Bardock se afasta de Kakarotto e Liluni, para recuperar seu orgulho saiya-jin . . .

Nisto, Kakarotto descobre sobre . . .

Cap. 4 - Primeira vez

Na nave, Bardock encontrava-se em uma espécie de bar, tomando uma bebida enquanto mil pensamentos perfuravam sua mente, tanto, que não percebera a chegada de seu amigo general.

Este senta e pede uma bebida ao barman, que ao servi-lo e este tomar um gole, pergunta amistosamente:

- Como vai comandante e conselheiro real Bardock?- puxa conversa enquanto entorna mais um copo.

O saiyajin com cicatriz no rosto se vira e reconhece como seu velho amigo, o general Bajiok.

- Nada bem . . . meu filho Kakarotto é oficialmente terceira classe . . .

- Sinto muito Bardock - põe a mão no ombro de seu amigo para consola-lo, bem, pelo menos Raditz é segunda classe.

- È, pelo menos isso, soube que ele foi mandando à um planeta, Bajurak , junto com outros guerreiros, imagino como meu filho está agora, a última vez que o vi foi quando resgatamos ele do planeta que ajudou a conquistar, até aí, só ouvi sobre ele, aliaís, elogios excelentes dos treinadores.- fala com visivél orgulho.

- Ele é determinado e empenhado - nisto é chamado por um grupo de saiyajins que eram seus subordinados - já volto, amigo.

- Claro - e após olhar o general se afastar, retorna ao seus pensamentos.

No intímo, este filho dele era mais um "estranho". Só o vira duas vezes na vida, uma quando bebê e outra quando foi retirado do planeta que foi enviado quando criança para conquistar.

Claro, sentimentos eram desnecessários aos saiyajins, pois eram guerreiros natos, podiam até com alguns desenvolverem algum laço quando os mesmos trabalhavam em diversas missões juntos, mas era mais como um companheirismo, embora, nada muito sentimental.

Deveria ficar orgulhoso de seu primogênito, sempre fora um saiyajin de coração, agia como um, ao contrário de seu filho mais novo, uma versão miniaturalizada dele. Se perguntava como os irmãos eram completamente diferentes no quesito poder e gestos.

Como era baixo seu poder de luta, não conseguiu coloca-lo em Centros de formação saiyajin, pois ninguém o aceitava e nem tentou por na Academia Sayajin e muito menos na Academia real saiyajin, se nem no Centro conseguira quem diria nas Academias? Pois o centro era até os 7 anos e depois, vinha a Academia, dos 8 aos 18 anos.

Resultado, tivera que contratar uma professora particular para ensina-lo a escrita saiyajin, além de uma treinadora para ensina-lo a lutar, já, Raditz, que entrara na Academia Sayajin, teve tão boas recomendações e sendo filho do Conselheiro real, conseguira transferência para a Academia Real Saiyajin, onde quem se "formava" já eram imediatamente direcionados a altos cargos e missões importantes.

Acredita após pensar muita, que o motivo que levara a não enviar o pequeno a um planeta quando bebê, era simplesmente por esse ser uma cópia sua e isto abrandara seu coração. Agora, anos depois, meditava senão era melhor tê-lo enviado como sua falecida companheira desejava ardentemente, pois, em Bejiita, não teria um futuro bom com seu poder baixo. Mas, agora, já não dava mais.

Toma um gole da bebida ao mesmo tempo que impede que uma visão se manifestasse, a bloqueando.

Se fosse algo com perigo de morte à ele ou importante, não teria conseguido bloquear, muitas, eram indignadas de qualquer atençã que fazer isso, pois senão bloqueasse algumas, ficaria louco.

Conseguira dominar o fluxo intenso das visões e com isso, após muito treino, conseguira dominar seu dom.

Porém, havia um incômodo crescente que sentia em relação a Liluni. Não sabia por que sentia este incômodo e do por que se importar com ela.

O rosto da myouchin vinha muitas vezes em sua mente. Era possesivo, além do normal para com uma escrava favorita e as lágrimas dela o machucavam mais do que tudo, tanto, que no início, quando estava aprendendo a controlar o poder recebido, tivera um fluxo de visões do passado dela, ficando surpreso de poder ver o passado também além do futuro.

Ele havia detestado essa seção passada, de reprodutora, os estupros consecutivos, desde a primeria vez dela, os castigos, torturas e retiradas de suas crias. Ele já sabia que era fora reprodutora, mas, ao ver as visões como um espectador, na sua frente, era outra coisa, sentira um ódio mortal dos que a violentaram e desejava naquele instante matar todos.

"Por que essas visões mexem comigo? Por que sinto raiva e ódio do que fizeram com ela? Afinal, é um objeto para ser usado como convir por seu dono ".

"Vamos Bardock, és um orgulhoso guerreiro saiyajin, a raça mais poderosa no universo, Liluni nada mais é do que um animal de estimação, para que tanta consideração? Não passa de um objeto, nada mais, uma mercadoria que podia vender ou trocar, que era de fácil reposição", pensa censurando si mesmo por aquela preocupação vergonhosa e indigna de um guerreiro como ele, então, "por que sinto essa tristeza em relação a ela? Por que penso nela diversas vezes?", essas perguntas martelavam impiedosamente a sua cabeça, "Por que?".

"Seria amor?", ele arregala os olhos e sente como se esse pensamento fosse uma vergonha, "como posso amar uma escrava? Quanta idiotice, Bardock!" , censurava si mesmo diversas vezes. Já não bastava a triste sina de seu filho mais novo, que teria um futuro negro em Bejiita e mais essa, " è um animal, nada mais, como posso sentir algo por isso?", reforça seu pensamento.

" Está ficando mole Bardock e isto começou com Kakarotto, está ficando sentimental demais, fraco demais por sentimentos tolos dignos de criaturas fracas e patéticas", critica a si mesmo por seus sentimentos, tentando por si só retornar à razão e seu orgulho como saiya-jin.

