Vegeta ordena através de um servo que eles fiquem em uma sala, pois quer conversar com Kakarotto. O que ele quer com o saiya-jin?

Cap. 8 - Ordens de Vegeta-oujisama

Leitores, é o seguinte, não queria colocar excluído, mas não me lembrava de um termo melhor, sabe quando te dá branco? Então corrigindo, não é excluído é proscrito, excluído ou banido fica meio redundante né? Segue correção abaixo, desculpe pelo erro, é que a bendita palavra não me vinha a mente ¬¬

Real - os da família real, em tese, tem que ter um poder maior que o da elite, Vegeta é o único que tem tal poder.

Elite - acima das classes de Bejiita. Um grupo ainda mais seleto, poucos conseguem tal classificação. Possuem altos cargos.

Primeira classe - os mais poderosos, acima dos de segunda classe e abaixo dos da elite. Um pouco mais numeros que estes, mas, ainda assim, representam uma das classes mais pequenas que existe. Também participam de cargos importantes, claro, cargos inferiores aos de elite, mas superior aos de segunda.

Segunda Classe - consideravelmente mais numerosa que o de primeira classe, mas , ainda assim, menos do que a Terceira Classe. Possuem cargos consideraveís, desde oficiais, ocupam grande parte dos cargos considerados inferiores pelos de primeira classe.

Terceira classe - essa sim representa a massa de Bejiita, é ocupada por muitos, é numerosa demais, é o povo, de uma maneira geral.

À eles, é destinado apenas a função de soldado baixo ou então, com o poder muito baixo, enviados quando bebês a planetas distantes, considerados fracos, para enfraquecer a defeza e depois, toma-los. Também trabalham como guarda-costas, guardam propriedades ou escravos, ocupam todos as demais profissões consideradas indignas para um saiya-jin, mas, em materia de números, ultrapassa todas as demais classes juntas.

Proscrito - aqueles que cometem crimes em Bejiita, são banidos do planeta e podem ser caçados por qualquer saiyajin, os de segunda classe costumam se divertir nessas "caçadas", raramente os de primeira fazem isso.

Para informação. O poder de Vegeta, atualmente, é do nivél do personagem no anime contra Freeza, após ser curado a última vez por Dendê.

Já o de Kakarotto é o poder de Goku, quando enfrenta Freeza, antes de se transformar em supersaiya- jin.

Acho que isso dá uma noção melhor do poder deles e a diferença entre eles. Agora, ao capítulo XDDDDDDDD.

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Naquele instante, Kakarotto e Eichiteki encontravam-se em uma sala imensa, ricamente mobiliada.

O sensei estava nervoso e o ex- discípulo, uma vez que já o havia superado, estava inquieto, sua cauda remexendo lentamente na cintura. Antes de írem para casa um servo da Arena parou-os e disse que o princípe queria falar com o saiya-jin e foram guiados até aquela lugar.

Percebe pelo ki o quanto seu mestre estava inquieto.

- Acalme-se jiichan . . . talvez não seja nada.

- Duvido, filho . . . sabe, o príncipe querer vê- lo é preocupante e com certeza, por causa das batalhas, principalmente da última . . . você deveria ter demonstrado dificuldade, encenado uma luta em que seu oponente tivesse vantagem sobre você e perder de propósito, afinal, teria direito a novas batalhas e aquele resultado não seria contado . . .

- Mas não conseguiria apanhar de propósito, ainda por cima de um fraco como . . .

- O que disse sobre orgulho? È o princípio da derrota do indivíduo como ser e como guerreiro . . . além de que nunca menospreze seus oponentes - repreende -o.

- Desculpe - fica cabisbaixo.

- Tudo bem . . . ainda é jovem . . . um dia vai ter uma melhor compreensão . . .

- Mas se tentar algo, bato nele . . . - sorri, porém, este tintutebeia quando vê o olhar severo de seu mentor.

- Sim, aí vira um poscrito . . . sendo caçado por seus semelhantes . . . pensou em sua imouto? Ela precisa de você!

- Calma jiichan . . . era só brincadeira . . . não precisa de alterar tanto.

Termina coçando a mão na nuca. O chikyuu-jin suspira cansado e fala:

- Como pode brincar numa hora dessas . . . - torce as mãos atrás das costas, sempre andava como os mestres de seu planeta natal.

