Kakarotto começa a treinar com Eichiteki , tendo a ajuda de Kireiko.
Cap. 5 - Treinamento
Nota antes da fanfic: mudei o nome Seisen para Eichiteki( numa tradução literal : gota da sabedoria), não gostei de Seisen, é que confesso que não pensava que seria um personagem que cresceria nessa fanfic e tivesse um papel tão importante, então, agora dei à ele um nome digno de sua importância, principalmente para o Kakarotto .
E coloquei Kireiko ( bela filha) como filha deste.
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Na manhã seguinte, Kireiko desperta e nota que Kakarotto ainda dormia como uma criança percebendo em seguida a cauda dele em sua cintura. Sorrindo, acarinha a cauda felpuda, fazendo-no ronronar.
Ela se levanta e prepara o banho, depositando essências na água e após tudo estar preparado, sorrindo marotamente, retorna para a cama para despertar o saiya-jin adormecido.
Com as mãos delicadas, acaricia o tórax dele enquanto mordia o lábio inferior " que corpo bom . . . " e se aproximando do ouvido dele, fala com a voz doce:
- Acorde, dorminhoco.
Nota que ele abre os olhos e enquanto espreguiça estica a cauda como um gato. Após coçar os olhos, observa-a e sorri:
- Ohayou, Kireiko.
- Ohayou, Kakarotto. Como dormiu?
- Bem - exibe seu sorriso caracteristíco.
- Que acha de nos banharmos?- sorri maliciosamente, acariciando a cauda dele, mas não muito, apenas o suficiente para desperta-lo.
- Mmmmm . . . - vê satisfeita ele ronronar levemente.
Cessa o movimento e nota que ele olhava para ela com desejo.
È supreendida agradavelmente quando ele a pega no colo, sorrindo ao perceber o banho preparado. Percebe que era Kakarotto. A leve carícia na cauda não despertara o lado saiyajin dele, pelo menos, não completamente.
Entra com a jovem e começa a acariciar o corpo desta, explorando-o com suas mãos fortes, mas gentis ao mesmo tempo, investigando a boca dela com a sua língua, se deliciando com o sabor.
Ela sente descargas elétricas percorrerem seu corpo com as carícias certeiras de seu mestre. A meia chikyuu-jin passa a explora as costas dele musculosas com paixão e luxúria, sedenta para senti-lo dentro e nisto começa a escutar leves rosnados dele.
Kakarotto toma um dos mamilos e saboreia lentamente, mordiscando levemente, arrancando gemidos desta enquanto "brinca" com o outro. Sua cauda esfregava as pernas dela em movimentos sensuais, para depois mudar para sua feminilidade.
O contato da cauda peluda levemente com o sexo da fêmea faz com que emita um gritinho com a surpresa. A cauda acariciava abaixo de seu ventre com maestria. Ficara admirada, descobrira outra utilidade para a cauda, era como se ele tivesse 3 mãos.
A cauda continuava executando movimentos sensuais, estimulando-a ainda mais e fazendo-a gemer intensamente.
Quando Kakarotto muda seus lábios para o pescoço dela, ela mordisca o lóbulo da orelha dele, fazendo-o gemer. Escuta a respiração pesada dele e rosnados leves, quando apertava a pele dele ou tocava em pontos sensivéis de seu corpo.
O saiyajin mordisca a pele do pescoço realizando pequenas sucções, fazendo-a se deliciar em agonia.
As mãos dele passam a explorar o corpo dela enquanto os dentes roçam na pele delicada dos mamilos, arrancando um gritinho dela, que tremia e arfava com as carícias daquele macho sedento. Agora, ficara momentaneamente na dúvida se era só Kakarotto ou o efeito da cauda.
O saiyajin estava feliz em dar prazer á ela. Ontem a noite, após conhecer o sexo e conseguir dar prazer à jovem, sentiu-se confiante para tentar algumas coisas que vinham a sua mente e ficara feliz em ver que agradara ela.
Sentia seu membro latejar, sedento para toca-la e senti-la. Mas, queria primeiro faze-la chegar ao prazer, o que não tarda a acontecer.
Ele move sua cauda para as pernas, apertando levemente a coxa dela e com uma das mãos explora o inteiror úmido, sentindo as contrações deste, em breve, ela chegaria ao orgasmo.
O jovem entra com dois dedos e acaricia-a internamente e ao mesmo tempo, mordiscando o lóbulo dela. Com a administração dele, Kireiko tem não só um orgasmo, mas múltiplos quando a cauda dele retorna ao sexo dela, entrando apenas a pontinha e as mãos a acariciando seus seios.