Estava se afastando de sua cria mais nova e da escrava, cujo rosto aparecia em sua mente para tentar restaurar seu orgulho saiya-jin, cujo sangue que circula em suas veias pertence a dos mais poderosos guerreiros, uma raça nascida com o poder e força natural, além de serem estes ilimitados e dentre eles, nasceria um supersaiya-jin, um guerreiro legendário, nisto, muitos apostavam no princípe Vegeta como lendário Supersaiya-jin, afinal, quando nasceu, foi detectado um poder imenso, muito acima do da elite, ultrapassando, segundo rumores, o do próprio rei.

Quando terminasse a missão, se mudaria para o Castelo conforme o rei lhe oferecera, queria se afastar deles para ver se podia retornar ao que era antes.

Bebe mais um copo e resmunga:

- Que inferno . . .

- O que amigo?- ele acabara de retornar e viu que ele estava entretido em seus pensamentos.

- Meu general, desculpe-me, é cansaço . . . meu filho Kakarotto, minha escrava . . . - ele massageia suas têmporas.

- Imagino, para ser o quinto copo que entorna e sendo essa bebida uma das mais fortes . . . mas, perder tempo pensando em algo indigno de ser considerado um saiya-jin por seu poder baixo e um animal? Não é exagero?

- É verdade - fala recobrando a noção, de fato, a fraqueza de seu filho e um mero animal não eram para serem uma dor de cabeça.

- A treinadora de seu filho não vai mais treina-lo, né?

- Ele já passou da idade de treinos, precisa de um emprego, já que não conseguirá entrar no Corpo de Guerreiros do planeta.

- Que tal a Arena ?

- Arena? Mas não era para escravos?

- Mudou muito, a rinha de escravos eram monótomas, aí, mudaram o nome para Arena e agora, saiyajins lutam entre si, exibindo-se para o público em busca de honra e glória, são várias chaves e em cada, há um prêmio em dinheiro, o bom é que tem vários niveís, os que participam e agradam o público, recebem uma bonificação, se não me engano, talvez seria a única opção ao seu filho, ou, guarda-costas, se bem que com o poder baixo não ganharia muito.

- Poderia ter os dois . . . a Arena exige que o saiyajin só se dedique a isso?

- Não, pode ter dois empregos, só tem que comparecer quando convocado para a briga além de que seria interessante para ele adquirir experiência, lutando contra outros saiyajins.

Bardock reflete sobre o que seu amigo general falara. De fato, seria uma alternativa e quem sabe não conseguiria melhorar como guerreiro? Afinal, adversários diferentes seriam um bom estímulo.

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Em Bejiita, mais precisamente em seu quarto, Kakarotto relaxava ao ver quem era, uma das servas que trazia roupas no braço. Estava com a mente tão ocupada que não percebera.

A jovem fica rubra enquanto olha de cima para baixo, com um olhar desejoso para o jovem saiyajin só de roupa intíma. A visão do corpo dele era um deleite à jovem serva.

Para seu desânimo, vê ele colocar seu traje de batalha habitual e armadura, além de botas e luvas.

" Tive um belo espétaculo pela manhã", pensa, feliz, ainda ruborizada. Dentre as servas, muitas cobiçavam o jovem mestre, a face amavél dele e um corpo perfeito o faziam-no desejavél.

Ele nota a ruborização e se aproxima dela, pondo a mão na testa dela, preocupado:

- Está vemelha, esta com febre? - pergunta inocentemente.

Nota então Liluni na porta, estática pois assistira toda a cena. O jovem olha sem entender a reação dela e em seguida, esta "mirar" um olhar aborrecido á serva. Ainda não compreendendo, pergunta ingenuamente:

- Ela parece estar com febre, kaachan ( minha mãe), está vermelha e quente.

A mãe dele entra e pega a serva pelo braço arrastando a jovem, revoltada, para fora do corredor.

Volta alguns instantes para o quarto onde seu filho estava agora, surpreso, com a mão ainda no alto, onde antes media a febre. Ela suspira e fala, maternalmente, pois Kakarotto era muito ingênuo, baixando a mão dele.

- Não era febre, filho, não se preocupe.

- Tem certeza?

- Tenho - nisso, beija a testa dele - agora, vamos comer.

- Êba! Comida! - fala com um sorriso de ponta á ponta do rosto e saí correndo dali, ela sorri, de fato, ele era mais guloso que o normal dos saiya-jins.

Ela agora estava preocupada, era sabido que as servas andavam desejando-o, vira o olhar delas para com ele.

Kakarotto crescera e virara sem o mesmo saber, um homen desejado, despertando os desejos de muitas mulheres. Aquilo a fazia ficar exasperada. Como ele era além de virgem, inocente, não percebera os olhares que lhe eram dirigidos, apesar de um saiyajin, ele era muito dócil, gentil e amavél.

Não sabia o que fazer, queria manter a pureza dele, mas sabia não ser certo decidir sobre a vida dele, pois uma hora, uma saiyajin iria se atirar nele e sabia o quanto estas podiam ser brutais, podendo até traumatiza-lo. Não poderia mais mante-lo alheio sobre o sexo.

- Liluni, ele já tem 17 anos.

- Eu sei . . .

Ela conversava com uma serva idosa, mais tarde, na cozinha, quando outra chega naquele instante:

- Eu . . . queria me deitar com Kakarotto . . . - esta fala ruborizada ao extremo.

Elas olham para a jovem, comprada recentemente.

- Pelo que me falam, quando mestre Bardock retornar, com toda a certeza irá querer me tomar . . . queria ao menos, dar minha virgindade de boa vontade á alguém que eu escolhesse.

- Só tem um pequeno problema, ele é virgem também e provavelmente, se ficassem na cama, não aconteceria nada se dependesse dele, pois nem saberia o que fazer, é ingênuo demais e você deve ter percebido isso, além de gentil, dócil e amavél - a serva mais velha setencia.