Agora, o saiya-jin estava ficando preocupado com o motivo do princípe Vegeta querer falar-lhe.

Pensa em sua imouto e sente seu coração retringir-se. Como pudera ser egoísta? Deixou o sangue de sua raça domina-lo, não se conteve, não pensou em sua irmãzinha, um ser pequeno e vulneravél que só tinha á ele no mundo para proteger de uma provavél ira saiyajin.

Inicialmente havia ficado forte para defende-la, queria, com suas mãos defender aquilo que lhe era mais precioso e insubstituivél. Se não estivesse lá para protege-la de Bardock, quem mais estaria?

- Droga . . . maldição! - fica irado consigo mesmo e cerra suas mãos com violência, cabisbaixo.

- Não adianta "chorar pelo leite derramado", o que foi, foi, o que já aconteceu, já era . . . agora só nos resta encararmos o que o destino nos reserva ou mais precisamente, ao que um princípe cruel nos reserva.

- " Chorar pelo leite derramado"? O que é isso? - ele olha para o sensei, confuso - Como derramaria leite?

- È um ditado em minha terra natal.

- Ah! Entendo - a face torna a ficar agoniada - o que faço, jiichan?

Tinha esperanças que seu sensei, que viveu bastante tempo e parecia sempre ter a resposta na ponta da língua, soubesse a resposta, embora, nunca falasse plenamente quando sabia, falava por dicas, obrigando-o a pensar , esperava que este tivesse alguma sugestão de como proceder naquela situação.

Mas, para desânimo de Kakarotto, abana a cabeça para os lados, derrotado. Suspira longamente, cansado e então o saiyajin presta atenção no quanto ele havia envelhecido apenas passando por aquela agonia naquela sala oval, alva, enquanto aguardavam seu destino.

- Sinceramente, não consigo encontrar nenhuma solução . . . a única que me vem é ser um proscrito . . . dominando o princípe e pegando sua imouto, Liluni e Kireiko e encontrar um meio de fugir desse planeta . . . mas isso é muito extremo e não teriámos chance sendo caçados por termos atacado seu princípe . . .

- Mas se ele vier nos matar ou prender, não teremos opção, vi seu poder, consegue bater num saiya-jin classe 3 . . . e Kireiko sabe lutar também, ambos sabem usar Ki . . .

- O que você diz, infelizmente, é uma verdade amarga . . . - sente um leve tremor ao imaginar a fuga .

- Droga . . . sou um péssimo irmão mais velho! Negligenciei ela! Como puder ser tão egoísta?

Nisso pensa em sua pequena imouto e os momentos com ela, brincando, trocando-a ou dando banho nela com ajuda de Liluni, uma lágrima escorre de seus orbes.

- Desculpe - me irmãzinha, seu irmão é um idiota!

Ele se amargava de não ter controlado seus poderes. Por que não perder uma batalha de propósito? Por que ser tão orgulhoso do poder que possuí? Se isso levará a conseqüências desastrosas?

Sente uma mão em seu ombro e nota ser seu sensei, tentando conforta-lo.

- Não se culpe tanto . . . não tem culpa, é sua juventude agravada pelo sangue saiyajin em suas veias . . . e nada poderá mudar isso . . . apenas poderá controla-lo não deixando-se levar por este, domine-se e será um excelente guerreiro . . . bem, se escarpamos dessa - força um sorriso.

- Eu juro jiichan, vou me controlar, se o destino me der uma segunda chance, aprenderei a humildade, pensarei em meus atos e suas conseqüências, não serei mais irresponsavél, pois aprendi, que o que importa é aquilo que consideramos importante, mais do que vencer ou do maldito orgulho . . . prometo, usarei meu poder para proteger o que considero meu tesouro com esses dois punhos - e mostra eles ao seu mestre - e não para meu próprio uso . . . promessa de Kakarotto , se buscar poder será para isso!

- Sábias palavras . . . me orgulho de você meu filho e quero que saiba que sempre me orgulhei . . . se morrer, morrerei tranqüilo de ter treinado um jovem como você . . .

- Não fale em morrer, jiichan - olha preocupado.