Kakarotto sorri ao vê-la se recuperar e implorando á ele, vendo que ele não entrava nela:
- Por favor, Kakarotto, quero senti-lo dentro de mim . . . - fala carregada de desejo, imaginando o membro bem dotado dele dentro dela.
- Te darei o que quer - fala com luxúria e entra nela de uma vez só, arrancando um gritinho da fêmea.
Ele começa a se movimentar nela, encostado com as costas desta na borda da espaçosa banheira. A água se movimentava no embalo dos corpos, seguindo o ritmo destes, que cada vez mais ficavam frenéticos enquanto ela se acostumava gradativamente com o pênis dele.
O saiyajin enfiava o mais fundo que podia em estocadas potentes que a faziam tremer de prazer e gemer loucamente. Rosnados leves podiam se escutados oriundos do jovem, que explorava a pele dela com seus lábios, enquanto suas mãos seguravam a cintura delicada. A cauda acariciava as coxas dela dando leves apertos.
Mordiscou a orelha dela, arrancando lamúrias da mesma.
Após minutos, ela chega ao orgasmo novamente ao mesmo tempo que Kakarotto chega ao apíce, inclinando a cabeça para trás e liberando sua essência nela.
Ficam abraçados com ele dentro dela por alguns minutos até que os batimentos cardíacos e a respiração retornarem ao normal, em ambos.
O saiya-jin deita sua cabeça no tórax delicado, abraçado á ela e sua cauda abraçando-na na cintura com esta acarinhando seus cabelos negros que sempre desafiavam a gravidade, mas agora estavam rebaixados pela água.
Após um tempo, ela fala:
- Kakarotto?
- Mmm - fala mole, o calor do corpo dela fazia-o ficar sonolento.
- Não vai dormir heim? Não quero virar uma ameixa - e ri seguido por um cacarejo do saiyajin que a observa com um olhar doce.
Ela fica aquecida com o olhar dele, agora gentil, antes, durante o ato, encontrava-se carregado de luxúria.
- Não tomamos banho ainda- e sorri, delimitando a face dele com os dedos delicadamente.
Ele faz o mesmo com os lábios dela e os beija docemente, enquanto a fêmea abraça a nuca dele. Após algum tempo se separam, finalizando com rápidos selinhos.
- Eu esfrego suas costas e você a minha, o que acha?- e sorri, se fastando e pegando o sabonete em formato circular.
- Tudo bem . . . mas que acha de ensaboarmos um ao outro?- ela fala observando- retornar com o sabonete.
- Mas, se fizermos isso, faremos sexo de novo - ele fala um pouco exasperado.
- Não gosta de sexo? Não gosta de me ter?- ela pergunta triste, começando a ficar com os olhos marejados.
- Não é isso . . . - fala gentilmente, acariciando a face dela delicadamente - é que tenho treino hoje com seu pai e estou muito excitado para começar logo esse treinamento, por isso . . .
- È só por isso? - faz beicinho.
- Claro! A noite podemos nos banhar e eu vou precisar, ainda mais, depois de uma sessão de treino.
- Farei massagem em você então, que acha?
- Obrigado, vou precisar.
Nisto, cada um ensaboa seu próprio corpo.
Kireiko esta chateada queria tê-lo de novo, confessava que seu corpo viciara nele.
O toque delicado repleto de gentileza, mas forte e sensual ao mesmo tempo, faziam-na vibrar, Kakarotto estava se tornando um amante espetacular e acima de tudo, respeitoso com as fêmeas.
Cada um ensaboa as costas do outro e ela inclusive ensaboa a cauda dele, que só deixara, desde que ela prometesse não atiça-lo. Ao ouvir a promessa, deixou-a tocar na cauda dele que ensaboa e depois o lava.
De repente, vê ele sorri marotamente, quando vira ficando de frente para ela e com as palmas das mãos, espirra água nela que se defende. Sorrindo, fala, fingindo seriedade:
- Quer guerra de água, né? Pois terá!
Nisto, começam uma guerra de água, rindo muito, com ela muito feliz, pois há tempos não brincava assim. Kakarotto além de um excelente amante, desde pequeno, sempre queria que as pessoas á sua volta se sentissem bem.
Liluni sorriu ao entrar no quarto e ouvir a guerra de água deles, seu filho se divetindo igual a uma criança. Ela retira os lençois e troca, levando o lençol sujo para lavar.
Após alguns minutos, eles se levantam da banheira e Kireiko se troca, enquanto que Kakarotto ia se vestir com a jovem assistindo o espetáculo aprazivél. Ele olha e nota que tem uma roupa diferente.
