior de todos.
- Como assim? - Liluni nota a confusão nos olhos dele e a face deste ainda úmida.
- Seu coração - ela sorri docemente, ele era o único que via esse sorriso - veja, por exemplo os servos daqui, temem seu pai, assim como também tem medo dos demais saiyajins.
Ele a fita em silêncio e ela fala, após afagar o rosto dele:
- Bardocksama tem o nosso respeito e obediência, por temor, castigos, punições . . . mas você não, é respeitado por todos e é através do amor, pois é gentil, amavél, bondoso, respeitoso e carinhoso, mas os demais da sua raça não . . . você é o único, o especial.
- Sou especial? - fica um pouco mais animado.
- Sim, quando estava entre a vida e a morte, todos rodearam seu leito, apavorados, temendo o pior, orando com toda a força de seus corações por sua vida . . . ouve comoção de todos, se fosse com outros saiyajins, como seu pai, estariam torcendo para que morresse, além de que este estaria só.
Ele sorri, quando se acalma, passa a sentir um cheiro diferente nela e arqueando a sobrançelha, pergunta:
- Está grávida?
- O que?- ela arregala os olhos se levantando da cama.
Pela primeira vez teme Kakarotto.
- Senti o cheiro agora que me acalmei.- ele estranha ela se afastar dele de repente e logo em seguida pela primeria vez, sentir o odor de medo oriundo dela e os batimentos desta acerelados.
- Por que me teme?- ele então fica em pé e a olha tristemente, aquele cheiro o feria demais - é do meu pai?
Ela acena fracamente, encolhida agora num canto.
Kakrotto suspira cansado passando a mão atrás da cabeça dele. Aquilo era um problema. Os saiyajins matavam as crias bastardas, era costume. Um pouco raro eram os pais matarem os filhos saiyajins, se fossem fracos, mas eram poucos, a maior parte era mandada aos planetas fracos, como ele seria, isso sim se tornou um costume, mas seu pai não seguiu e fez algo impensavél a muitos outras da raça, ficar com ele, mesmo sendo muito fraco.
Bardock passou por cima de seu orgulho quando ele nasceu, mas seu filho duvidasse que ele passaria por cima do orgulho e com absoluta certeza, se descobrisse, mataria o pequeno ser que era gerado no ventre de Liluni.
Por sorte, seu genitor ficaria fora dois anos, pois foi junto de uma tropa conquistar um planeta que há meses, não conseguiam dominar, usariam as visões dele para ter vantagem, pois, esse seres, possuíam uma tecnologia avançada demais, pois, mesmo na forma oozaru, passavam por dificuldades tentando romper a defesa.
O jovem orava para que o pai não tivesse visões de Liluni e seu bebê, orava para que nunca visse.
- Kakarotosama? . . . por favor . . . , - ela está apavorada em decorrência de sua experiência com saiyajins.
- Por que em teme mãe? - o medo dela o magoava.
Ela nota então a dor nos olhos dele, além da tristeza em seus orbes e face.
- Vou protege-la e meu irmão ou irmã, palavra de Kakarotto, não vou deixar você ou ele serem mortos por meu pai, custe o que custar - fala determinado.
Ela chora de felicidade e o abraça, com este abraçando-a de volta, feliz pelo cheiro de medo sumir dela.
Ela foi uma completa idiota ao pensar que Kakarotto faria mal à ela e o que fez, foi apenas trazer dor e sofrimento à ele. Seu coração estava certo a mente errada, mas, infelizmente, deixou-se levar por sua mente e experiências com saiyajins, nas duas situações, no dom e agora. Mas seu filho era único, singular. Duvidava que existisse outro igual a ele em todo aquele planeta. Assim como tinha absoluta certeza que Bardock mataria a cria mestiça dele e aproveitando o ensejo, ela junto.
Não temia a morte, ao contrário, sempre a desejou, mas, temia por seu filho no ventre, um inocente.
- Mãe temos um problema -fala olhando-a apavorada agora, ao verem o problema em que estavam metidos - não tenho dinheiro, sou um saiyajin fraco, dificilmente conseguirei algum emprego e além de que não poderia leva-la, é do meu pai, seria roubo . . . a única coisa que posso fazer é treinar e ficar forte para poder protege-la e meu irmão.