- Kakarotto . . . você é um saiyajin . . . sua raça é fardada a ter uma longa juventude, não sabendo quando envelhecem, pois como guerreiros, morrem cedo em campos de batalha . . . mas, já eu, sou um chikyuu-jin e como a maioria esmagadora das raças desse vasto universo e infinitas estrelas, nasci, cresci e agora envelheço e o que me espera é a morte . . . é o ciclo da vida . . . nada poderá mudar isso, nem eu, nem você . . .

Observando a tristeza na face dele, fala, com um sorriso:

- Mas isso não quer dizer que desejo a morte, vou viver, até quando ela me permitir.

O jovem saiya-jin nunca quisera pensar que ele possuia uma idade consideravél. Seja pela determinação dele, severidade no treino, sabendo ser amavél e gentil quando preciso, mas, talvez, até notasse isso tudo, mas evitava pensar, provavelmente tentando evitar o inevitavél. Era o ciclo da vida.

Agora, analisando mais atentamente as linhas do rosto, as mãos, os cabelos, a postura, de fato, era um pouco velho, não como aqueles escravos de cabelos brancos, não, mas, estava próximo disso.

Seus pensamentos são cortados quando sente Ki . Reconhece apenas dois sendo pertencente aos dos princípes, dois deviam ser do kaulek de cada um e os demais, soldados, escoltando-os.

Analisando, se fosse numa batalha não teria dificuldade em derrota-los, mesmo o princípe Vegeta, talvez este desse um pouco mais de trabalho que os demais, mas, nada que não pudesse lidar. Ao contrário dele que conseguia baixar seu ki, guardando sua energia, todos os demais de sua raça emanavam o nivél de poder que tinham, sendo com isso fácil saber seus poderes.

Se desejasse, nem o scouter o detectaria, pois anularia por completo seu ki, sorri ao pensar nisso, seria fácil escapar dos aparelhos.

Quando a porta abre, Vegeta surge com sua capa esvoaçando atrás dele e na armadura, o emblema da família real de Bejiita, igual ao do seu otouto. Atrás do primeiro princípe, está um saiyajin imenso, com pouco cabelo na cabeça, que lembrava um abacaxi, com um sorriso presunçoso, visivelmente orgulhoso de seu posto e atrás do princípe mais novo, um saiyajin de cabelos compridos e alto, com uma face aborrecida pelo seu posto, fitando volta e meia o pequeno princípe com raiva.

Ambos os Kauleks tinham armaduras com um pequeno emblema que diferenciava dos demais saiyajins e mageando os princípes e kaukeks, soldados, com suas indumentárias caracteristícas.

- Vossas majestades! Vegeta oujisama e Tarble oujisama!

Rapidamente, Kakarotto prostra-se frente aos princípes, seguido por Eichiteki, mais atrás, este se diferenciando em se curvar totalmente e apoiar as mãos no chão, enquanto o jovem saiyajin apenas dobrara o joelho direito e o braço apoiado sobre este, a cabeça baixa, falando:

- È uma honra meus princípes - fala humildemente, temendo, com medo da enrascada que se metera.

- Podem se levantar,ambos - O princípe mais velho ordena.

- Muito obrigado, Vossa majestade.

" Pelo menos reconhece quem manda nesse planeta . . . " , Vegeta pensa, satisfeito em ver que apesar do poder, conhecia seu lugar, sentia-se aliviado.

- Seu nome de nascença é Kakarotto né? Filho de Bardock e Raikunia ? - soava mais como confirmação que pergunta.

- Sim, Vegeta oujisama.

- Você foi incrivél! Principalmente contra Komako! - Tarble exclama feliz sua cauda abanando de felicidade.

- Obrigado, oujisama - curva a cabeça.

- Tarble, olhe os modos, veja sua cauda, ponha-a de volta na cintura e controle-se! - fala asperadamente olhando o otouto pelo canto dos olhos.

- Desculpe, Vegeta niisan - fala cabisbaixo, envergonhado da bronca do mais velho.

O Kaulek fita aborrecido para este saiyajin.

" Sou Kaulek desse fraco, que vergonha . . . Nappa se deu bem, droga . . . por que sempre fico com lixo?", pensa amargurado.

- Devo confessar, foi interessante sua batalha, ainda mais sendo considerado uma terceira classe . . . seu poder provavelmente é de uma elite .. . estranho sua classificação . . .