Ele ergue e vê que lembra uma camiseta sem manga, laranja,uma outra camisa azul escuro com uma manga que cobrira um pouco mais seu ombro,uma calça laranja fechada do tornozelo, uma faixa azul, e outras duas faixa da mesma cor que possivelmente eram colocadas no pulso, pelo tamanho. Na espécie de camiseta, vê um círculo e um desenho esquisito.
- Kakarotto . . . - uma serva entra e vê ele nú, seu coraçaõ acerela e fica com a face rubra.
Kireiko sorri e fala:
- Parece um deus né?
- Com certeza - ela observa-o de cima para baixo, as costas talhadas de musculos, a bunda delimitada, as coxas e braços musculosos
Quando ele se vira para ver quem era, a serva que entrara, leva as mãos aos lábios , susurrando:
- Meu deus! - admira-o embaixo da cintura.
- Uma perfeição né?- Kireiko sorri.
- Perfeito . . .
Ele fita as duas sem entender e então, pergunta:
- Hã . . . . o que queria?
Ela se refaz da visão aprazivél. Podia ficar horas perdida em pensamentos analisando aquele corpo que parecia esculpido pelos deuses, junto com a face de beleza ingênua e sensual ao mesmo tempo.
- È . . . sobre as roupas . . . - fala nervosa, passando a desviar o olhar.
- Tudo bem? - ele se aproxima preocupado ao vê-la rubra.
- Ela está bem Kakarotto - Kireiko fala - apenas fique aí que vou ajuda-la.
Ele concente com a cabeça, olhando as duas, curioso.
- Vire-se de costas para falar. - nisso orienta a jovem serva.
- Hai - nisto ela se vira e fala, agora, se acalmando sem a visão maravilhosa - essa roupa diferente será . . . usada no seu treino com Eichitekisan, ele vai te ensinar a vestir, enquanto isso, é para ir com sua roupa e armadura antiga.
- Obrigado!
Nisto, ele se troca e as duas passam a olhar o espetáculo. A que entrara, pergunta à Kireiko:
- Você o teve por uma noite?
- Uma noite e agora de manhã na banheira . . . - fala contando com os dedos na frente dela.
- Uau! Que inveja!- ela fala mordendo o lábio inferior, observando os músuclos dele em movimento enquanto vestia a indumentária saiyajin.
- Hoje a noite, sou eu de novo com ele . . . - fala triunfante.
- Fominha . . . - a outra fala - não é justo ter ele só para você - fala chorosa.
- Tá, eu libero ele amanhã, chata . . . - fala aborrecida.
- Acho que teremos que fazer escala - e nisto, ambas riem.
Kakarotto que terminara de se vestir, as observa sem entender, estava tão entretido imaginando como seria o treinamento, que não ouvira elas conversando. Nisto,vê sua mãe com a face séria, fulminando ambas as servas com o olhar. Agora é que ele não entedia mais nada.
- Filho, o café da manhã está pronto - e força um sorriso para seu filho enquanto concentra sua ira nelas.
- Ôba! - nisto, corre até a mãe e a beija no rosto, descendo em seguida, afobado, podendo ser escutada a voz alegre dele - comida!!!!!!!
Ela sorri, adorava esse lado criança nele.
Depois, irada, se volta para as duas que se encolhem, gritando:
- Não vai haver escala! Ele não é um prostituto!- gospe as palavras ente os dentes, indo para cima delas como uma leoa possesa.
- Calma Liluni! Ninguém vai obriga-lo! Ele decidirá, nos prometemos.- Kireiko fala tentando amansar a fera á sua frente que as fitava com ira no olhar.
- È verdade, estavamos brincando . . . não viu que a gente riu? Relaxa, não é bom para o bebê.
Ela inspira profundamente e expira, acalmando-se. Então, Kirieko se aproxima pondo a mão no ombro dela, sussurrando em seu ouvido:
- Sei como fazer para incentivar a libido dele e não vou falar a ninguém, prometo.
A outra não escuta e fica aborrecida com isso.
- Promete?- Liluni pergunta.
- Prometo, Kakarotto não será usado para satisfação de nós servas, assim como ele nos respeita , o respeitaremos, ensinarei a ele como abordar uma mulher e ver se ela corresponde para se deitar com ela, que acha?
Liluni acente com a cabeça mais tranqüila.
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Após o café da manhã, Kakarotto encontra Eichiteki, que encontrava-se em posição meditativa na sala de treino.
- Yo! Sensei( mestre)
- Ohayou, Kakarotto, está entusiasmado?- pergunta vendo a face alegre dele.
- Claro! Mal vejo a hora de começar o treinamento!- fala feliz com sua cauda abanando.
- Sou um mestre severo, já adianto . . . além de que treinaremos essa sua cauda também, não é indicado em uma batalha perder as forças caso alguém a segure.
- Hã? Como sabe da minha cauda ? - fita surpreso sua própria cauda.