Ela vê a dor dele. Sabia que ele temia que o pai fizesse algo à ela e seu filho ainda no ventre. O coração dela se aquece com a preocupação dele, vê-lo triste a deixava triste. Ele estava certo, precisava de poder e se lembra do dom que ia dar a ele, mas, que levada por sua mente, não dera, se tivesse seguido seu coração, o resultado daquela tarde talvez fosse diferente, pelo menos o que esperava, mas, agora, podia corrigir isso, sua única esperança era Kakarotto.
- Eu era uma das sacerdotizas da minha raça - ela fala quebrando o silêncio momentanêo.
Ele arregala os olhos, fitando-a:
- Sacerdotiza . . . aquelas que tinham habilidades como o dom?
- Sim, vou dar a você, fique em pé.
- Obrigada mãe! - e sorri - assim?- ele pergunta.
- Claro, agora feche os olhos,mas, já falo, senão tiver um poder oculto, o dom não vai fazer nada e se tiver, ele somente ficara mais fácil de despertar, mas terá que busca-lo e dominar por conta própria.
- Sim.
Nisso, ela se concentra, seus cabelos esvoaçam por um vento que não existia e que se condensa, formando uma espécie de nuvem dourada que rodeia-a e logo depois, passa a envolver o jovem saiyajin em uma forma espiralada, fazendo-o levitar alguns centimetros do chão. Esta mesma nuvem assume a forma de um dragão de corpo verde comprido escamoso, um par de chifres e olhos vermelhos. Após algum tempo, sua coloração se torna dourada, olhos vermelhos brilham ao assumir essa coloração.
Na mente de Kakaroto, ele nota estar nu e vê o dragão verde tornando-se dourado, sobrevoando nos céus dourados. Nota estar na superficie de um lago, que reflete quando ele olha, ele na forma oozaru.
Olha para o alto e estende a mão para o dragão, que permite que seja tocado no focinho, nisso, uma luz dourada intensa o envolve, percebe que a luz se intensifica, mas não fica cego, consegue ver através dela e nota o dragão repousando em cima de uma esfera dourada, enorme, estando sereno.
Ainda nú, corre até o dragão, olha em volta e está em um deserto, mas, continua correndo, mas não consegue alcançar o dragão que o fita com os olhos agora verdes. Escuta uma voz que ressoa nos céus como trovão " Desiste antes de tentar, nada é impossivél, jovem, liberte sua mente das incertezas e conseguirá o que deseja, nasceu destino a ter um grande poder e fazer feitos memoravéis ", olha e vê que é o dragão que fala.
Kakarotto fecha os olhos e se concentra, a criatura estava certa. Com os olhos fechados ele se concentra, analisando seu próprio interior, enchendo-se de confiança, passando a acreditar piamente nas palavras da criatura.
Precisava libertar sua mente das incertezas. Nisto, ao reabri-los, passa a correr, mas, incrivelmente, alcança o dragão. Ele se aproxima da esfera e vê seu reflexo nele, mas, vê um oozaru castanho virando dourado, nisto, sente o chão sumir e cair na água de antes.
O oozaru dourado está de frente à ele e nota que este passa a encolher, assumindo a forma de um homem com pelagem vermelha, não consegue ver a face dele, pois está de costas. Apoia a mão no ombro deste, que vira. Nisso, ele some e aparece o dragão, vê este mudar de cor, ficando vermelho, envolvendo -o espiralmente e sente-se sonolento.
Ao reabrir os olhos, nota que tudo pareceu um sonho, embora parecesse bem real.
Liluni está ofegante no chão, para depois levantar a face e fita-lo pasma. Viu o poder oculto dele e que ajudou a despertar, agora, era tudo com ele, se treinasse ficaria muito poderoso, nunca imaginou alguém ter um nivél desses de poder oculto. Rezava somente para que conseguisse nem que fosse 1/4 desse poder para proteger o filho dela como ele prometeu.
Ele se aproxima dela, preocupado, a pegando no colo e depositando-a na cama, ao vê-la cansada. Senta no chão ao lado da cama.
- Tudo bem mãe? Fui eu que causei isso? - pergunta preocupado.
- Estou bem filho, você não causou nada e que somente tinha lido na teoria há anos atrás - mente, pois de fato, tal nivél de poder, inconciente, a obrigou a se esforçar muito e a gravidez não ajudava.
Ele vê lágrimas formarem-se nos olhos dela.