- Acho que os avaliadores tinham algo contra mim . . . ou seja por que treinei e muito para superar o nivél de terceira classe e acho que exagerei, não que esteja achando ruim - e sorri sem graça, coçando a nuca atrás da cabeça, feliz de ver que uma punição não o aguardava.

" È um idiota ou o que?", Vegeta pensa consigo mesmo, desde que entrou na sala, vinha analisando merticulosamente o companheiro saiyajin, confessava que percebera que era simples demais para se entender, nunca havia lidado antes com um tipo desses. Pela primeira vez na vida, estava em dúvida como proceder.

Kakarotto esconde o fato de Eichiteki treina-lo, pois, com seu status poderia querer tomar seu jiichan e ele não queria isso. Vira pelo canto dos olhos a aprovação de seu sensei, quando ele falou ao princípe que fora porque havia treinado bastante, sozinho.

- Interessante . . . sabe, preciso de um parceiro de treino . . . estou cansado dos mesmos . . . pelo seu poder, poderia lutar comigo . . . mesmo que eu ganhe, pois sou superior a você, seria um bom treino . . . pelo menos com certeza me proporciaria isso - nisto nota seu otouto.

" Se um saiyajin considerado terceira classe consegue treinar e aumentar seus poderes, sendo verdadeira essa afirmação, talvez, Tarble consiga aumentar o seu também . . . posso administrar o tempo de Kakarotto, entre ser meu parceiro de treino e treinador de meu otouto " .

- Também treinaria Tarble . . . ele precisa e muito, o Kaulek dele não o treina adequadamente, você seria Kaulek e algumas horas por dia, meu parceiro de batalha.

- Me treinar, Vegeta niisan ! - o jovem exclama feliz para o irmão.

Ele se vira ao saiyajin e fala:

- Poderia me treinar para ser tão forte quanto você? Seria meu kaulek? - ele pergunta à Kakarotto.

- Tarble, não precisa pedir, nós somos princípes, nosso desejo é uma ordem e coitado daquele que nos desobedecer . . .

- Eu sei, mas não gosto disso, de impor, quero pedir . . . - pede com os olhos suplicantes e Vegeta então cede, meneando com a cabeça em aprovação.

- Vai ser meu kaulek e me treinar? - pergunta com os olhos brilhantes à Kakarotto.

" Ele é diferente dos outros saiyajins . . . principalmente de Vegeta"

" Percebi"

" Seu coração é bondoso . . . adoraria treina-lo, desde que mantivesse segredo, mas, desde que entrou aqui eu fiquei analisando, creio, que será de confiança."

" Entendo . . . então serei o kaulek dele"

- Princípe, ficaria orgulhoso de ser seu kaulek - ele curva com a cabeça.

- Obrigado Kakarottosan.- fala feliz.

O atual Kaulek dele fica feliz com a notícia, já não aguentava seguir aquele fraco, mesmo perdendo o título atual, se livraria daquele fracote.

- Tudo bem, Pekto ( pepino) ?

- Claro, oujisama - e curva-se, extasiado de felicidade em se livrar do princípe.

Ele foi obrigado a assumir como Kaulek dele e isto o fizera odia-lo ao máximo, ele era fraco e sentia vergonha de andar com um desses, não importando seu status.

- Está decidido, Kakarotto é kaulek de Tarble e meu parceiro de luta durantes alguns dias e apenas meio período.

- Estou honrado, Vegeta oujisama - e o jovem curva-se novamente.

- Deverá se mudar para o palácio, providenciarei um quarto para você . . . pode levar seus escravos, se tiver, arrumarei lugar para eles dormirem também.

- Morar no palácio? - pergunta desanimado.

- Algum problema, terceira classe? - pergunta ameaçador.

- Imagina, meu princípe . . . apenas me supreendi, perdoe-me - fala humildemente e rapidamente.

- Hunf! Considere-se perdoado, aposto que nem em seus sonhso mais insanos imaginaria morar em um palácio .

- È verdade - e curva-se novamente.

Estava na verdade, preocupado em como manteria o segredo de sua imouto.

- Amanhã a tarde se mude para lá, ordenarei que alguns soldados o ajudem com a mudança.