- Acredite, são muitos que conhecem esse segredo dos saiyajins, quem quisera minha raça ter descoberto há tempos . . . teríamos tido grande chance de vencermos .- fala pesaroso momentaneamente.
- Sinto . . . - o jovem fala tristemente.
- Kakarotto - ele fala em tom gentil, se levantado e pondo a mão no ombro do jovem, que o olha- não me lembro de ter tido "sua raça", ou disse?- olha pra o jovem com um olhar bondoso.
- Não disse . . . mas, eu sou um . . .
- Ninguém escolhe nascer em qual raça quer, pelo menos é o que eu acredito, és um saiyajin, de fato, mas seu coração não, impossivél querer compara-lo aos demais, é diferente, bondoso, gentil, amavél, não o culpo nem nunca farei isso, não tem o por que de se desculpar.
- Mas . . . - ele tenta argumentar, porém, é silenciado pelo olhar de Seisen.
- Já disse . . . agora, não se culpe . . . bem - esfrega as mãos - vamos treina-lo, não só o que vocês fazem, mas treinaremos a mente e o corpo, unindo-os e conseguindo maximizar o poder . . . mas antes - se vira ao jovem e vê a roupa que ele deu nas mãos dele.
- Ah! Isto foi o senhor que me deu, obrigado - Kakaroto estende a veste.
- Se troque por favor, a armadura dará uma sensação falsa de segurança e isto inconcientemente o fará abaixar a guarda, mesmo que seja por milésimos de segundos.
- O que é esse desenho no círculo.
- Um kanji, uma escrita em minha terra natal, é Saru ( macaco), usei esse quando era discípulo e por sorte, estava usando-o quando fui abduzido, com a ajuda de todos conseguimos recriar o dogi onde estava rasgado.
Ele se troca, enquanto o velho escravo explica:
- Este é chamado dogi, que também quer dizer 'caminho' em meu planeta, a Terra, isto é gi, haori e estes são munhequeiras . . . - e vai explicando.
- Terra?- ele pergunta após se trocar.
- Sim, chamado de planeta azul, distante daqui, fui abduzido por aliens que depois me venderam onde passei de mão em mão, até chegar aqui . . . Kireiko é minha filha, por sorte, fomos comprados juntos.
- E a mãe dela?
- Vendida a outro saiyajin . . . nunca mais a vimos e . . .
- Consegue sentir esse tal de Ki,né?- Kakaroto pergunta tendo uma ideia.
- Sim, mas porque?- não entende.
- Kireiko também?
- Ela também, mas, porque?
- Simples, se ganhar a Arena, usarei o dinheiro e comprarei a mãe dela, não importa com quem esteja e juntarei vocês, que acha? Eu dou minha palavra que farei isso imediatamente após a vitória, pois terei dinheiro, agora, não teria como pagar, aí sentindo seu ki, a acharemos.
Eichiteki fica boquiaberto, ele era muito gentil e generoso, queria reuni-los. Sente-se feliz, via a verdade em suas palavras. Sem sombra de dúvida ele era único.
- Kireiko - ele chama a filha dele que surge, sorrindo.
- Yo! - Kakarotto cumprimenta.
- A mãe dela pertence a raça shinyoujyutsu ( mágica da mente, numa tradução literal), e que possuí certas habilidades, como manipular os objetos, não sendo ilusão, sendo realidade e modificar, inclusive, um local, mas não são todas da raça que possuem essa habilidade, muitos poucos, por sorte, a mãe dela tinha e ela herdou.
- È verdade -e sorri - o que quer otou ( maneira bem informal de se referir ao pai)
?
- Aumente o peso das roupas de Kakarotto, no caso o gi, munhequeiras e botas, cada um pesando 20 kilos.
- 20 kilos cada? Dará 100 kilos no total - ela olha boquiaberta para ele, que confirma.
- 100 kilos?- Kakarotto arregala os olhos, exasperado, para depois sorri - tudo bem - tranqüilo.
Pai e filha entreolham e pensam " Será que nada o preocupa ou acha difícil?".
- Lá vai! - ela estica as mãos e se concentra.
Kakarotto acaba se curvando e se ajoelha, não conseguindo ficar de pé. A jovem está preocupada, o pai põe a mão no ombro e fala:
- Está tudo bem com ele, filha, pode nos deixar a sós.
- Tá . . . boa sorte, Kakarotto- olha-o penalisada.
- Obrigado - ele sorri, para depois curvar a cabeça com os dentes cerrados.
A jovem se retira, deixando discípulo e mestre sozinhos. Ele olha impassivél o jovem sofrendo com o peso e fala:
- Precisa se acostuma com esse peso, creio, que até o fim do dia conseguirá ao menos ficar de pé.