- Quando ele perder - fala timidamente.

Derrotada, Liluni decide que ele deveria conhecer "os prazeres da vida" e da qual não era só alimentação. Apesar de falarem que era "um prazer" o sexo, como fora violentada centenas de vezes não considerava "um prazer", mais, sim, com uma tortura. Infelizmente, independente de sua opinião, ele teria que ser ensinado sobre isso e também a somente se deitar com as mulheres se estas quisessem, para que não fosse uma versão Bardock na cama.

Tinha que ser ensinado a respeitar as mulheres na cama, não que ele fosse cruel, ao contrário, era o oposto disso, mas cuidado demais nunca era exagero, afinal, ainda tinha o sangue saiya-jin correndo em suas veias.

- Aceito, mas tem que ser alguém gentil e amoroso com Kakarotto, que o ensine além disso, a respeitar as mulheres também na cama e só deitar com essas, se aceitarem.

- Então, permita-me - uma serva jovem se aproxima - vou ensina-lo e não assusta-lo na cama, por favor, Liluni - uma outra serva chega, Kireiko ( bela filha ), reconhecendo-a como a que salvou a vida de seu filho.

Ela analisa Kireiko, seu olhar e se concentra para analisar seu interior, uma das habilidades de sua raça de ler o "coração" das pessoas, reconhece como sendo verdadeira suas palavras e que tinha uma índole boa, então, suspirando, resignada, fala:

- Sim, tem minha autorização.

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Após a refeição que podia tranqüilamente alimentar mais de 60 pessoas, devorando-a em um tempo record, Kakarotto liga o comunicador e contata seu pai. Este aparece no visor, com uma cara abatida, o filho pergunta preocupado:

- Tudo bem, chichiue ( senhor meu pai)?

- Claro, só estou de ressaca, abusei da bebida .

Sentia-se feliz em ver que sua cria se preocupava com ele, mas, precisava se afastar do jovem e da escrava para poder retornar ao que era, seu coração estava muito mole e tudo por influência de seu filho, em grande parte e a outra parte, era de Liluni.

- Pai , gostaria de pedir dois escravos para mim.

- Dois?- se supreende - nunca quiz escravos, fico feliz que enfim esteja agindo como qualquer outro saiyajin, muito bom, filho.

Kakarotto fala:

- Uma escrava da cozinha está grávida de uma fêmea e queria ter a cria dela para mim, além de Seisen, como escravo particular.

Bardock observa-o confuso com as escolhas dele.

A fêmea ainda estava no ventre da escrava, era um bebê e o outro, um escravo velho. Será que se entusiasmou a toa? Parecia que seu filho pedia coisas absurdas, pensou que pediria uma fêmea, mas, aí lembrou que ele era virgem.

Sentia-se mal por deixa-lo virgem, devia te-lo levado a um prostíbulo para aprender, pretendia consertar isso quando chegasse, seria a última coisa que faria para ele.

- Tudo bem, que seja . . . mas devo considerar que seu pedido, é no minímo estranho . . . pensara por um momento que me pediria servas jovens.

- Talvez mais tarde.

- Claro, estes te pertencem agora, farei um documento para que seja oficialmente dono deles.

- Obrigado.

- Uma outra coisa filho, soube de sua mestra . . . agora, vá até a Arena, na capital e se inscreva para ser lutador e depois, procure um emprego de guarda-costas entendeu?

- Arena?! Eu sempre assisto essas brigas - fala entusiasmado.

- Ótimo, deve estar familiarizado, agora se cadastre para ser um lutador, será bom para adquirir experiência de luta, poderá ganhar um dinheiro e como guarda-costas, um pouquinho mais.

- Tudo bem, pai, vou fazer isso, a Arena vai dar, mas guarda-costas é mais difícil.

- Pelo menos tente.

- Sim, chichiue.

- Bem, tenho uns assuntos para resolver, até mais.

- Até, espero poder conseguir conversar de novo com o senhor, estava meio difícil contacta-lo.

Aquelas palavras fizeram em seu intímo, Bardock feliz.

Raditz não via há muito tempo, o que mais tinha contato dos seus filhos era Kakarotto e ficava feliz em saber que alguém se importava com ele, mas, era errado demonstrar sentimentalismo, afinal,Liluni já se encarregava disso, de mima-lo e além de que não iria contribuir para isso, afinal, Kakarotto já era adulto, a fase filhote já fora e não deixava de sentir uma leve pontada de tristeza, momentaneamente, por perder a infância deste, mas tal sensação fora fulgaz.

- Não é filhote mais, Kakarotto, sentimentalismo é para os fracos e bebês - fala asperadamente.

- Desculpe . . . - fica desânimado - bem, boa viagem e boa sorte.

Nisso, o jovem vê que o pai desliga o comunicador sem dizer mais nada.

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Depois da rispidez de seu pai, o jovem havia se recolhido ao seu quarto.

Liluni havia escutado tudo e se dirigu para consola-lo, que chorou com a cabeça no colo dela.

Ele sofria muito, pois era gentil, dócil e amavél demais e infelizmente,dentre os saiyajins, isso não era apreciado, ao contrário, era repurdiado. Portanto, as ações e atos dele eram odiados pela sua raça, mas, felizmente, essa era a natureza dele, de seu coração, ele era ímpar.

Depois de um tempo, adormece.

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Acorda a noite e após devorar a comida, se sentindo melhor após desabafar com sua mãe e dormir, se retira para seu quarto, ansioso, pelo treinamento com Seisen que começará amanhã de manhã. Mas, como nunca varava á noite e dormia com uma facilidade incrivél, adormecera e naquele instante dormia a sono alto.

Kireiko entra devagar e fita-o dormindo, este, parecendo uma criança. Lembrava um anjo tendo um corpo sexy esculpido pelos deuses, um contraste magnífico e um espetáculo aprazivél. Muitas vinham apenas para observa-lo dormindo muitas vezes.