- Não tenho muitas coisas, creio que só eu e meus escravos será o suficiente . . . moro com meu pai.

- Entendo . . .

- Depois de amanhã poderemos treinar, Kakarottosan?- o pequeno pergunta.

- Claro, Tarble oujisama - fala sorrindo.

- Obrigado.

- Tarble, aja como um princípe - fala censurando seu irmão olhando-o aborrecido.

- Desculpe, Vegeta niisan.

- Vegeta oujisamaa- Kakarotto fala.

- O que é?

- Sabe Ruculan ?

- O que tem ele?

- Ele bateu em sua escrava e pensou estar morta, disse que não a queria mais, tem testemunhas que viram isso . . . posso ficar com ela?

Nisto mostra a jovem desacordada, deitada no chão. O príncipe analisa e fala:

- Ele rejeitou ela sem certificar que está morta . . . azar dele, sim, ela é sua . . . entregarei atráves de Nappa, meu kaulek, quando chegar no castelo a ordem que ela lhe pertence agora, bem como os horários de lutar comigo.

O saiyajin maior fala:

- Pelo visto seremos parceiros, ambos kauleks dos princípes, deve estar orgulhoso.

- Claro - e sorri, embora internamente, tivesse detestado a ideia de morar no palácio, em parte por sua imouto.

- Pode se retirar, vamos, Tarble - nisso ele se vira e se retira, com os kaulek, seu otouto e os guardas. - está dispensado Kakarotto . . .

- Obrigado meus princípes, - curva-se humildemente.

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Mais tarde, Kakarotto e Eichieteki sobrevoavam a cidade iluminada, com o jovem carregando a garota desacordada nos braços. Via-se a divisão na cidade conforme as classes e áreas de lazer, considerando o gosto de uma raça guerreira.

No centro, segunda classe. Nas periferias, terceira classe, com suas casas bem menores que os de segunda e divididos em setores: Norte, Sul, Leste e Oeste. Nos limites urbanos, os de primeira classe e afastados destes, os de elite, que moravam longe da cidade.

A mansão do seu pai era no estilo elite e a classe do genitor fora renomeada pelo rei quando virou conselheiro real com seus poderes de ver o futuro.

No centro de cada cidade do planeta, existia uma Central, que nada mais era do que uma espécie de bar com lutas, pois anexado á este, tinha um Ginásio, afinal, muitos saiyajins juntos em um só lugar, só poderia dar briga e nisto, havia o lugar para se enfrentarem.

Na Central eram servidas vários tipos de bebidas, a mais requisitada era a Norokila( vem de clorofila), uma bebida de gosto forte, mas que não "subia" muito, haviam outras de gostos mais fracos e potentes, estas, eram tidas como "saideiras", antes do saiyajin ir para casa de tão fortes que eram. Quem serviam-os eram diversas raças de escravos, além de que, o local era imenso e dividido por classe.

Os de primeira classe, tinham mesas e cadeiras, tendo servos que circulavam por elas, servindo-os. Na segunda classe, tinham mesas e cadeiras, mas, os saiyajins tinham que buscar sua própria bebida, na terceira, não tinha mesas, só cadeiras, principalmente no balcão e nos cantos, tinham parcas mesas pequenas, mas eram reservadas aos que queriam namorar.

O que dividia em classes era uma linha pintada no chão. Se alguém fosse para a classe que não pertencia, era surrado, menos as fêmeas que tinham liberdade para se deslocar entre elas. Mas, dificilmente havia problemas, pois respeitavam a classe dos ginásios não havia separação, por isso, os saiyajins tinham que tomar cuidado com seus oponentes.

Próximo deste, tinham os domos.

Já estes eram separados por classes, cada lugar tinha sua classe certa e coitado daquele saiyajin desavisado que errasse o lugar, no caso o macho, era mandado para a medical machine, já com as fêmea, nada acontecia. Estes eram abertos o dia todo e a noite, fechados para limpeza, os ginásios, eram abertos a noite toda e fechados na parte do dia, os dois lugares alteravam quando ficavam abertos.