Horas se passam e antes que perceba, o jovem já estava ereto, e agora, realizava exercício como flexão, inicialmente com um braço e depois com outro e em seguida, sendo pendurado de cabeça para baixo com o mestre contando as flexões, em outro momento ele treinava golpes no ar, alternando depois com voar.
- Estou surpreso! Não esperava que se acostumasse tão rápido com esses pesos!
- Agora não sinto tanta dificuldade.
Durante o dia só haviam parado duas vezes, uma para Kaakrotto comer e outra para ir ao banheiro. No fim do dia, Liluni, Kireiko e os demais servos assistiam ao treinamento do jovem e boquiabertos com o peso que ele estava no corpo e mesmo assim se mexendo praticamente como senão tivesse nenhum. A mãe dele estava agoniada e Kireiko tranqüiliza :
- Não se preocupe, otou sabe o que faz . . . foi um mestre na Terra, um planeta azul longe daqui.
- Mas . . 100 kilos . . . - fala agoniada.
- Veja! Kakarotto parece feliz.
Ela observa, de fato, ele estava feliz treinando.
- È o sangue saiyajin dele, meu pai está surpreso por ele conseguir se mexer quase normalmente com esse peso.
Os escravos animavam Kakrotto o incentivando, especialmente, as fêmeas pois o suor marcava seus musculos quando fazia um movimento os esticando e os braços de fora, faziam arrancar suspiros e conversas truncadas com risinhos.
Seisen revirava os olhos. Percebia os comentários das mulheres e vira que seu discípulo estava tão concentrado que estava alheio ao ambiente.
- Excelente, ja está tarde, amanhã continuaremos um pouco mais e depois , ensinarei você a meditar.
- Meditar? - ele para de se exercitar, confessa que estava cansado e fita o mestre.
- Claro! Não adianta desenvolver o fisíco se não desenvolve a mente, meu mestre me ensinou isso e também treinará para sentir ki, para isso, pedirei ajuda aos demais.
- Quem foi seu mestre?
- Primeiro, Mestre Karin, um eremita que vive em uma torre na Terra sagrada de Karin e depois, Kamisama, já faz tempo . . . - ele permiti-se recordar.
- Então, teve dois?- ele fala surpreso.
- Kamisama é o deus do planeta Terra, Mestre Karin permitiu que eu fosse conhece-lo, passei anos treinando com Karinsama e depois com Kamisama, é preciso ser forte e ter um coração puro - ele olha para o saiyajin - se fosse na Terra com certeza, Karinsama o aprovaria ir até o Tenkou (o céu), lá vive o Mister Popo também, um ajudante de Kamisama, ele testa se a pessoa é digna de conhece-lo.
- Sugoi( incrivel) !
- È sim, mas agora, deve descansar, já treinou bastante, filha, retire o peso das roupas.
- Hai - e ela se concentrando, remove o peso.
Kakarotto salta pela sala e depois, roda os ombros, sentindo-se leve.
- Sentiu a diferença, né?
- Sim.
- Agora relaxe e descanse - nisto estreita os olhos para a filha que desvia seus orbes verdes assobiando. O genitor suspira aborrecido, sabia que ela se deitava com o jovem mestre deles.
Kakarotto olha de um para o outro sem entender.
- Venha Kakarotto vou preparar seu banho.
Fala com segundas intenções, praticamente 'pulando' de onde estava e feliz, andando sensualmente, abraçando o braço dele e o tirando dali. O saiya-jin a acompanha confuso, mas não sem antes se despedir do mestre.
- É só um banho - Liluni fala surgindo na frente de ambos, com as mãos na cintura, fitando a jovem que apenas sorri e fala
- Sim, só um banho - ela fala "inocentemente"
- Espero que seja só isso.
- O que vai ter de comida?- Kakarotto pergunta ignorando o ar tenso em volta das duas e nisto seu estômago ronca audivelmente, supreendedo a todos, que depois riem.
- Pelo visto será mesmo . . . - Kireiko fala desanimada, Kakaroto amava comida e estava faminto.
Liluni vê face dela e sorri triunfante, assim como o pai da jovem. Liluni agradecia mentalmente por seu filho ser "apaixonado" por comida acima de tudo.
Derrotada, ela o guia, que observava para as duas confuso e depois para a jovem.
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No dia seguinte, Kakarotto já conseguia se mexer como senão tivesse peso nenhum, estava satisfeito consigo mesmo.
O jovem saiyajin olha confuso para seu sensei, quando ele aparece com dois baldes de água. Ele fala:
- Parado como o céu, rápido como um raio, essa será sua lição esses dias.