- Desculpe-me filho! -e la chora compulsivamnete de repente - me deixei levar por minhas experiências com saiyajins e não lhe dei o dom, meu coração queria, mas infelizmente, só escutei minha mente . . . por isso ficou perto da morte, quase perco mais um filho novamente.
Ela queria se desculpar desde que ele chegou ferido, mas, aconteceu muitas coisas, mas, agora, enfim se desculpava. O saiya-jin viu a dor dela e aquilo o feria mais do que qualquer golpe, desta vez, ele a ampara nos braços e fala, sorrindo:
- Sei de seu passado, o quanto sofreu, não a culpo . . . como posso? È minha qurerida mãe, agora pare de chorar ou ficarei triste também . . . por favor.
- Tudo bem - ela sorri, mas, vê a feição dele tristonha.
- O que foi, Kakarotto?- ela pergunta precupada.
- Espero ter um poder oculto, mas, não posso depender disso, tenho que treinar e ficar mais forte para defende-la e meu irmãozinho - ele põe a mão no ventre dela.
- Por acaso, apareceu algum guia ?
- Guia ? - fita-a confuso.
- No dom, quando a pessoa tem, o guia surge e pode assumir qualquer forma, comumente, a que é adaptavél a natureza interna do ser.
Ele pensa e fala:
- Apareceu uma criatura, senti como se me guiasse, orientasse, até falou.
Ela fica de olhos abertos, o seu filho era incrivél, o fato do "guia" falar, comprova que ele possuía poderes imensos.
- O que faremos?- ela pergunta.
Antes que ele respondesse, uma voz fala :
- Vamos ajuda-los.
Ela levanta da cama, sentando, olhando apavorada junto com Kakarotto. Temiam que eles tivessem descoberto sobre a gravidez de Liluni. Nisto, ele vê a maioria dos servos dentro do quarto e os outros fora, na porta, mas olhavam eles com bondade. Havia esquecido de por o scouter.
O jovem saiyajin se levanta e implora à eles ao ver sua mãe estática:
- Por favor não . , .
- Se acalme filho - um servo mais velho fala, colocando a mão no ombro dele - não falaremos nada e vamos ajuda-los.
- Sério? - ele sorri de alívio e nota que os olhares deles eram de fato bondosos.
- Faremos por vocês, principalmente por você, jovem - este mesmo servo idoso fala, sorrindo, a felicidade de Kakarotto era contagiante.
- Ouvimos a conversa e seu desejo de ficar mais forte e de proteger Liluni e seu filho, você sempre nos protegeu e agora chegou a nossa vez de protegemos você.- uma serva fala atás desta.
- Sabe o que é temer um chicote ? Uma punição? - outra pergunta.
- Horrivél . . . mas com você não temos esse medo, suas palavras são sinceras, sua bondade, amabilidade ,gentileza e respeito por nós faz que o admiremos.
- Queremos fazer algo por você.
- È o primeiro e único saiya- jin que confiamos . . . todos nós sofremos por sua raça, assim como sua mãe Liluni, os saiyajins destruíram nossas vidas, famílias, sobrando apenas uns aos outros, escravos, ajudando- se mutuamente sempre que necessário.
- Em muitos lugares os escravos não se ajudavam, mas aqui é diferente . . .tememos o responsavél e seu pai, por isso nos unimos.
- Mas, você, nós o respeitamos e idolatramos, nunca imaginavamos que existiria um saiyajin como você . . . nós o prezamos muito, queremos ajudar você, além de ser uma "vingança" ao seu pai.
O jovem saiyajn escutara os vários servos falando. Fica surpreso e sorri, feliz ao ver que era estimado por eles:
- Muito obrigado.
- Mas como me ajudariam?- ela ficou admirada, com a ajuda deles, seria mais fácil.
- Vamos ajudar a ocultar a gravidez.
- O bebê pode ser meu - uma serva fala, responsavél pela cozinha - Bardocksama não se importará se eu tiver um filho, se for de Liluni, teremos um grande problema.
- O problema é que se me deitar com ele, percebrá o leite.- ela fala exasperada.
- Não amamente o bebê, senão houver estímulo, ira cessar o leite naturalmente - uma serva idosa fala placidamente.
- Eu sei disso, mas não amamenta-lo ?- ela fica triste.
- Amamente só por 3 meses, depois pare, nos daremos suco a ele e torceremos para que aceite.