Assim, sempre existia algum lugar para aquela raça brigar entre si, se fosse na cidade sem algum lugar, traria problemas, claro, quando surgia a lua cheia a cada oito anos, os ginásios e Central eram fechados, pois muitos não conseguiam manter a consciência na forma oozaru,

Para os de elite, havia o domo e Central de elite, exclusiva à eles, onde era freqüentado somente por esta classe. Também possuíam um ginásio próprio. Era assim em todas as cidades de Bejiita.

Esses lugares eram mantidos pela família real, para os saiyajins lutarem e se divertirem em batalhas, para distrair a massa, a bebida era barata e de fácil acesso. Só no caso da elite era mais caro.

Para lutar nos ginásios e domos, não pagavam, era de graça.

Na periféria, tinha uma instalação, chamada populamente de Toca , sendo nada mais, nada menos, para os escravos abandonados pelos donos, que não os queriam mais e não desejavam gastar o tempo deles vendendo ou para aqueles, em comparitmentos separados, pegos depois do toque de recolher dos escravos.

Lá era lugar de "doação" de servos e por causa disso eram disputados pelos saiya-jins em batalhas, pois no lado havia um ginásio para resolverem com quem ficaria, além de ocasionalmente, batalhas cujo prêmio eram escravos ao vencedor, quando tinham muitos. Os de terceira classe iam lá, pois não eram baratos, os demais, apenas se o escravo deles fugisse.

Os do compartimento separado não eram doados, ficavam lá até o dono aparecer.

Para os abandonados, os velhos, era reservada a morte, eram mortos para não lotarem as celas, pois ninguém iria querer um deles.

A "Toca" também recebia escravos capturados em guerra, vendidos a família real e depois colocados lá, para serem doados, também era um estratégia para acalmar os de terceira classe ávidos por servos e agrada-los, pois era classe que o salário era o mais baixo possivél.

Kakarotto entrega a jovem à Eicheiteki quando entra numa loja e compra um presente para sua imouto no mercado e depois tornam a voar.

Alguns barulhos chamam a atenção de seu sensei, que olha para uma dos Ginásios anexos a Central. E pergunta;

- Lá seria a Central e o Ginásio?- nunca vira antes, aberta.

- Sim, sabe o que é?

- Sei, um lugar onde os de sua raça se reunem, bebem e se querem brigar, tem um ginásio aberto para eles, só na parte da noite.

- Isso, e o domo de batalhas na parte do dia.

- Ou seja, tem lugar para os de sua raça lutarem todo o tempo.

- Sim e tudo mantido pela família real, assim como doação de escravos . . .

- Pela Toca - suspira tristemente.

- Conhece?

- Quando fui abduzido por aliens, eles me venderam junto a um lote de prisioneiros deste planeta e fui para a Toca, onde um saiya-jin me adquiriu . . . claro, após derrotar um outro em uma batalha - nisso seu olhar fica triste.

- Sinto muito por faze-lo reviver essas lembranças . . .

- Tudo bem.

- Quanto a sua companheira, acho que iremos obter respostas na Central, que acha? Porém, só eu poderei ir lá.

- Eu sei, escravos não são permitidos . . . nem sou louco de tentar ir lá . . . mas não quer comemorar? Todos fizeram uma festa para você.

- Eu irei depois e quem sabe, com uma surpresa para você e Kireiko . . . quero cumprir minha promessa logo . . . amanhã, não terei tempo, algo me diz isso . . . é uma sensação.

- Tudo bem, mas cuidado, nunca esteve lá, evite beber . . . não é bom começar agora.

- Eu sei, detesto bebida alcóolica, quem sabe um dia desses não vou em um domo? Nunca fui.

- Seria bom ter oponentes diversos . . . iria adquirir experiência que é o que falta em você. . .

- Fico feliz em saber. - e sorri.

- Com sua popularidade agora, conseguirá facilmente informações.

- Como assim?

- Ora, venceu a Arena e aquele lugar é encontro das massas, não iria me admirar se todos te reconhecessem . . .

- Verdade! Vou usar isso para conseguir informações sobre sua companheira . . . mas para isso, infelizmente, vou precisar do nome de seu antigo dono - fala tristemente, detestava fazer seu mestre reviver o passado.

- Bem, era Alkake ( alface) .

- Ele vai muito para a Central?

- Provevelmente, ele saía muito a noite . . . com certeza ia para lá.

- Onde ele mora? Se lembra?