- Mas, como alguém pode ficar parado e se movimentar tão rápido? - ele arqueia a sombrancelha.
- Signfica não fazer movimentos desnecessários, saber se movimentar quando necessário, isto poupará ki.
- E os baldes são para que?- fita os baldes, curioso, vendo seu reflexo em uma das superfícies deles.
- Vamos coloca-los na cabeça , eles irão nos avisar se fizermos movimentos desnecessários.
- Impossivél se movimentar sem a água cair.
- Veja, jovem - nisto o mestre põe o balde de água na cabeça .
Abismado, o saiyajin nota que ele se movimentava mas a água continua parada no balde.
- Incrivél! - ele fica animado.
- Isto significa que não fiz nenhum movimento desnecessário, economizando meu ki.
- Ki?- Kakarotto o observa.
- È energia fundamental do qual todos os seres vivos encluindo as árvores são feitos, pode ser controlado com um bom treinamento, além de sentir outros ki ou esconde-lo, o scouter será desnecessário, vocês chamam de poder de luta, eis uma demonstração, pegue e ponha seu scouter.
Ele faz o que ele manda e nisto, ele vê o chikyuu-jin pegando uma cadeira e pondo à frente dele e se afastando um pouco. Ele se concentra e surpreso vê que a cadeira voa pela sala, sem este se aproximar, o scouter dele detectara um aumento de poder rápido.
- È a mesma coisa que vocês fazem lançando rajadas de Ki, mas, aqui, você viu alguma rajada?
O saiyajin surpreso acena que não com a cabeça.
- Pois bem, usei a 'pressão' do meu ki, digamos assim . . . e deve ter percebido, pela sua face que o que chamam de 'poder de luta', alterou né?
- Sim, subiu por um instante rapidamente.
- Com o controle do Ki, você pode oculta-lo até completamente, com bastante treino poderá manipular o nivél deste ao seu bel prazer e com bastante treino será tão rápido que esses tais scouter não irão conseguir acompanhar a mudança.- sentencia com as duas mãos fechadas atrás, nas costas dele mesmo.
Animado com a demonstração e espectativa, ele põe o scouter de volta na mesinha baixa e pegando o seu balde de água, põe na cabeça, ficando sobre uma perna.
Começa imitar os movimentos que Eichiteki realizava, mas para seu desânimo, a água caía e por último, acabou por tomar um belo banho.
Após se secar, encontra seu mestre em posição de lótus, nota a respiração tranqüila, na verdade, mal sentia a presença dele. Sem abrir os olhos, ele fala:
- Agora, sente e medite.
- Meditar? È isso o que o senhor está fazendo?
Ele concente com a cabeça.
- Agora, jovem, sente do meu lado, ponha as suas preocupações de lado, relaxe . . . verá como tudo fica calmo e permitirá sentir ínfimas coisas que passavam despercebidos por você . . . demorará algum tempo para conseguir dominar a arte da meditação, mas quando dominar, percebera a diferença .
O saiya-jin senta e fechando os olhos começa a tentar meditar. Mas, impaciente, abre de vez em quando os olhos. O mestre percebe:
- Deve-se "desligar" do meio a sua volta, sentirá com isso as minímas fltuações, sem fazer isso, não compreenderá completamente o Ki.
- Mas como posso ficar poderoso, ficando sentado?- ele está meio fustrado.
- Então, meu jovem, acha desperdício de tempo?
- Bem . . . acho - fala hesitante.
- Por que?
- Ora, ficamos parados.
- Entendo . . . mas, quando começou, não sentiu algo?
- Bem . . . - ele pensa - senti-me calmo.
- Excelente . . . mas, quando desenvolver mais poderá até sentir coisas muito distante de você, conseguira analisar o oponente e com isso, escolher a melhor estratégia.
- È verdade?- fica mais animado.
- Mas não é assim da noite para o dia . . . e lembre-se disse que confiava em mim . . . por acaso acha que ensinaria algo a você desnecessário?- ele agora abre os olhos, fitando o jovem atentemente.
- Claro que não . . . desculpe é que é dificíl . . .
- Vocês saiyajins só vem poder, mais nada, só treinam o corpo e esquecem a mente, as duas juntas geram um poder incrivél . . . uma das minhs metas e unir sua mente e corpo em um só . . . agora, estão separados e por causa disso não consegue compreender a verdadeira imensidão dos poderes que encontram-se guardados dentro de ti.
- Grandes poderes?- fica admiriado.
- Sim, mas de que adinta tal poder, senão consegue usa-lo em totalidade? È um desperdício total de talento.