Ela senta na cama e acarinha os braços dele que acorda repentinamente e põe-se em pé na cama, pondo-se em posição de defesa, se acalmando em seguida ao ver quem era. Abre um sorriso e pergunta, um tanto sonolento:

- Kireiko? Tudo bem? O que faz aqui?

- Vim ensinar algo à você tenho certeza que apreciará - fala sorrindo, feliz em saber ser a primeira dele.

- Ensinar o que?- ele arqueia a sombrancelha, sem entender.

- Você sabe que os corpos de machos e fêmeas são diferentes né? Quer dizer, dentro da mesma raça ou espécies parecidas.

- São diferentes? Não sabia.

Ela se refaz lentamente da informação, após o choque inicial. Liluni o protegera demais, aquilo seria mais complicado ainda. Então, como não tinha alternativa e por sorte, não era envergonhada, retira suas roupas ficando nua.

Nota que o jovem fitava curioso a anatomia e comenta:

- Ué? È esquisito abaixo da cintura, falta muita coisa.

Ela ri, naquela situação, esperava qualquer comentário, menos esse. Descobriu que seria muito divertido.

- Essa é uma das diferenças, qual outra você vê?

- Hum . . . seus peitos são diferentes.

- Mas são para ser - nisso senta na cama.

- Não vai se vestir ? Kaachan fala que não é certo ficar nú.- diz sem entender o gesto dela.

- Não é preciso, estamos em um quarto . . . - fala sensualmente se aproximando da face inocente.

Ela encosta seus lábios nos dele, que arregala os olhos e se separa dela, falando:

- È úmido.

- Relaxe . . . - retorna ao beijo, dessa vez segurando na nuca dele.

Após um tempo, Kakarotto relaxa e esta aprofunda o beijo, supreendendo-o. Com ele ainda surpreso,se dirige ao pescoço, beijando e sugando levemente o local, fazendo-o inconcientemente fechar os olhos, começando a sentir alguma coisa estranha que nunca sentira antes.

- Qualquer . . . coisa . . . ou algo que sinta . . . me pergunte.

- Sim - fala fraco experimentando sensações até agora desconhecidas para o jovem saiya-jin

Ela pega as mãos dele e põe nas suas costas.

Por um tempo Kakarotto fica parado, sem movimenta-las, então, a jovem acaricia as costas do saiya-jin que faz igual nas costas dela, imitando os movimentos.

Abre os olhos e vê o pescoço dela, começando a fazer a mesma coisa,beijando e sugando o local, por algum motivo, estava se sentindo . . . bem.

Ela geme levemente enquanto sente as mãos musculosas dele em suas costas e os beijos alternados com sucção, ele fazia tudo gentilmente, imitando-a. Esta, sentia um arrepio percorrer suas costas com os atos dele. Ela mordisca o lóbulo da orelha dele, fazendo-o gemer levemente.

Pega a face dele, cujo orbes estavam fechados e beija mais uma vez.

Ele não podia negar que adorava beijar, desta vez, é ele que aprofunda, fazendo a mesma coisa que ela fez antes. Ela encosta seu corpo no dele que sente-se quente. Ela cessa o beijo e fala, ao sentir que ele estava ficando excitado:

- Vou despi-lo agora . . . relaxe.

- Despir-me? Mas já tomei banho . . . por . .- mas ela o silencia com seus dois dedos nos lábios dele, delicadamente.

- Vou ensinar a você algo prazeroso, mas, só deverá fazer se a fêmea quiser também, compreendeu?

- Tá.

- Não a obrigue.

- Por que faria isso? È horrvél ser obrigado à algo - fala inocentemente.

Ela apenas sorri, nisto, retira a blusa dele para depois com a mão e empurra-lo delicadamente na cama, deitando-o, a qual faz obedientemente. Ele confessa que estava curioso com aquilo tudo e sentia um calor percorrer seu corpo.

Ela pega suas mãos e acaricia os mamilos dele e depois explora com a língua o corpo dele que era desprovido de pêlos, uma caracteristíca dos saiyajins, a ausência de pelos em contraste com a forma oozarus deles, de imensos macacos peludos.

Passeia com as mãos habilidosas e delicadas no corpo talhado de musuclos. Ao levantar a cabeça por instantes, vê a face coberta de luxúria, sem que este mesmo percebesse, sua cauda oscilando preguiçosamente ao lado.

Logo, ela chega até o ventre e retira a calça de maneira sensual. Após retira-las, aperta delicadamente as pernas musculosas, se deleitando com os músculos talhados e pele macia.

Sente que ele relaxa. Observa a cauda e decide testar depois o que acontece se acariciasse ela, pois sabia que se apertasse, eles perdiam sua força, sendo este seu ponto fraco.

Retira a peça íntima dele, notando que o membro já estava desperto.

- Está . . . incomodando - ele fala, observando-o - nunca o vi assim . . .

- Quer que eu alivie? Te garanto que será uma sensação muito boa.- não queria assusta-lo.

- Pode?- olha com a face em misto de luxúria e inocência ao mesmo tempo.

- Confie em mim . . . - fala lânguida, excitada com o tamanho do membro dele " é bem dotado . . e como, imagine completamente desperto ", se entusiasma, nunca vira daquele tamanho e sorri marotamente.

Pega no membro dele e começa a acaricia-lo. Kakaroto geme para depois ficar alarmado. Ela se aproxima dele e o beija. Sentindo-o relaxar, retorna ao que iria fazer antes.

- Relaxa . . . não vou machucar, confie em mim . . . será muito prazeroso.

Ele concente com a cabeça, é que se assustou ao ver ela ir com a boca para cima do pênis dele.

A serva começa a acariciar o membro ao mesmo tempo, usando a boca, para dar prazer ao saiyajin. Vê ele jogar a cabeça para trás e arfar de prazer. Conforme avançava na carícia, os gemidos dele aumentavam.