- Era terceira classe . . . mora na periferia, próximo do conjunto habitacional . . . no setor Norte, senão me engano.

- Como ele é?

- Sabe Vagenk?

- Sim.

- Ele é irmão mais velho dele, a diferença dos dois que ele tem bigode em volta da boca e cabelos negros curtos.

- O que? - ele o olha estarrecido.

O chikyuu-jin acena com a cabeça.

- Por que não me disse?

- Não queria indispor você à ele . . . veja o que fez com Ruculan . . .

O jovem voava pensativo, de fato, se soubesse teria sido um pouco mais "violento". Então, arregala os olhos, havia humilhado-o, com certeza, o irmão não estaria tão disposto a dar informações ou vende-la á ele, caso a tivesse.

O mestre vê a rara face séria e preocupada, perguntando:

- O que houve , filho?

- Eu humilhei o irmão dele em público - bate na cabeça, se amaldiçoando.

- Não se preocupe, pelo que me lembro, eles não se davam bem e acredito que nada tenha mudado entre eles, sabe, o mais velho humilhava sempre que podia Alkake.

Nisso, chegam a mansão. Kakarotto entrega a jovem ao chikyuu-jin e depois, se despede, rumando para a Central.

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Tive que dividir o capítulo, gente, foi mal e talvez demora para atualizar, a integradora está chegando na faculdade e tenho que me matar de estudar, vou continuar escrevendo no caderno, mas, talvez demore para escrever no pc, já que escreverei de pouquinho em pouquinho.

Será que Kakarotto encontrará seus irmãos? Eles estão na Central.

Conseguirá achar o saiya-jin Alkake? Se sim, conseguirá comprar a esposa de Eichiteki se ainda estiver com ele?

Isso no próximo capítulo.

Notas:

Norokila- vem de clorofila. Eu imaginava um nome para uma bebida popular da raça saiyajin e pensei, já que o nome deles vem de vegetais, por que não a bebida vim de clorofila? Confesso, que demorou para criar o nome XD.

Kaulek - vem de caule, afinal, os vegetais tem caule. Seria uma espécie de treinador e mordomo dos saiyajins da família real. Ele acompanha o seu "senhor" desde que este aprende a andar.

Nappa é Kaulek de Vegeta e atualmente, Pekto, do Tarble. È que no anime não cita um termo para Nappa que o acompanhava desde criança, como mostrado do especial de Bardock. Aí inventei um título. XD

Alkake - vem de alface.

Pekto - de pepino.

Eichiteki -叡知滴 (gota de sabedoria)

Kireiko - bela filha - Kirei ( belo/bonito), Ko ( filho/filha)

Nota sobre Bejiita, mostrado na fanfic O passado de Bardock e Kakarotto:

"No centro, segunda classe. Nas periferias, terceira classe, com suas casas bem menores que os de segunda e divididos em setores: Norte, Sul, Leste e Oeste. Nos limites urbanos, os de primeira classe e afastados destes, os de elite, que moravam longe da cidade. . . "

" No centro de cada cidade do planeta, existia uma Central, que nada mais era do que uma espécie de bar com lutas, pois anexado á este, tinha um Ginásio, afinal, muitos saiyajins juntos em um só lugar, só poderia dar briga e nisto, havia o lugar para se enfrentarem.

Na Central eram servidas vários tipos de bebidas, a mais requisitada era a Norokila( vem de clorofila), uma bebida de gosto forte, mas que não "subia" muito, haviam outras de gostos mais fracos e potentes, estas, eram tidas como "saideiras", antes do saiyajin ir para casa de tão fortes que eram. Quem serviam-os eram diversas raças de escravos, além de que, o local era imenso e dividido por classe.

Os de primeira classe, tinham mesas e cadeiras, tendo servos que circulavam por elas, servindo-os. Na segunda classe, tinham mesas e cadeiras, mas, os saiyajins tinham que buscar sua própria bebida, na terceira, não tinha mesas, só cadeiras, principalmente no balcão e nos cantos, tinham parcas mesas pequenas, mas eram reservadas aos que queriam namorar.

O que dividia em classes era uma linha pintada no chão. Se alguém fosse para a classe que não pertencia, era surrado, menos as fêmeas que tinham liberdade para se deslocar entre elas. Mas, dificilmente havia problemas, pois respeitavam a classe dos ginásios não havia separação, por isso, os saiyajins tinham que tomar cuidado com seus oponentes.