Kakarotto analisa o que ele fala, ficando animado. Ele nunca o ensinaria algo desnecessário, de fato, só treinava o corpo analisando agora, mas a mente é algo novo á ele, tem que unir os dois e somente Eichiteki sabia a resposta. Ele deveria parar de indagar e se dedicar-se de corpo e alma ao treinamento. Se meditar era tão importante, ia dominar, custasse o que custasse.
Ele senta de novo e desta vez se dedica fervorosamente a meditar, sobre orientações de como relaxar oriundas de seu mestre.
Outro dia, ele ensinou ao saiya-jin a localizar o ki e controla-lo, com a meditação, mesmo que ainda não dominasse completamente, lhe dera uma base consideravél.
Ele pega uma espécie de rato e colocou uma espécie de sino nele e segurava um, além de pedir a dois servos que segurassem o sino e tocassem, menos ele mesmo.
Por mais que tentasse, o jovem não conseguia localizar Eichiteki, que fala:
- A visão, a audição nos engana, se concentre, relaxe a mente e procure sentir pelo ki de quem quer encontrar, até mesmo o olfato pode ser ludibriado. - todos usavam perfume para 'mascarar' o próprio cheiro, pois sabiam do olfato apurado dos saiyajins.
Depois de algumas horas, consegue localizar seu mestre.
Após dias, já conseguia dominar a arte da meditação e via que sua 'visão' ficava mais clara, de fato, percebia coisas que antes passavam despercebidas , pois só usava a visão, audição e olfato e estes sentidos podiam ser enganados, mas, o Ki não, aprendera na prática que os sentidos podiam ser enganados no treinamento de localizar Eichiteki assim como numa aula com bastão.
Isso porque o sensei fez um bastão e começou a roda-lo contra Kakarotto,a qual havia dito ser um teste, ele recua conforme o bastão avança, vendo este se alongar, até que ele para de girar o bastão.
- Que bastão é esse que estica?- fica estupefato.
- È um bastão comum, ele não estica, apenas foram seus olhos que lhe deram essa sensação . - nisto, dá o bastão para o saiyajin que analisa, de fato, estava normal.
- Entendeu? Nossos cinco sentidos podem ser enganados, mas o ki não.
Ele passa a dominar, aumentando e diminuindo o Ki. Olha para seu scouter colocado de lado, havia algo esquisito com ele, havia se apegado ao aparelho, uma vez que o tinha desde a tenra infância e fora um dos raros presentes dados por seu genitor, em vez de destruir, guarda-o.
Teve apenas um treinamento que fora externo.
À pedido de seu sensei, ele deveria voar no céu em uma noite de tempestade e ficar bem alto, onde os raios podiam atingi-lo. Ele tinha que desviar dos raios, sem usar a visão, apenas sentir, treinaria agilidade em se esquivar, pois o relâmpago podia vim de qualquer lugar.
Kakarotto sabia que um relâmpago não ia mata-lo e após a explicação de seu mestre, entende por que e somente neste treino usaria a armadura e roupa especial, pois dominuiria o dano dos relâmpagos, como já havia treinado muito tempo sem indumentária saiya-jin, um simples treinamento não traria problema.
Nisto, ele fica de noite ou de dia, quando tem tempestade, no céu, para se desviar dos relâmpagos, até que conseguir desviar de todos, o que demora pouco mais de duas semanas, agora, ele desviava com maestria, pois não via, através da concentração aguçada pela meditação, conseguia sentir os distúrbios no ar e a precisão de que lugar o raio viria atingir ou os vários.
Quando termina esse treinamento, ele retorna a usar o dogi.
Em dois meses, consegue seguir os movimentos de seu sensei, sem derramar a água, agora, treinava sobre uma gravidade 100 vezes maior que Bejiita ( lembrem-se que em Bejiita, a gravidade era 10 vezes maior que a Terra, quis passar um treinamento similar ao do Goku no anime, só passei um pouquinho a gravidade, gomen).
Treinava juntamente com a gravidade, suas roupas pesadas. Por meses, não conseguia se movimentar direito com a gravidade alta, embora fosse sendo aumentada gradativamente conforme ele se acostumava até chegar a 100 vezes. Após 5 meses, podia se mover livremente sobre a gravidade altissíma.
Graças aos poderes de Kireiko e ao Eichiteki ( gota de sabedoria), ele podia ter um treinamento que nenhum outro saiyajn tinha. Treinava o corpo, mas a mente ao mesmo tempo, sentia seus poderes fluindo facilmente, podia diminur ou aumenta-los, agora , rapidamente, mais rápido do que um piscar de olhos, sendo comprovado pelo scouter, quando ele pediu a Kireiko para tentar rastrear seu ki.
Seu corpo ficara mais definido, musculoso e para as fêmeas, ainda mais desejado.