Kakarotto nunca imaginara que existesse tamanho prazer, era uma sensação boa. Sente um fogo tomar seu corpo, vindo de baixo do ventre, entre gemidos:

- Estou . . . sentindo algo . . .

- È normal - retira rapidamente a boca do membro dele , usando agora somenta as carícias. Não demora muito e ele chega ao ápice, soltando um longo gemido e umidecendo os lençóis.

O jovem começa a se recuperar das sensações que lhe invadiram, enquanto sente secretar alguma coisa de seu membro. Ela sobe até o peito dele talhado de músculos e dá leves beijos no tórax e depois na face deste e pergunta:

- O que achou?

- È maravilhoso . . . - fala sorrindo - nunca imaginei que existisse algo assim, só senti um liquído . . .

- Era sêmen . . . você gozou, mas pode falar chegar ao ápice, que é a mesma coisa, mas de uma maneira mais sutil - e toca com a ponta do dedo o nariz dele.

Ela estava "acesa" também, mas, queria ir devagar com ele.

De repente, Kakarotto tem uma ideia e a fita intensamente:

- Posso faze-la se sentir assim também? Queria retribuir - pergunta carinhosamente.

Ela abre um sorriso e fala, docemente, já se excitando, imaginando as mãos másculas dele em seu corpo.

- Claro - nisto deita na cama e o puxa para cima - basta fazer o que fiz com você . . . - fala acarinhando os cabelos negros como a noite, que pontudos, desafiavam a gravidade.

- Mas é diferente lá embaixo- fala inocentemente.

- Quando chegar lá te oriento, tá?

- Obrigado - e sorri.

" Que sorriso lindo" , ela pensa.

Inclina sobre o corpo dela e procura os lábios da mesma, aprofundando o beijo. Depois migra seus lábios para o pescoço dela e mordisca o lóbulo, fazendo-a gemer, sorri ao ver que consegue faze-la se sentir "bem" também.

Depois desce ao tórax e avista seus seios fartos.

Estava meio incerto o que fazer, mas ao olhar a face dela, concentindo, pega delicadamente neles, lembrando o quanto as fêmeas eram delicadas e depois, abocanha o mamilo. Não sabia porque mas ao tocar ali despertava-lhe sensações que não conseguia nomear ainda e um cheiro que o inebriava.

Detém-se por um tempo nos seios, fazendo-a gemer. O toque gentil das mãos ao mesmo tempo, firme, fazia-a a jovem ameaçar perder os sentidos, nem mesmo ele percebia, mas a capacidade de aprendizad era incrivél, havia dominado muito rápido, supreendendo-a.

Depois, passa a explorar o corpo dela, o abdômen, as coxas e olha a origem do cheiro, que vinha no meio das pernas, aquele cheiro o seduzia e sentia-se hipnotizado.

Ela vê ele por conta própria se inclinar ao sexo dela e decide não falar nada. Sabia que eles tinham um olfato apurado e o cheiro de sexo o excitara, devia estar bem forte. Sabia que agora ele estava agindo instintivamente.

Ele beija a femilidade e esta sente uma descarga elétrica percorrer seu corpo, enquanto, em contrapartida, ele sente seus instintos aflorarem, ela fala arfando:

- Explore . . . com a . . . língua e . . . ahhh . . . os dedos . . . Kakarotto - fala segurando nos lençóis, enquanto se contorcia.

Ouvia a voz dela longe, estava sentindo que seu corpo agia como se já soubesse o que fazer, mas, não deixa de escuta-la e faz o que ela fala, seus instintos concordando.

Explorava o sexo dela e provava do gosto, aprazivél para seu paladar. Afasta os grandes lábios e explora, sedento e curioso. Sentia o corpo dela tremer e sabia que era de prazer, afinal, ele também tremera assim e ouvia os sons que saiam dos lábios enquanto percebia esta se contorcendo. Ficou aliviado em saber que conseguia dar prazer, assim como ela fez com ele.

O saiya-jin sente as contrações no sexo dela aumentarem e o cheiro se intensificar, para logo após sentir o liquído em sua boca, enquanto ouve-a gemer longamente, relaxando em seguida, arfando.

Estava aliviado em ser capaz de retribuir o prazer que ela lhe deu. Aproxima-se do rosto e a beija, compartilhando seu gosto, enquanto sente seu membro latejar, percebe que os batimentos cardíacos dela voltavam ao normal.

- Consegui faze-la se sentir bem?

- Sim . . . - acaricia preguiçosamente seus cabelos negros espetados.

- O que você teve ?- estava curioso com aquilo que presenciou.

- Foi um orgasmo, um dos mais intensos que já tive . . . seus instintos são bons - ela sorri e vê ele orgulhoso - sempre deixe as mulheres umidas lá para facilitar o ato sexual, entendeu Kakarotto?

- Ato sexual?- olha sem entender.

- Já vai descobri o que é, esse liquido nosso lubrifica e facilita a penetração . . . - fala acariciando gentilmente a face aturdida dele

- Penetração? Penetrar com que?- arqueia a sombrancelha sem entender, confuso.

Ela sorri e então, o empurra para cima do corpo dela, posicionando-o entre suas pernas. Beija-o longamente e depois fala, com a face levemente rosada:

- Bem, consiste em "entrar " dentro de mim com seu pênis . . . inicialmente lento e depois aumentando a velocidade gradativamente conforme sua parceira se acostuma com o ato . . . seja gentil.

- Velocidade?

- Entenderá.

- Aonde entro?- fala com a voz rouca.

- Vou conduzir com minha mão - fala com a voz carregada de desejo, imaginando ele dentro dela, mordendo levemente o lábio inferior.

Ela pega no membro dele e posiciona-o, depois fala:

- Pode entrar . . . .

O saiyajin cerra os olhos, sentindo o calor e a umidade envolver seu membro, conforme entra, desencadeando sensações que o norteavam " é apertado e quente . . . mas tão bom . . . ", pensa.