Próximo deste, tinham os domos.

Já estes eram separados por classes, cada lugar tinha sua classe certa e coitado daquele saiyajin desavisado que errasse o lugar, no caso o macho, era mandado para a medical machine, já com as fêmea, nada acontecia. Estes eram abertos o dia todo e a noite, fechados para limpeza, os ginásios, eram abertos a noite toda e fechados na parte do dia, os dois lugares alteravam quando ficavam abertos.

Assim, sempre existia algum lugar para aquela raça brigar entre si, se fosse na cidade sem algum lugar, traria problemas, claro, quando surgia a lua cheia a cada oito anos, os ginásios e Central eram fechados, pois muitos não conseguiam manter a consciência na forma oozaru,

Para os de elite, havia o domo e Central de elite, exclusiva à eles, onde era freqüentado somente por esta classe. Também possuíam um ginásio próprio. Era assim em todas as cidades de Bejiita.

Esses lugares eram mantidos pela família real, para os saiyajins lutarem e se divertirem em batalhas, para distrair a massa, a bebida era barata e de fácil acesso. Só no caso da elite era mais caro.

Para lutar nos ginásios e domos, não pagavam, era de graça.

Na periféria, tinha uma instalação, chamada populamente de Toca , sendo nada mais, nada menos, para os escravos abandonados pelos donos, que não os queriam mais e não desejavam gastar o tempo deles vendendo ou para aqueles, em comparitmentos separados, pegos depois do toque de recolher dos escravos.

Lá era lugar de "doação" de servos e por causa disso eram disputados pelos saiya-jins em batalhas, pois no lado havia um ginásio para resolverem com quem ficaria, além de ocasionalmente, batalhas cujo prêmio eram escravos ao vencedor, quando tinham muitos. Os de terceira classe iam lá, pois não eram baratos, os demais, apenas se o escravo deles fugisse.

Os do compartimento separado não eram doados, ficavam lá até o dono aparecer.

Para os abandonados, os velhos, era reservada a morte, eram mortos para não lotarem as celas, pois ninguém iria querer um deles.

A "Toca" também recebia escravos capturados em guerra, vendidos a família real e depois colocados lá, para serem doados, também era um estratégia para acalmar os de terceira classe ávidos por servos e agrada-los, pois era classe que o salário era o mais baixo possivél."

Estava imaginando como seria o estilo de vida deles, do planeta. Outra nota sobre o planeta, sobre as cidades e hangares, da fanfic Orgulho Vs Amor, a qual apesar do Planeta Bejiita, ser igual, sua organização e classificações de castas, não pertence a saga que inclui Luz da Lua e O Passado de Bardock e Kakarotto. È uma fic a parte, mas que usa os mesmo elementos do planeta Bejiita.

" Eles se preparam para a entrada na órbita do planeta e após uma descida um tanto turbulenta, a nave pousa sem estrépido, suavemente, no hangar . . . "

" . . . "

Era imenso e via muitas naves chegando e partindo, de formatos diferentes, umas pequenas, que cabiam uma pessoa sentada, em formato circular, outras imensas e de formato quase retangular ou até mesmo circular, sem contar o vai - e- vem constante de aliens, escravos e saiya-jins apressados. "

" . . . "

" Saem para a rua, onde vê espécies de carros, que mais pareciam naves em miniatura.

Olhando para o alto, prende a respiração. Observava naves-carros, como ela definia, voando em rodovias aéreas, cortando os ceús e eram várias destas em altitudes diferentes. Edifícios e mais edifícios, de formatos diferentes, muitos altos e poucos baixos, Vira também espécies de tuneís, onde pessoas andavam de um lado para o outro, nelas e nas ruas, várias espécies de aliens e escravos de diversas raças, já os saiyajins voavam livremente no espaço entre as rodovias flutuantes."

Espero que consigam imaginar o planeta assim como eu vejo e descrevi nessas cenas.

Resposta:

kika kinomoto: Yo!

Muito obrigada pelo review XDDDDDD

Fico feliz que esteja gostando ^ ^

Eu gosto de fazer sagas ^ ^

Muito obrigada

thankyou

Bjos