Percebia que por mais que se movimentasse não ficava ofegante, isso porque o sensei ensinava junto à meditação, controlar a respiração, além de que como não fazia movimentos desnecessários, não havia gasto de Ki ou do corpo, por isso, não ofegava.
Eichiteki lhe explicara depois de meses, o que cada treinamento queria realmente transmitir ao saiyajin, que fica feliz mais do que o normal. Sentia-se muito mais poderoso e nada seria impossivél á ele. Descobrira que a obsessão só atrapalhava, o poder tinha que vim naturalmente, além de que consegui-lo em pouco tempo só atrapalhava, principalmente ao corpo, tinha que ser gradual e natural segundo Eichiteki.
Após 1 ano, chega o dia da Arena. Ele havia se inscrito há apenas 5 meses antes, mas precisava haver vaga e surgira uma, seria a hora de por o treinamento que fizera à prova, estranhamente, não sentia-se nervoso, apenas, animado.
Ele usaria o dogi que Eichiteki deu, já que não podia usar armadura na Arena e segundo indicações dele, deveria utilizar o peso das roupas para continuar o treinamento, só tirando, se fosse preciso. Kireiko não retirava mais o peso da roupa.
Então, o dia tão esperado chega.
À pedido dele, Eichiteki, ele o acompanharia, Kakarotto não achava seguro Kireiko se expor, o pai dela concordava também, ainda mais que segundo boatos a família real estaria lá e temiam que eles a pegassem como escrava deles, na verdade, o rei tinha todo o direito do mundo de pegar escravos de seus subalternos , mas, em contrapartida, tinha que dar algo em troca.
Kireiko e os demais podiam ver pelo monitor, afinal, após anos de existência, ele seria exibido pela primeira vez a toda Bejiita. Antes de sair, todos os escravos desejavam boa sorte e que estariam torcendo por Kakarotto.
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Kakarotto está se saindo um ótimo amante, levando as fêmeas a loucura e agora, aumentando ainda mais o desejo delas.
Liluni ficou irada com o fato das duas terem brincando em criar escala, pois entedera que queriam fazer de seu filho prostituto e ela ficou possesa.
Kireiko se deu mal, tinha segunda intenções com Kakarotto no banho, mas com a fome dele, não daria, Liluni adorou isso srssrsrsrrsrrs coitada, lá se foram seus planos . . . .
Decidi mudar algumas coisas. O nome Seisen foi mudado para Eichiteki ( gota de sabedoria) e que ele virou um chikyuu-jin abduzido, que tem uma filha meia terráquea meia shinyoujyutsu ( mágica da mente, numa tradução literal), devido a suas capacidades mágicas.
Perceberam que ela cumpre o que promete, Kireiko, talvez pelo seu pai ser um mestre das artes marciais. Fiz Kakarotto ter um treinamento similar á Goku no anime, com peso nas roupas,meditação, relâmpagos e etc . . . além de treinar em gravidade alta graças aos poderes de Kireiko, relativo a fase Z do anime, claro, que tive que fazer umas adaptações.
Algumas explicações de Eichiteki peguei do anime, mas, outras, fiz da minha própria cabeça a partir da compreensão o que cada treinamento faz e o resultado após análise. ^ ^
Outra coisa, modifiquei como Kakarotto aprendeu o Ki, pois essa fic mostrará como ele se transformou nas formas supersaiya-jins e precisava com isso que ele conhecesse o Ki e soubesse unir a mente e o corpo, o que duvido que os saiyajins ensinavam, então, foi com Eichiteki que aprendeu sobre Ki, na fic Luz da Lua, havia aprendido com o Mestre Kame, Son Gohan e Kurilin, na invasão, mas ao fazer essa fic, pensei, impossivél ele ter aprendido só na Terra, aí, quando criei Eichiteki ( gota de sabedoria - por que ele tem bastante conhecimento de artes marciais) havia aprendido com ele e para isso, ele teria que ser um chikyuu-jin, aí, a explicação dele estar lá foi por abdução alienígina que o venderam após ele não ser mais útil à esses aliens.
Meio que "viajei" né?
Tem agulma sugestão ou dúvidas, me mandem por review ^ ^
Muito obrigado pelo review Sammya.
Notas:
Eichiteki -叡知滴 (gota de sabedoria)
Shinyoujyutsu -心妖術 (mágica da mente)
Kireiko - bela filha - Kirei ( belo/bonito), Ko ( filho/filha)
Resposta:
Sammya - Fico feliz que tenha gostado do capítulo e do hentai, é a primeira vez que coloco sobre a óptica de um homem como primeira vez até agora era só de nós mulheres, foi uma experiência interessante, espero poder repetir mais uma vez algum dia desses.
Muito obrigada pelo review.
bjos