- Devagar . . . ahhhh ! - mesmo lubriifcada e já experiente, sentia que não era fácil, o membro dele era muito grande.

- Estou te machcuando ? - sente seus sentidos voltarem momentaneamente, sentindo-a tensa.

- Não, já sou experiente . . . e que é muito grande e grosso, tem que ir com calma, só isso, está muito afobado.- fala fracamente, entregue ao prazer que sentia com o membro pulsante dele dentro dela.

- Desculpe . . . vou mais devagar . . . - beija os lábios dela, enquanto aprofunda, gradativamente, pois não queria machuca-la.

- Agora se movimente . . . para frente e para . . . trás, lentamente, só acerele . . . depois de . . . algum tempo - fala entre gemidos.

Ele segue as orientações dela e compreendendo quando aumentar a velocidade, nisto, um calor intenso se apodera dele, sendo agora este puro instinto com o odor impregnado naquele ambiente o "atiçando", agora, agia com a face coberta de pura luxúria para com o sexo feminino.

Sentia esta se contorcer e gemer, seus gemidos aumentarem gradativamente assim como seus movimentos de estocadas dentro dela, sentindo sua mente nublada e focado unicamente . . . em prazer.

Sentia um fogo liquído em seu abdômen, gemendo também com a cabeça enterrada na curva do pescoço dela, acariciando seus seios e mordiscando a pele dela, inspirando o perfume acetinado da delicada epiderme, saindo e entrando o mais rápido que podia, em movimentos frenéticos, sendo correspondido pela mesma, que gemia e arfava, acariciando as costas musculosas dele, alternando com apertar quando sentia o prazer toma-la.

Novamente, sente ela ter um orgasmo, o liquído dela em seu membro, enquanto a serva se contorce de prazer, ao mesmo tempo, que ele levanta a cabeça , com os olhos cerrados e com um longo gemido, chega ao ápice, inundando-a com sua essência, deitando o corpo em cima dela.

Sentia a respiração e batimentos cardíacos de ambos se acalmando, com ele ainda dentro dela, tendo seus cabelos acarinhados pelas mãos delicadas, relaxando e suspirando de contentamento, nunca se sentiu assim, fora formidavél, não imaginava ser tão prazeroso assim.

- Foi incrivél ! - ele se exalta, sorrindo.

- Isto que fizemos chama-se sexo, quando for feito com amor, é "fazer amor", um termo mais romântico, o que nós fizemos foi sexo, apenas.

- Tá . . .

- Me pergunto o que acontece se mexer em sua cauda.

- Minha cauda? - ergue-a ,fitando-a em sua mão.

- Sim.

- Bem, ela é bem sensivél sabe . . . não sei o que acontece.

- Se eu apertar, você perde suas forças, isso eu sei.- ela fala triunfante - eis o ponto fraco de vocês, saiyajins, a maior fonte de seu poder é sua maior fraqueza, precisam da cauda para se transformarem em Oozarus né?

- Como sabe disso?- fita atônito.

- Segredo . . . - e sorri.

Pega a cauda dele gentilmente, que pergunta, ressabiado:

- Pretende aperta-la?- confessava que não o agradava ter pessoas pegando em sua cauda felpuda.

- Não, bobo, por que? Quero acarinha-la.- admira a cauda dele que recuara de seus mãos.

- Por que?

- Curiosidade . . . posso, Kakarotto?- pede com os olhos brilhantes.

Kakarotto observa-a, estudando-na.

Saiyajins eram um tanto melindrosos quando o assunto era a cauda, mas, não via mal nenhum nela toca-lo, se era só isso. Decide deixar.

Feliz, pega na cauda dele gentilmente, para não aperta-la, admirando-a e depois acariciando-a, desde criança quis pegar na cauda de um, achava legal, mas nunca tivera oportunidade, os saiyajins protegiam suas caudas a muito custo.

Decide realiza movimentos sutis para relaxa-lo, pois sentia-o tenso.

O saiyajin sente sua mente vaguear, enquanto ronrona, inclinando a cabeça para trás, sentindo-se bem.

A jovem sorri, nunca imaginava esse efeito na cauda deles. Começa a aumentar a velocidade das carícias e vê surpesa o membro dele "despertar" novamente e com facilidade, o efeito era praticamente instantanêo, acarinhar a cauda dele o deixava excitado.

Os gemidos dele aumentam e então,vê que a face estava carregada de luxúria. Sorri, percebia que não ficariam só naquilo e que ele tomaria a inciativa, o olhar deste estava um pouco diferente de antes.

Ele sente a mente dele viajar, uma onda de desejo o invade, tudo o que pensa é em toma-la novamentee ouvira gemer sobre seus cuidados.

Supresa, vê ele beijando-a com luxúria, aprofundando e explorando com a lingua a boca dela, acariciando de maneira hábil o corpo, sedento, via na face dele a mais pura luxúria e os olhos destes tomados por uma leve perícula rubra, de fato, compreendera que aquele movimento na cauda dele havia despertado os instintos dele, estava agora curiosa em como agira.

Subitamente, fazendo-a dar um gritinho de surpresa, vira-a de costas para ele, sentindo este deitar-se em cima dela, enquanto com uma das mãos acaricia o sexo, mordiscando e lambendo a pele em cima da espinha dela, arrancando gemidos desta.

Sentiu agora que aquele já não era Kakarotto, era apenas um saiyajin despertando sua libido, puro desejo, embora sentisse que não ele não entregara sua mente por completo, mantinha um resquício de consciência de seus atos e compreendia que aquela posição com certeza à eles era mais aprazivél.

Ela sorri e geme, conforme ele acaricia o sexo dela, percorrendo a pele acetinada com os lábios e mãos. Então, se posiciona, começando a penetra-la.