- Aí, Kakarotto pode pedir o seu filho como escravo pessoal dele.- um servo fala.
- O que?!- o jovem saiya-jin não gostou do rumo que a conversa estava tomando, ficando exasperado - meu irmão como escravo pessoal?- cerra os punhos, olhando irritado para a parede.
- Ele está certo, filho, é a única maneira de protege-lo, caso aconteça o pior e seu pai descubra.- Liluni fala.
- Por favor, Kakarotto, entenda os sentimentos de sua mãe - Kanya fala apoiando a mão no ombro dele.
Ele olha para todos e por mais que odiasse o plano, estavam certos. Se fosse propriedade dele, seu pai não poderia colocar as mãos, enquanto isso, ganharia tempo para treinar e se fortalecer para proteger sua mãe e irmãozinho.
- Tudo bem - fala tristemente.
- Terá que arrancar a cauda dele , também.- um deles fala pesaroso.
- Arrancar a cauda? - ele olha para a sua prória cauda.
- È o único jeito meu filho, com a cauda, saberão ser um saiajin.
Era verdade, era a única coisa que podeira compromoter a segurança de mãe e filho, a única coisa visivél que identificava um saiyajin e acusaria a criança de ser mestiça. Sabia que cresceria de novo e teria que arrancar toda a vez, embora em seu intímo, doesse, mas não havia saída. Ele cerra os punhos e pensa " Se fosse forte, poderia defende-las!". Estava amuado consigo mesmo por sua fraqueza.
- Kakarotto, fui um mestre em meu planeta natal, lá, nos uníamos a mente com o corpo, para conseguir o máximo de poder. Em alguns anos de treinamento, não mais que 3, talvez menos, poderá aumentar seus poderes, isso, se quiser.- o idoso fala.
O jovem arregala os olhos, ficou feliz com a notícia. Unir a mente e corpo, ele só treinava o corpo, achava fascinante isso e movido por curiosidade e excitação, fala :
- Poderíamos começar amanhã, a minha treinadora falou que não vinha mais, já ensinou-me tudo o que podia, com isso posso treinar com o senhor.
- Me requisite como seu escravo ao seu pai, pois assim, poderei ficar longe dos afazeres e dedicar-me a treina-lo - ele fala.
- Escravo?
- Sim, por favor, eu peço, vejo que tem potêncial e acho que isso o ajudaria, quer se forte pelos motivos certos.- e sorri.
Ele odiava a ideia de escravo, pois ele seria seu professor, mas estava certo, precisva dele disponivél, se fosse servo dele, conseguiria que ele ficasse treinando-o.
- Vou pedir ao meu pai, obrigado, sensei Yoshiei - ele fala sorrindo.
- Sensei Yoshiei ? -ele fica surpreso.
- Claro, será meu mestre - Kakarotto não tinha dificuldades em tratar escravos como iguais.
- Mas vamos nos tratar assim só em particular tá? Em público sou seu escraco e você, meu jovem mestre.
- Sim. - estava ansioso, mal via a hora de começar o treino.
OooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooO
Na manhã seguinte, Kakarotto acordou. Apesar do plano perfeito e da ajuda de todos, ficava preocupado se conseguiria dar tudo certo, afinal, seu pai tinha visões.
Ele passa a observar sua cauda por longos minutos, seu irmão nasceria com uma e teria que arrancar dele, senão fosse a cauda, poderia se passar por alguma outra raça.
Seu pai mataria seu irmão com certeza, disso não duvidava e achava impossivél ele não matar Liluni junto da cria "bastarda", como ele com certeza se referiria ao seu filho com a serva. Ele "engoliu" uma vez seu orgulho saiyajin com o nascimento de Kakarotto, tinha certeza que não haveria segunda vez, ainda mais um hibrído. Suspirando, com mil preocupações na cabeça, começa a se trocar. Tão distraído, que não nota o barulho da porta sendo aberta e alguém entrando.
Então, percebe e se põe em defensiva automaticamente.
OooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooO
Hehehehe, quem será esse? E Liluni? Conseguirão manter o segredo? Será que Bardock terá visões de sua cria ainda no ventre de sua escrava?
Só adianto que no próximo capítulo,será a primeira vez de Kakarotto, sim, ele vai perder a virgindade. XDDDDDD já escrevi a cena e tudo mais ^ ^