Kireiko se agarra aos lençoís, gemendo cada vez mais intensamente, conforme ele ganha terreno dentro desta. Ele geme ao enfiar tudo nela, enquanto esta dá um leve grito e treme levemente, apertando os lençóis em suas mãos.

O saiya-jin morde levemente o ombro dela.

Usando as mãos, ergue-a, deixando de quatro, enquanto aumenta gradativamente as estocadas, fazendo-a suar e tremer em cada uma das estocadas dele, gemendo intensamente mesclando com uns gritinhos quando este entrava nela um pouco mais profundamente, via o sorriso dele de luxúria e o som rouco. Dentre os gemidos dele, emitia alguns leves rosnados.

Após um tempo, com os gemidos dela se intensificando e os dele, ambos chegam ao ápice, enquanto este rosna audivelmente, um rosnado de prazer total.

Após isso, sentindo-a ofegante, a deita, recobrando sua consciência aos poucos, quando a abraça, já retornara ao normal. Fita a jovem com preocupação:

- A machuquei? - orava para que não a tivesse machucado, embora tivesse se contido e muito.

- Não . . . - sorri a ele, cansada, levando a mão para a face dele, acarinhando-a- mas devo confessar . . . isso da cauda me supreendeu . . .

- A mim também . . . senti minha mente longe e era mais puro desejo naquela hora.

- Foi muito bom . . . quando for com uma virgem, seja delicado, igual fiz com você, com bastante carinho e gentileza, além de muito cuidado, tá?

Ele confirma com acabeça;

- E você, o que achou . . . - quando olha para ele vê que ele dormiu.

Ela revira os olhos, pensando " como pode dormir tão rapidamente em uma conversa ?", suspirando, o abraça, encostando sua cabeça no torax deste talhado de músculos, inspirando profundamente e sentindo-se plena.

Observa que a cauda dele havia repousando em sua cintura. Então, sorri docemente, entregando-se ao sono, após cobrir ambos com a colcha.

OooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooOooO

Antes de comentar desse capitulo, comentarei do outro:

Na cena do "dom" que Liluni deu á ele. Tinha referências do anime, aqui estão elas:

Vamos a um jogo de descobrir as referências do anime, eis o trecho:

"Nisso, ela se concentra, seus cabelos esvoaçam por um vento que não existia e que se condensa, formando uma espécie de nuvem dourada que rodeia-a e logo depois, passa a envolver o jovem saiyajin em uma forma espiralada, fazendo-o levitar alguns centimetros do chão. Esta mesma nuvem assume a forma de um dragão de corpo verde comprido escamoso, um par de chifres e olhos vermelhos. Após algum tempo, sua coloração se torna dourada, olhos vermelhos brilham ao assumir essa coloração.

Na mente de Kakaroto, ele nota estar nu e vê o dragão verde tornando-se dourado, sobrevoando nos céus dourados. Nota estar na superficie de um lago, que reflete quando ele olha, ele na forma oozaru.

Olha para o alto e estende a mão para o dragão, que permite que seja tocado no focinho, nisso, uma luz dourada intensa o envolve, percebe que a luz se intensifica, mas não fica cego, consegue ver através dela e nota o dragão repousando em cima de uma esfera dourada, enorme, estando sereno.

Ainda nú, corre até o dragão, olha em volta e está em um deserto, mas, continua correndo, mas não consegue alcançar o dragão que o fita com os olhos agora verdes. Escuta uma voz que ressoa nos céus como trovão " Desiste antes de tentar, nada é impossivél, jovem, liberte sua mente das incertezas e conseguirá o que deseja, nasceu destino a ter um grande poder e fazer feitos memoravéis ", olha e vê que é o dragão que fala.

Kakarotto fecha os olhos e se concentra, a criatura estava certa. Com os olhos fechados ele se concentra, analisando seu próprio interior, enchendo-se de confiança, passando a acreditar piamente nas palavras da criatura.

Precisava libertar sua mente das incertezas. Nisto, ao reabri-los, passa a correr, mas, incrivelmente, alcança o dragão. Ele se aproxima da esfera e vê seu reflexo nele, mas, vê um oozaru castanho virando dourado, nisto, sente o chão sumir e cair na água de antes.

O oozaru dourado está de frente à ele e nota que este passa a encolher, assumindo a forma de um homem com pelagem vermelha, não consegue ver a face dele, pois está de costas. Apoia a mão no ombro deste, que vira. Nisso, ele some e aparece o dragão, vê este mudar de cor, ficando vermelho, envolvendo -o espiralmente e sente-se sonolento.

Ao reabrir os olhos, nota que tudo pareceu um sonho, embora parecesse bem real.

Liluni está ofegante no chão, para depois levantar a face e fita-lo pasma. Viu o poder oculto dele e que ajudou a despertar, agora, era tudo com ele, se treinasse ficaria muito poderoso, nunca imaginou alguém ter um nivél desses de poder oculto. Rezava somente para que conseguisse nem que fosse 1/4 desse poder para proteger o filho dela como ele prometeu.

Ele se aproxima dela, preocupado, a pegando no colo e depositando-a na cama, ao vê-la cansada. Senta no chão ao lado da cama.

- Tudo bem mãe? Fui eu que causei isso? - pergunta preocupado.

- Estou bem filho, você não causou nada e que somente tinha lido na teoria há anos atrás - mente, pois de fato, tal nivél de poder, inconciente, a obrigou a se esforçar muito e a gravidez não ajudava.

Ele vê lágrimas formarem-se nos olhos dela.

- Desculpe-me filho! -e la chora compulsivamnete de repente - me deixei levar por minhas experiências com saiyajins e não lhe dei o dom, meu coração queria, mas infelizmente, só escutei minha mente . . . por isso ficou perto da morte, quase perco mais um filho novamente.

Ela queria se desculpar desde que ele chegou ferido, mas, aconteceu muitas coisas, mas, agora, enfim se desculpava. O saiya-jin viu a dor dela e aquilo o feria mais do que qualquer golpe, desta vez, ele a ampara nos braços e fala, sorrindo:

- Sei de seu passado, o quanto sofreu, não a culpo . . . como posso? È minha qurerida mãe, agora pare de chorar ou ficarei triste também . . . por favor.

- Tudo bem - ela sorri, mas, vê a feição dele tristonha.

- O que foi, Kakarotto?- ela pergunta precupada.

- Espero ter um poder oculto, mas, não posso depender disso, tenho que treinar e ficar mais forte para defende-la e meu irmãozinho - ele põe a mão no ventre dela.

- Por acaso, apareceu algum guia ?

- Guia ? - fita-a confuso.

- No dom, quando a pessoa tem, o guia surge e pode assumir qualquer forma, comumente, a que é adaptavél a natureza interna do ser.

Ele pensa e fala:

- Apareceu uma criatura, senti como se me guiasse, orientasse, até falou.

Ela fica de olhos abertos, o seu filho era incrivél, o fato do "guia" falar, comprova que ele possuía poderes imensos."

Respostas :

A nuvem dourada tirei da kintoun, quem percebeu?

O dragão, obviamente, foi de Shen Long. Quando este fica dourado fiz alusão a forma supersaiya-jin. Por que o dragão dourado? Pois as Dragon balls sempre estão presentes no anime e na primeira fase de Dragon ball e a última, foram as maiores disputas por elas, delas surge Shen Long, então, este é perfeito para ser o guia de Kakarotto, pois no anime, a vida e destino de Goku está ligado ao Deus Dragão.

Ele nú, pois intitula o nascimento dele, no caso, seu destino desde que nascera . Nossa, poético, né?

O deserto, no caso no anime, foi onde Goku conheceu Yamcha e Pual, este, descobriu o ponto fraco dele e conseguiu salvar Bulma, quando descobriram ( no deserto novamente, mais precisamente, no castelo de Pilaf) o segredo da transformação dele em macaco gigante ( oozaru).

" . . . ressoa nos céus como trovão . . . " - quando Goku foi conhecer Kamisama, usando a niyoubou( bastão mágico), ele tem que atravessar nuvens carregadas de eletricidade e trovões que o atingem, lá no Templo de Kamisama, é onde desenvolve seus grandes poderes atuais e habilidades com Ki. Mais do que perfeito para simular a busca e conhecimento do poder.

A esfera, logicamente, alusão as esferas do dragão, ainda mais com este tendo seu corpo apoiado em cima dela.

A forma Oozaru refletida, pois, os saiyajins se transformam em oozarus ( achando que essa informação era desnecessária , gomen, minnasan)

Já quanto a água, fiz alusão a um espelho, refletindo o poder interior de Kakarotto. Qaundo some, ele vê si mesmo ficando dourado, como se unisse o presente e futuro, com o oozaru dourado assumindo a aparência humana, com pelagem, clara indicação da transformação em supersaiyajin 4, quando ele tenta ver, não consegue ver melhor, pois, afinal, ele desconhece o seu real poder oculto e seu destino, ser o primeiro, além de alcançar supersaiyajin, a ser supersaiyajin 4, antes de qualquer um.

O dragão vermelho, seu "guia", indicando o poder supersaiya-jin 4.

Sim, isto de guia, me baseei nos guias espirituais que os indígenas designam. XDDDDDDD

Que acharam?

Agora, retornando ao comentário deste capítulo, Primeira vez:

Bardock sente que está perdendo seu orgulho e tenta a todo custo, recupera-lo em sua totalidade . . . tenho pena dele, se entregar ao orgulho e perder a felicidade . . . Tadinho do Kakarotto.

A Arena me baseei na Arena dos gladiadores ^ ^

Na cena hentai, procurei colocar sobre o ponto de vista de Kakarotto e não de Kinya. Afinal, ele era virgem e estava perdendo, além de ser um dos personagens principais, devo confessar que é a primeira vez que coloco os pensamentos e sensações de um personagem masculino, só tinha feito até agora com feminino, espero ter ficado bom.

Outra coisa quero falar , pois quando faço UA, procuro não descaracterizar os personagens, tenho esse cuidado, para essa fic em particular, me preocupei demais com o Goku ( Kakarotto), para que este fosse o mais próximo possivél do Goku no anime, que graças à pancada na cabeça quando bebê e Son Gohan, seu avô, o deixaram gentil e amavél.

Mas, agora, como faria em Bejiita, para que lembrasse o do anime e não tivesse orgulho saiyajin? Não foi fácil, não queria por ele simplesmente daquele jeito sem uma explicação por trás, ainda mais para essa fic sobre o passado dele e de Bardock.

Talvez, em sua natureza profunda, desde que nascera, era diferente dos saiyajins e precisava trabalhar com muito cuidado, daí, tive a ídeia dele ter sido criado por uma escrava e com contato freqüente com os servos e um afastamento dos saiya-jins e sua cultura.

Afasta-lo deles foi fácil, afinal, com um poder baixo destes, qual saiya-jin iria querer o filho junto de um fraco destes? Mesmo entre os terceira classe? Quem diria os de segunda e primeira classe?

E graças á ele não conseguir entrar em nenhuma academia ou à "escola" dos saiya-jins, contribuiu e muito para que a natureza saiya-jin fosse reprimida em seus primeiros anos de vida até a adolescência, principalmente a infância, fase de crescimento importante, onde a personalidade começa a ser definida, claro, não perdeu sua paixão pelas batalhas, pois é algo instintivamente forte no sangue saiyajin, para ser ignorado.

Mesmo assim, não seria igualzinho ao do anime, pelo menos, queria que chegasse o mais próximo possivél. Eu consegui? O que acham?

Resposta :

Sammya : Yo!

Fico feliz que esteja gostando dessa fanfic também XDDDDDDDDDD

Fico feliz em saber que vai acompanhar as duas até o final ^ ^

Muito obrigada pelo review

bjos